PODCAST · tv
Airport Minute Podcast
by Airport Minute Podcast
Hosts Mark Cerulli and Jim O'Kane examine the 1970 Universal Pictures classic all-star disaster film "Airport," on a minute-by-minute basis for each episode.
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David Vélez, CEO do Nubank. A criação de um novo banco
Participe da nossa comunidade e tenha os melhores insights sobre empreendedorismo: http://bit.ly/Likeabossgrupo – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – David Vélez é o co-fundador e CEO do Nubank, a maior fintech brasileira. Vélez, antes de fundar a super fintech em 2013, era o principal investidor do fundo Sequoia no país. E fez uma transição não usual, largando a atribuição de investidor para ser um dos empreendedores mais admirados do Brasil. Numa espécie de luta de Davi x Golias, a empresa conseguiu, com uma estratégia de growth hacking e experiência do usuário, desafiar o modelo tradicional dos bancos na entrega de serviços financeiros. Especialmente no serviço de cartão de crédito. “SE É DIFÍCIL FAZER, É ÓTIMO QUE SEJA DIFÍCIL, POIS SÓ VOCÊ VAI CONSEGUIR FAZER”– David Vélez Recentemente, a empresa anunciou a NuConta, a conta digital da fintech para todo o mercado. O movimento foi um grande sinal para a revolução financeira que virá pela frente. David é o convidado do primeiro episódio do Like a Boss. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Transcrição do episódio Este episódio foi transcrito e editado com apoio da Conta Simples, conta digital PJ e melhor plataforma brasileira focada em cartões corporativos. “Há quatro anos, quando comecei a falar que queria montar um banco sério, muita gente falava que era muito difícil, como se fosse ruim o fato de ser difícil. Eu achava ótimo que fosse difícil, porque se é difícil você conseguir fazer, só você vai fazer. Não vai ter concorrência.” David Vélez é CEO e fundador do Nubank. É formado em engenharia em Stanford e é o boss de hoje. Um convidado muito especial no 1º episódio da 1ª temporada do Like a Boss. Atenção: logo abaixo você encontrará a transcrição do áudio da entrevista. Mas você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Like a Boss: David, eu li que você teve dificuldades para abrir uma conta telefônica e uma conta bancária quando chegou no Brasil. E veio daí a ideia de criar o Nubank. Não sei o quanto é história e o quanto é fábula. Queria que você falasse um pouco disso e, em especial, o que você acha de um empreendedor, como você, que cria um business para resolver um problema que ele mesmo teve. O quão importante é você passar pelo problema que quer resolver? David Vélez: Eu sempre quis empreender e, quando vim morar no Brasil com o chapéu de investidor, estava trabalhando para um fundo de investimento do Vale do Silício. Mas, cada vez que eu falava com algum empreendedor, eu pensava que queria ser igual a ele. Se ele conseguiu fazer isso, por que não eu? Então, muitas das ideias de investimento que a gente olhou, eu continuava pensando o que queria fazer. Sabia que sairia do fundo para empreender. No final de 2012 eu já tinha tomado a decisão. Tinha chegado o momento em que tinha aprendido o suficiente como investidor e realmente precisava ter a experiência de empreendedor. Estava caminhando no Brasil e pensando o que iria fazer, qual seria a teoria da startup. E realmente tive a experiência com o banco. Estava tentando abrir uma conta bancária e tive que ir cinco vezes ao banco. Cada vez que eu tinha que ir era a mesma experiência: deixar celular, deixar carteira, deixar chaves; deixar tudo para passar na porta à prova de balas, com um guarda armado olhando você; pega fila, aguardar 30 minutos para resolver qualquer problema. Então era uma frustração como consumidor. Eu não entendia o porquê as pessoas passavam por essa experiência. Por outro lado, eu tinha começado a estudar o mercado financeiro do Brasil, claramente aparecia como um dos mais rentáveis do mundo. Então, a pergunta que eu cheguei foi: como é possível que, no Brasil, os consumidores paguem algumas das maiores taxas bancárias do mundo e recebam essa experiência? É como se todos os consumidores aqui estivessem pagando por um ticket de primeira classe e estivessem viajando de ônibus. Essa foi a oportunidade que captou meu interesse. Foquei e mergulhei nela para entender bem, para saber como atacar, como criar um negócio relacionado a isso. A ideia foi sua de criar o Nubank? “Vou montar um serviço financeiro no Brasil”, foi sua a ideia? Começou com o geral, do serviço financeiro, até optar pelo serviço de cartão de crédito