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Estadão Analisa com Carlos Andreazza

O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.

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  1. 1000

    ‘Caso Lulinha: As Jóias de Marcola e o empréstimo exótico’ | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 18, Carlos Andreazza fala que a Polícia Federal apontou que mensagens interceptadas indicam que a empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha comprou joias no valor de R$ 9,2 mil para Marco Aurélio Santana Ribeiro (o Marcola), ex-chefe de gabinete do presidente Lula. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou em entrevista à podcasts, que acredita na inocência do filho dele, o empresário Fábio Luis Lula da Silva, mas que os inquéritos contra ele não serão engavetados. Lulinha é investigado pela Polícia Federal (PF) por suspeita de tráfico de influência. “Meu filho sabe que ele não pode fazer nada errado, ele jura, por tudo que é sagrado que ele não tem nada. Eu acredito nele, mas eu já disse aos advogados que ninguém vai pedir fechamento de inquérito contra o meu filho”, disse o presidente. Sem registros oficiais, a lobista Roberta Luchsinger fez mais de 40 visitas a órgãos do governo federal desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em janeiro de 2023. Por lei, reuniões com autoridades precisam ser informadas nas agendas dos agentes públicos que participam dos encontros. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  2. 999

    Alcolumbre parça de Xandão. A ex-turma de Dino no Maranhão. E o começo da campanha | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 17, Carlos Andreazza fala sobre o início da campanha eleitoral, da parceria entre Alcolumbre e Moraes e da situação de Flávio Dino no Maranhão. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes foi um dos responsáveis pelo aumento dos atritos entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Ele estava no time que encorajou senadores a votarem contra a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, a uma vaga no tribunal. Agora, porém, ele foi o anfitrião do acordo de paz entre os dois para salvar a própria pele. Já Flávio Dino tinha um objetivo: descobrir quem entre os seus adversários políticos no Maranhão fora o informante do jornalista Luís Pablo. Dino, dublê de juiz do tribunal constitucional e chefe de grupo político local, tem muitos adversários no Estado que governou até 2022, Estado – tornado imundo caso de polícia – sobre cuja vida político-eleitoral, direta ou indiretamente, o ministro toma providências judiciais. Providências aceleradas a partir de cisão – agora guerra – no grupo político que liderava. Barra pesada. O governador, que lhe foi vice, que lhe era aliado, eleito por ele, agora é inimigo – e em decorrência disso, a serviço de agenda partidária de togado, vai mobilizado o Supremo. A campanha eleitoral começou neste domingo, 16, com eventos focados em atrair eleitores da Região Sudeste e atacar opositores criticando seu posicionamento sobre temas como a condução da política externa, principalmente a relação do Brasil com os Estados Unidos. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/  See omnystudio.com/listener for privacy information.

  3. 998

    Start #441 com Daniel Gonzales: cibersegurança na velocidade da IA - a guerra digital acelerou

    E se o maior desafio da inteligência artificial para a cibersegurança não for apenas o que ela pode fazer contra nós, mas a velocidade com que um ataque pode ser planejado e executado? O novo Relatório de Caça a Ameaças da CrowdStrike mostra que isso já acontece. Adversários usam IA para gerar códigos, atacar infraestrutura de inteligência artificial, explorar LLMs corporativos e comprometer cadeias de software. E o tempo de reação está encolhendo. Grupos ligados à China exploraram vulnerabilidades críticas em até 24 horas após a divulgação de uma prova de conceito. Em outro caso, mais de 300 dependências de software foram comprometidas em um único dia. A atividade criminosa na nuvem cresceu 171%. O que isso muda nas modernas estratégias de cibersegurança? O Start Eldorado desta semana discute essa nova corrida entre ataque e defesa com Marcos Ferreira, vice-presidente de Pré-Vendas da CrowdStrike para a América Latina. Com apresentação de Daniel Gonzales, o Start Eldorado está nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  4. 997

    Andreazza: ‘O vício da inconstitucionalidade em Alexandre de Moraes e Flávio Dino’ | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 14, Carlos Andreazza fala sobre o STF, pois ao menos quatro dos atuais dez ministros do Supremo Tribunal Federal ficaram incomodados com a decisão de Alexandre de Moraes de investigar um ex-secretário do governo do Maranhão apontado como fonte de um jornalista que escreveu reportagens sobre uso de carros oficiais pela família do ministro Flávio Dino. Outros têm evitado falar do assunto, mesmo nos bastidores. Em caráter reservado, um dos ministros críticos à decisão diz que ela é inédita no sentido de afronta à liberdade de imprensa e que significa um precedente perigoso para o jornalismo investigativo. O ministro Flávio Dino afirmou nesta quinta-feira, 13, que é alvo de “agressões e injustiças” após a operação da Polícia Federal (PF) que mirou fonte de jornalista por suposta perseguição a ele. “Minha atual função de juiz impede-me de participar cotidianamente de ‘apaixonados’ debates públicos. Isso inclui suportar calado agressões e injustiças, assistir a distorções monumentais quanto a fatos, acompanhar perplexo a exposição de interpretações absurdas”, escreveu Dino em publicação nas redes sociais. Já o presidente do Supremo, Edson Fachin, afirmou, em discurso na abertura da sessão plenária desta quinta-feira, 13, que a Corte tem compromisso com a “liberdade de imprensa e com o direito fundamental dos jornalistas ao sigilo de fonte”, mas defendeu a “responsabilização, inclusive penal, de quem tiver praticado crimes”. O discurso ocorreu após o ministro Alexandre de Moraes determinar buscas contra um ex-secretário do governo do Maranhão. Ele é apontado como fonte de informações de um jornalista que publicou reportagens sobre o uso de carros oficiais pela família do ministro Flávio Dino. Moraes e a Polícia Federal apontam Raimundo Cutrim, ex-secretário de Segurança Pública do Maranhão, como fonte do jornalista Luís Pablo Conceição Almeida, do Blog do Luís Pablo. Para chegar a Cutrim, o ministro decretou a quebra do sigilo telemático do jornalista, alvo da PF em março. A decisão de Moraes é monocrática. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  5. 996

    'Direito Xandônico e os penduricalhos no STF: depois de cassarem o sigilo de fonte, voltam os caçadores de marajás | Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 13, Carlos Andreazza fala sobre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin, que determinaram nesta quarta-feira, 12, que sete tribunais de Justiça suspendam imediatamente o pagamento de penduricalhos irregulares. Os magistrados exigem ainda que os presidentes de cada Corte enviem, em 72 horas, os nomes dos juízes beneficiados e devolvam valores acima do limite de 70% do subsídio. A medida alcança os tribunais de Maranhão, Rio de Janeiro, Goiás, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Norte e Distrito Federal. Nas decisões, que são idênticas, os ministros afirmam que os valores são “exorbitantes”. Houve ainda reporte de possíveis irregularidades nos pagamentos de honorários de sucumbência para membros da Advocacia-Geral da União (AGU). Neste caso, os ministros foram mais brandos. O ministro Alexandre de Moraes ainda afirmou que 1,1 mil magistrados estaduais receberam indevidamente mais de R$ 100 mil em abril, o que ele classificou de “pagamentos exorbitantes não autorizados pelo STF”. O ministro ordenou que sete Tribunais de Justiça suspendam imediatamente o pagamento de penduricalhos irregulares. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  6. 995

    ‘Supremo Xandônico: Moraes e Dino contra o sigilo de fonte’ | Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 12, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que determinou busca e apreensão contra um ex-secretário do governo do Maranhão apontado como fonte de informações de um blogueiro que publicou sobre o uso de carros oficiais pela família do ministro Flávio Dino. Moraes aponta Raimundo Cutrim como fonte de informações publicadas pelo jornalista Luís Pablo Conceição Almeida, do Blog do Luís Pablo. As buscas foram realizadas a partir de informações encontradas no celular do blogueiro, alvo da PF em março. Na operação desta terça, um advogado também foi alvo de um mandado de buscas porque teria assessorado o blogueiro nas publicações sobre o ministro. A decisão de Moraes está sob sigilo. Procurado, o STF ainda não se manifestou. A decisão cita que a Polícia Federal encontrou movimentações financeiras desse advogado em favor do blogueiro e quer saber se os pagamentos estão relacionados a publicações de interesse do grupo de Raimundo Cutrim. Em outra frente, associações jornalísticas publicaram nota conjunta em que manifestam ‘profunda preocupação’ com a ação policial que mirou Raimundo Cutrim. Ele foi citado em despacho do ministro Alexandre de Moraes como fonte anônima de reportagem sobre uso de carros oficiais pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). A nota foi assinada pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Jornais (ANJ) e a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner). “Ações judiciais que quebram o sigilo da fonte não têm amparo constitucional e abrem precedentes que ameaçam a liberdade de imprensa, amparada pela Constituição de 1988″, diz a nota. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  7. 994

    Motta e Alcolumbre se aproximam de Lula. Flávio Bolsonaro gosta | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 11, Carlos Andreazza analisa o acordo costurado entre o Palácio do Planalto e Hugo Motta (Republicanos-PB) para a disputa da Câmara em 2027, além da tentativa de o governo fechar um pacto semelhante com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Em busca de apoio dos dois líderes nas eleições de outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já sinalizou que vai apostar em mais uma gestão de Hugo Motta (Republicanos-PB) à frente da Câmara. Ao mesmo tempo, também pretende dar respaldo a Alcolumbre — desde que o senador colabore com o Planalto. Essa nova aliança com o Centrão, pensada para um eventual novo mandato de Lula, foi um dos temas centrais de um jantar na casa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, ocorrido na última terça-feira, 4, do qual participaram o presidente e Alcolumbre. O encontro também serviu para um “acerto de contas” entre os dois, logo nos primeiros momentos da reunião. A mediação ficou por conta de Moraes — amigo próximo do presidente do Senado — e do também ministro do STF Cristiano Zanin, que já foi advogado de Lula. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiFoto: Wilton Junior/Estadão    See omnystudio.com/listener for privacy information.

  8. 993

    Os donos do orçamento secreto na piscina do advogado | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 10, Carlos Andreazza comenta uma imagem localizada pela Polícia Federal que mostra o advogado Willer Tomaz, alvo da mais recente fase da Operação Sem Desconto, em uma piscina ao lado de pelo menos oito deputados e senadores. A operação investiga um esquema de fraudes envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A fotografia estava armazenada no celular do senador Weverton Rocha (PDT-MA), que também é investigado no caso. O registro foi revelado neste sábado, 8, pela revista piauí. Além de Weverton Rocha, aparecem na imagem os deputados Arthur Lira (PP-AL), ex-presidente da Câmara, Juscelino Filho (PSDB-MA), Elmar Nascimento (União-BA) e Paulo Azi (União-BA). O ex-deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), e os senadores Efraim Filho (União-PB) e Angelo Coronel (Republicanos-BA) também estão na foto. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

  9. 992

    Start #440 com Daniel Gonzales: Infraestruturas críticas na era da IA - novos riscos, novas defesas

    Ataques cibernéticos já não representam apenas o risco de roubo de dados. Hoje, eles podem comprometer o funcionamento de serviços essenciais, como abastecimento de água, energia, transporte e hospitais. Na semana passada, as agências internacionais divulgaram várias tentativas de invasão e ataques contra estações de tratamento de água em sete estados norte-americanos. O que torna essas infraestruturas críticas tão vulneráveis? O Brasil está preparado para enfrentar esse tipo de ameaça? E como inteligência artificial e novas tecnologias podem reforçar (ou mesmo ampliar) esses riscos? No Start Eldorado desta semana, o apresentador Daniel Gonzales conversa com Alexandre Bonatti, vice-presidente de Engenharia da Fortinet Brasil, sobre os desafios de proteger os sistemas que sustentam a vida nas cidades e a economia digital, o cenário e os desafios ligados à sua proteção. O programa vai ao ar nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  10. 991

    Caso Lulinha: as desconfianças entre André Mendonça e a direção da Polícia Federal | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 07, Carlos Andreazza analisa a tensão entre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a cúpula da Polícia Federal, depois que a corporação tentou driblar o ministro André Mendonça e tirar de suas mãos as investigações sobre Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiFoto: Wilton Junior/Estadão  See omnystudio.com/listener for privacy information.

  11. 990

    O encontro secreto de Lula e Alcolumbre na casa de Alexandre de Moraes | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 06, Carlos Andreazza comenta sobre o encontro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). A reunião ocorreu durante um jantar promovido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, em sua residência, com o objetivo de aproximar novamente os dois líderes. Também participou do encontro o ministro do STF Cristiano Zanin. Ao deixar o jantar, Alcolumbre foi questionado sobre os temas debatidos, mas evitou dar detalhes e limitou-se a responder: “Segredo”. Entre os assuntos tratados esteve a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da jornada de trabalho no modelo 6x1. Lula perguntou ao presidente do Senado sobre o andamento da matéria, atualmente sem avanço na Casa.  Segundo Alcolumbre, embora a proposta tenha apoio popular, ela enfrenta forte resistência de setores do empresariado, exigirá um amplo debate e, por isso, sua votação deve ficar para depois das eleições de outubro. Nos bastidores, aliados tanto de Lula quanto de Alcolumbre avaliam que o jantar marcou o início de uma tentativa de reconstrução do diálogo entre os dois. A relação havia se deteriorado no fim de abril, após o Senado rejeitar a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

  12. 989

    Os negócios que rondam o gabinete de Lula e o presente que Trump lhe dá | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 05, Carlos Andreazza fala sobre a transação admitida pelo ex-chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Marco Aurélio Santana Ribeiro, que assumiu ter recebido pagamento da lobista Roberta Luchsinger. Ela se tornou investigada pela Polícia Federal por suspeita de tráfico de influência no governo em conjunto com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente. Em nota divulgada à imprensa, Marco Aurélio disse que o pagamento foi um “empréstimo pessoal contraído e já quitado”. Marcola, como ele é conhecido, deixou o cargo no governo Lula no último dia 21 de julho para integrar a equipe da campanha do presidente. A transação entre Roberta e Marcola foi citada pela Polícia Federal no pedido de abertura de inquérito para apurar tráfico de influência de Lulinha no Ministério da Saúde e no Palácio do Planalto. Uma das hipóteses sob investigação é se o pagamento seria propina para abrir portas no governo. A existência da transação foi divulgada pelo sitePoder360 e confirmada pelo Estadão. No cenário internacional, Lula recebeu outra surpresa nesta terça-feira, 4, com a revogação do visto da embaixadora brasileira Maria Luiza Ribeiro Viotti pelo governo dos EUA. A diplomata teve sua permanência colocada em xeque após o governo brasileiro recusar o visto de funcionários americanos no mês passado, além de ainda não ter formalizado a autorização para que Daniel Perez assuma a embaixada dos EUA em Brasília. O cancelamento do visto dela somente será revogado quando o governo brasileiro concordar com a indicação de Perez e solucionar a pendência diplomática, avisou a jornalistas um funcionário do Departamento de Estado. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

  13. 988

    Código Fachin para juízes. Mas (ainda) não para os Xandões | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 04, Carlos Andreazza fala sobre a proposta de código de ética para o Poder Judiciário que será apresentado pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em sessão nesta terça e colocado para votação.Segundo o documento, ao qual o Estadão teve acesso, a proposta traz regras sobre recebimento de presentes, participação de magistrados em eventos e limites para a atuação de parentes. A ideia é traçar “diretrizes de prevenção e gestão de conflitos de interesses” e promover “integridade, imparcialidade, transparência e confiança pública”.  Se aprovadas, as novas regras valeriam para todo o Poder Judiciário, menos para os ministros do Supremo. Existe em paralelo a discussão em torno de um código de ética específico para o STF, mas o texto ainda não está pronto. A expectativa é que a ministra Carmen Lúcia, relatora da proposta, a coloque em votação na Corte no fim deste ano. Fachin recomenda que os tribunais adotem no prazo de até seis meses mecanismos para mapear situações de conflito de interesse por meio de uma plataforma com um canal confidencial para aconselhamento ético dos magistrados. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

