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Chaise Longue (Não é Divã)

Um podcast onde se analisa casos enviados pelos ouvintes, através dos comentários 'sábios' e 'sensatos' da Joana Azevedo e o viés psicanalítico da Sílvia Baptista. Aqui fala-se de comportamentos, relacionamentos, lamentos e outras palavras terminadas em ‘entos’. Exceto julgamentos.Um podcast Rádio Comercial.

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  1. 130

    Paixão pelo estafeta

    Casada, com filhos, um casamento estável e ativo do ponto de vista sexual, não evitou uma paixão pelo entregador de encomendas. O marido ficou em êxtase, a ouvinte foi atrás e o alvo da fantasia não correspondeu. Estaremos perante uma fantasia saudável ou um ligeiro caso de stalking? Este episódio contém um anúncio no fim. Obrigada a todos o que ouviram. Até já!

  2. 129

    Um luto dentro de outro luto

    Desta vez o caso de uma ouvinte no processo de vários lutos. A perda física do pai e a perda do que o pai poderia e deveria ter sido. São relatos de sentimentos muito contraditórios: tristeza, culpa, mágoa, saudade e muitas perguntas sem resposta. Uma delas é: como se encontra alguma paz quando a relação terminou sem resolução? 

  3. 128

    Os outros pais são melhores do que nós?

    A vida muda à chegada de um filho. Para uns pais muda drasticamente e torna-se mais difícil e exigente, para outros parece ser tudo muito fácil. Esta ouvinte segue à risca todas as rotinas e horários do bebé e deixou de estar tão presente no grupo de amigos. Achou que seria assim com todos os pais. Até que outro casal do grupo teve um filho e continuam os dois a ser disponíveis, relaxados, com um bebé "unicórnio". Ela pergunta-se por que serão tão diferentes, serão os outros melhores pais? A comparação entre métodos parentais é inevitável. 

  4. 127

    Será pedir muito?

    Depois de uma infância que a fez sentir-se imperfeita, "um pote de banhas", de ter curado uma anorexia, dois partos quase seguidos com uma depressão incluída, uma mudança de emprego depois de 18 anos a dar tudo sem ser reconhecida, finalmente esta ouvinte chega a um ponto de realização profissional e pessoal. Um percurso doloroso mas com força para mudar e encontrar caminho. Até que olha para o lado e não se reconhece no lugar que sempre ocupou ao lado do marido. Quer mais da vida. Será pedir muito?

  5. 126

    Descobri que sou bissexual

    Esta semana um ouvinte que traz algumas questões depois de se ter descoberto bissexual. Tendo uma relação de 30 anos com uma mulher, que lugar tem esta descoberta na vida organizada de muitos anos. Como é que ele pode viver esta circunstância sem magoar alguém?  Isto será sobre bissexualidade ou sobre monogamia? Neste episódio falamos também de sexualidade feminina e como é vista de forma diferente da sexualidade masculina.

  6. 125

    Gostava de ter um namorado

    Neste episódio, uma ouvinte fala sobre a impossibilidade de ter um namorado. Até agora apenas teve alguns casos, "situationships" e cenários do género. Pergunta a ouvinte, o que será que tem de errado, mas nós convidamo-la a fazer outras perguntas. 

  7. 124

    Ninguém me compreende

    Alguns de nós, algures na adolescência, dissemos esta frase "Ninguém me compreende". Esta ouvinte deu por si a dizer a frase na idade adulta. Com enorme predisposição para parar para pensar - nos sentimentos, dúvidas, ambivalências - não sente que haja quem lhe sirva de contracena sem a tentativa de resolver, corrigir ou invalidar. Pensar pelo prazer em pensar. Falar sobre o que se sente não é para todos e a maioria só quer mesmo resolver, esquecer e andar para a frente sem grandes dramatismos. Como se lida quando não há uma compatibilidade de estrutura emocional com quem nos rodeia? Pode enviar a sua história para [email protected] Será sempre anónima. 

  8. 123

    Gostar de quem nunca viu

    A história é esta: uma ouvinte deixou uma relação difícil e foi à procura de melhor no Tinder. Neste momento já desenvolveu sentimentos e diz que sente química por um utilizador dessa aplicação. Problema número 1: Nunca o viu ao vivo. Problema número 2: É casado. Problema número 3: a ouvinte não fugiu imediatamente perante esse cenário. Perguntamo-nos todos porquê. 