como ponto inicial? Foi sim. Eu entrei em um processo de entender quais os diferentes produtos, como seria para começar a parte regulatória. Eu falei com muitas pessoas do mercado e muitos ex-presidentes de bancos. Todos me falavam que era impossível. Falavam que eu, como estrangeiro, não entendia do Brasil. Aqui não dava para começar um banco do zero. Um ex-presidente de banco me falou que aqui não tinha internet e que era muito devagar. E, no mesmo ano, o Brasil era um dos maiores países no Whatsapp, Facebook e Youtube do mundo. Então, claramente existia uma crença convencional que gerava as oportunidades para realizar algo diferente. Chegar cartão de crédito para várias pessoas, um bom produto, para criar uma marca forte. Então, para o lançamento do Dia Zero do Nubank… eu fui um dos betas. Eu lembro que o Lucas Cavalcanti me chamou no Hangout e perguntou se eu queria testar um cartão de crédito. Então como foi a decisão? A gente sempre fala de MVP, para saber qual produto tem que lançar no Dia zero para ter uma atração mínima e que o produto seja bom o suficiente. Não se pode também entregar um produto que não está tão bom, as pessoas terão a reação negativa e não irão dar uma segunda chance para você. Como foi a decisão de começar pelo cartão de crédito, de ter um app mobile que funciona no android e iOS? Imagino que a Cristina Junqueira, que é co-fundadora e trabalha com os produtos, tenha participação nisso. Como é a decisão de quais features devem ser lançados para o primeiro momento e para fazer o anúncio para o mercado? Em 2013, quando a gente conversou, era um mercado com muita comodidade. Todo mundo tinha cartão de crédito, os bancos ligavam em telemarketing para oferecer para os clientes. Era um produto muito chato, ninguém queria cartão de crédito. Tinha tarifas muito caras, juros muito altos, era um produto horrível. Parte disso era oportunidade, era repensar esse produto, pensando na população jovem. Essa população que estava nas redes sociais. Que entrava no banco e sentia que era uma experiência do século passado. Desde o começo o foco foi em um produto mobile, foi super importante. A gente sabia que podia competir de duas formas. A primeira era o preço. Como a gente não tinha agência, era um modelo muito mais eficiente e poderia passar essa eficiência para o consumidor. E não era necessário cobrar tarifas. A outra opção era a melhor experiência para o cliente. Incluindo aplicativo, pedir o cartão na hora, não ter que ir em uma agência, não ter que ligar no telemarketing. E o aplicativo mobile é a forma preferida do público que queríamos. A gente tinha um MVP que era bastante robusto, tinha muitas funcionalidades. A pergunta que tínhamos que responder era quem seria o cliente, ela não ficava muito clara. Tínhamos a hipótese que seria um produto muito bom para estudantes universitários – e na verdade não era. Muitos estudantes já tinham cartão, conta universitária e não conheciam a marca, não se interessavam. E o cliente ficou na faixa dos 30 anos, que consegue tomar decisões, com mais renda. Pode ser que esse target foi acertado porque o cliente tenha sofrido algum tempo com o serviço financeiro. Quem tem 19 anos, que entrou na universidade, ainda não conhece muito o serviço financeiro. Tem uma pesquisa do Google, que os jovens preferem ir para o dentista do que pegar uma fila de banco. É o sinal. E agora, no estágio atual, como é feita a decisão de escolher o produto, como é a análise em grau de dificuldade, retorno, demanda do usuário? A melhor decisão foi não fazer nada fora do cartão de crédito por 3 anos. Não era algo óbvio, por causa da impulsividade e pedido dos usuários. Mas tivemos muita disciplina por 3 anos. A gente não fez muita coisa nova. Investimos em nossa plataforma, retaguarda, backend. Sempre foi muito claro que estávamos fazendo algo a longo prazo. Para 10, 20 anos. Era importante montar as bases sólidas da nossa empresa. Agora, conseguimos já passar essa fase. Algumas demandas eram óbvias, como as milhagens. O cliente pagava altas taxas para acumular pontos de milhas, mas como não usava, elas expiravam. E terminava sendo um produto ruim para esses clientes. Mas a população com renda maior estava disposta a pagar para ter um programa de milhagens. Pesquisamos e não achamos nenhum que fosse consistente com nossa marca, com nossos valores de transparência, de simplicidade, com muitas tarifas. Com isso, decidimos criar nosso próprio programa. Lançamos há 6 semanas e o resultado tem sido além do que esperávamos. Agora temos outras oportunidades de crescimento. Mas precisamos