Skip to content
Cacofonia Poética podcast artwork

Cacofonia Poética

by Cacofonia Poética

“Cacofonia Poética” espaço para artistas, poetas, escritores e por que não músicos inquietos e que querem compartilhar suas produções e saberes.Através de belezas críticas e debates ácidos traz à tona questões que nos afetam enquanto humanos, artistas e inconformados.Poesia e pensamento crítico andando de mãos dadas!Toda semana uma poesia nova dos nossos camaradas. Além de episódios especiais em forma de conversa e debate acerca das questões que nos perpassam enquanto criadores e reféns da ditadura capitalista, mais conhecida como democracia burguesa.

From the show's RSS feed, refreshed Apr 4, 2023. Source feed.

Subscribe Bookmark

Episodes

  1. Hoje comprei uma panela de pressão | por Hamilton Moreira

    Hoje comprei uma panela de pressão. Coisa tão banal, corriqueira, Andar pelo centro da cidade, olhar atento Nos preços, na qualidade dos produtos, Na estética dos rótulos, alguns bregas, Outros arrojados e com ares de modernidade. Seleciono a panela ideal, sua marca remete a tempos passados…

    more
  2. Lixo - (Enquanto os nossos mortos) por Roy SOLLON

    Enquanto nossos mortos não tiverem voz qualquer poesia é lixo e toda felicidade é mentira. Nenhum dos nossos está a salvo caso o inimigo vença e este inimigo não cessa de vencer. O cheiro que antecede a chuva é nosso chamado. Nossa manhã prometida. Porta entreaberta em nosso aguardo que em vão...

  3. TEM UMA FACA POR MARIA FERNANDA PORTOLANI

    Tem uma faca no meu pescoço. Mas, Ela não está apontada Não Ela está no meu pescoço Eu a sinto gelada Pontuda Cheia de insinuações Desejos de sangue Desejos de voz Tem uma faca no meu pescoço Que ainda não cortou A casca dura e frágil Eu, sigo marcada com uma faca (Que ainda não consegui tirar)…

    more
  4. AUTOFAGIA - de MARCELE M.

    Autofagia Presa em cárcere privado dentro da sua mente Refém de um carrasco cruel que a tortura psicologicamente E desse sentimento oco que atravessa o ambiente Açoitando-a por existir tão mediocremente De aparência incólume Inaudiveis são os gritos que silenciosos e agudos lhe rasgam por dentro...

  5. CIDADÃO ANÔNIMO - poeta anônimo por Elis de Castro Alonso

    CIDADÃO ANÔNIMO O homem comum, o homem da rua, o homem da roça, que vive o dia-a-dia sofrendo ou feliz da terra pátria, - mais aquele do que este; que procure educar se e aos seus, onerando ao mínimo a sociedade, livrando-se das perigosas tramas que ela encerra; que paga imposto e obedece à lei;...

  6. 3o EP do PODCAST PARA ONTEM - Entrevista com WALTER TITZ NETO

    Nesta entrevista, tive a oportunidade de conversar com Walter Titz Neto, que nos contou sobre sua relação com a cultura e teceu reflexões sobre cultura e revolução. Foi uma conversa muito profunda e terapêutica acerca dos desafios culturais que enfrentamos no Brasil de hoje. “Cultura não faz...

  7. FOBIAS - de WALTER TITZ NETO

    Quando olho para cima há uma aranha. Não um céu nem mesmo um teto. Uma aranha no vazio da minha visão quando olho para cima. Paraliso, será fobia ou será greve? Será grave? Osteomioarticularmente paralisado, porque sinto o coração pulsar rápido e forte, a temporal latejar, o tempo ruir, vontade…

    more
  8. MATA PEÇAS por Allan Brasil

    A garganta do motor grita, rugido oco de hálito ferroso Par perfeito do tilintar indiferente do cartão que bate às 7 E se às 7 não bateu, fim do mês logo ali, tanto mais curto será o equivalente geral Que assim como o trabalho abstrato, a pilhagem concreta se mede em horas Mas isso, ao menos, não...

