Confraria do Tropeiro

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Confraria do Tropeiro

Podcast sobre história, cultura, folclore, poesia e música regional do Sul do Brasil

  1. 205

    204 - Aparício Saraiva

    A figura de Aparício Saraiva ocupa um lugar singular na história política da região do Prata. Seu nome está associado a um período marcado por revoluções, intensas disputas de poder e a luta permanente para que o interior de um país tivesse tanto valor quanto sua capital.Compreender sua trajetória exige mais do que acompanhar os acontecimentos de sua vida.Exige mergulhar num contexto histórico de fronteiras fluidas onde a política frequentemente se resolvia pela força.Venha conhecer a história desse personagem que se tornou lenda em sua terra, e lutou entre Brasil e Argentina pelo ideário da representação política do homem do campo.Venha ouvir a história de Aparicio Saraiva.​​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinPayada: Pedro Jr da FontouraLocução: Mario Lima​​​​​POESIAS E MÚSICASMuerte del General Aparicio SaraviaDe Osiris Rodríguez Castillo,Por Antonio “El Pampa” GonzálezComo un jazmín del paísDe Carlos BenavidesPor Carlos Benavides1904De Folclore UruguaioPor Carlos María FossatiDe la campañaDe Folclore UruguaioPor Carlos María FossatiDe Poncho BlancoDe Folclore UruguaioPor Carlos María FossatiHuella del 96De Folclore UruguaioPor CimarronesPresente mi generalDe Folclore UruguaioPor Cimarrones​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.​​Jeferson MonteiroToada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.

  2. 204

    203 - Birivas e Tropeiros

    Quem realmente conquistou o Sul do Brasil? A Coroa Portuguesa? O Império brasileiro?Ou os heróis anônimos, que atravessaram territórios com tropas, abrindo caminhos onde não havia nada?No século XVIII, enquanto Portugal e Espanha disputavam fronteiras, existia uma regra silenciosa: dominar era ocupar.Mas quem fazia isso na prática?De Viamão a Sorocaba, de Córdoba à Curitiba, os tropeiros e birivas desbravaram o sertão sul-americano, e criaram caminhos que permitiram alcançar meridianos e modificar a geografia da história.E nesse trajeto, foram se mesclando ao índio e ao negro, formando o caboclo: a  cepa originária de todos nós.Venha conhecer essa saga silenciosa que se perde nas linhas do tempo.Venha ouvir, birivas e tropeiros.​​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinPayada: Pedro Jr da FontouraLocução: Mario Lima​​​​​POESIAS E MÚSICASO canto das tropasDe Osmar RansolinPor Confraria do Tropeiro e Kayke MelloO tropeiro Nego HorácioDe Milton César Hoff, Felipe Silveira e Rafael WollingerPor Pirisca Grecco e Trio Rédea SoltaTropeiro das LajensDe Jones Andrei VieiraPor Jones Andrei Vieira e Daniel SilvaDa Serra ao LitoralDe André CoelhoPor Daniel SilvaDos tempos das tropas de mulasDe Renato GomesPor Renato Gomes, Arthur Almeida e Dudi MarafigoDores do ofício do tropeiroPor Marcos Eduardo Neto e Lucas SoaresPor Lucas Soares e Daniel Silva​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.​​Jeferson MonteiroToada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.

  3. 203

    202 - Cacique Condá

    Nos Campos de Palmas, entre as décadas de 1830 e 1860, o território Kaingang foi invadido, disputado e transformado. A sobrevivência das tribos foi posta em risco. Grande parte dos nativos foi expulsa da terra, perseguida e dizimada. Era o tempo dos bugreiros. Os caçadores de “bugres”. Deste período conturbado, um nome sobreviveu ao registro do tempo. Mas poucos conhecem a sua verdadeira história: Vitorino Condá. Cacique, estrategista e liderança real de um povo sob pressão, Condá não foi figura passiva. Esteve nos conflitos de 1839 a 1844, atuou na reorganização indígena no Xapecó, estabeleceu base no Toldo do Imbu e chegou a negociar com o Império mais terras e dignidade para sua gente. Neste episódio da Confraria do Tropeiro, você vai entender quem foi Condá — e por que o nome dele ainda está marcado no Oeste catarinense.​​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinLocução: Mario Lima​​​​POESIAS E MÚSICASParaíso PerdidoDe Jayme Caetano BraunPor Jayme Caetano Braun e Lucio Yanel.Pelas Terras de CondáDe Osmar Ransolin e Kauanny KleinPor Kauanny KleinAssim Sou Eu e Me VouDe Rogério VillagranPor César Oliveira e Rogério MelloCanto EstradeiroDe Guilherme Collares, Juliano Gómez e Luiz MarencoPor Folklore 4 e Eron Vaz Mattos.AraucáriaDe Rafael Puerta, José Luiz Amorim e Arthur BoscattoPor Rédea SoltaPor ser ÍndioDe Sérgio Sodré, Diego Müller, Ramiro Amorim e Quinto OliveiraPor Índio Ribeiro​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.​​Jeferson MonteiroToada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.

  4. 202

    201 - Silva Paes

    ​Quem ergueu a primeira fortaleza no Rio Grande de São Pedro? E na Ilha de Santa Catarina?No século XVIII, o Sul do Brasil não era um território definido.Era um campo de disputa permanente entre Portugal e Espanha.E é nesse cenário que surge um personagem pouco lembrado, mas decisivo para definir limites e traçar fronteiras: um engenheiro que não lutava apenas com armas, mas com mapas, cálculos e visão de território.Enquanto muitos falavam em conquista, ele pensava em estratégia.Enquanto outros avançavam, ele planejava.Foi assim que nasceram as bases do Brasil Meridional.Venha ouvir a história do brigadeiro Silva Paes.​​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinLocução: Mario LimaPayada: Pedro Jr da Fontoura​​​​POESIAS E MÚSICASDe Estrelas, Flores e RumosDe Rodrigo Canani MedeirosPor Rodrigo Canani Medeiros e Érlon Péricles O princípio e o fimDe Sérgio Carvalho Pereira e Cristian CamargoPor Marcelo Oliveira De Sonho e de VentoDe Carlos Omar Villella Gomes e Duca DuartePor Pirisca Grecco, Maria Fernanda da Costa e Arthur Seidel O primeiro cantoDe Sérgio Carvalho Pereira e Roberto BorgesPor Roberto Borges e Eron Vaz Mattos Para os rumos do marDe Eduardo Martins, Jaerson Martins e Nenito SarturiPor Nenito Sarturi e Jaerson Martins Céus de Castilla y LeónDe Martin Cesar e Marco Aurelio VasconcellosPor Marco Aurelio Vasconcellos Nos Campos da Pátria AntigaDe Osmar Ransolin e André TeixeiraPor André Teixeira O tempo moçoDe Gujo Teixeira e Luciano MaiaPor Luciano Maia e Luiz Marenco​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.​​Jeferson MonteiroToada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.

  5. 201

    200 - 5 anos da Confraria

    Cinco anos não se contam apenas no calendário. Se medem nas histórias resgatadas, nas vozes e rostos que fizeram parte desta trajetória e nos caminhos percorridos na grande tropeada de cultura proposta por este podcast.A Confraria do Tropeiro chega ao seu quinto ano, agregando momentos marcantes e uma comitiva de amigos que merecem o nosso agradecimento eterno. Foram 200 episódios,  permeados por muita música e poesia, com entrevistas, debates, pesquisas e acima de tudo, um compromisso firme e permanente com a verdade histórica e com a cultura regional do Sul do Brasil.Mas o mais importante, é que essa caminhada nunca foi solitária.Ela foi feita contigo, que apoia o nosso trabalho e contribui para a continuidade do programa.O episódio 200 traz a participação de algumas das pessoas que tornaram possível, a realização deste sonho.Contando as suas próprias histórias e celebrando o aniversário deste podcast, que tem a alma do interior do Brasil.E principalmente, te agradecendo pela audiência. Porque sem ela, nada faria sentido. ​​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinLocução: Mario LimaParticipação Especial: Pedro Jr da Fontoura, Kayke Mello, Léo Ribeiro de Souza, Cândido Brasil, Jairo Reis e Lucas Negri.POESIAS E MÚSICASNa Confraria do TropeiroDe Rodrigo Bauer e Matheus BauerPor Pedro Jr da Fontoura e Kayke MelloPara um tropeiro de SonhosDe Osmar Ransolin e Quinto OliveiraPor Jean KirchoffNos Campos da Pátria AntigaDe Osmar Ransolin e André TeixeiraPor André Teixeira e Osmar RansolinCiranda do TempoDe Osmar Ransolin e Alexandre GiacominiPor Kauanny KleinEm cada cantoDe Osmar Ransolin e Angel FrancoPor Angelo FrancoO que somos nósDe Osmar Ransolin e Arthur MattosPor Arthur Mattos e Osmar RansolinA um Cavaleiro do OrienteDe Osmar Ransolin e André TeixeiraPor André TeixeiraParabéns GaúchoDe Dimas CostaPor Tchê BarbaridadeMuchas GraciasDe Gujo Teixeira e Pirisca GreccoPor Pirisca GreccoTRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.Jeferson MonteiroToada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.

  6. 200

    199 - Quem é o gaúcho

    Nem todos que nascem no Rio Grande, são gaúchos. Mas todo gaúcho é riograndense.Antes da bombacha, da tradição e da identidade regional, existia um território dividido entre castelhanos e portugueses.Depois vieram as Missões, as Vilas Açorianas e as fronteiras sem dono. E aí nasce o gaúcho.Da mescla da guerra, do campo e do caminho. Dos homens do pampa que nunca tiveram dono.Muitos tentaram sintetizar essa lenda do sul. Poucos alcançaram sua origem. Entender de onde veio e quem é o elemento humano central da região Sul, não é tarefa simples. Mas que pode ser compreendida, quando se olha para o passado perdido na noite dos tempos.Venha ouvir a história da origem de todos nós.Venha ouvir, quem é o gaúcho​​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinLocução: Mario LimaPayada: Pedro Jr da Fontoura​​​POESIAS E MÚSICASEis o HomemDe Marco Aurélio CamposPor Marco Aurélio Campos e Glenio Fagundes OrigensDe Nico Fagundes e Bagre FagundesPor Ernesto Fagundes De Guerreiro a PayadorDe Vaine Darde e Pedro OrtaçaPor Pedro Ortaça Gaúcho CoraçãoDe Carlos Omar Villela Gomes e Cristiano QuevedoPor Cristiano Quevedo Eu sou daquiDe Gujo Teixeira e Marcelo OliveiraPor Marcelo OIiveira Canto ao TropeiroDe Osmar Ransolin e André TeixeiraPor André Teixeira​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.​​Jeferson MonteiroToada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.