  14. 987

    O fator STF nas eleições | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 03, Carlos Andreazza fala sobre o papel e a influência do Supremo Tribunal Federal nas eleições de 2026. Na última quarta-feira, 29, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o governo federal e o Congresso Nacional informem de que forma deputados e senadores podem ser responsabilizados por eventuais irregularidades na destinação de emendas parlamentares. A decisão foi tomada, no âmbito de uma nova ação apresentada pela Rede Sustentabilidade, que pede o fortalecimento dos mecanismos de responsabilização dos parlamentares na execução desses recursos. Além disso, a repercussão do vídeo de Jair Bolsonaro produzido por Inteligência Artificial também deve passar pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que está diante do primeiro grande desafio sobre o uso de IA nas campanhas deste ano. A Corte está para decidir se configura ou não abuso o vídeo exibido na convenção do PL com um avatar de Jair Bolsonaro pedindo voto para o filho Flávio, candidato a presidente. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

  15. 986

    Start #439 com Daniel Gonzales: Além do controle - quando a IA encontra caminhos que ninguém previu

    Até pouco tempo atrás, a ideia de uma inteligência artificial tomando decisões inesperadas e escapando do comportamento previsto parecia assunto de filmes de ficção científica. Mas o avanço dos chamados agentes de IA, capazes de planejar, agir e interagir com sistemas digitais de forma cada vez mais autônoma, está tornando esse debate bastante concreto. Um episódio recente envolvendo um modelo da OpenAI, durante testes de segurança, levantou questionamentos importantes sobre os limites dessa tecnologia, os riscos para as empresas e a necessidade de novas formas de governança e controle. Durante testes fechados, o modelo conseguiu achar formas de fugir do controle, planejou e executou, por conta própria, um ataque cibernético contra uma outra empresa. O caso representa uma exceção ou antecipa desafios de proteção e controles rígidos que acompanharão a próxima geração de inteligências artificiais? É sobre esse cenário e seus impactos para os negócios, a inovação e a sociedade que o apresentador Daniel Gonzales conversa, nesta edição do Start, com o professor Marcos Barretto, da Fundação Vanzolini e da Escola Politécnica da USP, um dos maiores pesquisadores brasileiros do tema, que estuda a IA desde a década de 1980. O programa vai ao ar nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  16. 985

    Crise entre Mendonça e PF, e o inquérito sobre Lulinha | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 31, Carlos Andreazza fala sobre a Polícia Federal, que tentou dar um drible no ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, e retirar da sua batuta as investigações envolvendo Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. Nas apurações do caso do INSS, cujo relator é Mendonça, os investigadores descobriram as ligações de Lulinha com Antonio Carlos Antunes, conhecido como o “Careca do INSS”. E lá no meio estava também uma suspeita de tráfico de influência do filho do presidente Lula a favor do canabidiol junto ao ministério da Saúde. Antunes chegou a levar Lulinha numa viagem à Portugal sobre o tema. A decisão da Polícia Federal de formalizar um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para a abertura de uma nova frente de investigação contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, provocou estranhamento nos bastidores da Corte. A PF pediu para apurar suspeitas de tráfico de influência do empresário no Palácio do Planalto e no Ministério da Saúde, em tratativas de negócios sobre o uso de cannabis medicinal. O relator do caso do INSS no STF é o ministro André Mendonça. Mas a petição no Supremo não foi direcionada a ele. Foi enviada para distribuição geral. Depois, coincidentemente terminou ficando com o próprio Mendonça, por sorteio. O ministro autorizou o novo inquérito. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  17. 984

    Andreazza: Tribunal eleitoral paralelo de Moraes não é casa de um togado só | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 30, Carlos Andreazza fala sobre a repercussão do vídeo de Jair Bolsonaro produzido por Inteligência Artificial. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está diante do primeiro grande desafio sobre o uso de inteligência artificial nas campanhas deste ano. A Corte está para decidir se configura ou não abuso o vídeo exibido na convenção do PL com um avatar de Jair Bolsonaro pedindo voto para o filho Flávio, candidato a presidente. Três dos sete ministros do TSE falaram à Coluna em caráter reservado. Para um deles, não houve abuso. Segundo esse ministro, a tecnologia pode ser usada em qualquer situação, desde que não seja para disseminar notícia falsa ou para prejudicar alguém. A defesa de Jair Bolsonaro informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ex-presidente não tinha conhecimento prévio sobre o vídeo exibido na convenção do PL no sábado, 25. No lançamento oficial da candidatura de Flávio Bolsonaro, foram exibidas imagens e voz criadas por inteligência artificial de Jair Bolsonaro pedindo apoio ao filho. A declaração é uma resposta ao questionamento feito na terça-feira, 28, por Alexandre de Moraes. O ministro queria saber se o ex-presidente tinha sido consultado previamente sobre o vídeo e se havia autorizado a exibição. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  18. 983

    Carlos Andreazza: ‘O tribunal eleitoral paralelo de Alexandre de Moraes’ | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que deu 48 horas para que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se manifeste se ele autorizou ou não a produção e veiculação de um vídeo feito com inteligência artificial divulgado durante a convenção do PL que lançou o filho, Flávio Bolsonaro, à Presidência da República. O vídeo mostra Bolsonaro fazendo um discurso em favor do filho. Na decisão, Moraes apontou que “a eventual concordância de JAIR MESSIAS BOLSONARO com a divulgação de um vídeo produzido por IA, e amplamente divulgado nas redes sociais, contendo sua imagem e declarações ostensivamente político-eleitorais constituiria nova e grave transgressão à decisão judicial, poucos dias após ser sancionado, e passível de reversão da prisão domiciliar humanitária para o regime fechado.” Por outro lado, segundo o ministro, “se não houve autorização do custodiado JAIR MESSIAS BOLSONARO para utilização de sua imagem e voz para declarações político-eleitoral, além de constituir desrespeito à ordem judicial por FLÁVIO NANTES BOLSONARO e pelo Partido Liberal (PL), tal conduta poderá tipificar a denominada ‘deep fake’, prática expressamente vedada pela legislação eleitoral, uma vez que, haverá a caracterização de criação ou divulgação de conteúdo sintético destinado a associar artificialmente a imagem, a voz ou a manifestação de determinada pessoa a candidato, partido ou causa política, sem sua expressa autorização”. Durante o lançamento da candidatura de Flávio, o partido exibiu o vídeo que simulava a imagem e a voz do ex-presidente, que está em prisão domiciliar. O ministro lembrou ainda que, em decisão recente após a divulgação de uma carta de Jair Bolsonaro por Flávio, determinou a proibição da divulgação de manifestos políticos-eleitorais, inclusive por terceiros, independentemente do meio utilizado. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  19. 982