  9. PRESENÇA DE ESPÍRITO | POR ROY SOLLON

    Presença de espírito A esperança é, ela mesma, quase sem fundamento. Todo o mundo está suspenso nessa palavra "quase". Essa palavra é uma linha fina fiada à mão. Faca cortante afiada à pedra perdida no chão. "Já, mas ainda não!" brada a esperança e silencia. Sussurro único: "quase" é um agora...

  10. De lá além-mar... por Marcela Cavallari

    De lá além-mar Onde a colônia afundava a todo vapor nas dívidas do tesouro Faltava farinha para fazer o pão Na ilha de Marias, onde a comida se cozia no buraco do vulcão Cansada da falta de pão E do marido alcoólatra Capaz de mergulhar de escafandro pra consertar casco de navio sem saber nadar…

    more
  11. TUDO CANSA TUDO POR HUENDEL VIANA

    TUDO CANSA TUDO tua vida vazia tua obsessão tua incompreensão tua falação tua mão teu não teu pão sem glúten teu leite sem lactose tua sopa insossa teu ser tua tatuagem tua casca teu lastro na multidão tua análise de merda teu pseudoengajamento tua música muda tuas fotos sem foco tua arte pobre…

    more
  12. NO MEIO FIO de ROY SOLLON por ELIS ALONSO

    Do chão prenhe de aflição entre os capins secos no meio fio, nasce retorcida a flor de fúria e fogo. Lânguida como gente faminta e exausta, porém, vigilante e acesa. A contraluz, a contrapelo, como o zelo de Prometeu (ou Lúcifer) clareando o breu, ela incendeia o dia e a vida banal ordinária e...

  13. DIREITO DO HOMEM - por ELIS ALONSO

    Cidadão de Bens Colecionador de Vintens Tudo tudo por direito Se apropria por direito Se é empresário? Contrata por direito Explora por direito Despeja por direiro Destrói a Terra por direito Tudo tudo por direito Sanguessuga por direito Homem íntegro, Puro ímpeto, até Casa por direito Bate nela...

  14. 2o EP - CULTURA E LUTA POLÍTICA - Entrevista com Michel Viana

    No segundo episódio do nosso podcast "Para Ontem”, tivemos a ilustre presença de Michel Leite Viana, poeta da periferia da Baixada Santista que escreveu dois livros: “Eu sou periferia” e “Geral no parque'', em que transforma em arte a realidade do povo da sua quebrada. Para além de…

    more
  15. CANÇÃO SEM FRONTEIRAS - La Canción de Nosotros) de Walter Titz Neto

    30 de Agosto – Dia Internacional sobre Vítimas de Desaparecimentos Forçados “Um militar sem formação política, ideológica, é um criminoso em potencial” Thomas Sankara **@CPSMVJ (facebook) Coração sem fronteiras (La Canción de Nosotros) De repente chamas De repente cinzas olhos que cheiram à…

    more
  16. PRESTES MAIA 1945 (folhas de álbum) POR ALEXANDRE BARBOSA DE SOUZA

    PRESTES MAIA 1945 (folhas de álbum) para Francisco Barbosa de Souza, in memoriam As casas avançam para a rua As ruas fogem Um carro vem lá do fundo da fotografia Na estrada de terra para o Cupecê O clube dos meninos operários nos lagos de Santo Amaro Uma sombra de sapucaia ou jataí Mármore…

    more
  17. 1o EP - ENTREVISTA CAIO FORSTER

    No episódio de estreia do nosso podcast “Para ontem”, tivemos a imensa honra de conversar com Caio Forster, que além graduado em Pedagogia e Educação Musical pela Universidade Metropolitana de Santos, de ser 1° Viola da Orquestra Municipal de Guarujá, de sua forte experiência na área das artes…

    more
  18. CONSERVADOR - por BRUNO ROSÁRIO

    Conservador cê conserva tanto preconceito, conversa pelos cotovelos. Tu vê-los, teus conceitos, sem revê-los direito, cês não enxergam direito, relevaram muito fácil suas contradições e seus erros. Que bons costumes são esses que costumam me dar ânsia? Desinformação, intolerância e o louvor à...

