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Diálogo com as Sombras

by Moisés Santos

Teoria e prática da Mediunidade com JesusO relacionamento com o mundo espiritual se reveste de enganosa simplicidade. Realmente, em princípio, qualquer pessoa dotada de faculdades mediúnicas, mesmo incipientes, pode estabelecer contato com os desencarnados, consciente ou inconscientemente, serena ou tumultuadamente. Alguns o fazem compulsoriamente ou com relutância: outros com espontaneidade; uns com respeito e amor, outros com leviandade e indiferença: e muitos sem mesmo perceberem o que se passa e o que deve ser feito para ordenar um fenômeno(...)

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  1. Resumo e conclusões

    Creio haver chegado ao final da tarefa que me impus, na tentativa de fixar no papel alguns dos muitos ensinamentos amealhados, em mais de uma década, no trato íntimo e permanente com inúmeros companheiros desencarnados. Não me foi possível evitar que este livro se revestisse das características…

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  2. Sonhos e Desdobramentos - 2a parte

    Lembranças residuais dessa atividade permanecem em nossa memória de vigília, ao despertarmos, e é de utilidade ao trabalho mediúnico observá­-las com atenção e interesse, como, também, procurar predispor­-se positivamente às tarefas noturnas, enquanto o espírito se acha desdobrado pelo sono. Para...

  3. Sonhos e Desdobramentos

    Páginas atrás, ficou documentada uma referência sumária à atividade desenvolvida pelos componentes do grupo mediúnico, durante as horas de repouso, através de sonhos e desdobramentos. Creio que é oportuno desenvolver um pouco mais o conhecimento desse aspecto, que contém importantes conotações…

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  4. O Intervalo - 2a parte

    De outra vez, recordei-­me, com extraordinária lucidez, de algumas cenas ocorridas numa dessas incursões em território perigoso e agreste. Fomos recebidos no local — escuro e opressivo — com alguns sinais de cordialidade ou, pelo menos, sem hostilidade. Há, depois, um “branco”, do qual nada me...

  5. O Intervalo

    Muito trabalho, no entanto, desenvolve­-se no mundo espiritual, entre uma sessão e outra: trabalho complementar, como vimos, embora de menor vulto, e trabalho preparatório, muito mais amplo, difícil e constante. Companheiros nossos por várias vezes nos têm falado de verdadeiras sessões mediúnicas...

  6. Perspectivas

    O que acontece quando o Espírito, assim despertado, nos deixa? São muitos os caminhos que se abrem diante dele. Geralmente, é levado a um local de repouso e tratamento perispiritual e mental. No momento é o de que mais precisa, além da certeza de que os seus antigos amores acham-se ­se novamente…

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  7. A Crise - 3a parte

    Em suma: a crise manifesta­se de muitas maneiras, mas dentro de certas configurações padronizadas: arrependimento, temor, revolta ou deslumbramento. Vem sempre acompanhada de profundas emoções; não é um momento que o Espírito consiga viver com indiferença e frieza, sendo, por conseguinte, a...

  8. A Crise - 2a parte

    Ao cabo dessa fase de maior receptividade aos pensamentos e à afeição do doutrinador, pode ocorrer, então, a crise. Ë o momento mais dramático da manifestação: o Espírito começa a sentir que não terá forças para resistir aos apelos da Verdade. Está, ainda, sobre o fio da navalha, como diz a...

  9. A Crise

    O doutrinador precisa estar atento aos primeiros sinais de que o Espírito manifestante começa a ceder, para que ele próprio —doutrinador — possa reformular a sua tática. Espíritos muito agressivos e violentos manifestam­-se, de início, irritadíssimos, em altos brados, dando murros na mesa,...

  10. Recordações do passado - 3a parte

    Muito frequente é a presença de antigos e esquecidos amores: mães, esposas, filhos, ou amigos muito chegados ao coração. Se fosse realizada uma pesquisa estatística sobre tais manifestações, estou certo de que as mães ocupariam o primeiro lugar, destacadamente. A pureza do amor materno permanece...

  11. Recordações do passado - 2a parte

    Vários recursos são empregados, pelos mentores espirituais dos grupos de desobsessão, para obter dos companheiros desarvorados o mergulho necessário nas lembranças recalcadas. Um dos mais comuns é o da projeção dos chamados “quadros fluídicos”. O Espírito vê, diante de si, incoercivelmente, cenas...

