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Mercado com Abs

Aqui você encontra conteúdos variados sobre temas essenciais para o seu dia a dia: compartilhamos visões sobre investimentos e economia para você cuidar do seu dinheiro, realizamos análises jurídicas de legislação e jurisprudência, fazemos resenhas de leituras inspiradoras e discutimos os assuntos mais comentados do momento. Nosso objetivo é te informar e te ajudar a crescer, seja no campo financeiro, pessoal ou nas tendências atuais.Raphael Abs Musa de Lemos é Doutor e Mestre em Direito Civil pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

  1. 106

    A minuta do Fed já nasceu velha — e o risco real está no fiscal | Panorama 06/07

    Semana curta, agenda macro esvaziada — mas os temas de fundo seguem grandes. Nesta abertura de semana: os futuros voltam com apetite aos semicondutores e a rotação para "value" arrefece; a minuta do FOMC de junho sai na quarta, mas já nasce defasada depois do cessar-fogo EUA–Irã; Kevin Warsh chega ao Fed com uma força-tarefa de reformas em cinco frentes; e o risco que ninguém está olhando não é o Fed — é o fiscal, de Scott Bessent (Treasury a 4,5%) ao prêmio na curva brasileira.Ainda: iene na mínima de 39 anos e o fluxo japonês que move os mercados globais, produção industrial fraca reforçando novo corte da Selic, e a derrocada imobiliária que explica por que a tech chinesa está tão barata.Análise adversarial, de mesa de operação, sem falso conforto.📊 Panorama do Mercado com Abs — briefing macro diário por investidor profissional.00:00 Abertura00:30 Futuros em alta — a rotação para "value" arrefece01:40 Payroll fraco e a queda dos juros na curva americana02:40 Minuta do FOMC: o dado da semana que já nasce velho04:10 Kevin Warsh e as 5 reformas do Fed05:40 VIX baixo — janela para proteção06:20 Agenda da semana: ISM, IPCA, Focus e temporada de balanços07:40 O risco real: Scott Bessent e o fiscal americano (plano 3-3-3)09:10 Japão: iene na mínima de 39 anos e o fluxo que move tudo10:40 Brasil: produção industrial, Selic e o prêmio fiscal na curva12:10 China: derrocada imobiliária e a armadilha de crédito13:30 Fechamento▶️ Novo canal de podcasts no YouTube: @MercadoComAbs🔒 Vídeos fechados para apoiadores em breve (curva de juros e tech chinesa).Curtiu? Compartilhe com aquele amigo investidor que gosta de análise refinada. Isso ajuda o canal a crescer.⚠️ Conteúdo educacional e opinativo. Não é recomendação de investimento.#Macroeconomia #Fed #KevinWarsh #Iene #Selic #China #RendaFixa #Investimentos #PanoramaDoMercado

  2. 105

    PAYROLL DESABA, NASDAQ DERRETE E DOW BATE RECORDE | Retrospectiva da Semana

    A semana que redefiniu o segundo semestre: o payroll de junho veio em apenas 57 mil vagas — bem abaixo do consenso — e tirou de cena a alta de juros do Fed. Enquanto isso, o Dow Jones renovou máxima histórica, o Nasdaq derreteu com a rotação para fora das semicondutoras, o petróleo devolveu o prêmio geopolítico do conflito com o Irã e o ouro perdeu os US$ 4.000. No Brasil, o Ibovespa voltou aos 174 mil pontos e a curva de juros fechou.Neste episódio da Retrospectiva da Semana do Panorama do Mercado com Abs, analiso o que realmente importa por trás das manchetes — com a leitura das mesas de Londres e Nova York — e o que fica armado para a semana que vem.📊 Temas do episódio:• Payroll fraco e o novo cálculo do Fed de Kevin Warsh• Rotação: Dow em recorde, semis em queda livre• Petróleo e ouro: o desmonte do prêmio de risco• Ibovespa aos 174 mil e o fechamento da curva de juros• O que monitorar na próxima semanaTIMESTAMPS:00:00 – Abertura: a retrospectiva volta aos sábados00:14 – Payroll abaixo do esperado e o Fed de Kevin Warsh: por que não vem alta de juros00:52 – Fechamento do semestre: S&P +9,6%, Nasdaq +12,8% e o início da rotação01:41 – Múltiplos setoriais: o levantamento — tech a 32x vs. média histórica de 20x03:31 – ETFs de valor: como surfar a rotação no segundo semestre04:17 – Crédito high yield: spread de 2,80% e yield batendo 6,90%05:28 – Curva de juros, desinflação à frente e o risco de steepening06:29 – Stock picking EUA: Google, Microsoft "value", Nvidia e Amazon08:13 – Europa: Lagarde, a alta de 25 bps em julho e o euro a 1,1409:54 – China: big techs baratas, KWEB vs. CQQQ e o modelo open-source de IA12:13 – Brasil: expectativas de inflação, risco fiscal e o fantasma da dominância fiscal14:28 – Dados da semana: o detalhe do payroll, ouro nos US$ 4.000, dólar e Bitcoin17:41 – Radar: Constellation, Bloom Energy e incorporadoras do MCMV19:04 – Agenda da semana: atas do Copom e do FOMC, IPCA e leilões do Tesouro20:17 – Encerramento: top 100 podcasts do Brasil e o novo canal Mercado com Abs🎧 Ouça também no Spotify e nas principais plataformas de podcast.#MercadoFinanceiro #Payroll #FederalReserve #Ibovespa #Nasdaq #DowJones #Investimentos #Macroeconomia #PanoramaDoMercado

  3. 104

    57 MIL: o payroll que tirou a pressão do Fed | Episódio 03/07

    O payroll de junho veio muito abaixo do esperado: apenas 57 mil vagas contra ~110 mil projetadas. O resultado derrubou a curva de juros americana e praticamente afastou o risco de alta pelo Fed de Kevin Warsh — uma leitura construtiva para os ativos de risco, com os semicondutores recuperando boa parte das perdas recentes. Neste Panorama (mais curto, por conta do feriado de 4 de Julho) comento o que o número esconde no desemprego, o impacto para o espaço de corte do BC brasileiro e as notícias do dia: a liberação do Claude Fable 5, o apetite estrangeiro por M&A no Brasil, os ataques de Trump à independência do Fed e a entrada da Starlink na telefonia móvel.Timestamps00:00 — Abertura: feriado de 4 de Julho e os 250 anos dos EUA00:55 — Payroll de junho frustra: +57 mil vs. ~110 mil esperados02:20 — Queda na curva de juros e o Fed de Kevin Warsh03:40 — Desemprego a 4,2%: o número por trás do número05:00 — Leitura bullish: semicondutores e market breadth06:10 — Impacto no Brasil e espaço de corte do BC07:05 — Claude Fable 5 liberado e a crítica regulatória à IA08:00 — Capital estrangeiro lidera M&A no Brasil08:45 — Trump x independência do Fed (caso Lisa Cook)09:30 — Starlink mira telefonia móvel nos EUA10:10 — Encerramento e agenda da semana (IPCA e IGP-M)📊 Panorama do Mercado com Abs — briefing macro diário🎧 Também no Spotify e Apple Podcasts (top 100 de negócios no Brasil)#payroll #juros #fed #investimentos #macroeconomia #mercadofinanceiro #bolsa #dolar

  4. 103

    Payroll Antecipado Decide o Rumo do Fed,Warsh Endurece, Dólar Dispara e Burry Aposta Contra os Chips

    No Panorama do Mercado de hoje: o Nonfarm Payroll foi antecipado para esta quinta-feira por conta do feriado de 4 de julho — e chega em um momento crítico. Após o ADP decepcionar (98 mil vs. 113 mil esperados), Kevin Warsh subiu o tom em Sintra e o mercado já precifica probabilidade relevante de ALTA de juros até o fim do ano. Analiso o impacto na curva americana, o rali do DXY, a tese do Morgan Stanley de dólar no pico, a queda de 6% do SOX e a aposta vendida de Michael Burry contra os semicondutores. Falo também da minha estrutura de collar em Microsoft, do cenário brasileiro (Caged fraco, IPCA-15 melhor, pressão por cortes do BC, recorde de inadimplência) e do sinal de perigo vindo do Japão: iene no nível mais fraco desde 1986 e o risco de reversão do fluxo de poupança japonesa alocada em techs americanas.⚠️ AVISO: o podcast deixará de ser publicado no canal @RaphaelAbsMusa do YouTube. Em breve, novo canal exclusivo no YouTube para o áudio matinal. Continue ouvindo no Spotify e no Apple Podcasts — já estamos entre os 100 podcasts de negócios mais ouvidos do Brasil.Conteúdo educacional e opinativo. Não constitui recomendação de investimento.TIMESTAMPS0:00 – Aviso: podcast sai do canal principal (novo canal em breve)1:20 – Payroll antecipado: o dado mais importante do dia2:10 – Warsh em Sintra: discurso hawkish e alta em setembro no radar3:30 – ADP fraco vs. curva de juros subindo: dados conflitantes4:40 – DXY em disparada e a tese do Morgan Stanley de dólar no pico5:40 – SOX cai 6%: bolha ou realização? A aposta vendida de Burry7:00 – Lição pessoal: os riscos do short e a questão do timing8:00 – Microsoft: Ackman compra, Gates zera — minha estrutura de collar9:00 – Brasil: Caged, IPCA-15, pressão por corte de juros e câmbio11:00 – Japão: iene mais fraco desde 1986 e o risco de reversão de fluxo12:30 – Cripto: BC iguala exigências e alerta de exposição excessiva13:30 – Encerramento e recado sobre Spotify/Apple Podcasts#nonfarmpayroll #nfp #warsh #fed #stocks #ações

  5. 102

    Por que o OURO despencou e o DÓLAR disparou? | O trade de 2026 está sendo desfeito | Episódio 01/07

    Abertura do segundo semestre de 2026 com o balanço de um dos melhores trimestres em anos: S&P +14%, Nasdaq +20% e Dow +12%. Mas o JOLTS surpreendeu — maior número de vagas em dois anos — e reprecificou toda a curva de juros americana, com o Treasury de 2 anos em 4,17%. Resultado: DXY forte, ouro em queda e o "trade de diversificação" do começo do ano sendo desfeito. Hoje sai o ADP e amanhã o Payroll: um número forte reforça a tese de juros altos por mais tempo e pressiona o real.Nos EUA, sinais de rotação da liderança concentrada (cap-weighted / Mag7) para outros nomes e menor capitalização, além da entrada da SpaceX no Nasdaq em julho. Na China, recuperação dos índices contrastando com a forte queda das techs — capex esmagando o caixa, concorrência do Estado e o caso Anthropic/Alibaba. No Brasil, dívida bruta em 81% do PIB, mercado de NTN-Bs "disfuncional", Petrobras x Itaú, Vale em conflito de governança e o varejo sofrendo (Magalu ~-50% em 12 meses).00:00 Abertura — 2º semestre e balanço do trimestre (S&P +14%, Nasdaq +20%)01:15 JOLTS surpreende: curva de juros e o 2 anos em 4,17%03:00 DXY forte, ouro em queda e o fim do trade de dólar fraco04:30 Agenda: ADP hoje, Payroll amanhã e o impacto no real06:00 EUA: liderança concentrada, rotação e saturação do trade de IA08:00 SpaceX no Nasdaq e a reconfiguração do índice09:15 Petróleo e Oriente Médio: as pontas soltas (Irã e Arábia)11:00 China: recuperação x queda das techs, capex e caso Anthropic/Alibaba13:00 Brasil: dívida a 81% do PIB e o mercado "disfuncional" de NTN-Bs15:00 Ações Brasil: Petrobras x Itaú, Vale e o varejo (Magalu, Caged)17:30 Viés EUA x Brasil e postura defensiva18:45 Encerramento — Copa do Mundo e recados⚠️ Conteúdo educacional e opinativo. Não é recomendação de investimento.📊 Panorama do Mercado — briefing macro diário, na ótica de mesa de operações.🎙️ Top 100 podcasts de Negócios no Apple Podcasts (Brasil).📲 Me acompanhe nas redes: @raphaelabsmusa#mercadofinanceiro #macroeconomia #dolar #juros #nasdaq #ntnb #investimentos

  6. 101

    O Nasdaq voltou? Recuperação, Microsoft punida e China a 12x lucro | Episódio 29/06

    O Nasdaq recuperou quase tudo que perdeu na semana passada — mas a alta foi concentrada nas Mag7, justamente o oposto da rotação que vínhamos vendo. Foi um dos melhores trimestres da história para as empresas americanas, puxado por semicondutores de memória, e a Coreia do Sul acabou de anunciar US$ 600 bilhões em expansão (SK Hynix + Samsung). Falo por que isso é, ao mesmo tempo, combustível e o maior risco do setor.Também comento a Microsoft sendo punida pelo mercado, a Suprema Corte barrando a remoção de Lisa Cook do Fed (um marco para a independência monetária), a semana decisiva de emprego nos EUA (JOLTS, ADP e o Payroll antecipado para quinta por causa do feriado), a desinflação no Brasil (IGP-M e IPCA-15) abrindo espaço para o Copom, e por que China — Tencent a 12x lucro futuro, caixa líquido, ROIC de 15% — pode ser a discrepância de valuation mais interessante em 16 meses.⚠️ Nada aqui é recomendação de investimento. Análise para fins informativos.Capítulos:00:00 Abertura e recuperação dos índices01:45 Por que a alta foi concentrada nas Mag703:30 Microsoft punida: EPS, Copilot e capex06:35 Melhor trimestre da história + Coreia US$ 600 bi08:10 O alerta do ciclo de memória09:40 Rotação para small caps (Russell)10:35 Semana de emprego nos EUA e a curva de Phillips (Warsh)12:20 Hipotecas e a comunicação do Fed12:45 Suprema Corte, Lisa Cook e independência do Fed14:05 Reservas dos bancos centrais e o fiscal dos EUA15:25 Brasil: desinflação, Copom e o Desenrola17:10 Carry trade e o real17:50 China: Tencent, Alibaba e Baidu21:05 Encerramento e reflexão de fim de semestreRecuperação dos índices e rebalanceamento de fim de semestrePor que a alta foi concentrada nas Mag7Microsoft punida: EPS, Copilot e capexMelhor trimestre da história e os US$ 600 bi da CoreiaO alerta do ciclo de memóriaRotação para small caps (Russell)Semana de emprego nos EUA e a visão de Warsh sobre a curva de PhillipsSuprema Corte, Lisa Cook e independência do FedDiversificação de reservas dos bancos centraisBrasil: desinflação, Copom e o DesenrolaCarry trade e o realChina: Tencent, Alibaba e Baidu#mercadofinanceiro #investimentos #nasdaq #semicondutores #microsoft #china #fed

  7. 100

    O mercado agora aposta em ALTA de juros nos EUA — e isso é péssimo pro Brasil | Episódio de 29/06

    A semana mais difícil do ano para os ativos de risco nos EUA: Nasdaq −4,5%, S&P −2% e uma rotação clara para fora das Big Techs. É estouro de bolha de IA ou apenas defesa de carteira com múltiplos esticados? Mais: SpaceX capta US$ 100 bi e pode adiar o IPO da OpenAI, o mercado já flerta com ALTA de juros nos EUA, e o diferencial Fed × BC pressiona o real.Panorama completo em cinco regiões — EUA, Europa, China, Ásia ex-China e Brasil — com leitura de posicionamento e a agenda macro da semana.⚠️ Conteúdo educacional e opinião pessoal. Nada aqui é recomendação de investimento.Capítulos00:00 Abertura — agenda da semana (e Brasil x Japão)00:00 EUA–Irã e petróleo: Brent ~US$ 73, WTI ~69,8500:00 A semana de risco-off: Nasdaq −4,5%, S&P −2%, Dow +0,6%00:00 A rotação: equal-weight × cap-weight, defensivas × growth, CAPE e P/L forward esticados00:00 Hyperscalers e o debate do CapEx de IA — visão estrutural até 203000:00 SpaceX: US$ 100 bi, data centers em órbita e o possível adiamento do IPO da OpenAI00:00 Política monetária: PCE forte (3,6%), mercado precificando alta em setembro, Sintra e o Fed reativo de Warsh00:00 Brasil: Copom dúbio, Selic, câmbio e o diferencial de juros00:00 Agenda macro EUA: payroll antecipado (quinta), ISM, JOLTS, jobless claims00:00 China: oferta forte × demanda fraca, imobiliário e tech barata (−50% desde out/25)00:00 Europa e Ásia: leve alta; de-risking de semis e saída do Kospi00:00 Ouro e Bitcoin: ouro testando US$ 4.000 e o juro real; BTC ~59k00:00 Brasil — agenda: Focus, IPCA-15, Caged, PNAD, PMI, leilões do Tesouro📊 Panorama do Mercado com Abs — briefing institucional diário.Acompanhe: @raphaelabsmusa (YouTube · Spotify · Instagram)#mercadofinanceiro #investimentos #bigtech #inteligenciaartificial #nasdaq #spacex #fed #selic #macroeconomia #bolsadevalores