  7. 199

    198 - O Rio Grande Dividido

    Desde sua origem, o Rio Grande nunca foi um só. O povo e a cultura, também não.Ser gaúcho é um conceito muito amplo, que tem povoado a mente e o coração de um povo que vive dentro e fora do território do Rio Grande.E nos últimos dias, a participação num programa de TV, dos Hermanos Guedes reacendeu um velho debate: afinal, o que é ser gaúcho?De um lado, a defesa da raiz, da tradição, do canto que nasce no chão da pampa.Do outro, a ideia de que a cultura precisa respirar, evoluir e dialogar com o mundo.E no meio disso tudo… o gaúcho, mais uma vez, dividido.Venha ouvir um programa dedicado a compreender a polarização que gera opinião, polêmica, posição e principalmente, identidade.Venha ouvir, o Rio Grande dividido.​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinLocução: Mario LimaPayada: Pedro Jr da Fontoura​​POESIAS E MÚSICASGaúchoDe Nico FagundesPor Nico Fagundes e Paulinho FagundesO mal e a curaDe Silvio Genro e Jorge GuedesPor Hermanos GuedesTocando Em FrenteDe Renato Teixeira e Almir SatterPor Cristiano QuevedoCriado em GalpãoDe João Sampaio, Quide Grande e Walther MoraisPor Os SerranosBrasil de BombachaDe Léo Ribeiro de Souza, Ricardo Marques e Angelo MarquesPor Os MonarcasCanto RubroDe Osmar Ransolin e Angelo FrancoPor Angelo Franco, Lincon Ramos e Osmar RansolinTRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.Jeferson MonteiroToada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando..

  8. 198

    197- José Artigas

    A história do garrão sul-americano registra personagens moldados pela dificuldade, pela cultura e pelos conflitos do seu tempo.Nas planícies abertas que se estendem entre o rio Uruguai e o estuário do Prata, surgiu um uma dessas figuras, cuja vida se confundiu com o destino político de toda uma região.Enquanto os campos do Rio Grande seguiam sua rotina de estâncias e tropeadas, grandes transformações sacudiam a política internacional.Impérios se enfrentavam, ideias novas sobre liberdade e governo circulavam entre continentes, e as colônias americanas começavam a questionar a autoridade das coroas europeias.Pouco a pouco, esse movimento de mudanças também alcançaria o Rio da Prata.E quando a guerra eclodiu naquela região, esse personagem se ergueu para lutar pela liberdade do seu país.Venha conhecer a saga de um homem que saiu da campanha para entrar definitivamente na memória de seu povo.Venha ouvir, a história de Artigas.​​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinLocução: Mario Lima​​POESIAS E MÚSICASLa Leyenda Patria – Canto 1De Juan Zorrilla de San MartínPor Confraria do TropeiroArtigas UruguayDe Dair Silveira Martinez e Victor BuerePor Victor y DanielCosas de ArtigasDe Victor LimaPor Los Troperos del AlbaA Don JoséDe Ruben LenaPor Los OlimareñosA José ArtigasDe Cassio Bonavita e Alfredo ZitarrosaPor ZitarrosaLos OrientalesDe Idea Vilariño e José Luis GuerraPor Los OlimareñosZamba de ArtigasDe Oscar VallesPor Roberto Rimoldi Fraga​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.​​Jeferson MonteiroToada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.

  9. 197

    196 - Amor no Contestado

    ​Entre os anos de 1912 e 1916, um conflito brutal sacudiu os sertões do sul do país e marcou profundamente a história de Santa Catarina e do Paraná. Foi a chamada Guerra do Contestado — uma guerra que misturou disputa de terras, interesses econômicos, fé religiosa e a luta desesperada de um povo pela sobrevivência.Nas matas do Contestado começaram a surgir redutos de homens e mulheres dispostos a resistir. Muitos acreditavam que lutavam numa guerra santa, guiados por forças espirituais. O governo brasileiro respondeu enviando tropas do Exército para esmagar a rebelião.No meio desse cenário surgiram personagens extraordinários.Entre eles estavam Maria Rosa, jovem cabocla considerada profetisa pelos rebeldes, e o capitão João Teixeira de Matos Costa, oficial do Exército enviado para compreender e pacificar o movimento.As histórias desses dois personagens, vindos de mundos completamente diferentes, acabariam se cruzando de maneira dramática no chão do sertão catarinense.E é justamente essa história — marcada por fé, guerra e tragédia — que vamos contar no programa de hoje.Venha ouvir, um amor no Contestado.​​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinLocução: Mario Lima​POESIAS E MÚSICASCordel do ContestadoDe Gustavo DouradoPor Confraria do TropeiroMaria RosaDe Vaine Darde e Cristiano QuevedoPor Cristiano QuevedoGuerra do ContestadoDe Pedro de Souza e Rogerio JoePor Os GurisCantiga para o MongeDe Hardy GuedesPor Thais MorellA Guerra do ContestadoDe Hardy GuedesPor Hardy GuedesSeiva VerdeDe Guilherme WinterPor Caravana Canta ContestadoA bença, Oh minha terraDe Luiz Rogério Rosa JrPor Universo em MúsicaTRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.Jeferson MonteiroToada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.

  10. 196

    195 - O duelo de Onofre

    ​Entre 1835 e 1845, o sul do Brasil foi palco de uma das guerras civis mais longas da história do Império: a Revolução Farroupilha.Nesta guerra, nasce a identidade do povo gaúcho.Se formaram memórias e histórias. E homens que hoje, são quase lendários.Mas por trás do mito, havia estancieiros, militares, maçons, escravocratas e abolicionistas. Todos sob uma mesma bandeira.Homens que falavam em liberdade, mas que defendiam também seus interesses econômicos.Homens que proclamaram uma república em 11 de setembro de 1836, após a vitória do Seival, e que desafiaram o Império brasileiro a partir de Piratini.Entre esses homens estava Onofre Pires da Silveira Canto.Venha conhecer a história de um personagem que não dobrou sua honra, e foi leal à própria consciência, até o fim.​​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinLocução: Mario Lima​​POESIAS E MÚSICASDuelo FarrapoDe Alcy CheuíchePor Confraria do Tropeiro Das Memórias de um LençoDe Osmar Ransolin e André TeixeiraPor André Teixeira É aqui junto ao chapéuDe Angelo FrancoPor Angelo Franco De valorDe Diego Müller, Rômulo Chaves e Zulmar BenitezPor Jean Kirchoff Epopeia FarroupilhaDe Elton Saldanha, João Sampaio e Silvestre AraújoPor Elton Saldanha e Alemão do MBororé Memorial FarroupilhaDe Érlon PériclesPor Érlon Péricles e Liliana Cardoso​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.​​Jeferson MonteiroToada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.

  11. 195

    194 - Aviação no Contestado

    ​Entre 1912 e 1916, o Sul do Brasil viveu uma guerra que ainda hoje divide interpretações. A Guerra do Contestado reuniu elementos diversos, mesclando guerra civil, conflito religioso, e disputa política entre Estados.Mas há um elemento dessa história, que quase nunca aparece quando o Contestado é lembrado.Foi aqui que o Brasil empregou o avião pela primeira vez em uma campanha militar.E foi no Contestado também, que morreu o primeiro aviador militar brasileiro.Venha conhecer a saga de um intrépido capitão que deixou seu nome gravado para sempre, na história da aviação brasileira.Venha conhecer a história do Capitão Kirk.Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinLocução: Mario LimaPayada: Pedro Júnior da FontouraParticipação: Milton MassoliniPOESIAS E MÚSICASVôo AltoDe John Gillespie Magee Jr.Por Confraria do TropeiroContestandoDe André Coelho e Arthur BoscatoPor Arthur Boscato e Filipe SilveiraHerdeiro do ContestadoDe Elton SaldanhaPor Ricardo Porto e Paulo RigoO Canto da AraucáriaDe Osmar Ransolin e Índio RibeiroPor Índio RibeiroCruz de CampoDe Juca Moraes e Luiz GastaldoPor Robledo MartinsVoa LiberdadeDe Mário Maranhão e Eunice BarbosaPor Wilson PaimTRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.Jeferson MonteiroToada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.

  12. 194

    193 - O primeiro missioneiro

    Quem foi o primeiro Missioneiro? O primeiro a cruzar o rio Uruguai com a intenção de fundar uma civilização cristã nas terras que hoje são o Rio Grande do Sul?Quem lançou a semente antes mesmo de existirem os Sete Povos?A resposta nos leva a um nome que muitos conhecem, mas poucos compreendem em profundidade: Padre Roque González de Santa Cruz.Sua jornada de coragem e dedicação à causa missionária, até hoje são recordadas pelo exemplo meritório e pelo final trágico.Mas o que o levou um sacerdote famoso, a abandonar a estabilidade para viver entre povos considerados hostis? Como ele conseguiu pacificar tribos guerreiras, onde a força das armas fracassou?Ao longo deste programa, vamos atravessar quatro séculos para entender como um homem ajudou a moldar a história do Sul do Brasil. E que deu origem ao que seria um dia, os Sete Povos das Missões.Venha conhecer a história do primeiro Missioneiro.Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinLocução: Mario LimaPOESIAS E MÚSICASMissioneiroDe Jayme Caetano BraunPor Jayme Caetano Braun e Lucio YanelCanto RubroDe Osmar Ransolin e Angelo FrancoPor Angelo Franco, Osmar Ransolin e Lincon RamosCanto MissioneiroDe Rubens Soares e Cenair MaicáPor Cenair MaicáCatedralDe Guilherme Collares e Lisandro AmaralPor Joca Martins e Lisandro AmaralAlém da CascaDe Eduardo Muñoz e Cícero CamargoPor Marcelo OliveiraAnte as ruínas missioneirasDe João Sampaio, Robledo Martins e Rui Carlos ÁvilaPor Robledo Martins e Rui Carlos ÁvilaTRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.​​Jeferson MonteiroToada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.