entender em que produtos temos vantagens competitivas e quais não. Temos que repensar esses produtos fora da caixa. Então estamos pouco a pouco analisando cada um deles. Uma das formas de priorizar a lista de oportunidades é olhar para a experiência do usuário. É esse o ponto que lidera o ranking de opções. Isso, nós gostamos de olhar a experiência do usuário com produtos que são ruins. São oportunidades legais para repensar. Procuramos oportunidades que sejam difíceis de repensar, de montar. Gostamos disso por ver como uma vantagem competitiva. Há quatro anos, quando comecei a falar que queria montar um banco sério, muita gente falava que era muito difícil, como se fosse ruim o fato de ser difícil. Eu achava ótimo que fosse difícil, porque se é difícil você conseguir fazer, só você vai fazer. Não vai ter concorrência. Como temos poucos recursos, queremos investir esses recursos em ideias e produtos que sejam mais competitivos. Vocês lançaram recentemente a conta corrente do Nubank. Tem a intenção de atacar outros serviços financeiros? E se sim, de que forma isso vai acontecer? Temos muito interesse no ponto de vista que as experiências do banco possam ser melhoradas. Queremos resolver os problemas com soluções diferentes. Porque a nomenclatura diferente e complicada como TED, DOC? Se formos para essa área não vamos usar essa nomenclatura. Nos próximos anos vamos anunciar novos produtos para clientes nesse setor de serviços bancários. Você tem uma visão muito boa, de investidor e empreendedor ao mesmo tempo. Agora, os empreendedores brasileiros estão virando investidores-anjo. Você consegue hoje separar a visão de investidor e empreendedor? Eu acho a visão bem parecida. Quando você está pensando em empreender, você vai fazer o investimento mais alto da sua vida, investe tempo. Investir 5 anos da sua vida é muito mais caro do que investir dinheiro. Em termos de agregar valor, os melhores investidores são aqueles que já empreenderam. Você deve receber muita gente com interesse em investir no Nubank. Tem essa demanda de investidor e de proximidade de presidentes de banco para saber o que estão fazendo? Sim, tem muito fundo, principalmente internacional, pensando em investir no Nubank. A gente trabalha para não precisar de mais investimento. Mas tem muito interesse de outros bancos, seguradoras e empresas de serviços financeiros. Quando foi lançado o Nubank, vocês tinham a ideia de criar pessoas que são fãs da marca e do serviço? Ou isso aconteceu de maneira orgânica? Foi uma meta, antes do começo. Era ambiciosa demais, talvez até arrogante. Mas o foco sempre foi no cliente. A concepção era criar um produto incrível e sempre pensando na experiência do cliente. Desde o aplicativo, o cartão, até o atendimento no próprio aplicativo. As features são pensadas no cliente, para a praticidade e comodidade. Resolver os problemas sozinho, sem depender de agência ou gerente. Queria saber mais de você e como você trabalha. Eu li que seu pai era empreendedor na Colômbia e que você, quando criança, comprava e vendia animais. É verdade? É verdade. Foi meu primeiro investimento, primeiro empreendimento. Eu ganhei uma vaca de aniversário, e a vaca virou duas vacas. E sete anos depois tinha oito vacas.Foi o dinheiro que usei para pagar faculdade, viagens… é uma boa história. Você se considera um bom negociador, que essa é uma das suas características? Acho que sim. Mas negociação sempre tem uma conotação negativa. Acho que a melhor negociação sempre é quando o negociador consegue achar uma solução para as duas partes. Nesse ponto de vista, acho que sim, é o que consigo fazer. Seja para o cliente, onde ofereço algo de qualidade mas preciso lucrar. Ou dentro do próprio Nubank, que oferece um espaço para crescimento mas tem que ter a entrega. Qual é o lado que ninguém vê de um grande CEO de uma grande startup? Como você define o seu papel dentro do Nubank hoje? Ainda estou aprendendo. É um desses pontos que ninguém nasce sabendo o que é um CEO. A empresa é diferente a cada seis meses. Em seis meses a empresa dobrou de tamanho e aparece novas complexidades com isso. É um trabalho que requer muita humildade, está muito relacionado a erros, de maneira contínua. É um trabalho contínuo de escutar os clientes, de criar uma cultura melhor a cada dia e definir o que a empresa faz, se assegurando que em cada estratégia a empresa tenha os recursos táticos necessários. Hoje você se dedica à contratação, pessoalmente, para achar as pessoas certas? Define uma decisão de produto ainda? Muito. Eu entrevistei, provavelmente, as primeiras 130 pessoas que