  8. 99

    Big Techs DESABAM: Coreia em circuit breaker, ouro abaixo de US$ 4.000 e alerta sobre o CAPEX da IA

    Panorama do Mercado com Abs | 26/06/2026 — Rotação derruba as Big TechsA semana fecha com a continuidade da rotação para fora do Nasdaq: as Mag7 sofrem forte correção enquanto o capital migra para small caps, industriais (Caterpillar, GE) e healthcare. Apple recua após sinalizar reajuste de até ~20% em iPad e MacBook por causa da disparada das memórias — o mesmo vento que impulsiona Micron, SK Hynix e Western Digital. No macro, o PCE veio no maior patamar desde 2023 e o mercado redesenha a curva de juros do Fed; o ouro perde os US$ 4.000/oz com a alta do juro real, e o petróleo segue corrigindo.Neste episódio:​ Rotação Mag7 → small caps, industriais e healthcare​ Apple, memórias e a pressão de margem nas Big Techs​ Micron, SK Hynix e o rali do setor de memória​ PCE acima do esperado e a leitura de Kevin Warsh (juros parados, não alta)​ Ouro abaixo de US$ 4.000 e o juro real​ Ásia em pânico: Coreia em circuit breaker (−5,81%), Nikkei −4,15%, SoftBank −13%​ SK Hynix de olho em listagem nos EUA (~US$ 30 bi)​ SpaceX levanta US$ 25 bi em bonds — o FT já fala em bolha​ Anthropic x Alibaba: a nova frente geopolítica da IA​ US$ 750 bi de CAPEX e a dúvida sobre o ROI da inteligência artificial​ Brasil: operação da PF (Lojas Americanas) e a "mea culpa" de Galípolo sobre a ata do Copom​ Alerta de fechamento: por que essa correção é difícil de proteger via derivativo de índice📊 Conteúdo informativo, não constitui recomendação de investimento.🎧 Episódio diário. Inscreva-se e ative o sininho.📲 Me acompanhe: @raphaelabsmusa#Mag7 #BigTechs #Nasdaq #PCE #Fed #IA #Micron #Investimentos #MercadoFinanceiro #Bolsa

  9. 98

    MICRON DETONA: Receita de US$ 41 BI Surpreende e Liga o Nasdaq | Panorama do Mercado 25/06

    A Micron entregou um dos resultados mais impressionantes do trimestre e reacendeu o debate sobre a demanda estrutural por memória na era da IA. Neste episódio, abro com o número que surpreendeu até os analistas mais otimistas e conecto isso ao que está movendo Nasdaq, ouro, petróleo, câmbio e o Copom.Nesta edição:🇺🇸 Micron — o evento do dia. Receita de ~US$ 41 bi contra consenso de US$ 35 bi (surpresa de +16%), margem bruta na casa de 85% e receita de data center acima de US$ 25 bi no trimestre. Enterprise SSD passou de US$ 5 bi, dobrando sequencialmente. Guidance de ~US$ 50 bi para o Q4 com margem bruta de ~86%. Por que o papel disparou 13% no after-market e o que o guidance do Sanjay Mehrotra sinaliza sobre o ciclo de troca de hardware — inclusive para você, pessoa física.📊 PCE hoje — por que trato o dado como lagging indicator diante da queda de 36% no Brent e de ~15,5% no Bloomberg Commodity Index.🪙 Ouro despenca de ~US$ 5.000 para US$ 3.900/oz — um alerta sobre teses catastrofistas e o dólar que “ia acabar”.🏦 Stress test do Fed e o buyback do JP Morgan: bancos sólidos e capitalizados.🚀 SpaceX no Nasdaq em julho — o fluxo passivo que pode mover o índice nos próximos dias.🇪🇺 Hensoldt cai 19% após a Alemanha recuar no maior projeto naval desde a 2ª Guerra. A tese de rearmamento europeu começa a trincar.🇧🇷 A “ata confusa” do Copom, o paradoxo na comunicação e o risco para o câmbio (5,30–5,35) e o carry trade.🌏 Coreia +5% na esteira de SK Hynix e Samsung.🛢️ Geopolítica: Trump x senadores republicanos, novas ameaças ao Irã e o episódio diplomático com o Catar.Análise financeira, econômica e geopolítica no padrão das mesas institucionais de Londres e Nova York — algo que raramente se vê no Brasil.📲 Me acompanhe: @raphaelabsmusa#Micron #IA #Nasdaq #Investimentos #MercadoFinanceiro #PanoramaDoMercado #Bolsa #SpaceX #Ouro #Copom

  10. 97

    SK Hynix corre para Wall Street: o IPO de US$ 29 bi que pode furar a bolha das memórias | 24/06

    Panorama do Mercado com Abs — 24 de junhoA queda do Nasdaq continua, concentrada nos fabricantes de memória e GPU, e o evento do dia tem nome: o IPO da SK Hynix via ADR, mirando ~US$ 29 bi (contra os US$ 10–14 bi inicialmente cogitados). A tese é negociar na mesma tela da Micron para convergência de valuation — mas o destino desse capital, aumento de capacidade de memória, pode ser justamente o gatilho que desinfla o ciclo. Leio isso em segunda e terceira ordem: é sinal de euforia, e já estou tirando o time de campo.Neste episódio:​ Continuidade da correção no Nasdaq — NVDA −4%, AMD −5%, Broadcom −3%, ASML −7,8%, Intel −6%; futuros recuperando​ Micron reporta hoje no after — consenso de US$ 35 bi (+160% a/a), gap oferta-demanda de DRAM no maior nível em 15 anos; Goldman cauteloso x Citi otimista​ Alphabet entra no Dow Jones — mais fluxo passivo para quem está na vanguarda da IA​ Macro: ouro enfraquecendo, dólar forte, juros reais altos (TIPS) e o mercado precificando alta de juros do Fed em 2026 — pressão sobre emergentes e câmbio a R$ 5,18​ SK Hynix: a anatomia do IPO via ADR e por que ele pode comprimir preços de memória em 2027–28​ Europa: PMIs flash e a instabilidade política no Reino Unido​ China restringe terras raras à MP Materials e USA Rare Earth — e por que o Brasil (Goiás) entra nessa equação​ Brasil: a ata do Copom, convergência da meta só em 2028 e o Focus deteriorando​ SpaceX reestrutura dívida com US$ 25 bi em bonds​ Financial Times: especuladores coreanos migrando lucros para o imobiliário de SeulAnálise institucional, no estilo das mesas de Londres e Nova York.🎧 Spotify | ▶️ YouTube📲 Acompanhe: @raphaelabsmusa (confirme o handle)#SKHynix #Micron #Nasdaq #Semicondutores #Copom #Macro #Investimentos #IA

  11. 96

    Nasdaq cai 2,8%: a rotação que está virando os pregões | Panorama do Mercado 23/06/2026

    Correção expressiva no Nasdaq Composite (-2,8%) escancara a rotação das mega caps para as small caps, com Google (-5%), Netflix (-6%) e Palantir (-7%) liderando as quedas. Discrepância de múltiplos — 26x no Nasdaq contra 17,5x no Russell — alimenta o giro, mas o gap já se fecha rápido. No Brasil, Focus deteriora projeções (IPCA 5,33%, Selic 14%) e a curva americana passa a precificar alta de juros sob a leitura de um Warsh ‘dove na aparência, hawk na essência

  12. 95

    EPISÓDIO 22/06-SpaceX no Nasdaq, renúncia no Reino Unido e Ibovespa -16% | Panorama do Mercado 22/06

    Segunda, 22/06: renúncia de Starmer no Reino Unido, a entrada da SpaceX no Nasdaq-100 e o debate ativo x passivo, escassez global de chips pressionando a Apple, e um Ibovespa em correção de ~16% com juros reais que a XP vê subindo acima de 8%. Mais a agenda da semana — PCE na sexta sob Kevin Warsh, além de Focus, Copom e IPCA-15. Panorama do Mercado com Abs.

  13. 94

    EPISÓDIO 19/06 - Volatilidade no Brasil pós-Copom, Nova Dinâmica do Fed e os Próximos Passos da IA no Mercado

    Feriado nos EUA: Devido ao Juneteenth (comemoração da abolição da escravidão), as bolsas americanas ficaram fechadas, resultando em um fluxo de mercado mais baixo globalmente.Feriados na Ásia: China Continental e Hong Kong também tiveram feriados, concentrando a movimentação do dia nos países europeus e no Brasil.Decisão do Copom: Foi comentado o corte de 25 basis points na taxa de juros na última reunião.Reação do Mercado: O mercado demonstrou volatilidade e certa insegurança com a postura do Banco Central, exigindo maior austeridade para conter a inflação que sobe e ultrapassa o limite superior da banda.Indicadores: O Boletim Focus apontou uma expectativa de inflação de 3,75% ao final de 2026. Houve registro de alta no câmbio (dólar a R$ 5,15) e nos juros nos dias subsequentes.Federal Reserve (Fed): Comentários sobre a postura defensiva e a falta de forward guidance por parte de Kevin Warsh em coletiva recente, o que gera volatilidade.Projeções: Citação de que nove diretores do FOMC indicaram o desejo de aumento de juros nos EUA até o fim do ano, mantendo o dólar forte globalmente (DXY em alta).Petróleo: Apesar da queda drástica recente (Brent a US$ 80 e WTI a US$ 76), há uma aparente solução para o conflito no Oriente Médio. Contudo, o restabelecimento total da produção pode ir até 2027.Estreito de Ormuz: Preocupação de proprietários de navios petroleiros com a segurança e a possibilidade de o Irã cobrar pedágios na região, o que pode gerar instabilidade.Tráfico de Ouro: Discussão sobre medidas cogitadas por Emirados Árabes, Reino Unido e EUA para combater o comércio ilícito motivado pela alta cotação do metal.Disputa Tecnológica (EUA x China):A empresa holandesa ASML negou que tenha deixado máquinas de litografia avançada irem para a China.O governo chinês aumentou a regulação sobre drones (envolvendo empresas como a DJI).Claude em Hong Kong: O JP Morgan baniu/retirou o uso do Claude em Hong Kong para se adequar às restrições regulatórias e receios de espionagem dos chineses.Amazon: A empresa está em negociações para vender seu chip customizado (Trainium) focado em inferência, visando diminuir a dependência e o poder de mercado da Nvidia.Vídeo no YouTube: Anúncio de um conteúdo na próxima semana focado em empresas beneficiárias de "segunda e terceira ordem" na onda da IA (empresas centenárias ou de ativos tangíveis que estão lucrando com a demanda estrutural física, sem necessariamente fabricar chips).

  14. 93

    EPISÓDIO 18/06 - O Impacto da Política Monetária Global e o Comportamento do Mercado

    Impacto das Decisões de Bancos Centrais: O áudio destaca as repercussões das decisões sobre taxas de juros do Federal Reserve (EUA) e do Banco Central do Brasil. Análise do Fed: A estreia de Kevin Warsh no Fed, com suas críticas às ferramentas desatualizadas do Banco Central norte-americano e ao método de coleta de dados de pesquisas (enquetes/surveys), é um ponto central. Warsh enfatizou que essas pesquisas estão defasadas para as necessidades atuais de política monetária. Queda do Mercado: O mercado sofreu uma queda acentuada, impulsionada por expectativas de juros altos nos EUA, afetando especialmente empresas de crescimento ("growth"). Projeções de Juros: Nove dos 18 membros do Fed projetam um aumento de juros antes do fim de 2026, com seis deles prevendo dois aumentos de 25 pontos-base. Fatores Macro: A demora na recuperação da cadeia de produção de petróleo e o cenário do conflito no Oriente Médio continuam pressionando as projeções macroeconômicas. Cenário Brasileiro: O Banco Central do Brasil (Copom) também é abordado, com uma leve redução na taxa de juros, mas a ênfase é dada à necessidade de um equilíbrio fiscal e disciplina nas contas públicas para que a política monetária seja eficaz. Multimercados: Gestores de fundos multimercados têm demonstrado um viés de alocação em dólar (compra de dólar), devido ao receio com resultados eleitorais no Brasil e à força do dólar mantida pelos juros altos nos EUA.

  15. 92

    EPISÓDIO 17/06 - Política Monetária, Semicondutores e o Valuation da SpaceX

    Bank of Japan (BoJ): O banco central do Japão aumentou a taxa de juros para 1%, refletindo preocupação com o câmbio do Iene frente ao Dólar. Federal Reserve: Com a estreia da presidência de Kevin Warsh, há expectativa de que ele adote um discurso mais sóbrio e mantenha as taxas de juros dentro da faixa de 3,5% a 3,75%. Setor de Semicondutores: O setor registrou correção, com empresas como NVIDIA, Broadcom, Micron, AMD e Intel fechando no vermelho. SpaceX: A empresa chama atenção pelo seu valuation elevado, que ultrapassou 2,5 trilhões, mesmo com movimentos recentes como a compra da Cursor por 60 bilhões. Cenário do Ibovespa: O índice fechou em torno de 170 mil pontos. Expectativa para o COPOM: Espera-se um corte de 0,25 pontos base na taxa Selic.

  16. 91

    EPISÓDIO 16/06 - Entre Recordes de Wall Street, Desafios Estruturais na China e o Horizonte de Juros para 2027

    Mercado Americano e TecnologiaAlta das Bolsas: O mercado americano fechou o dia anterior em forte alta expressiva, com o índice Nasdaq subindo 3% e o S&P 500 avançando 1,65%. Os índices estão praticamente rodando perto de suas máximas históricas (all-time high).Nvidia: A empresa anunciou hoje que fará uma emissão de dívida no valor de 20 bilhões de dólares, uma estratégia que também servirá para testar o fôlego e a liquidez do mercado.Trump e o G7: Donald Trump se reuniu com líderes do G7 para alinhar questões turbulentas sobre a OTAN. Apesar das tentativas de melhorar a relação entre os países (com direito a fotos com Macron e recebimento de uma camisa da Alemanha), uma proximidade amistosa real é vista como improvável devido às pressões americanas sobre os custos de manutenção da aliança.Reprecificação da Defesa: O setor militar sofreu uma forte correção recente (o ETF Shield caiu quase 20% desde o seu topo entre janeiro e março). Os conflitos na Ucrânia e no Irã mostraram que, embora as grandes empresas vendam equipamentos caríssimos, países menores conseguem alta eficiência militar e de defesa usando drones muito mais baratos (como os de 20 mil dólares do Irã).Visão de Longo Prazo: Apesar dessa correção e do alto endividamento dos Estados (que compromete contratos estáveis), o palestrante mantém um otimismo estrutural com o setor bélico caso os Republicanos continuem no poder, prevendo uma rusga permanente entre o Ocidente e o Oriente.Fox e Roku: A Fox pretende adquirir a Roku (empresa de dispositivos e plataforma de streaming). A estratégia visa acelerar a entrada da Fox — que é uma empresa tradicional de mídia (legacy) — no mercado de streaming focado em receitas de anúncios.Restrição de Redes Sociais no Reino Unido: O governo britânico proibiu o uso de redes sociais por menores de 16 anos, motivado pelo aumento nos índices de ansiedade, depressão e suicídio entre jovens. A medida segue o exemplo do que já foi aprovado na Austrália. Embora mude a percepção dos formuladores de políticas públicas sobre os danos das redes, não deve impactar fortemente as ações da Meta.Modelo de Exportação: O índice CSI 300 subiu, beneficiado pelo alívio nos preços do petróleo (o que é bom para a Ásia, que é majoritariamente importadora). No entanto, os dados macroeconômicos mostram que a China não consegue migrar para um modelo focado no consumo interno.Sinais de Recessão Doméstica: As vendas no varejo caíram 0,6% em maio (primeira contração mensal desde dezembro de 2022), enquanto a produção industrial subiu 4,5%. O setor imobiliário segue em crise estrutural, com queda de 13,7% nos investimentos e recuo de 3,5% nos preços dos imóveis em maio.Balanço do PBOC: O Banco Central Chinês mantém as taxas de juros estáveis (em patamares mínimos de 12 meses: 3% para 1 ano e 3,5% para 5 anos) para priorizar a estabilidade cambial — essencial para as exportações — em vez de cortar taxas para estimular a demanda interna, temendo problemas na moeda.Ibovespa Descolado: O Brasil não acompanhou o otimismo global e fechou em queda de 0,42%, operando praticamente como um "beta" (reflexo direto) do petróleo