  13. 193

    192 - O santo tropeiro

    ​Há homens que passam pela história deixando registros de façanhas e conquistas.Há outros que deixam o exemplo.O personagem deste episódio, não foi general e nem presidente. Não comandou exércitos, nem escreveu tratados.E ainda assim, mudou para sempre a história de um povo, cruzando fronteiras e levando a esperança aos que não tinham voz ou vez.Inteligente, culto e dedicado, poderia ter ocupado funções confortáveis e de destaque político. Preferiu cruzar serras, enfrentar rios, dormir em ranchos e galpões, falando a língua do povo e partilhando a vida com os que não possuíam muito pouco.Essa não é apenas uma história de fé. É um registro persistência e caridade. Que levou ao final, ao reconhecimento de uma alma elevada em princípios espirituais e morais.E de como o exemplo pode ser muito mais forte que a palavra ou a espada.Venha ouvir, a história do Santo Tropeiro.​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinLocução: Mario Lima​POESIAS E MÚSICASCura BrocheroDe Juan Cruz OliePor Juan Cruz Olie Gracias Cura BrocheroDe Carlos SeoanePor Carlos Seoane Un Paso Aquí, un Tranco AlláDe Carlos Jose Di FulvioPor Julio Cejas Caminos de BrocheroDe Eduardo Enrique AlamoPor Cristina Velasco Peregrino de BrocheroDe Jorge SuligoyPor Jorge Suligoy Cura Gaucho y SantoDe Rene CelayesPor Javier Brochero​​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.​​Jeferson MonteiroToada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.

  14. 192

    191 -Até quando?

    ​Hoje o galpão da Confraria do Tropeiro está em silêncio.O momento é de tristeza e consternação. De lamento e reflexão.De encarar esta ferida aberta da nossa sociedade: a crueldade humana contra os animais.Ao longo da história, cães e cavalos caminharam ao nosso lado. Nos protegeram, trabalharam conosco, dividiram a lida, o frio, o calor e a solidão.Nunca pediram muito. E mesmo assim, são eles que seguem pagando o preço mais alto quando o ser humano perde o freio moral.Aqui nesta Confraria, sempre defendemos valores antigos, mas que seguem urgentes, como bondade, dignidade e respeito à vida.E entre essas bandeiras, uma sempre esteve muito clara para nós: a causa animal.Em favor desta causa, que é de todos nós, te convido para observar os fatos recentes que chocaram o país, e que não podem ser varridos para baixo do tapete da indiferença.Vamos lamentar juntos, o caminho para onde segue a nossa sociedade.E prestar uma última homenagem a essas pobres almas que tombaram sob a crueldade humana.​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinLocução: Mario Lima​POESIAS OrelhaDe Osmar RansolinPor Osmar Ransolin e Jeferson Monteiro​Até QuandoDe Osmar RansolinPor Osmar Ransolin e Jeferson Monteiro​​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.​​Jeferson MonteiroToada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.

  15. 191

    190 - Dimas Costa

    ​Há vozes que não se apagam com o tempo.Elas seguem ecoando nos galpões, nos rodeios, nas invernadas e na memória de quem aprendeu a amar a tradição, ouvindo versos ditos com alma.A voz de Dimas Costa é uma dessas.Quando se fala em poesia gaúcha, é impossível não falar dele.Conheceu o galpão, a estância, o palco, o estúdio de rádio e a câmera de televisão.Neste programa, vamos percorrer a vida e a obra de Dimas Costa, com o respeito que se dedica aos grandes vates do verso terrunho.Para festejar seu centenário, buscando entender porquê, décadas depois, seus poemas seguem sendo recitados por crianças e jovens, provando que a tradição quando é verdadeira, não depende da presença física.Ela se sustenta na alma e no coração.Venha ouvir um registro que fala da força da poesia gaúcha, que resiste, se renova e segue viva cada vez que alguém apruma a voz e entoa um verso antigo.Venha ouvir, a vida de Dimas Costa.​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinLocução: Mario Lima​POESIAS E MÚSICASA Morte do BrigadianoDe Dimas CostaPor Dimas Costa Por onde anda a alma inquieta do poetaDe Gujo Teixeira e Marco Aurélio VasconcellosPor Marco Aurélio Vasconcellos O universo do meu versoDe Osmar Ransolin e Arthur BoscattoPor Rédea Solta Elegia ao verso ausenteDe Sérgio Carvalho Pereira e André TeixeiraPor André Teixeira e Xirú Antunes Te Escrevo Campo Num VersoDe Edilberto Teixeira Neto, Gujo Teixeira e Rômulo AcostaPor Fernando Saccol e Marcelo Oliveira RabiscoDe José Maurício Rigon e Joca MartinsPor Joca Martins e José Maurício Rigon Mal-me-querDe Dimas CostaPor Aldeia dos Anjos​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  16. 190

    189 - A Salamanca do Jarau

    ​Todos conhecem a lenda da Salamanca do Jarau. A princesa encantada que habita uma furna na pampa.Mas como a lenda de uma princesa árabe veio parar em plena terra gaúcha?Muito antes de ser lenda de galpão e assombração de cerro, a salamanca já era palavra antiga, carregada de mistério e fascínio.Ela nasce longe, do outro lado do oceano, num mundo de desertos, cidades muradas e batalhas travadas em nome de fé e poder. Para entender a Salamanca do Jarau, é preciso primeiro caminhar por esse chão antigo, onde mouros e cristãos disputaram a Península Ibérica durante séculos, deixando marcas que o tempo não conseguiu apagar.A mescla cultural desse duelo de civilizações, viajará com os ibéricos até o Rio da Prata, e vai fincar raízes na formação do próprio gaúcho.De maneiras que nos impressionam ainda hoje.Venha ouvir a história da influência moura nessa história que também é nossa.Venha ouvir a lenda da Salamanca do Jarau.​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario Lima​POESIAS E MÚSICASRio Grande Encantado: A Mística Cultura LendáriaDe Sebastião Teixera CorrêaPor Augusto Fagundes e Confraria do Tropeiro MissioneiroDe João FontouraPor César Oliveira TeiniaguáDe Antonio Augusto Fagundes e Leo AlmeidaPor Leo Almeida Olhando o Cerro do JarauDe Rodrigo Bauer e Mauro MoraesPor Ivo Fraga Lendas do SulDe Rodrigo Bauer e Joca MartinsPor Joca Martins Canto do Amor DistanteDe Osmar Ransolin e Rafael PuertaPor Rédea Solta​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  17. 189

    188 - O mistério da Babitonga

    Há lugares na costa de Santa Catarina, que guardam fragmentos de histórias que nunca foram totalmente contadas.Histórias de uma época esquecida, repleta e piratas e tesouros. De mistérios e perigos.No extremo norte do litoral catarinense, existe um desses lugares: a Baía da Babitonga.Um espelho d’água tão profundo e protegido que parece obra de algum arquiteto paciente da natureza.No episódio de hoje, vamos singrar os mares do desconhecido, onde o real e o lendário caminham de braços dados.E onde cada pedra, cada rua e cada curva da baía parecem guardar algo que ainda não foi totalmente revelado.Venha conhecer, a história de São Francisco do Sul.​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario Lima​POESIAS E MÚSICASNa vila de São FranciscoDe Osmar RansolinPor Mario Lima e Confraria do Tropeiro Pra os rumos do marDe Eduardo Martins, Jaerson Martins e Nenito SarturiPor Nenito Sarturi e Jaerson Martins Campos do litoralDe Érlon PériclesPor Pirisca Grecco e Érlon Péricles LitorâneoDe Chico Saga e Mario TressoldiPor Flávio Jr e Índio Rufino Coração de MarDe Carlos Catuípe e Ivo LadislauPor Grupo Chão de Areia Alma Leve de MarDe Romulo Chaves e Robledo MartinsPor Jean Kirchoff​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.  Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata. ​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes . ​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino. Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  18. 188

    187 - César Passarinho

    ​César Passarinho é um dos maiores nomes da música nativista do Rio Grande.Ícone da era de ouro dos festivais, sua carreira foi marcada por sucessos que se tornaram clássicos do cancioneiro gaúcho.Na vida pessoal, teve uma vida pontuada por desafios, desde a infância simples e musical, passando pelos corredores do Colégio Santana, depois no ofício de aprendiz de alfaiate e mais tarde, como músico no carnaval uruguaianense.A voz, que começa como puxador samba, evolui para a mistura de ritmos latino-americanos, brasileiros e fronteiriços.E assim o menino que aprende a cantar no carnaval de rua, se tornará um dia uma das maiores vozes do Rio Grande.Venha ouvir a história de César Passarinho.​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario Lima​POESIAS E MÚSICASElegia ao Pássaro NegroDe Joel de Freitas PauloPor Antonio Brasil e Matheus AlvesFim de MêsDe Juliano Trindade e Mauro MoraesPor César Passarinho GuriDe João Batista Machado e Julio Machado da SilvaPor César Passarinho Os CardeaisDe Elton SaldanhaPor César Passarinho Na Paz do GalpãoDe Gujo Teixeira e Marcelo CaminhaPor César Passarinho TropeiroDe Regis MarquesPor César Passarinho Faz de ContaDe Colmar Duarte, João Chagas Leite, Armando Vasques e Valdir SantanaPor César Passarinho​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  19. 187

    186 - Causos Tropeiros

    O costume de contar histórias é tão antigo quanto a humanidade.Aliás, a contação de histórias antecede na cultura mundial, a própria escrita.Ao longo de milênios, essa forma de transmissão das informações foi ganhando cada vez mais força até alcançar a modernidade.E no Sul do Brasil, contar um causo se tornou uma verdadeira arte. Sendo inclusive premiada.O universo tropeiro, as histórias nascem do tempo livre na estrada, fruto da criatividade dos homens do campo.E o gaúcho sempre teve o dom de transformar um acontecimento miúdo numa narrativa que atravessa gerações.É no retalho desses causos, que se revela muito do espírito do tropeiro — homem acostumado a lidar com a solidão, com o tempo, com a natureza e com a própria humanidade dos companheiros de comitiva.Venha ouvir cinco passagens recolhidas do folclore popular, cada um trazendo um pedaço dessa alma andarilha e espírito indomável, que podia até perder a tropa, mas jamais perdia a graça .Venha ouvir os causos tropeiros.Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario LimaPOESIAS E MÚSICASSe uma tropa cruzasse aquiDe Kayke Melo e Vitor Lopes RibeiroPor Kayke Melo, Vitor Lopes Ribeiro e Douglas Diehl Dias Cantiga de RondaDe Telmo de Lima FreitasPor Luiz Carlos BorgesRonda de TropaDe Anomar Danúbio Vieira e Elton SaldanhaPor Jorge GuedesCanto ao TropeiroDe Osmar Ransolin e André TeixeiraPor André TeixeiraTropeirosDe Nilo Brun e Léo AlmeidaPor Ricardo BerghaO cincerro vai batendoDe Elton SaldanhaPor Oswaldir & Carlos Magrão Chasque a galopeDe Antonio Augusto FerreiraPor Beto Pires Tropa Ponta CortadaDe Miguel Bicca, Sabane Felipe de Souza e Cristiano QuevedoPor Cristiano Quevedo​​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  20. 186

