Antigas Novidades - rock, jazz, blues, heavy metal, rock progressivo, rock nacional, classic rock podcast artwork

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Antigas Novidades - rock, jazz, blues, heavy metal, rock progressivo, rock nacional, classic rock

Rock clássico, rock progressivo, jazz, blues, MPB e heavy metal. O podcast sobre rock, rock antigo, rock clássico, rock pesado e outros estilos! Rock em podcast, podcast sobre música. #RockClássico #RockBrasileiro #Jazz #RockProgressivo #HeavyMetal #MPB #DiscosClássicos #PodcastDeMúsica #PodcastDeRock #RockProgressivo #Punk #Rock #discosdevinil #CDs #bandas #música #PodcastDeMúsica Programasobrerock #rock #rocknandroll #Podcastsobrejazz #podcastrock #programasobremúsica #podcastsobremúsica #bandasclassicas

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    #444 Led Zeppelin: tudo o que você precisa saber sobre o disco de estreia! Primeiro livro oficial do Antigas Novidades!

    Olha que bacana! Saiu o primeiro livro oficial do Antigas Novidades: Tudo o Que Você Precisa Saber Sobre o Disco Led Zeppelin - digital e livro físico! BASTA CLICAR AQUI PARA ADQUIRIR O SEU EXEMPLAR!Não vamos recontar a história, vamos apenas deixar ela em uma linha do tempo mais fácil para ler. Que tal saber mais sobre a história do álbum de estreia do Led Zeppelin, explorando desde os bastidores da formação da banda até os detalhes técnicos de gravação, passando por polêmicas de autoria, capas icônicas e o impacto cultural que moldou gerações?No programa de hoje, vamos dar uma pincelada no disco, mas tudo está no livro! Aroldo Glomb é jornalista formado em Comunicação Social pela Universidade Tuiuti do Paraná, com especialização em Estratégias da Comunicação. Apaixonado por rock, jazz e blues, Aroldo construiu uma carreira sólida em veículos e empresas de comunicação e criou a coleção Antigas Novidades, dedicada a explorar os discos de estreia das maiores bandas da história. Além disso, é idealizador e apresentador do programa Antigas Novidades, onde debates e análises apaixonadas sobre música ganham vida. Com prefácio do jornalsita e YouTuber Aldo Portes de França, o livro está disponível para compra na Amazon.com.br, este livro é leitura essencial para fãs de música e colecionadores que desejam compreender como o Led Zeppelin incendiou o mundo do rock logo em sua estreia.Compre agora seu Tudo o Que Você Precisa Saber Sobre o Disco Led Zeppelin!#LedZeppelin #LedZeppelinI #JimmyPage #RobertPlant #JohnPaulJones #JohnBonham #HardRock #ClassicRock #RockHistory #MusicBook #AmazonBooks #AntigasNovidades #AroldoGlomb #Curitiba #RockLegends #BluesRock #RockCulture #Vinil #RockCollectors #RockAndRoll #LedZeppelin #LedZeppelinI #JimmyPage #RobertPlant #JohnPaulJones #JohnBonham #HardRock #ClassicRock #RockHistory #MusicBook #AmazonBooks #AntigasNovidades #AroldoGlomb #Curitiba #RockLegends #BluesRock #RockCulture #Vinil #RockCollectors #RockAndRoll #LivroDeMusica #EstreiaIconica #DiscosDeEstreia #HistoriaDoRock #ColecionadoresDeVinil #AmazonBrasil #LivroSobreRock #PodcastAntigasNovidades No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠

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    #443 Satan - Court in the Act (1983): um clássico da NWOBHM que abriu caminho para o speed e o thrash.

    O álbum Court in the Act marcou a estreia da banda britânica Satan e se tornou um clássico cult da New Wave of British Heavy Metal. Lançado em 1983, o disco combina instrumentais atmosféricos como Into the Fire e The Ritual com faixas intensas como Trial by Fire, Broken Treaties e Alone in the Dock.Neste episódio, analisamos os riffs velozes, os vocais dramáticos de Brian Ross e as letras que abordam injustiça, guerra e resistência. Também discutimos como o disco antecipou elementos do speed e do thrash metal, influenciando gerações posteriores.Mais do que uma estreia, Court in the Act é um retrato da evolução do metal britânico e um marco que continua a inspirar fãs e músicos até hoje.#CourtInTheAct #SatanBand #NWOBHM #HeavyMetal #Metal1983 #BrianRoss #RussTippins #SteveRamsey #TrialByFire #BladesOfSteel #BrokenTreaties #AloneInTheDock #IntoTheFire #TheRitual #DarkSideOfInnocence #BreakFree #HuntYouDown #SpeedMetal #ThrashInfluence #MetalClassicNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠

  3. 437

    #442 Wizards: Sound Of Life (1996) - Heavy Metal brasileiro de primeira qualidade

    Em meados da década de 1990, quando o heavy metal brasileiro conquistava espaço no cenário internacional graças ao sucesso de bandas como Angra, outro grupo paulista também chamava a atenção do público japonês. Era o Wizards, banda formada por amigos de infância que transformaram um sonho adolescente em uma carreira de destaque.A história do Wizards começou no bairro do Morumbi, em São Paulo. Christian, Mendel e Bezi eram vizinhos e, depois de assistirem ao lendário show do Kiss no Estádio do Morumbi, em 1983, decidiram que também queriam formar uma banda de rock. Incentivados pela família, Christian ganhou uma guitarra de seu tio, enquanto Mendel e Bezi receberam, respectivamente, uma guitarra e uma bateria de seu pai, o senhor Meyer, que sempre apoiou os ensaios dos filhos.Após passarem por diferentes projetos musicais, o nome definitivo surgiu quase por acaso. Durante um ensaio, Assad Gazhal, primo de Christian e então guitarrista da banda ao lado de Leandro Florence, anunciou: "O nome da banda vai ser Wizards!". A ideia agradou a todos e, daquele momento em diante, nascia oficialmente o Wizards.Depois de gravarem algumas demos, uma oportunidade inesperada mudou completamente o destino do grupo. Um empresário japonês, antigo conhecido do pai de Christian, ouviu uma das fitas da banda e ficou impressionado. Levou a gravação para o Japão e, poucos meses depois, veio a notícia: a gravadora JVC queria lançar o Wizards.O álbum de estreia, "Wizards", foi lançado em 1995, já contando com Kadu na guitarra e Charles Dalla assumindo os teclados. Na época, o empresário da banda era o mesmo do Angra e teria adiado estrategicamente o lançamento para evitar uma concorrência direta entre os dois grupos. O disco foi um enorme sucesso no Japão, alcançando a oitava posição na tradicional revista Burnn!, superando nomes como Van Halen, além de render ao Wizards o prêmio de banda revelação do ano. Apesar desse reconhecimento internacional, o grupo enfrentava resistência no Brasil por fugir do estereótipo visual do heavy metal da época, já que seus integrantes não adotavam o tradicional visual de cabelos longos e roupas típicas do gênero.Em 1996 chegou o segundo álbum, "Sound Of Life", considerado o trabalho que consolidou definitivamente a banda no mercado brasileiro. O disco apresenta um hard rock melódico com forte influência do AOR e do heavy metal tradicional, combinando refrões marcantes, guitarras técnicas e teclados que reforçam a identidade sonora do grupo.Mesmo sem alcançar a projeção internacional de alguns de seus contemporâneos, o Wizards construiu uma trajetória singular dentro do hard rock brasileiro. "Sound Of Life" permanece como um dos grandes álbuns nacionais do gênero, reunindo excelente produção, composições inspiradas e um equilíbrio raro entre técnica, melodia e acessibilidade. É um disco que merece ser redescoberto tanto pelos fãs do hard rock melódico quanto por quem deseja conhecer um capítulo importante da história do metal brasileiro dos anos 1990.#Wizards #SoundOfLife #HeavyMetal #HardRock #HardRockMelódico #MetalBrasileiro #AOR #RockNacional #ClassicMetal #Guitarras #Anos90 #PowerBallad #APromiseOfLove #MetalMelódico #RockBrasileiro #HeavyRock #MetalAnos90 #RockClássico #PodcastDeRock #HistóriaDoRockNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠

  4. 436

    #441 Joelho de Porco - São Paulo: 1554/Hoje (1976)

    Se alguém disser que o rock brasileiro começou apenas nos anos 80, com bandas como Legião Urbana, Titãs, Barão Vermelho ou Paralamas do Sucesso, além de ser um ignorante, está perdendo uma história inteira que ficou esquecida anos antes.Antes disso, no começo dos anos 70, em plena São Paulo tomada pela modernização acelerada, pelo crescimento urbano descontrolado e pela censura da ditadura militar, surgiu uma banda que parecia não pertencer a lugar nenhum.Uma banda que misturava rock pesado, psicodelia, samba, humor, teatro, crítica social e uma enorme vontade de debochar de tudo.Essa banda era o Joelho de Porco.Uma banda que, anos depois, seria lembrada como “a melhor banda que ninguém conhece”.O disco São Paulo: 1554/Hoje (1976) teve a seguinte formaçãoPróspero Albanese — vocaisTico Terpins — baixo e vocaisWalter Baillot — guitarra, violão, guitarra lap steel e vocaisFlávio Pimenta — bateria e percussãoSérgio Sá — arranjos, piano, piano elétrico e órgãoDudi Guper — percussãoEssa formação representa uma fase muito importante do Joelho de Porco porque junta o lado teatral e irreverente da banda com uma sonoridade mais elaborada.Era rock. Mas não era apenas rock. Tinha peso de hard rock, referências tropicalistas, humor, colagens culturais e uma visão muito particular do Brasil.O álbum é dividido em dez faixas, seguindo uma narrativa quase cinematográfica.A ordem das músicas é:Lado A1 — Hey Gordão2 — Boeing 7238973 — Mardito Fiapo de Manga4 — Cruzei Meus Braços… Fui Um Palhaço5 — Debaixo das PalmeirasLado B6 — México Lindo7 — Aeroporto de Congonhas8 — São Paulo By Day9 — A Lâmpada de Edison10 — Meus Vinte e Seis AnosNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠

  5. 435

    #440 Entombed: Wolverine Blues (1993)

    Em 1993, o Entombed lançou Wolverine Blues e redefiniu os rumos do death metal. Neste episódio, exploramos a trajetória da banda desde seus primórdios como Nihilist, passando pelos clássicos Left Hand Path e Clandestine, até chegar ao momento decisivo que deu origem ao subgênero death ’n’ roll.Com Lars-Göran Petrov nos vocais, Uffe Cederlund e Alex Hellid nas guitarras, Lars Rosenberg no baixo e Nicke Andersson na bateria, o Entombed ousou misturar a brutalidade do death metal com grooves de hard rock e punk. Produzido por Tomas Skogsberg no lendário Sunlight Studios, o álbum trouxe riffs arrastados, refrões memoráveis e uma energia visceral que redefiniu o metal extremo.Falamos também da polêmica capa com o personagem Wolverine da Marvel, lançada sem o consentimento da banda, e de como isso marcou a relação entre underground e mainstream nos anos 90. Além disso, fazemos uma análise faixa a faixa, mostrando como cada música contribuiu para a identidade única do disco.No final, fica claro: Wolverine Blues não foi apenas um álbum, mas um manifesto que abriu caminho para novas sonoridades e consolidou o Entombed como uma das bandas mais inovadoras da cena sueca.EyemasterRotten SoilWolverine BluesDemonContemptFull of HellBlood SongHollowmanHeavens DieOut of HandNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠

  6. 434

    #439 Sword e os 40 anos de Metalized (1986), uma pérola do metal otientista

    O álbum Metalized da banda canadense Sword é um clássico do heavy metal dos anos 80, lançado em 1986 pela Aquarius Records. Com riffs poderosos e letras intensas, tornou-se um marco da cena metálica e é a estreia que colocou o grupo no mapa internacional.O álbum traz dez faixas cheias de energia e peso, consolidando o grupo como uma das revelações do heavy metal da época. Com vocais marcantes de Rick Hughes e guitarras afiadas de Mike Plant, Metalized é uma viagem sonora que mistura agressividade e melodia, permanecendo relevante até hoje para fãs do metal clássico.F.T.W. (Follow the Wheel) – 3:38Children of Heaven – 2:38Stoned Again – 3:27Dare to Spit – 3:45Outta Control – 3:00The End of the Night – 3:00Runaway – 3:38Where to Hide – 3:43Stuck in Rock – 3:37Evil Spell – 4:14Rick Hughes – Vocais e tecladosMike Plant – Guitarra e tecladosMike Larock – BaixoDan Hughes – BateriaNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho. Participação do Jorge Andrade do PodDiscos! ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠

  7. 433

    #438 The Doobie Brothers, The Captain and Me (1973): disco obrigatório para qualquer pessoa que se julga apreciadora de música, em especial de rock

    Em 1973, os The Doobie Brothers lançaram The Captain and Me, um álbum que se tornou referência absoluta no rock clássico. Produzido por Ted Templeman, o disco mistura funk, folk californiano, country-rock e blues, criando uma sonoridade versátil e marcante. Com sucessos como Long Train Runnin’ e China Grove, o álbum conquistou o público e consolidou a identidade da banda nos anos 70.Cada faixa revela uma atmosfera única: o groove contagiante de Natural Thing, o blues sombrio de Dark Eyed Cajun Woman, o folk vibrante de Clear As the Driven Snow e a balada romântica South City Midnight Lady. A diversidade sonora é reforçada pelas guitarras de Tom Johnston, pelas composições de Patrick Simmons e pela força rítmica da dupla de bateristas John Hartman e Michael Hossack.A capa do álbum também é histórica: fotografada sobre as ruínas da Interestadual 5, destruída pelo terremoto de San Fernando em 1971, mostra a banda vestida como pioneiros do século XIX em uma diligência puxada por cavalos. Uma imagem que simboliza ousadia e resiliência, reforçando o caráter icônico do disco.The Captain and Me é um clássico obrigatório para quem se diz roqueiro de verdade. Um álbum que mistura estilos, cria identidade e permanece como referência essencial do rock dos anos 70. No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠DoobieBrothers #TheCaptainAndMe #LongTrainRunnin #ChinaGrove #ClassicRock #RockAnos70 #FunkRock #CountryRock #FolkCaliforniano #TedTempleman #TomJohnston #PatrickSimmons #JohnHartman #MichaelHossack #TiranPorter #SteelyDan #JeffSkunkBaxter #WarnerBrothers #AlbumIconico #PodcastMusical #HistóriaDoRock

  8. 432

    #437 Opeth: uma linha do tempo infernal em seis atos (com surpresa ao final)

    Existe uma linha invisível ligando brutalidade, melancolia e genialidade musical — e o novo episódio do podcast Antigas Novidades atravessa exatamente esse território ao apresentar Opeth. Mais do que revisitar músicas, o episódio mergulha em uma verdadeira experiência sonora, acompanhando Metamorfose Progressiva, uma jornada sinsitra. Esta é uma banda que saiu das profundezas do death metal para construir paisagens musicais extremamente sofisticadas, sombrias e imprevisíveis.Ao longo do programa, o ouvinte percorre da tempestade até a calmaria, entendendo como cada fase da banda redefiniu o peso, a técnica e a emoção dentro do metal progressivo. Entre riffs esmagadores, violões espectrais e mudanças de andamento que parecem desafiar qualquer lógica, surge um mosaico sombrio do Opeth. Um retrato de uma das bandas mais elaboradas e inquietantes da música pesada contemporânea.O episódio é um convite para entrar em um som infernal, atmosférico e quase cinematográfico. Uma viagem para quem gosta de músicas longas, complexas e emocionalmente devastadoras. E quando tudo parece ter chegado ao ápice, ainda existe uma faixa surpresa no final esperando para virar completamente a experiência de cabeça para baixo.No Antigas Novidades, Opeth não aparece apenas como uma banda, mas como uma entidade artística que transformou o metal em algo transcendental.#Opeth #MetalProgressivo #DeathMetal #PodcastRock #AntigasNovidades #ProgMetal #HeavyMetalNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠

  9. 431

    #436 Def Leppard fez A MELHOR estreia de uma banda da New Wave of British Heavy Metal (NWOBHM) com On Through the Night (1980)? Parece que sim!

    Em 1980, o Def Leppard lançou seu primeiro álbum, On Through the Night, e entrou para a história como uma das bandas líderes da New Wave of British Heavy Metal (NWOBHM). Produzido por Tom Allom, o disco trouxe energia juvenil, riffs marcantes e melodias acessíveis que já apontavam para o sucesso mundial que viria nos anos seguintes.A formação da banda na época era composta por Joe Elliott (vocais), Steve Clark (guitarra), Pete Willis (guitarra), Rick Savage (baixo) e Rick Allen (bateria, com apenas 16 anos!). Essa química foi essencial para criar um som cru e poderoso, que se destacou em meio ao cenário britânico dominado por bandas mais pesadas e sombrias.O álbum trouxe singles como "Wasted", "Hello America" e "Rock Brigade", além de versões regravadas de faixas do primeiro EP, como "Rocks Off" e "Overture". Uma curiosidade marcante é a introdução falada de "When the Walls Came Tumbling Down", feita por Dave Cousins, líder da banda Strawbs, que imitou o estilo dramático do ator britânico Laurence Olivier.Apesar de muitas músicas terem saído dos setlists após 1983, faixas como "Rock Brigade" e "Wasted" voltaram em shows especiais nos anos 2000. No Brasil, “Rock Brigade” ganhou ainda mais relevância por inspirar o nome da revista Rock Brigade, criada em 1981 e que se tornou referência na cena metal nacional.O disco foi certificado ouro em 1983 e platina em 1989, mostrando que seu impacto cresceu com o tempo. Hoje, On Through the Night é lembrado como um marco inicial da jornada do Def Leppard rumo ao estrelato, misturando peso e melodia com sabedoria além da idade dos músicos.No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠#DefLeppard #OnThroughTheNight #RockBrigade #HelloAmerica #Wasted #Overture #RocksOff #WhenTheWallsCameTumblingDown #SteveClark #JoeElliott #NWOBHM #

  10. 430

    #435 Totem exagerou em Descarga (1972): jazz, funk, Candombe, rock psicodélico, fusion, muita distorção e percussão

    Em 1972, a banda Totem atingia um de seus momentos mais intensos e criativos com “Descarga”, segundo álbum da histórica banda uruguaia liderada por Rubén Rada. Gravado nos estúdios ION, em Buenos Aires, o disco amplia a fusão entre rock, jazz e candombe afro-uruguaio, transformando ritmo em identidade cultural, política e espiritual.Mais solto, coletivo e percussivo que o álbum de estreia, “Descarga” mergulha na ideia da descarga musical como explosão de energia. Cada faixa funciona como um organismo vivo, conduzido pela voz poderosa de Rubén Rada, pelas guitarras atmosféricas de Eduardo Useta e Enrique Rey, pela cozinha hipnótica de Daniel “Lobito” Lagarde, Roberto Galletti e Mario “Chichito” Cabral.O disco abre com “Heloísa”, trazendo um clima contemplativo e jazzístico, antes de mergulhar nos grooves corporais de “Orejas” e “Manos”, onde o candombe elétrico pulsa de maneira quase ritualística. “Pacífico” oferece um respiro atmosférico, enquanto “Todo Mal” mergulha em tensão e psicodelia, refletindo o clima político turbulento do Uruguai do início dos anos 70.No lado B, “Negro” surge como uma afirmação direta da identidade afro-uruguaia, uma das declarações mais fortes da carreira de Rubén Rada. “Mi Alcoba” traz delicadeza e introspecção, enquanto “Un Sueño Para Gonzalo” leva a banda para territórios do jazz-rock progressivo com liberdade instrumental e construção cinematográfica. O encerramento com “Descarga” sintetiza tudo: improvisação, celebração coletiva e explosão rítmica em estado puro.Mesmo considerado por alguns críticos menos experimental que o primeiro disco, “Descarga” se consolidou com o tempo como uma obra essencial do rock latino-americano. Um álbum físico, quente e profundamente humano, que antecipou caminhos fundamentais para a música uruguaia nas décadas seguintes.Formação:Rubén Rada — voz e percussãoEduardo Useta — guitarraEnrique Rey — guitarraMario “Chichito” Cabral — percussãoDaniel “Lobito” Lagarde — baixoRoberto Galletti — bateriaLado A:HeloísaOrejasManosPacíficoTodo MalLado B:NegroMi AlcobaUn Sueño Para GonzaloDescargaNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠#Totem #Descarga #RubenRada #RockUruguaio #RockLatino #Candombe #JazzRock #ProgressiveRock #LatinRock #MusicaUruguaia #Anos70 #DiscosClassicos #RockProgressivo #AfroLatin #PodcastMusical #ClassicAlbums #Vinil #MusicaLatina #JazzFusion #RockPsicodelico #HistoriaDoRock #AroldoGlomb #Podcast #ProgRock #LatinJazz

  11. 429

    #434 Água do Céu - Pássaro (1975) é o disco mais provocador de Ney Matogrosso?

    O álbum Água do Céu - Pássaro marca a estreia solo de Ney Matogrosso em 1975, logo após sua saída dos Secos & Molhados, motivada por conflitos internos. Também conhecido pelo nome de uma de suas faixas mais emblemáticas, “Homem de Neanderthal”, o disco apresenta um artista em plena transformação, assumindo uma identidade estética e performática radical.Neste trabalho, Ney constrói uma persona animalesca e híbrida, entre homem e pássaro, que se manifesta tanto na capa quanto nas interpretações vocais e corporais. Essa proposta estética, primitiva e ao mesmo tempo sofisticada, atravessa o repertório e se reflete diretamente em faixas como “Homem de Neanderthal”, estabelecendo um novo padrão de expressão artística na música brasileira.Lançado em pleno período da Ditadura Militar no Brasil, o disco teve forte impacto cultural. Em um cenário marcado pelo conservadorismo e pela repressão, Ney desafiou normas ao aparecer seminu no encarte do álbum e ao explorar sensualidade e provocação em músicas como “Açúcar Candy”. O trabalho se tornou um símbolo de enfrentamento artístico e liberdade de expressão em um dos momentos mais rígidos da história do país.A produção ficou a cargo de Billy Bond, reunindo músicos como Claudio Gabis (guitarra), Jorge Omar (violão), Bruce Henry (contrabaixo), Marcio Montarroyos (trompete e piano), Sergio Rosadas (flauta e sax tenor), Chacao (percussão) e Elber Bedaque (bateria). O resultado é uma sonoridade rica, que combina elementos da música popular brasileira com influências experimentais.O repertório mistura referências da infância de Ney, como músicas da rádio e trilhas de cinema, com composições inéditas de nomes importantes como Milton Nascimento, João Bosco e Aldir Blanc, além de colaborações com Astor Piazzolla e textos de Jorge Luis Borges.Entre as faixas do disco estão: “Homem de Neanderthal” (Luiz Carlos Sá), “O Corsário” (Aldir Blanc / João Bosco), “Açúcar Candy” (Sueli Costa / Tite de Lemos), “Pedra de Rio” (Lucinda / Luli / Paulo César), “Idade de Ouro” (Jorge Omar / Paulo Mendonça), “Bôdas” (Milton Nascimento / Ruy Guerra), “Mãe Preta (Barco Negro)” (Caco Velho / Piratini), “Cubanakan” (Sauval / Moises Simons / Champfleury), “América do Sul” (Paulo Machado), “As Ilhas” (Geraldo Carneiro / Astor Piazzolla) e “1964 (II)” (Jorge Luis Borges / Astor Piazzolla).“América do Sul” se destacou como o primeiro grande sucesso da carreira solo de Ney, com lançamento no programa Fantástico, ampliando o alcance de sua obra para o grande público.Este disco de estreia não apenas consolidou Ney Matogrosso como um dos artistas mais singulares da música brasileira, mas também redefiniu os limites entre música, performance e identidade artística.No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠#NeyMatogrosso #MPB #MusicaBrasileira #Anos70 #SecosEMolhados #AlbumClassico #HistoriaDaMusica #DitaduraMilitar #CulturaBrasileira #ArteBrasileira #PodcastMusical #DiscoDeEstreia #PerformanceArtistica #Contracultura #Fantastico #MiltonNascimento #JoaoBosco #AldirBlanc

  12. 428

    #433 Novidades do Rock: Rosalía, John Wayne, Psychedelic Witchcraft, Throw Me to the Wolves e Electric Mob

    Novidades do Rock era um podcast separado que foi incorporado ao Antigas Novidades. Este é o primeiro programa que foi originalmente publicado dia 27 de novembro de 2025 mas que agora está aqui. Aproveitem! Novidades do Rock chega para quem gosta de estar um passo à frente na música e não abre mão de descobrir artistas que estão redefinindo a cena atual. Uma vez por mês, o programa apresenta cinco nomes que trazem novas ideias, energia criativa e aquela sensação boa de estar ouvindo algo realmente vivo.Apesar do nome, o podcast vai muito além do rock tradicional. Aqui o espaço é aberto para misturas, colaborações improváveis e estilos que dialogam com o presente e apontam caminhos para o futuro. A proposta é direta: ouvir, comentar e discutir lançamentos que chamam atenção pela ousadia, pela qualidade ou simplesmente por soarem diferentes de tudo ao redor.O respeito pelos clássicos segue firme, mas a música nunca ficou parada no tempo. O Novidades do Rock nasce justamente dessa tensão saudável entre herança e reinvenção.No episódio desta edição, você vai conhecer artistas e faixas que merecem entrar no seu radar agora:🔥 Rosalía – Berghain (feat. Björk & Yves Tumor)🎸 John Wayne – Reconectar🖤 Psychedelic Witchcraft – Lords of the War⚔️ Throw Me to the Wolves – Days of Retribution⚡ Electric Mob – Devil You KnowSe você curte descobrir artistas novos, transitar entre gêneros, sentir o pulso da música contemporânea e acompanhar lançamentos que fogem do óbvio, este podcast é o seu ponto de encontro.🎧 No comando: jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França.#podcastnovidadesdorock #podcastderock #bandasnacionais #bandasinternacionais #novidadesdamusica #novosartistas #rockalternativo #metalmoderno #rockpesado #rockbrasileiro #musicaindependente #rockinternacional #lancamentosmusicais #musicanova #novossons #rockatual #podcastmusical #novasmusicas #rockmoderno #bandasatuais #descubranovasmusicas #podcast #podcastdemusica #podcastrock #heavymetal #rock #rocknovo #novidadesdorock #bandasnovas #artistasatuais #2025 #lancamentosrock #Rosalia #Bjork #YvesTumor #JohnWayne #PsychedelicWitchcraft #ThrowMeToTheWolves #ElectricMob

  13. 427

    #432 Estreia dos Ramones faz 50 anos: o disco é tudo isso mesmo que falam?