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    EPISÓDIO 15/06 - Acordo Geopolítico, Choque Energético e os Impactos nas Decisões dos Bancos Centrais e no Setor de Tecnologia

    Cenário Geopolítico e Acordo Irã-EUADetalhes do Acordo: Foi veiculado um acordo entre iranianos e norte-americanos no qual o Irã se compromete a não proliferar armas nucleares. Em contrapartida, os EUA realizarão o descongelamento de 25 bilhões de dólares em ativos iranianos.Abertura do Estreito de Ormuz: O acordo prevê a abertura do estreito a partir de sexta-feira, segundo informações atribuídas a Donald Trump.Riscos de Execução: Apesar de notícias apontarem riscos na execução do acordo, o palestrante considera pouco provável que haja um desfazimento do que foi pactuado.Pressão sobre Trump: O ex-presidente teria acelerado as negociações preocupado com sua popularidade, especialmente após ter sido vaiado por um público seleto no jogo 3 das finais da NBA (entre New York Knicks e San Antonio Spurs).Visão sobre o Petróleo: O palestrante relembra sua análise de final de ano (compartilhada no YouTube), onde previa a queda do petróleo devido ao interesse americano em energia barata. Contudo, o desequilíbrio na cadeia de suprimentos provocado pela crise deve adiar a queda dos preços por alguns anos, já que o Estreito de Ormuz escoa 20% da produção mundial.Projeções para 2027 (Preço do Barril):Goldman Sachs: U$ 80Morgan Stanley: U$ 80Société Générale: U$ 75UBS: U$ 85Citi: U$ 72 (o alvo mais baixo para o longo prazo)Perspectiva de Recessão: Considerada improvável nos próximos 12 meses, diante dos fundamentos reportados pelas empresas.Abertura dos Mercados: Os mercados abriram de forma muito positiva, com o petróleo despencando e as bolsas subindo forte.Desempenho Asiático: O mercado asiático fechou em alta expressiva, com destaque para o Nikkei (Japão) e o Kospi (Coreia do Sul), impulsionados pelo fato de serem países importadores de energia e fortes no setor de tecnologia (como empresas de memória).IPO da SpaceX: Ocorreu na sexta-feira. As ações saíram a U$ 150, fecharam a U$ 160 e, no pré-market, já miravam U$ 170, avaliando a empresa em quase 2,5 trilhões de dólares. O palestrante critica esse valuation, considerando os múltiplos exagerados, o que reforça a visão dos bears de que estamos em uma bolha. A entrada da SpaceX no índice Nasdaq em julho deve inflar artificialmente o múltiplo preço/lucro prospectivo.Inteligência Artificial (Anthropic vs. OpenAI): O mercado tem falado mais da Anthropic do que da OpenAI. A Anthropic suspendeu o acesso de estrangeiros ao modelo Fable 5 por motivos de segurança nacional (EUA), visando evitar jailbreak e espionagem industrial por parte de empresas chinesas. Os usuários estrangeiros foram redirecionados para o modelo Opus 4.8.Pressão no Banco Central: O Copom vinha sendo pressionado pelo aumento das expectativas de inflação nos relatórios Focus e pelo IPCA acima da meta (acumulado em 4,72% em 12 meses).Corte de Juros: Com a resolução do conflito geopolítico e a queda do petróleo, abre-se espaço para cortes de juros caso as expectativas se acomodem. É possível um corte de 25 basis points na próxima reunião da "Super Quarta", mas ainda é prematuro prever o retorno ao ciclo normal de quedas. O mercado desconfia desse espaço, projetando a taxa em 13% ao ano no fim do ano.Atividade Econômica: O palestrante nota que o Brasil segue com dados macroeconômicos surpreendentes (atividade e emprego) para o nível atual de juros. Muitas empresas enfrentam despesas financeiras altas e processos de reestruturação, mas alguns setores parecem não ser afetados pela taxa alta, possivelmente devido ao crédito subsidiado.Europa: Beneficiou-se do acordo. O Banco Central Europeu (BCE) teve um aumento de 25 basis points, e o Bank of England (BoE) decide sua política nesta semana. A contenção da inflação pelo petróleo pode evitar novas altas de juros pelo BoE.China: Matéria do Financial Times destaca a boa relação risco-retorno das empresas chinesas de IA, que estão muito mais baratas que as americanas.

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    EPISÓDIO 12/06- IPO da SpaceX hoje! A minha visão sobre as consequências indiretas

    Impacto do IPO da SpaceX: O foco do áudio é analisar as consequências e os desdobramentos do recente IPO da SpaceX, enfatizando a injeção de liquidez que o evento trouxe para o mercado. Implicações de Lock-up: O autor explica que o lock-up de 6 meses imposto aos investidores iniciais da SpaceX significa que boa parte desse capital ficará retido, não podendo ser vendido imediatamente, porém, isso não impede que esses investidores utilizem as ações como garantia para empréstimos. Expectativas de Mercado: O áudio menciona que muitos analistas antecipam que o capital injetado deve retornar ao mercado, podendo gerar uma alta expressiva em outros ativos, caso as projeções estejam corretas. Possibilidade de Venda: Existe a possibilidade de queda em outras ações para fazer frente à injeção de capital na SpaceX, o que é sustentado pela notícia de que a BlackRock solicitou uma reserva de 5 bilhões para o IPO. Rebalanceamento do Nasdaq: O autor comenta que o rebalanceamento do Nasdaq no dia 22 de junho incluirá a SpaceX e outras empresas de data centers de inteligência artificial, o que exige atenção dos investidores. Investimento no Brasil: O áudio critica a falta de opções atrativas na bolsa brasileira e a situação macroeconômica, sugerindo que o investidor foque em ETFs de Nasdaq, SP500 ou BDRs como alternativas, sendo mais vantajoso que tentar montar uma carteira de investimentos local, dada a escassez e a má precificação das empresas listadas no Brasil.

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    EPISÓDIO 11/06 - Análise de Semicondutores (Nvidia e Intel), Inflação Global e Estratégias de Proteção de Carteira

    Análise do Mercado Americano e Rotação de AçõesCorreção nos Índices: O palestrante destaca a recente correção nos índices americanos, como o Nasdaq e o S&P 500, considerando o movimento natural após as fortes altas recentes.Divergência no Setor de Semicondutores:Empresas que vendem e se beneficiam diretamente da demanda por semicondutores estão apresentando ótimos resultados e crescimento de receita (ex: Marvel).Por outro lado, empresas focadas em CAPEX (compradoras de infraestrutura e semicondutores) que ainda não demonstraram retorno sobre o capital investido em seus balanços estão sendo punidas pelo mercado (ex: Oracle e Broadcom caindo drasticamente).Nvidia:Apresentou uma queda de aproximadamente 15% em relação ao topo, o que é visto como uma volatilidade normal.O palestrante argumenta que a empresa está sendo negociada a 20 vezes o lucro futuro (o nível mais baixo em um ano e dos últimos três anos).Com métricas fortes como Retorno Sobre o Patrimônio Líquido (ROE) de 46%, Retorno Sobre Capital Investido (ROIC) de 33,8% e margem líquida acima de 50%, ele considera a ação muito barata e uma oportunidade atrativa (screaming buy), embora reforce que não é uma recomendação de investimento.Broadcom: Também corrigiu bastante e está negociando próxima às mínimas de preço/lucro dos últimos anos. O palestrante menciona que grandes clientes (como o Google) buscam diversificar fornecedores para não dependerem apenas dela ou da TSMC.Intel: Menção ao fato de o investidor Stanley Druckenmiller ter aberto uma posição grande na empresa. Há um movimento coordenado entre empresas e o governo norte-americano para tentar "ressuscitar" a Intel e criar uma cadeia de suprimentos local nos EUA.Dados dos EUA:O CPI (inflação ao consumidor) veio em 4,2% no índice principal (headline), impulsionado por energia e combustíveis. O núcleo (core) veio em 2.9%.Esses dados devem pautar a postura de Kevin Warsh, que assumirá o Federal Reserve. O palestrante duvida de um discurso mais brando (dove) devido à inflação persistente, reduzindo as expectativas de cortes de juros na próxima reunião.Decisões de Outros Bancos Centrais:Banco Central Europeu (BCE): Expectativa de aumento de 25 pontos-base nos juros, refletindo uma situação desfavorável para a Europa.Canadá: Manteve a taxa de juros em 2,25% para proteger sua moeda frente ao dólar americano.Brasil: O palestrante vê um cenário similar ao canadense quanto ao espaço limitado para corte de juros. Se houver cortes agressivos, o câmbio (que já subiu de R$ 5,00 para R$ 5,18) pode disparar ainda mais, impactando a inflação.Uso de Derivativos: O palestrante reforça a importância de aproveitar momentos em que o VIX (índice do medo) está baixo para comprar proteções (hedges) baratas para a carteira, em vez de tentar adivinhar o momento exato de topo ou fundo do mercado (market timing).Eventos do Dia: Menção à estreia da Copa do Mundo (com o jogo do México) e às finais da NBA (New York Knicks contra o Spurs).Conteúdo: Promessa de novos vídeos no YouTube comparando a atual bolha de IA com a bolha da internet dos anos 2000, além de uma análise sobre a estratégia do Nubank com o cartão Ultravioleta no patrocínio do Iron Man.

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    EPISÓDIO 10/06 - Das Tensões Geopolíticas e IPO da SpaceX ao Impacto Econômico dos Divórcios no Brasil

    Escalada de tensões entre os Estados Unidos e o Irã após um ataque a um helicóptero norte-americano.Donald Trump e Marco Rubio afirmaram que pretendem revidar o ataque.Apesar do conflito geopolítico, o mercado de petróleo segue relativamente estável, com o barril cotado na casa dos $92 a $94.Correção na Nasdaq: Queda de aproximadamente 4,63% nos últimos 5 dias, sinalizando uma rotação de capital do setor de tecnologia para ações de valor.Dow Jones: Segue estável ou subindo levemente, confirmando essa rotação de carteira.Liquidez para o IPO da SpaceX: A realização de lucros recente no mercado também é vista como um movimento para gerar liquidez para o IPO da SpaceX, marcado para a próxima sexta-feira, 12 de junho (Dia dos Namorados no Brasil). Há relatos de que até o capital especulativo de criptoativos está migrando para a SpaceX.Branding de Musk: Destaque para a habilidade de Elon Musk em construir uma forte marca pessoal e uma legião de fãs (tema de matéria no The Wall Street Journal), o que facilita a captação de recursos para a SpaceX e a xAI. Menção ao apoio de grandes aliados institucionais, como o bilionário Ron Baron (Baron Capital).Visão sobre IA: O palestrante continua muito otimista (bullish) com a tese de IA no longo prazo. No entanto, prefere alocações mais conservadoras no setor (com múltiplos mais razoáveis, preferindo Marvel e Broadcom em vez de Arm). Ele mantém posições em Nvidia, Microsoft, Broadcom e no setor de segurança cibernética.Análise da Nvidia: Concorda com a visão do megainvestidor Dan Loeb de que a Nvidia está barata devido ao seu forte backlog contratado para os próximos 3 anos. Nota, porém, uma pressão de mercado, já que muitas empresas tentam migrar do uso de GPUs de treinamento para chips de inferência mais baratos e eficientes.Gestão de Carteira: O palestrante comenta que sua carteira tem um beta alto (1,3 a 1,6 em relação à Nasdaq) e sofreu correções recentes, mesmo utilizando proteções (hedges) como put spreads.CPI dos EUA (Hoje): Principal evento do dia. A expectativa é de uma inflação oficial (headline) acima de 4% ou 4,2% devido à alta dos combustíveis. Isso tem pressionado os yields dos títulos americanos (30 anos a 5% e 10 anos a 4,5%), elevando o custo de capital global.Banco Central do Canadá: Decisão sobre a taxa de juros acontece hoje, com investidores (como o fundo Capitalo) apostando em corte de juros devido à desaceleração econômica local.Cenário na China: Dados mostram o pior cenário para os chineses: inflação alta ao produtor (comprimindo margens por causa dos combustíveis) e cenário deflacionário (inflação muito baixa) para o consumidor interno. Por outro lado, as exportações de semicondutores e produtos ligados à IA seguem fortíssimas.A bolsa brasileira é vista como pequena e devolveu praticamente todos os ganhos do ano. No Brasil, a estratégia recomendada pelo palestrante é focada em deep value (ações subavaliadas e com foco em dividendos).Para investimentos mais agressivos em tecnologia e crescimento (growth), o foco deve continuar nos EUA.O palestrante menciona que pretende gravar um vídeo sobre a disputa envolvendo os EUA e o Brasil em relação ao Pix.Ajuste de Conteúdo: O palestrante pretende mudar a capa de um vídeo sobre a SpaceX no YouTube para refletir melhor o conteúdo (que analisa a empresa e seu IPO, e não apenas o patrimônio de Musk).Live Temática (Hoje às 20h): Transmissão com a Dra. Feolaine (Juíza de Paz) e Clara Regis sobre a queda do número de casamentos e o aumento de divórcios no Brasil com base em dados do IBGE.A discussão abordará os impactos econômicos e sociais dessa mudança demográfica (como o fato de 20% dos lares brasileiros serem compostos por solteiros, afetando o planejamento imobiliário e as estratégias de varejo), além do comportamento da Geração Z em relação a relacionamentos.

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    EPISÓDIO 9/06 - Euforia e Questionamentos no Setor de Tecnologia frente à Deterioração Macroeconômica no Brasil

    1. Setor de Semicondutores e Inteligência Artificial nos EUARecuperação e Alta do Setor: Houve forte recuperação após a queda de sexta-feira, o que afasta, no momento, a preocupação com uma "bolha" no setor devido à alta demanda.Desempenho de Ações: Destaque para a Marvel (alta de quase 10% com entrada no S&P 500), Broadcom, Nvidia, Cerebras e AMD.Análise de Valuation: O interlocutor ressalta que as avaliações (valuations) estão exageradas e fora da realidade, sendo a Broadcom a única empresa que ainda apresenta alguma razoabilidade. Ele vê as entradas atuais como movimentos especulativos (trend following).Parceria Nvidia e SK Hynix: Anúncio de cooperação para o fornecimento de memórias para o próximo chip da Nvidia. O CEO da Nvidia visitou a Coreia do Sul, impulsionando os players de memória coreanos (como o índice Kospi).Restrições de Oferta: A TSMC não está conseguindo suprir toda a demanda dos fabricantes de chips e resiste a pressões da Nvidia para aumentar a produção por se tratar de um setor cíclico.IPO da OpenAI: Anunciado para o outono (provavelmente entre setembro e outubro), devendo ser listada na faixa de 1 trilhão de dólares. O interlocutor pondera que as finanças da empresa são complicadas, pois ela queima muito caixa e perde espaço para concorrentes como a Anthropic e o Gemini (Google).IPO da SpaceX: Críticas ao documento de perspectiva (S1) da empresa. Citando Steve Eisman, o interlocutor compara o prospecto a um "livro de ficção científica" que não beneficiará o investidor de varejo devido ao valuation inicial muito alto.Drenagem de Liquidez: Estes grandes IPOs devem sugar muita liquidez do mercado. Há a suspeita de que fundos globais estejam liquidando posições em mercados emergentes (como o Brasil) e no S&P para se prepararem para essas estreias. Além disso, as novas regras da Nasdaq permitirão a inclusão da SpaceX no índice em apenas 15 dias.Captação de Recursos: Empresas como Google (com ancoragem da Berkshire Hathaway) e Meta estão aproveitando o momento favorável de mercado para emitir novas ações (follow-on).Financiamento de Capex: A estratégia permite levantar dezenas de bilhões de dólares para financiar investimentos em infraestrutura (capex) gerando uma diluição muito pequena para os acionistas (cerca de 2%), evitando a emissão de dívidas.Alerta aos Investidores: O momento sinaliza a necessidade de maior cautela e a adoção de movimentos mais defensivos nas carteiras, dado o cenário inflado de preços no ecossistema de semicondutores e a falta de margem de segurança.Apple: Expectativa em torno do lançamento de uma nova versão da Siri integrada com Inteligência Artificial. Menção à transição de liderança no segundo semestre com a chegada de John Turner (com perfil voltado para hardware).Europa (Setor Bancário): Proposta de 35 bilhões de dólares do banco Intesa Sanpaolo pelo Monte dei Paschi di Siena, o que poderia criar o segundo maior banco da Zona do Euro.China: Dados fortes de exportação na balança comercial (superávit de 105 bilhões de dólares, acima da previsão de 92 bilhões). Porém, houve queda na importação de petróleo devido ao uso de estoques próprios. O setor de tecnologia chinês continua performando mal no ano por conta de regulações estatais, mas o interlocutor mantém perspectiva positiva de longo prazo por acreditar que o país ofertará modelos de linguagem mais baratos em razão da grande oferta de energia.EUA (Política e Mercado): Menção à presença de Donald Trump em um jogo da NBA em Nova York, onde foi muito vaiado, sinalizando baixa popularidade e insatisfação com a falta de resolução de conflitos externos.Queda do Ibovespa: O índice brasileiro devolveu praticamente toda a alta do início do ano, registrando um ganho acumulado baixo (na faixa de 4,93%). O setor financeiro também passa por grande correção.