    185 - Cabeza de Vaca

    ​Há histórias que se perdem no tempo, mas deixam marcas que o tempo não apaga.E há homens que não fundaram impérios, não ergueram cidades, nem coroas. Mas cruzaram o mundo para provar que a coragem não se mede por vitórias, e sim por resistir quando todos os outros já desistiram.Um desses homens foi Álvar Núñez Cabeza de Vaca.Serviu ao rei, enfrentou naufrágios, sobreviveu em desertos e selvas, e acabou se tornando o primeiro europeu a cruzar o coração da América do Sul, desde o litoral de Santa Catarina até os campos de Assunção, no Paraguai.Veio com a missão de restaurar o poder da Coroa nas terras do Rio da Prata, mas o destino o fez muito mais do que governador — fez dele um símbolo de humanidade em meio à conquista.Atravessou o caminho sagrado dos guaranis, abrindo com a sola dos pés e o peso da fé o primeiro traço que uniu o Atlântico ao interior do continente.E onde outros viam selvagens, ele via homens.Venha ouvir a história de um sobrevivente e, talvez do primeiro europeu que aprendeu a respeitar os povos ancestrais.Venha ouvir Cabeza de Vaca.​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario Lima​POESIAS E MÚSICASCabeza de VacaDe Osmar RansolinPor Osmar Ransolin e Kayke MelloAlma Leve de MarDe Romulo Chaves e Robledo MartinsPor Jean KirchoffCéus de Castilla y LeonDe Martin César e Marco Aurelio VasconcellosPor Marco Aurelio VasconcellosPeabiruDe Paulo Simões e Almir SaterPor Almir SaterLa Solis PizarroDe Payo Sola e Piero PattersonPor Chaqueno Palavecino e Los NocherosDo amanhã dos homens livresDe Maurício Raupp Martins e Oscar MassitaPor Cristiano Quevedo e Oscar Massita​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  21. 185

    184 - Pra quem partiu

    ​O Dia de Finados é o dia dedicado à saudade.O dia em que o campo se veste de silêncio, e as famílias seguem para visitar seus mortos, e conversar com eles em pensamento.Cada vela acesa é uma palavra dita em segredo. Cada flor deixada sobre o túmulo é um abraço atrasado.Nos cemitérios das cidades, nas cruzes das serras, nas capelas missioneiras e nas estâncias do interior, o gaúcho lembra os que partiram.E enquanto houver alguém que acenda uma vela, que reze um Pai-Nosso, ou que repita o nome dos entes queridos, os mortos seguirão existindo. Nos campos, nos versos e na alma do povo da nossa terra.Venha ouvir um programa que reverencia a saudade.Venha ouvir um episódio dedicado a quem partiu.​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario Lima​POESIAS E MÚSICASCemitério de CampanhaDe Jayme Caetano BraunPor Jayme Caetano Braun e Glênio Fagundes Murmúrio de RezaDe Rafael Ovídio e Joca MartinsPor Joca Martins Última LembrançaDe Luiz MenezesInterpretada porPor César Oliveira & Rogério Melo Quem Sabe na Cruz Sem NomeDe Adriano Alves e Marcelo OliveiraPor Marcelo Oliveira Canto de Morte de Gaudêncio 7 LuasDe Luiz Coronel e Marco Aurélio VasconcellosPor Marco Aurélio Vasconcellos Último Sonho XirúDe Chico SagaPor Chão de Areia​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  22. 184

    183 - Pinheiro Machado

    ​A história da República brasileira tem seus generais e seus presidentes — mas poucos homens exerceram tanto poder no Brasil, quanto José Gomes Pinheiro Machado.Dizem que quando ele morreu, no Rio de Janeiro onde estava o governo da República na época, houve três dias de festa. Fogos, batuques e gente dançando.Para uns, ele era o cérebro que sustentava a República, o político disciplinado que mantinha o país unido. Para outros, o símbolo da corrupção, da manipulação e de poder sem limite.Durante quase vinte anos, seu nome ecoou em cada decisão, em cada troca de presidente, em cada arranjo de bastidor.Mas quem era, afinal, esse gaúcho de fala pausada e olhar frio, que governava sem trono e decidia o destino da República?Venha ouvir a saga de um caudilho que jamais se tornou presidente, mas que por muito tempo, foi quem efetivamente governou o Brasil.Venha ouvir Pinheiro Machado – a mão oculta do poder.​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario Lima​POESIAS E MÚSICASBem da Moda AntigaDe Pedro Júnior da FontouraPor Pedro Júnior da Fontoura e Lucio Yanel Lenha SecaDe Rodrigo Bauer e Cristian CamargoPor Joca Martins, Marcelo Oliveira, Matheus Pimentel e Ricardo Bergha PatrimônioDe Rogério Villagran e André TeixeiraPor André Teixeira e Mano Lima ContrapuntoDe Paulo de Freitas Mendonça e Cristiano QuevedoPor Cristiano Quevedo, Copla Alta e Lucía Chappe Ascensão e Queda de um GineteDe Luiz Coronel e Marco Aurélio VasconcellosPor Marco Aurélio Vasconcellos​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  23. 183

    182 - O gaúcho e o cavalo

    Há histórias que não se escrevem com tinta, mas a casco e poeira de estrada.A saga entre o homem e o cavalo do Sul do Brasil, se fez dessa forma.Desde os tempos das missões jesuíticas e das tropeadas que cruzavam Rio Grande e Santa Catarina até os confins de Sorocaba, o cavalo foi o eixo da existência campeira.Essa é a história que atravessa séculos e ainda pulsa no coração do gaúcho, traz a história de dois entes e um só destino. De um povo que aprendeu a ser livre sobre o lombo do cavalo.Venha ouvir um programa destinado ao grande elemento da cultura regional do Sul.Venha ouvir, o gaúcho e o cavalo.​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario Lima​POESIAS E MÚSICASNão era só um cavaloDe Osmar RansolinPor Osmar Ransolin e Matheus AlvesPé no EstriboDe Elton SaldanhaPor Cristiano QuevedoParceiros de campoDe Rodrigo Bauer e Joca MartinsPor Joca MartinsFlorêncio Guerra e seu cavaloDe Mauro Ferreira e Luiz Carlos BorgesPor Luiz Carlos BorgesO pelo do meu cavaloDe Sérgio Carvalho Pereira e Luiz MarencoPor Luiz MarencoCavaloDe Telmo de Lima FreitasPor Quarteto Coração de Potro​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  24. 182

    181 - A revolução de 30

    ​Há 95 anos, em outubro de 1930, as estradas do sul amanheceram repletas de colunas de caudilhos, rumando para o Rio de Janeiro.Homens a cavalo e caminhões cheios de soldados cortavam os campos para derrubar o velho governo da República do “Café com Leite”.E ali se iniciou um página da história, que mudaria os rumos do Brasil.Mas a Revolução de 1930 não começou de repente.Quem compreende seus antecedentes, vê fatores eleitorais, econômicos e políticos que influenciariam nessa revolta.No Rio Grande do Sul, Getúlio Vargas conseguiu algo impensável: congregou os mais diversos segmentos políticos, e se juntou a mineiros e paraibanos pra formar uma aliança destinada a mudar o país. Faltava apenas um motivo.O estopim viria com o assassinato de João Pessoa — um tiro que ecoou pelo país e acendeu o rastilho da revolução.Venha ouvir um programa feito no tropel dos cavalos nos campos de batalha, sob o rumor das fábricas nascendo, e entender como um país agrário e desigual entrou nos trilhos da modernidade — mesmo que à força.Venha ouvir a Revolução de 30.​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario Lima​POESIAS E MÚSICASMeu RumoDe Antonio Augusto FerreiraPor Nelson Ribas e Marcello Caminha Querência AmadaDe TeixeirinhaPor Oswaldir & Carlos Magrão O Petiço de São BorjaDe Jayme Caetano Braun e Joca MartinsPor Joca Martins DesgarradosDe Mário Barbará e Sergio NappPor Chico Saratt, Mário Barbará e  Thedy Correa Nova TrilhaDe Nilo Brum e João de Almeida NetoPor João de Almeida Neto Prosa dos LençosDe João Pantaleão Leite, Luís Carlos Lanfredi e Chico BrasilPor Os Monarcas, Cristiano Quevedo e Shana Müller​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  25. 181

    180 - O Piquete da Goethe

    A história do churrasco é tão antiga quanto a presença humana na Terra.Mas no Sul do Brasil, o assado ganhou sotaque próprio.Primeiro com o moquém indígena, depois com as vacarias missioneiras e mais tarde com o ciclo do couro e o do charque.As tropeadas levaram o churrasco Brasil acima. Ele se tornou alimento em tempos de paz e guerra.No século vinte, o assado ocupou o mundo. Do pátio da estância aos galpões dos CTGs, o assado virou rito, memória e escola de tradição. Depois cruzou a rua, vestiu avental e toalha, e se apresentou nas churrascarias, mas sem jamais perder o coração de campo.Em Porto Alegre, a cultura do churrasco criou um dos mais tradicionais piquetes de assadores do sul do Brasil.Venha conhecer a história desse prato aclamado pela Humanidade, e o testemunho vivo de gaúchos que revivem as tradições campeiras, no coração da capital da província de São Pedro.Venha ouvir, o Piquete da Goetchê.​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario Lima​POESIAS E MÚSICASNo Piquete da GoetchêDe Osmar RansolinPor Osmar Ransolin e Matheus Alves O Mestre do FogoDe Osmar Ransolin e André TeixeiraPor André Teixeira Churrasco de CampanhaDe Rogério Villagran e André TeixeiraPor André Teixeira Um Churrasco de FronteiraDe Evair Gomez e Leonel GomezPor Leonel Gomez Churrasco Na BrasaDe Elton Saldanha e Érlon PériclesPor Marcio Correia Iguaria CampeiraDe Regis MarquesPor Os Serranos Amigos do Tempo AntigoDe Elton Saldanha e Érlon PériclesPor Elton Saldanha e Érlon Péricles​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.  Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata. ​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes . ​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino. Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  26. 180