  12. Recordações do passado

    Somos o nosso próprio passado. Dormem soterradas nos tenebrosos porões do inconsciente as razões das nossas angústias de hoje, tanto quanto estão em nós as conquistas positivas, que lutam por consolidar-se na complexidade da nossa psicologia, tentando suplantar os apelos negativos que insistem em...

  13. O Passe - parte 2

    Precisamos estar sempre protegidos pela prece e pelas boas intenções, sempre que nos levantamos para dar passes num irmão desencarnado incorporado. Mas, para que dar passes?

  14. O Passe

    A técnica do passe magnético, nas sessões de desobsessão, merece algumas observações específicas. Tão difundida está hoje, pelo menos no Brasil, a ideia do passe, que até os dicionários comuns contêm definições aceitáveis dele, como, por exemplo, o de Caldas Aulete e o da Academia Brasileira de...

  15. A prece

    A fé e o amor são os dois grandes instrumentos de trabalho do doutrinador. Ainda voltaremos a falar sobre o amor, esse tema inesgotável, fonte de belezas eternas, de reservas inexauríveis de energia criadora, de harmonias insuspeitadas, sempre a nos surpreender com o seu infinito potencial. A fé…

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  16. Linguagem enérgica

    Sem dúvida alguma, a tônica do nosso diálogo com os irmãos desnorteados é a paciência, apoiada na compreensão e na tolerância. Nada de precipitações e ansiedades. Bastam as ansiedades do irmão que nos visita e, se pretendemos minorá­-las, temos que contrapor, às suas aflições, a nossa...

  17. O Desenvolvimento do Diálogo - 3a parte

    Mas o diálogo prossegue. Suponhamos já ter sido possível identificar o núcleo principal do problema. Já descobrimos as razões fundamentais do seu drama. Não obstante, muito falta ainda para dissolver e dispersar aquele núcleo doloroso. Mesmo com tudo isso presente à sua consciência, ele ainda...

  18. O Desenvolvimento do Diálogo - 2a parte

    Fora desses casos, que insistimos em qualificar de excepcionais, deve prevalecer a regra geral do silêncio e da sustentação psicológica aos médiuns e ao doutrinador. Outra norma subsidiária: os circunstantes, como componentes encarnados do grupo, vigiem bem seus pensamentos. Mantenham-­se atentos...

  19. O desenvolvimento do diálogo

    Pouco a pouco, o diálogo vai se desenvolvendo, a partir de uma espécie de monólogo, pois, no princípio, como vimos, é necessário deixar o Espírito falar, para que informe sobre si mesmo, o que acaba acontecendo. Muitos o fazem logo de início, dizendo prontamente a que vieram e o que pretendem....

  20. Técnicas e recursos - 8a parte

    Duas observações básicas é preciso ainda fazer, sobre tais propostas e acomodações: a primeira, é mais do que óbvia, ou seja, as concessões que nos oferecem têm elevado preço, por mais inocentes que se apresentem, à primeira vista. Além do mais, nada impede que desfaçam o trato, a qualquer tempo,...

  21. Técnicas e recursos - 7a parte

    Nem sempre, porém, essas bravatas e ameaças terminam assim, amistosamente, num reencontro de dois seres que seguiram rotas diferentes, mas continuam a estimar­-se e respeitar­-se. Usualmente, o rancor está firme atrás delas, e pelo menos algumas das ameaças concretizam­-se mesmo, sob variadas...

  22. Técnicas e recursos - 6a parte

    Calma, paciência, tolerância. Não altere a voz, não se deixe irritar, não reaja da maneira que ele espera, pois assim não conseguirá ajudá-lo. Resista, mas resista mesmo, ao impulso de “responder-lhe à altura”, mesmo que tenha o argumento que parece decisivo. Se o tem mesmo, tanto melhor. Use o…

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  23. Técnicas e recurso - 5a parte

    Esse mecanismo tem que ser bem compreendido por aquele que se propõe ajudar espíritos endividados. É claro que também somos endividados, talvez tanto quanto eles, ou até mais. Precisamos, no entanto, mostrar-lhes que estamos fazendo alguma coisa, lutando, enfrentando os nossos espectros…

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  24. Técnicas e recursos - 4a parte

    Acesse o programa Mediunidade e Obsessão pela Rádio Rio de Janeiro 1400 KHz AM diretamente por este link. Participe do programa enviando sua mensagem ou pergunta através do e-mail [email protected] ou pelo WhatsApp da Rádio aos cuidados de Moisés Santos.