    Carlos Andreazza: ‘Lula escolhe Trump como adversário em 2026’ | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Lula e da relação conturbada entre Brasil e EUA. O governo de Luiz Inácio Lula da Silva apresentou nesta segunda-feira, 27, um pedido de consultas aos Estados Unidos no âmbito do sistema de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC) por causa do tarifaço imposto por Trump ao País. A decisão foi comunicada em nota pelo Ministério das Relações Exteriores. O pedido refere-se às duas medidas tarifárias adotadas pelos EUA na semana passada sob a Seção 301 da sua Lei de Comércio de 1974. A primeira, resultante de investigação específica sobre o Brasil, impôs tarifa adicional de 25% ao País. O governo já havia anunciado que acionaria a OMC, que se encontra enfraquecida. Além disso, é estudado o uso da Lei da Reciprocidade — o que não significa, necessariamente, que alguma medida será adotada nesse sentido neste momento. Integrantes da diplomacia ouvidos pelo Estadão/Broadcast afirmaram que o posicionamento foi necessário para que ficasse claro o descontentamento com a medida. A partir de agora, será traçado caminho cuidadoso para identificar formas de aplicação da Lei de Reciprocidade sem que haja riscos para o mercado interno. Além disso, como mostrou o Estadão, o governo Lula quer segurar medidas de reciprocidade até as eleições para não dar palanque ao senador Flávio Bolsonaro (PL), principal desafiante de Lula. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  20. 981

    Carlos Andreazza: ‘A convenção nacional de Jair Bolsonaro e o cavalo Flávio’ | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre a convenção Nacional do PL. Numa convenção com projeção internacional e chapa incompleta, o Partido Liberal (PL) lançou neste sábado, 25, a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. A defesa do legado de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), e o destaque estratégico dado às mulheres no palco marcaram as três horas de evento. Ausente, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro prorrogou o clima de reconciliação com o enteado ao enviar um vídeo de apoio, antes de o presidente da Argentina, Javier Milei, levantar o público com um discurso de meia hora com ataques a Lula e ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, a quem se referiu como um “lixo”. Flávio prometeu que, em 2027, Bolsonaro “vai subir aquela rampa do Planalto junto com a gente”. A convenção do PL exibiu também um vídeo gerado por inteligência artificial que simulava a imagem e a voz do ex-presidente Bolsonaro para declarar apoio ao senador. Logo no início da mensagem, o vídeo informava que se tratava de uma simulação. “Isso que vocês estão vendo aqui não sou eu, isso é uma simulação da minha imagem e da minha voz, feita com inteligência artificial”, dizia a gravação. O vídeo do ex-presidente Jair Bolsonaro gerado por inteligência artificial pode render questionamentos judiciais para a campanha do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. A avaliação é de especialistas em direito eleitoral ouvidos pelo Estadão. Durante o lançamento da candidatura de Flávio, o partido exibiu o vídeo que simulava a imagem e a voz do ex-presidente, que está em prisão domiciliar. No vídeo, a simulação de Bolsonaro manifestava apoio à candidatura do filho e pedia que seus apoiadores recebessem Flávio de “braços abertos”. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  21. 980

    Start #438 com Daniel Gonzales: Da reação à predição - como a IA muda a experiência do cliente na saúde

    Em praticamente qualquer segmento de negócio, conhecer o cliente apenas com base em seu relacionamento já deixou, há muito tempo, de ser um diferencial. O que faz uma empresa se destacar, agora, é entender comportamentos, antecipar necessidades e oferecer respostas certas, de forma personalizada, antes mesmo de um contato ou solicitação, com a inteligência artificial atuando em todas as etapas desse processo. Em uma operadora de planos de saúde voltada principalmente para pessoas com 49 anos ou mais, com foco especial no público 60+, e operação em modelo centrado no envelhecimento saudável, medicina preventiva e acompanhamento contínuo, esse desafio passa a ser ainda maior - a inteligência e a inovação devem permear todas as fases dessa relação, em múltiplos canais de atendimento, lidando com inúmeros perfis de clientes, tudo com o desafio não perder de vista o contato humano. Nesta semana, no Start, o apresentador Daniel Gonzales conversa sobre o tema com Barbara Feitosa, líder Customer Experience e Retention Manager da MedSênior. O programa vai ao ar nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  22. 979

    Carlos Andreazza: 'Mendonça autoriza investigação sobre Flávio. Mas e as relações entre Vorcaro e ministros do STF?' Veja o Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 24, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que autorizou a abertura de um inquérito pela Polícia Federal para apurar repasses do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, para o filme “Dark Horse”, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, trocou mensagens com Vorcaro pedindo dinheiro para ajudar bancar a produção. Mensagens por escrito e áudio dos contatos de Flávio com o dono do Banco Master foram reveladas pelo site Intercept Brasil. Flávio afirmou que a solicitação foi para patrocínio e não houve irregularidades. Mendonça autorizou a instauração da investigação a pedido da PF e com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR). O procurador-geral da República, Paulo Gonet, entendeu ter elementos para a abertura da investigação.   E a Polícia Federal também tem suspeita de lavagem de dinheiro e evasão de divisas dos recursos utilizados para financiar o filme Dark Horse, a cinebiografia de Jair Bolsonaro.  O valor vultoso e o complexo caminho do dinheiro despertou dúvidas entre os investigadores. São mais de R$ 61 milhões que saem da Entre Investimentos, que pertence a Daniel Vorcaro, do Banco Master, e chegam a um fundo no Texas, controlado por advogado próximo do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, para depois retornar ao Brasil para a Go Up Entertainment, ligada à empresária Karina Ferreira Gama. A PF quer saber a origem dos recursos, se vêm das fraudes perpetradas pelo Banco Master, e no que foram realmente utilizados, se acabaram pagando as despesas de Eduardo nos Estados Unidos. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  23. 978

    ‘Senador prestador de serviços: o consultor Flávio Bolsonaro na rede de Vorcaro’ | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a fase que vive o filho 01 de Jair Bolsonaro. O senador e pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), recebeu R$ 500 mil de uma empresa, cujo dono está envolvido no esquema do Banco Master, de Daniel Vorcaro. A relação aparece em uma nota fiscal, emitida em 9 de abril de 2025 pelo escritório de advocacia que leva o nome do senador. O documento, revelado pelo Metrópoles e confirmado pelo Estadão, indica que Flávio Bolsonaro, que é advogado, prestou serviço de “assessoria jurídica” à empresa Contábil Correa Contabilidade & Auditoria LTDA. A empresa tem como sócio-administrador Rogério Lourenço Novo, que também é diretor da Copenhagen e Assessoria e Consultoria S.A, empresa do conglomerado do Master. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o senador confirmou ter prestado serviços de advogado para Contabil Correa por meio de um contrato privado e legal. O presidenciável, porém, não explicou quais teriam sido os serviços jurídicos e disse que estão tentando “marginalizar a advocacia” Em outra frente, os candidatos Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) criticaram as declarações do senador sobre urnas eletrônicas em encontro com embaixadores. Flávio, que também é pré-candidato à Presidência, participou nesta terça-feira, 21, em Brasília, de encontro com embaixadores estrangeiros. Durante o evento, o senador pediu que os países enviem “a maior quantidade de observadores possíveis” para as eleições. Já no Rio de Janeiro, o ex-governador do Estado, Anthony Garotinho (Republicanos-RJ), disse à Coluna do Estadão que gravou um vídeo negando a participação de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na chamada “noite das astronautas”, uma suposta festa sexual promovida por Daniel Vorcaro, a pedido do próprio presidenciável do PL. Procurado, Flávio não se pronunciou. O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.   Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  24. 977