  9. 122

    A fantasia da redenção

    Todos nós já estivemos em relações insatisfatórias à espera de melhores dias.  Se dermos tudo de nós um dia seremos recompensados e a relação vai finalmente dar-nos tudo o que merecemos. Esse potencial raramente se concretiza e, eventualmente, aprendemos a lição. Esta relação partiu do caos, já começou mal e a ouvinte continua à espera que melhore, 9 anos depois. Mas começa a questionar-se... a favor de quê? Mantém-se na relação a favor de quê? Vamos pensar sobre isto.

  10. 121

    O lugar do bondoso

    Neste episódio falamos do poder de quem cuida do outro numa relação e a forma como o lugar de bondoso pode ser arriscado e ter um custo elevado. "Como assim?" - exato, é ouvir o episódio para perceber o que queremos dizer. Se quiser ver analisados o seu problema, angústia, neurose... envie para [email protected] 

  11. 120

    Solidão Auto Imposta

    A mensagem de alguém que se foi afastando de toda a gente à sua volta para não correr o risco de ser magoada, alvo de troça, humilhada. É uma solidão auto-imposta para se poupar à possibilidade de se magoar. Alguém que vê a criação de vínculo como uma língua estrangeira. Mas onde esta ouvinte vê fatalidade, nós escolhemos ver esperança.

  12. 119

    Violência nas redes sociais

    Esta semana pegámos nos insultos que recebemos- nós, as protagonistas deste podcast, ao nosso corpo e à sexualidade - que aconteceram a partir do momento em que publicámos excertos do podcast em vídeo, e fizemos um episódio sobre violência nas redes sociais especialmente dirigida às mulheres. Fica a reflexão sobre o que representa e por que é diferente da violência dirigida aos homens. Continuaremos aqui, em áudio e vídeo também, como forma de resistência. 

  13. 118

    Acordei para o desejo. E agora?

    Uma ouvinte casada há 20 anos, só teve um único homem na vida: o marido. Com ele vive uma relação de amizade e cumplicidade mas sem desejo. Aliás, o desejo foi apagado há anos e assim se tinha mantido... até há pouco tempo. De repente percebeu que podia desejar e ser desejada e agora o dilama é: O que fazer com este novo cenário que a realiza e, ao mesmo, assusta tanto. 

  14. 117

    Perdida profissionalmente

    Esta semana, uma ouvinte que se sente perdida na área profissional. Mas nós começamos logo a desconfiar. Será que o problema é mesmo só profissional? Esta ouvinte sabota relações amorosas, acha que não as merece por não ter nada para oferecer do ponto de vista de carreira/monetário. Vamos lá dissecar o caso de hoje. Se também tem angústias, crises existenciais e problemas em geral, partilhe connosco aqui: [email protected] 

  15. 116

    Como recomeçar depois de um ex toxicodependente

    Atenção Chaise Lovers: Já temos email para onde podem enviar e depositar todos os seus problemas, angústias e neuroses. [email protected]. Será sempre anónimo!Hoje trazemos o caso de uma mulher estruturada perante a vida mas insegura face aos relacionamentos - palavras da própria. Esta mulher teve uma relação de 8 anos com um toxicodependente com quem teve uma filha e de quem se separou há algum tempo.  Mas essa relação traumática continua a dominar a forma como vê as relações amorosas, com desconfiança e medo. Falamos de trauma e de formas de superar esse mesmo trauma

  16. 115

    Homem que não consegue ligar-se intimamente

    Este é um caso de um homem que traz à nossa lupa os motivos da sua separação. Mas serão mesmo esses? O que leva um homem adulto a associar compromisso a prisão? Será que a liberdade que tanto almeja não é uma incapacidade de se ligar intimamente a alguém? Será imaturidade ou incapacidade de processar tudo o que é íntimo? 

  17. 114

    Relação entre noras e sogras

    As sogras e as noras: aqui está uma relação potencialmente desafiante. Vamos perceber alguns motivos para esta rivalidade. Que lugar ocupa cada um delas na vida de um homem? 

  18. 113

    Relação com Homem Casado

    Uma ouvinte traz-nos a sensação ambivalente de ter uma relação com um homem casado. Se por um lado se sente mal, por outro assinala que não é ela que tem uma relação extraconjugal. Será que pode distanciar-se de uma relação a três da qual faz parte? E por que continuará a escolher ficar na relação?