    179 - O Grande Rodeio Coringa

    ​No alvorecer da segunda metade do século XX, o Rio Grande do Sul vivia um tempo de rápidas transformações. O meio rural, ainda marcado pelas lides campeiras e pelo imaginário dos galpões, começava a dialogar com a vida urbana, que crescia em ritmo acelerado em cidades como Porto Alegre.Nesse ambiente de mudança, surgia também a necessidade de preservar símbolos, hábitos e expressões que constituíam a identidade gaúcha. Foi nesse contexto que surge um programa de rádio capitaneado primeiro por Paixão Cortes, e que iria entrar para a história da cultura regional.O microfone que levava voz e música a milhares de lares Rio Grande afora, se fez ponte entre o passado e o presente, entre a tradição campeira e o cotidiano urbano.E reunir declamadores, trovadores, payadores, humoristas, músicos e cantores que carregavam a expressão do pampa, entretendo, educando e difundindo os valores do regionalismo.Venha ouvir um episódio de tributo a esse ícone do rádio gaúcho.Venha ouvir, o Grande Rodeio Coringa.​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario Lima​POESIAS E MÚSICAS​Oração Do GaúchoDe Luiz MenezesPor Darcy Fagundes O Vaqueano Do RádioDe Fernando Espindola, Lucas Mello e Thomas FaccoPor Alma Gauderia A Hora do MateDe Neto FagundesPor Ernesto Fagundes e Neto Fagundes Liga Esse RádioDe Rodrigo Bauer e Joca MartinsPor Joca Martins A Voz de Darci FagundesDe Antonio Augusto Fagundes e Edson DutraPor Os Serranos Última LembrançaDe Luiz MenezesPor César Oliveira e Rogério Mello​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  27. 179

    178 - Lanceiros Negros

    No arremate da Guerra dos Farrapos, um massacre no campo de Porongos, ainda divide a historiografia gaúcha. E antes disso, uma história que traz um misto de idealismo e coragem: a saga dos Lanceiros Negros.Homens arrancados da senzala, calejados na charqueada e na lida do gado, que montaram no lombo da esperança e foram pra guerra empunhando a lança, em busca de liberdade.Os Lanceiros Negros carregaram a República no ombro: abrindo trincheira, guardando a tropa e enfrentando a linha de frente do inimigo. Receberam aplauso na vitória e silêncio na partilha.E o desfecho da jornada foi amargo: massacrados na madrugada, em campo mal guardado, diante de um inimigo costumeiro em atacar desprevenido e de um comando que falhou no básico. Não é preciso lenda para medir o tamanho do drama.Basta olhar para a lança caída e entender que, naquele corpo tombado, havia um projeto de vida inteira: quebrar as correntes.Venha ouvir um programa que faz verdadeiro tributo aos grandes heróis da Revolução de 35.Venha ouvir, o dilema dos Lanceiros Negros.​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario Lima​POESIAS E MÚSICAS​Aos Meus Irmãos Lanceiros NegrosDe Mário TerresPor Fabio Malcorra Salve as Almas do Rio GrandeDe Luis Otávio Silva e Carlos MöllerPor Capitão Faustino Lanceiros NegrosDe Salvador Lamberti e Wilson PaimPor João Quintana Vieira QuilombolaDe Chico Saga e Mário TressoldiPor Loma e Grupo Chão de Areia Quem Sabe na Cruz Sem NomeDe Adriano Alves e Marcelo OliveiraPor Marcelo Oliveira​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.  Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata. ​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes . ​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino. Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  28. 178

    177 - Pedro Boticário

    O cenário que antecede a guerra dos farrapos é recordado muitas vezes em setembro. Se não é, deveria. Neste período, uma leva de personagens icônicos atiçou a chama da Revolução, e deu aos gaúchos ideias e princípios.Mas com o passar dos anos foram sendo esquecidos à margem da história.Na revolta liberal, a imprensa também é trincheira. E para os farrapos, não foi diferente. E é neste cenário marcado a pata de cavalo e tiro de canhão, que surge uma figura de inesquecida coragem.Maestro da palavra, da espionagem, da conjuração e do combate armado.Que encarou poderosos com lei na mão e ironia na pena, e que pagou com a própria liberdade por não dobrar a cabeça ou abaixar a voz.Venha ouvir, entre clarins e tilintar de armas, a memória de um homem que se tornou a grande voz dos farrapos.Venha ouvir, a história de Pedro Boticário.​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario Lima POESIAS E MÚSICASSangue FarrapoDe Jayme Caetano BraunPor Jayme Caetano Braun e Lucio Yanel Memorial FarroupilhaDe Érlon PériclesPor Érlon Péricles e Liliana Cardoso Das Memórias de um LençoDe Osmar Ransolin e André TeixeiraPor André Teixeira e Osmar Ransolin As Razões do Boca-BrabaDe João de Almeida NetoPor João de Almeida Neto Gaúcho CoraçãoDe Carlos Omar Villela Gomes e Cristiano QuevedoPor Cristiano Quevedo GaiolasDe Evandro ZamberlanPor Ângelo Franco​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.  Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata. ​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes . ​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino. Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  29. 177

    176 - Dr Blumenau

    Dizem que toda grande viagem começa com um risco no mapa e um fio de esperança no peito. No caso da imigração alemã para o Brasil, o mapa se abriu no Atlântico e a esperança veio de séculos de penúria na Europa.É nesse contexto que desponta Hermann Bruno Otto Blumenau, um gestor-empresário típico do século XIX, temperado pela curiosidade científica e pela fé no trabalho.Ao longo de sua caminhada, o Dr. Blumenau aparece como fio condutor do desenvolvimento do Vale do Itajaí.Foi o homem que pôs a fé e a ciência a serviço do progresso. Que transformou projetos em realidade. Que foi humilde quando a empreitada exigiu mais do que seu braço poderia alcançar.E que findou a vida sabendo que sua obra seguia maior do que ele.E é nesse dilema — entre sonho e o desafio — que a nossa história começa.Venha conhecer a vida do Dr. Blumenau.​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario Lima POESIAS E MÚSICASPassageiro do DestinoDe Rodrigo BauerPor Pedro Jr da Fontoura e Kayke Mello Bombacha PretaDe Bruno NeherPor César Oliveira & Rogério Melo IdentidadeDe Bruno Neher e Klaus NeherPor Os 3 Xirús e Pedro Ernesto Denardin​Mensagem de Um FarrapoDe Bruno Neher e Luiz de LaraPor Os 3 Xirús e Neto Fagundes Canção ao ImigranteDe José Carlos Martins e Vagner CunhaSob Regência do maestro João Paulo SefrinIntepretação da Orquestra Sinfônica PRESTO, Coral da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e do Coral da Universidade Federal do Rio Grande do Sul​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.  Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata. ​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes . ​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino. Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  30. 176

    175 - Sebastião Caboto

    ​Quando o mundo ainda cabia nos mapas do Mediterrâneo, os grandes navegadores escancararam fronteiras, para além dos pontos mais distantes da Terra.Os navegadores eram chefes de campo, empreendedores do mar e cientistas práticos. Mediam latitudes com astrolábio, conferiam rumo pela agulha e liam o céu como quem lê uma carta.Precisavam decidir conforme o estoque de água, segurando motins, buscando comida, consertando cascos, lidando com calmarias e tormentas. Sem eles, não havia travessia confiável, nem mapas precisos, nem relato seguro para a frota seguinte ir mais longe com menos risco.Assim surgiram corredores marítimos, ligações entre sertões e portos, e uma inteligência coletiva de oceano que viabilizou fortalezas, feitorias e cidades.É nesse palco que entram figuras como Sebastião Caboto: homens que somavam cálculo e coragem e transformaram aventura em método.Sob a sombra das velas de seus barcos, o mapa mudou de formato — e a nossa história, de escala.Venha conhecer a história do homem que desbravou o Atlântico sul.Venha ouvir, a saga de Sebastião Caboto.​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario LimaPOESIAS E MÚSICASSanta Catarina das Estradas de TropasDe Osmar RansolinPor Osmar Ransolin, Pedro Jr da Fontoura e Kayke Mello Coração de MarDe Carlos Catuípe e Ivo LadislauPor Grupo Chão de Areia. Céus de Castilla Y LeónPor Martin Cesar e Marco Aurélio VasconcellosPor Marco Aurélio Vasconcellos Alma leve de marDe Romulo Chaves e Robledo MartinsPor Jean Kirchoff Lagoa e MarDe Juca Moraes e Piero ErenoPor Pirisca Grecco LitorâneoDe Chico Saga e Mario TressoldiPor Flávio Junior e Índio Ruffino​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  31. 175

    174 - O Caminho dos Conventos

    Ao contrário do que muitos podem imaginar, o sul do Brasil não foi descoberto por bandeirantes ou pela ocupação lusitana.Foram os tropeiros que abriram os sertões e os caminhos que deram acesso ao interior.Naquele tempo, abrir uma estrada também significava montar uma infraestrutura mínima de apoio. E com isso, ao longo do traçado se multiplicavam pousos de tropas, fazendas de engorda, bolichos, postos de arrecadação fiscal e da guarda imperial.Na Serra Geral catarinense, esses abrigos se espalhavam dos vales litorâneos de Araranguá e Mampituba aos campos altos de Lages e Curitibanos.Na prática, a passagem de tropas reorganizavam territórios: levava o braço do império ao interior, abria campos e aos poucos, puxava vilas novas para firmar a presença do colonizador nos altos da serra.Se hoje muita coisa parece óbvia, a verdade é que para época, tudo era uma grande aventura.Mas como surgiu o primeiro caminho de tropas do interior de Santa Catarina?Quem foi o comandante desta expedição e quais os desafios que ele enfrentou?Tudo isso, você vai saber neste programa.Venha descobrir, o Caminho dos Conventos.​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario Lima POESIAS E MÚSICASLegado de Estrada e TropaDe Moises Silveira de MenezesPor Pedro Júnior da Fontoura e Kayke Mello Da Serra ao LitoralDe André Alfredo CoelhoPor Daniel Silva Nos Campos da Pátria AntigaDe Osmar Ransolin e André TeixeiraPor Osmar Ransolin e André Teixeira TropeirosDe Nilo Brum e Léo AlmeidaPor Ricardo Bergha Assim no Osso do PeitoDe Marco Antônio Nunes, Cristiano Fantinel e Halber LopesPor César Oliveira & Rogério Melo e Os Chacreiros Cantiga de RondaDe Telmo de Lima FreitasPor Luiz Carlos Borges​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.  Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata. ​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes . ​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino. Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  32. 174

    173 - O assalto ao trem pagador

    No início do século XX, a pequena vila de Pinheiro Preto, no interior de Santa Catarina, se tornou palco de um crime que entrou para a história da região e do Estado. O assalto ao trem pagador retrata um gesto audacioso que não deixa dúvidas sobre a forma como aconteceu. Mas é imerso em mistério quanto aos motivos do roubo e o destino de seus executores.Liderados pelo famoso Zeca Vacariano, um bando fortemente armado deflagrou um poderoso golpe contra a multinacional Brazil Railway Company, escrevendo seus nomes com sangue nas páginas rubras do passado.Venha conhecer os detalhes deste momento dramático da história catarinense, separando o mito do fato, mas sem quebrar o encanto do mistério.Venha ouvir, a história do assalto ao trem pagador.​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario Lima POESIAS E MÚSICASRomance do InjustiçadoDe Apparício Silva RilloPor Patrocínio Vaz Ávilla CampesinoDe José Theodoro Santos Junior e José Cláudio MachadoPor José Cláudio Machado Recuerdos da 28De Francisco Alves e Kenelmo AlvesPor Joca Martins. AndarilhoDe Xiru Antunes e Luiz MarencoPor Luiz Marenco e Pepe Guerra GaiolasDe Evandro Zamberlan e Ângelo FrancoPor Ângelo Franco Era Assim Naquele TempoDe Anomar Danúbio Vieira e Edilberto BérgamoPor César Oliveira & Rogério Melo​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.  Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata. ​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes . ​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino. Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  33. 173

    172 - Gumercindo Saraiva

    Gumercindo Saraiva é um nome evocado ao longo da história gaúcha, como símbolo de integridade e defesa de um ideal. Nome que permanece, no correr das eras, representando o caudilhismo que moldou parte importante da historiografia do Rio Grande e do Brasil. Odiado por uns, temidos por tantos e admirado por todos, Gumercindo não precisa de sobrenome para se anunciar; basta um lenço, um poncho e o jeito de montar.Dizem que ele chegou onde outros se arredavam, que sabia ler o vento e o silêncio do campo, e que comandava primeiro pelo exemplo.Antes de virar personagem, foi vizinho, patrão, peão de sua própria sorte; antes de virar bandeira, foi carne e osso, com família, amigos, sonhos e misérias.Quem era o homem, por trás do mito?Venha ouvir um programa sobre o homem que marcou a história da fronteira sul e da revolução de 1893.Venha conhecer a saga de Gumercindo Saraiva.​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario Lima POESIAS E MÚSICASTestamento MaragatoDe Osmar RansolinPor Pedro Junior da Fontoura e Kayke Mello Milonga do MaragatoDe Jorge Guedes e José João Sampaio da SilvaPor Jorge Guedes Assombro de MaragatoDe Oliverio Coelho e Marquito CostaPor Oliverio Coelho O Quadro que a adaga fazDe Ângelo FrancoPor Ângelo Franco ColoradaDe Apparício Silva Rillo e Mário BarbaráPor Pirisca Grecco Prosa dos LençosDe Chico Brasil, João Pantaleão Leite e Luiz LanfrediPor Os Monarcas Sabe MoçoDe Francisco AlvesPor Dante Ramon Ledesma​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.  Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata. ​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes . ​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino. Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  34. 172

    171 - Tio Bilia

    ​Dentre tantos artistas que marcaram a música gaúcha, um deles tem lugar de destaque pelo talento e autenticidade artística.Tio Bilia revolucionou a forma como a gaita de oito baixos era tocada, criando uma linguagem própria que mesclou a cultura missioneira a ritmos antigos que andavam esquecidos nos galpões da história.Como cabia a uma gaita de duas vozes, seu vaneirão missioneiro se tornou não apenas um ritmo de dança: é um campo expandido onde melodia e tempo se encontram entabulando uma conversa entre velhos conhecidos.Venha conhecer a história de um músico ímpar, que ainda ecoa como referência e raiz da música regional.Venha ouvir, a vida e a obra de Tio Bilia.​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario LimaPOESIAS E MÚSICASNo Coração das IlheirasDe Eron Vaz MattosPor Eron Vaz Mattos e Ricardo Comassetto Abre o Fole Tio BiliaDe José Hilario Retamozo e Antoninho DuartePor Os Serranos Missioneiro Tio BiliaDe Olgi KrejciPor Os Bilias e Rubilar Ferreira Viva o gaitaçoDe Amaro PeresPor Porca Véia Vaneira do CélioDe Mano LimaPor Mano Lima  MissioneiroDe Tio BiliaPor Tio Bilia​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  35. 171

    170 - A Fronteira Oeste

    Limite natural do Rio Grande do Sul, e do Brasil, a Fronteira Oeste é um território carregado de histórias antigas, onde o horizonte se estende por campos infinitos, moldado por um rio sinuoso que desenha fronteiras naturais e culturais.Neste cenário vasto repleto de memórias guardadas na terra, nasce este programa.Venha a ouvir um registro detalhado de como surgiram algumas das principais cidades da divisa gaúcha, embalado por músicas que cantam a beleza de cada posto de fronteira.Venha conhecer um território que é simultaneamente, espaço geográfico e palco de narrativas humanas profundas, que desafiou os limites da pátria para formar o próprio gaúcho.Venha ouvir, a Fronteira Oeste.​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario LimaPOESIAS E MÚSICASTronco e Raízes de Uma EstirpeDe Jayme Caetano BraunPor Jayme Caetano Braun e Lucio YanelBarranca e FronteiraDe Antonio Augusto Fagundes e Luiz TellesPor Leopoldo RassierCanto AlegretenseDe Antonio Augusto Fagundes e Bagre FagundesPor Os FagundesPor Quem Cantam Os CardeaisDe Vaine Darde e João Chagas LeitePor João Chagas LeiteCanto a São BorjaDe Aldira Corrêa e Juarez ChagasPor Luiz Carlos BorgesFronteiriço do ItaquiDe João Sampaio e Marcelo CarvalhoPor Victor Piaz SalgueiroBalseiros do Rio UruguaiDe Barbosa LessaPor Valdomiro Maicá​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  36. 170

    169 - Atahualpa Yupanqui

    Imagine um homem que tem na voz e no violão, a expressão mais profunda dos pampas argentinos. Cujas composições se tornaram hinos para quem busca a essência do campo.Esse é Atahualpa Yupanqui.Neste ano, recordamos os 33 invernos de sua última milonga. E este programa, é um recuerdo obrigatório da força de um homem que revelou em sua obra uma ancestralidade viva, o encontro entre o homem e a vastidão dos campos, e onde o tempo se curva diante da sensibilidade da alma.Venha conhecer a história de um artista cuja grandeza se revela nos acordes mais sutis e nas palavras que soam como vivas promessas de liberdade.Venha ouvir, Atahualpa Yupanqui.​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario Lima POESIAS E MÚSICASSi me veis mirando lejosDe Atahualpa YupanquiPor Atahualpa Yupanqui Luna TucumanaDe Atahualpa Yupanqui e Paula PepinPor Atahualpa Yupanqui El ArrieroDe Atahualpa YupanquiPor Atahualpa Yupanqui Chacarera De Las PiedrasDe Atahualpa Yupanqui e Pablo Del CerroPor Atahualpa Yupanqui El AlazanDe Atahualpa Yupanqui e Pablo Del CerroPor Atahualpa Yupanqui Los Ejes De Mi CarretaDe Atahualpa Yupanqui e Romildo RissoPor Atahualpa Yupanqui Soy libreDe Atahualpa YupanquiPor Atahualpa Yupanqui​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.  Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata. ​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes . ​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino. Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  37. 169

    168 - A Revolução de Maio

    No limiar do século XIX, um sopro de mudança varreu as margens do estuário do Rio da Prata e mudou para sempre a história da América do Sul.Daquela cidade portuária, emergiu a audácia de fundar a primeira república sul-americana, anos antes de qualquer outro grito de independência abaixo da linha do Equador.Esta é a história de homens e mulheres de diferentes origens, que uniram suas vozes e suas vontades para experimentar um modelo de governo inédito: não mais vice-reinado, mas uma Junta de governo soberana, forjada nas trincheiras do debate público e na energia dos que ousaram desafiar o império.Venha mergulhar na atmosfera de uma Buenos Aires que, naquele maio, iniciou uma aventura sem volta rumo à liberdade.Venha ouvir, a Revolução de Maio.​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario LimaPOESIAS E MÚSICASPatria GauchaDe Chino MartinezPor Chino MartinezLos 60 GranaderosDe Féliz Pérez Cardozo e Hilario CuadrosPor Los ChalchalerosEl Sol del 25De Domingo Lombardi e Santiago RoccaPor Kike LeguizamonSe acuerda Don Martín GüemesDe León Benarós e Ramón NavarroPor Chaqueño PalavecinoSoy LibreDe Atahualpa YupanquiPor Atahualpa YupanquiManuel Belgrano, el DesobedienteDe Javier LiJavier Mezquita e Luciano NovilloPor Qué lo tiró tangoAdagio en Mi PaísDe Alfredo ZitarrosaPor Alfredo Zitarrosa​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  38. 168

