EPISODE · Jun 14, 2021 · 22 MIN
Trabalho precário marca ocupação dos bikeboys
from Repórter Unicamp
Instabilidade, riscos, ausência de regulação e de direitos são algumas das características da profissão dos entregadores por aplicativo. Apesar de ajudarem a garantir o isolamento social daqueles que puderam migrar para o teletrabalho na pandemia, estes trabalhadores tiveram queda nos rendimentos durante o período.Estudo conduzido pela pesquisadora Ludmila Costhek Abílio, do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho (Cesit) da Unicamp, mostra também que há diferenças significativas entre o perfil dos bikeboys contratados por empresas, sejam celetistas ou autônomos, e o perfil daqueles que trabalham via aplicativo: “quanto mais desprotegida e mais mal remunerada, mais juvenil e negra é a ocupação de entregador”, pontua.Na reportagem, confira a análise da pesquisadora e o relato do bikeboy João Vitor dos Santos.Saiba mais sobre a pesquisa:https://www.scielo.br/j/nec/a/zwB63zdGw9nNzqPrS7wFsMN/abstract/?lang=ptConfira também a versão dessa reportagem em vídeo: https://youtu.be/69egNEK5e0o________Reportagem: Liana Coll (Secretaria Executiva de Comunicação)Edição de áudio: Laila Nagano (Rádio e TV Unicamp)
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