  19. 112

    Dating nos tempos actuais

    O que as apps de encontros proporcionam e o que nos retiram na dinâmica das relações nos tempos actuais. O entusiasmo imediato que passa a indiferênça facilmente, o que pode criar uma sensação de cansaço emocional. A solução será desistir das aplicações ou do amor?

  20. 111

    Segredos de Família

    Imagine que descobria um segredo na família e o segredo é este: a sua mãe foi vítima de um crime às mãos de outro membro da mesma família. Ninguém quer falar sobre o assunto, a mãe quer esquecer e já aceitou a circunstância, de tal forma que mantém a convivência com o agressor. Como lidar com esta forma de varrer para debaixo do tapete casos graves para proteger a imagem da família, e a imagem do agressor? É este o ponto de partida para o episódio desta semana. 

  21. 110

    Falta de líbido

    Neste episódio, uma ouvinte queixa-se da total ausência de líbido. Depois de uma gravidez difícil, essa área ficou perdida no meio de uma vida dedicada ao filho e à carreira. O que poderá significar esta falta de desejo? Será que há alguma coisa errada com esta ouvinte? O que é a líbido vista de um ponto mais abrangente? Respostas e reflexões que podemos procurar numa altura das nossas vidas.

  22. 109

    Quero um companheiro, não quero mais um filho para criar

    Voltamos ao lugar de onde tantas de nós não conseguem sair: a função materna na relação com um homem. Um lugar muito pouco sexy que aparentemente é difícil largar. É o caso desta ouvinte. Ela entrou numa relação com um namorado e deu por si a ser cuidadora dele e do filho dele. A pergunta da ouvinte é: devo sair? A pergunta que lançamos é: por que voltamos tantas vezes a este lugar? 

  23. 108

    Amigos com Discursos de Ódio

    Qual seria a sua reação se, um dia, os seus amigos de há 20 anos surgissem com discursos de ódio? É motivo para terminar uma relação tão longa e íntima? Será que eles foram sempre assim e não reparou? E o que é que o facto de não ter reparado poderá dizer de si e de relação? Estes são os dilemas e conflitos internos em análise no episódio desta semana. O que faria, se estivesse nesta situação? 

  24. 107

    Sou mentirosa, sou traidora

    Desta vez recebemos alguém em conflito interno. A questão é esta: se cresceu num ambiente de harmonia, com pais que nem discutiam à frente dos filhos e andavam sempre de mão dada, como é que acabou por ser a pessoa que está em relações sem gostar, a que mente, a que trai? Deixamos algumas pistas...

  25. 106

    A Amizade é assim tão importante?

    Neste episódio recebemos a questão de uma ouvinte sobre amizade. Pergunta se é assim tão importante ter amigos e se ela, não tendo amigos, terá algum problema. O que responderia a esta questão?

  26. 105

    Somos menos se regredirmos na carreira?

    Esta semana falamos de valorização profissional, salário financeiro e salário simbólico. Olhamos para a situação de uma ouvinte que mudou de emprego, passou a ganhar menos, a ter menos stress e mais leveza. E gosta disso. O dinheiro não lhe faz falta mas talvez lhe faça falta a maneira como era olhada no cargo que tinha anteriormente. Será que, sem esse reconhecimento profissional, corre o risco de perder o respeito familiar e de si própria? A valorização profissional é assim tão determinante na maneira como nos vemos e como os outros nos veem? Vamos aprofundar este tema. 

  27. 104

    Relação com a Comida

    Esta semana lemos o testemunho de uma ouvinte que teve sempre uma relação difícil com a comida. Percebemos como se desenvolveu essa relação e o que tem feito para a melhorar. Falámos sobre o empecilho do food noise que persegue tanta gente e o peso dos comentários sobre o corpo. 

  28. 103

    Atraída pela intensidade

    Quantos de nós desistimos de uma relação quando não tem aquela dose de drama que nos prende? E quando essa dose de drama se torna numa situação insuportável? Saímos mas continuamos a fugir de relações pacíficas, pouco intensas. Porquê? Esta ouvinte sente vergonha de cair nesta dinâmica e, mais uma vez, de se ver numa relação tóxica ao ignorar os sinais vermelhos. E explicação para este fenómeno vem lá de trás...

  29. 102

    As nossas manias

    Para terminar esta temporada vamos dar largas ao narcisismo e falar de nós. As nossas manias e peculiaridades. Voltamos em Setembro!

