Minipod #225: José J. Veiga, o maior expoente do realismo mágico no Brasil  episode artwork

EPISODE · Aug 29, 2024 · 42 MIN

Minipod #225: José J. Veiga, o maior expoente do realismo mágico no Brasil

from Minipod Literário · host Eduardo Spohr

Salve, salve, galera. Mais um minipod no ar nesta manhã de quinta-feira! No programa de hoje, conheça alguns expoentes da literatura gótica brasileira; descubra a versão sueca do clássico “Drácula”, com capítulos ampliados e cenas extras; relembre a história da HQ “A Liga Extraordinária”, de Alan Moore; e explore a obra de José J. Veiga, o maior representante nacional do gênero literário conhecido como realismo mágico.  👉 HOJE (quinta-feira, 29 de agosto) acontece o 3º encontro dos Escribas da Cinelândia, grupo de leitores e autores que se formou a partir do canal aqui do Telegram. Todos estão convidados a estarem com eles a partir das 18h no Amarelinho da Cinelândia. Para mais informações, só escrever direto para o   @JoaoMaselliGouvea ou para a @carolengel pelo Telegram.  🔗 Inscreva-se no Chopp Literário de setembro, sobre Stephen King, clicando aqui.  🔗 Ou acesse o link direto do formulário, clicando aqui.  🔗 Escute o Ghost Writer podcast sobre o escritor José J. Veiga, clicando aqui. 📩 Continue nos escrevendo pelo email [email protected]. Sua mensagem SERÁ lida nos nossos minipods de quinta-feira. 💰E agora, se você quiser e se sentir confortável, também pode ajudar o nosso canal com doações. Chave PIX: [email protected]

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Daria Um Livro Pedro Pacífico Pedro Pacífico, criador do perfil literário @bookster recebe convidados plurais e com diferentes formações para compartilhar com ele não só um pouco de suas relações com a leitura, mas também as suas próprias histórias. Histórias essas que muitas vezes deram livros. Ou poderiam dar. Contos de Lima Barreto Lima Barreto Lima Barreto começou a sua colaboração na imprensa desde estudante, em 1902, no A Quinzena Alegre, depois no Tagarela, O Diabo, e na Revista da Época.Em jornais de maior circulação, começou em 1905, escrevendo no Correio da Manhã uma série de reportagens sobre a demolição do Morro do Castelo.Daí em diante, colaborou em vários jornais e revistas, Fon-Fon, Floreal, Gazeta da Tarde, Jornal do Commercio, Correio da Noite, A Noite (onde publicou, em folhetim, Numa e a Ninfa), Careta, ABC, um novo A Lanterna (vespertino), Brás Cubas (semanário), Hoje, Revista Souza Cruz e O Mundo Literário.Lima Barreto foi o crítico mais agudo da época da República Velha no Brasil, rompendo com o nacionalismo ufanista e pondo a nu a roupagem da República, que manteve os privilégios de famílias aristocráticas e dos militares.Em sua obra, de temática social, privilegiou os pobres, os boêmios e os arruinados. Foi severamente criticado pelos seus contemporâneos parnasianos por Contém spoiler, obviamente naju Contém Spoiler, Obviamente é um podcast em que eu conto a história completa de livros, com todos os spoilers (obviamente). Tudo do meu jeitinho, com minhas opiniões, comentários e um pouco de humor :)Pela jornalista Anna Julia Paixão, Naju ou @najuliareads nas redes. Contos de Lima Barreto by Lima Barreto (1881 - 1922) LibriVox Lima Barreto começou a sua colaboração na imprensa desde estudante, em 1902, no A Quinzena Alegre, depois no Tagarela, O Diabo, e na Revista da Época.Em jornais de maior circulação, começou em 1905, escrevendo no Correio da Manhã uma série de reportagens sobre a demolição do Morro do Castelo.Daí em diante, colaborou em vários jornais e revistas, Fon-Fon, Floreal, Gazeta da Tarde, Jornal do Commercio, Correio da Noite, A Noite (onde publicou, em folhetim, Numa e a Ninfa), Careta, ABC, um novo A Lanterna (vespertino), Brás Cubas (semanário), Hoje, Revista Souza Cruz e O Mundo Literário.Lima Barreto foi o crítico mais agudo da época da República Velha no Brasil, rompendo com o nacionalismo ufanista e pondo a nu a roupagem da República, que manteve os privilégios de famílias aristocráticas e dos militares.Em sua obra, de temática social, privilegiou os pobres, os boêmios e os arruinados. Foi severamente criticado pelos seus contemporâneos par

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