EPISODE · Mar 11, 2026 · 9 MIN
O enigma do petróleo: Conflito no Irã, o blefe de Trump e por que o Brasil é o destaque da vez
from Mercado com Abs · host Raphael Abs Musa
Estabilidade Inesperada: O petróleo Brent está estabilizado na faixa de 90 a 92 dólares o barril. O palestrante expressa surpresa e receio com essa "calmaria", pois não vê uma resolução rápida para o conflito.Ceticismo sobre Acordos: Ele acredita que as declarações de Donald Trump sobre um plano para encerrar o conflito sejam um "blefe". O regime iraniano tem intensificado ataques a refinarias, instalações de dessalinização e civis, além de minerar o Estreito de Ormuz, dificultando o tráfego de petroleiros.Alternativas Logísticas: A Arábia Saudita está escoando produção pelo Mar Vermelho para mitigar os riscos no Estreito de Ormuz.Independência Energética: A China tem se mostrado resiliente ao conflito devido à sua política de eletrificação da frota de veículos e diversificação de fontes (renováveis e carvão), reduzindo a dependência do petróleo do Oriente Médio.Mercado de Ações: Nos EUA, empresas de tecnologia como Amazon, Microsoft e Salesforce continuam atrativas, pois são menos afetadas pelas cadeias de suprimento de petróleo e pela inteligência artificial desestruturando modelos de negócios.Impacto Positivo e Riscos: O Brasil tende a se beneficiar do petróleo alto (melhora a arrecadação e favorece a Petrobras), mas há um risco inflacionário no radar.Expectativa do COPOM: O mercado aguarda um corte de 50 basis points na taxa de juros na próxima semana.Otimismo: Existe um sentimento de "overweight" (acima da média) para o Brasil em relação aos pares da América Latina.O evento mais aguardado é a divulgação do CPI (dado inflacionário) nos EUA, que definirá se o Fed continuará com os cortes de juros.
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Estabilidade Inesperada: O petróleo Brent está estabilizado na faixa de 90 a 92 dólares o barril. O palestrante expressa surpresa e receio com essa "calmaria", pois não vê uma resolução rápida para o conflito.Ceticismo sobre Acordos: Ele acredita que as declarações de Donald Trump sobre um plano para encerrar o conflito sejam um "blefe". O regime iraniano tem intensificado ataques a refinarias, instalações de dessalinização e civis, além de minerar o Estreito de Ormuz, dificultando o tráfego de petroleiros.Alternativas Logísticas: A Arábia Saudita está escoando produção pelo Mar Vermelho para mitigar os riscos no Estreito de Ormuz.Independência Energética: A China tem se mostrado resiliente ao conflito devido à sua política de eletrificação da frota de veículos e diversificação de fontes (renováveis e carvão), reduzindo a dependência do petróleo do Oriente Médio.Mercado de Ações: Nos EUA, empresas de tecnologia como Amazon, Microsoft e Salesforce continuam atrativas, pois são menos afetadas pelas cadeias de suprimento de petróleo e pela inteligência artificial desestruturando modelos de negócios.Impacto Positivo e Riscos: O Brasil tende a se beneficiar do petróleo alto (melhora a arrecadação e favorece a Petrobras), mas há um risco inflacionário no radar.Expectativa do COPOM: O mercado aguarda um corte de 50 basis points na taxa de juros na próxima semana.Otimismo: Existe um sentimento de "overweight" (acima da média) para o Brasil em relação aos pares da América Latina.O evento mais aguardado é a divulgação do CPI (dado inflacionário) nos EUA, que definirá se o Fed continuará com os cortes de juros.
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