  30. 101

    Viver é mais do que esperar pela morte

    O ponto de partida da análise desta semana é um certo desencanto pela vida. Uma mulher cansada de todos os obstáculos que foi ultrapassando, queria ter chegado a esta altura da sua vida sem grandes problemas, como nos filmes. A realidade troca-lhe as voltas, apresenta-lhe um relacionamento que não satisfaz, e não a deixa desfrutar de um cenário idealizado por si. Por isto tudo, sente que está a ver a vida a passar e que aquilo que anda a fazer é esperar pela morte. Duro

  31. 100

    Ajudar quem não quer ser ajudado

    Quando há um elemento da família desorientado, em negação, a ir constantemente por caminhos perigosos, a família reconfigura-se e tudo gira à volta dessa pessoa. Há quem queira ajudar, há quem se sinta culpado, há quem desculpe tudo e desvalorize; e há o próprio que não aceita ajuda por não reconhecer qualquer problema. O que se faz? Quem deve fazer? A partir de quando devemos largar essa urgência de responsabilização? É por aqui que vamos neste episódio. Esperamos responder à preocupação da irmã que nos escreveu. E a todos os que estejam na mesma situação. 

  32. 99

    Tratar o ego ferido

    Ninguém gosta de ser gozado. Saber rir de si próprio pode ser fácil desde que seja o próprio a controlar a piada e o que, de si, tolera que seja risível. Mas... e quando são os outros a rir e a ampliar algo que queremos esconder do mundo, até de nós mesmos? Como é que se lida quando gozam connosco? Onde se trata um ego ferido? Sim, é disso mesmo que falamos neste episódio.

  33. 98

    Encontrar as palavras certas

    O cenário é clássico: ter uma amiga a sofrer e querer encontrar as palavras certas para ajudar quando não conseguimos perceber as razões para tanto sofrimento. O medo de falhar. A vontade de corrigir. O que estará aqui realmente a acontecer? Será mesmo um pedido de ajuda ao outro ou a si própria? Haverá uma identificação não aparente entre a ouvinte e a amiga? Porque é que ouvir a dor do outro nos é tão desconfortável? 

  34. 97

    Mulher divorciada não se contenta com pouco

    Temos uma mensagem de uma ouvinte que aprecia a maior parte das características de um homem, excepto uma parte anatómica. E que sendo essa uma questão importante na sua vida, prefere ficar sozinha. Para bom entendedor... é melhor ouvir o episódio. 

  35. 96

    Entrei numa relação tóxica aos 64 anos

    Depois de duas relações longas e saudáveis, esta ouvinte conta que se deixou seduzir por um homem que se revelou ser abusivo. Isto aos 64 anos. Há algumas perguntas que surgem: por que razão isto aconteceu quando as relações anteriores foram boas; e porquê aos 64 anos. Há idade para entrar numa relação com estes contornos pouco saudáveis? Vamos pensar. 

  36. 95

    Um padre na Chaise Longue

    Esta semana recebemos a vista do Padre Paulo Duarte. Sim, temos um padre, não no divã mas na Chaise Longue. E com ele falamos de acolhimento, fé, acompanhamento espiritual e de como pode e deve ser aliado do processo terapêutico.  "Há feridas internas que não se curam com oração", diz a certa altura este padre que o é por vocação e como parte da sua identidade. E assume que também precisou de acompanhamento para poder acompanhar. Esperamos que goste tanto da partilha como nós gostámos de o ouvir. 

  37. 94

    Viciado em jogos online

    O que acontece no processo psíquico de alguém que prefere passar o dia a jogar online do que a ter qualquer interação humana em carne e osso?  O que se passa com esta pessoa que prefere refugiar-se nesta vida virtual, de faz de conta? O que é que a vida real deste rapaz não tem? Quem diz este rapaz, diz todas aquelas pessoas que estão viciadas nos jogos online. Será mesmo um vício, neste caso?

  38. 93

    Rejeição e Auto-estima

    Mais uma mensagem de um ouvinte, homem, que procura reconstruir a sua auto-estima depois de uma rejeição. De onde vem esta ideia de que poderá não ser suficiente? Será que esta sensação não estará a boicotar as relações e a levar à rejeição? Falámos bastante sobre auto-estima que aparece nestes dias como um chavão, como se, através de dicas e afirmações ao espelho, pudéssemos recuperar o amor próprio. É mais complexo do que isso. Vamos pensar juntos, juntas. 