  19. NO BOLSO, NADA - de JOECIO DANTAS, vulgo Nozinho

    NO BOLSO NADA Joecio Dantas, vulgo Nozinho No rastro do absurdo Na aflição real Na escaldante miséria Sem sombra de capital No bolso, nada No bolso, nada É um vácuo, um papo vazio Curva de rios, Tantos desafios, Ruas sem saída, Pensamentos vadios No bolso, nada No bolso, nada No caminho, o...

  20. Palestina ‎فلسطين | de WALTER NETO TITZ por ELIS ALONSO

    Palestina فلسطين Na Costa Sul da África onde a humanidade nasceu entre as monumentais cadeias montanhosas naquele anfiteatro dos sonhos cantei teu nome Ao Norte do Rio Mississipi entre suas ilhas de charcos congelados outrora planalto ensolarado ali naquela neve selvagem escrevi teu nome Ao Sul…

    more
  21. RECADO PARA GRUDAR NO ESPELHO | JEFF VASQUES

    RECADO PARA COLAR NO ESPELHO Você não é especial, amigo. Te digo isso com o carinho – e com a corriqueira indiferença – de quem diz “saúde!” a um espirro. Você não é especial. Melhor que te diga isso esta voz tranquila dum poema que nutre tua solidão clandestina (em que – oh, tão único! – só você...

  22. ABRE O AMANHÃ, CAMARADA | Fabiano Calixto

    ABRE O AMANHÃ, CAMARADA Abre a manhã, camarada, com tuas mãos, tuas próprias mãos, calejadas e sanguíneas. Abre a manhã como a uma fruta madura cuja doce polpa repartida alimentará a todos. Na labuta, prepara a luta, acende o sol que derrama luz sobre o dia material, de café, manteiga e pão, de...

  23. Aquela noite cinza e a Maloka - poema de Emerson Poeta Morto |intérprete Elis Castro

    Aquele dia cinza e a maloka. Emerson P. Morto (Instagram @e_mersoi) Dia cinza quebra a rotina. As ruas vazias fazem dançar o silêncio que parece estagnar o tempo. No pensamento sem alimento... oohh Sofrimento, essa noite vai ser aquele perrengue. Vê a cidade ali parada de esquina a esquina.…

    more
  24. OTAN por Roy Sollon

    À essa hora tâmaras e vidas são roubadas na Palestina. Dentre os frutos o mais doce furto. Entre os muros de um Apartheid, morrem mães grávidas de crianças sem futuro. Os noticiários cantam a elegia de uma Europa idílica moribunda e indefensável, ainda sim, vitoriosa e civilizada, pura e…

    more
  25. GREVE MARGINÁLIA de Walter Neto Titz por Caio Roma

    Greve Marginália - para o camarada Cássio e o povo do Macuco No fim da Senador Dantas, à beira do cais, um filho do cabrunco canta amantes perdem-se em ais É noite alta já, Severino pensa em Ferraz enrola a fumaça do chá e canta um pouco mais - viola e homem feitos sabiá em Santos na beira do…

    more
  26. À Margem de Alexandre Barbosa de Souza

    À margem, Onde não caem estrelas, Conjuga-se o vergar das vigas mestras. À margem, Conspiram negras miragens, Atentas como espelhos. À margem estão Os insones do século, Febris pela ausência que se nota; Tatuada no silêncio, Presa às costas. Poema de Alexandre Barbosa de Souza (interpretado pelo...

  27. “A volta do chicote” de Roy Sollon | Intérprete : Elis Alonso

    Na volta do Chicote Muito prazer, meu nome é esquiva desde cedo aprendi o segredo da mandinga na tortuosa via das encruzilhadas da vida Minha voz é muitas vozes do subterrâneo, do subcutâneo, da epiderme como a minha cor de pele resistindo à caça dos navios aos camburões e a você que me vê e me...