contratamos. Chegou um mês, em 2015, que contratamos 50 pessoas e não dava para eu fazer isso. E o legal é que, depois de contratar o primeiro núcleo de pessoas, assegura-se que tem a cultura certa. Elas vão e contratam as pessoas que têm os mesmos valores. Mas hoje, eu faço uma apresentação para todas as pessoas que entram no Nubank, é uma forma de manter contato com as pessoas que estão entrando e certificar que elas têm os valores certos. Em relação aos produtos, eu estou muito envolvido em decisões de produtos. Quais fazer e quais não. E nas estratégias geral da empresa, como estaremos daqui a cinco anos, ou doze meses. Qual é sua rotina na empresa? Como você lida a quantidade enorme de pedidos, e-mails, que acontecem? É um grande desafio. Cada vez eu aprendo ser um pouquinho melhor. Primeiro é ser pró-ativo e não reativo. É ter uma visão clara de com quem eu tenho que me reunir, as reuniões devem acontecer e quais horários. Oportunidades que eu consigo influenciar grandes equipes, como os engenheiros. E ter espaço na agenda para pensar. Cerca de duas horas por dia. Para pensar o que está acontecendo e ter espaço para as ideias acontecerem. E falar muito não, é muito chato, mas é necessário. No final do dia, ou da semana, você consegue recapitular e perceber o que conseguiu entregar para a empresa? Há semanas que é muito claro que fomos para outro nível, outro patamar. Vejo que a empresa é melhor essa sexta-feira do que era na semana passada. Tem semanas que não, os dias passam e não consigo ter a visão do que aconteceu. Ambas as coisas fazem parte. O Nubanker… quem é o cara que trabalha no Nubank? Quem vocês gostariam, o que vocês olham? Que tipo de liderança está na empresa? Nós costumamos dizer que gostamos de contratar pessoas que estão com a cabeça cheia de perguntas e não cheia de respostas. Pessoas que têm muita curiosidade, energia, motivação. Que querem fazer coisas grandes acontecerem. Um dos valores é a fome de quebrar paradigmas, convicções. Em geral, são pessoas jovens. É mais fácil ver essas características em pessoas mais jovens do que pessoas mais experientes. Menos de 10% dos funcionários vieram de bancos. Temos biólogos, físicos, sociólogos, design e comunicadores. São grupos muito diversos e heterogêneos. E para cargo de liderança? Qual é a característica que você olha para seus gestores e líderes? A gente tem uma empresa com pouca hierarquia, temos uma mentalidade e uma filosofia que não tem o chefe que entra na sala e fala o que deve ser feito. É o contrário, ele dá muito poder para a equipe e tem que administrar os diferentes pontos de vista, cuidar dos conflitos e escutar as diferentes opiniões para chegar a uma decisão. No final o líder tem que conseguir tomar decisões. Vocês têm ciência que foram inovadores e quebraram uma barreira? Que fizeram algo que todo mundo queria fazer, mas tinha medo e a oportunidade tava aí? Acho que sim. Vemos isso com bastante orgulho. Tinha-se a crença que serviços financeiros não davam para ser feitos por uma startup, era a sensação de uma indústria sagrada. E vemos hoje que estão saindo muitos novos empreendimentos, e isso é muito bom. Nos orgulhamos disso. Sobre o Like a Boss O Like A Boss é apresentado por Alura, Caelum e Vindi. Participe também do grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss no Telegram. Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post David Vélez, CEO do Nubank. A criação de um novo banco apareceu primeiro em Like a Boss.
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Postlude: A Voicemail
Jacqueline Bisset Winifred Jacqueline Fraser Bisset is an English actress. In 2010, she received France’s highest honours, the Légion d’honneur. Bisset began her film career in 1965 and first came to prominence in 1968 with roles in The Detective, Bullitt, and The Sweet Ride, for which she received a most promising newcomer Golden Globe nomination. In the 1970s, she starred in Airport (1970), Day for Night (1973) which won the Academy Award for Best Foreign Language Film, Murder on the Orient Express (1974), The Deep (1977), and Who Is Killing the Great Chefs of Europe? (1978), which earned her a Golden Globe nomination as Best Actress in a Comedy. Other film and TV credits include Rich and Famous (1981), Class (1983), her Golden Globe nominated role in Under the Volcano (1984), her Cesar nominated role in La Cérémonie (1995), her Emmy nominated role in the miniseries Joan of Arc (1999) and the BBC miniseries Dancing on the Edge (2013), for which she won a Golden Globe Award for Best Supporting Actress (Television).