  39. 92

    Ser bonito ou inteligente, eis a questão

    E quando alguém cresce a ouvir "as tuas irmãs são as bonitas, tu és a inteligente"? Que impacto é que esta atribuição de características tem no desenvolvimento de uma pessoa? A pessoa é a ouvinte que nos contactou, mas pode ser qualquer um de nós. Se afinal não formos aquilo que nos disseram, quem somos nós?  

  40. 91

    É legítimo cortar com a mãe?

    Mais uma relação complexa entre filha e mãe, que começou num cenário de violência doméstica. Depois de uma infância, adolescência e parte da vida adulta a viver numa dinâmica de inversões de papéis,  será legítimo cortar laços com a mãe? Foi este o ponto de partida deste episódio. 

  41. 90

    Complexo de Salvadora

    Acontece com muita gente e esta ouvinte assume a vontade de salvar o homem de quem gosta. Com amor, compreensão e paciência acredita que o vai mudar e melhorar a sua vida e saúde mental e emocional. De onde vem este complexo de salvadora? Por que razão algumas pessoas procuram ou aceitam outras pessoas quebradas e indisponíveis? Vamos pensar sobre este assunto neste episódio. 

  42. 89

    Amizade entre homens e mulheres

    A velha e controversa questão: a amizade entre homens e mulheres é possível? E o desejo, não existe de todo ou recalca-se? E quando um amigo quer ser mais do que isso? Perguntas, perguntas, perguntas. Algumas respostas e um pequeno apontamento sobre futebol compõem mais um episódio. Quando ouvir diga de sua justiça. 

  43. 88

    Quero muito ser mãe

    O caso de uma ouvinte que quer tanto ser mãe que, se não for, não vê motivos para existir. Mais do que uma vontade é uma questão de identidade que não se está a concretizar. Falamos das implicações que esse estado espírito pode trazer para si e para a criança que ainda não existe.

  44. 87

    A inibição e desconfiança como mecanismo de defesa

    A história desta ouvinte é a de uma menina que cresceu a ouvir insultos da mãe e que se tornou numa adulta arisca. Surge aqui a desconfiança e a inibição, não como defeitos, mas como mecanismo de defesa. E agora? Como se repara este olhar do outro que, mesmo tendo ficado lá atrás, continua tão presente? A terapia ajuda e nós também tentámos.  

  45. 86

    Sobre a série Adolescência

    Também quisemos contribuir com os nossos dois cêntimos sobre a série do momento que tanto está a dar que falar. Falámos sobre o que a serie dá, o que não dá e o que tiramos dela. 

  46. 85

    Dia do pai afastado dos filhos

    Esta semana o Chaise Longue é sobre a paternidade. Lançado no dia do pai, vamos conhecer este pai afastado dos filhos que nos pede estratégias para lidar com esta ausência forçada e caminhos para voltar à sua função paterna. 

  47. 84

    Transgredir sem culpa

    Desta vez chega-nos a mensagem de uma ouvinte que nos conta das suas transgressões e faz uma pergunta inesperada. Ela não quer saber por que transgride mas sim por que razão não sente qualquer culpa nessas infrações das normas. À boleia desta questão falámos sobre outras formas de manifestação de culpa, que acontecem quando essa culpa é reprimida. 

  48. 83

    Bullies ao comando

    Esta semana falamos de Bullying e como a intimidação, a violência e a humilhação alheia não acontecem apenas no liceu. Há adultos com poder a exercer esse bullying na vida ativa. Neste episódio refletimos sobre a origem desses comportamentos.

  49. 82

    Ele, eu e a depressão

    Quando o papel de cuidador deixa de encher as medidas e se quer mais de uma relação. Uma ouvinte no meio de um triângulo pouco amoroso e muito dependente com o namorado e uma depressão. Uma dinâmica agora-cuido-eu-agora-cuidas-tu pode matar o desejo e não será de estranhar que uma das pessoas queira largar tudo para tentar ser feliz. Mas depois vem a culpa... 

  50. 81

    Ser a outra

    O que é isto de ser a outra numa relação a três (sendo que uma das pessoas pode não saber que está numa relação a três) ? O que diz sobre a forma de nos ligarmos ao outro? Qual é o ganho aqui para quem aceita ser a outra? E por que razão tendemos a repetir este padrão mesmo que deixemos a relação?  São questões levantadas quando lemos a mensagem de uma ouvinte que assume não conseguir deixar de ser a outra. 

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