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    EPISÓDIO 08/06 : Resiliência Econômica nos EUA Eleva Juros e Corrige Semicondutores, Enquanto o Brasil Enfrenta Pressão Inflacionária e Mudança Fiscal

    Resultados dos índices:S&P 500: Queda de 2,64%, fechando em 7.383 pontos.Nasdaq: Queda de 4,18% (impactado pelo beta mais alto e exposição à tecnologia), fechando em 25.709 pontos.Dow Jones: Queda de 1,35%.Resultado acima do esperado: Foram adicionadas 172 mil vagas de emprego, contra uma expectativa de cerca de 70 mil.Impacto nos juros: O dado forte demonstrou a resiliência da economia americana, fazendo o mercado reprecificar a curva de juros (Treasuries) e praticamente embutir um aumento da taxa do Fed Funds para 4% até o final de 2026.Visão pessoal: Não há indícios de que o Fed ou o conselho pretendam aumentar os juros no momento, mas o Payroll gerou forte pressão e reprecificação nos ativos, especialmente nos de maior duration (sensíveis a juros longos e intermediários).Venda de Blackstone: Posição reduzida em mais da metade (com intenção de zerar) devido à mudança na tese de corte de juros e problemas regulatórios/setoriais (como o caso da Blue Owl).Gargalo Energético na IA: A nova tese foca em empresas que fornecem infraestrutura energética para os data centers de Inteligência Artificial.Dificuldades nos EUA vs. China: Os EUA enfrentam problemas de infraestrutura e custos de energia elétrica que estão encarecendo o custo por token de LLMs (Google, OpenAI, Anthropic). A China, embora atrás no topo da tecnologia de IA, não possui esse gargalo energético.Proposta de Elon Musk: Justifica a defesa de migrar data centers de IA para a órbita (aproveitando melhor a energia solar) e a fusão da xAI com a SpaceX.Status dos Valuations: O setor de energia para IA já apresenta valuations esticados e contêm caráter especulativo (bolha), exigindo análise qualitativa rigorosa.Causa da queda: O setor de semicondutores (memórias, GPUs, fabricantes) acumulava 70% de alta no ano; a correção é vista como natural (limpeza de excessos e realização de lucros).Valuations das Big Techs: Empresas como Nvidia, Google, Meta, Microsoft e Amazon não estão em patamares de bolha em termos de múltiplos.Caso da Micron: Embora não seja uma bolha por múltiplos, passou por uma reprecificação muito rápida e fora do histórico, tornando a assimetria de risco-retorno menos favorável.Resultado da Broadcom: Apesar de apresentar um resultado espetacular, frustrou expectativas irreais do mercado (price to perfection), gerando um efeito dominó de correção no setor.Especulação sobre Memórias (HBM): Há boatos/especulações de estoque excessivo e potencial diminuição na demanda por novas memórias de alta largura de banda, afetando empresas como a Nvidia de forma derivada (mesmo com fundamentos intactos e lançamento do chip RTX Spark).Grandes IPOs no horizonte: Empresas como SpaceX, Anthropic e OpenAI estão drenando liquidez do mercado privado e gerando vendas de posições em outros fundos para garantir capital de entrada.Mudança de regras no Nasdaq: O índice mudou as regras para permitir a entrada de empresas com apenas 15 dias de negociação, visando aproveitar o fluxo dessas listagens. O S&P 500 mantém rigidamente a regra de 12 meses.Concentração de Venture Capital: O mercado privado de capitais concentrou muito dinheiro em pouquíssimas empresas de IA, o que deve gerar distorções de fluxo e índices no mercado público.Expectativa do Relatório Focus: Projeção de leve aumento na inflação, câmbio e juros, o que pressiona o Banco Central e diminui o espaço para cortes na Selic (teses de Selic de um dígito em 2026 foram descartadas).Dívida Pública Insubstituível: Cenários de IPCA + 8% são insustentáveis no longo prazo para a dívida brasileira, gerando risco estrutural (rumo ao calote).Mudança na Tributação de Offshore: A nova regra (tributação de 15% anuais sobre ganho de marcação a mercado, inclusive variação cambial) desincentiva o investimento no exterior e a fuga de capital. Investidores profissionais enfrentam desvantagem de performance e avaliam estruturas transparentes de ETFs ou mudança de domicílio fiscal.

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    EPISÓDIO 5/06 - Valuations esticados em IA, os resultados de CrowdStrike e Broadcom

    Resultados Corporativos e Reação do Mercado CrowdStrike e Broadcom: Ambas as empresas apresentaram bons resultados no último trimestre, porém suas ações caíram após a divulgação. O Papel dos Múltiplos: O mercado financeiro está operando com múltiplos muito elevados. Qualquer resultado que não supere as expectativas — as quais já estão bastante otimistas — pode levar a correções acentuadas nos preços das ações.Detalhes das Empresas CrowdStrike: Empresa de cibersegurança que obteve bons números, com receita e EPS (lucro por ação) acima das expectativas. Apesar disso, houve uma queda entre 9% e 11% após o anúncio, devido à desaceleração na qualidade do EBITDA, múltiplos elevados e vendas por insiders. Broadcom: Atua no setor de semicondutores e é fundamental na fabricação de chips, incluindo o TPU do Google. Apresentou crescimento robusto no trimestre, mas a decepção com o guidance (projeção de crescimento) para o próximo ano causou frustração no mercado.Contexto Econômico e Análise Geral Cenário Atual: O mercado está refletindo sobre a valorização das empresas no setor de Inteligência Artificial (IA) e as expectativas para os próximos anos. Dados Macroeconômicos: A atenção está voltada para o Non-farm Payroll (dados de desemprego nos EUA), que é um indicador fundamental para a economia norte-americana e para as projeções da taxa de juros pelo Federal Reserve (Fed). Ações e Diversificação: O apresentador observa uma possível rotação de setores e sugere cautela, recomendando a diversificação dos investimentos para não focar exclusivamente em empresas ligadas à IA, caso o investidor deseje uma exposição a longo prazo.

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    EPISÓDIO 3/06 - Tensão Brasil e EUA, inflação na Europa e a força da bolsa americana

    Conflito no Oriente Médio: O narrador menciona o troca de ataques entre norte-americanos e iranianos perto do Barein e do Kuwait. Isso dificulta a resolução do conflito, gerando um "vai e vem" de manchetes e incerteza no mercado. Petróleo: O barril de Brent está na casa dos 96 dólares, indicando que o preço está perto dos 100 dólares. Inflação na Europa: Veio forte, com um 3,2% de CPI, sugerindo uma possível subida de 25 basis points pelo Banco Central Europeu na próxima semana. S&P 500: Apresenta 9 dias consecutivos de alta, o que, segundo o narrador, demonstra que o mercado está menosprezando o conflito no Oriente Médio e apostando na tendência da Inteligência Artificial. Empresas e IA: O narrador menciona que as empresas estão entregando e revisando para cima os seus guidances, sendo a Meta um exemplo disso. O narrador planeja fazer um vídeo no YouTube sobre o assunto, incluindo os desligamentos de Mark Zuckerberg. EUA e Cortes de Juros: Não há propensão para cortes de juros nos EUA no momento. Análise do Mercantilismo: O autor menciona uma discussão sobre o mercantilismo em paralelo à IA, e a escassez de oferta, o que leva a tokens mais caros e custo de processamento elevado. Dicas de Investimento: O narrador afirma que, para o investidor, pode valer a pena apostar em empresas de energia e infraestrutura devido aos gargalos que impedem o aumento da capacidade da IA. Brasil e EUA: As tarifas impostas por Donald Trump podem afetar as exportações brasileiras. PIX e Pagamentos: O PIX impactou as empresas de processamento de pagamentos como a Visa e Mastercard. Segurança: A necessidade de proteção e salvaguarda, incluindo uma tutela robusta para evitar ataques cibernéticos, como ransomware.

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    EPISÓDIO 2/06 - IPO DA ANTHROPIC, emissão de ações do google e novo gpu da NVIDIA

    Inteligência Artificial (IA): O mercado está focado em notícias ligadas à IA. Foi destaque o anúncio do IPO da Anthropic, que tenta realizar a abertura de capital antes da OpenAI, intensificando a concorrência entre empresas de modelos de linguagem. O orador observa que a Anthropic foi fundada por ex-membros da OpenAI e que sua preocupação central é a segurança dos modelos. Impacto dos IPOs de Tecnologia: Há a expectativa de que os IPOs de grandes empresas (Anthropic, entre outras ligadas a IA) drenem muita liquidez do mercado. Nvidia e o mercado de Hardware: O orador comentou o lançamento do chip RTX Spark da Nvidia e como isso impacta empresas de hardware como HP, Lenovo e Microsoft. Ele mencionou a parceria da Nvidia com o ecossistema de PCs, o que poderia afetar a Apple. Emissão de ações (Equity) do Google: Foi comentada a emissão de 80 bilhões de dólares em ações do Google (Alphabet), com a Berkshire Hathaway ancorando essa emissão. Outros assuntos: Foram citados o prejuízo dos Correios (3,16 bilhões), a redução do preço do querosene de aviação pela Petrobras, e o cenário de aumento de juros na Europa, marcado para o dia 11 de junho. O orador também fez comentários sobre a CrowdStrike, Bitcoin (e a venda de ações de Michael Saylor), e sobre a dinâmica do mercado de câmbio, especificamente a desvalorização do Iene.

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    EPISÓDIO 1/06 - IA, Geopolítica, Inovações Tecnológicas e Indicadores Globais

    Desempenho dos Mercados: O mês de maio terminou com uma alta histórica, destacando-se o NASDAQ com um avanço de 8%. Inteligência Artificial (IA): A IA continua sendo a grande tendência que movimenta os mercados. Geopolítica (EUA-Irã): Há indicativos de que os Estados Unidos e o Irã podem encaminhar um acordo para acabar com o conflito, com o ex-presidente Donald Trump buscando uma solução para impedir a proliferação de armas nucleares e a manutenção de urânio enriquecido. Nvidia e a nova tecnologia: A Nvidia, em parceria com a Microsoft, lançará um novo superchip (RTX Spark) voltado para PCs, visando permitir o processamento de funções de inteligência artificial em dispositivos pessoais, o que representa um avanço sobre as fabricantes de processadores Intel e AMD. Setor de Tecnologia: Existe uma expectativa de que este novo chip da Nvidia impacte significativamente as empresas que rodam com Microsoft e o mercado de fabricantes de computadores. Petróleo: O preço do barril segue abaixo de 100 dólares, servindo como métrica para o monitoramento de riscos. Volatilidade: O índice VIX apresentou uma queda, indicando uma redução na volatilidade. IPO da SpaceX: A SpaceX planeja um IPO para o dia 12 de junho, o que deve impactar a composição dos índices S&P 500, NASDAQ e NASDAQ 100. Economia Europeia e China: A projeção de inflação na Europa segue aumentando, com os juros dos títulos alemães em alta. A China também tem se beneficiado de notícias recentes do setor de fabricação de PCs e computadores. Panorama Brasileiro: O mercado local apresenta uma perspectiva de baixa possibilidade de cortes na Selic, e o endividamento brasileiro continua sendo um ponto de atenção. Calendário Macroeconômico: O áudio destaca a importância de acompanhar o calendário semanal, mencionando dados como o ISM Manufacturing PMI, inflação na Europa (CPI), pedidos de seguro-desemprego nos EUA e o relatório de folha de pagamento (Non-Farm Payroll).

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    EPISÓDIO 29/05 - Geopolítica do Petróleo, o Boom da IA e as Transformações no Mercado Brasileiro

    1. Cenário Internacional e CommoditiesAcordo Irã-EUA: Há relatos da Bloomberg de que os dois países estão próximos de um cessar-fogo mais duradouro, o que traria estabilidade ao mercado de petróleo.Mercado de Petróleo: O Brent estabilizou na casa dos US$ 90. O Wall Street Journal reportou que o Irã tem usado uma "frota fantasma" para escoar petróleo pelo Estreito de Ormuz, justificando a precificação atual apesar das tensões geopolíticas.Dados do PCE nos EUA: O índice de inflação americano (PCE) veio ligeiramente abaixo do esperado no comparativo mensal (0,2% contra 0,3% esperado), o que reduziu as curvas de juros nos EUA e impulsionou as bolsas (S&P e Nasdaq) para máximas históricas (all-time highs).Anthropic vs. SpaceX: A Anthropic captou US$ 65 bilhões no mercado privado e alcançou um valuation de US$ 965 bilhões, aproximando-se do patamar de trilhão. O autor compara o caso com a SpaceX de Elon Musk, que teve o teto de seu valuation reduzido pelos bancos para US$ 1,8 trilhão para o IPO, indicando um forte otimismo do investidor privado com a Anthropic e certo ceticismo institucional sobre a inserção da xAI no ecossistema de Musk.IA e o Mercado de Trabalho: Há uma preocupação crescente com o desemprego estrutural gerado pela IA, afetando principalmente cargos de entrada para recém-formados. Foi citado o episódio em que Eric Schmidt (ex-CEO do Google) foi vaiado em uma universidade americana por falta de sensibilidade ao falar que os jovens seriam substituídos pela tecnologia.Tributação: Governos ao redor do mundo começam a debater a criação de tributos sobre folhas salariais associadas à substituição de humanos por IA, buscando desincentivar o desemprego em massa.Mercado Asiático: Kospi e Nikkei em alta, enquanto as techs chinesas seguem apresentando desempenho fraco.Classificação de Facções como Terroristas: Os EUA categorizaram organizações criminosas brasileiras como terroristas, o que pode gerar sanções severas do Tesouro americano a bancos e empresas brasileiras envolvidos indiretamente em lavagem de dinheiro. O autor recomenda a leitura do livro Choke Points sobre o uso de sanções financeiras como arma geopolítica.Homologação do BRB: O STF homologou o acordo entre a União e o Banco de Brasília (BRB), garantindo o resgate da instituição e sua continuidade jurídica sem a necessidade de recorrer novamente ao FGC.PEC 6x1 e Empregabilidade: Discussão sobre o fim da escala de trabalho 6x1. Uma matéria do Valor Econômico aponta a baixa produtividade do trabalho no Brasil como um entrave para o controle da inflação. Além disso, os dados mais recentes mostram uma desaceleração expressiva nas contratações via CLT devido aos altos encargos trabalhistas.Bolsa e Câmbio: O Ibovespa segue em ritmo de correção, sem atrair grande fluxo de investidores estrangeiros, e o dólar se manteve estabilizado na casa dos R$ 5,00 (embora haja visões de que esteja desalinhado frente ao cenário externo).ExpoDireito (Brasília): Participação em um painel às 17h sobre cartórios de títulos, documentos e pessoas jurídicas ao lado do Dr. Dixmer Vallini Neto, disponibilizando o cupom de desconto "ANOREG50".Lançamento do Icon: Presença às 19h no lançamento do empreendimento imobiliário biofílico da incorporadora Base, na Quadra 500 em Brasília.