    Em 2026, um dos álbuns mais explosivos da história completa meio século de existência. O lendário disco de estreia dos Ramones finalmente será tema no Antigas Novidades, que vai mergulhar fundo em uma pergunta que atravessa gerações: o primeiro álbum dos Ramones é tudo isso mesmo?Lançado em 1976, o álbum Ramones mudou para sempre o rumo do rock mundial. Em uma época marcada por excessos, solos intermináveis e produções grandiosas, os Ramones chegaram com músicas rápidas, diretas e cheias de atitude. Era o nascimento oficial de uma nova linguagem sonora que abriria caminho para o punk rock moderno.Com faixas históricas como Blitzkrieg Bop, Beat on the Brat e Judy Is a Punk, o disco continua soando urgente, jovem e perigoso mesmo 50 anos depois. Poucos trabalhos envelheceram tão bem e mantiveram tanta influência sobre bandas de rock, punk e música alternativa no mundo inteiro.No novo episódio de Antigas Novidades, a missão será revisitar cada detalhe dessa estreia histórica: produção crua, visual revolucionário, impacto cultural e a energia que transformou quatro caras de New York City em símbolos eternos da música.Será que o primeiro disco dos Ramones merece mesmo toda essa fama? Ou virou mito maior que a obra? Prepare o volume no máximo, porque finalmente chegou a hora de descobrir. Participação do Aldo Portes de França, do canal Aldo Portes de França, e de  Jorge Andrade, do PodDiscosNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠⁠#Ramones #rock #punkrock #música #musica #rocknroll #Ramones50anos #Ramones1976 #albumclassico #punk #classicrock #joeyramone #johnnyramone #deedeeramone #tommyramone #blitzkriegbop #beatonthebrat #judyisapunk #discoderock #historiadorock #bandaderock #rockinternacional #albumestreia #punkmusic #anos70 #rocklegend #musicaclassica #podcastrock #antigasnovidades #ramonesfans

  14. 426

    #431 O disco esquecido de Tavito (1979) é um caldeirão sonoro que mistura Beatles, MPB, soul, rock rural e muito mais

    No episódio de hoje, mergulhamos no álbum Tavito (1979), uma verdadeira joia rara da MPB lançada pela gravadora CBS. Sim, é o momento que Tavito saiu dos bastidores da música brasileira para lançar um disco solo elegante, nostálgico e repleto de grandes canções que atravessaram gerações.Nascido em Belo Horizonte, Tavito cresceu no mesmo ambiente musical que revelou nomes como Milton Nascimento, Toninho Horta e Tavinho Moura. Ainda jovem, chamou a atenção de Vinicius de Moraes, que enxergou no compositor mineiro talento melódico, sofisticação harmônica e a sensibilidade de um grande autor. Essa conexão ajudou a consolidar Tavito como um nome respeitado antes mesmo do sucesso nacional.Ao longo dos anos 70, Tavito brilhou em parcerias históricas como Casa no Campo, com Zé Rodrix, e Rua Ramalhete, ao lado de Ney Azambuja. No disco de 1979, essas qualidades aparecem em alto nível, misturando MPB, folk, pop e a atmosfera mineira que marcou o Clube da Esquina.Entre as faixas mais emblemáticas estão Rua Ramalhete, canção que virou clássico e foi impulsionada pela novela As Três Marias; Começo, Meio e Fim, que anos depois explodiria com Roupa Nova; Naquele Tempo, marcada por influências dos Beatles; além de releituras como Cravo e Canela e Casa no Campo.O álbum reuniu músicos extraordinários: Sérgio Dias (Os Mutantes), Gilson Peranzzetta, Paulinho Braga, Márcio Montarroyos, Alexandre Malheiros, Mamão, Jamil Joanes, Eduardo Souto Neto e backing vocals de Jane Duboc. Um verdadeiro time de estrelas da música brasileira.Falamos também sobre curiosidades do LP original, hoje disputado por colecionadores, e sobre como esse disco representa a transição da música mineira para uma sonoridade pop sofisticada no final dos anos 70.#Tavito #MPB #DiscoRaro #RuaRamalhete #CasaNoCampo #ViniciusDeMoraes #ClubeDaEsquina #MusicaBrasileira #LP1979 #PodcastMusical #RockRural #Colecionadores #beatles #rockrural #soul #zerodrixNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠

  15. 425

    #430 Twisted Sister no limite entre Heavy Metal e Hard Rock com a gravação do divertido disco You Can’t Stop Rock ’n’ Roll (1983)

    Se tem um episódio que respira atitude, energia, diversão e rebeldia, é esse. Hoje o mergulho é direto no icônico álbum You Can't Stop Rock 'n' Roll, lançado em 1983 pelo Twisted Sister — um verdadeiro grito de guerra do heavy metal que ajudou a moldar o som e a estética da década.Logo de cara, o disco mostra a que veio: riffs pesados, refrãos grudentos e uma postura que mistura teatralidade com pura provocação. Liderados pelo carismático Dee Snider, o Twisted Sister entrega um trabalho que não só consolidou a identidade da banda, mas também abriu caminho para o sucesso estrondoso que viria depois.O peso e a personalidade desse disco vêm diretamente do talento e da presença de seus integrantes:Dee Snider – vocal marcante e atitude inconfundívelJay Jay French – guitarra base e produçãoEddie Ojeda – solos cheios de energiaMark Mendoza – baixo pulsante e presença de palcoA. J. Pero – bateria potente e precisaNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠#twistedsister #youcantstoprockandroll #heavymetalanos80 #deesnider #historiadorock #albunsclassicos #rockanos80 #bandasdeheavymetal #discosiconicos #podcastsobremusica

  16. 424

    #429 Terreno Baldio, em seu Além das Lendas Brasileiras (1977), uniu rock progressivo com folclore brasileiro!

    Além das Lendas Brasileiras, o segundo LP do Terreno Baldio, é um dos grandes álbuns do rock progressivo brasileiro. Apesar da boa repercussão no underground brasileiro dos anos 70, o primeiro elepê do Terreno Baldio — assim como os LPs de quase todas as bandas progressivas do país — não representavam fielmente a proposta musical daqueles grupos, ou aquilo que apresentavam ao vivo, num palco. Falta de dinheiro, de apoio das gravadoras e de um nível técnico decente dos estúdios de gravação colaboravam para que os discos fossem apenas um simbólico e pouco representativo cartão de visita das bandas, ou um souvenir para os fãs.Depois que os paulistanos do Terreno Baldio lançaram sua estreia, em 1976, essa sensação de desejo não cumprido ficou no ar, deixando um gosto amargo na boca da crítica e de alguns apreciadores do grupo.Mas o ano de 1977 teve início de forma muito promissora para o conjunto paulistano. A gravadora Continental se interessou em lançar o próximo trabalho deles, que seria baseado no folclore brasileiro, com os textos de Orlando Beghelli servindo de base e inspiração para a parte musical.Quando Além das Lendas Brasileiras chegou às lojas, em setembro daquele ano, a louvável e audaciosa proposta do grupo de universalizar a música progressiva brasileira acabou soando pretensiosa dentro de um cenário instável, começando a ser dominado pela disco music e pelo punk rock. Mesmo assim, uma parcela da imprensa musical saudou o LP com euforia, como aconteceu na revista Pop: “O Terreno Baldio deixa de copiar o Gentle Giant para se tornar algo novo e cheio de vida, com muita personalidade”.O desgaste emocional dentro da banda acabou impulsionando a debandada de integrantes-chave para a sonoridade que praticavam e, em 1979, o Terreno Baldio encerrou suas atividades.#rockprogressivobrasileiro #musicabrasileira #discosclassicos #anos70 #rocknacional #progrockbrasil #folclorebrasileiro #albumconceitual #historiadamusica #culturabrasileiraFormação principal:João Carlos "Fusa" Kurk – vocal, flauta e percussãoMozart Mello – guitarra (elétrica e violão) e vocaisRoberto Lazzarini – teclados (piano, órgão, sintetizadores, clavinet)Rodolfo Ayres Braga – baixo (substituindo o baixista original)Joaquim Correia – bateria e percussão Músicos convidados:Nelson Gerab – violinoFábio Gasparini – violonceloCláudio Bernardes – baixo acústicoAroldo "Peninha" Sobrinho – efeitos Músicas Caipora Saci-PererêPassaredoPrimaveraLobisomem Curupira As Amazonas Iara Negrinho do PastoreioNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠

  17. 423

    #428 Still Loving You, dos Scorpions, causou um baby boom na França em 1985?

    Still Loving You, do Scorpions, deixou uma marca surpreendente na França. Em 1985, meses após alcançar o topo das paradas, a canção foi associada a um verdadeiro baby boom, com milhares de novos nascimentos registrados. Rudolf Schenker, guitarrista e fundador da banda, relembra com humor o momento em que um apresentador francês os acusou de serem "responsáveis" por esse fenômeno. Entre risadas e incredulidade, a realidade é que o LP conquistou platina rapidamente, vendeu mais de 1,7 milhão de cópias apenas na França e permaneceu por 42 semanas consecutivas nas paradas. Um episódio que mostra como a música pode transcender o som e impactar a vida das pessoas de forma inesperada.#Scorpions #StillLovingYou #BabyBoom #França1985 #HistóriaDaMúsica #RockInternacional #RudolfSchenker #ParadasMusicais #DiscoDePlatina #PodcastDeMúsicaNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠

  18. 422

    #427 Iron Maiden: qual dessas 35 músicas vai sobreviver ao desafio do Resta Um?