  28. CANÇÃO COM TODOS | Armando Tejada Gómez

    CANÇÃO COM TODOS Saio a caminhar pela cintura cósmica do sul piso na região mais vegetal do vento e da luz Sinto ao caminhar toda a pele da América na minha e anda em meu sangue um rio que libera em minha voz sua torrente. Sol do alto Peru, rosto Bolívia, estanho e solidão,um verde Brasil,beija…

    more
  29. E AQUI

    E aqui poema de Che Guevara “Sou mestiço”, grita um pintor de paleta viva, “sou mestiço”, me gritam os animais perseguidos, “sou mestiço”, clamam os poetas peregrinos, “sou mestiço”, resume o homem que me encontra na diária dor de cada esquina, e até o enigma pétreo da raça morta acariciando uma...

  30. Verbo Irregular | Roberto Jorge Santoro

    Série Poemas Latino Americanos. de Roberto Jorge Santoro “eu amo tu escreves ele sonha nós vivemos vós cantáis eles matam.” Poesia de Roberto Jorge Santoro - Argentina 1939 - 1977 Interpretado por Elis Alonso Direção Allan Brasil Allan Brasil - Desenhista e Instigador Elis Alonso - Poetisa…

    more
  31. TRABALHO por Rafael Ayres

    TRABALHO Licença moço, Vim mostrar meu trabalho. Olho o mundo, Penso as ideias, Coloco no papel Taí o trabalho. Você diz que é arte Tu és poeta! Eu digo trabalho Moço, é trabalho! Eu como Eu danço Eu vivo Eu escrevo Eu trabalho Trabalho não é só ganhar dinheiro Arte não é só fazer coisa bonita E...

  32. “Porque é vermelha a Bandeira do Poder Popular. por Gabriel Borem

    “Porque é vermelha a Bandeira do Poder Popular. Hoje, sou arte sendo história. Nas ruas, passo por poesia. Hoje, sou brasileira como a tinta roubada do Pau-Brasil. Como pintura ancestral da guerra. Como o sangue arrancado por chibata ou por bala. O rubro céu colorido pela alvorada. Hoje, evoco um...

  33. A cartada

    A Cartada Quando a magia inspira o verso a boemia chama Papel em branco risco versos a poesia inflama Noites em claro um batuque que revela o samba Onde o malandro tece linhas caminho de bamba Sinto o embalo do repique o carpo se faz dança Onde o profano e o sagrado formam aliança Puxa uma carta…

    more
  34. Caixa de Fósforo

    Você acorda, faz frio. É quase agosto. Agarra-se às palavras ao te interpelarem pelo celular: Informes climáticos, reportagens, noticiários, conversas amistosas, flertes efêmeros e insossos… Não o faz para ver a vida em seu fluxo Tampouco para duvidar melhor de suas imposições Nem mesmo ainda…

    more
  35. Quando o fraudulento

    Quando o fraudulento Bush Khan Rasgou a Carta das Nações Declarando-se Dono do Mundo Senhor dos Homens Na mesma noite sonhei que era Joana d'Arc Dos Matadouros Sendo levado à fogueira Sobre vivendo a 451 Fahrenheit Era a massa parda baleada da humanidade Meu único bem eram calos, cicatrizes Então...

  36. Para todos os camaradas que caíram nesse século de lutas

    Cem anos do PCB (p/ todos os camaradas que caíram nesse século de lutas) Um século é um tempo longo para quem tramou o futuro nas sombras e driblou o perigo em cada esquina. Um século é um tempo largo para quem encantou a esperança e mordeu o pesadelo cativando a ternura. Um século é um tempo…

    more
  37. É o que dizem

    É o que dizem poeta: Michel Leite Viana (presente no livro “Gotas de vinagre” volume 3) Dizem que quando morremos nos tornamos todos iguais Sem dor, sem pranto. O pobre o rico, o amarelo e o índio, o preto e o branco Dizem que ganhamos o descanso na moradia da paz, e direito a sete palmos de…

    more
  38. Não nos iludamos

    Não nos iludamos Não nos iludamos Camaradas, correligionários e irmãos. Há épocas umbralinas na história Travessias crepusculares para noites sem fim. Tempo de corpos puídos e empilhados, de incontáveis ruínas e perdas... Onde todo o pessimismo é pouco Onde toda sorte é escassa E o infortúnio é...

