EPISODE · May 6, 2026 · 5 MIN
O Veredito do Sangue (A Moral de Galinha)
from A Revolução Ateísta | músicas ateístas · host Jorge Guerra Pires
(Intro - Voz Profunda e Sombria)“O que é a vida? É o princípio da morte. O que é a existência? É a continuidade do sangue. Vocês, que tremem diante de fantasmas e chamam isso de fé, escutem: eu vejo o que vocês são. Galinhas ciscando no terreiro da mentira, esperando o carrasco que reza!”(Verso 1)O bar está escuro, as cartas estão no chãoVocê disse “tudo”, mas sem convicção.O ás de espadas selou o seu destinoMas agora chora como um menino.Diz que é “homem de bem”, cheio de oraçãoMas sua palavra não vale um tostão.Perdeu o brio, fugiu do contrato?A “moral de galinha” não suporta o fato.(Refrão)É a moral de galinha, o voo rente ao chãoCisca na igreja, mas trai o irmão.O homem de fibra sustenta o que dizA galinha recua, com o bico no giz.À meia-noite o chicote vai estalarPara a mediocridade, enfim, sangrar!(Verso 2)Sexta-feira de silêncio, você finge o jejumMas devora o próximo como um qualquer um.Se esconde no terço, foge da razãoEnquanto eu mastigo sua superstição.Se o jogo é pesado, você pede clemênciaMas no meu tribunal não há complacência.Feriu a própria honra querendo enganar?O estrepador está aqui para te ensinar.(Ponte)Não culpe o Diabo pela sua fraquezaO Diabo é fumaça, eu sou a certeza!O sangue não mente, a vontade é a guiaSua fé é o cabresto da hipocrisia.(Refrão Final)É a moral de galinha, o voo rente ao chãoCisca na igreja, mas trai o irmão.O homem de fibra sustenta o que dizA galinha recua, com o bico no giz.À meia-noite o chicote vai estalarPara a mediocridade, enfim, sangrar!(Outro - Falado)“Chamem o médico... eu pago a conta. Mas lembre-se, covarde: o vazio não perdoa quem tem medo de ser livre. A alma é só um medo que te acalma!”(Gargalhada sinistra que vai sumindo...)Ateísmo em forma de música. Álbum completo.
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(Intro - Voz Profunda e Sombria) “O que é a vida? É o princípio da morte. O que é a existência? É a continuidade do sangue. Vocês, que tremem diante de fantasmas e chamam isso de fé, escutem: eu vejo o que vocês são. Galinhas ciscando no terreiro da mentira, esperando o carrasco que reza!” (Verso 1) O bar está escuro, as cartas estão no chão Você disse “tudo”, mas sem convicção. O ás de espadas selou o seu destino Mas agora chora como um menino. Diz que é “homem de bem”, cheio de oração Mas ...
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