    Imagina colocar 35 músicas do Iron Maiden em uma disputa direta, onde só uma pode sair vencedora. Esse é o desafio deste episódio do podcast: um verdadeiro Resta Um entre clássicos e faixas icônicas de uma das maiores bandas de heavy metal de todos os tempos.A cada rodada, um participante elimina uma música — seja por gosto pessoal, estratégia ou simplesmente por não resistir à força das concorrentes. No fim, apenas uma faixa sobrevive… e ela será tocada na íntegra.Do peso de The Trooper à atmosfera épica de Hallowed Be ThE Name, passando por hinos como Fear of the Dark e Run to the Hills, a disputa promete momentos intensos e decisões difíceis.A pergunta é inevitável: qual dessas músicas vai sobreviver? Um clássico absoluto ou uma surpresa inesperada?Se você curte heavy meta e debates apaixonados sobre música, esse episódio é pra você. Faça suas apostas — e prepare-se para discordar!Lista das músicas participantes:The Trooper – Piece of MindRun to the Hills – The Number of the BeastThe Number of the Beast – The Number of the BeastHallowed Be The Name – The Number of the BeastFear of the Dark – Fear of the DarkAces High – Powerslave2 Minutes to Midnight – PowerslaveWasted Years – Somewhere in TimeCan I Play with Madness – Seventh Son of a Seventh SonThe Evil That Men Do – Seventh Son of a Seventh SonIron Maiden – Iron MaidenPhantom of the Opera – Iron MaidenFlight of Icarus – Piece of MindRevelations – Piece of MindPowerslave – PowerslaveMurders in the Rue Morgue – KillersChildren of the Damned – The Number of the BeastTo Tame a Land – Piece of MindSeventh Son of a Seventh Son – Seventh Son of a Seventh SonAlexander the Great – Somewhere in TimeInfinite Dreams – Seventh Son of a Seventh SonMother Russia – No Prayer for the DyingJudas Be My Guide – Fear of the DarkSign of the Cross – The X FactorFutureal – Virtual XIThe Wicker Man – Brave New WorldBlood Brothers – Brave New WorldDance of Death – Dance of DeathThese Colours Don’t Run – A Matter of Life and DeathEl Dorado – The Final FrontierIf Eternity Should Fail – The Book of SoulsEmpire of the Clouds – The Book of SoulsThe Red and the Black – The Book of SoulsStratego – SenjutsuHell on Earth – SenjutsuNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Willian Farias, do ROCK NA MESA, como convidado .⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠⁠#ironmaiden #heavymetal #metal #rock #thetrooper #fearofthedark #hallowedbethename ##ironmaidenband #metalclassico #rockclassico #metalbritanico #nwobhm

  19. 421

    #426 Novidades do Rock: Fontaines D.C., This Winter Machine, Thundermother, Baest e Christone “Kingfish” Ingram

    Novidades do Rock era um podcast separado que foi incorporado ao Antigas Novidades. Este é o primeiro programa que foi originalmente publicado dia 27 de outubro de 2025 mas que agora está aqui. Aproveitem! Novidades do Rock chega para quem ama música e está sempre em busca de sons novos. Nosso espaço vai ao ar uma vez por mês, trazendo cinco artistas que surgiram nos últimos dez anos e que estão movimentando a cena com criatividade, intensidade e muito frescor.Apesar do nome, não falamos apenas de rock. Aqui, o microfone está aberto para bandas, músicos e estilos diversos, explorando sonoridades que se conectam com o presente e apontam para o futuro. A proposta é simples: ouvir, comentar e discutir lançamentos que podem virar tendência — ou simplesmente se destacam pela qualidade.Se por um lado somos apaixonados pelos clássicos, por outro acreditamos que a música nunca para de se reinventar. É justamente nesse diálogo entre tradição e inovação que o Novidades do Rock nasceu.No episódio de estreia, você vai ouvir e conhecer artistas que merecem sua atenção: 🎸 Fontaines D.C – Starbuster 🎶 This Winter Machine – The Man Who Never Was 🔥 Thundermother – Whatever 💀 Baest – Stormbringer 🎤 Christone "Kingfish" Ingram – 662Se você gosta de descobrir bandas novas, mergulhar em sons diferentes e acompanhar o que há de mais recente no cenário musical, este podcast é feito para você.No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França.⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠⁠#NovidadesDoRock #PodcastDeMúsica #BandasNovas #NovosArtistas #Rock2025 #MúsicaAlternativa #DescubraMúsica #TendênciasMusicais #NovosSons #MúsicaIndependente #BandasEmergentes #ArtistasRevelação #PodcastDeRock #LançamentosMusicais #RockAtual #MúsicaNova #GarimpoMusical #IndieRock #CenaMusical #PodcastBrasil #PodcastRock #rock#podcastnovidadesdorock #podcastderock #bandasnacionais #bandasinternacionais #novidadesdamusica #novosartistas #rockalternativo #metalprogressivo #rockblues #southernrock #stonerrock #bandasnovas #musicabrasileira #rockbrasileiro #musicaindependente #rockinternacional #novidadesrock #lancamentosmusicais #musicarock #rockprogresivo #novossons #musicatradicao #musicainovadora #escutemusica #rockatual #podcastmusical #novasmusicas #rockmoderno #bandasatuais #descubranovasmusicas #podcast #podcastdemusica #podcastrock #rockprogressivo #rocknacional #heavymetal #rock #rockbrasileiro #rocknovo #novidadesdorock #bandasnovas #novosartistas #progrock #músicainstrumental #programaderock #podcastmusical #podcastderock #2025 #lançamentosrock #FontainesDC #ThisWinterMachine #Thundermother #Baest #Kingfish #rockinternacional2025 #novosartistasrock #musicanova2025

  20. 420

    #425 Led Zeppelin - Presence faz 50 anos. Esta é a melhor homenagem deste disco que você vai ouvir!

    Se existe um álbum que redefiniu o peso e a grandiosidade do rock, esse álbum é Presence, do lendário Led Zeppelin. Lançado em 1976, o disco chega agora aos seus 50 anos carregando uma energia crua, intensa e quase visceral. Diferente de trabalhos anteriores mais experimentais, aqui a banda apostou em uma sonoridade mais direta, com riffs marcantes de Jimmy Page, a força vocal de Robert Plant, o groove preciso de John Paul Jones e a bateria inconfundível de John Bonham.Gravado em circunstâncias adversas, após um grave acidente de Plant, Presence carrega um senso de urgência que transborda em cada faixa. Músicas como Achilles Last Stand, Nobody's Fault but Mine e Tea for One mostram diferentes facetas da banda — do épico ao introspectivo. Cinquenta anos depois, o álbum continua sendo um testemunho da força criativa do Led Zeppelin, uma obra que segue pulsando forte no coração do rock.#LedZeppelin #Presence #JimmyPage #RobertPlant #JohnPaulJones #JohnBonham #AchillesLastStand #NobodysFaultButMine #TeaForOne #RockAnos70No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian MarinhoParticipação de Gleydison lLves, do PodDiscos!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!⁠⁠

  21. 419

    #424 The Hellacopters voando alto com High Visibility (2000)

    Lançado em 16 de outubro de 2000, High Visibility marca um ponto de virada na carreira dos suecos The Hellacopters. Gravado nos lendários Polar Studios, em Estocolmo, o disco traz uma sonoridade crua e energética, misturando rock clássico com garage rock, e consolidando a banda como uma das mais importantes da cena escandinava.Este é o quarto álbum de estúdio do grupo e o primeiro a contar com o guitarrista Robert Dahlqvist, cuja entrada trouxe frescor e potência às composições. Produzido por Chips Kiesbye, o trabalho tem pouco mais de 40 minutos de duração, mas é intenso do início ao fim, com riffs marcantes, refrões explosivos e uma produção que equilibra peso e melodia.High Visibility foi lançado por diferentes selos, incluindo Universal Music Group e Gearhead Records, e recebeu ótimas críticas da imprensa especializada. Para muitos fãs, é considerado um dos discos mais acessíveis e ao mesmo tempo mais fiéis à essência da banda.#theHellacopters #HighVisibility #garagerock #rocksuecoNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!⁠⁠

  22. 418

    #423 Quem liga para Tony Iommi e Ian Gillan?

    " Out of My Mind " / " Holy Water " é um CD single de duas faixas, lançado para arrecadar fundos, do supergrupo WhoCares , uma colaboração entre Tony Iommi e Ian Gillan , dando continuidade direta ao projeto Rock Aid Armenia . O CD contém o single "Out of My Mind" e a canção "Holy Water", esta última utilizando o instrumento tradicional armênio, o duduk, tocado pelos músicos armênios Arshak Sahakyan e Ara Gevorgyan. Ambas as faixas do CD foram gravadas no SARM Studios em Notting Hill , Londres.A venda do CD teve como objetivo arrecadar fundos para a reconstrução de uma escola de música em Gyumri , Armênia, após a destruição da cidade pelo terremoto de 1988, e para a compra de instrumentos musicais para a escola. O CD foi lançado em 6 de maio de 2011 pela Ear Music/Edel.As gravações também aparecem no álbum duplo "WhoCares" de Ian Gillan & Tony Iommi , lançado em julho de 2012."Fora de Mim""Out of My Mind" foi composta em parceria por Ian Gillan e Tony Iommi.CréditosVoz – Ian GillanGuitarra – Tony IommiGuitarra – Mikko "Linde" LindströmBaixo – Jason NewstedBateria – Nicko McBrainTeclados – Jon LordÁgua benta"Holy Water", a segunda música, foi composta em parceria por Ian Gillan e Steve Morris.CréditosVoz – Ian GillanGuitarra – Tony Iommi, Steve Morris e Michael Lee JacksonBaixo – Rodney ApplebyBateria – Randy ClarkeTeclados – Jesse O'BrienDuduk – Arshak SahakyanDuduk e teclados – Ara GevorgyanNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!⁠ #WhoCares #DeepPurple #BlackSabbath #TonyIommi #Ian Gillan

  23. 417

    #422 A misteriosa relação de Alex Harvey com a guerra entre Estados Unidos e Inglaterra na Boston Tea Party!

    Se você acha que já ouviu todas as músicas sobre revoluções, prepare-se para ser surpreendido. "Boston Tea Party", da banda The Sensational Alex Harvey Band, não é apenas uma canção sobre um evento histórico americano — é uma explosão de surrealismo escocês que mistura política, ironia e experimentação sonora.Harvey, sempre ousado e imprevisível, transforma o episódio da rebelião contra os impostos britânicos em algo muito maior: um manifesto artístico. A letra fala de fogo nas montanhas, presidentes cuspindo notícias e dentes de madeira sendo mordidos — imagens que desafiam qualquer interpretação literal e convidam o ouvinte a mergulhar em um universo de metáforas.História com irreverência: Harvey pega um marco da independência americana e o reimagina com humor e estranheza.Estilo único: A mistura de rock teatral e experimental faz da faixa uma experiência intensa.Provocação cultural: Um escocês cantando sobre a revolta americana mostra como a arte ultrapassa fronteiras.Se você busca entender como música e história se entrelaçam, "Boston Tea Party" é um prato cheio. Palavras-chave como rock experimental, Alex Harvey, Boston Tea Party música, rebelião cultural e The Sensational Alex Harvey Band são essenciais para posicionar esse conteúdo nos buscadores.#BostonTeaParty #AlexHarvey #TheSensationalAlexHarveyBand #rockexperimental #musicarockanos70 #rebeliãocultural #histórianamúsica #classicrock #BostonTeaPartySong #AlexHarveyBandNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho ⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠

  24. 416

    #421 Atheist e a quebradeira jazzistica de Unquestionable Presence (1991)

    Unquestionable Presence é o segundo álbum de estúdio da banda DE death metal Atheist . Foi lançado em 1991 e introduziu um novo som ao utilizar harmonias com influências de jazz , ritmos latinos sutise compassos incomuns .#Atheist #metal #extremo #deathmetal O baixista Roger Patterson compôs as linhas de baixo de Unquestionable Presence , mas faleceu em um acidente com a van da turnê antes das gravações. Seu trabalho, no entanto, pode ser ouvido nas demos de pré-produção incluídas no relançamento de 2005. A banda inicialmente convidou o baixista do Watchtower , Doug Kayser (a quem Patterson idolatrava), para substituí-lo no baixo para o álbum, mas ele recusou a oferta. Tony Choy foi então contratado para tocar baixo no álbum. De acordo com o vocalista do Atheist, Kelly Shaefer: "Tony Choy era realmente a única outra pessoa capaz que conhecíamos [que] conseguia tocar essas músicas fisicamente. Tony usava todos os quatro dedos e o polegar, o que era incrível nas partes rápidas. A maioria dos caras toca semínimas , mas Roger estava por toda parte e poucos conseguiam fazer isso." A banda alugou um apartamento e ensaiou o material do álbum com Choy por oito semanas antes da gravação. ⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!⁠

  25. 415

    #420 Dude (Looks Like a Lady) renasceu o Aerosmith?