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    EPISÓDIO 28/05 - Do Choque do Petróleo à Revolução da IA: O Panorama Completo das Tensões Globais, Inflação Americana e as Mudanças Econômicas no Brasil

    🌍 Geopolítica e Mercado de EnergiaTensões entre EUA e Irã: Foram registrados novos ataques norte-americanos ao Irã, gerando instabilidade e volatilidade no mercado de petróleo.Preço do Barril: O petróleo Brent opera na casa dos $93 e o WTI por volta dos $90, refletindo a expectativa do mercado por uma resolução do conflito.Posicionamento de Trump: Donald Trump tenta minimizar as preocupações com sua popularidade e com as questões eleitorais enquanto busca um acordo com os iranianos.Prévias do Partido Republicano (GOP): Os candidatos apoiados por Trump têm vencido as prévias, mas com margens de votos cada vez mais apertadas.Disputa no Texas: No cenário para o Senado no Texas, destaca-se a alta arrecadação do candidato democrata James Talarico em relação ao candidato republicano, que tem migrado para uma linha mais populista em comparação à ala tradicional do partido.Dado do PCE nos EUA: O principal indicador econômico do dia é o PCE (inflação nos EUA). O mercado projeta uma alta de 0,5% na comparação mensal e 3,8% na anual, com o núcleo (core) esperado em 3,3%, o que pode pressionar o Fed a discutir novos aumentos de juros.Pedidos de Auxílio-Desemprego: Expectativa do mercado de 1.780.000 novos pedidos nos EUA.Bancos Centrais Estrangeiros: Destaque para a decisão de juros na África do Sul e uma forte tendência de alta de juros na Europa pelo BCE.Movimento de "Risk-Off": Investidores globais adotam uma postura mais defensiva, reduzindo a exposição a riscos, o que gerou uma leve correção no Bitcoin e maior retenção de caixa.Cenário Asiático: As bolsas Nikkei e Kospi seguem impulsionadas pelo setor tecnológico. Já na China, há forte preocupação com a baixa demanda interna; o índice de tecnologia chinês acumula queda de aproximadamente 28% desde janeiro.OpenAI em Dificuldades: A empresa não atingiu suas metas e objetivos internos, perdendo o protagonismo de vanguarda para a Anthropic, embora já tenha entrado com um pedido sigiloso de IPO para os próximos meses.IPO da SpaceX: Será o primeiro grande IPO do setor; o palestrante menciona ter gravado um vídeo de 50 minutos analisando o formulário S-1, governança e perspectivas da companhia.Correção em Semicondutores: Após ralis expressivos que colocaram empresas como Micron e SK Hynix no clube do trilhão de dólares, o mercado iniciou uma realização de lucros (Qualcomm caiu 6,2% e Intel recuou 1,4%).IA como Projeto de Estado: A Inteligência Artificial é apontada como uma revolução industrial focada em trabalhos de colarinho branco, sendo tratada pelos EUA como uma ferramenta de hegemonia política e econômica contra a China.Indicadores e Desemprego: Expectativa para o dado de desemprego na casa dos 5,9%. O Banco Central segue com pouca margem de manobra devido às projeções de inflação acima do teto da meta.Ibovespa e Dólar: O Ibovespa segue estagnado na casa dos 175 mil pontos (acumulando queda de 6,17% no mês), enquanto o dólar é cotado a R$ 5,06, em meio a preocupações fiscais contínuas.Fim da Escala 6x1 (PEC): A Câmara aprovou a PEC que altera a jornada de trabalho para 5x2 (redução de 44 para 40 horas semanais). O projeto vai ao Senado sob forte pressão do setor produtivo devido aos impactos na baixa produtividade do país.Socorro ao BRB: Houve uma articulação entre a União e bancos privados para salvar o Banco de Brasília (BRB), evitando um rombo de R$ 17 bilhões no Fundo Garantidor de Créditos (FGC), semelhante ao que ocorreu no caso do Banco Master.Imposto de Renda: Alerta sobre o prazo final de entrega da declaração do IR até o dia 31 de maio. O autor gravou um conteúdo específico sobre tributação de estruturas offshore.Atualizações do Canal: Celebração da monetização do canal no YouTube, novas parcerias com a Meta para marcas internacionais e testes com ferramentas de tradução simultânea via IA.

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    EPISÓDIO 27/05 - A Nova Onda da IA nas Memórias, Alerta Inflacionário no Brasil e as Apostas Contra o Consenso no Dólar

    Aqui está o resumo dos principais pontos abordados no áudio do panorama de mercado do dia 27 de maio, dividido por temas para facilitar a leitura:Destaque da Micron: A empresa teve uma alta expressiva de cerca de 17% no último pregão, atingindo a marca de 1 trilhão de dólares em valor de mercado.SK Hynix: A companhia sul-coreana de memórias também acompanhou o movimento de alta.Nova onda da IA: O fluxo de investimentos em IA, que antes focava em empresas de GPUs (como a Nvidia), agora está migrando e puxando o setor de empresas de memória.Demanda e restrições: Há uma preocupação crescente com a forte demanda de energia para tecnologia. Os EUA enfrentam restrições de oferta devido a excesso de regulações e amarras para expansão, ao contrário da China, que possui energia barata.Mudança política e impactos: Uma matéria do Financial Times indicou que benefícios fiscais para energias renováveis nos EUA podem ser revogados na transição do governo Biden para o governo Trump.Data Centers em órbita: Citou a ideia de Elon Musk de enviar data centers para o espaço como uma alternativa para resolver o problema energético através da energia solar.Inflação vs. Desemprego: Neel Kashkari (membro do Fed) enfatizou que o risco inflacionário hoje é maior do que o risco de aumento do desemprego, e os choques no Oriente Médio podem persistir.Dados aguardados: As curvas de juros americanas arrefeceram um pouco (título de 10 anos a 4,47%), mas o mercado aguarda com forte expectativa o dado do PCE (indicador de inflação preferido do Fed) na quinta-feira.IPCA-15 e Projeções: O mercado aguarda o IPCA-15. Um estudo do Itaú (divulgado no Valor Econômico) apontou que a alta do petróleo pode impactar o IPCA em 1,25%, podendo levar a inflação para 5,20% no fim do ano (acima do teto da meta de 4,5%).Selic: O banco Citi revisou a projeção da taxa Selic para 13,75% no fim do ano, sinalizando espaço mínimo para cortes.Crítica à taxa de juros: O palestrante considera inviável para o país manter metade de sua dívida atrelada a uma Selic tão alta, afirmando que o Brasil pode "quebrar" se esse ritmo persistir. Apesar disso, ele vê oportunidades de longo prazo em ativos reais (como o setor imobiliário) quando os juros finalmente caírem.Dólar para cima: Destacou uma entrevista de Marcio Appel (Adam Capital) à InfoMoney. Appel (que foi um dos primeiros a apostar na Nvidia no Brasil) afirmou que o dólar vai subir muito, contrariando o consenso de queda.Produtividade americana: O argumento de Appel é que o avanço da Inteligência Artificial aumentará drasticamente a produtividade dos EUA, fortalecendo a moeda deles. O palestrante afirmou concordar com essa visão fora do consenso.Ásia: Bolsas da Coreia do Sul e o índice Nikkei (Japão) operam em forte alta. No entanto, as empresas de tecnologia chinesas continuam fracas, gerando perdas para investidores devido ao receio do risco regulatório de Pequim (relembrando o caso da Alibaba).Europa: Visão pessimista sobre a economia europeia, citando sérios problemas fiscais e políticos no Reino Unido, com a disparada dos Gilts (títulos públicos britânicos). Por outro lado, mantém entusiasmo com o setor tecnológico dos EUA, mesmo ciente das críticas imperialistas e de vigilância abordadas no livro AI Empire.Monetização do YouTube: O canal do palestrante foi oficialmente monetizado, e ele agradeceu aos colaboradores Pedro e Edmilson pelo apoio.Expo Direito: Confirmou presença na próxima sexta-feira no evento "Expo Direito", voltado a profissionais e estudantes da área jurídica. Ele palestrará sobre Registro de Títulos e Documentos e RCPJ ao lado do Dr. Dixmer Vallini Neto. Disponibilizou o cupom ANOREG50 no Instagram para 50% de desconto na inscrição.

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    EPISÓDIO 26/05 - Relatório Global: Tensões Geopolíticas, Alerta de Inflação no Brasil e o "Preço Esticado" do Rali de IA

    Geopolítica e CommoditiesTensões entre EUA e Irã: Embora as negociações pareçam caminhar para um desfecho, ataques militares norte-americanos no sul do Irã geraram novos atritos e dificultam o processo. O Irã corre contra o tempo para fechar um acordo devido à necessidade de escoamento de petróleo, mas ainda há impasses sobre sanções financeiras e a posse de urânio enriquecido.Petróleo em Alta: O barril de Brent é negociado a US$ 96 e o WTI na casa dos US$ 92. Existe a possibilidade de aumento no spread entre ambos, já que os EUA estão conseguindo ofertar uma grande capacidade de petróleo.Pressão na Curva de Juros: A alta do petróleo pressiona as expectativas inflacionárias. Na curva de juros norte-americana, o título de 10 anos caiu para 4,48%, o de 2 anos ficou em 4,06% e o de 1 ano em 3,81%, evidenciando um custo de oportunidade muito elevado.Prêmio de Risco Zero: Uma matéria do Wall Street Journal apontou que o mercado está praticamente com zero de equity risk premium (calculado pelo rendimento de lucros das empresas para o próximo ano menos os juros de 10 anos). Diante disso, o autor avalia que uma correção de cerca de 10% nas bolsas seria saudável para dar fôlego ao mercado.SpaceX e xAI: A SpaceX, avaliada em mais de 100 vezes o EBITDA, virou um conglomerado que recentemente incorporou a xAI. Contudo, a xAI queima muito caixa para criar data centers de IA, o que acaba anulando o fluxo financeiro positivo gerado pela Starlink e pela Starship. O IPO da SpaceX está previsto para 12 de junho e deve vir inflado.Cerebras: Mencionada como outro exemplo de IPO excessivamente inflado. Embora as ações tenham disparado na estreia, já recuaram cerca de 30% em relação ao preço inicial. A empresa está avaliada em US$ 56 bilhões para uma receita de US$ 510 milhões e lucro líquido de US$ 87 milhões em 2025.Nvidia: As ações da companhia vêm corrigindo desde a divulgação dos resultados. Apesar de o balanço ter sido ótimo, as expectativas do mercado eram exageradas. Além disso, a Nvidia enfrenta um gargalo estrutural de oferta por parte da TSMC, que não quer expandir a capacidade de produção de semicondutores de forma agressiva por se tratar de um mercado cíclico.Preocupação na Europa: Caso o conflito no Oriente Médio não se resolva, o Banco Central Europeu (BCE) pode ser forçado a subir juros para conter a inflação. Isso seria péssimo para a região, que já enfrenta desaceleração econômica, problemas demográficos e baixa produtividade.Fechamento Misto na Ásia: O índice Nikkei caiu e Hong Kong ficou estável. Por outro lado, o índice Kospi (Coreia do Sul) subiu forte, impulsionado pelas fabricantes de componentes e memórias tecnológicas que se beneficiam do rali de IA. A China segue sob ceticismo, com um mercado imobiliário e consumo doméstico ainda fracos.Alerta no Boletim Focus: Pela primeira vez, o relatório mostrou a projeção da inflação oficial (IPCA) para o final do ano acima do teto da meta (que é de 4,5%), batendo 5,04%. A previsão para a taxa Selic se manteve estável em 13,25% e o câmbio projetado ficou em R$ 5,17. Essa deterioração das expectativas deixa o Banco Central de mãos atadas para realizar novos cortes de juros.Desempenho do Ibovespa: O índice roda na casa dos 177 mil pontos, mostrando uma correção expressiva desde meados de abril, afetando principalmente os setores imobiliário e financeiro.Indicadores da Semana: O mercado aguarda dados de Confiança do Consumidor e o índice de inflação PCE (na quinta-feira) nos EUA. No Brasil, a atenção se volta para o IPCA-15, que será divulgado amanhã.Posicionamento do Autor: Diante do cenário esticado e da baixa volatilidade recente, o autor menciona ter aumentado suas posições em hedges (proteções cambiais/de mercado) por estarem mais baratos, considerando uma correção de mercado iminente e saudável.

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    EPISÓDIO 25/05 - Geopolítica, Fronteiras da Tecnologia e os Impactos na Economia Brasileira

    Relações Internacionais e CommoditiesAcordo entre EUA e Irã: Os jornais reportam que ambos os países estão mais próximos de um acordo de trégua. No entanto, persistem impasses por parte dos iranianos em relação ao urânio enriquecido e à manutenção de sanções financeiras por parte dos EUA. O mercado reagiu positivamente à notícia, levando o petróleo Brent de volta a patamares abaixo de US$ 100.Evasão de Sanções via Cripto: Uma matéria do Wall Street Journal revelou que o regime iraniano movimentou bilhões de dólares por meio da Binance para contornar as sanções norte-americanas e o sistema Swift. Esse cenário deve impulsionar uma maior fiscalização e regulação sobre a Binance e outras exchanges nos EUA.Resultados da Nvidia: Os fortes números divulgados continuam repercutindo positivamente. Apesar de uma leve queda no after-market, a empresa demonstra robusta geração de caixa e a manutenção de um forte investimento (Capex) em Inteligência Artificial por parte das hyperscalers.Polêmica no Podcast All In: Durante o programa, Chamath Palihapitiya ponderou que o conhecido investidor Michael Burry é um "generalista" e não possui o preparo analítico necessário para avaliar o mercado de GPUs e a aplicação prática de IA.IPO da SpaceX: Rumores na imprensa apontam para a abertura de capital da empresa, que pode se tornar o maior IPO da história, com valuation estimado em US$ 2 trilhões. O destaque fica para a Starlink (internet via satélite), apontada como o verdadeiro motor gerador de receita da companhia, funcionando como a "AWS" da SpaceX. Como ponto de atenção em governança, Elon Musk reteria 85% do poder de voto e conta com pacotes de remuneração agressivos atrelados a metas ambiciosas, como atingir US$ 7,5 trilhões de valor de mercado.Sentimento do Consumidor nos EUA: O indicador medido pela Universidade de Michigan atingiu as mínimas na semana passada, registrando o terceiro declínio consecutivo. Historicamente, atingir o fundo (bottom) nesse indicador costuma ser um bom sinalizador para a recuperação das ações nos meses seguintes.Feriado de Memorial Day: Devido ao feriado nos EUA e na Europa, os mercados globais estão fechados hoje, o que resulta em um volume de negociação mais baixo na bolsa brasileira.Dados Inflacionários (PCE): O principal indicador econômico da semana será o PCE (índice de inflação norte-americano) na quinta-feira, dado muito utilizado pelo Fed. A autoridade monetária possui pouca margem para cortar juros, cenário reforçado pela posse de Kevin Warsh na Casa Branca.Treasuries e Dívida Global: Os títulos de 10 anos dos EUA fecharam a 4,56% na sexta-feira. A visão do locutor é de que os governos de países desenvolvidos devem corroer suas grandes dívidas gerando inflação (juros reais negativos), o que torna importante a alocação em ativos reais com poder de precificação.Outros Indicadores Globais: A semana reserva a divulgação do IPCA-15 e PIB (1º tri) no Brasil, PIB dos EUA (segunda leitura), CPI na Alemanha e PMIs na China. No Japão, manifestações de Kazuo Ueda (presidente do BoJ) indicam a manutenção de juros reais negativos para corroer a dívida local.Aperto Monetário: As expectativas de inflação e da taxa Selic subiram no Boletim Focus, encostando no topo da meta e deixando o Banco Central de mãos atadas para novos cortes. Esse panorama tem gerado uma correção nos ativos de renda variável.Mercado Imobiliário Binário: Com os juros altos por mais tempo, o setor de incorporação sofre um revés e passa a se concentrar nas duas extremidades estáveis: o segmento de baixa renda (impulsionado pelo programa Minha Casa Minha Vida) e o de alto padrão/luxo (insensível às oscilações macroeconômicas). A classe média acaba sendo a mais prejudicada por ficar desatendida no meio desse espectro.Oportunidades no Setor: Diante do pico dos juros e do aperto atual, podem surgir oportunidades transitórias e atrativas para a aquisição de imóveis com preços mais baixos do que os praticados há um ou dois anos.

