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The scientist

O que fazer quando você carrega uma saudade doída por alguém que pouco se importou por você? No c...

An episode of the Barbara's podcast podcast, hosted by Barbara Dainese, titled "The scientist" was published on May 21, 2008 and runs 5 minutes.

May 21, 2008 ·5m · Barbara's podcast

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O que fazer quando você carrega uma saudade doída por alguém que pouco se importou por você? No começo a gente não se incomoda, acha que não é mesmo uma coisa que é pra durar, é só pra ser uma curtição que vai ser legal para os dois lados e ninguém precisa se envolver muito para isso. Mas e se você passar a gostar daquele carinho, daquela atenção de quando os dois estão juntos? E começar a pensar que a sua vida poderia ser bem mais legal se você tivesse aquela pessoa te ligando sempre pra saber como você está e pra combinar de te buscar depois da aula pra um programa que os dois adorariam: dançar, cinema, teatro...Tantas coisas os dois poderiam ter em comum, tantas coisas poderiam viver e compartilhar. Aí você se pergunta: "Mas por quê? Por que tanta carência, tanta necessidade de se sentir feliz ao lado de alguém?" Não dá pra explicar, mas às vezes vem aquele sentimento de solidão, de abandono. Como se você não tivesse a mínima importância pra ninguém mesmo. E não faria diferença nenhuma pro resto do mundo se você sumisse, se nem ao menos tivesse existido um dia. Eu tive fazes bem mais felizes na vida, onde eu era alegre, vivia rodeada de amigos e de gente ligando toda hora pra convidar pra um role ou qualquer coisa. Acho que era da idade, aquela idade que a gente é mais espontânea, mais despreocupada, legal, tagarela, bonita, simpática. Aí depois a gente vai crescendo, vai ganhando um monte de responsabilidades, tem que fazer um monte de escolhas e nem sempre fica contente com as que fez. Os amigos vão indo embora, os romances ficam cinzas, obscuros, volúveis demais. Parece que o mundo não precisa mais daqueles valores que você prezava quando era adolescente. Agora a regra é ser frio e impessoal. Você não tem mais idade pra mimos. Seriam esses meus lamentos sintomas de uma depressão? Porque, aos 21 anos, já me sinto tão infeliz com a minha vida? Escolhi tudo errado: a faculdade, os empregos que encarei, os lugares onde andei, os amigos que não fiz, as paixõezinhas que insisti e as que desprezei...As vezes a sensação é de que o que resta é se conformar, se apagar, deixar o barco correr como está: triste, num rio de águas turvas e paradas, num clima gélido e nebuloso. Da uma pontadinha no coração perceber que não é assim pra todo mundo, parece que a única deslocada infeliz sou eu. Sem brilho e sem graça. Talvez seja por isso o abondono: sou uma pessoa que não tem mais graça.

