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Igreja em Porto Alegre

*** DICA: Pressione Ctrl+F ou Command+F para pesquisar pelo nome do pregador ou pelo título da pregação. ***Podcasts das palavras ministradas nos cultos semanais da Igreja em Porto Alegre.https://www.igrejaemportoalegre.com.br

  1. 1000

    Eduardo Arakaki Jr. - A vida e a obra do Senhor Jesus Cristo

    Ao longo das Escrituras, Deus revela progressivamente quem é o Senhor Jesus Cristo, e contemplar Sua pessoa fortalece nossa fé, renova nossa esperança e nos conduz a uma vida de maior intimidade com Ele. Jesus não começou a existir em Belém, pois é o Verbo eterno, o verdadeiro Deus, presente desde o princípio e participante da criação de todas as coisas (João 1:1-3; Gênesis 1:26; 1 João 5:20). A salvação não é resultado apenas de argumentos ou evidências históricas, mas da ação sobrenatural de Deus, que ilumina o coração para reconhecer Cristo e experimentar a vida que somente Ele pode conceder (2 Coríntios 4:6). Tudo o que recebemos dEle possui caráter eterno, pois procede daquele que é eterno.Ao tornar-se homem, o Filho de Deus revelou a profundidade de Sua humildade e graça. A manjedoura nos ensina que, no Reino de Deus, a verdadeira grandeza é encontrada no serviço e na renúncia, e não na busca por reconhecimento. Sua vida foi perfeita e irrepreensível, vencendo toda tentação sem pecado e tornando-Se o modelo para aqueles que desejam viver em santidade (João 1:14; 1 Pedro 2:22; Hebreus 4:15; Tiago 4:6). Assim como Cristo permaneceu fiel ao Pai, também somos chamados a viver separados para Deus, resistindo às tentações e confiando na fidelidade do Senhor, que sempre provê forças e livramento para aqueles que permanecem firmes nEle (1 Coríntios 10:13).A obra de Jesus revelou o amor e o poder de Deus de forma plena. Ele andou fazendo o bem, libertando os oprimidos, restaurando vidas e anunciando o Reino de Deus (Atos 10:38). Sua morte na cruz foi o sacrifício perfeito pelos nossos pecados, manifestação suprema do amor de Deus, que nos chama a amar e servir nossos irmãos da mesma maneira (Isaías 53:5; 1 João 3:16). Sua ressurreição inaugurou uma nova vida para todos os que pertencem a Cristo, levando-nos a viver com os olhos voltados para as coisas do alto e a investir nossa vida naquilo que possui valor eterno (Colossenses 3:1-4).Exaltado à direita do Pai, Jesus recebeu o nome que está acima de todo nome, diante do qual todo joelho se dobrará (Filipenses 2:9-11). Seu caminho de humilhação seguido pela exaltação nos ensina que a verdadeira honra procede de Deus e não dos homens. Vivemos aguardando Sua volta gloriosa, quando toda a justiça será plenamente estabelecida e cada pessoa prestará contas diante de Deus (Mateus 24:30; Romanos 14:7-12; Apocalipse 20:11-15). Essa esperança nos motiva a permanecer fiéis, vivendo para Cristo, servindo Sua Igreja e preparando-nos diariamente para o encontro definitivo com Aquele que nos chamou para Si.Que a contemplação da vida e da obra do Senhor Jesus Cristo renove continuamente nosso amor por Ele. Ao reconhecermos Sua eternidade, Sua humildade, Sua santidade, Sua obra redentora, Sua ressurreição, Sua exaltação e Sua promessa de voltar, somos convidados a viver com os olhos fixos em Cristo, confiando em Sua fidelidade e dedicando toda a nossa vida para a glória de Deus, até o dia em que estaremos para sempre em Sua presença.Perguntas para reflexão1.⁠ ⁠Tenho mantido meus olhos fixos em Jesus, permitindo que Sua presença seja a fonte da minha paz, esperança e direção diária?2.⁠ ⁠Em que áreas da minha vida preciso crescer em humildade, santidade e serviço, seguindo mais de perto o exemplo de Cristo?3.⁠ ⁠Minha maneira de viver demonstra que estou preparado para o encontro com o Senhor e que minha esperança está firmada na eternidade?

  2. 999
  3. 998

    Volnei Batista - A virtude dos bereanos

    A virtude dos bereanos está relacionada à disposição de receber a Palavra com interesse e sinceridade, sem abrir mão de examiná-la cuidadosamente à luz das Escrituras. Em vez de reagirem com inveja, preconceito ou resistência, eles demonstraram nobreza ao conferir diariamente se aquilo que ouviam estava de acordo com a revelação de Deus (At 17.10-11). Essa atitude é apresentada como um modelo para todo discípulo que deseja permanecer firme na verdade. Para isso, é necessário compreender que todo julgamento espiritual exige um critério seguro. Assim como diversas atividades da vida dependem de uma medida confiável, a avaliação de qualquer ensino deve ser feita tendo a Palavra de Deus como padrão. O discípulo é chamado a conhecer as Escrituras e permitir que elas habitem ricamente em sua vida, para que possa discernir corretamente aquilo que ouve e recebe. Essa postura não deve ser confundida com crítica destrutiva ou com o desejo de encontrar defeitos nos outros. O discernimento bíblico consiste em comparar o que é ensinado com o padrão estabelecido por Deus. Por isso, os cristãos são exortados a provar os espíritos, examinando cuidadosamente as mensagens e verificando se procedem do Senhor. O objetivo não é promover desconfiança, mas proteger a igreja e preservar a fidelidade ao evangelho. O estudo também destaca que nenhuma autoridade humana está acima da Palavra de Deus. