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PODCAST · education

Cotidianos e currículos

Há muito trabalhamos com o uso e a criação de imagens, sons, em filmes, bem como usamos as chamadas redes tecnológicas, em especial a internet. Foi criado, então, este podcast. Terá postagem semanal, em séries que mudam a cada mês. A série Sons inaugura o podcast “Cotidianos e currículos” , produzido pelo grupo de pesquisa “Currículo e cotidianos e redes educativas e imagens e sons e ...”, Coordenador por Nilda Alves, com colaboração de discentes da UERJ (Maracanã) FFP/São Gonçalo, e com muitos outros saberes que circulam nas diferentes redes educativas que formamos e que nos formam.

  1. 149

    #149 - Encontros e conversas com a Reisa – Artes e povos originários

    Neste episódio, conversamos sobre a potência das artes e dopensamento dos povos originários para a educação e para os estudos com oscotidianos. Como esses saberes podem ampliar nossas formas de aprender,ensinar, pesquisar e habitar o mundo? O encontro dá continuidade à sériede conversas com integrantes da Reisa – Rede de Laboratórios e Grupos dePesquisa em Educação, Imagens, Sons e Afetos. Saiba mais em www.reisa.uerj.brConversam conosco:Alik Wunder - doutora em Educação pela Universidade Estadualde Campinas, onde atua como docente, vinculada ao departamento de Educação,Conhecimento, Linguagem e Arte (Delart) e coordena a pós-graduação em Educação,na Linha de Pesquisa “Arte e Linguagem em Educação”. É também pesquisadora ecoordenadora do Laboratório dos Estudos Audiovisuais – Olho.Leonardo Peixoto - doutor e pós-doutor em Educação pelaUerj, é professor da Universidade do Estado do Amazonas, docente permanente doPrograma de Pós-graduação em Educação e do Mestrado Profissional em Processos eTecnologias Educacionais em Rede Nacional, no pólo de Tabatinga. Coordenatambém o Curso de Pedagogia do Centro de Estudos Superiores de Tabatinga e ogrupo de pesquisa Amarzonas - “Cotidianos e Redes Educativas ‘nosdoscom’ osMovimentos Indígenas e com as Amazônias”.Mediação de MárciaCosta Rodrigues - doutora em Educação pelo ProPEd-Uerj e pesquisadora no Grupo “Currículos cotidianos, redeseducativas, imagens e sons”. Coordenação: Nilda AlvesSupervisão: Fernanda Cavalcanti de MelloApresentação e produção: Eneida LeãoEquipe técnica: Nilton Almeida, Izadora Ageda eJúlia LimaMúsica: Olhando a LuaÁlbum: Nos meus braçosArtista: Fernando Moura

  2. 148

    #148 – Encontros e Conversas com a Reisa – ‘Verouvirsentirpensarcriar’ com imagens e sons em tempos de IA

    Este episódio dá continuidade à série de conversas com integrantes da Reisa – Rede de Laboratórios e Grupos de Pesquisa em Educação, Imagens, Sons e Afetos.Nos cotidianos da educação, estamos imersos em um mar de possibilidade de criativas com imagens e sons, seja na pesquisa, na sala de aula ou nas múltiplas redes educativas que formamos e nas quais nos formamos. Os usos das linguagens artísticas, com fotografias, filmes, músicas, podcasts e inúmeros outros artefatos, nos permitem outras formas de ‘aprenderensinar’, nos emocionar e nos afetar nesse processo.Mas, como a Inteligência Artificial entra nesse jogo? Que impactos ela produz no processo criativo?   Conversam conosco:Rosemary dos Santos - coordenadora do EduCiber e docente da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), na linha de pesquisa Cotidianos, redes educativas e processos culturais, no ProPEd/UERJ. Atua, em especial, com a formação docente na cibercultura, formulando teórica e praticamente com as tecnologias digitais em redes, nos cotidianos. Rodrigo Barchi - coordenador do Gedece e docente na Universidade de Sorocaba, na linha de pesquisa em Cotidiano escolar, práticas educativas e formação de professores. Atua,especialmente, com a ecologia política e educação ambiental, nos cotidianos, trazendo trabalhos importantes acerca de música. Mediação de Noale Toja - pesquisadora no Grupo “Currículos cotidianos, redes educativas, imagens e sons” e bolsista pós-doc Nota 10 na FAPERJ. Coordenação: Nilda Alves Supervisão: Fernanda Cavalcanti de Mello Apresentação e produção: Eneida Leão Equipe técnica: Nilton Almeida, Izadora Ageda e Júlia Lima Música: PerseusÁlbum: Sozinho no ParaísoArtista: Fernando Moura

  3. 147

    #147- Cotidianos e Algoritmos- O que faz a IA da/na/com a Educação?

    “Entre Cotidianos e Algoritmos – muitas dúvidas e algumas respostas: o que a IA está fazendo na/da/com a Educação?Conversam conosco: Rosimeri Oliveira Dias. Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1990), Mestrado em Educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1998) e Doutorado em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2008). Fez estágio de Pós Doutorado na Universidade Federal do Espírito Santo (2017). É Professora Titular do Departamento de educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação: Processos Formativos e Desigualdades Sociais da Faculdade de Formação de Professores de São Gonçalo da UERJ.Procientista da UERJ desde 2012. É vice coordenadora do Programa de Pós-Graduação Profissional de Educação Filosófica com Infâncias - PPEFI. Editoria da Revista Interinstitucional Artes de Educar. Coordenadora do Grupode Pesquisas Oficinas de Formação Inventiva de Professores - OFIP/CNPq, desde 2009.. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em estudos Foucaultianos, atuando principalmente nos seguintes temas: políticas cognitivas, aprendizagem de adultos, produção de subjetividade, experiência, arte, estética da existência e formação inventiva de professores. É Coordenadora do FEPAE-Nacional/ANPED (2023/2025). Mariano PimentelMariano Pimentel é Doutor em Informática e Professor naUNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro). Atua na Pós-Graduação em Informática e no Bacharelado em Sistemas de Informação; lecionou, por 10 anos, no curso a Licenciatura em Pedagogia a Distância UNIRIO/CEDERJ/UAB.Ganhou o Prêmio Jabuti em 2012 pelo livro Sistemas colaborativos. É coordenador do grupo de pesquisa ComunicaTEC, que pesquisa o desenvolvimento e o uso detecnologias de comunicação para educação e Realiza pesquisas na área de Sistemas de Informação, Informática na Educação, Sistemas Colaborativos, Educação e Cibercultura. Acaba de lançar o livro IA generativa e educação. Você pode baixar aqui gratuitamente: https://iaeducacao.uniriotec.br/Mediação: Nilda AlvesLider do grupo de pesquisa Currículos Cotidianos Redes educativas imagens e sons.Apresentação e Supervisão: Fernanda Cavalcanti de MelloProdução: Eneida LeãoTécnica: Nilton AlmeidaIzadora AgedaJúlia LimaMúsica- Minuto 8Álbum: Mundo PianoOuça Aqui:

  4. 146

    #146 -encontros e conversas com a Reisa

    Neste episódio vamos iniciar uma série de conversas com a REISA-Rede de Laboratórios e Grupos de Pesquisa em Educação, Imagens, sons e afetos.Neste episódio conversar com :GRUPODE ESTUDOS E PESQUISAS EM ESCOLA, CURRÍCULO, SOCIEDADE E CULTURA CONTEMPORÂNEOS– GEPECSCC/UNEMAT/CNPQ LIDER: PROFA. DRA.MARITZA MACIEL CASTRILLON MALDONADO&COM O GRUPO DE PESQUISA SOCIABILIDADES, CIBERCULTURA E EDUCAÇÃO (SOCIB)-UERJ/CNPQ LIDER: PROFA. DRA.LUCIANA VELLOSO

  5. 145

    #145- Contribuições às Pesquisas com os Cotidianos

    Neste episódio, contamos com a presença das professoras e pesquisadoras que defenderam recentemente suas teses de doutorado, todas dialogando com as pesquisas, com os cotidianos, ainda que a partir de temáticas distintas.Thamy Lobo atua como coordenadora pedagógica no município do Rio de Janeiro.É mestre pelo PPGEdu e doutora pelo ProPed UERJ, com a tese cotidianário.Um pequeno glossário de criações e resistências de movimentos de pesquisas e vidas.Roberta Guimarães Teixeira é pedagoga da rede pública de ensino de Nilópolis e professora do curso de licenciatura em pedagogia da Unirio no consórcio Cederj, mestre em educação pela Unirio e doutora pelo PPG Edu _Uerj, com a tese O que pode um quintal?Criações curriculares praticadas pensadas com crianças nos espaços tempos dos quintais das escolas de Nilópolis, Rio de Janeiro.Juliana Rodrigues.É professora de ensino religioso em escolas confessionais, tanto no Rio de Janeiro quanto em Niterói.Especialista em ciências da religião pela faculdade de São Bento do Rio de Janeiro.Com formação em filosofia pela Universidade Federal Fluminense, é mestre e doutor em educação pelo ProPedUerj com a tese " Posso pensar e respirar junto- os usos do cinema e seus sons no currículo escolar."

  6. 144

    #144 - Contribuições às pesquisas com os cotidianos. Desvelando o legado Franciscano

    Neste episódio trazemos as redes de pesquisa para conversamos acerca do grupo Seraphicus, que há mais de duas décadas pesquisa as raízes franciscanas e o legado educacional a educação brasileira. Convidados:Luiz Fernando Conde Sangenis é fluminense, natural da cidade de Niterói-RJ, antiga Capital do Estado do Rio de Janeiro. Licenciou-se em Filosofia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ (1992) e em Pedagogia pela Universidade Federal Fluminense - UFF (1994). É Mestre em Educação pela Universidade Federal Fluminense - UFF (1998) e Doutor em Educação pela Universidade Federal Fluminense - UFF (2004), com período de doutorado sandwich na Universidade de Évora (Portugal); em ambos os cursos, foi orientado pela Profa. Dra. Célia Frazão Soares Linhares. Concluiu estudos de pós-doutoramento em História da Educação na Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP, sob a supervisão do Prof. Dr. Dermeval Saviani (2016). É Professor Titular da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, Procientista da UERJ e Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Educação - Processos Formativos e Desigualdades Sociais, na Faculdade de Formação de Professores da UERJ.Lidera o Grupo de Pesquisa Seraphicus e é membro do Grupo de Pesquisa Vozes da Educação. Coordena a Rede Internacional de Estudos Franciscanos no Brasil, formada por pesquisadores nacionais e estrangeiros (Alemanha, Espanha, Itália e Portugal). Coordena as ações de cooperação internacional entre a UERJ e a Universidade Pedagógica de Maputo, Moçambique. Tem experiência na Área de Educação, atuando principalmente com os seguintes temas: filosofia da educação, sociologia da educação, história da educação brasileira, formação de professores e educação franciscanaAndré Ricardo GanDoutor em Educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ. Mestre em Gestão Escolar e Universitária pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos-UNISINOS (2018). Mestre em Filosofia e Ética pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ (2015). Graduado em Pedagogia pela Universidade Metodista de São Paulo (2019). Graduado em Filosofia pela FAE- Centro Universitário - Curitiba (2007). Especialista em Filosofia Moderna e Contemporânea pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ (2010) . É membro do grupo de pesquisa Rede Internacional de Estudos Franciscanos no Brasil e do grupo de pesquisa Seraphicus - Estudos sobre a história da educação franciscana no Brasil Colonial (UERJ/FFP). Atualmente é Coordenador Socioeducacional no Marista Brasil (regional PR e SC) e Coordenador do Fórum de Gestores da ANEC-PR.

  7. 143

    Cotidianos & Currículos- 5 anos no ar!

    Bora para mais 5?CONVERSA COMFernando MouraDrªMaristela Mosca (UFRN) Conversam também:Coordenação Nilda Alves- Coordenadora Geral;Supervisora- Fernanda - Cavalcanti de Mello;Eneida Leão- Na produção ;Marcia Rodrigues- Integrante do GrupoTrilha Sonora-Audios do Canvas-Música - Fernando Moura (ao vivo) e Passado e Futuro - Fernando MouraMinibio:Maristela de Oliveira Mosca é doutora em Ciências da Educação-Desenvolvimento Curricular pela Universidade do Minho/Portugal, é Mestre em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte/UFRN. Tem como foco de investigação a construção de repertórios curriculares a partir dos pressupostos da Interdisciplinaridade, Inclusão, Interculturalidade e Ludicidade nos processos de aprender e ensinar Música e dos processos pedagógico artísticos, na escola de educação básica, a partir das reflexões acerca de um currículo dialógico e improvisacional um Currículo como Jazz. Docente colaboradora dos Programas de Pós-Graduação em Educação Especial da UFRN - PPGEEsp/UFRN e Arte-Rede Nacional - PROFARTES/UFRN, e coordenadora do Projeto de Pesquisa Repertórios Curriculares: processos formativos com crianças e professoras nas/com/pelas artes. Docente colaboradora dos Programas de Pós-Graduação em Educação Especial da UFRN - PPGEEsp/UFRN e Arte-Rede Nacional - PROFARTES/UFRN, e coordenadora do Projeto de Pesquisa Repertórios Curriculares: processos formativos com crianças e professoras nas/com/pelas artes. Em curso, realiza pós-doutorado na Universidade de Santos - UNISANTOS/SP, onde é bolsista CAPESFERNANDO MOURAMúsico, compositor, instrumentista e criador de trilhas sonoras para cinema e televisão. Já produziu diversos trilhas e publicou diversos albuns.