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Minute 137: A Universal Picture
Summary Credits continue — the scene is a sunny winter morning at Lincoln International Airport. MEL BAKERSFELD – Burt Lancaster VERNON DEMEREST – Dean Martin TANYA LIVINGSTON – Jean Seberg GWEN MEIGHEN – Jacqueline Bisset PATRONI – George Kennedy ADA QUONSETT – Helen Hayes D. O. GUERRERO – Van Heflin INEZ GUERRERO – Maureen Stapleton ANSON […]
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Minute 136: About Your Scrambled Eggs
Summary Tanya and Mel walk away from the Trans Global hangar, toward the MelMobile. “I’m too keyed up to sleep,” says Mel. “What about some breakfast?” “Sounds like a good idea,” says Tanya. “Where should we go?” Mel stands between Tanya and the MelMobile. “Your apartment?” asks Mel. Tanya looks at Mel, surprised. “Well,” says […]
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Minute 135: Nice Going, Sweetheart
Summary Vern is at Gate 33, holding Gwen’s hand as she’s wheeled off the Tourist Jetway. Sarah Demerest stands behind a fence, unnoticed, listening in to Vern’s conversation. “I’m going to the hospital with her,” says Vern to the airport physician. The doctor signals to the attendants to take her to the ambulance. Vern follows, […]
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Minute 134: Here She Comes
Summary Flight Two’s passengers are exiting from the First Class Jetway at Gate 33. Suddenly, Inez Guerrero moves a velvet rope set up for crowd control and rushes to the exiting passengers, crying. “I’m so sorry!” says Inez. “He didn’t mean it! He didn’t mean it! I’m sorry!” Inez stumbles past the wounded passengers, and […]
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Minute 133: I’m Sorry Too
Summary Flight Two’s passengers are exiting from the First Class Jetway at Gate 33. “A wheelchair!” calls Mel, locking the Jetway door open. Sarah leans over the railing to talk to Stewardess Maria. “I’m Mrs. Demerest,” says Sarah. “Is the Captain–” “He’ll be coming off the Tourist Jetway,” replies Maria. Maria grabs a wheelchair and […]
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Minute 132: Everything’s Fine
Summary Vern hovers over Gwen in the rear doorway of the 707. Dr. Compagno and the nurse nun look on. “Hold on,” says Vern. “You’re gonna be all right. We’re going to make it!” Vern leans over and kisses her. Gwen squeezes Vern’s hand. Flight Two arrives back at Gate 33. There’s a rush of […]
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Minute 131: We Can Taxi
Summary Vern, Anson, and Cy are resting after their dramatic stop at the end of Runway Two-Niner. Vern unbuckles his seat belt and turns to Harris. “Okay with you if Jordan watches the right side for a minute?” Harris nods. “I’ll be right back,” says Vern, climbing out of his seat. Controller #4 says, “Global […]
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Minute 130: Right Rudder!
Summary Trans Global Two’s wheels are down on Runway Two-Niner. The cabin shakes on touchdown. Passengers are hunched over in crash positions. Dr. Compagno and Sr. Katherine Grace hold Gwen firmly to the floor of the aft exit. The 707 continues to roll over the snowy runway. Emergency vehicles follow the plane. Mel and Tanya […]
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Minute 129: Checklist Complete
Summary Frank at the Lincoln Approach radar screen continues to talk down Flight Two. “Two miles from touchdown,” says Frank. “Course good, glide path good. Looks okay. Advise when approach lights in sight.” Vern and Anson stare out into the murk. Vern picks up the microphone. “We’ve got the lights.” The bright lights of Runway […]
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Minute 128: Cleared to Land
Summary Frank at the Lincoln Approach radar screen continues to talk down Flight Two. “Now six miles from touchdown,” says Frank. “Course and glide path good. Now drifting left – – turn further right, heading three zero five. Slightly high on glide path, adjust your descent.” The crack in the aft section continues to shudder. […]
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Minute 127: You Need Not Acknowledge
Summary After being slapped by the priest, Marcus Rathbone has quit complaining. Frank at the Lincoln Approach radar screen continues to talk down Flight Two. “Maintain heading two eight five,” says Frank. “Position eight miles from the airport. Final approach turn in one mile. Maintain two thousand feet. You need not acknowledge further transmissions. ” […]
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Minute 126: Clear and Open
Summary The MelMobile scoots down Runway Two-Niner, its searchlight scanning for debris. Mel picks up the microphone. “Runway Two-Niner clear and open,” he tells the Lincoln Tower. Frank at the Lincoln Approach radar screen calls Flight Two. “Global Two, turn right, heading two eight five. Runway Two Niner is now open.” “Roger, Lincoln,” says Vern. […]
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Minute 125: Everything but Read
Summary The 707 , at full power, lunges out of the snow drift. Patroni maintains a firm grip on the throttles. Mel opens the door of the MelMobile, standing up to watch the 707 drive onto Runway Two Niner. The Conga Line comes to a halt as the 707 rolls down the runway. Patroni steers […]
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Minute 124: She’s Gonna Get It!