    Se você está procurando curiosidades sobre a icônica música “Dude (Looks Like a Lady)”, da lendária banda Aerosmith, prepare-se para mergulhar em um dos maiores sucessos do rock dos anos 80. Lançada em 1987 no álbum Permanent Vacation, a canção rapidamente conquistou o público com seu riff marcante e letra provocativa. Composta por Steven Tyler, Joe Perry e Desmond Child, a faixa se destaca por abordar, de forma irreverente, situações de confusão de identidade, inspiradas em uma história curiosa vivida pela banda.Além de seu sucesso comercial, “Dude (Looks Like a Lady)” se tornou um verdadeiro marco cultural, sendo amplamente tocada em rádios, filmes e playlists de rock clássico até hoje. A música ajudou a consolidar o retorno triunfal do Aerosmith ao topo das paradas, reforçando sua relevância na indústria musical. Para quem busca entender o impacto do rock na cultura pop, essa faixa é um exemplo perfeito de como atitude, humor e um som envolvente podem atravessar gerações e continuar conquistando novos fãs.No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠

  26. 414

    #419 Accept mostrando que era maior que Udo Dirkschneider com Blood of the Nations (2010)

    Em 2010, o Accept marcou seu retorno triunfal ao cenário do heavy metal com o álbum Blood of the Nations. Considerado um dos discos mais importantes da carreira da banda, este trabalho trouxe de volta a energia clássica do grupo alemão, agora com o vocalista Mark Tornillo, e conquistou fãs antigos e novos ao redor do mundo.Neste episódio do nosso podcast, exploramos:A história por trás do lançamento de Blood of the NationsO impacto da entrada de Mark Tornillo nos vocaisAs faixas mais marcantes, como Teutonic Terror e The AbyssSe você é fã de heavy metal tradicional, riffs poderosos e da trajetória lendária do Accept, este episódio é imperdível.No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho Participação do Jorge Andrade do podcast PodDiscos⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠⁠#Accept #BloodOfTheNations #HeavyMetal #MarkTornillo #TeutonicTerror #TheAbyss #Metal2010 #AcceptAlbum #DiscografiaAccept #PodcastMetal #MetalTradicional #HardRock #MetalAlemao #ClassicMetal #MetalPodcast

  27. 413

    #418 Novidades do Rock: Blood Incantation, Victor Wainwright And The Train, Monster Truck , Papangu e The Commoners

    Novidades do Rock era um podcast separado que foi incorporado ao Antigas Novidades. Este é o primeiro programa que foi originalmente publicado dia 30 de setembro de 2025 mas que agora está aqui. Aproveitem! Novidades do Rock é para quem ama música e está sempre em busca de novidades. Uma vez por mês, trazemos artistas que surgiram nos últimos dez anos e que estão movimentando a cena com criatividade, intensidade e muito frescor.Apesar do nome, não vamos falar apenas de rock. Aqui, o microfone está aberto para bandas, músicos e estilos diversos, explorando sonoridades que se conectam com o presente e apontam para o futuro. A proposta é simples: ouvir, comentar e discutir lançamentos que podem virar tendência ou simplesmente se destacam pela qualidade.Se por um lado somos apaixonados pelos clássicos, por outro acreditamos que a música nunca para de se reinventar. É justamente nesse diálogo entre tradição e inovação que o Novidades do Rock nasceu.No episódio de estreia, você vai ouvir e conhecer artistas que merecem atenção:Blood Incantation – Stargate (Tablet I)Victor Wainwright And The Train – DisappearMonster Truck – Golden WomanPapangu – Rito de CoroaçãoThe Commoners – Too MuchSe você gosta de descobrir bandas novas, mergulhar em sons diferentes e acompanhar o que há de mais recente no cenário musical, este podcast é para você.podcastnovidadesdorock #podcastderock #bandasnacionais #bandasinternacionais #novidadesdamusica #novosartistas #rockalternativo #metalprogressivo #rockblues #southernrock #stonerrock #bandasnovas #musicabrasileira #rockbrasileiro #musicaindependente #rockinternacional #novidadesrock #lancamentosmusicais #musicarock #rockprogresivo #novossons #musicatradicao #musicainovadora #escutemusica #rockatual #podcastmusical #novasmusicas #rockmoderno #bandasatuais #descubranovasmusicas #podcast #podcastdemusica #podcastrock #rockprogressivo #rocknacional #heavymetal #rock #rockbrasileiro #rocknovo #novidadesdorock #bandasnovas #novosartistas #progrock #músicainstrumental #programaderock #podcastmusical #podcastderock #2025 #lançamentosrockNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França.⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠#NovidadesDoRock #PodcastDeMúsica #BandasNovas #NovosArtistas #Rock2025 #MúsicaAlternativa #DescubraMúsica #TendênciasMusicais #NovosSons #MúsicaIndependente #BandasEmergentes #ArtistasRevelação #PodcastDeRock #LançamentosMusicais #RockAtual #MúsicaNova #GarimpoMusical #IndieRock #CenaMusical #PodcastBrasil #PodcastRock #rock

  28. 412

    #417 O silêncio deixado por Willie Colón

    Willie Colón, ícone da salsa e figura marcante da música latina, nos deixou dia 21 de fevereiro de 2026. Sua trajetória como trombonista, compositor e ativista cultural marcou gerações e ajudou a transformar a salsa em um movimento global.No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!⁠⁠

  29. 411

    #416 Rock progressivo feito por bandas de rock e metal que NÃO SÃO progressivas

    Que tal uma viagem inesperada pelo universo do rock progressivo — mas não da forma que você imagina. Neste episódio, vamos explorar cinco músicas surpreendentes de grandes nomes do rock e do metal dos anos 70 e 80 que, mesmo não sendo bandas progressivas, ousaram experimentar nuances do estilo.Entre riffs pesados e melodias épicas, você vai descobrir como ícones consagrados se aventuraram em estruturas complexas, atmosferas viajantes e arranjos ousados, criando verdadeiras joias escondidas dentro de suas discografias.Será que o metal tradicional pode soar progressivo? Será que o hard rock pode se transformar em uma jornada sonora cheia de camadas e mudanças inesperadas? Essas cinco faixas provam que sim!#rockprogressivo #metal #rockanos70 #rockanos80 #bandasclassicas #musicasocultas #podcastrock #podcastmetal #progressiverock #hardrockNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!⁠

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    #415 Living in the Past, uma das músicas mais improváveis do Jethro Tull, veio de um desafio

    ANTIGAS NOVIDADES entra na história improvável de “Living in the Past”, uma das músicas mais icônicas do Jethro Tull. Nascida em 1969 quase como uma provocação, a canção surgiu quando Ian Anderson recebeu a missão urgente de criar um hit — e decidiu fazer exatamente o oposto do que se esperava. Usando o incomum compasso 5/4, inspirado no jazz de Dave Brubeck, ele criou uma música que desafiava os padrões do pop e, ironicamente, conquistou o público de imediato.Gravada nos Estados Unidos e impulsionada por um arranjo elegante de cordas, a faixa chegou ao topo das paradas britânicas e, anos depois, também fez sucesso nos EUA. Mesmo odiada pelo próprio autor durante muito tempo, “Living in the Past” acabou se tornando um retrato fiel da identidade do Jethro Tull: ousada, irônica, sofisticada e musicalmente inquieta. A letra, ao mesmo tempo nostálgica e crítica, fala do desejo de escapar do caos do presente, questionando a idealização do passado e os próprios valores da contracultura. Uma música que nasceu como brincadeira, virou clássico e segue ecoando como cápsula do tempo do rock progressivo.#JethroTull #LivingInThePast #RockProgressivo #HistóriaDoRock #IanAnderson #RockAnos60 #MúsicaClássicaDoRock #PodcastMusical #AntigasNovidades #RockBritânico #ProgRock #ClássicosDoRock⁠OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!⁠

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    #414 Sad Wings of Destiny: 50 anos do clássico histórico do Judas Priest

    "Sad Wings of Destiny" é muito mais do que o segundo álbum do Judas Priest — é o marco em que a banda consolidou sua identidade sonora e visual, abrindo caminho para se tornar um dos pilares do heavy metal. Lançado em 1976 pela Gull Records, o disco traz faixas icônicas como Victim of Changes e The Ripper, que se tornaram clássicos nos palcos. Com riffs poderosos, solos elaborados e a impressionante versatilidade vocal de Rob Halford, o álbum revela uma paleta de estilos que vai do peso de Tyrant e Genocide à atmosfera melancólica de Dreamer Deceiver e Epitaph. Apesar das dificuldades financeiras enfrentadas pela banda na época, o Judas Priest entregou uma obra que, em retrospecto, é considerada um dos álbuns mais importantes da história do metal, influenciando gerações e moldando o futuro da própria banda. Neste episódio, exploramos os detalhes, as histórias e o impacto duradouro desse clássico absoluto.OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian MarinhoConvidado especial Thiago Zuma, do podcast ROCK NA MESA!⁠⁠⁠⁠Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!⁠#JudasPriest #SadWingsOfDestiny #HeavyMetal #RobHalford #VictimOfChanges #TheRipper #ClassicMetal #1976 #GullRecords #HistoriaDoMetal

  32. 408

    #413 Spheres, do Pestilence, redefiniu os limites do death metal nos anos 90

    Vamos falar e ouvir o disco Spheres, lançado pelo Pestilence em 1993, um dos trabalhos mais discutidos da discografia da banda e do death metal técnico dos anos 1990. A produção do disco, suas características sonoras, a mudança de direção em relação aos álbuns anteriores e a incorporação de elementos progressivos, como estruturas rítmicas deslocadas, uso de baixo fretless e uma abordagem mais limpa e seca nas guitarras, criaram um disco muito bom, que foi MALHADO pelos fãs naquela época.Vale ouvir se você quiser compreender melhor o disco, seu lugar na história do death metal técnico e as ideias que moldaram sua sonoridade.OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST:⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian MarinhoConvidado especial Bruno Glaser, do podcast ROCK NA MESA!⁠⁠⁠Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!⁠#Pestilence #Spheres #DeathMetalTecnico #MetalProgressivo #Anos90 #PodcastMetal #ResenhaMusical #AlbunsClassicos #MetalExtremo

  33. 407

    #412 Horcas (2002), o "Back in Black" do heavy metal argentino

    Lançado em 2002, Horcas é o quinto álbum de estúdio da banda argentina de thrash/heavy metal Horcas e representa um dos momentos mais decisivos de sua trajetória. O disco marca o primeiro trabalho após a morte de Osvaldo Civile, fundador e guitarrista da banda, consolidando uma fase de renovação sonora, amadurecimento técnico e reposicionamento artístico dentro do metal sul-americano do início dos anos 2000.Gravado no Estudios El Pie, com produção de Adrián Taverna e masterização de Eduardo Bergallo, o álbum apresenta uma sonoridade mais moderna, com guitarras encorpadas, bateria seca e um equilíbrio preciso entre agressividade e clareza. O thrash metal segue como base, mas agora dialoga com elementos de groove metal e heavy metal contemporâneo, refletindo as transformações estéticas da época.A nova formação é fundamental para esse impacto. A entrada de Gabriel Lis na guitarra inaugura uma abordagem mais objetiva, com riffs modernos e solos diretos, sem a intenção de reproduzir o estilo de Civile. A base rítmica formada por Norberto “Topo” Yáñez e Guillermo de Lucca mantém a precisão e o peso característicos da banda, enquanto Walter Meza fortalece a identidade vocal com um timbre firme, menos agudo e mais agressivo, assumindo de vez o protagonismo.Horcas (2002) é mais do que um disco de transição. É um álbum de reafirmação, que transforma perda em força criativa e consolida a banda como um dos nomes mais consistentes do metal argentino, mostrando que seguir em frente também pode ser um ato de resistência sonora.#horcas#horcas2002#metalargentino#thrashmetal#heavymetal#thrashargentino#metalanos2000#discografiahordas#bandasmetalargentinas#metalunderground#resenhametal#podcastmetal#historiadometal#albumthrash#metalpesado#metalgroove#metalamericano#musicaextrema#culturametal#metalclassicoOUÇA NOSSO OUTRO PODCAST:⁠⁠⁠⁠ Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!⁠

  34. 406

    #411 Metal Espadinha, Power Metal ou Metal Melódico? Vamos descobrir onde o dragão cospe fogo nas guitarras!!