  8. 142

    CONTRIBUIÇÔES-Entre Rasuras e Reexistências- PARTE 2

    Continuação- PARTE 2 palavras-chaveeducação, currículo, pesquisa, cotidianos, resistência, políticas educacionais, cartografia, signos artísticos, vida bonita, práticas curricularesresumoEsta conversa explora pesquisas na área da educação, discutindo a importância do currículo, a pesquisa com os cotidianos e a resistência nas práticas educacionais. Os participantes abordam a necessidade de cartografar as vidas e experiências nas escolas, enfatizando a criação de currículos que respeitem e integrem as realidades dos alunos e professores. A pesquisa é vista como um ato colaborativo, onde todos são coautores na construção do conhecimento.📘 CARLOS EDUARDO FERRAÇOProfessor Pesquisador | Currículo, Diferença e CotidianosPossui Licenciatura Plena em Física pela Ufes (1981),Mestrado em Educação pela UFF (1989), Doutorado em Educação pela USP (2000), umprimeiro Pós-Doutorado em Educação pela Uerj (2008), com visita ao LaboratoireCIVIIC - Université de Rouen-France e, por fim, um segundo pós-doutorado tambémpela Uerj (2015). É professor visitante do Programa de Pós-Graduação emEducação Contemporânea da Universidade Federal de Pernambuco (PPGEDuC/UFPE/CAA)e professor titular aposentado da Universidade Federal do Espírito Santo,atuando nos Cursos de Mestrado e Doutorado do Programa de Pós-Graduação emEducação (PPGE/UFES), na Linha de Pesquisa Docência, Currículo e ProcessosCulturais. Desenvolve pesquisas no campo das políticas de currículo desde 1999,em suas composições com as Pesquisas com os Cotidianos e a Filosofia daDiferença. É bolsista de produtividade de pesquisa do CNPq 1-D, e atua comoLíder do GRPes Currículos, cotidianos, culturas e redes de conhecimentos (Ufes-2007)📍 Pesquisa atual:“Currículos em redes, signos artísticos e experimentações estéticas”Investiga como signos artísticos nos cotidianos escolares potencializam movimentos de reexistência e produções de vida, mapeando fabulações e estéticas da existência nas redes de currículo.📚 ANA CAROLINA JUSTINIANOAna Carolina Justiniano é professora adjunta da UniversidadeFederal do Sul da Bahia (UFSB). Doutora em Educação pela UFES. Mestre emLinguística Aplicada pela UFMG. Especialista em Tradução pela UFMG. Bacharel emTradução pela UFOP. Graduada em Licenciatura Plena em Língua Inglesa pela UFES.Desenvolveu o projeto "Tradução como Prática de Letramento Crítico naEscola” em parceria com a UFES e FAPES. Membro do grupo de pesquisa Currículos,Cultura, Cotidianos e Redes de conhecimento (CNPq). 📍 Pesquisa atual: Coordena os projetos “Currículos rasurados e criação de mundos” e “O que pode um currículo?”📚 MARIA REGINA LOPES GOMESMaria Regina Lopes Gomes é Doutora e Mestre em Educação peloPrograma de Pós-Graduação da Universidade Federal do Espírito Santo(PPGE/UFES), na linha de pesquisa Cultura, Currículo e Formação de Educadores.Possui graduação em Pedagogia pela UFES, e é Pedagoga aposentada da RedeMunicipal de Ensino Vitória-ES. Coordenou o Programa de Pós-Graduação emSegurança Pública da Universidade de Vila Velha (UVV/ES), entre 2017 a 2019, eatuou como professora do Programa de Mestrado em Segurança Pública, na linha depesquisa Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (2016 a fevereiro de 2020). Foidocente do Curso de Pedagogia/UVV, de 2012 a 2020. Coordenou o grupo e pesquisado CNPq “Currículos-formação em redes, Cotidianos de escolas e Direitos Humanos”.É pesquisadora colaboradora do Grupo de Pesquisa do CNPq “Currículos,Cotidianos, Culturas e Redes de Conhecimentos” (UFES-ES).📍 Pesquisa Atual:“As múltiplas práticas-políticas de currículosformações tecidas com os cotidianos”Analisa as políticas de currículo e formação docente em Vitória-ES.Coordenação: Nilda Alves🎧 Mediação e supervisão: FernandaMelloProdução: Eneida LeãoParte técnica: Nilton Almeida, Isadora Águeda e Júlia Lima🔊 Trilha sonora: Fernando Moura- Crianças Brincam/ Sons originais e canvasImagens- Fotografias cedidas pelo Grupo de Pesquisa convidado e Canvas IA

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    Contribuições às Pesquisas- Entre Rasuras e Reexistências

    PARTE 1palavras-chaveeducação, currículo, pesquisa, cotidianos, resistência, políticas educacionais, cartografia, signos artísticos, vida bonita, práticas curricularesresumoEsta conversa explora pesquisas na área da educação, discutindo a importância do currículo, a pesquisa com os cotidianos e a resistência nas práticas educacionais. Os participantes abordam a necessidade de cartografar as vidas e experiências nas escolas, enfatizando a criação de currículos que respeitem e integrem as realidades dos alunos e professores. A pesquisa é vista como um ato colaborativo, onde todos são coautores na construção do conhecimento.📘 CARLOS EDUARDO FERRAÇOProfessor Pesquisador | Currículo, Diferença e CotidianosPossui Licenciatura Plena em Física pela Ufes (1981),Mestrado em Educação pela UFF (1989), Doutorado em Educação pela USP (2000), umprimeiro Pós-Doutorado em Educação pela Uerj (2008), com visita ao LaboratoireCIVIIC - Université de Rouen-France e, por fim, um segundo pós-doutorado tambémpela Uerj (2015). É professor visitante do Programa de Pós-Graduação emEducação Contemporânea da Universidade Federal de Pernambuco (PPGEDuC/UFPE/CAA)e professor titular aposentado da Universidade Federal do Espírito Santo,atuando nos Cursos de Mestrado e Doutorado do Programa de Pós-Graduação emEducação (PPGE/UFES), na Linha de Pesquisa Docência, Currículo e ProcessosCulturais. Desenvolve pesquisas no campo das políticas de currículo desde 1999,em suas composições com as Pesquisas com os Cotidianos e a Filosofia daDiferença. É bolsista de produtividade de pesquisa do CNPq 1-D, e atua comoLíder do GRPes Currículos, cotidianos, culturas e redes de conhecimentos (Ufes-2007)📍 Pesquisa atual:“Currículos em redes, signos artísticos e experimentações estéticas”Investiga como signos artísticos nos cotidianos escolares potencializam movimentos de reexistência e produções de vida, mapeando fabulações e estéticas da existência nas redes de currículo.📚 ANA CAROLINA JUSTINIANOAna Carolina Justiniano é professora adjunta da UniversidadeFederal do Sul da Bahia (UFSB). Doutora em Educação pela UFES. Mestre emLinguística Aplicada pela UFMG. Especialista em Tradução pela UFMG. Bacharel emTradução pela UFOP. Graduada em Licenciatura Plena em Língua Inglesa pela UFES.Desenvolveu o projeto "Tradução como Prática de Letramento Crítico naEscola” em parceria com a UFES e FAPES. Membro do grupo de pesquisa Currículos,Cultura, Cotidianos e Redes de conhecimento (CNPq). 📍 Pesquisa atual: Coordena os projetos “Currículos rasurados e criação de mundos” e “O que pode um currículo?”📚 MARIA REGINA LOPES GOMESMaria Regina Lopes Gomes é Doutora e Mestre em Educação peloPrograma de Pós-Graduação da Universidade Federal do Espírito Santo(PPGE/UFES), na linha de pesquisa Cultura, Currículo e Formação de Educadores.Possui graduação em Pedagogia pela UFES, e é Pedagoga aposentada da RedeMunicipal de Ensino Vitória-ES. Coordenou o Programa de Pós-Graduação emSegurança Pública da Universidade de Vila Velha (UVV/ES), entre 2017 a 2019, eatuou como professora do Programa de Mestrado em Segurança Pública, na linha depesquisa Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (2016 a fevereiro de 2020). Foidocente do Curso de Pedagogia/UVV, de 2012 a 2020. Coordenou o grupo e pesquisado CNPq “Currículos-formação em redes, Cotidianos de escolas e Direitos Humanos”.É pesquisadora colaboradora do Grupo de Pesquisa do CNPq “Currículos,Cotidianos, Culturas e Redes de Conhecimentos” (UFES-ES).📍 Pesquisa Atual:“As múltiplas práticas-políticas de currículosformações tecidas com os cotidianos”Analisa as políticas de currículo e formação docente em Vitória-ES.Coordenação: Nilda Alves🎧 Mediação e supervisão: FernandaMelloProdução: Eneida LeãoParte técnica: Nilton Almeida, Isadora Águeda e Júlia Lima🔊 Trilha sonora: Fernando Moura- Crianças Brincam/ Sons originais e canvasImagens- Fotografias cedidas pelo Grupo de Pesquisa convidado e Canvas IA

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    #Contribuições às Pesquisas com os Cotidianos- Cotidianos na Cibercultura

    CONVERSAS COM...Convidados:👩‍🏫 ROSEMARY DOS SANTOSProfessora da FEBF/UERJ e do ProPEd/UERJLíder do grupo EduCiberPós-doutora (UFMT) • Doutora e Mestre em Educação (UERJ)🌐 ATUAÇÃO:Educação, Cotidianos Escolares, Cibercultura, Formação Docente, Currículo e Periferias Urbanas.✨ Trajetória:Procientista FAPERJ e ex-bolsista Jovem Cientista do Nosso Estado. Com mais de 25 anos na Educação Básica, é referência nas pesquisas com os Cotidianos e nas articulações entre formação e práticas educativas em contextos periféricos e digitais.🎓 Leonardo Conceição GonçalvesProfessor do INES/RJ • Doutor em Educação (UERJ)Membro do grupo EduCiberAtua com Educação na Cibercultura, Educação de Surdos e Formação Docente, articulando pesquisas com os Cotidianos, redes educativas, imagens e sons.🔍 Pesquisa: “Cibergambiarras como quem dá nó em pingo d’água”Investiga práticas criativas em contextos educativos digitais, onde improviso, precariedade e invenção se transformam em força formativa e curricular. As cibergambiarras revelam modos de criar saberes nos cotidianos da Cibercultura.👩‍💻 ALEXSANDRA BARBOSA JOAQUIMPedagoga na UERJMestre e Doutoranda em Educação (ProPEd/UERJ)Coordena o LaTIC/DAPI/PR1🔍 PESQUISA:“Conversas sobre e com as Pesquisas com os Cotidianos e a Cibercultura”Investiga como os Estudos com os Cotidianos articulam-se com as tecnologias digitais em rede, explorando processos formativos e modos de “sentipensarfazer” que ampliam os vínculos com a Cibercultura.Resumo:Neste episódio, os participantes discutem a interseção entre Cibercultura e Educação, explorando como as tecnologias digitais influenciam as práticas educativas e a formação docente. A conversa abrange a importância de compreender os cotidianos e as redes educativas, além de refletir sobre a evolução da linha de pesquisa em Educação na UERJ. A conversa explora os movimentos da pesquisa destacando a importância das redes educativas e a produção de conhecimento em diversos formatos, incluindo o audiovisual. A pesquisa se aprofunda nas experiências de professores e nas teorias que fundamentam as práticas educativas, bem como, a importância da narrativa e da política na pesquisa. Além disso, a conversa destaca o conceito de Cibergambiarra que surge como resposta criativa às limitações de comunicação e interação social durante a pandemia, enfatizando a inventividade e a adaptação dos "discentesdocentes" a partir de contextos desafiadores. Os pesquisadores desse grupo destacam experiências práticas; a importância de criar currículos que reflitam as inovações digitais que transformam a cultura, com as táticas de Cibergambiarras e a necessidade de um currículo em movimento que se adapte às realidades contemporâneas.palavras-chave: Cibercultura,Educação, Pesquisa, Cotidiano, Tecnologia, Formação Docente, Ambientes Virtuais, Metodologias, Redes Educativas, Práticas Formativas, Gambiarras, Cotidiano, Política, Conhecimento, Currículos, Cibergambiarras, CiberEducação*Fotos cedidas pelos participantes *Mais ilustração com canvas e IA

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    Contribuições às pesquisas com os cotidianos- grupos em redes

    Convidados: Roberto Joaquim Chaua -Doutor em Educação pelo Proped/UERJ. Docente da Faculdade de Educação e PsicologiaVirgínia de Oliveira Silva é licenciada em Letras (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e em Cinema e Audiovisual (Universidade Federal Fluminense) e graduada em Comunicação Social (Universidade Federal da Paraíba) e em Design Gráfico (Instituto Federal da Paraíba), tem Mestrado em Educação (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e Doutorado em Educação (Universidade Federal Fluminense). É professora/pesquisadora da Universidade Federal da Paraíba. É líder do Grupo de Pesquisa em Educação e Cinema - PEDCINE, e coordenadora do Projeto Cinestésico - Genealogia, Cinema e Educação.E-mail: [email protected] Passos é licenciada em Letras, Português/Literaturas, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ, Mestre em Educação pela UERJ e Doutora em Educação pela PUC do Rio de Janeiro É Professora do Programa de Pós Graduação em Educação da UERJ (Proped-UERJ), da Faculdade de Educação da UERJ.Membro do Laboratório Educação e Imagens e Sons, da UERJPalavras-chave: educação, cinema, intercâmbio, Moçambique, Brasil, projetos de extensão, parcerias, audiovisual, cultura, identidade.resumoA conversa aborda a importância da educação e do cinema como possibilidades de intercâmbio cultural entre Brasil e Moçambique. Os convidados, neste episódio, discutem projetos de extensão, parcerias acadêmicas e experiências de aprendizado mútuo, destacando o porjeto de extenção institucional e projeto de extenção de "Narrativas Cinematográficas Educacionais. Reflexões sobre a identidade cultural e a troca de saberes enriquecedoras do diálogo, culminam em perspectivas futuras para novas iniciativas.Créditos:Supervisão: Fernanda Cavalcanti de MelloParte Técnica: Nilton Almeida, Izadora e Julia Lima.Produção: Eneida LeãoCoordenação Geral: Nilda AlvesImagens e referências.Projeto de Extensão "Narrativas Fílmicas Educacionais" - Edital PROBEX - 2021, apresentado pela bolsista Marla Melo, para o ENEX organizado de modo virtual, por causa da pandemia da Covid-19. O projeto ocorreu de modo online e contemplou docentes da Educação Básica do Congo/PB e docentes e discentes da Universidade de Rovuma, Nampula, Moçambique e Congo de África. Filmes disponibilizados pela coordeadora do Projeto Drª Virgínia Silva, conforme segue na ordem que apareceram no podcast.Minha Trajetória Educacional - Direção: Domingos N'conza (Doc., 14''15", Nampula, Moçambique, 2022). https://youtu.be/z9HOgsij9jAEncontrando Meu Lugar - Ana Tatyelle de S. Lima (Doc., 5'21", Congo, Paraíba, Brasil). https://www.youtube.com/watch?v=Mwo6inaGT6oMinha Trajetória Escolar - Direção: Mónica Ali Selemane (Doc., 6'41", Nampula, Moçambique, 2022). https://www.youtube.com/watch?v=O6HehFU65ooMúsica Final: Fernando Mouro- Afro Ternária (disco Temas e Telas)*Imagens produzidos no Canvas e em IA. Pronts-Fernanda C Mello