    167 - A imigração italiana

    No dia 20 de maio recordamos os 150 anos da imigração italiana para o sul do Brasil. A data marca o início da vinda oficial de migrantes italianos para formar as primeiras colônias que iriam se instalar na província de São Pedro do Rio Grande e de Santa Catarina.Hoje, entre festas que celebram a colheita e o vinho, mesas fartas de polenta e massas, e músicas cheias de histórias, as tradições italianas seguem vivas no Sul do Brasil, convidando moradores e visitantes a um mergulho na cultura que moldou regiões inteiras e que, a cada nova geração, se renova em sabor, música e sotaque.Venha ouvir um programa totalmente dedicado à recontar as travessias e desafios de homens de mulheres que ajudaram a construir o nosso país.Venha ouvir, a imigração italiana.​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario LimaPOESIAS E MÚSICASImigranteDe Osmar RansolinPor Osmar Ransolin e Valdir VeronaOs ImigrantesDe Hermes Lopes e Juliano MorenoPor Juliano MorenoCoração ItalianoDe Salvador Lamberty e Walther MoraisPor Walther MoraisHomenagem ao ImigranteDe Alcido KoglerPor Telmo de Lima FreitasCaminhos do JaguaríDe Mauro Ferreira, Cláudio Lena e Luiz BastosPor César PassarinhoPerfil GaúchoDe Miro SaldanhaPor Miro Saldanha​​Gira L'amore / Funiculi, Funiculá / Massolin Di Fiori / Reginella CampagnolaDo Folclore ItalianoPor Délcio Tavares​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  39. 167

    166 - Antonio Augusto Ferreira

    ​Neste dia 16 de maio, se completam 90 anos do nascimento de Antonio Augusto Ferreira.  O "Tocaio", como ficou imortalizado na poesia e na música.Autor de "Veterano", "Entardecer", "Pago Perdido" e de uma vasta obra literária que deixou um rico e distintivo legado na poesia gaúcha, Antonio Augusto construiu uma vida de trabalho e honestidade, que transcendem a literatura e ainda reverberam entre os homens das letras e do campo.Venha ouvir um programa especial, repleto de saudade, e rico em poesias e músicas que fizeram a história do nativismo gaúcho.E uma homenagem inédita, a este grande vate do lirismo terrunho.Venha ouvir, a história de Antonio Augusto Ferreira.​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinCoprodução: Franciela Mara Córdova RansolinRevisão: Letícia Raimundi FerreiraVinhetas: Mario LimaPOESIAS E MÚSICASTocaioDe Osmar RansolinPor Osmar Ransolin e Matheus Alves VeteranoDe Antonio Augusto Ferreria e Ewerton FerreiraPor Leopoldo Rassier EntardecerDe Antonio Augusto Ferreria e Ewerton FerreiraPor Joca Martins Pago PerdidoDe Antônio Augusto Ferreira e Ewerton FerreiraPor Luiz Marenco Laçador de BarroDe Antônio Augusto Ferreira, Mauro Ferreira e Luiz Carlos BorgesPor Luiz Carlos Borges Alma de PoçoDe Antonio Augusto Ferreira e Vinicius BrumPor João de Almeida Neto Rodeio da VidaDe Antônio Augusto Ferreira e Elton SaldanhaPor Os Monarcas​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  40. 166

    165 - O Cerro do Caverá

    ​Pairando sobre a planície ondulada que une Rosário do Sul, Santana do Livramento, Alegrete e Cacequi, a Serra do Caverá desponta como parte de uma fileira intermitente de cerros que marcam a região da Campanha gaúcha.Muito além de uma mera formação geológica, a serra serve habitat natural de animais e plantas que transformam o espaço numa reserva natural em plena campanha.Ali também aconteceram combates, se forjaram heróis e foram criadas lendas e mitos que ainda acompanham o gaúcho que cruza sua sombra.Venha conhecer um pouco mais desta história fascinante, de um dos grandes símbolos da região da fronteira gaúcha.Venha ouvir, o Cerro do Caverá.​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario LimaPOESIAS E MÚSICASRomance do VoluntárioDe Apparício Silva RilloPor Delci Oliveira e Marcello Caminha Noites do Rio CaveráDe Antonio Augusto Fagundes e Neto FagundesPor Alma Musiqueira Serrania do CaveráDe André CoelhoPor Grupo Carqueja Caudilho do CaveráDe Tio NanatoPor Walther Morais Caverá, História & SaudadeDe Vilmar Vila de Menezes e Antônio GringoPor Antônio Gringo e Os 4 Ventos Leão do CaveráDe Gilberto Carvalho e Talo PereiraPor Leopoldo Rassier  Nos Campos da Pátria AntigaDe Osmar Ransolin e André TeixeiraPor Osmar Ransolin e André Teixeira​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  41. 165

    164 - Cenair Maicá

    ​Neste dia 03 de maio, celebramos o aniversário de um dos maiores nomes da música nativista do Rio Grande do Sul.Cantor e compositor aclamado, Cenair Maicá marcou tempo e memória através de suas canções, resgatando o legado missioneiro e destacando as dificuldades sociais do tempo em que vivia.Em sua obra, ele glorificou a paisagem e o gaúcho sem apelos desnecessários, mas resgatando o que havia de mais puro na alma missioneira: o amor à terra e ao povo do Rio Grande.Venha ouvir um programa especial, para resgatar a memória deste ícone maior da música nativista.Venha ouvir, o canto de Cenair Maicá.​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario LimaPOESIAS E MÚSICASCantor das ÁguasDe Jayme Caetano BraunPor Jayme Caetano Braun e Lúcio YanelBaile do SapucayDe Cenair MaicáPor Valdomiro MaicáDa Terra Nasceram GritosDe Jayme Caetano Braun, Cenair Maicá e Nito PadilhaPor Valdomiro MaicáDe Boca Em BocaDe José Atanásio Borges Pinto, Cenair Maicá e Chaloy JaráPor Patrício MaicáRio Da Minha InfânciaDe Cenair MaicáPor Cenair MaicáBalseiros Do Rio UruguaiDe Barbosa LessaPor Cenair MaicáMeu cantoDe Cenair Maicá e Nenito SarturiPor Cenair Maicá​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  42. 164

    163 - Crioulos em Verso e Canto

    Joca Martins e Rodrigo Bauer são os artistas que mais cantaram a raça crioula através dos tempos.Neste programa, trazemos esses dois vates da cultura regional para uma baita entrevista, falando sobre a raça crioula, a elevada parceria musical de ambos e especialmente, sobre as composições que tanto nos encantam.Um fechamento de ouro, para registrar o centenário da tropeada de Gato e Mancha.Venha ouvir um programa voltado inteiramente a esses dois aclamados talentos da música e da poesia regional.Venha ouvir, crioulos em verso e canto.​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinEntrevistados: Joca Martins e Rodrigo BauerLocução: Mario LimaPOESIAS E MÚSICASA saga de Gato e ManchaDe Osmar RansolinPor Osmar Ransolin e Matheus AlvesGato e ManchaDe Rodrigo Bauer e Joca MartinsPor Joca Martins e Chico BastosSe houver cavalo criouloDe Rodrigo Bauer e Joca MartinsPor Joca MartinsAlma CrioulaDe Rodrigo Bauer e Joca MartinsPor Joca MartinsO valor do cavalo criouloDe Rodrigo Bauer e Joca MartinsPor Joca MartinsParceiros de campoDe Rodrigo Bauer e Joca MartinsPor Joca Martins​Barulho de CampoDe Rodrigo Bauer e Joca MartinsPor Joca Martins​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.  Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata. ​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes . ​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino. Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  43. 163

    162 - Gato e Mancha

    Há cem anos, em 1925, um professor suíço alçava a perna no lombo do cavalo e dava início a uma jornada que deixaria marcas profundas na história da América.O que move um homem a sair de Buenos Aires montado em dois cavalos rumo a Nova York? O que leva alguém a desafiar desertos, montanhas, selvas tropicais, guerras civis e fronteiras fechadas, apostando tudo na coragem de dois animais e na teimosia de um sonho?Este programa nasce no centenário dessa travessia.Aqui voltamos nossos ouvidos e nosso coração para uma história que é ao mesmo tempo epopeia, manifesto e poesia.Uma narrativa real que atravessa o continente e revela – mais do que paisagens e perigos – os valores da persistência, da amizade e da lealdade entre homem e cavalo.Venha conhecer a jornada épica desses dois símbolos da resistência crioula.Venha ouvir a história de Gato e Mancha. ​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario Lima  POESIAS E MÚSICASDécima das PelagensDe Jayme Caetano BraunPor Jayme Caetano Braun e Lúcio Yanel  No universo do meu versoDe Osmar Ransolin e Arthur BoscattoPor Rédea Solta  Gato y ManchaDe Carlos SferraPor Carlos Sferra A gato y manchaDe Nestor PrietoPor Nestor Prieto  Gato e ManchaDe Rodrigo Bauer, Chico Bastos e Joca MartinsPor Joca Martins  Da Alma de Dom EmílioDe Rogério Villagran e César OliveiraPor César Oliveira e Rogério Mello  Ao Cavalo CriouloDe Guto Gonzalez e Joaquin BarretoPor Guto Gonzalez  Esse Cavalo que Eu TenhoDe João Sampaio e Kiko GoulartPor Kiko Goulart  Meu Cavalo CriouloDe Nico Fagundes e Ernesto FagundesPor Ernesto Fagundes ​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.   Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.   ​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .  ​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.  Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.  