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    EPISÓDIO 22/05 - Resultados Fortes de IA e Big Techs Impulsionam Bolsas Americanas e Ondas de IPOs, Enquanto Juros Altos e Nova Indústria Isolam Brasil e China

    Mercado Americano e Resultados de EmpresasNvidia: Superou as expectativas de mercado e apresentou um forte direcionamento (guidance) futuro, o que continua sustentando a tendência de alta para inteligência artificial e semicondutores.Índices S&P 500 e Nasdaq: O S&P 500 segue na casa dos 5.400 pontos (alta de 8% no ano) e o Nasdaq mantém tendência de alta de 15% no ano, impulsionado pelas empresas de tecnologia.Walmart: Divulgou bons resultados para o primeiro trimestre, mas apresentou um guidance mais conservador devido a um consumidor norte-americano mais seletivo e pressões nos custos de energia e gasolina.Balanços Gerais: Das 500 empresas do S&P 500, 485 já divulgaram seus lucros, com cerca de 78% superando as expectativas de receita e lucro.Corte de Funcionários (Techs): Destacou-se que a Meta (de Mark Zuckerberg) demitiu cerca de 8.000 funcionários por videoconferência e que outras empresas (como a Amazon) seguem reduzindo equipes e buscando eficiência através da IA.A ata do Fed indica que os juros devem se manter elevados até o final do ano, com possibilidade de aumento em 2027 caso as tensões no Oriente Médio e o preço do petróleo continuem subindo.Embora os índices PMI de manufatura e serviços ainda mostrem força, o Fed Philly Manufacturing Index veio bastante abaixo do esperado, divergindo da tendência da semana.Os pedidos de auxílio-desemprego (jobless claims) vieram em linha com o esperado.SpaceX: O IPO está confirmado para junho de 2026 e promete ser o maior da história para o varejo. Contudo, há uma ressalva sobre problemas de governança devido ao controle centralizado de Elon Musk.OpenAI: Entrou com pedido sigiloso de IPO.Anthropic: A expectativa é de que também aproveite a janela de IPOs. Foi mencionada a contratação de Andrej Karpathy (ex-OpenAI e MIT) pela Anthropic, o que o locutor comparou a uma transferência de peso no futebol (como Cristiano Ronaldo indo do Real Madrid para o Barcelona).Fundos de Venture Capital: Estão pressionados para liberar capital, já que concentraram muitos investimentos em IA nos últimos anos.O locutor menciona que não costuma reduzir posições em ações de tecnologia (Big Techs), preferindo fazer proteções (hedges) com derivativos, pois considera ações como Nvidia e Amazon "baratas" diante do fluxo de caixa que geram e do financiamento próprio de Capex.Brasil: Uma matéria do Valor Econômico destacou o arrefecimento do interesse do investidor estrangeiro, com saída de capital e correção no Ibovespa (que já entregou metade da performance do ano). O locutor ressalta a dificuldade do mercado brasileiro por ser composto majoritariamente por empresas da "velha indústria", enquanto o investidor global busca tecnologia. Além disso, critica a estrutura da dívida brasileira (50% atrelada à Selic em patamares altos).China: Também enfrenta desinteresse e ressalvas regulatórias e de proteção ao investidor, gerando prejuízos no setor de tecnologia.

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    EPISÓDIO 21/05 - O Fenômeno NVIDIA, Alerta do Fed e a Nova Era dos IPOs de IA

    Resultados da NVIDIADesempenho acima do esperado: A empresa divulgou resultados considerados sensacionais, superando as expectativas do mercado.Métricas Financeiras Históricas: * Receita de 81 bilhões de dólares (alta de 85% ano contra ano).Lucro bruto de 61 bilhões de dólares (crescimento de 129% ano contra ano).Lucro líquido de 58,3 bilhões de dólares (avanço de 210% ano contra ano).Retorno ao Acionista: O guidance para o segundo trimestre de 2026 superou o consenso. Além disso, Jensen Huang anunciou um programa de recompra de ações de 80 bilhões de dólares e aumento nos dividendos.Riscos e Preocupações: O mercado ainda pondera riscos como as restrições de exportação para a China, a transição dos chips Blackwell para Rubin (risco de compressão de margem bruta), a alta dos juros e a concorrência de hyperscalers que desenvolvem seus próprios chips de inferência (Google TPU, Amazon Trainium, Microsoft Maia).Geopolítica (EUA e Irã): Menção às declarações de Trump sobre a proximidade de um acordo com os iranianos, que por sua vez endureceram as negociações devido a exigências sobre o urânio enriquecido.Curva de Juros Elevada: Alta nas taxas de juros de mercados desenvolvidos, com os títulos de 10 anos dos EUA a 4,70% e os de 30 anos a 5,14%. O palestrante prevê uma possível correção de 5% a 12% na Nasdaq.Ata do Federal Reserve: Na última ata sob a presidência de Jerome Powell, os membros indicaram propensão a subir juros caso a inflação persista acima de 2%. O mercado aguarda o indicador de inflação PCE em 28 de maio.Força Econômica dos EUA: A economia segue impulsionada por um déficit de 6% a 7% do PIB, sustentando o mercado consumidor e bons resultados corporativos no primeiro trimestre.China: Desempenho decepcionante no setor de tecnologia se comparado às empresas norte-americanas, gerando perdas na carteira do palestrante.Europa: Cenário classificado como péssimo, com destaque para a militarização e a crise fiscal na França, que viu sua curva de juros de 10 anos subir para 3,87% (alta de quase 20% em um ano).Brasil: Mercado oscilando por conta de pesquisas eleitorais e câmbio perto de R$ 5,00. Há forte preocupação com a inflação (IPCA no teto da meta) e com a falta de potência da política monetária, já que 50% da dívida pública é atrelada à Selic, criando um cenário fiscal explosivo.OpenAI: Rumores reportados pela Bloomberg indicam que a OpenAI entrou com pedido sigiloso para abertura de capital, com planos de Sam Altman para realizar o IPO ainda este ano.Grandes Estreias no Radar: Expectativa para a chegada ao mercado da OpenAI, Anthropic e SpaceX (cujo IPO projeta-se que tornará Elon Musk oficialmente um trilionário).

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    EPISÓDIO 20/05 - Expectativa Global pela Nvidia, Rebaixamento dos EUA pela Moody's e o Impacto dos Juros Altos no Ibovespa

    Cenário Internacional e CorporativoResultados da Nvidia: É destacado como o evento mais importante do dia (20 de maio de 2026). Os resultados serão divulgados após o fechamento do mercado e devem ditar o rumo do setor de Inteligência Artificial (IA). Qualquer frustração nas expectativas pode gerar uma correção forte nas ações.Desempenho da Nvidia vs. Mercado: Apesar de ser uma empresa avaliada em 5 trilhões de dólares, com forte demanda e liderança em GPUs para data centers, o desempenho de suas ações neste ano tem ficado abaixo (aquém) do ETF SOX (que reúne o setor de semicondutores).Uso de derivativos: Devido ao excesso de otimismo em relação à Nvidia, é mencionada a estratégia de proteção patrimonial utilizando puts (opções de venda) para se precaver de uma eventual queda.Varejo Americano: É citado brevemente que a Target (varejista norte-americana) divulgou um bom resultado financeiro.Curva de Juros Global: O tema que domina a semana é o aumento das taxas de juros e o movimento de sell-off (venda massiva) de títulos públicos (bonds) pelo mundo.Rebaixamento dos EUA pela Moody's: A agência de classificação de risco Moody's rebaixou a nota soberana dos Estados Unidos de AAA para AA1. O principal motivo é a projeção da dívida federal atingir 134% do PIB até 2035, além de um déficit estrutural de 6% a 7% ao ano.Treasuries em níveis recordes: Os títulos de 30 anos dos EUA romperam a barreira de 5,2% (maior nível desde 2007) e os de 10 anos operam em 4,67% (maior nível em mais de um ano).Fortalecimento do Dólar: Esse cenário de juros altos impulsionou o dólar globalmente (índice DXY), que se valorizou frente ao Real (chegando a R$ 5,04), ao Euro, à Libra Esterlina e ao Iene japonês. O Yuan chinês também sofreu desvalorização, embora mais tímida.Discussão sobre a Dívida Americana: É mencionada a preocupação (compartilhada por figuras como Ray Dalio) sobre o colapso de nações devido ao endividamento. Há uma crítica de que a classe política de Washington (Congresso e Executivo) e o secretário Scott Bessent ainda não tratam a responsabilidade fiscal com a devida seriedade, enfrentando a agenda populista de gastos de Donald Trump.Política Americana (Eleições/Eleitorado): Donald Trump demonstrou força política ao conseguir remover o candidato Massie no Kentucky (seu adversário político dentro do Partido Republicano), consolidando sua alta popularidade. O novo candidato apoiado por ele é um ex-Navy Seal.Manutenção de Juros: O Banco Central Chinês (PBOC) manteve a Loan Prime Rate (LPR) de 1 ano em 3% e a de 5 anos (usada para hipotecas e financiamentos de longo prazo) em 3,5%.Crescimento do PIB: Como o PIB chinês cresceu 5% no primeiro trimestre, a autoridade monetária entendeu que não há urgência para novos estímulos ou afrouxamento monetário imediato, apesar do desaquecimento do mercado doméstico.Correção do Ibovespa: O índice da bolsa brasileira recuou para os patamares de janeiro deste ano, devolvendo mais da metade da alta (rally) acumulada no primeiro semestre. Atualmente, a alta acumulada no ano está em torno de 8%.Impacto Setorial: Setores de construção civil, bancos (como Itaú e BTG, apesar dos ótimos resultados) e empresas de utilities (saneamento/energia) sofrem bastante devido à sensibilidade aos juros altos e à percepção de que o Banco Central não conseguirá cortar a taxa Selic como esperado.Exceções de Proteção: As únicas ações que têm segurado a onda negativa são a Petrobras (beneficiada pela alta do petróleo) e a Vale.

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    Juros Globais nas Máximas, Pressão no Petróleo e os Impactos da IA nos Balanços do 1º Trimestre

    Cenário Macroeconômico e Juros AltosConflito no Irã: A falta de resolução do conflito continua pressionando o preço do petróleo (acima de $110 o barril) e elevando as expectativas de inflação global.Curva de Juros no Mundo: Alta significativa dos juros. O título de 10 anos dos EUA (Treasury) atingiu 4,60% (máxima de um ano); os Gilts do Reino Unido foram a 5,07% (máxima desde 2008); e o título japonês de 10 anos (JGB) chegou a 2,75% (máxima em 29 anos).Impacto nos Ativos: O analista Ed Yardeni comentou que, com esses juros elevados, o S&P 500 pode passar por uma repreciificação de múltiplos antes de atingir a meta de 8.250 pontos.Expectativa pela Nvidia: O mercado aguarda os resultados e projeções da Nvidia para avaliar se a demanda por semicondutores continua aquecida.Google e Blackstone: Parceria (espécie de joint venture) para operar data centers para o Google utilizando suas próprias TPUs, competindo diretamente com a CoreWeave.Anthropic: Liberação da ferramenta Myts para 50 grandes empresas testarem vulnerabilidades e riscos de ataques cibernéticos em seus sistemas.Eric Schmidt vaiado: O ex-CEO do Google foi vaiado em uma formatura nos EUA ao fazer um discurso elogioso à IA, sem demonstrar sensibilidade em relação à preocupação dos jovens com o mercado de trabalho.Fusão no setor de Energia: Fusão de 420 bilhões de dólares entre NextEra e Dominion, criando um gigante de energia focado em atender a alta demanda dos data centers.Alerta da IEA: A Agência Internacional de Energia alertou que o armazenamento global de petróleo está em níveis críticos (baixo buffer).Crise na Aviação: Investidores estão apostando na queda do setor de aviação (via derivativos e venda a descoberto), temendo que o preço do querosene de aviação (jet fuel) colapse as companhias aéreas.Refino na China: A China reduziu o processamento de petróleo em mais de 1 milhão de barris por dia devido a interrupções na oferta e margens fracas.Projeções do Focus: IPCA subiu para 4,92% e Selic projetada em 13,25% (alta de 25 bps em relação à semana anterior).Projeções do Governo: Ministério da Fazenda projeta IPCA de 4,5% no fim do ano, PIB de 1,85% e câmbio a R$ 5,20.Balanços do 1º Trimestre: * Bons resultados: BTG, Itaú, Bradesco e setor de Óleo e Gás (Petrobras e PetroRio).Dificuldades: Santander, setor de varejo (afetado pelos juros altos) e Banco do Brasil (decepcionou devido ao crédito rural e queda no preço das commodities).Renegociação de Dívidas: Empresas brasileiras estão renegociando cerca de 670 bilhões de reais em dívidas (10% do estoque de crédito) devido ao impacto prolongado dos juros altos no custo de capital.Elon Musk vs. OpenAl: O júri rejeitou as alegações de Musk de que houve desvio de finalidade na OpenAI, argumentando que ele demorou muito para agir após a mudança da natureza jurídica da empresa.Kevin Warsh no Fed: Warsh assumirá uma cadeira no board do Fed no dia 22 de março. Ele defende que a IA é um fator deflacionário, mas sua visão contrasta com o restante do comitê, que vê pressões inflacionárias crescentes.

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    EPISÓDIO 18/05 - Crise Geopolítica, Pressão Inflacionária Global e o Impacto dos Juros e da Inteligência Artificial nos Mercados

    Cenário Geopolítico e Mercado de PetróleoAtaque a Planta Nuclear: Houve um ataque por drones a uma planta nuclear nos Emirados Árabes Unidos, atribuído a iranianos.Preocupação no Mercado de Energia: O evento gera grande apreensão no mercado de petróleo, pois ainda não há uma definição de cessar-fogo entre Irã e Estados Unidos, com risco iminente de o conflito escalar nesta semana.Preço do Barril: Os contratos futuros do petróleo operavam em alta na madrugada, negociados acima de $110.Atuação da China: O ex-presidente Donald Trump buscou apoio de Xi Jinping para resolver o conflito, mas a China optou por uma postura estratégica de não envolvimento direto, mantendo suporte informal ao Irã (compra de petróleo e troca de informações) sem declarações públicas de apoio aos EUA.Cenário de Estreito Fechado: Caracteriza-se por petróleo em alta e inflação global acima da meta.Bancos Centrais Pressionados: Com a inflação persistente, os Bancos Centrais perdem margem para cortar os juros.Curvas de Juros em Alta (Yields): Os rendimentos dos títulos públicos estão subindo globalmente, comprimindo os múltiplos das ações e impactando o valuation das empresas.Taxas dos Títulos Americanos (Treasuries): * Títulos de 30 anos e 20 anos negociando a 5,11%.Títulos de 10 anos próximos a 4,6%.Títulos de 2 anos a 4,07% (vértice muito observado pelo Federal Reserve para expectativas de inflação).Expectativa para o Federal Reserve: O mercado passa a precificar uma probabilidade maior de aumento de juros nos EUA do que de corte. O vértice de 1 ano projeta a taxa em 3,8%.Pouca Margem para Redução da Selic: O Banco Central do Brasil fica sem espaço para novos cortes de juros diante do cenário internacional e da ata restritiva da instituição.Mercado Imobiliário: Discussões com agentes do setor imobiliário de Brasília revelam que a expectativa interna de queda rápida de juros e melhora no setor pode não se concretizar devido à dependência do cenário externo.Curva de Juros Longa: Vértices para janeiro de 2027 já estão precificando taxas a 14,25%.Alocação de Capital: Juros altos mantêm o capital "empossado" na renda fixa e em investimentos conservadores. Investidores de alto poder aquisitivo se acomodam com retornos de 1% ao mês, o que é prejudicial para o desenvolvimento estrutural do país.Correção no Ibovespa: O índice brasileiro sofreu forte correção recente, saindo da casa dos 198 mil pontos para fechar a última sexta-feira em 177 mil pontos.Debate sobre Múltiplos e Bolha: O locutor avalia que o mercado geral não vive uma bolha, embora existam distorções, citando como exemplo sintomático o IPO da Coreweave (avaliada em quase $100 bilhões com receita de apenas $500 milhões).Nvidia como Termômetro: A empresa segue soberana no fornecimento de GPUs para treinamento de IA ("vendendo água no deserto"), apesar do surgimento de chips concorrentes de menor custo (como os da Amazon e o TPU do Google).Mudança no Mercado de Trabalho: Menção a uma palestra de Ken Griffin (Citadel), que expressou preocupação com o fato de ferramentas de IA (como as da Anthropic) realizarem em minutos o trabalho que PhDs em finanças levavam uma semana para fazer.Profissões Ameaçadas: Profissões intelectuais como advogados, contadores e médicos (na área de diagnósticos) enfrentam uma necessidade urgente de reformulação e reinvenção diante da evolução tecnológica.Quarta-feira: Nvidia (expectativa de EPS de $1,78 e receita entre $78B e $79B) e Target.Quinta-feira: Walmart (expectativa de EPS de $0,66 e receita de $174B, servindo de termômetro para o varejo), Lowe's, Deere & Company e Workday (setor de software, que está bastante pressionado).Baidu e Home Depot: Resultados também previstos na semana (Baidu hoje).