    Andreazza: ‘Flávio Bolsonaro e as informações falsas sobre urnas eletrônicas’ | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 22, Carlos Andreazza fala sobre o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que pediu, durante um encontro com embaixadores estrangeiros, que seus países enviem “a maior quantidade de observadores possíveis” para supervisionar as eleições brasileiras em outubro. “Não estou questionando o sistema de eleição brasileiro, mas que todos os países possam mandar a maior quantidade de observadores possíveis para nossa eleição e pessoas que têm conhecimento sobre essa tecnologia”, declarou, durante reunião organizada pela agência Novo Selo Comunicação e pelo site The Brazilian Report, nesta terça-feira, 21, em Brasília. Representantes das embaixadas no Brasil dos Estados Unidos, China, Israel, Alemanha e Reino Unido - além de outros 35 países - estavam presentes no evento. Em seu discurso, Flávio afirmou que um documento da CIA, a agência de inteligência dos Estados Unidos, apontou manipulação nas eleições venezuelanas de 2010: “Uma das suspeitas é que uma empresa chamada Smartmatic, de origem venezuelana, uma das suspeitas é que tenha havido uma programação para alteração das votações naquele país nas eleições de 2010”, disse. “Só para deixar registrado que muitas dessas máquinas que são utilizadas nas eleições brasileiras têm a mesma origem dessa empresa venezuelana”, frisou. Em 2020, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou uma nota em que nega o uso de aparelhos da Smartmatic: “São falsas as mensagens que circulam nas redes sociais segundo as quais a empresa Smartmatic fornece urnas eletrônicas ou softwares utilizados em urnas no Brasil. Todo o projeto da urna eletrônica brasileira e do sistema eletrônico de votação foi concebido e é gerido inteiramente pela Justiça Eleitoral do país”, escreveu a Corte. Flávio disse ainda que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), está preso justamente por um encontro com diplomatas. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  25. 976

    Carlos Andreazza: ‘Gonet, que é Gilmar, investe na intimidação a senador’ | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 21, Carlos Andreazza fala sobre a relação turbulenta entre o judiciário e o legislativo. O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) classificou como “mais uma tentativa absurda e ilegal de intimidação” um despacho de Paulo Gonet. O procurador-geral da República encaminhou à Procuradoria Eleitoral de Sergipe uma representação do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), contra o parlamentar. “Tomei ciência através da imprensa de despacho do PGR que encaminha à procuradoria eleitoral regional a representação feita pelo ministro Gilmar Mendes que me acusa de abuso por conta da proposta de indiciamento por crime de responsabilidade que apresentei no relatório da CPI do crime organizado”, afirmou Vieira no X. Gilmar Mendes disse ainda que o relator “se esqueceu dos seus colegas milicianos e decidiu envolver o Supremo Tribunal Federal”. O ministro Dias Toffoli, por sua vez, defendeu que a justiça eleitoral cassasse políticos com atuação voltada à intenção meramente eleitoral. O senador também foi processado pela família do ministro Alexandre de Moraes, mas por uma declaração que deu em entrevista ao SBT. O parlamentar afirma que a advocacia do Senado pediu para acessar os autos, mas não conseguiu. Uma cópia, porém, teria sido enviada à imprensa. O Ministério Público Federal diz que o processo corre em sigilo.  See omnystudio.com/listener for privacy information.

  26. 975

    Andreazza: Moraes aplica o ‘Direito Xandônico’ para calar Bolsonaro absolutamente | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 20, Carlos Andreazza fala sobre as restrições impostas ao ex-presidente Bolsonaro. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concluiu que o ex-presidente Jair Bolsonaro descumpriu medidas cautelares e, com isso, proibiu que ele receba visitas e também faça a divulgação de manifestos políticos-eleitorais, inclusive por meio de terceiros, independente dos meios utilizados. Os únicos autorizados a se encontrar com Bolsonaro, além dos familiares que moram com ele, são médicos e advogados que já prestam atendimento. O ministro, porém, manteve Bolsonaro em prisão domiciliar humanitária. A decisão deve inviabilizar a visita do presidente argentino Javier Milei, que a defesa de Bolsonaro pediu para que aconteça no sábado, dia 25. A decisão de Moraes foi tomada após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, ler nas redes sociais uma carta em que Bolsonaro o coloca como porta-voz. Após questionamento de Moraes sobre a possível violação da determinação de não se manifestar nas redes, inclusive por terceiros, a defesa de Bolsonaro alegou que ele não sabia que a carta seria “publicizada”. Moraes, porém, rejeitou os argumentos. O ainda senador Flávio Bolsonaro, presidenciável do PL, lançou uma ferramenta de inteligência artificial (IA), a MarIA, com o mesmo nome da inaugurada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em dezembro de 2024, durante a presidência do ex-ministro Luís Roberto Barroso. A “coincidência” surpreendeu magistrados, acostumados às críticas que o senador faz à Corte. Procurado, Flávio ainda não respondeu. A MarIA da campanha do senador é uma assistente virtual de IA voltada para o público feminino. Como explicou o pré-candidato no X, ela vai “acompanhar medidas protetivas, agendar mamografias, encontrar apoio psicológico”, além de ajudar em oportunidades de emprego. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  27. 974

    Start #437 com Daniel Gonzales: IA agêntica impulsiona o “governo Zero Clique”

    Imagine um serviço público que funciona antes mesmo de o cidadão precisar pedir. Essa é a proposta do chamado "Governo Zero Clique": usar dados, integração entre sistemas e inteligência artificial agêntica para reduzir ao mínimo a burocracia e fazer com que muitos serviços aconteçam de forma automática, simples e quase invisível para a população. Mas até onde esse modelo pode chegar? E quais são os desafios para transformar essa ideia em realidade? Uma das empresas que está à frente desse movimento é a Gove, uma govtech fundada em 2016 que desenvolve soluções para a gestão pública. Presente em 22 estados brasileiros, a empresa atende centenas de municípios e estima já ter impactado mais de 16 milhões de pessoas com plataformas que automatizam serviços públicos e utilizam IA, inclusive pelo WhatsApp. Para entender como essa tecnologia está mudando a gestão municipal e quais são os próximos passos do governo digital, o apresentador Daniel Gonzales recebe, no Start dessa semana, o CEO da Gove, Rodolfo Fiori. O programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  28. 973

    Carlos Andreazza: 'Encaixotado, Flávio Bolsonaro vai radicalizar'

    O programa diário traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevanteSee omnystudio.com/listener for privacy information.

  29. 972

    Andreazza: 'Para quem vai a conta política do tarifaço, e a boca do jacaré nas pesquisas eleitorais'

    O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) confirmou a aplicação de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, em comunicado publicado no fim da noite de quarta-feira, 15. A taxação é uma punição por práticas comerciais consideradas desleais pelo governo americano. A entrada em vigor da cobrança está programada para a próxima quarta-feira, 22.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  30. 971

    Carlos Andreazza: 'A partir dos atos de Moraes, algumas questões que Flávio Bolsonaro precisa responder'

    O programa diário traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevanteSee omnystudio.com/listener for privacy information.

  31. 970

    Carlos Andreazza: 'Moraes decreta o silenciamento absoluto de Bolsonaro no ano eleitoral'

    O programa diário traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevanteSee omnystudio.com/listener for privacy information.

  32. 969

    Dino é Dino. Valdemar é Valdemar. Coexistem. E ainda: a cartinha de Bolsonaro

    O programa diário traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevanteSee omnystudio.com/listener for privacy information.

  33. 968

    Start #436 com Daniel Gonzales: dados, IA e decisões, a nova engenharia da construção e das smart cities

    Depois da corrida para experimentar a inteligência artificial, diversos segmentos de negócios já vivem uma fase mais importante: a de gerar resultados concretos. No episódio do Start desta semana gravado no Construsummit - um dos principais eventos brasileiros dedicados à inovação, tecnologia e transformação digital na construção civil, que reúne líderes do setor para discutir inteligência artificial, dados, industrialização, novos modelos de negócios e o futuro das cidades - você ouve a conversa com três especialistas sobre como a IA está mudando a gestão do setor, da análise de dados ao planejamento de obras, da redução de custos ao uso de agentes inteligentes, passando pelos desafios de formar profissionais preparados para esse novo cenário. O apresentador Daniel Gonzales recebe Guilherme Quandt, Gabriela Torres e Gustavo Martins, que compartilharam insights sobre inovação, produtividade, cidades inteligentes e o futuro de um dos setores mais importantes da economia. O programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  34. 967

    Andreazza: A máfia intimidatória de Vorcaro; e a influência da família Mendes na CBF

    O programa diário traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevanteSee omnystudio.com/listener for privacy information.