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    Contribuições às Pesquisas com os Cotidianos- Redes como propostas e resistências

    Tema do Episódio: Rede de docentes que narram sobre infância,alfabetização, leitura e escrita - REDEALEVimos trabalhando em nossas investigações com a formação docente que acontece entre pares no diálogo entre redes e coletivos docentes latino- americanos/as. Docentes que foram articulados a partir do Encuentro Iberoamericano de Coletivos y Redes de Maestros, Maestras, Educadores y Educadoras que Hacen Investigación, Transformación e Innovación desde su Escuela y Comunidade. Olhamos a interlocução  entre redes e coletivos docentes latino- americanos/as como espaços instituintes de formaçãodocente, na medida em que se constituem como parte de um Movimento Pedagógico, iniciado na década de 1980, a partir dos sindicatos de docentes. Assumindo como modo de fazer pesquisa a escrita narrativa, compartilhamos as experiênciasvividas nessas interlocuções.  A partir de 2015, constituimos a REDEALE, uma rede brasileira de docentes, nascida em/dodiálogo com uma rede peruana de docentes a REDENU e, posteriormente, Rediálogos, articuladas pelo Encuentro Iberoamericano de Coletivos y redes. Intercambiandonossos processos formativos temos vivido na última década um intenso processo de internacionalização dos saberes, culturas e fazeres docentes.Nossas investigações buscam, além de contribuir para dar a ver os movimentos de autoformação promovidos pelos/as próprios/as docente, reafirmar a interlocução das experiências entre as redes e coletivos docentes latino-americanos como espaços potentes de uma formação comprometida com a construção de uma pedagogia outra, inspirada no compromisso ético, estético e político com uma sociedade latino-americana mais justa e democrática.  Convidados: Mairce da Silva AraujoProfessora Titular da Universidade do Estado do Rio deJaneiro. Docente permanente do Programa de Pós-graduação Mestrado e Doutorado em Educação: processos formativos e desigualdades sociais. Procientista. Lider do diretório do Grupo de Pesquisa: Vozes da Educação, Memória, História, Políticas e Formação Docente, Coordenadora do Grupo de Pesquisa Alfabetização,Memória, Formação Docente e Relações Etnicorraciais (ALMEFRE) e do Coletivo Rede de docentes que narram sobre infância,  alfabetização, leitura e escrita (REDEALE). Danusa Tederiche Borges de FariaDoutoranda e mestre em Educação pelo Programa de Pós-graduação Processos Formativos e Desigualdades Sociais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – PPGedu/UERJ. Integrante do grupo de pesquisa Alfabetização, Memória,Formação Docente e Relações Étnico-raciais – ALMEFRE. Vice coordenadora da Rede de Docentes que Estudam e Narram sobre Infância, Alfabetização, Leitura e Escrita –REDEALE. Tutora profissional da pessoa com deficiência e coordenadora no projeto Inclusive Luísa pela Agência de Iniciativas Cidadãs – AIC María Isabel Gutiérrez Chávez – Docente de educación secundaria, especialidad “Lengua y Literatura”, con licenciatura universitaria en la especialidad de Tecnología Educativa, Maestría en Diseño, gestión yDirección de Proyectos. Universidad Nacional de Cajamarca, Centro Preuniverstario-CEPUNC Escuela CampesinaAlternativa de Pomabamba-Jesús-Cajamarca Asociación Civil Esperanza-Centro Cultural Quiritimayo Red de maestras y maestros que hace investigación e innovación desde la Escuela y Comunidad “reDialogos” , Cajamarca, Peru.

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    Contribuições às pesquisas com os Cotidianos- Terceira Temporada

    Neste episódio conversamos com:"Movimentos sociais, greves docentes e redes educativas : filmes, conversas e fotografias que nos questionam nos currículos"Tese Doutorado- Joana Ribeiro dos Santos- 2018- ProPed-UERJSinopse: As narrativas dos docentes sobre o ‘vividoaprendido’ nos movimentos das redes de educação municipal e estadual do Rio de Janeiro nos anos de 2013 e 2014 povoam a segunda metade da tese, levando-nos a percorrer alguns dos fios da tessitura destes movimentos grevistas e o que foram capazes de mover em seus ‘praticantespensantes’. E algumas experiências no doutorado sanduíche/ Argentina Participam da conversa:A autora- Joana Ribeiro dos Santos Graduada em História pela Universidade Federal Fluminense, Mestre e Doutora em Educação pela Universidade do Estado do Rio de janeiro. Professora Adjunta da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Docente da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro. Integra do Grupo de Pesquisa Currículos Cotidianos, redes educativas, imagens e sons, Coordenado por Nilda Alves.Conversa com: Karina Viviana Kaplan Doutora em Educação. Docente na Faculdade de Filosofia e Letras, da Universidade de Buenos Aires. Docente na Faculdade de Humanidades e Ciências da Educação, da Universidade Nacional de La Plata. Pesquisadora do Conselho Nacional de Investigações Científicas e Técnicas (CONICET).ERebeca Brandão-Rebeca Brandão é pedagoga , mestra e doutora em educação pelo Proped/Uerj, atualmente coordenadora pedagógica na escola municipal general Mitre, da rede municipal de ensino do Rio de Janeiro. É pesquisadora egressa do grupo de pesquisa Curriculos cotidianos: redes educativas, imagens e sons. Coordenado por Nilda Alves.Para pesquisar e ler a Tese na íntegra:SANTOS, Joana Ribeiro dos. Movimentos sociais, greves docentes e redes educativas : filmes, conversas e fotografias que nos questionam nos currículos. 2018. 226 f. Tese (Doutorado em Educação) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2018.Imagens cedidas pela Autora.Coordenação Geral: Nilda AlvesSupervisão: Fernanda Cavalcanti de MelloEquipe técnica:Nilton AlmeidaIsadora AguedaJulia LimaApresentação e produção desse episódio:Eneida Leão Edição e mediação:Fernanda Cavalcanti de Mello e Julia Lima

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    #Retrospectiva- Parte 2

    Contribuições às pesquisas com os Cotidianos- Retrospectiva- segunda parte - Recortes de 2024- 2º semestre

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    #Retrospectiva 2024

    Retrospectiva 2024

  16. 134

    #Contribuições às Pesquisas com os cotidianos em 8

    #Contribuições às Pesquisas com os cotidianos em Tese de Rosa Helena Mendonça:⁠ Integra o grupo de Pesquisa Currículos Cotidianos: Redes educativas, imagens e sons. ProPed-UERJ. Foi professora na rede municipal do Rio de Janeiro e supervisora do Programa Salto para o Futuro, da TV Escola. Neste episódio: "⁠Educação nas redes: professores em cotidianos de produções televisivas⁠" Link de acesso:⁠http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/10372⁠ Convidados Laura Maria Coutinho é Profa. da UnB aposentada. Especializada em Audiovisual. Atualmente é pesquisadora no grupo memória da educação, UnB-DF. Márcia Costa Rodrigues é doutoranda na UERJ, integrou a diretoria de educação da TVE e a diretoria cultural do SESC. Foi também diretora da Escola Oga Mitá, no Rio de Janeiro.

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    #Contribuições às Pesquisas com os cotidianos em 7

    #E.134- #Contribuições às pesquisas com os cotidianos 7 Neste episódio, Leonardo Rangel, Mestre e Doutor em Educação pela UFBA, Professor de Sociologia do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia e, Alice Fátima Martins, Professora Titular da faculdade de Artes Visuais da UFG e Pesquisadora associada do Programa Avançado de Cultura Contemporânea da UERJ, conversam com Noale Toja acerca da tese de Noale, intitulada: Movimentos migratórios e seus ‘fazeressaberes’ culinários nos/dos/com os cotidianos como questão curricular. Movimentos migratórios e seus ‘fazeressaberes’ culinários nos/dos/com os cotidianos como questão curricular Esta tese de doutorado criada no processo da pesquisa do curso de doutoramento em Educação na linha de pesquisa ‘Cotidianos e Redes Educativas’ – ProPEd/UERJ, conversa com alguns possíveis caminhos criados pela migração e a comida, deixando-os emergir como artefatos curriculares e tessituras de conhecimentossignificações. É uma caminhada inspirada pelas narrativas da família de migrantes da pesquisadora, pelos acontecimentos e o entendimento do que são as pesquisas com os cotidianos que deslizam entre conversas com personagens conceituais: os autores que a orientaram na pesquisa, os filmes acerca da migração e da comida vistosouvidossentidospensados, narrativas dos integrantes do GrPesq Currículos cotidianos, redes educativas, imagens e sons, e a comida. O último capítulo ou deslocamento deste trabalho são narrativas na virtualidade, em imagens e sons de heranças dos discentesdocentes integrantes do GrPesq – com estaque para a questão da importância da cozinha e seus preparos nos movimentos migratórios, criando assim, a série ‘Saindo do forno, conversas de cozinha”. As conversas foram o tempero principal, e neste espaçotempo, também o modo de saberfazer dessas fabulações. Professor Leonardo Rangel convidamos a Professora Profa Alice Fátima Martins- Titular na Faculdade de Artes Visuais, Universidade Federal de Goiás e pesquisadora Associada no Programa Avançado de Cultura Contemporânea da UFRJ. Mestre (2011) e Doutor (2015) em Educação pela UFBA. . Professor de Sociologia do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia IFBA (desde 2012). Coordenador e Professor permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica - ProfEPT/IFBA (desde 2019).

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    #Contribuições às Pesquisas com os cotidianos em 6

    #E.133- #Contribuições às pesquisas com os cotidianos 6 Neste episódio, estão reunidos integrantes do grupo de pesquisa que produz esse podcast, Rosa Helena Mendonça, Professora e Pesquisadora, Leonardo Peixoto, Professor Adjunto da Universidade do Estado do Amazonas e Maria Cecilia de Castro, Professora e Pesquisadora para conversar acerca da tese de Cecília, defendida em 2023 e intitulada: ANDANÇAS E MIGRAÇÕES: conversas com os ‘praticantespensantes’ com os currículos e os cotidianos escolares”.

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    #podcast Contribuições às Pesquisas com os cotidianos em 5

    #E.132- #Contribuições às pesquisas com os cotidianos 5 ‘Vendouvindosentindopensando’ com as paisagens em deslocamento: migrações, currículos e ‘cineconversas’. Dissertação (Mestrado em Educação) –Programa de Pós-graduação em Educação, Processos formativos e Desigualdades Sociais, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, São Gonçalo, 2021. Resumo: Neste episódio, Renata Rocha, integrante do grupo de pesquisa Currículos cotidianos: redes educativas, imagens e sons conversas sobre sua dissertação, intitulada, Vendouvindosentindopensando’ com as paisagens em deslocamento: migrações, currículos e ‘cineconversas’ Participam também: Fernanda Cavalcanti de Mello e Leonardo Rangel. Eles integram o mesmo grupo de pesquisa. Palavras-chave: Cotidianos. Cineconversas. Currículos. Migração. Paisagens Professor Leonardo Rangel Mestre (2011) e Doutor (2015) em Educação pela UFBA. . Professor de Sociologia do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia IFBA (desde 2012). Coordenador e Professor permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica - ProfEPT/IFBA (desde 2019). Fernanda Cavalcanti de Mello Doutora em Educação pelo Programa de Pós-graduação em Educação, Processos formativos e Desigualdades Sociais, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, São Gonçalo, 2021.

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    #Contribuições às pesquisas com os cotidianos 4

    #E.131 - #Contribuições às pesquisas com os cotidianos 4 Neste episódio, Rossana Papini, Maristela Cerdeira e Marcelo Machado, todos integrantes do grupo de pesquisa que produz esse podcast, conversam como as questões migratórias se tornam questões curriculares no ‘espaçotempo’ escolar, partindo da tese de Marcelo, intitulada “Vida incerta de imigrante, mas esperança no horizonte”: os filmes de movimentos migratórios e a presença nos cotidianos escolares”.

  21. 129

    #Contribuições às pesquisas com os cotidianos 3

    #E.130- #Contribuições às pesquisas com os cotidianos Conversa de hoje: Dissertação de Thamy Lobo. NÓS ‘ESCRITORESLEITORES': tecendo narrativas cotidianas e imaginárias com jovens acerca de movimentos migratórios . "A narrativa e suas potências. Esta pesquisa é composta de histórias que ocorrem ‘dentrofora’ das redes ducativas. Acompanhamos o caminho de uma jovem leitora que está constantemente se formando professora, desde o seu primeiro contato com a literatura até a sua proposta de criação de narrativas infantojuvenis com jovens que participam de uma ONG, localizada em uma periferia na cidade do Rio de Janeiro. Entendendo a importância da literatura para o aprendizado, a imaginação, a criação e a resistência, em um ‘espaçotempo’ onde se necessita,por luta e prazer, afirmar a importância dos livros a todo o momento. Através de leituras infantojuvenis, conversas e atividades, o texto apresenta narrativas criadas que aborda a temática da migração, tema caro às e aos jovens que, sozinhas e sozinhos, atravessam diversos bairros até a ONG, em busca de uma oportunidade de primeiro emprego. Utilizando a metodologia dos cotidianos para conversar, se inspirar e a poesia dos textos e imagens dos livros lidos, a pesquisa mostra a percepção das e dos jovens ao se descobrirem primeiramente leitores e após escritores, entendendo, assim que todas e todos que possuem contato com a literatura são ‘escritoresleitores’ criam ao ler, leem ao criar. " (Thamy Lobo,2023) Convidadas: Mairce da Silva Araújo, professora da Faculdade de Formação de Professores e do Programa de Pos- graduação em Educação processos formativos e desigualdades sociais, Coordenadora do Grupo de Pesquisa Alfabetização, memória, formação docente e relações étnico raciais. E, ainda, a professora Maria Luiza Süssekind (Luli) é Professora no Departmento de Didática da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). É Cientista do Nosso Estado FAPERJ desde 2019. Atualmente atua como Visiting Professor na University of Ottawa/Canada junto ao Professor Nicholas Ng-A-Fook na área de currículo e reparação.Representa a Associação Nacional de pós-graduação e pesquisa em educação (ANPEd) no Conselho de Políticas Educacionais em Direitos Humanos no Ministério da Educação. Membro da ABdC/Associação Brasileira de Currículo, AAACS/ American Association for Advanced Studies in Curriculum, IAACS- International Association for Advanced Studies in Curriculum and AERA/ American Association for Research in Education. Alguns livros Produção dos estudantes de uma ong da periferia do Rio de Janeiro. Acervo da integrante desse grupo de pesquisa que elabora este podcast. ⁠https://onedrive.live.com/edit?id=BFD686ADE4977F60!284778&resid=BFD686ADE4977F60!284778&ithint=file%2cpptx&authkey=!AFZGzZctkz6Ny0k&wdo=2&cid=bfd686ade4977f60  

  22. 128

    #Contribuições às pesquisas com os cotidianos 2

    Podcast 129. Nesta edição: "Contribuições às Pesquisas com os cotidianos em 2" convidamos a Professora Profa Alice Fátima Martins- Titular na Faculdade de Artes Visuais, Universidade Federal de Goiás e pesquisadora Associada no Programa Avançado de Cultura Contemporânea da UFRJ. Ela conversa com Marcia Rodrigues e Talita Malheiros acerca da Dissertação de Talita defendida em 2023: Poéticas com os cotidianos: Artes como criações curriculares, estética da vida, ética e política visual. As duas últimas integram o Grupo de Pesquisa Currículos cotidianos, redes educativas, imagens e sons. Música Afro Ternário- Brisa de Abril do disco Telas e Temas Cordenação: Nilda Alves Supervisão: Fernanda Cavalcanti de Mello Tecnicas: Nilton Almeida, Izadora Agueda e Julia Lima

  23. 127

    #Contribuições às pesquisas com os cotidianos

    Podcast 128. Nesta edição: Contribuições às Pesquisas com os cotidianos em “Podcasts como redes de criação de afetos, narrativas, currículos cotidianos e...”, ProfªNoale Toja da Faculdade de Formação de Professores São Gonçalo e Profª Tânia Delboni da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) conversam com Fernanda Cavalcanti de Mello, acerca da Tese defendida em 2023: “Podcasts como redes de criação de afetos, narrativas, currículos cotidianos e...”. Todas integram o Grupo de Pesquisa Currículos cotidianos, redes educativas, imagens e sons. Notas mencionadas neste episódio:  1- Filme A Vida sobre a Terra: 1999 | 1h 01min |  Direção: Abderrahmane Sissako Roteiro Abderrahmane Sissako Elenco: Abderrahmane Sissako, Nana Baby, Mohamed Sissako Título original La Vie sur terre    2-Podcast: Sou de Circo Centro de Memória do Circo Podcast  https://open.spotify.com/show/2dUXT7WH0HYDxyWVqRAMgs  3- Podcast África Agora  Podcast exclusivamente dedicado a África, onde se aborda o desafio de transformação estrutural para que possa responder ao maior crescimento demográfico do mundo até ao final do século Expresso. https://expresso.pt/podcasts/africa-agora/2022-09-05-Funana-e-Fela-Kuti-Africa-na-diaspora-global-esta-toda-na-musica-119d304c?utm_source=site&utm_medium=share&utm_campaign=url  4-Lei-complementar-federal-173-de-27-de-maio-de-2020-   Música Afro Ternário- Fernando Moura do disco Telas e Temas Cordenação: Nilda Alves Supervisão: Fernanda Cavalcanti de Mello Tecnicas: Nilton Almeida, Izadora Agueda e Julia Lima

  24. 126

    #PNE-Meta 8/ volume 2

    Podcast #127:  Nesta edição, Maristela Cerdeira, Talita Malheiros e Rafaela Rodrigues, integrantes do GrPesq Currículos cotidianos, redes educativas, imagens e sons, conversam com o Professor Vinicius Osana, Doutorando em educação e Professor de Geografia na rede municipal e estadual do Rio de Janeiro. Ele falará sobre os impactos da meta 8 na redução da diferença dos anos de escolaridade, entre os estudantes negros e não-negros, que têm entre os 18 e 29 anos, declarados ao IBGE, mas, antes, a referida meta será relembrada.

  25. 125

    #Plano Nacional de Educação - Meta 8

    Podcast #126:  Nesta edição, Maristela Cerdeira, Talita Malheiros e Rafaela Rodrigues, integrantes do GrPesq Currículos cotidianos, redes educativas, imagens e sons, conversam com a Professora Catarina Padilha, Professora Formadora da Escola Estadual de Formação de Professores de Boa Vista - CEFORR, Professora do SAEE - E.M. Cunhatã Curumim e Professora Colaboradora L.Intercultural do Instituto Superior de Educação Indígena - UFRR, acerca da Meta 8 do PNE com vigência entre 2014-2024, que será lida por Rafaela Rodrigues.

  26. 124

    #PNE/Meta 18-volume 3

    Neste segundo episódio do mês de Outubro, mês também dedicado aos profissionais de Educação, categoria que, como sempre enfatiza a professora Nilda Alves, é a maior categoria de trabalhadores e trabalhadoras deste país, seguimos com as nossas conversas em torno da #META 18 do Plano Nacional de Educação em vigência (2014-2024). Para este episódio teremos uma conversa com a Professora Marli Fernandes de Carvalho, Vice-Presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), acerca da referida meta que terá seu conteúdo relembrado por Izador Águeda.

  27. 123

    #PNE/Meta 18-volume 2

    Neste mês de outubro, mês dedicado aos professores com suas lutas e afetos, Maristela Cerdeira lê a #meta 18 do PNE e, em seguida, ela e Izadora Águeda conversam acerca da meta com Inês Barbosa de Oliveira, Professora-Titular aposentada da UERJ, Professora-Adjunta do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Estácio de Sá e atual Presidenta da ABDC.