  25. Técnicas e recursos - 3a parte

    Certa noite, devido à ausência de grande número de companheiros, a sessão alcançou um clima de maior intimidade, o que talvez lhe tenha favorecido a superação de suas inibições interiores, para falar-­nos de maneira inusitada, revelando o que de há muito entrevíamos nele: conhecimento…

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  26. Técnicas e recursos - 2a parte

    Não se assuste, não se apavore, não tema e, sobretudo, não deixe de comparecer ao trabalho, por causa dessas dissonâncias psicofísicas, pois é isso mesmo que desejam os companheiros desequilibrados, ou seja, afastá­-lo do trabalho. Esse envolvimento pode dar-­se também com os demais participantes...

  27. Técnicas e recursos

    Dissemos alhures, neste livro, que cada manifestação é diferente. Nunca sabemos, ao certo, as intenções do Espírito que se aproxima, que problemas nos traz, quais são suas características, qual a razão de sua presença entre nós. Além do mais, a própria mediunidade não é um instrumento de…

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  28. As Organizações - 2a parte

    São muitos os dramas e as manobras dessa hora decisiva. Quando conseguimos colher, em nosso afeto, um desses poderosos companheiros extraviados, há uma verdadeira celeuma na retaguarda. Podemos contar, logo, com manifestações de indignados e agressivos assessores seus, que o desejam de volta e...

  29. As organizações no Mundo Espiritual

    Muito temos falado, aqui, sobre as organizações do submundo da dor e do desespero. Tentemos estudá­-las mais de perto. É claro que jamais nos trouxeram, nossos irmãos desarvorados, os esquemas e organogramas de suas instituições, mas, de tanto ouvi-­los falar delas, creio possível montar, com as...

  30. Os processos de fuga - 2a parte

    Um deles confessou-­me que conhecia bem o seu passado. Ocupara, em cada vida, a posição que lhe convinha aos propósitos pessoais. Amava a glória e o poder, acima de tudo. Responsabilidades, claro que tinha muitas. E daí? Outros dizem que não se importam com o resgate. O que importa é o que fazem…

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  31. Processos de fuga

    A contínua observação desses métodos, ao longo dos anos, vai desenhando para nós um perfil mais nítido dos segredos e mistérios do transviamento moral. As atitudes agrupam­-se e, em cada uma delas, repetem­-se os gestos, as palavras, os impulsos, as motivações. No entanto, guardam todas, e cada…

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  32. Vaidade e orgulho

    Muito ligado ao problema do poder está o da vaidade, e também o do orgulho. Vimos como se entrelaçam, no caso da rainha indiana. A vaidade se apresenta sob muitos aspectos e é claro que nem sempre está associada ao exercício do poder. Às vezes, limita­-se aos cuidados com a aparência “física”, as...

  33. O Poder

    Muitos dramas, cujos vagalhões vêm rebentar em nossas mesas de trabalho mediúnico, têm o seu núcleo principal na terrível paixão pelo poder. Um Espírito disse-­me certa vez em que dialogávamos: — Sempre fui grande! Em termos humanos, sim, fora grande, desde remotíssimos tempos, desde o antigo…

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  34. O Problema - 3a parte

    A situação é consideravelmente mais difícil quando o doutrinador defronta-­se com seu próprio obsessor. Neste caso, a tarefa assume implicações de natureza muito pessoal, para as quais o doutrinador tem que estar preparado. Mais adiante, estudaremos um caso destes. Neste ponto, basta extrair da...

  35. O Problema - 2a parte

    Certa noite, ela veio apenas para despedir­-se. O drama e a dor estavam encerrados. Agora, era a retomada da trilha evolutiva, a perspectiva de novas experiências redentoras: a querida irmãzinha preparava­-se para reencarnar-­se, perfeitamente reconciliada com a vida e com o amor. Foi-­nos...