Summary Mel is on the radio, talking to Danny at the Snow Desk. “Mobile One,” says Mel. “Go ahead, Mel,” says Danny. “Start the plows,” says Mel. “Roger,” replies Danny. Danny throws two switches on his radio. “Conga Leader? Snow Desk. Move!” The Conga Line begins to head toward the 707. “Joe, this is Mel,” […]
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Minute 123: Any Moment Now
Summary Flight Two is headed back to Lincoln. No one knows if Joe Patroni will get the stuck 707 out in time. The engines on the stuck 707 are running. The APU truck gets out of the way. Patroni nudges the throttles forward. Slowly, the 707 rolls forward on the lumber. Mel watches intently from […]
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Minute 122: 25 Miles East of Outer Marker
Summary Joe Patroni and Copilot Rollings are running the engine start checklist on the stuck 707. “Light on Number Three,” says Rollings. Mel and Tanya watch intently from the MelMobile. The engines are spinning up. Meanwhile, Flight Two is heading back to Lincoln International. Vern and Anson are talking to Toronto Center. “Thirty miles east […]
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Minute 121: Frank has East Arrivals
Summary Mel and Tanya are sitting in the MelMobile. Mel is talking to Doug in Lincoln Tower, asking if Doug can put the radio in the stuck 707 on the same frequency so he can listen to Joe’s progress. “Roger,” says Doug. “Can I speak directly to Patroni?” asks Mel. “That’s okay,” says Doug. Doug […]
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Minute 120: A Real Hatchet Job
Summary Vern tells Toronto Center they’re holding steady at six thousand feet and on course two zero five. “What’s the status on Runway Two Niner?” asks Vern. “No change,” says Toronto Center. “We’ll keep you advised.” “Roger” says Vern, glaring as he looks at Anson. Back on the ground, the MelMobile is parked near the […]
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Minute 119: Cockpit Qualified
Summary Joe Patroni is bargaining with Mel Bakersfield about the use of the snow plows on the stuck 707. “Keep those Dinky Toys out of my hair and away from this aircraft for fifteen minutes,” says Joe. “Maybe less — I’ll drive it out!” “Joe,” says Mel, “Let’s get one thing straight. When the tower […]
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Minute 118: Are You Out of Your Mind?
Summary Joe Patroni is supervising the other ground crew, hammering lumber under the wheels of the stuck 707 on Runway Two Niner. “Get it as close under the wheel as possible,” says Joe. “Then, give it a whack on the other side!” Patroni hears the sound of trucks, and turns around. The plows of the […]
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Minute 117: Break the Conga Line
Summary A split screen: Vern on the left, the Chicago ATC in the middle, and Mel, sitting in the MelMobile at right. Vern is loudly complaining to the Chicago ATC that if Trans Global Flight Two is brought in for a landing on Runway Two Two, then there’ll be a broken airplane and “a lot […]
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Minute 116: Blowing a Fuse
Summary Vern stares off in the distance, considering Gwen’s medical condition. Flight Two continues its descent to six thousand feet over Cleveland. Meanwhile, Doug in the Lincoln tower calls Mel on the radio. “Mobile One, Ground Control,” says Doug. “Yes, Doug, this is Mel,” replies Bakersfeld. “Cleveland just handed off Flight Two to Chicago Center,” […]
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Minute 115: None of My Business
Summary Dr. Compagno is briefing Vern and Anson about Gwen’s eye condition. It’s too early to draw conclusions, “but ophthalmic surgery can do extraordinary things.” Campagno says he’d better get back to see her. “Doctor,” interrupts Vern, “Gwen — Miss Meighan — she’s… she’s — she’s pregnant.” Harris looks on. “Does that make a difference?” […]
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Minute 114: Splinters
Summary Mel is talking to Lincoln Tower manager Doug on the radio, about the airport fire chief. “Tell the chief to take a position between Runway Two Niner and Two Two,” says Mel, “so that they can move either way. Will notify which runway later.” “Roger,” says Doug. The fire truck passes in front of […]