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    #Plano Nacional de Educação - Meta 4

    Neste episódio, Marcelo Machado faz a leitura da #meta 4, que trata da inclusão nas escolas. Em seguida, ele e Maria Cecília Castro, ambos integrantes do GrPesq que produz este podcast, conversam com Alice Yamasaki, Professora da Faculdade de Educação da UFF.

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    #Plano Nacional de Educação - Meta 5

    Neste episódio falaremos da meta 5 que versa sobre o destino e os planos de alfabetização para as escolas do nosso país. Marcelo Machado e Maria Cecilia Castro conversam com as Professoras Lorelai Pessanha do Coluni-UFF e Daniele Gama da SEDUC/SME-RJ.

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    #PNE/Meta 18 - plano de carreira

    Neste episódio, vamos debater do ponto de vista jurídico, o que esperar da implementação dessa meta, para valorizar a carreira do magistério, tanto do ponto de vista salarial, quanto das condições de trabalho e, vamos falar também dos demais profissionais da Educação.  Nossos convidados são o Procurador da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Leonardo Rocha, e o Advogado da Associação de Docentes da UERJ (ASDUERJ), Gustavo Berner.

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    #PNE/Meta 17 – valorização dos profissionais do magistério

    O Plano Nacional de Educação (PNE) aprovado pela Lei 13.005/2014, vai completar uma década em 2024 e trouxe uma proposta diferenciada. Previa metas para dez anos, tendo como princípio ser um plano de estado e não somente de governo. Assim, foi fruto de um processo de debate iniciado na conferência nacional de educação de 2010, sendo aprovado pelo congresso nacional e sancionado em 2014 pela então presidenta Dilma Rousseff. Em que medida o golpe, os governos Temer e Bolsonaro e a pandemia impactaram na realização das 20 metas traçadas. Em que retrocedemos, avançamos ou ainda precisamos avançar. Ao longo dessa temporada, iremos refletir sobre essas e outras questões, em diálogo com convidados especiais. Neste episódio, conversamos sobre a meta 17. Eneida Leão conduz a conversa com dois representantes do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Estado do Rio de Janeiro (SEPE-RJ), Flávio Lopes de Oliveira e Maria Beatriz Rios.

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    #Recriar o Plano Nacional da Educação 7

    Neste episódio, vamos ouvir uma cena ficcional realizada pelos estudantes da disciplina eletiva: Educação, Linguagens e Tecnologias: agirpensar com as escolas e seus praticantespensantes usando cinema e outros artefatos culturais.  A seguir, Roberta Guimarães entrevista Márcia Ângela Aguiar, Professora Titular da Universidade Federal de Pernambuco, atuando na Pós-graduação em Educação. Ela foi Presidenta da ANFOPE, da ANPEd e Anpae e Conselheira da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação. Atualmente, ela é Diretora de Cooperação Internacional da ANPAE.

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    #Recriar o Plano Nacional da Educação 6

    Neste programa, ouviremos uma cena ficcional criada por estudantes da disciplina eletiva: Educação, Linguagens e Tecnologias: agirpensar com as escolas e seus praticantespensantes usando cinema e outros artefatos culturais.  E a seguir, Talita Malheiros entrevista Tânia Mara Zanotti Guerra Delboni, Professora do Programa de Pós-graduação em Educação-PPGE/UFES, ela é membra do GT-currículo da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd) e Presidenta da Associação Brasileira de Currículo (ABdC).

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    #Recriar o Plano Nacional da Educação 5

    Vamos ouvir Thamy Lobo, Oswaldo Oliveira e Letícia Medeiros, estudantes da disciplina eletiva: Educação, Linguagens e Tecnologias: agirpensar com as escolas e seus praticantespensantes usando cinema e outros artefatos culturais. Nesta cena ficcional: No ritmo da aula.  Na sequência, Márcia Costa Rodrigues entrevista Maria Teresa Avance.

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    #Recriar o Plano Nacional da Educação

    3ª temporada Uma das atividades do nosso grupo de pesquisa, para além deste podcast, é a difusão desse artefato cultural. Acreditamos que o podcast “Cotidianos e Currículos” é também um artefato curricular, no qual desenvolvemos nossa pesquisa e tecemos redes de afetos. Assim, sempre que é possível realizamos oficinas ou minicursos para mostrar a potencialidade desse artefato para reunir pessoas, encontros para circular ideias acerca da Educação e tantos outros temas cotidianos caros às nossas pesquisas. Uma das oficinas aconteceu no durante o XI Seminário Internacional "As redes educativas e as tecnologias: docentes, na resistência e na criação", realizado na UERJ, em formato híbrido, entre 04 e 07 de julho de 2022, quando convidamos os seus participantes a gravarem áudios definindo o que era Educação e para nos contarem como estavam resistindo naquele tempo em que a mudança do online para o presencial ainda era incerta ou envolvendo a necessidade de muitos cuidados. O que, de fato, nos acompanha, ainda, pois surge uma nova variante da Covid-19, neste momento. Já produzimos mais de 100 episódios do podcast “Cotidianos e Currículos” e estamos finalizando agora em novembro e dezembro a última temporada de 2022, trazendo como temática a retomada das discussões sobre o Plano Nacional de Educação – 2014/2024, abandonado no último governo, e cujas mudanças estão começando a ser pensadas, pois no novo governo devemos projetar o PNE 2024/2034. Assim, neste episódio, você ouve alguns *áudios produzidos na oficina do Redes ainda inéditos e algumas metas do Plano Nacional de Educação que sublinhamos para animar nossos próximos episódios. Você também poderá participar desses episódios trazendo uma das metas que julgue importante sublinhar – busque conhecer o PNE-2014/2024, bem como o relatório da CONAPE, realizada em Natal, entre os dias 15 e 17 de julho de 2022. Grave seu áudio e envie para [email protected] Vamos convidar pesquisadores para comentar algumas dessas metas e quem sabe poderemos contar com alguma sugestão sua. Participantes do XI Seminário Redes Educativas Roberta Guimaraes Maristela Cerdeira Maria Cecília Castro Marcelo Machado Fernanda Mello Rafaela Rodrigues Elizete Sabino Alexandre Merida Rosilene Souza Almeida Soler Gonçales Solange S. Wladimir 

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Há muito trabalhamos com o uso e a criação de imagens, sons, em filmes, bem como usamos as chamadas redes tecnológicas, em especial a internet. Foi criado, então, este podcast. Terá postagem semanal, em séries que mudam a cada mês. A série Sons inaugura o podcast “Cotidianos e currículos” , produzido pelo grupo de pesquisa “Currículo e cotidianos e redes educativas e imagens e sons e ...”, Coordenador por Nilda Alves, com colaboração de discentes da UERJ (Maracanã) FFP/São Gonçalo, e com muitos outros saberes que circulam nas diferentes redes educativas que formamos e que nos formam.

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