O que fazer quando você carrega uma saudade doída por alguém que pouco se importou por você? No começo a gente não se incomoda, acha que não é mesmo uma coisa que é pra durar, é só pra ser uma curtição que vai ser legal para os dois lados e ninguém precisa se envolver muito para isso. Mas e se você passar a gostar daquele carinho, daquela atenção de quando os dois estão juntos? E começar a pensar que a sua vida poderia ser bem mais legal se você tivesse aquela pessoa te ligando sempre pra saber como você está e pra combinar de te buscar depois da aula pra um programa que os dois adorariam: dançar, cinema, teatro...Tantas coisas os dois poderiam ter em comum, tantas coisas poderiam viver e compartilhar. Aí você se pergunta: "Mas por quê? Por que tanta carência, tanta necessidade de se sentir feliz ao lado de alguém?" Não dá pra explicar, mas às vezes vem aquele sentimento de solidão, de abandono. Como se você não tivesse a mínima importância pra ninguém mesmo. E não faria diferença nenhuma pro resto do mundo se você sumisse, se nem ao menos tivesse existido um dia. Eu tive fazes bem mais felizes na vida, onde eu era alegre, vivia rodeada de amigos e de gente ligando toda hora pra convidar pra um role ou qualquer coisa. Acho que era da idade, aquela idade que a gente é mais espontânea, mais despreocupada, legal, tagarela, bonita, simpática. Aí depois a gente vai crescendo, vai ganhando um monte de responsabilidades, tem que fazer um monte de escolhas e nem sempre fica contente com as que fez. Os amigos vão indo embora, os romances ficam cinzas, obscuros, volúveis demais. Parece que o mundo não precisa mais daqueles valores que você prezava quando era adolescente. Agora a regra é ser frio e impessoal. Você não tem mais idade pra mimos. Seriam esses meus lamentos sintomas de uma depressão? Porque, aos 21 anos, já me sinto tão infeliz com a minha vida? Escolhi tudo errado: a faculdade, os empregos que encarei, os lugares onde andei, os amigos que não fiz, as paixõezinhas que insisti e as que desprezei...As vezes a sensação é de que o que resta é se conformar, se apagar, deixar o barco correr como está: triste, num rio de águas turvas e paradas, num clima gélido e nebuloso. Da uma pontadinha no coração perceber que não é assim pra todo mundo, parece que a única deslocada infeliz sou eu. Sem brilho e sem graça. Talvez seja por isso o abondono: sou uma pessoa que não tem mais graça.
The Neil A. Carousso Show Podcast Carousso Enterprises Neil A. Carousso is an entrepreneur and award-winning journalist who operates a full-service production and events company and covers local and business news for WCBS-AM New York where he has earned the recognition as a “30 and Under Superstar” by Radio Ink Magazine.He is responsible for the station’s business programming, including producing and contributing to the sponsored weekly WCBS Small Business Spotlight and WCBS Small Business Comeback Tour video series and the WCBS Business Breakfast programs with business reporter Joe Connolly.Neil has secured interviews with celebrity entrepreneurs, namely “Shark Tank” investors Barbara Corcoran, Daymond John, Robert Herjavec and Kevin O’Leary – and other business leaders – who have shared their wisdom and advice with the WCBS business audience.Neil also produces a national quarterly business event for Bloomberg and Audacy – the parent company of WCBS, WINS-AM, WFAN-AM & FM and more than 230 stations nationwide. Decision Makers, co-host Talking Strategy, Making History Richard Flacks Each episode will focus on a different aspect or example of the general theme. Our kick-off frame is the awkward position that progressives find themselves in. It seems obvious, at least to a significant portion of Leftists, that “working within the Democratic Party” has to be part of any realistic strategy for making substantive, social democratic or radical change in the United States. What is far less clear is what this means practically, in terms of organization and elections. For many years, the slogan of the Left has been to work both “inside and outside” the Democratic Party. But what does that “inside” part actually look like?The podcast project comes from our experience as progressive activists--and from the urgency of now. Dick Flacks taught sociology at UC Santa Barbara and Umiversity of Chicago for 60 years. He's of the founding generation of Students for a Democratic Society and helped write the Port Huron Statement (along with Tom Hayden and the big Lebowski). He and hi The MEGA SWAT Kast The SWAT Kats Go to https://podcast.swatkats.info for more listening options.Welcome to the MEGA SWAT Kast: a show by SWAT Kats fans for SWAT Kats fans, featuring episode commentary with sound bytes, synopsis and observations about Megakat City's heroes and villains that are occasionally amusing.Please adjust your humor targeting displays to the lowest common denominator, and note that the accuracy of recollection missiles may vary.Now, adjust your bandanas, put on your Glovatrix, and get ready to go to full throttle...SWAT Kats: The Radical Squadron was created by Christian and Yvon Tremblay for Hanna-Barbera Cartoons Incorporated.Support the SWAT Kats Revolution Kickstarter efforts by visiting swatkatsrevolution.com, and also remember to keep Warner Bros. happy by buying SWAT Kats DVDs at WBShop.com.This is a swatkats.info production. Make sure to follow us on Twitter @TheSWATKats - https://twitter.com/TheSWATKats Ulica nie je domov Depaul Slovensko Ulica nie je domov je podcast neziskovej organizácie Depaul Slovensko a partnerský podcast denníka SME. Hovoríme v ňom o témach spojených s ľuďmi bez domova, predsudkoch, špecifikách života ľudí, ktorí prišli o svoj domov. Otvárame ich a hlbšie sa pozeráme na to, aký vplyv majú na ich život. Podcast moderuje Dominika Uhlárová, na príprave sa podieľajú Katarína Valčeková a Barbora Kitko. Za hudbu a jingle ďakujeme Dominikovi Kitkovi.…Informácie o aktivitách organizácie, aktuálnych potrebách pomoci, pracovných ponukách aj dobrovoľníctve v Depaul Slovensko nájdete na www.depaul.skAk nám chce
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