  35. 966

    Familismo no STF: o caso do filho prodígio de Nunes Marques | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 09, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal Kassio Nunes Marques e seu filho, o advogado Kevin de Carvalho Marques. Informações da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), encaminhadas à CPI do Crime Organizado do Senado e reveladas pela Folha de S.Paulo, indicam uma forte expansão do patrimônio do advogado filho do ministro em 2025.  Em pouco mais de dois anos de carreira, Kevin de Carvalho Marques, passou a deter R$ 27,7 milhões aplicados em fundos de investimento. Outro caso envolvendo o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Nunes Marques, determinou o retorno do deputado federal Alex Manente (SP) à presidência nacional do Cidadania até as eleições. A liminar atendeu recurso diretório nacional do partido e suspendeu os efeitos de uma decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) da semana passada, que invalidou a eleição para o comando da legenda. Para o ministro, manter o entendimento da Justiça do Distrito Federal poderia comprometer a organização interna da sigla para as eleições, uma vez que as convenções partidárias estão marcadas para começar em 20 de julho. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  36. 965

    Andreazza: ‘Gilmar Mendes cartola. E Flávio Bolsonaro tentando lavar o discurso’ | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 08, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Gilmar Mendes e de Flávio Bolsonaro. O ministro Gilmar Mendes, do STF, usou seu perfil no X para postar uma mensagem sobre a eliminação da seleção brasileira da Copa do Mundo de 2026. Sob a presidência de Samir Xaud, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) manteve a tradição de empoderar cartolas ligados a lideranças políticas e envolveu nas suas principais iniciativas o instituto do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro citou e agradeceu a todos os jogadores titulares e reservas da seleção, e elogiando o técnico Carlo Ancelotti. Gilmar também declarou que Neymar emocionou o Brasil com talento, categoria e gols que marcaram época. “Ao representar o Brasil em quatro Copas do Mundo (2014, 2018, 2022 e 2026), nos emocionou com seu talento, categoria e gols que marcaram época. Já na política, a participação do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na audiência pública em Washington (EUA) sobre a investigação de supostas práticas desleais adotadas no comércio pelo Brasil foi “deslocada do ambiente técnico”. A avaliação é de empresários brasileiros e representantes do setor privado que participaram dos painéis do dia, ouvidos pelo Estadão/Broadcast. Alguns interlocutores classificaram a atuação do senador como “constrangedora”. Flávio Bolsonaro apostou em um discurso político e de ataques ao governo Lula durante a sua apresentação. De acordo com interlocutores, o senador focou a fala em três temas: regulação das redes sociais, a corrupção no Brasil e a defesa do Pix. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  37. 964

    Andreazza: Lula não joga parado ante a fragilidade da campanha de Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 07, Carlos Andreazza fala sobre a disputa polarizada na eleição deste ano. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro inventam narrativas falaciosas sobre o provável tarifaço dos Estados Unidos para enrolar os eleitores brasileiros, que vão escolher entre os dois no pleito de outubro. Em diversas manifestações públicas, Lula se refere a Flávio e seu irmão Eduardo Bolsonaro, como “traidores da pátria”. Em nota recente nas redes sociais, o presidente disse que a família “defendeu publicamente o aumento de tarifas contra produtos brasileiros”. Em outra frente, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pagou R$ 33,89 bilhões em emendas parlamentares em 2026 até o dia 4 de julho. É o maior valor da história em um período pré-eleitoral e supera tudo que foi repassado no ano de 2022 inteiro, nas últimas eleições presidenciais. Procurada, a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República afirmou que a “execução de recursos orçamentários é feita de acordo com a legislação e as determinações do Supremo Tribunal Federal, observada a aprovação técnica das propostas pelos órgãos responsáveis pela sua execução, bem como a disponibilidade orçamentária e financeira”. Do outro lado, a Justiça do Distrito Federal negou dois pedidos do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) para apagar vídeos de opositoras que lhe chamaram de “o filho mais corrupto de Bolsonaro” e ser indenizado em R$ 160 mil por danos morais. Nas decisões, os dois juízes alertaram para o risco de censura. Flávio moveu as ações em maio contra Manuella Tyler, pré-candidata a deputada federal pelo PSB da Bahia, e Camila Moreno, secretária-adjunta de Comunicação do PT. Os processos continuam tramitando. Procurado, o presidenciável não comentou. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  38. 963

    Caso Master: ‘O vazador investigado. Está certo. E o vazamento?’ | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 06, Carlos Andreazza fala sobre as investigações sobre os vazamentos das informações dos ministros do STF no caso do Banco Master. A Polícia Federal informou ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), ter identificado que o perito criminal da corporação, João Cláudio Nabas, produziu dois arquivos intitulados “Moraes.pdf” e “Toffoli e esposa.pdf” a partir de citações aos dois ministros encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro e sugeriu a colegas da própria PF o vazamento do material. As informações fazem parte da investigação aberta pela PF por ordem de Mendonça para apurar vazamentos do celular de Vorcaro e que resultaram no cumprimento de busca e apreensão contra Nabas em maio, por suspeitas de violação do sigilo funcional. Em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mostrou o dedo do meio para quem “acha que pobre não gosta de coisa boa”. O ato aconteceu nesta sexta-feira, 3, durante evento no Palácio do Planalto. “Nós vamos acabar com essa história de que o pobre não gosta de coisa boa. Aqui para eles. Nós gostamos de ‘coisa boa’. Nós queremos tudo de primeira: comida de primeira, roupa de primeira, viajar de primeira, dentista de primeira, médico de primeira”, disse o presidente. Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  39. 962

    Start #435 com Daniel Gonzales: IA no SUS reduz faltas, aumenta eficiência e reduz desperdício

    O Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta um desafio conhecido por milhões de brasileiros: filas longas para consultas e exames. Mas existe um problema menos visível que agrava esse cenário: o não comparecimento de pacientes, que deixa médicos ociosos, equipamentos parados e vagas perdidas, enquanto outras pessoas continuam esperando atendimento. Uma plataforma brasileira baseada em inteligência artificial promete mudar essa lógica: a tecnologia já recuperou mais de 658 mil vagas no SUS, economizou mais de R$ 53 milhões aos cofres públicos e ainda usa IA para prever quem tem maior chance de faltar e reorganizar a fila em tempo real. Para falar dessa tecnologia inovadora, o apesentador Daniel Gonzales conversa com Levi Nóbrega, fundador da Beyond, no Start dessa semana. O programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  40. 961

    Andreazza: Tudo sendo investigado, menos relações de Moraes e Toffoli com Vorcaro | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 03, Carlos Andreazza fala sobre as investigações do Caso Master e suas ramificações com ministros do Supremo. A Polícia Federal informou ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), ter identificado que o perito criminal da corporação, João Cláudio Nabas, produziu dois arquivos intitulados “Moraes.pdf” e “Toffoli e esposa.pdf” a partir de citações aos dois ministros encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro e sugeriu a colegas da própria PF o vazamento do material. As informações fazem parte da investigação aberta pela PF por ordem de Mendonça para apurar vazamentos do celular de Vorcaro e que resultaram no cumprimento de busca e apreensão contra Nabas em maio, por suspeitas de violação do sigilo funcional. Ele foi afastado de suas funções após a operação. Os documentos compilaram diálogos e menções aos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli presentes no celular do banqueiro. Um deles incluía trechos do contrato de R$ 129 milhões do Banco Master com a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. Os depoimentos de policiais federais que faziam parte da investigação apontam que Nabas, após produzir os documentos, sugeriu à equipe o vazamento à imprensa. Os investigadores não concordaram com a sugestão, mas dias depois os detalhes do contrato da esposa de Moraes foram divulgados pela imprensa. Como mostrou o Estadão, Viviane encaminhou o contrato diretamente no WhatsApp do banqueiro. Na política, Valdemar Costa Neto, presidente do PL, fez críticas a membros do clã Bolsonaro nesta quinta-feira, 2. Ele repreendeu Michelle e Flávio por condutas relacionadas a Daniel Vorcaro e ao caso Master. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro vivem uma guerra familiar e política. Ela publicou vídeos onde acusa o parlamentar de a humilhar, o que gerou uma crise na campanha à Presidência do enteado. Na última sexta-feira, 29, em meio ao conflito, Michelle republicou trecho de um outro vídeo, mas que foi interpretado como uma indireta provocativa à Flávio. Tratava-se de um corte do podcast onde Anthony Garotinho, ex-governador do Rio de Janeiro, afirma possuir vídeo de festa sexual promovida por Daniel Vorcaro. No post, Michelle escreveu: “a verdade de Jesus vai prevalecer”. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  41. 960

    Andreazza: ‘Esposa de Moraes mandando minuta de contrato diretamente a Vorcaro. Vai passar batido?’

