EPISODE · Feb 12, 2026 · 2H 5M
Toffoli manda PF enviar dados do caso Master / Oposição pede impeachment
from 3 em 1 · host Jovem Pan
No 3 em 1 desta quinta-feira (12), o destaque foi a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, que determinou que a Polícia Federal envie à Corte os dados extraídos de celulares e computadores apreendidos na investigação do Banco Master. Em meio à repercussão do relatório da PF, o presidente do STF, Edson Fachin, encerrou a sessão e se reuniu com os demais ministros para discutir o caso e a relatoria do processo. O ministro Dias Toffoli confirmou ser sócio de uma empresa que vendeu um resort citado nas investigações do caso Banco Master. Após o encerramento da sessão, o presidente da Corte, Edson Fachin, convocou reunião com os demais ministros para discutir o material entregue pela Polícia Federal e a resposta apresentada por Toffoli. O banqueiro Daniel Vorcaro sinalizou a senadores a possibilidade de prestar depoimento público na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado no dia 24 de fevereiro, quando deve falar pela primeira vez sobre o escândalo envolvendo o Banco Master. O governo da Rússia ampliou as restrições digitais e passou a bloquear também o WhatsApp, além do Instagram e do Facebook, que já tinham limitações desde o início da guerra na Ucrânia. A medida busca incentivar a migração dos usuários para plataformas russas, o que levanta críticas sobre vigilância estatal e controle da informação no país. Em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan, o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que uma eventual vitória dele nas eleições poderia “acabar com a polarização” política no Brasil. Durante a conversa, ele também criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e disse que a esquerda perderia força após o pleito. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou ter conversado com ministros do Supremo Tribunal Federal sobre a possibilidade de prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, há precedentes jurídicos e a mudança de regime seria necessária diante do estado de saúde do ex-mandatário. O governador confirmou ainda que vai se reunir com o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), após o Carnaval. O encontro deve servir para alinhar estratégias políticas e eleitorais para 2026. Ambos destacaram a relação de confiança e apoio mútuo, reforçando a articulação da direita para as próximas eleições. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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