EPISODE · Feb 6, 2026 · 16 MIN
NovusCast - 06 de Fevereiro 2026
from Novus Capital · host Novus Capital
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o Banco Central Europeu manteve os juros em 2%, em uma reunião sem surpresas relevantes. Já o Banco Central da Inglaterra manteve a taxa em 3,75%, em decisão considerada dovish, com 4 votos por queda, e 5 por manutenção, além de projeções mais favoráveis para a convergência da inflação. Nos EUA, o ISM de manufaturas mostrou alta em novas ordens e produção, que parece impulsionada por recomposição e antecipação de estoques diante de incertezas tarifárias, enquanto o ISM de serviços veio estável, mas com demanda desigual entre os setores. No mercado de trabalho, o ADP veio abaixo do esperado e o número de vagas abertas recuou novamente. No campo geopolítico, EUA e Irã iniciaram negociações. No Brasil, a ata do Copom deixou aberta a possibilidade de um primeiro corte de maior magnitude que a esperada anteriormente. No campo político, a volta do Congresso e sinalizações sobre possíveis nomes para o Banco Central geraram ruído, especialmente em relação à condução da política monetária. Os nomes que tendem a ser indicados são Guilherme Mello, do Ministério da Fazenda, e Tiago Cavalcanti, professor de Cambridge. No mercado de crédito, a semana marcou uma mudança de comportamento, com abertura de spreads em debêntures tradicionais e incentivadas, principalmente em nomes mais longos. No primário, o volume foi reduzido. Houve aumento de volatilidade dos títulos de Raízen, após notícias não oficiais e recompra de títulos com cláusulas de cross default da Cosan, elevando a cautela dos investidores. Nos EUA, os juros tiveram fechamento marginal, e as bolsas seguiram com desempenho misto – S&P 500 -0,17%, Nasdaq -1,97% e Russell 2000 +2,14%. No Brasil, o jan/27 fechou 11 bps, o jan/35 abriu 20 bps, o Ibovespa subiu 0,78% e o real valorizou 0,86%. Na próxima semana, destaque para o payroll e dados de inflação nos Estados Unidos; eleições parlamentares no Japão; dados de atividade, inflação e pesquisas eleitorais no Brasil.
What this episode covers
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o Banco Central Europeu manteve os juros em 2%, em uma reunião sem surpresas relevantes. Já o Banco Central da Inglaterra manteve a taxa em 3,75%, em decisão considerada dovish, com 4 votos por queda, e 5 por manutenção, além de projeções mais favoráveis para a convergência da inflação. Nos EUA, o ISM de manufaturas mostrou alta em novas ordens e produção, que parece impulsionada por recomposição e antecipação de estoques diante de incertezas tarifárias, enquanto o ISM de serviços veio estável, mas com demanda desigual entre os setores. No mercado de trabalho, o ADP veio abaixo do esperado e o número de vagas abertas recuou novamente. No campo geopolítico, EUA e Irã iniciaram negociações. No Brasil, a ata do Copom deixou aberta a possibilidade de um primeiro corte de maior magnitude que a esperada anteriormente. No campo político, a volta do Congresso e sinalizações sobre possíveis nomes para o Banco Central geraram ruído, especialmente em relação à condução da política monetária. Os nomes que tendem a ser indicados são Guilherme Mello, do Ministério da Fazenda, e Tiago Cavalcanti, professor de Cambridge. No mercado de crédito, a semana marcou uma mudança de comportamento, com abertura de spreads em debêntures tradicionais e incentivadas, principalmente em nomes mais longos. No primário, o volume foi reduzido. Houve aumento de volatilidade dos títulos de Raízen, após notícias não oficiais e recompra de títulos com cláusulas de cross default da Cosan, elevando a cautela dos investidores. Nos EUA, os juros tiveram fechamento marginal, e as bolsas seguiram com desempenho misto – S&P 500 -0,17%, Nasdaq -1,97% e Russell 2000 +2,14%. No Brasil, o jan/27 fechou 11 bps, o jan/35 abriu 20 bps, o Ibovespa subiu 0,78% e o real valorizou 0,86%. Na próxima semana, destaque para o payroll e dados de inflação nos Estados Unidos; eleições parlamentares no Japão; dados de atividade, inflação e pesquisas eleitorais no Brasil.
NOW PLAYING
NovusCast - 06 de Fevereiro 2026
No transcript for this episode yet
Similar Episodes
Jun 20, 2026 ·2m
Jun 15, 2026 ·3m
Jun 14, 2026 ·2m
Jun 13, 2026 ·3m
Jun 12, 2026 ·3m
Jun 11, 2026 ·3m