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Minute 113: Together Safely
Summary Dr. Compagno tells Gwen he’s giving her something for the pain, but not to move her head. Vern, on the intercom, is explaining their plan. “Later on,” he says, “Second Officer will give you instructions on landing procedures. Please do exactly as he says and — I promise you we’ll all get together through […]
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Minute 112: You Know We’ve All Had Trouble
Summary Cy is talking to Father Lonigan. He tells the priest he’s putting him “in charge of praying.” Fr. Lonigan replies, “If that’s an order, you’re about thirty minutes too late, son.” In the cockpit, Vern makes an announcement. “Ladies and gentlemen,” he says, “this is Captain Demerest. I want to thank you for moving […]
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Minute 111: Unless You Shut Up
Summary Mel gets ready to head out to the field while Harry and Bert listen to the aircraft radio. “Global Two,” responds the Cleveland ATC operator,”will relay your condition and request.” Mel grabs his gloves and heads out of his office. “Keep monitoring, Bert,” says Mel. “I’ll be in Mobile One. If any change, call […]
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Minute 110: Contact Cleveland Center
Summary Vern is discussing landing options with the Toronto Center ATC operator. “Everything east of Lincoln on your course is closed due to weather or field conditions,” says the Toronto operator. “However, if you are declaring an emergency, Detroit possible. They report five inches of snow over ice, but they will try to clear.” Harris […]
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Minute 109: Shock and Puking
Summary Cy is updating Vern on the damage to the ship. Vern’s asked if Cy can see damage to the aircraft’s control surfaces. “Possible damage to rudder power,” says Cy. “and it looks like we have stabilizer problems. Most of the blast, thank God, went sideways.” “Can we stay in the air an hour?” asks […]
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Minute 108: Four People in Three Seats
Summary Mr. Davidson tells Sr. Felice to take car of the injured man behind him. Meanwhile, in the aft entryway, Cy Jordan watches as Dr. Compagno and Sr. Katherine Grace tend to Gwen, who head is bloodied. Dr. Compagno shines a flashlight in Gwen’s left eye while Sr. Katherine Grace takes her pulse. “How is […]
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Minute 107: Hope They’re Not Dentists
Summary Vern tells Cy to go back and check the damage and report by interphone. And, according to the manifest, “there’s three doctors aboard.” “Let’s hope they’re not dentists,” says Harris. “They’re probably pitching in already,” says Vern to Cy, “and get anybody else that can help.” Cy gets ready to leave the cockpit. “And,” […]
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Minute 106: All the Heat You’ve Got
Summary TGA Flight Two is in a steep dive. Captain Harris is trying to bring the plane down to an altitude where the air is thick enough to breathe. Meanwhile, Toronto Center continues to monitor the double bloom of the aircraft’s transponder on their radar screen. As Vern arrives back in the First Class cabin, […]
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Minute 105: 7700
Summary In the aftermath of the explosion, Stewardess Joan is tending to the Tourist passengers. Vern, in the aft entryway, puts an oxygen mask on the unconscious Gwen, who’s sprawled on the floor of the cabin. Meanwhile, Stewardess Joan removes Ada’s hat, and helps her with her mask. Marcus Rathbone, not wearing a mask, is […]
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Minute 104: Mayday Mayday
Summary D.O. Guerrero has locked himself into the starboard lavatory. Gwen rushes to try and open the door. Guerrero takes a final moment, looking at himself in the lavatory mirror. He hears the noise and clamor of people outside. While staring at his reflection, he reaches for the trigger on the briefcase handle. Outside the […]
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Minute 103: He’s Got a Bomb!