    Hoje a gente ergue espadas imaginárias, afina guitarras invisíveis e mergulha fundo no universo do Power Metal (Metal Melódico ou Metal Espadinha, que seja), um dos estilos mais épicos e controversos da história do heavy metal.A viagem é dividida em três atos bem definidos: as origens explosivas nos anos 80, o auge glorioso nos anos 90 e início dos 2000 e, por fim, a chamada “decadência”, que talvez seja melhor entendida como transformação, amadurecimento e resistência cultural. Entre uma fase e outra, músicas de passagem funcionam como portais sonoros — e não qualquer música, mas hinos que ajudaram a escrever essa história.Começamos na Alemanha, onde Helloween redefiniu velocidade, melodia e fantasia, criando a base do Power Metal moderno. Dali, a chama segue viva com o Gamma Ray, projeto que transforma ruptura em manifesto musical. No auge, exploramos o gênero como fenômeno global, passando por coros monumentais, narrativas épicas e virtuosismo técnico — com destaque para nomes que fizeram o estilo soar maior do que a vida. E, no encerramento, chegamos ao presente com o som inconfundível do Stratovarius, lembrando que o Power Metal pode até sair do mainstream, mas nunca perde seu exército fiel.As músicas de passagem que costuram o episódio são verdadeiros marcos: “Future World”, “Rebellion in Dreamland” e “Theater of Salvation” — faixas que não só representam épocas diferentes, mas também estados de espírito distintos dentro do gênero.Este não é só um episódio sobre música. É sobre ciclos culturais, sobre excesso e reinvenção, sobre o que acontece quando um estilo deixa de ser moda e passa a ser identidade. Antigas Novidades é isso: olhar para trás com ouvido atento e perceber que, muitas vezes, o novo já estava lá o tempo todo.⁠⁠⁠⁠OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST:⁠⁠ Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França.⁠Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!⁠#PowerMetal #HeavyMetal #HistoriaDoPowerMetal#PowerMetal, #HeavyMetal, #HistoriaDoPowerMetal, #Helloween, #GammaRay, #Stratovarius, #MetalMelodico, #MetalEpico, #MetalEuropeu, #PodcastsDeMusica, #PodcastsSobreMetal, #HistoriaDoHeavyMetal, #MetalAnos80, #MetalAnos90, #FantasiaNoMetal, #PowerMetalAlemao, #BandasDePowerMetal, #CulturaMetal, #MusicaPesada, #MetalClassico, #MetalEspadinha

  35. 405

    #410 Grandes músicas: Tarkus (Emerson, Lake and Palmer) 1971

    Tarkus, do Emerson, Lake & Palmer: a suíte progressiva que transformou rock em ficção científica sonoraPoucas músicas na história do rock conseguem ir além do som e se tornar uma narrativa completa, quase um filme imaginário contado por instrumentos. Tarkus é exatamente isso. Lançada em 1971 pela banda Emerson, Lake & Palmer, a suíte que abre o álbum Tarkus é um dos manifestos definitivos do rock progressivo.Com mais de 20 minutos de duração, Tarkus não é apenas uma música longa: é uma obra conceitual dividida em sete movimentos, cada um representando uma etapa de uma história simbólica sobre criação, poder, guerra, queda e renascimento. No centro dessa narrativa está Tarkus, uma criatura híbrida — meio tatu, meio tanque de guerra — que surge das entranhas da Terra como metáfora do avanço tecnológico sem consciência.A suíte começa com “Eruption”, um nascimento violento, marcado por órgão Hammond agressivo e mudanças rítmicas abruptas. É o mundo sendo criado à força. Em “Stones of Years”, entram os vocais de Greg Lake, trazendo questionamentos existenciais sobre tempo, sabedoria e cegueira histórica. Aqui, Tarkus começa a pensar — e pensar dói.“Iconoclast” e “Mass” representam o auge do conflito. Tarkus destrói antigas crenças, mas acaba se tornando aquilo que combatia. A crítica social aparece clara: revoluções que viram sistemas, fé que vira controle, poder que se corrompe. Musicalmente, o trio mostra domínio absoluto de dinâmica, alternando caos e groove com precisão cirúrgica.O ponto de virada acontece em “Manticore”, quando Tarkus enfrenta uma criatura mitológica que simboliza o caos primordial. A batalha é instrumental, dissonante e curta — e Tarkus é derrotado. O resultado vem em “Battlefield”, um lamento sobre os escombros da guerra, onde não existem vencedores, apenas silêncio e confusão.Por fim, “Aquatarkus” fecha o ciclo com o renascimento. A criatura retorna transformada, agora ligada à água, símbolo de renovação e consciência. O tema musical inicial reaparece, mas evoluído — como se a própria música tivesse aprendido com seus erros.Tarkus permanece atual porque fala de um dilema eterno: a humanidade cria ferramentas, ideologias e máquinas para avançar, mas frequentemente perde o controle sobre elas. Emerson, Lake & Palmer não entregam respostas fáceis. Eles oferecem uma experiência — intensa, desconfortável e grandiosa.Mais de cinquenta anos depois, Tarkus continua sendo uma aula de ambição artística, provando que o rock pode ser tão narrativo quanto a literatura e tão épico quanto o cinema. Uma música que não se escuta apenas: se atravessa.⁠⁠⁠OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST: Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França.Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!#tarkus #emersonlakeandpalmer #rockprogressivo #musicaanos70 #suiteprogressiva #albumtarkus #keitherson #greglake #carlpalmer #conceitoalbum #rockclassico #historiadorock #analisedemusica #podcastrock #progrock #musicaexperimental #rockbritanico #musicaepica #ficcaocientificanorock

  36. 404

    #409 Iron Maiden 50 anos: a era do sexteto

    A fase sexteto do Iron Maiden não é sobre hits.É sobre tempo, maturidade e liberdade criativa.É o Iron Maiden que já conquistou tudo e agora usa a música para refletir, questionar e permanecer relevante sem se repetir.Antes de entrar disco por disco, vale deixar algo muito claro para quem está ouvindo:a fase sexteto do Iron Maiden, iniciada no ano 2000, é a fase mais relevante da história da banda. Não necessariamente a mais famosa, nem a mais radiofônica — mas a mais sólida.É a fase mais longa de todas.É a fase que teve mais tempo entre discos, sem correria, sem pressão de gravadora.É a fase em que a banda já não precisava provar nada para ninguém.E é também a fase em que o Iron Maiden mais veio ao Brasil, criando uma relação quase ritualística com o público brasileiro.Essa é a era em que o Maiden deixa de ser apenas uma banda de heavy metal e passa a funcionar como uma instituição criativa em pleno controle do próprio tempo.Integrantes da fase sexteto do Iron Maiden (2000 – atual)Desde o ano 2000, o Iron Maiden mantém a formação mais estável, longa e produtiva de toda a sua história:Bruce Dickinson – vocalSteve Harris – baixoDave Murray – guitarraAdrian Smith – guitarraJanick Gers – guitarraNicko McBrain – bateria#ironmaiden #ironmaidensexteto #bravenewworld #danceofdeath #amatteroflifeanddeath #thefinalfrontier #thebookofsouls #senjutsu #heavymetal #metalclassico #metalbritanico #brucedickinson #steveharris #adriansmith #davemurray #janickgers #nickomcbrain #discografiamaiden #historiadometal #podcastdemetal #ironmaidenbrasil #metalprogressivoDiscos da fase sexteto em ordem cronológica1. Brave New World (2000)2. Dance of Death (2003)3. A Matter of Life and Death (2006)4. The Final Frontier (2010)5. The Book of Souls (2015)6. Senjutsu (2021)Palavras-chave SEO⁠⁠OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST: Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França.

  37. 403

    #408 Bestial Devastation: a origem do Sepultura e a cena do metal brasileiro em 1985

    “Bestial Devastation” não é só o primeiro registro do Sepultura. É quase um manifesto cru, barulhento e desajeitado — no melhor sentido possível — de uma molecada de Belo Horizonte que queria soerguer o metal extremo no Brasil na marra. Dá pra sentir esse espírito em cada segundo das faixas, inclusive nos erros, microfonias e exageros adolescentes. É justamente isso que torna o disco tão simbólico.O ano de 1985 foi um caldeirão quente. O país acabava de sair da ditadura militar, o Rock in Rio tinha acabado de acontecer, e a cultura jovem começava a respirar sem tanto peso no peito. Mas o underground ainda era um território bruto. Tudo era feito com fita cassete, boca a boca, zines xerocados e uma enorme vontade de perturbar o status quo.Enquanto o mainstream celebrava Paralamas, Blitz e Barão Vermelho — todos ótimos, claro — alguns garotos em BH preferiam ir pro lado mais sombrio da força. A capital mineira, curiosamente, se tornou um dos berços mais férteis do metal extremo na América Latina. Metrópolis pesada, industrial, cheia de becos sonoros perfeitos para riffs diabólicos.A tape-trading internacional (troca de fitas entre fãs do mundo todo) começava a colocar o Brasil no mapa do metal extremo. Nomes como Sarcófago, Mutilator, Chakal, Holocausto e, claro, Sepultura formavam o embrião do que viraria o Cogumelo Records style. Era feio, sujo e completamente autêntico.O disco saiu como lado B de um split com o Overdose, chamado Bestial Devastation / Século XX. Foi lançado pela lendária Cogumelo Records, que quase funcionava como uma espécie de “Motorola do metal”: pequena, improvisada, mas decisiva.O som é um híbrido de black metal primitivo com thrash apressado, riffs cortantes e uma bateria que parece gravada dentro de um buraco — e funciona. Max ainda não tinha o vocal encorpado e tribal dos anos 90; ali ele soa como um adolescente possuído lendo trechos de grimório.Faixa por faixa:• 01 The Curse – Um intro narrado, beirando o tosco, mas absolutamente icônico. Aquele tipo de abertura que tenta invocar o inferno com uma fita de VHS.• 02 Bestial Devastation – Aqui o Sepultura realmente nasce. Velocidade, caos, letras sobre profanação… a receita ideal pra fazer a cena internacional virar o pescoço na direção de BH.• 03 Antichrist – Assinada liricamente pelo Wagner Lamounier (sim, o futuro vocal do Sarcófago). Essa conexão entre as bandas mostra como a cena mineira era uma caldeira coletiva.• 04 Necromancer – Uma das faixas mais queridas pelos fãs antigos. Um proto–death metal cheio de clima e riffs quase punk na estrutura.• 05 Warriors of Death – Um fechamento épico, ainda na pegada blasfema e adolescente, mas com atitude o suficiente pra virar clássico.• Max Cavalera – Vocal rasgado, guitarra rítmica crua, pura urgência.• Jairo Guedz – Guitarra solo repleta de influência de Venom e Slayer.• Paulo Jr. – Baixo simples, mas firme; essencial num cenário de pouca técnica disponível.• Igor Cavalera – O mais impressionante ali: jovem, mas já com uma pegada absurda.#Sepultura #BestialDevastation #MetalBrasileiro #Metal1985#ThrashMetalBrasil #BlackMetalBrasil #CenaUndergroundBH ⁠⁠OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST: Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França.Participação de Rodolpho Marques do Carmo!APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

  38. 402

    #407 Especial de Natal com rock para suas festas de fim de ano

    Este episódio especial mergulha no universo das músicas de Natal mais inesperadas do rock, metal e punk — um passeio divertido e cheio de histórias reais sobre como artistas lendários transformaram o clima natalino em guitarras distorcidas, emoção e irreverência. Exploramos desde clássicos épicos como “Happy Xmas (War Is Over)” até hinos sarcásticos como “Papai Noel Filho da Puta”, passando por glam, punk, metal gótico e rock sinfônico. Ideal para quem ama música, cultura pop e boas narrativas com espírito festivo.Lista de músicas na ordem:Heavy Metal Christmas – Twisted SisterMistress for Christmas – AC/DCThank God It’s Christmas – QueenStep Into Christmas – Elton JohnChristmas Time (Don’t Let the Bells End) – The DarknessMerry Christmas (I Don’t Wanna Fight Tonight) – RamonesNaughty Christmas – Lacuna CoilI Believe in Father Christmas – Greg Lake / ELPPapai Noel Filho da Puta – Garotos PodresRudolph the Red-Nosed Reindeer – Lynyrd SkynyrdHappy Xmas (War Is Over) – John Lennon & Yoko OnoThis Christmas Day – Trans-Siberian Orchestra#rockdenatal #músicasdenatalrock #rocknatalino #podcastdenatal #twistedsister #acdc #queen #eltonjohn #thedarkness #ramones #lacunacoil #greglake #elp #transsiberianorchestra #garotospodres #lynyrdskynyrd #johnlennon #yokoono #músicasparanatal #natalrockeiro⁠OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST: Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França.APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

  39. 401

    #406 Blaze Bayley detonando na Wolfsbane antes do Iron Maiden com All Hell’s Breaking Loose Down at Little Kathy Wilson’s Place (1990)

    Este episódio mergulha no universo de All Hell’s Breaking Loose Down at Little Kathy Wilson’s Place, o mini-álbum lançado pelo Wolfsbane em 1990. Exploramos o contexto da época, a sonoridade crua produzida por Brendan O’Brien, a inspiração sci-fi da faixa “Kathy Wilson” e a importância desse trabalho na trajetória da banda — especialmente no período em que o Wolfsbane abriu shows para o Iron Maiden, antes da entrada de Blaze Bayley na Donzela de Ferro.O episódio também revisita cada detalhe da formação clássica: Blaze Bayley nos vocais, Jason Edwards na guitarra, Jeff Hately no baixo e Steve Danger na bateria. Uma análise completa para quem deseja entender por que esse EP se tornou cult entre fãs de heavy metal e de história do rock britânico.OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST: Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França.APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠#Wolfsbane #BlazeBayley # Iron #Heavymetal #kathyWilson #ironmaiden