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    EPISÓDIO 15/05 - Geopolítica em Foco e Alerta de Bolha: O Impacto do Encontro Trump-Xi e a Disparada da IA

    As declarações após o encontro indicam avanços em diversas frentes comerciais e políticas:Agronegócio: Acordo para a compra chinesa de produtos agrícolas, com destaque para a soja (estimativa de 25 milhões de toneladas/ano), o que beneficia fazendeiros americanos, mas gera competição para o Brasil.Aviação: Anúncio da venda de 200 aeronaves da Boeing para a China.Energia e Geopolítica: Os chineses mantêm o fluxo de navios petroleiros no Estreito de Ormuz. Em relação a Taiwan, não houve avanços claros na retórica de independência.Tecnologia: Liberação do chip H200 da Nvidia para os chineses, impulsionando as expectativas de vendas da empresa.Setor Financeiro: Interesse de instituições como Goldman Sachs, Blackstone e Visa em expandir operações na China para captar a poupança local e atuar em gestão de ativos.Apple: Tim Cook esteve presente, reforçando a importância da China tanto na cadeia de suprimentos (Foxconn) quanto como mercado consumidor.Alta Global: As curvas de juros estão subindo mundialmente, incluindo Reino Unido e, principalmente, Estados Unidos.Impacto no Valuation: Juros de 30 anos a 5% e de 2 anos a 4,10% nos EUA pressionam negativamente empresas de Growth (crescimento), cujos fluxos de caixa são projetados para o futuro.Petróleo e Inflação: O petróleo segue em alta devido a conflitos no Oriente Médio, elevando o preço da gasolina e a inflação nos EUA, o que afeta a popularidade de Trump perante o eleitorado.Brasil: O cenário de juros altos e dólar pressionado (na casa de R$ 5,30 - R$ 5,60) dificulta cortes nas taxas pelo Banco Central, devido ao risco inflacionário.Tecnologia Própria: A Cerebras lançou seu IPO, destacando-se pelo hardware Wafer Scale Engine, um chip de grandes dimensões focado em resolver gargalos de inferência em IA.Modelo Híbrido: A empresa compete com a Nvidia no hardware, mas também oferece serviços de nuvem e APIs, buscando reduzir a dependência de gigantes como Amazon e Google.Sinais de Alerta: As ações dispararam 70% no dia do lançamento, o que levanta discussões sobre uma possível bolha de IA no mercado financeiro.

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    EPISÓDIO 14/05 - Geopolítica, IA e Mercados: O Encontro Trump-Xi e as Perspectivas para 2026

    Geopolítica e Comércio Internacional• Encontro Trump e Xi Jinping: Foi o destaque da semana, com uma delegação norte-americana composta por CEOs "estrelas" como Elon Musk, Tim Cook e Jensen Huang. O objetivo foi demonstrar a predisposição dos EUA e da China para acordos comerciais e abertura de negócios.• Armadilha de Tucídides: O locutor cita o livro de Graham Allison para refletir sobre o risco de conflito quando uma potência emergente ameaça superar uma potência estabelecida.Tecnologia e Inteligência Artificial (IA)• NVIDIA e Semicondutores: As ações da NVIDIA subiram devido ao otimismo com o encontro diplomático, reduzindo receios sobre proibições de exportação de chips para a China.• Ecossistema de IA: Menção ao crescimento de empresas ligadas à infraestrutura de dados e memória, como Micron, Samsung e SK Hynix.• Ciclo de Depreciação: O áudio rebate a ideia de que chips antigos perdem valor rapidamente, argumentando que eles ainda possuem funções essenciais de inferência e tarefas básicas.Cenário Econômico Global• Energia e Inflação: O petróleo Brent está cotado a 105 dólares o barril, pressionando os índices de inflação ao produtor (PPI) e ao consumidor (CPI).• Reino Unido: Existe uma possível crise de liderança com Keir Starmer podendo perder apoio no parlamento, o que gera incerteza fiscal e afeta os títulos públicos (gilts).• Michael Burry: O locutor comenta sobre os alertas de "bolha" feitos por Burry, sugerindo cautela, mas notando que previsões pessimistas nem sempre acertam o timing do mercado.Brasil• Volatilidade Política: O mercado reagiu negativamente a vazamentos e alegações envolvendo o "Caso Master" e espectros políticos, impactando o câmbio e a bolsa.• Fluxo Estrangeiro: Observou-se uma retirada de capital por investidores institucionais estrangeiros, que estão realizando lucros e adotando uma postura mais defensiva após ganhos no primeiro semestre.• Perspectiva de Ativos: Apesar da cautela, o locutor vê oportunidades em empresas de média e pequena capitalização (mid e small caps) que estão com preços descontados.Estratégia de Investimento• Defensividade: Sugestão de considerar posições em empresas mais sólidas e tradicionais, como Berkshire Hathaway e JP Morgan, para equilibrar a carteira diante do otimismo excessivo do setor de tecnologia.

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    EPISÓDIO 13/05 - Tensões Inflacionárias e a Nova Era Monetária: Panorama Global e Brasil (Maio 2026)

    Cenário Econômico nos Estados UnidosInflação em Alta: O CPI (Índice de Preços ao Consumidor) e o núcleo da inflação vieram acima do esperado, colocando a economia americana em estado de atenção.Mercado de Trabalho: O desemprego continua baixo e o mercado de trabalho aquecido, mas os ganhos reais dos salários estão perdendo para a inflação.Kevin Warsh no Fed: A aprovação de Kevin Warsh para o Federal Reserve gera incerteza. Ele planeja mudanças na comunicação do órgão, como o fim do forward guidance e das coletivas após as reuniões.Expectativa de Juros: Já existe uma projeção de 30% de chance de aumento dos juros nos EUA devido ao aquecimento econômico.Retração e Recuperação: Após uma retração devido à inflação, os futuros americanos amanheceram em alta, impulsionados pelo setor de semicondutores.Inteligência Artificial (IA): O índice Nasdaq tem sido sustentado pela performance das empresas de IA e semicondutores. Embora alguns falem em "bolha", as Hyperscalers (Mag 7) não parecem infladas em termos de valuation comparado ao histórico.Europa: Existe uma preocupação com a inflação, mas o mercado menos aquecido poderia permitir cortes de juros. Contudo, o Banco Central Europeu raramente age sem sintonia com os EUA. O setor de defesa segue forte devido à militarização europeia.China: O país vive um paradoxo: deflação para o consumidor doméstico e reflação para o produtor (devido às commodities). O mercado interno não dá sinais claros de recuperação, mas a tese de IA doméstica (Alibaba, Baidu, Tencent) segue intacta.Coreia: O índice coreano (Kospi) é visto como muito esticado no momento, impulsionado por empresas de memórias.Inflação (IPCA): O resultado veio levemente abaixo do esperado pelo mercado (0,67% no mês contra expectativa de 0,70%), mantendo a discussão sobre o ritmo de corte de juros pelo Banco Central.Câmbio e Commodities: O petróleo alto favorece a Petrobras e a arrecadação, podendo ajudar o câmbio (citado em R$ 4,89).Ibovespa: O índice passa por uma correção natural de quase 10%, com saída de capital estrangeiro, mas a tese de diversificação em mercados emergentes continua sólida.

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    EPISÓDIO 12/05 - Panorama do Mercado: O Frenesi da IA em Wall Street frente à Cautela Macroeconômica Global

    Mercado Norte-AmericanoRecordes Históricos: O S&P 500 atingiu 7.400 pontos, o Nasdaq 26.000 e o Dow Jones 49.000.Setor de Tecnologia: Os ganhos estão concentrados em semicondutores (alta de 60-70% no ETF SOXX desde abril), impulsionados pela Inteligência Artificial.Divergência no Setor Financeiro: Enquanto analistas como Ed Yardeni veem o setor como "barato", outros, como Michael Burry, alertam para uma bolha e recomendam maior exposição em caixa.Expectativa de Dados: O grande evento do dia é a divulgação do CPI (inflação) nos EUA, que pode impactar a curva de juros e empresas de growth.Europa: Abertura em queda, com bancos e setores cíclicos sob pressão e menor esperança de um cessar-fogo no Oriente Médio, o que mantém o petróleo alto.Reino Unido: Instabilidade política com a possível saída de Keir Starmer, afetando os títulos públicos (Gilts).Ásia: Expectativa pela visita de Trump à China; na Coreia, o mercado reagiu mal à possibilidade de tributação sobre lucros de empresas de IA.Ibovespa: Acumula cinco semanas consecutivas de queda.Dólar: Cotado próximo a R$ 4,89, favorecido pelo carry trade (diferencial de juros) e pelo superávit comercial impulsionado pela alta do petróleo.Fluxo de Capital: A B3 registrou saldo negativo de R$ 15,8 bilhões nas últimas 15 sessões, sugerindo que investidores institucionais estão fazendo caixa.Petrobras: Apresentou resultado forte com receita de aproximadamente US$ 16 bilhões e lucro líquido de US$ 6 bilhões, apesar da queda de 7% nas ações na última semana.BTG Pactual: Resultados sólidos e consistentes, com captação líquida de R$ 83 bilhões no 1º trimestre, lucro líquido de R$ 4,8 bilhões (alta de 42%) e ROE ajustado de 26,6%.

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    EPISÓDIO 11/05 - Mercados em Máximas Históricas e a Encruzilhada Global: IA, Inflação e o Xadrez Geopolítico de 2026

    Cenário Geopolítico e Econômico GeralNegociações Irã-EUA: O mercado enfrenta uma "encruzilhada" devido à falta de avanço nas negociações com o Irã, após os EUA recusarem uma contraproposta iraniana.Conflito em Israel: O primeiro-ministro Netanyahu indicou que o conflito não terá uma resolução rápida.Encontro Trump e Xi Jinping: Há grande expectativa para a reunião entre Donald Trump e Xi Jinping na China na próxima quinta-feira, com foco em tensões geopolíticas e no papel mediador do Paquistão.S&P 500 em Alta: O índice atinge níveis históricos (All-Time High), impulsionado por setores de qualidade e empresas com forte fluxo de caixa.Inteligência Artificial (IA): Continua sendo o motor do mercado, beneficiando empresas de GPU, memória e hyperscalers.Google (Alphabet): Destaca-se como a nova líder e empresa mais valiosa, superando a Nvidia em valor de mercado, apesar de historicamente negociar com múltiplos mais baixos.Inflação: O mercado aguarda com cautela a divulgação do CPI (amanhã) e do PPI ao longo da semana para avaliar riscos inflacionários.Europa: Enfrenta riscos inflacionários por ser importadora líquida de petróleo. O setor de luxo (LVMH, Kering) sofre com a demanda instável na China, e o setor de defesa passa por correção após altas excessivas.Coreia do Sul: Beneficia-se da onda de IA através de gigantes de memória como Samsung e SK Hynix.Japão: O iene sofreu desvalorização de cerca de 15% desde abril de 2025 devido à política monetária frouxa. Scott Bessent viajou ao Japão para discutir o câmbio.Taxa Selic: Há um debate sobre a necessidade de o Copom ser cauteloso com cortes de juros diante do aumento das projeções de inflação no Boletim Focus (próximo de 5%).Câmbio: O real opera em 4,89, mas existe o risco de o carry trade diminuir se a diferença entre os juros americanos e brasileiros encolher.Mercado Imobiliário: Corretores projetam melhora com possíveis cortes de juros, mas o áudio sugere ceticismo quanto a esse espaço para reduções.Divulgação do 13F: Na sexta-feira, os fundos institucionais revelam suas posições à SEC, permitindo observar alocações de grandes investidores como George Soros e Stanley Druckenmiller.Mudança no Fed: Kevin Warsh deve assumir a liderança do Federal Reserve, trazendo uma visão possivelmente menos comunicativa com a imprensa e focada na natureza deflacionária da IA.Balanços Corporativos: Destaque para os resultados de Cisco, Alibaba, Tencent e SoftBank na quarta-feira.

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    EPISÓDIO 8/05 - O Efeito Payroll e a Corrida da IA: Estratégias entre o Otimismo Global e o Desafio Brasileiro

    Payroll e Desemprego: O foco do dia é o relatório de empregos de abril, considerado o dado mais importante da semana.Federal Reserve: Os números de emprego devem pautar a conduta de Kevin Warsh, que assume o Fed, com a tendência de manutenção das taxas de juros sem cortes para 2026 caso os dados venham fortes.Revisão de Alvos: Bancos como RBC e UBS elevaram suas projeções para o S&P 500 para até 7.900 e 8.400 pontos, respectivamente, impulsionados pelos lucros do primeiro trimestre.Bolha e Inteligência Artificial:Paul Tudor Jones: Comparou o momento atual à bolha da internet de 1999, embora permaneça "comprado" em tecnologia."AI Washing": Alerta sobre empresas (especialmente farmacêuticas) que usam o rótulo de IA apenas para inflar o valor das ações.Empresas de Destaque: Perspectiva positiva para Nvidia e Apple, mas cautela com a Coreweave devido ao seu modelo de queima de caixa e baixo retorno sobre o capital.Europa: Enfrenta um cenário difícil com riscos geopolíticos e custos elevados de energia, gerando um descompasso entre fundamentos e avaliações de mercado.Ásia: A Coreia do Sul se destaca pelo setor de memórias, que aproveita diretamente a tendência de IA.Defesa: Menção à Rheinmetall e ao processo de militarização da Alemanha como uma oportunidade de inovação e novos produtos.Ibovespa e Fluxo: O índice caiu 7% desde o topo. O fluxo estrangeiro está concentrado em "Large Caps" como Petrobras e Vale, o que faz com que fundos fundamentalistas fiquem para trás na performance.Dólar: Atualmente na casa de R$ 4,90, o patamar é visto como uma janela de oportunidade para alocação externa por estar na mínima de dois anos.Taxa Selic: Com a inflação persistente, a projeção é de cortes tímidos, podendo encerrar o ciclo entre 13% e 13,5%.

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    EPISÓDIO 7/05: Bolsas em Recorde e o Novo Equilíbrio da IA: Panorama Global e Nacional

    Mercado Internacional e CommoditiesRecordes nas Bolsas Americanas: O S&P 500 atingiu uma máxima histórica de aproximadamente 7.300 pontos, enquanto o Nasdaq 100 chegou aos 28.600 pontos.Petróleo em Queda: Devido às expectativas de um acordo entre Irã e Estados Unidos, os preços dos barris Brent e WTI caíram para menos de 100 dólares, o que favorece as projeções de inflação.Juros nos EUA: A curva de juros apresentou queda, com o título de 2 anos em 3,85% e o de 10 anos em 4,33%. No entanto, o título de 30 anos preocupa ao negociar próximo de 5%.Política Monetária: Austan Goolsbee (membro do Fed) alertou contra cortes precipitados de juros, rebatendo o argumento de que a Inteligência Artificial (IA) causaria deflação imediata por ganho de produtividade.Resultados da CoreWeave: Grande expectativa sobre a empresa, que é um termômetro da demanda por IA. Ela possui parcerias com NVIDIA, Microsoft e Meta, mas apresenta riscos devido à alta alavancagem.Fabricantes de Memória: Na Ásia, empresas como Samsung e SK Hynix registram margens históricas elevadas, acompanhando a tendência de crescimento da Micron nos EUA.AMD: Destaque para o crescimento de 18% no pregão após resultados positivos em data centers e posicionamento como concorrente direta da NVIDIA.Taxa Selic: A ata do Copom confirmou, por unanimidade, o corte de 25 pontos-base, mantendo a taxa em 14,5%.Inflação: O Banco Central elevou a projeção inflacionária, e o mercado (Boletim Focus) já projeta 4,89%, com a Selic terminando o ano em 13%.Câmbio: O dólar enfraqueceu perante o real, sendo negociado em torno de R$ 4,90, o que ajuda a mitigar pressões inflacionárias importadas.Bitcoin: Em forte tendência de alta desde março, subindo cerca de 25% e atingindo a marca de 80 mil dólares.IPO da Compass: O braço da Cosan (grupo de Rubens Ometto) planeja abrir capital com uma avaliação de até R$ 25 bilhões, visando desalavancagem.Uber: Apresentou bons resultados com alta na receita e no volume de corridas, apesar das incertezas sobre a concorrência futura com veículos autônomos.México (Banxico): Previsão do último corte na taxa de juros (atualmente em 6,75%) para acomodação da política monetária local.Europa: Tensões crescentes com a militarização russa e investigações de espionagem na Polônia. Os EUA negaram o fornecimento de mísseis Tomahawk aos europeus.Espanha e Oriente Médio: Donald Trump demonstra interesse na resolução rápida do conflito no Oriente Médio para evitar o aumento do preço da gasolina antes das eleições de novembro.

