PODCAST · society
Artesanato em Voz
by Gabriel Cordeiro
Aqui, o objetivo é abordar reflexões sobre a vida, assuntos do cotidiano, que envolvem a nossa vivência com o Outro, com o mundo e nosso Eu, a fim de compartilhar com pessoas inúmeras reflexões para que aja um fomento a problematização mais consciente rumo a conscientização como sujeito. Ele faz parte do projeto base, titulado no site chamado ‘Dialogia do Conhecimento’ onde há registro de outras reflexões, literaturas, além das rodas de conversa e palestras, o Projeto vinculado as artes, entre outros que estão em desenvolvimento.Acesse: https://dialogiadoconhecimento.wordpress.com/
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[23] Ler por prazer? – A Formação do leitor.
Ler por prazer é uma reflexão sobre a forma como estamos observando as práticas que envolvem a comunidade escolar, o papel do educador e a ideia de pensarmos "é possível formar um leitor?". Esse registro é uma proposta reflexiva, de dialogo, da manutenção da própria formação – digamos –, para que possamos parar e pensar no prazer de ler. Onde ele está? Para mais Registros, acesse gabrielcordeiromodais Registro de: Gabriel Cordeiro
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[22] A paixão de conhecer o mundo.
"É possível ensinar sem sentir prazer?" essa foi uma pergunta que ficou conversando comigo durante três semanas e que foi cada vez mais aumentando por conta da leitura do livro de Madalena Freire "A paixão de conhecer o mundo". Neste episódio eu trago essa reflexão de maneira breve, mas dialogando com a prática educativa essa pergunta tão complicada e presente nos dias atuais. É preciso sentir na carne as reflexões; sentir na carne não é um processo simples.
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[21] Adultos não fazem estrelas?
Há quanto tempo você não faz uma estrela? Há quanto tempo você não desenha? Há quanto tempo você não escuta o chão da sua infância? Essas e outras reflexões eu fico me provocando nesse episódio. O desenho aqui é só uma metáfora.
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[20] Será que desejávamos ser adultos?
Neste episódio falo um pouco sobre minha terrível reflexão a cerca do Ser adulto. Mas trazendo algo que incomoda: será que desejávamos, quando criança, ser adulto por uma questão genuína ou faz de conta? Ou o ambiente e demais demanda na vida nos fizeram desejar ser adulto? Essa reflexão tive a partir de uma experiência teatral onde o enredo circula por essa problematização.
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[19] Educação é um ato contínuo.
Neste episódio, venho trazer a reflexão da educação como um processo que não termina, ou seja, que está em constante movimento e deveria não ter a pretenção de finalidade. Pois, finalidade exige algo acabado e objetivado. Deve ter sim marcadores que pontue as observações do desenvolvimento, com o olhar de constante reflexão e prática. Que educação estaríamos falando então? Que educação queremos? A educação deve se pautar apenas nas práticas cognitivas? E as outras dimensões? São perguntas que se divertem na minha cabeça. A partir de Winnicott, as reflexões são pautadas no ambiente escolar como potencializador de uma educação que não termina.
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[18] 100 anos Freire
Neste episódio, apresento algumas reflexões que Paulo Freire me possibilita: "Educar para liberdade". Freire nos fomenta a pensar em ações sobre o mundo e da dinâmica educativa. Uma dinâmica que traz o Outro para o lugar de respeito, reconhecimento, inclusão e de esperança. Para ele, a esperança é um ato revolucionário. Abraçar suas obras é acreditar na esperança de uma educação como prática da liberdade. De uma educação como prática de humanização e conscientização.
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[17] Deixa a criança ser criança
Neste episódio, trago a seguinte reflexão: "Por que buscamos obrigar as crianças a se responsabilizarem sobre o futuro?" Essa responsabilidade não acontece de forma espontânea, porém, ela pode ser orientada. No entanto, percebemos que constantemente crianças tem seu tempo presente ignorado para focarem no futuro que muitas vezes não é um desejo delas, mas de seus familiares, da escola, da sociedade e etc. "Essas responsabilidades não são convidadas a participarem da vida da criança, ao contrário, são inseridas de maneira autoritária e obrigatório, muitas vezes fazendo com que elas abram mão da sua subjetividade, identidade e processo de formação cidadã que poderia ter sido consciente". "As crianças de fato são o futuro da humanidade, mas elas são crianças e deveriam ter o direito a isso." Esses trechos fazem parte do texto Pedagogia do Futuro, disponível na website Dialogia do Conhecimento.
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[16] Desigualdade social (?) e responsabilidade social
Neste episódio, trago de forma breve reflexões que me surgiriam em torno da desigualdade social, questionado assim o nosso papel e a função de responsabilidade que todos nós devemos assumir, ou seja, precisamos assumir responsabilidades, principalmente a social. A desigualdade que vivemos é natureza e fruto dessa recusa, da ignorância e do tempo de estimulação e endeusamento egóico. Devemos, portanto, assumir responsabilidades para a reflexão, conscientização e humanização, favorecendo o desenvolvimento coletivo e significativo.
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[15] Andar pode ser complexo
Andar pode ser uma ação cheia de complexidades que envolve muito além do simples ato de andar. Na realidade, penso que essa ação não é simples,l demanda muita coisas, mas será que conhecemos essas coisas?
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[14] Dias ruins?
Em contato com as emoções “excluídas”.
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[13] Paciência
A paciência na civilização. (?)
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[12] Distribuição do conhecimento
Nossos conhecimentos estão sendo distribuídos?
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[11] Photoshop Humano (?)
O mal-estar nas práticas da luta para existir nos espaços que “decretam” a nossa existência.
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[10] Desejamos o que não é nosso
Programados e incentivados a viver desejando.
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[9] Natureza
Somos a natureza. A natureza está em nós.
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[8] Guiados para quantidade
Com a sociedade do consumo, a qualidade deixa de ser protagonista e torna-se um elemento sem possibilidades. Com isso, a quantidade ganha não apenas espaço, mas se torna centro da vida social. Somos guiador por esse pensamento do “ter”.
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[7] Existência ameaçada
Neste episódio, trago uma breve reflexão sobre a sociedade do cansaço de Byng-Chul Han, trazendo a ideia dos espaços sociais na produção e organização de ameaças à nossa existência; sendo que, “escolhemos” deixar de “existir” para aderir às regras desse espaço.
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[6] Reflexão de outra reflexão
A cultura nos diz que cansaço é = a felicidade. Será? Estamos tão cansados atualmente que nem para ser feliz estamos dispostos. Claro, felicidade é algo extremamente subjetivo; mas o intuito é refletir sobre como a cansaço interfere na nossa ação enquanto sujeito em nosso campo vivência, no (re) existir. Existe uma cultura, portanto, que prega o cansaço? São hipóteses que devemos não apenas pensar, mas questionar com a nossa própria existência enquanto existência.
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[5] Andando eu me (re)descubro
O andar - algo tão esquecido (?).
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[4] Instrumento social: as músicas
Neste episódio, trago uma reflexão que há tempos venho observando: o papel das músicas em nossas vidas e como somos atingidos. É um convite para analisarmos as narrativas que estão em nossa volta. O assunto em questão é complexo, mas necessário.
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[3] Estranhar o tempo
Será que estamos vivendo? E existir?
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[2] Ações
Continuação da reflexão no episódio: “SERÁ que nós somos?”.
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[1] SERÁ que nós somos?
Será?
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