  40. 400

    #405 No Reservations, a estreia explosiva do Blackfoot em 1975

    Lançado em 1975, No Reservations foi o ponto de partida da banda Blackfoot, um grupo que trouxe o espírito selvagem do southern rock com um toque pesado de hard rock e blues. Neste episódio do podcast, a gente viaja no tempo para revisitar esse álbum marcante, entender suas raízes e sentir a energia bruta que a banda já mostrava desde o primeiro acorde.O Blackfoot era formado por Rickey Medlocke (vocais e guitarra), Charlie Hargrett (guitarra solo), Greg T. Walker (baixo e vocais) e Jakson Spires (bateria e backing vocals). Unidos por um som encorpado e pela herança nativa de Medlocke, eles criaram um disco que misturava rebeldia, estrada e identidade sulista.O álbum No Reservations tem nove faixas intensas:Lado ARailroad Man – 2:22Indian World – 2:52Stars – 4:08Not Another Maker – 5:08Born to Rock & Roll – 3:37Lado B6. Take a Train – 4:237. Big Wheels – 5:058. I Stand Alone – 7:479. Railroad Man (reprise)O disco é uma verdadeira viagem pelo coração do sul dos Estados Unidos — com guitarras cortantes, letras sobre estrada e liberdade, e uma energia que influenciaria toda a trajetória do grupo. Faixas como I Stand Alone e Take a Train mostram o domínio instrumental da banda, enquanto Indian World traz a conexão espiritual de Rickey Medlocke com suas origens nativas.#Blackfoot #NoReservations #SouthernRock #RickeyMedlocke #ClassicRock #HardRockAnos70 #BluesRock #ÁlbunsClássicos #HistóriaDoRock OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST: Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

  41. 399

    #404 Cynic, com Focus (1993), trouxe mais técnica para o metal

    Em 1993, uma banda da Flórida desafiou tudo o que o metal extremo representava. O Cynic lançou “Focus”, um disco que misturou death metal técnico, jazz fusion e filosofia existencial, criando uma sonoridade que parecia vir do futuro.Trinta anos depois, essa obra ainda soa moderna — complexa, espiritual e imprevisível. Cada faixa é uma viagem entre técnica, emoção e consciência expandida. Paul Masvidal e Sean Reinert abriram portais musicais que influenciaram nomes como Opeth, Between the Buried and Me e Gojira.Em Antigas Novidades, a gente volta no tempo para revisitar esse marco do metal progressivo, analisando faixa a faixa e entendendo por que Focus é mais do que um álbum: é uma experiência sonora transcendental.Faixas do álbum “Focus” (Cynic – 1993):Veil of MayaCelestial VoyageThe Eagle NatureSentimentI'm But a Wave to...Uroboric FormsTexturesHow Could IMais de 30 anos depois, o Cynic continua sendo a prova de que o metal pode ser espiritual sem perder o peso — e que pensar demais, às vezes, é o som mais radical de todos.#Cynic #Focus #MetalProgressivo #DeathMetalTecnico #JazzFusion #Anos90 #PaulMasvidal #SeanReinert #MetalFlórida #PodcastAntigasNovidadesOUÇA NOSSO OUTRO PODCAST: Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

  42. 398

    #403 Armageddon: 50 anos da estreia deste grande disco de hardão! Participação de Willian Faria, do Rock na Mesa!

    Hoje mergulhamos no único e poderoso disco do supergrupo Armageddon, formado por Keith Relf (ex-The Yardbirds), Martin Pugh (Steamhammer), Louis Cennamo (Renaissance) e Bobby Caldwell (Captain Beyond). Um encontro explosivo de talentos que resultou em uma das obras mais subestimadas do rock dos anos 70.Faixa a faixa, destrinchamos cada detalhe musical do álbum:🔥 Buzzard abre com riffs cortantes e energia crua, um voo rasante pelo hard rock progressivo.🌙 Silver Tightrope desacelera o pulso e nos leva a uma atmosfera etérea e melancólica.⚙️ Paths and Planes and Future Gains traz peso direto e riffs poderosos, a ponte entre o rock setentista e o som moderno.🎸 Last Stand Before mistura blues e rock pesado, com a harmônica inconfundível de Relf em um duelo intenso com a guitarra de Pugh.🌌 Basking in the White of the Midnight Sun encerra o álbum em tom épico — uma suíte cheia de nuances, transições e catarse musical.Um episódio para quem ama rock progressivo, hard rock clássico e a arte de bandas que nasceram para brilhar brevemente — e marcar para sempre.🎧 Ouça, sinta e descubra por que o Armageddon de 1975 é um fim dos tempos musical que continua ecoando até hoje.#Armageddon #KeithRelf #MartinPugh #LouisCennamo #BobbyCaldwell #RockProgressivo #HardRock #Anos70 #Buzzard #SilverTightrope #PathsAndPlanesAndFutureGains #LastStandBefore #BaskingInTheWhiteOfTheMidnightSun #PodcastDeMúsica #RockInglês #SupergrupoSetentista #GuitarraPsicodélica #ProgressiveRock #HeavyBlues #AnáliseMusicalHoje com participção do Willian Faria, do podcast Rock na Mesa!⁠OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST: Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

  43. 397

    #402 Elton John e os 50 anos de Captain Fantastic and the Brown Dirt Cowboy

    "Captain Fantastic and the Brown Dirt Cowboy" é o nono álbum de estúdio de Elton John, lançado em 23 de maio de 1975. O disco é autobiográfico e narra os anos de formação da dupla Elton John (Captain Fantastic) e Bernie Taupin (Brown Dirt Cowboy) — desde os tempos difíceis em Londres entre 1967 e 1969 até o início da fama.Foi um sucesso instantâneo, tornando-se o primeiro álbum da história a estrear em 1º lugar na Billboard 200 e já certificado ouro antes do lançamento. Vendeu 1,4 milhão de cópias em apenas quatro dias e permaneceu sete semanas no topo das paradas.Foi também o último álbum dos anos 1970 com a formação clássica da Elton John Band — Davey Johnstone (guitarra), Dee Murray (baixo) e Nigel Olsson (bateria). Só voltariam a gravar juntos em Too Low for Zero (1983).A produção ficou a cargo de Gus Dudgeon, que considerou este “o melhor trabalho que Elton e a banda já fizeram”.A arte de capa, assinada por Alan Aldridge, foi inspirada em O Jardim das Delícias Terrenas, de Hieronymus Bosch, e o LP original trazia um pôster e dois livretos, um de letras e outro de recortes e memorabilia da época.Em 2003, o álbum entrou na lista da Rolling Stone dos 500 Maiores Álbuns de Todos os Tempos (posição 158).Bernie Taupin escreveu as letras em ordem cronológica, criando um álbum conceitual — uma autobiografia musical sobre a luta por reconhecimento, frustrações e a relação simbiótica entre os dois artistas.Elton compôs as músicas durante uma travessia de navio entre o Reino Unido e Nova York, e todas as faixas seguem a mesma ordem narrativa do LP, como um diário sonoro.A única faixa lançada como single foi “Someone Saved My Life Tonight”, um relato direto sobre o quase casamento de Elton com Linda Woodrow e sua tentativa de suicídio em 1968. O “alguém” do título é Long John Baldry, amigo que o convenceu a desistir do noivado e seguir sua carreira musical.Elton considera este seu melhor álbum, por ser o mais honesto e menos comercial:“Foi escrito do começo ao fim como uma história sobre enfrentar o fracasso — ou tentar desesperadamente não ser um.”MusicasCaptain Fantastic and the Brown Dirt Cowboy, Tower of Babel, Bitter Fingers, Tell Me When the Whistle Blows, Someone Saved My Life Tonight, (Gotta Get a) Meal Ticket, Better Off Dead, Writing, We All Fall in Love Sometimes, Curtains.#EltonJohn #CaptainFantastic #BrownDirtCowboy #BernieTaupin #RockAnos70 #MusicaAutobiografica #AlbumConceitual #ClassicRock #PianoRock #MusicaBritanica #DiscografiaEltonJohn #RockProgressivo #HistoriaDoRock #Anos1970 #SomeoneSavedMyLifeTonight #MusicaClassicaModerna #PopRock #CompositorBritanico #CulturaPop OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST: Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

  44. 396

    #401 Grandes músicas: In-A-Gadda-Da-Vida (Iron Butterfly ) 1968

    O Antigas Novidades mergulha na história do Iron Butterfly, a banda que levou o rock psicodélico a um patamar de peso inédito e, sem querer, criou o primeiro sucesso do heavy metal.Tudo começou em 1966, em Los Angeles, da fusão entre dois grupos, The Voxmen e The Weeds. A formação inicial logo deu lugar ao quarteto clássico, que incluía Doug Ingle (órgão e vocal principal) e Ron Bushy (bateria).Iron Butterfly fez In-A-Gadda-Da-Vida o hino de 17 minutos que transformou o rock A história de sorte e talento se consolidou quando, para o segundo álbum, o Iron Butterfly recrutou o prodígio Erik Brann na guitarra. Brann tinha apenas 17 anos e tocava guitarra há só três meses, substituindo o músico original que havia desistido.Em 1968, o álbum "In-A-Gadda-Da-Vida" mudou o curso do rock. A faixa-título, uma jam de 17 minutos que ocupa todo o lado B do vinil, nasceu de um mal-entendido. O nome original, "In the Garden of Eden" ("No Jardim da Vida"), foi deturpado pelo baterista Ron Bushy ao tentar ouvir Doug Ingle através dos fones de ouvido.A canção é um marco:Estrutura Inovadora: É uma das primeiras a apresentar um longo solo de bateria (inspirado na Missa Luba congolesa). Sua estrutura geral, inclusive, remete à Missa Luba, e a melodia ainda cita o hino de Natal "God Rest Ye Merry Gentlemen" (canção inglesa do século XVIII).O Nascimento do Gênero: A faixa é amplamente considerada a primeira canção de sucesso classificada como "heavy metal", marcando a transição do rock psicodélico para o peso que inspiraria Led Zeppelin e Deep Purple.O sucesso foi estrondoso: o álbum vendeu mais de 4 milhões de cópias e foi o primeiro a receber a certificação de platina da RIAA. O público forçou a compra do álbum, já que a versão completa só estava disponível nele – uma prova do impacto que essa borboleta de ferro causou na história da música.Aperte o play e descubra como uma banda presa no aeroporto (e por isso perdeu Woodstock) deu um estalhe monumental no rock.#IronButterfly #InAGaddaDaVida #HeavyMetal #RockPsicodélico #HistóriaDoRock #DougIngle #ErikBrann #RonBushy #MissaLuba #AntigasNovidades #IronOUÇA NOSSO OUTRO PODCAST: Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertasNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

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    Especial 400 programas – Antigas Novidades traz descobertas musicais e novos artistas de rock , soul e metal

    O podcast Antigas Novidades chega à marca histórica de 400 episódios trazendo um presente para todos os ouvintes: cada integrante da bancada selecionou 10 músicas de rock novas para apresentar, em um verdadeiro festival de descobertas sonoras. São bandas novas, lançamentos do rock mundial, além de sons independentes que merecem destaque.Esse episódio especial é um convite para mergulhar em novidades do rock, celebrando o espírito que sempre moveu o programa: apresentar música de qualidade.E tem mais novidade: para comemorar os 400 episódios do Antigas Novidades, está no ar o novo podcast Novidades do Rock, totalmente focado em lançamentos de rock, para você descobrir bandas que estão agitando a cena atual e redefinindo o som da nova geração.👉 Se você curte rock clássico, novas bandas, lançamentos, playlists de rock e novidades musicais, não pode perder!📲 Escute agora nos principais agregadores e siga os dois projetos:Antigas Novidades – tradição em rock e conteúdo exclusivoNovidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas#AntigasNovidades #PodcastDeRock #Podcast #NovidadesDoRock #Rock #MusicaNova #LançamentosDeRock #DescubraBandas #PodcastMusical #RockAlternativo #RockBrasileiro #IndieRock #HardRock #Metal #ClassicRock #PodcastSpotify #PodcastApple #MusicaIndependente #NovasBandas #PodcastDeMusicaNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

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    #399 Super grupo na área com Chickenfoot III, de 2011