    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 02, Carlos Andreazza fala sobre a confusão instalada no PL e na pré-campanha à presidência de Flávio Bolsonaro. A senadora Damares Alves criticou os ataques machistas sofridos por ela e por Michelle Bolsonaro nos últimos dias por aliados de Flávio Bolsonaro. Ao comentar a violência política contra mulheres em reunião da Comissão de Direitos Humanos do Senado, Damares lembrou que tanto quadros de esquerda como de direita sofrem com ataques feitos por homens. A senadora também respondeu a uma fala do conselheiro do senador Flávio Bolsonaro, Paulo Figueiredo, que disse que “mulher vota mal para caralho”. O influenciador fugiu para os Estados Unidos para não ser julgado pela Justiça brasileira. “Chegaram ao absurdo de colocar em dúvida se a mulher tem capacidade de votar. Nós estamos chegando ao poder, e tem gente que não suporta isso”, afirmou. As ofensas começaram depois que Michelle divulgou um vídeo no qual criticou a postura de Flávio, que por telefone teria humilhado e desrespeitado a madrasta. Já o blogueiro Paulo Figueiredo, conselheiro do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), disse que o pré-candidato agiu com “vitimismo” ao se dizer ofendido por suas declarações de que “mulher vota mal para caralho”. Figueiredo também voltou a atacar a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que acusou Flávio de humilhação: “Que praga”. “Flávio dizer que se sentiu ofendido já é vitimismo, foi um exagero. Odeio gente que se vitimiza”, disse Figueiredo durante uma live. Na Bahia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) citou o senador Jaques Wagner (PT-BA), ex-líder do seu governo no Senado, como um “companheiro de longa data” e disse que “nem todo irmão é amigo, mas todo amigo é um irmão”. A fala foi feita uma semana após Wagner deixar o cargo de líder do governo Lula. O senador foi alvo da Polícia Federal na Operação Compliance Zero. Os investigadores apontam qeu ele teria recebido um apartamento de R$ 2,5 milhões e propina de R$ 3,5 milhões para beneficiar o Master no Parlamento. Ele nega. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  42. 959

    Carlos Andreazza: ‘Michelle puxa fila e aposta na derrota de Flávio Bolsonaro’ | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 01, Carlos Andreazza fala sobre a crise no clã Bolsonaro entre o filho 01 do ex-presidente e a ex-primeira-dama. Duas ex-ministras do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, as senadoras Tereza Cristina (PP-MS) e Damares Alves (Republicanos-DF), além da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, vão esvaziar o encontro de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com mulheres nesta quarta-feira, 1, em Brasília. Elas não devem comparecer ao evento, e nos bastidores manifestaram incômodo com o silêncio do presidenciável do PL em relação aos ataques machistas feitos por seu conselheiro político, Paulo Figueiredo. O blogueiro disse na terça-feira, 29, que “mulheres votam mal para caralho”. O ex-presidente Jair Bolsonaro definiu sua esposa como “Incontrolável”, a aliados, em mais de uma ocasião. Muito antes do vídeo em que a ex-primeira-dama acusou o senador Flávio Bolsonaro, seu enteado, de humilhá-la ao telefone, o ex-presidente já havia afirmado a dirigentes do PL que ela jamais poderia ser candidata à sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro ainda anunciou que vai deixar a presidência do PL Mulher, setorial do partido voltado para o público feminino. Ela diz que vai se dedicar aos cuidados do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão foi tomada após uma reunião de cerca de duas horas com o presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto, e vem na esteira da crise provocada entre ela e o enteado Flávio Bolsonaro. A senadora Damares Alves tenta apaziguar os ânimos no núcleo de poder bolsonarista. Foi a primeira a saber, por exemplo, que a ex-primeira-dama deixaria o comando do PL Mulher, mas, ao lado da governadora do Distrito Federal, Celina Leão, conseguiu convencê-la a não se desfiliar do partido. Mesmo assim, ela ainda ameaça não concorrer ao Senado. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  43. 958

    Carlos Andreazza: ‘STF afrouxa para penduricalhos. Quem pode, pode’ | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 30, Carlos Andreazza fala sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), que já tem nove votos a favor para liberar o pagamento de parte dos “penduricalhos” a magistrados e membros do Ministério Público (MPs). Esses benefícios são verbas indenizatórias pagas além da remuneração formal e que, em alguns casos, ultrapassam o teto do funcionalismo público, atualmente no valor de R$ 46.366,19. Em março, o Supremo havia barrado esses pagamentos, mas uma chuva de embargos de declaração levou ao julgamento atual desses recursos, em sua maioria movidos por associações de profissionais das categorias afetadas. Na sexta-feira, 26, os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes haviam apresentado um voto conjunto para esses embargos de declaração no qual flexibilizaram algumas das restrições impostas em março. O ministro Edson Fachin acompanhou o voto na mesma data. No sábado, 27, Luiz Fux concordou com os colegas em alguns dos pontos, formando assim o placar parcial de 6 votos favoráveis à liberação. Nesta segunda-feira, 29, votaram os ministros Dias Toffoli, André Mendonça e Nunes Marques. Todos também concordando na ampliação dos penduricalhos para além dos limites sugeridos por Dino, Moraes, Zanin e Gilmar. Falta apenas o voto de Cármen Lúcia para o encerramento do julgamento. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  44. 957

    Carlos Andreazza: ‘Gilmar Mendes faz espantoso alerta a Lula’ | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Gilmar Mendes, que fez um curioso alerta ao presidente Lula. O ministro do STF, Gilmar Mendes, deu um alerta ao presidente Lula sobre as eleições deste ano. As informações são da coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo. De acordo com a publicação, o decano do STF não esconde a preocupação com as críticas que a Corte vem sofrendo por conta das investigações envolvendo o Banco Master. O ministro chamou a atenção de Lula pelas recentes declarações sobre o STF e lembrou que “será o Supremo quem vai, se for preciso” fiscalizar o TSE durante as eleições. Durante as eleições, a Corte Eleitoral será comandada pelos ministros Nunes Marques e André Mendonça, respectivamente presidente e vice. Os dois foram indicados por Jair Bolsonaro. O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos para liberar o pagamento de parte dos “penduricalhos” a magistrados e membros do Ministério Público (MPs). Esses benefícios são verbas indenizatórias pagas além da remuneração formal e que, em alguns casos, ultrapassam o teto do funcionalismo público, atualmente no valor de R$ 46.366,19. Em março, o Supremo havia barrado esses pagamentos, mas uma chuva de embargos de declaração levou ao julgamento atual desses recursos, em sua maioria movidos por associações de profissionais das categorias afetadas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  45. 956

    Start #434 com Daniel Gonzales: dos postes aos dados, a revolução que ilumina as cidades inteligentes