  39. Embriagada

    Embriagada Leveza que se transforma Em risos e certezas Enquanto o mundo Mudo Engole sonhos Presente massacre E para aturar “me vê daquela, quente , rasga e reta … A mais barata!” Me arranho por dentro, pra não sentir a dor que destrói meus nervos … Insustentável peso do cotidiano Cotidianamente...

  40. Enquanto

    Enquanto à tripa-forra à banca sobra, A turbamulta furiosa se atraca, Tamanho ranço da massa de manobra, Que a tropa sangra ao preço da catraca. A plebe da estiva virou sócia Das docas à fronteira agrícola, É bucha da clique dos escroques, Da malta que blinda o anestesista. Os donos da vida, reis...

  41. Periferia Reunida

    Periferia Reunida Alguém gritou - É formação de quadrilha! Se enganou parceiro compartilhamos aqui só rima, prosa e poesia. Tráfico só se for de informação. Assaltamos apenas corações munidos de alegria e dor, revolta e amor Muito amor Muita alegria Salve, salve Pátria amada Periferia....

  42. O Mínimo por Roy Sollon

    O Mínimo É preciso vingar a infelicidade dos nossos pares pregressos: das mães das nossas mães, das irmãs dos nossos irmãos, cujo rosto não vimos mas cuja voz nos interpela - ou ainda o seu eco, ou ainda o seu sentido buco, ou as pegadas de seus pés descalços, ou os pedaços de seus trapos rotos....

  43. Vida

    Dia a dia se desfaz Miro a pele da minha mão Que denuncia o tempo passante O barulho do tic tac aumenta… Enquanto a sensação do tempo parado se expande. Enquanto anestesias e mais anestesias Nos distraem da anistia A construção no tempo assolado pela comédia romântica Que dissimula o peso Dos...

  44. Cacofonia Poética

    Cacofonia Poética Cacos entre ecos … Palavras carcomidas Ácidas Dores transformadas em versos Sonho transformados em rimas Devir entre letras gigantes, Configuram cidades… países …. talvez continentes De tempos pretéritos e Futuros De presentes mais que presentes De pretéritos mais que presente…

    more

About this show

“Cacofonia Poética” espaço para artistas, poetas, escritores e por que não músicos inquietos e que querem compartilhar suas produções e saberes.Através de belezas críticas e debates ácidos traz à tona questões que nos afetam enquanto humanos, artistas e inconformados.Poesia e pensamento crítico andando de mãos dadas!Toda semana uma poesia nova dos nossos camaradas. Além de episódios especiais em forma de conversa e debate acerca das questões que nos perpassam enquanto criadores e reféns da ditadura capitalista, mais conhecida como democracia burguesa.

Hosted by

Cacofonia Poética

Categories

Frequently asked questions

How many episodes does Cacofonia Poética have?

Cacofonia Poética has 44 episodes on PodParley. The most recent episode was published on February 19, 2023.

What is Cacofonia Poética about?

“Cacofonia Poética” espaço para artistas, poetas, escritores e por que não músicos inquietos e que querem compartilhar suas produções e saberes.Através de belezas críticas e debates ácidos traz à tona questões que nos afetam enquanto humanos, artistas e inconformados.Poesia e pensamento crítico...

How often does Cacofonia Poética release new episodes?

Cacofonia Poética publishes weekly, based on its 44 episodes since January 2022.

Who hosts Cacofonia Poética?

Cacofonia Poética is created and hosted by Cacofonia Poética.
Link copied