    Antigas Novidades ouviu e falou sobre o disco Chickenfoot III, o segundo álbum de estúdio da banda Chickenfoot, lançado em 2011. O grupo é considerado um supergrupo do rock, formado por músicos lendários que já fizeram história em outras bandas de peso. A proposta do programa foi revisitar este trabalho que, mesmo não sendo o “terceiro” álbum, surpreendeu pela maturidade e energia.O Chickenfoot é formado por:Sammy Hagar – vocal (ex-Van Halen e Montrose)Joe Satriani – guitarra (virtuose solo reconhecido mundialmente)Michael Anthony – baixo (ex-Van Halen)Chad Smith – bateria (Red Hot Chili Peppers)Essa formação reúne técnica, peso e carisma em um só projeto, resultando em músicas potentes que marcam o rock moderno.O álbum Chickenfoot III traz 10 músicas, todas tocadas e comentadas no programa Antigas Novidades, na seguinte sequência:Last TemptationAlright AlrightDifferent DevilUp NextLighten UpCome CloserThree and a Half Letters (I Need a Job)Big FootDubai BluesSomething Going WrongCada uma dessas faixas mostra a química explosiva da banda, equilibrando peso, groove e solos virtuosos de guitarra.Mesmo sendo apenas o segundo álbum, o título Chickenfoot III brinca com a expectativa dos fãs e confirma a irreverência do grupo. O disco conseguiu destaque nas paradas internacionais, sendo bem recebido pela crítica e mostrando que o hard rock segue vivo nas mãos de músicos lendários.O programa Antigas Novidades destacou como o trabalho continua atual, seja pela crítica social de músicas como Three and a Half Letters, ou pela diversão e energia de faixas como Big Foot.#Chickenfoot #ChickenfootIII #SammyHagar #JoeSatriani #MichaelAnthony #ChadSmith #AntigasNovidades #RockInternacional #HardRock #DiscoDeRock #ÁlbumChickenfootIII #BigFootChickenfoot #DifferentDevil #JoeSatrianiGuitarra #SupergrupoDeRock #VanHalen #RedHotChiliPeppers #Rock2011 #FaixasChickenfootIII #ProgramaAntigasNovidadesNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Veja nosso YouTube: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.youtube.com/@antigasnovidades1170⁠⁠⁠⁠

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    #398 Clara Crocodilo, de Arrigo Barnabé, roubou a cena em 1980 com um disco que mudou até a vanguarda

    No episódio de hoje do Antigas Novidades, vamos mergulhar em um dos discos mais ousados e revolucionários da música brasileira: Clara Crocodilo, lançado por Arrigo Barnabé em 1980. Um álbum que marcou para sempre a Vanguarda Paulista e desafiou as fronteiras entre música erudita e popular, misturando dodecafonismo, serialismo, atonalidade e expressionismo com críticas sociais e culturais afiadas.Durante o programa, vamos ouvir e comentar cada uma das faixas desse clássico:Acapulco Drive-inOrgasmo TotalDiversões EletrônicasInstanteSabor de VenenoInfortúnioOffice BoyClara CrocodiloEsse álbum não só redefiniu o que significava fazer música no Brasil dos anos 80, como também abriu espaço para o experimentalismo de artistas da Vanguarda Paulista, dialogando com nomes como Itamar Assumpção e Grupo Rumo. Mais do que um disco, Clara Crocodilo é uma experiência sonora, teatral e política — uma verdadeira ópera urbana que ainda soa atual.Se você gosta de música ousada, cheia de referências à Segunda Escola de Viena, influências de Frank Zappa, paródias de jingles e melodias populares subvertidas, este episódio é para você.Aperte o play e venha com a gente revisitar essa obra-prima da música brasileira!#ArrigoBarnabé #ClaraCrocodilo #VanguardaPaulista #MúsicaBrasileira #DiscosClássicos #Dodecafonismo #Serialismo #Atonalidade #Expressionismo #PodcastDeMúsica #MúsicaExperimental #ItamarAssumpção #GrupoRumo #FrankZappa #Schoenberg #Webern #Berg #Anos80 #ÁlbumClássico #AntigasNovidadesNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Veja nosso YouTube: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.youtube.com/@antigasnovidades1170⁠⁠⁠⁠

  48. 392

    #397 Iron Maiden 50 anos: os anos decadentes

    Esse ciclo de discos mostra claramente a perda de fôlego da banda nos anos 90, tanto por desgaste interno quanto pela saída de Bruce e a dificuldade de Blaze em se encaixar. A redenção só veio em 1999, com o retorno de Bruce e Adrian, culminando em Brave New World (2000).🎸 1. No Prayer for the Dying (1990)Primeiro álbum dos anos 90, depois do auge absoluto dos anos 80.Traz o hit "Bring Your Daughter... to the Slaughter", que chegou ao topo das paradas britânicas, mas o disco no geral foi visto como um retrocesso em relação ao mais ambicioso Seventh Son of a Seventh Son (1988).Produção mais crua, menos progressiva, letras menos inspiradas.Muitos fãs consideram um dos discos mais fracos da era Bruce.👉 Sinal de desgaste criativo: a banda parecia querer “voltar às raízes”, mas perdeu o frescor.Último álbum da primeira fase com Bruce Dickinson.Contém o clássico “Fear of the Dark”, que virou hino eterno nos shows.No entanto, o resto do álbum é bastante irregular, com músicas vistas como “encheção de linguiça” (Weekend Warrior, Chains of Misery).Apesar disso, foi bem nas vendas, chegando a nº 1 no Reino Unido.👉 Fim de um ciclo: Bruce saiu logo após a turnê, insatisfeito com os rumos da banda.Primeiro disco com Blaze Bayley nos vocais.Produção mais sombria, arrastada e melancólica, refletindo também o estado emocional de Steve Harris (divórcio e problemas pessoais).Destaques: “Man on the Edge”, “Sign of the Cross” (esta última ainda resgatada por Bruce em shows posteriores).Porém, o disco foi considerado muito longo, cansativo e sem energia.Vendas despencaram em comparação com os anteriores.👉 Choque para os fãs: Blaze não tinha alcance vocal para os clássicos da banda, e a identidade sonora se perdeu.Segundo e último álbum com Blaze.Tentou ser mais acessível e direto, mas o resultado foi pior: músicas repetitivas e arranjos pouco inspirados.Destaques modestos: “The Clansman” (que sobreviveu no repertório ao vivo) e “Futureal”.Considerado por muitos o ponto mais baixo da discografia.As vendas foram fracas, e a recepção crítica, péssima.👉 Crise total: a banda já parecia sem rumo, e os fãs se afastaram.No Prayer for the Dying (1990) → retrocesso criativo.Fear of the Dark (1992) → irregular, só sobrevive pelo hino-título.The X Factor (1995) → sombrio, pesado demais e sem impacto comercial.Virtual XI (1998) → o fundo do poço criativo e comercial.No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Veja nosso YouTube: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.youtube.com/@antigasnovidades1170⁠⁠⁠⁠#IronMaiden #NoPrayerForTheDying #FearOfTheDark #TheXFactor #VirtualXI #BlazeBayley #BruceDickinson #HeavyMetal #MetalBritânico #DécadaDe90 #HistóriaDoMetal #ÁlbunsDoIronMaiden #DiscografiaIronMaiden #DecadênciaIronMaiden #FaseSombria #HeavyMetalAnos90 #ClássicosDoIronMaiden #RunToTheHills #TheNumberOfTheBeast #TheClansman #SignOfTheCross #Futureal #ManOnTheEdge #BringYourDaughterToTheSlaughter #MetalAoVivo #IronMaiden1990 #IronMaiden1992 #IronMaiden1995 #IronMaiden1998 #EraBlazeBayley #SeventhSonOfASeventhSon #BraveNewWorld #HistóriaDoRock #BandaDeMetal

  49. 391

    #396 A farofa tardia do Bangalore Choir, com On Target (1992)

    No episódio de hoje do Antigas Novidades, vamos falar de um disco que marcou o início dos anos 90, mas que acabou ficando esquecido em meio à avalanche do grunge: “On Target”, estreia da banda Bangalore Choir.Depois de sua saída do Accept, o vocalista David Reece voltou para Los Angeles com a ideia de montar uma banda que unisse peso e melodia. Ao lado do baterista Rusty Miller, ele começou a dar forma ao projeto, que acabou recebendo o nome Bangalore Choir — sugestão inspirada por seu irmão, um fuzileiro naval, que mencionou o “Bangalore”, um torpedo militar. Para completar, Reece adicionou o “Choir”, destacando o lado harmônico e melódico que queria para o grupo.No Guitar Institute of Technology, David conheceu John Kirk (guitarra) e Danny Greenberg (baixo), além de trazer para a formação Curt Mitchell (ex-Razormaid). Pouco tempo depois, a banda assinou contrato com a Giant Records e gravou o álbum “On Target”, contando ainda com Ian Mayo (baixo, ex-Hericane Alice) e Jackie Ramos (bateria, também ex-Hericane Alice).O disco traz faixas marcantes como “All or Nothin’”, “Slippin’ Away”, o single “Loaded Gun”, além de uma versão de “Angel in Black” (composta originalmente pelo Autograph) e até mesmo “Doin’ the Dance”, música escrita por Jon Bon Jovi e Aldo Nova.Apesar da qualidade, o contexto da época não ajudou. O grunge dominava rádios, MTV e corações, e em poucos meses a gravadora desistiu do projeto. O Bangalore Choir se desfez, e David Reece chegou a abandonar a música, trabalhando na construção civil antes de retornar anos depois em novos projetos.E pra falar desse disco e dessa história cheia de altos e baixos, temos um convidado especial: Willian Farias, do podcast Rock na Mesa, que vai dividir com a gente suas impressões sobre o Bangalore Choir – On Target.Tem DUELO DE TITÃS com Sônia Rocha enfrentando Ciço Gato!No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠#BangaloreChoir #OnTarget #DavidReece #HardRock90s #LoadedGun #JonBonJovi #AldoNova #Accept #RockNaMesa #AntigasNovidades

  50. 390

    #395 Lynyrd Skynyrd: 50 anos de Nuthin’ Fancy e estreia do nosso Duelo de Titãs ao final

    AVISO!!! Hoje a gente vai estrear nosso DUELO DE TITÃS ao final do programa: SÔNIA ROCHA X GISELE MADONINHA! Na parte final, não percam!Mas o programa hoje é, na verdade, para falar sobre um disco que completa 50 anos em 2025: Nuthin’ Fancy, o terceiro álbum de estúdio do #LynyrdSkynyrd, lançado em 1975.Esse trabalho marcou uma nova fase para a banda, com mudanças internas e uma sonoridade ainda mais madura no #southernrock, gênero que eles ajudaram a imortalizar.🎸 A formação na época era a seguinte:Ronnie Van Zant nos vocais principais (#RonnieVanZant);Gary Rossington na guitarra rítmica (#GaryRossington);Allen Collins na guitarra solo (#AllenCollins);Ed King também na guitarra e baixo (#EdKing);Leon Wilkeson no baixo (#LeonWilkeson);Billy Powell nos teclados (#BillyPowell);Artimus Pyle na bateria (#ArtimusPyle).Um time que carregava o peso e a energia do #rocksulista, mostrando por que o Lynyrd Skynyrd era – e ainda é – referência mundial no gênero.🎶 As músicas de Nuthin’ Fancy, na ordem original do LP de 1975:Saturday Night Special (#SaturdayNightSpecial) – um hino contra a violência armada, que se tornou clássico instantâneo.Cheatin’ Woman (#CheatinWoman) – carregada de groove e com a marca da guitarra sulista.Railroad Song (#RailroadSong) – homenagem às estradas e ao espírito viajante da banda.I’m a Country Boy (#ImACountryBoy) – um tributo direto às raízes do sul dos Estados Unidos.On the Hunt (#OnTheHunt) – uma faixa pesada, com riffs memoráveis.Am I Losin’ (#AmILosin) – canção emocional, mostrando o lado mais reflexivo de Ronnie Van Zant.Made in the Shade (#MadeInTheShade) – leve, quase country, trazendo diversidade ao álbum.Whiskey Rock-a-Roller (#WhiskeyRockaRoller) – fechando com energia, celebrando a estrada, a música e a liberdade.Esse álbum não apenas consolidou a força do #southernrock, mas também colocou o Lynyrd Skynyrd de vez no mapa do #rockclássico mundial.Vale lembrar que ele chegou ao #Top10 da Billboard 200, mostrando que a banda estava em seu auge criativo e de popularidade.O impacto de Nuthin’ Fancy se estende até hoje. Canções como Saturday Night Special e Whiskey Rock-a-Roller ainda são tocadas em rádios de #rockclássico, em trilhas de filmes e inspiram novas gerações de músicos.A gente destaca como esse disco representa não só o espírito de 1975, mas também a essência da mistura entre #blues, #country, #hardrock e a energia única do #rockandroll.Com Nuthin’ Fancy, o #LynyrdSkynyrd provou que sabia equilibrar peso, melodia e letras que dialogavam com o público, falando sobre armas, estradas, perdas e, claro, sobre viver intensamente.🔊 Então é isso: celebramos hoje os 50 anos de Nuthin’ Fancy, um disco que é pura história do #rock, pura história do #southernrock e pura paixão pelo #rockandroll.No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

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