Summary Vern is standing in the aisle, trying to talk Guerrero out of detonating his briefcase bomb, while the entire Tourist section of Flight Two watches. Vern tells Guerrero that blowing up the plane will hurt his family. “They’ll be hounded and blamed,” says Vern. “Listen to me. Think.” Vern gestures to the passengers behind […]
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Minute 102: If You Explode That Bomb
Summary Gwen and Ada are continuing their play-acting in Row 23. Mr Davidson objects. “Can’t you see the lady is upset?” asks Mr. Davidson. “I told you, keep out of it!” says Gwen, shoving him aside. She grabs the weeping Ada. “Sit down and be quiet!” she says, yanking Ada into her seat. “You hurt […]
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Minute 101: Under the Circumstances
Summary Mel, Tanya, Bert Weatherby, and Harry Standish continue to listen to Trans Global Two’s voice traffic on Mel’s aircraft radio. Cleveland Center approves Flight Two’s descent to flight level Two One Zero. Commissioner Ackerman steps into Mel’s office, inexplicably from Mel’s work room. “Mel,” says Ackerman, “I’ve just talked to the other commissioners, and […]
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Minute 100: When You Get Older
Summary Ada is explaining to Captain Harris why she boarded a flight to Rome when she wanted to go to New York. Ada says that, according to the schedule, the next flight back from Rome “is to New York, and it’s your Number Five, and I thought they’d — want to get rid of me […]
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Minute 099: Never Seen Anything Like It
Summary In front of a plane full of passengers, Gwen tells Ada what’s going to happen when they land in Rome. “You’ll be handed over to the authorities,” says Gwen. “Now, come with me. The Captain has to make a report on you, but first he’d like to see you.” Gwen turns to Mr. Davidson. […]
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Minute 098: This Woman is a Stowaway
Summary Vern heads back to the cockpit after talking to Gwen. Meanwhile, Gwen is in the Tourist section. She stops at Row 23, and confronts Ada. “Excuse me, Madam,” says Gwen. “May I see your ticket?” Ada looks up from her knitting. “My ticket?” she asks. “Oh, that nice young man at the gate took […]
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Minute 097: Bumpy Weather Ahead
Summary Mr. Schultz doesn’t understand Captain Demerest’s double-talk, so he asks his son, Schuyler. Schuyler doesn’t have a clue, either, but won’t admit it. “What did he mean by that, Son?” asks Mr. Schultz. “Never mind, Father,” replies Schuyler. “I’ll tell you later.” Vern walks through the Tourist section, nodding and smiling at the passengers. […]
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Minute 096: Ursa Major and Cassiopeia
Summary As the stars sweep to the right in the cockpit windows, Flight Two begins its slow turn back to Lincoln International. Vern is talking to Gwen in the First Class galley. “So, delay serving dinner,” says Vern. “Put every cup, bottle, glass, and everything else away and lock it up.” Vern gestures with a […]
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Minute 095: Smilin’ Good Evening Walk-Thru
Summary Gwen and Vern are talking about the man in 23A, D.O. Guerrero. “Ruth told me that when she was serving the snacks, he wouldn’t use the pull-down table,” says Gwen. “He insisted on putting his tray on top of his case.” “Sounds as if that’s where he’s got it,” says Captain Harris. “Then he […]
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Minute 094: Disturbed Passenger
Summary Joe Patroni is in Mel’s office, explaining the dangers of high-altitude explosive decompression. If the passengers don’t get on oxygen in forty-five seconds, “It’s goodbye,” according to Joe. Back on board Flight Two at the same location Joe Patroni was talking about with the model. Guerrero maintains a tight grip on his briefcase. Ada […]
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Minute 093: Like a Hunk of Hamburger
Summary Joe Patroni continues to explain the potential damage to the 707 if Guerrero sets off his bomb in 23-A, and how it’s fortunate there’s nothing critical in the skin of the ship. He points at the cross-section model in Mel’s office. “All the control cables run along here,” says Joe, running his hand along […]
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Minute 092: Repeat, Strong Probability
Summary Vern gets ready to copy down the New York TGA dispatcher’s message. “Okay, New York,” says Vern, “go ahead.” “Strong probability, repeat: strong probability,” says the New York dispatcher, “exists that passenger D.O. Guerrero, seat assignment twenty-three A, may have an explosive device in his attaché-type briefcase.” The cockpit crew glances at each other. […]
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Minute 091: Missing Some Dynamite
Summary Mel is interviewing Inez Guerrero about her husband in his office. Tanya sits next to Inez. “I mean,” says Mel, “what was he in the hospital for?” “He, um, was sick,” says Inez. She looks away from Mel. Mel looks at her. “A mental patient?” She nods. “Mrs Guerrero,” says Mel, “what did your […]
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Minute 090: What Sort of Hospital?
Summary Inez is explaining to Tanya about the letter from the travel agency she received just that night. “I only saw it after he left,” says Inez. Mel leans forward. “Does your husband have business in Italy?” he asks Inez. Inez shakes her head. Mel stands up and walks toward where Inez is seated. “What […]
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