  44. 162

    161 - O Cavalo Crioulo

    O cavalo crioulo é a raça mais prestigiada e tradicional do Sul do Brasil.Com provas funcionais e morfológicas que exigem padrões elevados de beleza e rusticidade, a raça formou nos últimos anos um mercado bilionário, congregando famílias, aficionados e empreendedores, num universo amplo, rico e festejado.Para falar sobre esta paixão que une gerações, trazemos uma baita entrevista com o crioulista Alexandre Di Domênico, um dos maiores criadores de Santa Catarina e do Brasil.Venha conhecer um pouco mais da origem e das experiências que marcam a raça de cavalos que é símbolo do próprio gaúcho.Venha ouvir, o Cavalo Crioulo.​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinEntrevistado: Alexandre Alvadi Di DomênicoLocução: Mario LimaPOESIAS E MÚSICASItay TupãbaéDe Jayme Caetano BraunPor Jayme Caetano Braun e Lucio YanelCavalo CriouloDe Mauro Ferreira e Luiz Carlos BorgesPor Luiz Carlos BorgesCavaloDe Telmo de Lima FreitasPor Quarteto Coração de PotroSe Houver Cavalo CriouloDe Rodrigo Bauer e Joca MartinsPor Joca MartinsCanto ao TropeiroDe Osmar Ransolin e André TeixeiraPor André TeixeiraMilonga abaixo de mau tempoDe Mauro MoraesPor José Claudio Machado​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  45. 161

    160 - Rafael Pinto Bandeira

    No dia 09 de abril, recordamos os 230 anos da morte de Rafael Pinto Bandeira.Líder militar, guerrilheiro e contrabandista, Pinto Bandeira foi o terceiro brasileiro a atingir a patente de general no Exército de Portugal e o primeiro gaúcho a alcançar essa distinção.Durante 40 anos, serviu numa das mais longevas carreiras militares da história do Brasil, indo de Soldado a Brigadeiro, e se tornando o primeiro filho da província de Rio Grande, a comandar as forças militares do Continente de São Pedro.Por sua brilhante trajetória, é considerado o primeiro herói militar marcante da província meridional no decorrer do século XVIII, e sua carreira e forma de pelear, inspirou até mesmo o lendário Manoel Luiz Osório.Mas como nasceu e viveu esse filho ilustre do Rio Grande?Quais eram suas atividades paralelas, quando não estava em combate com os castelhanos.E qual a relação de Santa Catarina com esse legítimo criador da guerra à moda gaúcha.Venha conhecer a história de um dos personagens mais icônicos dos primeiros arrancos da província do Rio Grande.Venha ouvir, Pinto Bandeira, o primeiro general.​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario LimaPOESIAS E MÚSICASTronco & Raízes de Uma EstirpeDe Jayme Caetano BraunPor Jayme Caetano Braun e Lucio Yanel Milonga dos AncestraisDe Aparício Silva Rillo e Pedro OrtaçaPor André Teixeira e Lisandro Amaral La DentradoraDe DARDO ROCHAPor Copla Alta SulDe Sérgio Carvalho Pereira e Luiz MarencoPor Luiz Marenco O Tempo e o VentoDe Luiz Coronel e Marco Aurélio VasconcellosPor Marco Aurélio Vasconcellos Rio Grande PortuguêsDe Érlon PériclesPor Pirisca Grecco Tempos de PraçaDe Telmo de Lima FreitasPor Quarteto Coração de Potro Nos Campos da Pátria AntigaDe Osmar Ransolin e André TeixeiraPor André Teixeira e Osmar Ransolin​​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  46. 160

    159 - As Reduções Jesuítas

    As Reduções Jesuíticas constituem uma das páginas históricas mais importantes na formação do Estado do Rio Grande do Sul.Um projeto ímpar que integrou padres Jesuítas e indígenas guaranis, e se tornou a maior experiência de organização social do Rio Grande antigo, e que deixou um legado social e cultural que transcende o tempo.Com um sistema de gestão que mesclava costumes indígenas às práticas monásticas, os Sete Povos da Missões se tornaram com um tempo, um potentado econômico, que se findou de forma trágica, vítima do colonialismo europeu.Mas como funcionavam as reduções? Qual sua estrutura social e política. Que tipos de atividades eram desenvolvidas ali. E qual o legado deste rico acervo cultural para o povo rio-grandense?Venha conhecer um pouco mais da história e do modo de vida dos povoados missioneiros de antigamente.Venha ouvir, as Reduções Jesuítas.​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario LimaPOESIAS E MÚSICASMissioneiroDe Jayme Caetano BraunPor Jayme Caetano Braun e Lucio YanelJuan de la CalleDe Alfredo Oscar SalomónPor Chaqueño PalavecinoBalaio, Lança e TaquaraDe Ângelo FrancoPor Ângelo FrancoCatedralDe Guilherme Collares e Lisandro AmaralPor Joca MartinsQuando a mão alcança o mateDe Osmar Ransolin e Raineri SpohrPor Raineri SpohrDa Terra Nasceram GritosDe Jayme Caetano Braun e Cenair MaicáPor Valdomiro MaicáDe Guerreiro a PayadorDe Vaine Darde e Pedro OrtaçaPor Pedro OrtaçaBate o SinoDe Érlon PériclesPor Érlon PériclesPedro CanoeroDe Teresa ParodiPor Teresa Parodi​​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

  47. 159

    158 - A Ilha do Desterro

    Neste 23 de março, Florianópolis completa 232 anos.Destino almejado de tantos viajantes e turistas, a capital de Santa Catarina tem uma história muito antiga, que remonta aos primitivos sambaquis, passando pela ocupação dos carijós e mais tarde, dos açorianos que vieram para colonizar o território ilhéu.Por ali cruzaram exploradores, navegadores, náufragos e é claro, desterrados.A ilha foi invadida, recuperada e atacada mais vezes do que podemos contar.Em suas praias se escreveram histórias fantásticas, que misturam mistério e coragem.E também páginas terríveis da história, banhadas em sangue.Venha conhecer a história da primeira formação desse retiro paradisíaco que continua atraindo turistas do mundo todo.Venha ouvir, a Ilha do Desterro.​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario LimaPOESIAS E MÚSICASTestamento MaragatoDe Osmar RansolinPor Pedro Jr da Fontoura e Kayke MelloSanta CatarinaDe TeixeirinhaPor Teixeirinha e Os SerranosRancho de amor a ilhaDe Cláudio Alvim BarbosaPor Coral SaldanhaAlma leve de marDe Robledo Martins e Romulo ChavesPor Jean KirchoffMoçambique de BrancoDe Cássio Ricardo e Juarez WeberPor Renato JuniorUm Terno Pela PazDe Vaine Darde, Carlos Catuípe, Ivo Ladislau e Mário TressoldiPor Monycah Ramos e Grupo Chão de AreiaRanchinhoDe Gilberto Lamaison e Gabriel SelvagePor Shana MüllerGalpão AçorianoDe Carlos Catuípe, Ivo Ladislau e Mario TressoldiPor Loma e Grupo Cantadores do LitoralMilonga de Honório LemesDe Chico SarattPor Chico Saratt e Leopoldo RassierIlha AzulDe Ivo Ladislau e Rodrigo MunariPor Rodrigo MunariNove Pedaços de MundoDe Martin Cesar e Marco Aurelio VasconcellosPor Marco Aurelio Vasconcellos​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

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    157 - Barbosa Lessa

    Luiz Carlos Barbosa Lessa foi um folclorista, escritor, músico, jornalista e historiador brasileiro.Neste dia 11 de março, recordamos sua partida para os Pagos do Infinito.Mas seu legado perdura através dos tempos.Precursor do MTG, Lessa foi o grande teórico da pesquisa histórica que ditou as bases do tradicionalismo gaúcho.Em conjunto com o amigo Paixão Cortes, resgatou a memória e a identidade do povo gaúcho, e criou uma cultura e um universo próprios, que estão cada vez mais vivos nos dias atuais.Venha conhecer um pouco mais da vida e da obra deste intelectual além fronteiras, que verdadeiramente ressuscitou o Rio Grande antigo.Venha ouvir, a história de Barbosa Lessa.​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario LimaPOESIAS E MÚSICASQuando um Poeta Se CalaDe Fabricio Vargas e Sabani Felipe de SouzaPor Pedro Jr da Fontoura e Kayke MelloQuando Sopra o MinuanoDe Barbosa LessaPor Os SerranosNegrinho do PastoreioDe Barbosa LessaPor Luiz Carlos BorgesQuero-QueroDe Barbosa LessaPor José Claudio MachadoBalseiros do Rio UruguaiDe Barbosa LessaPor Valdomiro MaicáPôr do Sol no GuaíbaDe Barbosa LessaPor Luana Fernandes​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

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    156 - Kauanny Klein

    ​Neste dia 08 de março, como homenagem a todas as nossas ouvintes, trazemos um programa voltado ao reconhecimento de uma das maiores vozes do canto nativo moderno.Senhora de muitos talentos, Kauanny Klein é versátil para oscilar entre o clássico e o regional, imprimindo sempre personalidade e leveza nos temas que interpreta.Venha ouvir uma entrevista única com esta grande diva da cultura terrunha.Venha ouvir, o canto de Kauanny Klein.​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario LimaPOESIAS E MÚSICASChinaDe Jayme Caetano BraunPor Jayme Caetano Braun e Lucio Yanel Pra Seguir ViagemDe Kauanny KleinPor Joaquim Velho e Kauanny Klein A Casa Das PrimaverasDe Kauanny KleinPor Kauanny Klein Luna NuevaDe Kauanny KleinPor Kauanny Klein De Rosas, Marias e AnitasDe Kauanny KleinPor Kauanny Klein CirandeiaDe Kauanny KleinPor Kauanny Klein Pelas Terras de CondáDe Osmar Ransolin e Kauanny KleinPor Kauanny Klein​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

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    155 - Cevallos, o conquistador

    Pedro de Cevallos foi um dos maiores líderes militares do século XVIII. Comandante da esquadra espanhola, invadiu e conquistou a Ilha de Santa Catarina, o Rio Grande de São Pedro e a Colônia do Sacramento.Com ousadas táticas de guerra, mergulhou o sul do continente americano num dos períodos mais turbulentos de sua existência.Por outro lado, era um governante hábil e competente, que trouxe prosperidade e segurança para as terras que administrou.Venha conhecer a história de um dos maiores conquistadores que cruzou o sul do Brasil.Venha ouvir, a saga de Pedro de Cevallos.​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle RansolinRevisão e colaboração: Franciela Mara Córdova RansolinLocução: Mario LimaPOESIAS E MÚSICASPaisagens PerdidasDe Jayme Caetano BraunPor Jayme Caetano Braun e Lucio YanelGranadaDe Agustín LaraPor José CarrerasMi Buenos Aires QueridoAlfredo Le Pera e Carlos GardelPor Haydée Alba, José Lebertella, Kicho Diaz e Osvaldo BerlinghieriMerceditasDe Ramon Sixto RiosPor Los 4 de CórdobaLa Solis PizarroDe Payo Sola e Pero PattersonPor Chaqueño Palavecino e Los NocherosO Que Somos NósDe Osmar Ransolin e Arthur MattosPor Arthur Mattos e Osmar RansolinChacarera del OlvidoDe Mario Alfredo Rojas e Raul Jorge RojasPor Chaqueño PalavecinoContrapuntoDe Paulo de Freitas Mendonça e Cristiano QuevedoPor Copla Alta, Cristiano Quevedo e Lucía ChappeNa Pampa do CoraçãoDe João Sampaio e Karai GuedesPor Jorge Guedes e João de Almeida Neto ​TRILHAS E VINHETAS:Kayke MelloCostado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. Marcello Caminha FilhoBeira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.​​​Charlise Bandeira e Júnior MüllerCheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .​​Joaquim VelhoChamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.Quinto OliveiraBugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.

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