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    EPISÓDIO 06/05: Diplomacia EUA-Irã Derruba Petróleo, IA Impulsiona AMD e Dólar Recua para R$ 4,91

    Cenário InternacionalAcordo EUA-Irã: Surgiram notícias de um memorando de entendimento entre os dois países, o que gerou uma guinada nos preços de mercado, com alta nos futuros do S&P 500 e Nasdaq.Papel da China: A Bloomberg destacou a importância da diplomacia chinesa nesse acordo, ressaltando o interesse da China no petróleo iraniano e a reunião agendada entre o Xi Jinping e os EUA em maio.Impacto no Petróleo: A possibilidade de acordo causou uma queda de 10% no preço do petróleo, reduzindo a volatilidade global.Resultados da AMD: A empresa apresentou dados positivos impulsionados pela inteligência artificial, com suas ações subindo cerca de 17-18% no pré-mercado. Isso demonstra a força do setor de semicondutores e a competição com a Nvidia.Mercado de Trabalho nos EUA: Os dados do relatório JOLTS indicam estabilidade nas vagas de emprego. A expectativa agora gira em torno do relatório ADP e do Non-Farm Payroll na sexta-feira.Câmbio: O dólar caiu para R$ 4,91, com alguns gestores projetando valores entre R$ 4,80 e R$ 4,50.Ata do Copom: O documento foi divulgado hoje, mas já é considerado um pouco defasado devido às mudanças rápidas no cenário econômico e na cotação do dólar.Selic e Crédito: A taxa de juros elevada continua impactando famílias e empresas, resultando em um aumento de recuperações judiciais, especialmente entre pequenas e médias empresas.Inflação: A queda do dólar é vista como um fator positivo para conter a pressão inflacionária no Brasil.Exposição Internacional: O palestrante sugere que investidores qualificados aproveitem a janela de oportunidade da queda do dólar para aportes graduais em ativos no exterior.Bolsa Brasileira (Ibovespa): Há otimismo quanto ao fluxo de capital para a bolsa brasileira, com destaque para as Small Caps e Mid Caps que ainda estão descontadas.

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    EPISÓDIO 5/5 - Tensões no Oriente Médio, a Hegemonia da IA e os Novos Desafios Econômicos do Brasil

    Geopolítica e CommoditiesConfronto no Oriente Médio: Relato de troca de tiros entre as marinhas dos EUA e do Irã no Estreito de Ormuz, resultando em um cessar-fogo considerado extremamente frágil.Preço do Petróleo: Devido às tensões, o petróleo opera em alta, com o Brent a US$ 112 e o WTI a US$ 113 o barril no mercado spot. Há preocupação com a inflação e a desaceleração global caso o conflito se prolongue.Rússia: Informações do Financial Times indicam que o presidente Putin estaria vivendo em bunkers devido ao risco de ataques de drones e tentativas de assassinato.Resultados da Palantir: A empresa apresentou um crescimento de receita de 85% ano contra ano, com a receita nos EUA saltando 104%, impulsionada pela inteligência artificial.S&P 500: O Goldman Sachs projetou o índice em 7.600 pontos para o final do ano (atualmente em 7.200). Nota-se, porém, que os ganhos estão concentrados em poucas empresas de tecnologia e IA.Taxa de Juros: A expectativa é que o Fed mantenha os juros altos, sem cortes ao longo do ano, dado o vigor do mercado de trabalho e os dados de emprego (JOLTS e Payroll).Europa: Segue em clima de estagnação com risco inflacionário, embora bancos como BNP Paribas e SocGen tenham reportado lucros.Ásia/China: Foco na tentativa de migrar a grande poupança das famílias chinesas do setor imobiliário para o mercado de capitais, enfrentando a resistência da volatilidade.Boletim Focus: As projeções para a inflação no fim do ano subiram para 4,89%. O câmbio projetado é de R$ 5,25 e a Selic terminal para 2026 foi elevada para 13%.Programa Desenrola: O governo lançou uma nova fase do programa para refinanciar dívidas de brasileiros com renda de até R$ 8 mil, incluindo agora micro e pequenas empresas e produtores rurais.Setor Bancário: Observa-se pessimismo com os grandes bancos (Santander, Banco do Brasil, Itaú) devido ao aumento da inadimplência e à forte concorrência das fintechs, o que tem pressionado o valor das ações.

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    EPISÓDIO 4/05 - Conflitos no Estreito, Estagflação no Japão e o Vigor das Big Techs

    Conflito no Oriente Médio: Menção à escolta norte-americana de petroleiros no Estreito de Ormuz e relatos (negados pelos EUA) de ataques iranianos a navios americanos.Petróleo: O barril WTI opera acima de US$ 102 e o Brent a US$ 110 no mercado spot. A curva futura indica preocupação com a duração do conflito, com o contrato de dezembro próximo aos US$ 90.Tensões EUA e Europa: Donald Trump teria retirado 5 mil tropas da Alemanha após críticas do chanceler Friedrich Merz, aumentando a pressão sobre a OTAN e incentivando a militarização europeia.China e Japão: A China segue em feriado bancário. No Japão, o Banco Central (BoJ) revisou a inflação para cima (2,8%) e o PIB para baixo (0,5%), configurando um cenário de estagflação com juros reais negativos.S&P 500: O índice mantém tendência de alta, atingindo 7.200 pontos, impulsionado por lucros líquidos corporativos que superaram as expectativas dos analistas.Federal Reserve (Fed): Jerome Powell decidiu permanecer no conselho do Fed após pressões políticas e investigações. Três membros votaram por uma postura mais rígida contra a inflação, reduzindo as chances de corte de juros ainda este ano.Apple: Resultados positivos no 1º trimestre, apesar da falta de inovações disruptivas, sustentados pela "obsolescência programada" e fidelidade ao ecossistema iOS.Ibovespa: O índice passa por uma correção de aproximadamente 7,2% desde o topo, operando na casa dos 187 mil pontos.Taxa Selic e Câmbio: Expectativa de pouco espaço para cortes na Selic (projeção de 14%). O câmbio é favorecido pelas exportações de petróleo e pelo carry trade, com valor justo projetado em R$ 4,80.Terça-feira: ISM de serviços nos EUA e comunicado do Banco Central do Canadá.Quarta-feira: Possível confirmação de Kevin Warsh no Senado americano.Sexta-feira: Divulgação do Payroll (dados de emprego nos EUA), crucial para as próximas decisões do Fed.OPEC+: Discussões sobre produção de petróleo; destaque para a saída dos Emirados Árabes Unidos da organização para aumentar sua produção individual.

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    EPISÓDIO 30/04 - Decisões de juros, o Dilema do CAPEX em IA e o desempenho das Big Techs

    Decisões dos Bancos CentraisFederal Reserve (EUA): Jerome Powell, em sua última coletiva como presidente, manteve os juros entre 3,5% e 3,75%, alertando para os riscos inflacionários que estão elevando a curva de juros americana.Copom (Brasil): Realizou um corte de 25 basis points com um tom "hawkish", demonstrando preocupação com a inflação disseminada além do setor de energia.Cenário Fiscal Brasileiro: O mercado projeta uma Selic de 14,16% para janeiro de 2027, um cenário considerado insustentável para o serviço da dívida pública.Resultados Fortes: A receita cresceu 33% e o lucro líquido subiu 61% (ajustado para 18,7 bi de dólares sem benefícios fiscais).Punição do Mercado: A ação caiu cerca de 8% no pré-market devido ao anúncio de aumento do CAPEX (investimento em capital) para Inteligência Artificial, sem um retorno claro imediato para os investidores.Melhor Resultado: Considerada a vencedora do dia, com alta de 7% nas ações. A receita consolidada cresceu 20% e o lucro líquido saltou 81%.Destaques: Forte desempenho do Google Cloud (que atingiu 20 bi de dólares em receita) e aumento de subscrições no YouTube e Gemini.Ceticismo Moderado: Reação tímida do mercado (queda de 1%). Apesar do aumento de receita, há uma desaceleração no crescimento da nuvem Azure.Dúvidas sobre IA: O mercado questiona se a parceria com a OpenAI manterá a rentabilidade histórica diante dos altos custos de infraestrutura.Eficiência e IA: Receita de 181 bi de dólares no trimestre. A empresa convenceu o mercado sobre seus investimentos em IA, especialmente com o chip próprio Trainium.Efeito Riqueza (Wealth Effect): Rafael explica que quando as ações das Big Techs (que compõem 40% do índice) caem, os investidores se sentem "mais pobres" e consomem menos, impactando a economia real.CAPEX vs. Retorno: O grande dilema atual é o alto gasto das empresas em servidores e data centers para IA, enquanto o mercado aguarda provas de que isso gerará lucro sustentável.

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    EPISÓDIO 29/04 - O Impacto da saída dos Emirados da OPEP, a nova defesa Europeia e o desafio da IA

    Cenário Geopolítico e Petróleo• Saída dos Emirados Árabes Unidos da OPEP: O país tomou essa decisão para evitar as cotas impostas pelo cartel e aumentar sua produção. Isso pode gerar tensões com a Arábia Saudita e dificultar a coordenação dos EUA na região, já que ambos são aliados americanos e membros do Conselho dos Países do Golfo (GCC).• Impacto nos Preços: Se houver uma resolução rápida no conflito do Oriente Médio, a maior oferta de petróleo (pela saída dos Emirados e possível volta das exportações chinesas de produtos refinados) pode levar a uma queda drástica nos preços.• Situação no Irã: O estudioso Abbas Milani aponta que o governo iraniano foi tomado pela Guarda Revolucionária, enfrentando uma grave crise financeira e miséria da população. A resolução do conflito depende da postura dos EUA sobre armas nucleares e da aceitação iraniana.Política Monetária e Inflação• Bancos Centrais: Hoje é um dia decisivo com reuniões do FOMC (EUA) e do Copom (Brasil).• No Brasil: Espera-se um corte de 0,25% na taxa Selic, mas com um discurso mais rígido (hawkish), devido ao IPCA-15 de 0,89% e à inflação difundida em bens industriais, já próxima do teto da meta (4,5%).• Nos EUA: A expectativa é de manutenção dos juros. O mercado aguarda o discurso de Jerome Powell (sua última coletiva) e a possível aprovação de Kevin Warsh como novo presidente do Federal Reserve.• Inflação Global: Problemas na produção agrícola e na oferta de fertilizantes continuam pressionando os custos ao consumidor.Resultados das Big Techs• O mercado aguarda os balanços de Amazon, Microsoft, Meta e Alphabet (Google).• Foco em IA: O investidor quer saber se os investimentos bilionários em Inteligência Artificial e Data Centers já estão sendo monetizados e trazendo retorno real para o caixa das empresas.Defesa e Militarização na Europa• Alemanha: O país superou o Reino Unido e a França em gastos militares, assumindo um papel de protagonismo na OTAN diante das ameaças russas.• Oportunidade de Investimento: Empresas de defesa europeias, como BAE Systems e Rheinmetall, podem se beneficiar dessa tendência de investimento estatal.• Guerra "Low Cost": O uso de drones baratos no Irã e na Ucrânia levanta dúvidas sobre a eficácia de gastos astronômicos em equipamentos militares tradicionais e caros.Outros Destaques• OpenAI: Enfrenta queda no número de usuários e dificuldades para crescer receita, o que impactou negativamente fornecedores como Broadcom, Nvidia e Oracle.• Elon Musk vs. Sam Altman: Continua o processo judicial sobre a mudança da natureza jurídica da OpenAI de fundação sem fins lucrativos para sociedade com fins lucrativos.• Arrecadação no Brasil: A Receita Federal enfrenta dificuldades para atingir a meta de arrecadação de R$ 30 bilhões após mudanças na isenção do IR para quem ganha até R$ 5.000 e na tributação de dividendos.

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    EPISÓDIO 28/04 - O abalo da OpenAI, métricas abaixo do esperado e o fim da exclusividade com a Microsoft em uma nova era para a IA

    Petróleo: O barril ultrapassou os US$ 110, gerando preocupação com o impacto na inflação global.Japão (BoJ): O Banco Central Japonês manteve os juros em -0,75%, o que enfraquece o Iene e indica um cenário de estagflação, embora a bolsa tenha subido pelo poder de repasse de preços das empresas.EUA (Federal Reserve): Expectativa para a reunião do FOMC nesta quarta-feira; pode ser a última coletiva de Jerome Powell como "Chair", com incertezas sobre sua permanência no conselho.OpenAI: Relatos do Wall Street Journal indicam desaceleração no crescimento de receita e usuários, o que afetou empresas parceiras como Nvidia, Oracle e Coreweave.Microsoft & OpenAI: Fim da parceria de exclusividade; a OpenAI agora está livre para negociar com outras nuvens, como a Amazon (AWS).Meta (Facebook): O governo chinês barrou a compra da startup de IA Manus (avaliada em US$ 2 bilhões) por Mark Zuckerberg, alegando segurança nacional.Inflação e Juros: O Boletim Focus mostra expectativas de inflação mais alta para os próximos três anos. Para o Copom amanhã, espera-se um corte de 0,25%, mas com um tom de cautela (hawkish).Endividamento: O governo deve anunciar o Desenrola 2.0 para renegociar dívidas, já que o Brasil atingiu o recorde de 80% das famílias endividadas.Setor Automotivo: O Brasil se tornou o 3º maior mercado importador de veículos elétricos chineses, com forte presença da BYD.Empresas: Destaque para a divulgação dos resultados da Vale hoje e dados do IPCA-15.Irã: Houve uma nova proposta de negociação enviada aos EUA, mas o cenário parece paralisado sem grandes avanços diplomáticos no momento.

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    EPISÓDIO 27/04 - Geopolítica, Big Techs e o futuro dos IPOs

    Tentativa de Atentado nos EUA: Houve um incidente no jantar dos correspondentes em Washington, no hotel Hilton; apesar da falha de segurança, ninguém saiu ferido e nenhuma autoridade ou jornalista foi atingido.Conflito no Irã: As negociações estão paralisadas; Donald Trump não enviou J.D. Vance para continuar as tratativas, enquanto a Rússia (Putin) e a China continuam interferindo no evento.Resiliência da China: O país diversificou suas reservas energéticas e depende apenas de 6% do petróleo que passa pelo Estreito de Ormuz, possuindo reservas para suportar de 3 a 6 meses de paralisação.Mercado de Capitais e IPOs: Existe uma tese de que o mercado caminha para uma injeção de liquidez através de IPOs aguardados de empresas como SpaceX, OpenAI e Anthropic, que podem entrar no mercado com valores próximos ou superiores a 1 trilhão de dólares.Petróleo e Inflação: O petróleo Brent segue elevado (US$ 100), mantendo a preocupação dos bancos centrais com o pico inflacionário, especialmente no "headline" (alimentos e energia).Semana Decisiva: Estão previstas decisões sobre taxas de juros do Banco do Japão (BoJ), Federal Reserve (Fed), Banco Central Europeu (BCE) e Banco da Inglaterra.Temporada de Balanços: Destaque para os resultados de Amazon, Alphabet, Meta e Microsoft na quarta-feira, e Apple na sexta-feira.Mudança na Apple: O áudio menciona a transição de gestão na Apple, com John Ternus assumindo o lugar de Tim Cook.Copom e Selic: A expectativa é de um corte de 25 pontos-base na taxa Selic, mas com um tom mais "hawkish" (rigoroso) do Banco Central devido aos riscos inflacionários.Câmbio: O dólar comercial fechou a semana anterior em R$ 4,97, favorecido por um movimento global de desvalorização do DXY.Movimentações Corporativas: Destaque para a entrevista de Armínio Fraga sobre a ruptura da ordem global e a gestão da Ultrapar (Marcos Lutz), que vem ampliando participação na Rumo e se consolidando como uma holding de infraestrutura.

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