EPISODE · Oct 2, 2021 · 32 MIN
Uma Igreja Complicada: Generosidade (2 Coríntios 8) #rpsp
from Reavivados por Sua Palavra
A igreja é a organização planejada por Deus para o anúncio do seu Reino ao mundo. A contribuição financeira é o método de Deus para a obra da proclamação do seu amor ao mundo, expressa por meio da pregação, da adoração e da ação social. Sem as contribuições fiéis dos seus membros, a igreja não pode fazer nada. O dinheiro entregue transforma-se em ações de solidariedade concreta. A contribuição é uma espécie de expressão de gratidão pelo que Deus faz por nós. Contribuir é adorar. Não se trata de um pagamento em troca. O salmista (Salmo 116.12) diz que não temos como retribuir ao Senhor pelos benefícios que nos fez. Trata-se então e tão somente de um gesto de ação de graças pelo que nos tem feito. Certamente, quem não oferece nada é porque não recebeu nada. Não se trata de uma obrigação que se cumpre como um fardo, mas como um privilégio (2Coríntios 8.4). Como vai a sua fidelidade, em termos de regularidade e de percentual da sua contribuição? É algo expressivo ou apenas a sobra? Expressa sua gratidão para com Deus? É o bastante para permitir que a igreja faça a obra de Deus no mundo? Mas eu sou pobre pastor! Será que posso fazer a diferença? Se liga: Jesus se fez pobre para que nós fôssemos espiritualmente ricos. Ao contribuir, seguimos o exemplo de Jesus. Ele, sendo rico, se fez pobre, ao doar sua própria vida (8.9). Nossa generosidade decorre da generosidade excelente de Jesus. A riqueza prometida por Deus não é de dinheiro, mas de riqueza de amor, de amizades, de intimidade com Deus. Por isso, contribui aquele que primeiramente se dá ao Senhor (2Coríntios 8.5). É parte de um processo de santificação. Deus quer a nós, não o nosso dinheiro. A contribuição não deve ser motivada pelo desejo da multiplicação. Certamente, Deus multiplicará a contribuição ao fazê-la circular pelo mundo. Pode ser até que Deus devolva multiplicadamente o que lhe foi doado. No entanto, pode ser que Deus não multiplique os bens daqueles que lhe retribuíram com algo. Como essa não é a motivação, a fidelidade continuará. A multiplicação não é de bens, mas de boa obra, de frutos espirituais. A riqueza prometida por Deus não é de dinheiro, mas de amor, amizade e intimidade com Deus (2Coríntios 9.8). AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
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