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EPISODE · Mar 3, 2026 · 30 MIN

Renan Santos | Café com Política

from Café com Política · host Jornal O TEMPO

O presidente do partido Missão, Renan Santos, afirmou em entrevista ao Café com Política que o caso Banco Master é “o escândalo mais ecumênico” já visto no país. Santos criticou ainda o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), por ter “coragem seletiva” ao atacar o STF e classificou como “briga de egos” os embates envolvendo o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Eduardo Bolsonaro. Para o presidente do Missão, o cenário eleitoral em Minas Gerais é “um desenho maluco”, com fragmentação na direita e indefinições partidárias.Questionado sobre as investigações do Banco Master, Renan disse que o escândalo envolve “Centrão, STF, deputado, senador, governadores, esquerda, direita, influencer fitness”, o que, segundo ele, cria uma força política para que o caso “simplesmente desapareça”. Para o dirigente, há uma tentativa de transformar o episódio em “bode expiatório”, evitando uma apuração ampla. “Se ele (Vorcaro) delata, ele derruba todo mundo”, afirmou, ao avaliar que o caso atinge diferentes campos políticos. Sobre declarações de Romeu Zema de que seria o único pré-candidato com coragem para criticar o Supremo Tribunal Federal, Renan afirmou que “dá risada” da fala. Segundo ele, as críticas precisam atingir todos os envolvidos em escândalos, inclusive nomes ligados à direita. “Eu respeitaria e defenderia publicamente o Zema se ele tivesse coragem de bater em todo mundo nessa história”, disse, ao acusar o governador de adotar uma postura seletiva.Durante a entrevista, Renan também comentou disputas no campo conservador, especialmente envolvendo Nikolas Ferreira e integrantes da família Bolsonaro. Para ele, trata-se de uma disputa por influência. “É uma briga de egos”, afirmou, acrescentando que, se fosse uma divergência de valores, “já estavam rompidos há muito tempo”. O presidente do Missão declarou ainda que Nikolas “nunca discordou frontalmente” dos Bolsonaro e que a disputa atual é por “espaço, liderança, poder, dinheiro”.No cenário mineiro, Renan avaliou que há excesso de pré-candidatos e indefinições partidárias. “É um desenho maluco”, disse. Ele questionou a possibilidade de o PL apoiar o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), argumentando que o partido precisaria de um nome “integralmente alinhado” para maximizar votos no Estado. Sobre Cleitinho, o presidente do Missão afirmou ainda que não o vê como um candidato ideologicamente definido e que parte da confusão está mais presente “na internet” do que na política tradicional.Apesar das críticas ao cenário atual, Renan reafirmou que manterá sua pré-candidatura à Presidência e descartou abrir mão do projeto. Segundo ele, o partido pretende apresentar propostas próprias e romper com o que chama de seletividade na política brasileira. “Se o brasileiro quer votar em ladrão, está tudo bem. Mas vote sabendo o que está fazendo”, declarou o dirigente que defende que o partido também tenha uma candidatura  própria ao governo do Estado. 

O presidente do partido Missão, Renan Santos, afirmou em entrevista ao Café com Política que o caso Banco Master é “o escândalo mais ecumênico” já visto no país. Santos criticou ainda o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), por ter “coragem seletiva” ao atacar o STF e classificou como “briga de egos” os embates envolvendo o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Eduardo Bolsonaro. Para o presidente do Missão, o cenário eleitoral em Minas Gerais é “um desenho maluco”, com fragmentação na direita e indefinições partidárias.Questionado sobre as investigações do Banco Master, Renan disse que o escândalo envolve “Centrão, STF, deputado, senador, governadores, esquerda, direita, influencer fitness”, o que, segundo ele, cria uma força política para que o caso “simplesmente desapareça”. Para o dirigente, há uma tentativa de transformar o episódio em “bode expiatório”, evitando uma apuração ampla. “Se ele (Vorcaro) delata, ele derruba todo mundo”, afirmou, ao avaliar que o caso atinge diferentes campos políticos. Sobre declarações de Romeu Zema de que seria o único pré-candidato com coragem para criticar o Supremo Tribunal Federal, Renan afirmou que “dá risada” da fala. Segundo ele, as críticas precisam atingir todos os envolvidos em escândalos, inclusive nomes ligados à direita. “Eu respeitaria e defenderia publicamente o Zema se ele tivesse coragem de bater em todo mundo nessa história”, disse, ao acusar o governador de adotar uma postura seletiva.Durante a entrevista, Renan também comentou disputas no campo conservador, especialmente envolvendo Nikolas Ferreira e integrantes da família Bolsonaro. Para ele, trata-se de uma disputa por influência. “É uma briga de egos”, afirmou, acrescentando que, se fosse uma divergência de valores, “já estavam rompidos há muito tempo”. O presidente do Missão declarou ainda que Nikolas “nunca discordou frontalmente” dos Bolsonaro e que a disputa atual é por “espaço, liderança, poder, dinheiro”.No cenário mineiro, Renan avaliou que há excesso de pré-candidatos e indefinições partidárias. “É um desenho maluco”, disse. Ele questionou a possibilidade de o PL apoiar o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), argumentando que o partido precisaria de um nome “integralmente alinhado” para maximizar votos no Estado. Sobre Cleitinho, o presidente do Missão afirmou ainda que não o vê como um candidato ideologicamente definido e que parte da confusão está mais presente “na internet” do que na política tradicional.Apesar das críticas ao cenário atual, Renan reafirmou que manterá sua pré-candidatura à Presidência e descartou abrir mão do projeto. Segundo ele, o partido pretende apresentar propostas próprias e romper com o que chama de seletividade na política brasileira. “Se o brasileiro quer votar em ladrão, está tudo bem. Mas vote sabendo o que está fazendo”, declarou o dirigente que defende que o partido também tenha uma candidatura  própria ao governo do Estado.

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