    Nos últimos anos, a iluminação pública deixou de ser apenas uma questão de eficiência energética para se tornar uma das principais portas de entrada para as cidades inteligentes. Com avanços em conectividade, monitoramento urbano e integração de serviços públicos, os municípios brasileiros começam a desenhar uma nova infraestrutura digital. Pelo País, 135 municípios com concessões de iluminação pública já contam com sistemas de telegestão, enquanto dezenas de projetos avançam na integração de novos serviços inteligentes. O desafio vai além da tecnologia: planejamento, governança e capacidade de planejamento são fundamentais para que as cidades aproveitem todo o potencial dessa transformação. Para falar sobre os desafios e as oportunidades desse cenário, o apresentador Daniel Gonzales recebe, no Start dessa semana, Pedro Iacovino, presidente da Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Iluminação Pública, a ABCIP. O programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  46. 955

    Andreazza: ‘Michelle, Flávio Bolsonaro e o purosanguismo bolsonarista’ | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre a repercussão do vídeo de Michelle Bolsonaro. No dia 24 de junho, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro publicou dois vídeos acusando seu enteado, o candidato à presidência Flávio Bolsonaro, de traí-la, desrespeitá-la e maltratá-la por telefone. Flávio pediu desculpas publicamente, afirmando que não tinha a intenção de ofendê-la. No dia seguinte, Michelle adotou um tom conciliatório, dizendo que não guarda rancor de ninguém. O episódio pegou os aliados de Flávio de surpresa e revelou problemas internos ainda maiores do que já se sabia. É, certamente, um revés para quem precisa conquistar apoio entre as mulheres e consolidar sua vantagem entre os evangélicos. Já Eduardo Girão (Novo-CE), senador e pré-candidato ao governo do Ceará, agradeceu o apoio de Michelle Bolsonaro nesta quinta-feira, 25. Em entrevista à Folha de S.Paulo, o senador disse trabalhar sem “negociatas” e que princípios são inegociáveis. As declarações são um recado a integrantes do PL que decidiram apoiar Ciro Gomes (PSDB) na disputa pelo governo do Ceará, contrariando a posição de Michelle. “Tenho fé que os cearenses mereçam um governo que não troca princípios por cargos mas que coloca a verdade e a justiça acima de tudo”, afirmou o candidato. No Governo, o ministro da Comunicação Social, Sidônio Palmeira, comemorava que sua estratégia de redução de danos havia funcionado com o anúncio da saída de Jaques Wagner (PT) da liderança do governo no Senado. Mas nem em seus melhores sonhos Sidônio poderia imaginar o vídeo em que Michelle Bolsonaro disse ter levado uma “punhalada” do enteado Flávio. A ex-primeira-dama deu um presente de valor inestimável para a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição ao escancarar a crise nas fileiras do bolsonarismo. E o PT saberá explorar bem o episódio para obter dividendos políticos. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  47. 954

    Andreazza: O peso das palavras de Michelle sobre a candidatura de Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 25, Carlos Andreazza fala sobre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que transformou um possível apoio à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em acerto de contas. Em vídeo publicado nas redes sociais nesta quarta-feira, 24, a presidente nacional do PL Mulher relatou que o enteado a humilhou por telefone. Não deixou dúvidas de que a relação entre eles se dilacerou de vez. O pano de fundo mencionado foi a briga, que se arrasta desde dezembro, em razão das articulações para a composição do palanque no Ceará. “Ele foi muito ríspido, me desrespeitou e me maltratou ao telefone. E eu não tinha feito nada contra ele. Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política”, afirmou Michelle. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta quarta-feira, 24, que “nada nem ninguém” o aborrece. A declaração foi dada após a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro relatar ter sido humilhada pelo pré-candidato à Presidência. A tranquilidade de Flávio seria por conta do jogo do Brasil pela Copa do Mundo. A fala ocorreu durante transmissão ao vivo pré-jogo. Na live, Flávio apareceu ao lado da esposa Fernanda Bolsonaro e usou uma máscara com o rosto do jogador Neymar Jr. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  48. 953

    Carlos Andreazza: ‘Gilmar Mendes e o gilmarmendismo no caso Master’ | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 24, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que afirmou que há uma “impropriedade” e um “erro crasso” no relato feito pelo ministro André Mendonça de que foi procurado por um advogado de Daniel Vorcaro com uma proposta de “delação seletiva” no caso que investiga o Banco Master. A declaração, dada em entrevista ao Roda Viva, da TV Cultura, ocorreu após Gilmar ser questionado sobre a atuação de Mendonça na relatoria do caso do Banco Master. Gilmar argumentou que o acordo de colaboração premiada deve ser firmado entre o Ministério Público ou a Polícia Federal e o investigado, acompanhado por seus advogados. Na avaliação de juristas ouvidos pelo Estadão, as declarações do ministro no programa ultrapassaram os limites impostos a magistrados pela Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), norma que veda a juízes comentar publicamente processos pendentes de julgamento ou fazer juízo depreciativo sobre decisões judiciais. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  49. 952

    Caso Master: investigação sobre Jaques Wagner já contamina governo Lula | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a coordenação da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição, que avalia que o escândalo envolvendo o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA) no caso Master, já contamina o presidente. Em reunião a portas fechadas nesta segunda-feira, 22, dirigentes decidiram recomendar a saída de Wagner o mais rápido possível da liderança para se defender fora do cargo. Não é só: o PT vai adotar o discurso de que apoia as investigações relativas às falcatruas do Master contra quem for, seja oposição ou aliado. Pesquisas analisadas pela cúpula do partido indicam que a disputa à Presidência está mais apertada do que mostram os atuais levantamentos de intenção de voto. Embora o senador Flávio Bolsonaro (PL), principal desafiante de Lula, tenha perdido apoio após a revelação de suas ligações com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, trackings do governo indicam que essa queda estancou. Ainda líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira, 22, recurso para tentar anular a decisão que permitiu a operação de busca e apreensão em suas moradias. A defesa do senador sustenta que houve “erros graves” e que Wagner não atuou no Congresso Nacional para favorecer o Banco Master, de Daniel Vorcaro. O Estadão teve acesso com exclusividade a trechos inéditos da investigação. Wagner foi alvo de busca e apreensão na nona fase da Operação Compliance Zero sob suspeita de receber propinas do Master por meio de um apartamento de R$ 2,5 milhões e um repasse de R$ 3,5 milhões a uma empresa de seu enteado, além de outras supostas vantagens indevidas. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

  50. 951

    Carlos Andreazza: ‘Master e a disputa eleitoral na lama’ | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 22, Carlos Andreazza fala sobre o Caso Master e sua influência na disputa eleitoral de 2026. Já se sabia que o escândalo do Banco Master tinha potencial para se espraiar por todo o espectro político brasileiro. A estratégia do banqueiro Daniel Vorcaro era justamente a de cultivar um grande número de “amigos” influentes em Brasília, se possível nos Três Poderes e com indiferença aos matizes ideológicos. O fato das investigações agora alcançarem o petista Jaques Wagner, líder do governo no Senado e político de confiança do presidente Lula — depois de já terem chegado a Ciro Nogueira, do PP, e das revelações sobre Flávio Bolsonaro, do PL, entre outros políticos citados —, deixa a sensação, para os cidadãos que acompanham o noticiário político de que estão todos no mesmo barco. A exatamente um mês da abertura do prazo das convenções partidárias, as pré-campanhas presidenciais entram em uma fase decisiva para resolver pendências antes da largada formal da eleição. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) terão de ajustar estratégias, acomodar aliados, organizar palanques e definir o tom com que pretendem chegar ao período em que as candidaturas, alianças e chapas passam a ser oficializadas pelos partidos. No PT, a prioridade passa por alinhar a comunicação digital, reforçar bandeiras e entregas do governo, aparar arestas jurídicas e destravar palanques estaduais ainda sensíveis, como São Paulo e Minas Gerais. Para Flávio Bolsonaro, o desafio é chegar às convenções menos associado ao desgaste do caso Master e mais vinculado a propostas próprias, especialmente nas áreas econômica e de segurança pública. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

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