  36. O Problema

    O ser humano, encarnado ou desencarnado, vive no clima da emoção, pressionado ou sustentado por ela, levado por ela às furnas mais profundas da dor e da revolta, ou alçado aos píncaros da felicidade e da paz. Ela nos afeta, mesmo quando, ocasionalmente, parece não existir em nós. É oportuno…

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  37. Mulheres - 3a parte

    Poucas semanas depois deste caso, tivemos outra manifestação de Espírito feminino. Também é das que se dizem atraentes e sedutoras, estando, obviamente, empenhada em fascinar criaturas encarnadas e desencarnadas, a serviço dos seus mandantes. Vai logo dizendo, muito sorridente, que não venha com…

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  38. Mulheres - 2a parte

    Retomando, porém, nossas perguntas iniciais, poderemos responder que, infelizmente, Espíritos que passaram por experiências no sexo feminino também odeiam, perseguem, obsidiam. Alguns são mesmo particularmente agressivos, rancorosos e violentos. É que; levando para o Além as suas frustrações…

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  39. Mulheres

    O trabalho mediúnico oferece insuspeitadas condições de aprendizado. Cada sessão traz as suas surpresas; cada manifestação suas lições e ensinamentos. A contínua observação desse vaivém de companheiros desencarnados, o desfile trágico de problemas, angústias, dores e ódios, a força irresistível…

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  40. Magnetizadores e Hipnotizadores

    São amplamente utilizados, nos processos obsessivos, os métodos da hipnose e do magnetismo, que contam, no Além, com profundos conhecedores e hábeis experimentadores dessas técnicas de indução, tanto entre os Espíritos esclarecidos e despertos para as verdades maiores, como entre aqueles que…

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  41. Magos e Feiticeiros - 5a parte

    Estejamos vigilantes, porém tranquilos e guardados na paz do Cristo. Se o nosso trabalho é de Deus, sigamos em frente, serenos, confiantes, destemidos. Estejamos preparados, porém, para enfrentar os companheiros desarmonizados. Aqueles que por longos séculos vêm praticando a magia, estão…

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  42. Magos e feiticeiros - 4a parte

    A propósito, parece ainda oportuno reproduzir uma das normas coligidas por Papus: “Tratai de não vos servir jamais desta arte contra vosso próximo, a não ser para uma vingança justa. Mesmo assim, porém, aconselho-­vos que é melhor imitar a Deus, que perdoa, e que vos tem perdoado a vós mesmos. E...

  43. Magos e feiticeiros

    Os trabalhadores da desobsessão não devem ignorar a realidade da magia negra, a fim de não serem tomados de surpresa nas suas tarefas redentoras. Com frequência, terão oportunidade de observar tentativas de envolvimento do grupo e de seus componentes, ou de pessoas que dele se socorrem…

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  44. Magos e feiticeiros - 3a parte

    Antes de mergulharmos no seu livro, creio útil transmitir ao leitor espírita uma ideia da posição de Papus em relação ao Espiritismo: “Existe, não obstante — escreve ele, à página 11 de seu livro —, uma forma de experiências mágicas próprias para as pessoas pusilânimes, e que aconselharemos a...

  45. Magos e Feiticeiros - 2a parte

    O assunto mereceu também observações, ainda que sumárias, de André Luiz, em EVOLUÇÃO EM DOIS MUNDOS — livro que talvez ainda levemos meio século para desdobrar em todas as suas implicações. Diz o autor espiritual que, a certo ponto da história evolutiva... — ... “Iniciou-se o correio entre o…

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  46. O Vingador

    Vingar­-se é ir à forra, punir alguém por aquilo que fez ao vingador e, por isso, vingança é uma palavra ­chave nos trabalhos de desobsessão e esclarecimento. Aquele que se dedica a essas tarefas, precisa estudá-­la a fundo, suas origens, suas motivações, seus mecanismos e as soluções que lhe…

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  47. O Intelectual

    Nem sempre é materialista. A escala cromática aqui é ampla e variada. Encontramo­-los de todos os feitios, variedades e tendências. Há os descrentes, indiferentes, materialistas, espiritualistas, religiosos ou não. Foram escritores, sacerdotes, artistas, poetas, médicos, advogados, nobres, ricos,...

  48. O Religioso - 3a parte

    A esta altura, o leitor, algo impressionado, estaria perguntando se não há sacerdotes de boa índole, no mundo espiritual. Certamente que sim, e, graças a Deus, em grande número; com muito mais frequência, porém, entre aqueles que foram pequenos e humildes servidores da Igreja, conscientes das...

  49. O Materialista

    Este não constitui problema difícil, no trabalho de esclarecimento. Viveu, na carne, convicto de que além da matéria nada existe; de que, além da morte, só há o silêncio e a escuridão do não­ ser. Às vezes, tais posições foram meramente filosóficas, isto é, platônicas. A despeito da descrença em...

  50. O Religioso - 4a parte

    Muitas são as lições dolorosas que nos ministram os dramas vividos por esses pobres irmãos que insistem em declararem-­se trabalhadores do Cristo.

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