EPISODE · Mar 12, 2026 · 23 MIN
Usar forças armadas contra organizações criminosas é um bom negócio?
from Recondo e Os Onze · host Felipe Recondo
O debate sobre classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas voltou à pauta — e desta vez com um ingrediente novo: a pressão e a atuação dos Estados Unidos na região.Mas o que realmente mudaria se essas organizações passassem a ser tratadas como terroristas? Isso ajudaria no combate ao crime organizado ou seria apenas uma mudança de rótulo? ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@recondoeosonzeNeste episódio de DIREITO DO MUNDO, Felipe Recondo conversa com Vladimir Aras, procurador da República e professor da Universidade de Brasília, para discutir os limites e os riscos dessa proposta.A militarização do combate ao narcotráfico funciona? O uso de forças armadas — inclusive estrangeiras — é solução ou ilusão? E o que experiências internacionais, como o Plano Colômbia, as Filipinas de Duterte ou a política de segurança de El Salvador, realmente ensinam?Ao longo da conversa, também surge uma questão maior:por trás da retórica do combate ao crime organizado, estaria em curso uma nova estratégia geopolítica dos Estados Unidos para a América Latina?Uma discussão sobre segurança pública, direito internacional, soberania e geopolítica — e sobre os riscos de soluções fáceis para problemas complexos.00:00 Introdução ao tema da classificação de organizações criminosas como terroristas01:09 Utilização de forças armadas no combate ao crime organizado01:35 Eficácia da militarização e exemplos históricos03:32 Implicações da classificação como organização terrorista05:56 Mercado de drogas e o papel do consumo global08:29 Separação de funções do Estado: polícia vs forças armadas11:03 Riscos de ações militares externas e violações de direitos humanos15:36 Exemplos internacionais: Filipinas, El Salvador e suas lições20:19 Motivações geopolíticas dos EUA na região22:30 Disputa de influência entre EUA e China na América Latina
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O debate sobre classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas voltou à pauta — e desta vez com um ingrediente novo: a pressão e a atuação dos Estados Unidos na região.Mas o que realmente mudaria se essas organizações passassem a ser tratadas como terroristas? Isso ajudaria no combate ao crime organizado ou seria apenas uma mudança de rótulo? ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@recondoeosonzeNeste episódio de DIREITO DO MUNDO, Felipe Recondo conversa com Vladimir Aras, procurador da República e professor da Universidade de Brasília, para discutir os limites e os riscos dessa proposta.A militarização do combate ao narcotráfico funciona? O uso de forças armadas — inclusive estrangeiras — é solução ou ilusão? E o que experiências internacionais, como o Plano Colômbia, as Filipinas de Duterte ou a política de segurança de El Salvador, realmente ensinam?Ao longo da conversa, também surge uma questão maior:por trás da retórica do combate ao crime organizado, estaria em curso uma nova estratégia geopolítica dos Estados Unidos para a América Latina?Uma discussão sobre segurança pública, direito internacional, soberania e geopolítica — e sobre os riscos de soluções fáceis para problemas complexos.00:00 Introdução ao tema da classificação de organizações criminosas como terroristas01:09 Utilização de forças armadas no combate ao crime organizado01:35 Eficácia da militarização e exemplos históricos03:32 Implicações da classificação como organização terrorista05:56 Mercado de drogas e o papel do consumo global08:29 Separação de funções do Estado: polícia vs forças armadas11:03 Riscos de ações militares externas e violações de direitos humanos15:36 Exemplos internacionais: Filipinas, El Salvador e suas lições20:19 Motivações geopolíticas dos EUA na região22:30 Disputa de influência entre EUA e China na América Latina
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