EPISODE · Nov 6, 2023 · 3 MIN
O Inep acionou a Polícia Federal para investigar a imagem de uma prova de redação do Enem 2023 que circula nas redes sociais e em grupos do WhatsApp
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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) acionou, na tarde deste domingo, 5, a Polícia Federal para investigar a imagem de uma prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2023 que circula nas redes sociais e em grupos do WhatsApp. A assessoria de imprensa do Inep confirmou a reprodução da imagem e a medida adotada. A imagem reproduzida na internet mostra a página 19 do caderno de provas do tipo 3, branco. Na fotografia, há o tema da redação: “Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil”, bem como instruções aos candidatos para redigirem a dissertação, como número de linhas da folha, uso de caneta preta e penalidade com nota zero quando houver fuga do tema proposto. A imagem mostra ainda quatro textos de apoio relacionados ao tema proposto. Pelas regras do Enem, descritas no edital do Enem 2023, não é permitido o uso de eletrônicos no local de prova, nem postar fotos do exame durante a aplicação da prova. Os participantes flagrados tirando fotos das provas estão cometendo um crime e são, automaticamente, eliminados do Enem. - O ministro da Educação (MEC), Camilo Santana, disse neste domingo (5) que os estudantes que forem prejudicados pelas condições climáticas no país poderão participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2023 na reaplicação de novas provas nos dias 12 e 13 de dezembro. Ele garantiu que os problemas com a falta de energia elétrica em locais de aplicação de provas, no estado de São Paulo, foram resolvidos. O ministro informou que não foi notificado sobre ocorrências relativas à seca que teriam prejudicado candidatos do Norte do país. - Em comunicado conjunto, os chefes das principais agências da Organização das Nações Unidas (ONU) manifestaram indignação pela morte de civis na Faixa de Gaza e apelaram por um "cessar-fogo humanitário imediato" na guerra entre Israel e o Hamas. Os representantes de 18 agências, entre elas o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Programa Mundial de Alimentos (PMA) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), lamentaram o número de mortos na guerra entre Israel e o Hamas, iniciada em 7 de outubro por um ataque do movimento islamita palestino em território israelense. De acordo com o governo do Hamas, 9.770 pessoas foram mortas, metade das quais crianças, nos bombardeios israelenses na Faixa de Gaza desde o início da guerra. Segundo as autoridades israelenses, mais de 1.400 pessoas morreram no país, a maioria civis.
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O Inep acionou a Polícia Federal para investigar a imagem de uma prova de redação do Enem 2023 que circula nas redes sociais e em grupos do WhatsApp
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