EPISODE · Jan 3, 2007 · 1 MIN
Migrantes - Diferentes e Iguais - Volume I
from Poesias Pe. Alfredo José Gonçalves · host Alfredo José Gonçalves
Abra a porta São pés aos milhares, pisando firmes a estrada, país da dores e esperanças de minha gente cansada. São olhos aos pares, fixos em algum horizonte, jovens irmãos forjando um amanhã diferente. São mãos de muitos calos, porém de ternura e carinho; mãos de todo um povo que da história abre caminho. Corpos famintos, almas sedentas em busca de pão e algo mais; famílias inteiras ao relento; na cidade e no campo, quantos ais. Abra a porta meu irmão, há alguém do lado de fora; solidário estenda a mão, abra a porta sem demora. Abra também o coração, rompa muros e preconceitos; o amor supera toda lei, eis o novo e o maior preceito. Todo homem tem direitos: -terra, trabalho, vida, - toda família quer casa, pra verdadeira cidadania. São Paulo, 22 de dezembro de 1993
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Abra a porta São pés aos milhares, pisando firmes a estrada, país da dores e esperanças de minha gente cansada. São olhos aos pares, fixos em algum horizonte, jovens irmãos forjando um amanhã diferente. São mãos de muitos calos, porém de ternura e carinho; mãos de todo um povo que da história abre caminho. Corpos famintos, almas sedentas em busca de pão e algo mais; famílias inteiras ao relento; na cidade e no campo, quantos ais. Abra a porta meu irmão, há alguém do lado de fora; solidário estenda a mão, abra a porta sem demora. Abra também o coração, rompa muros e preconceitos; o amor supera toda lei, eis o novo e o maior preceito. Todo homem tem direitos: -terra, trabalho, vida, - toda família quer casa, pra verdadeira cidadania. São Paulo, 22 de dezembro de 1993
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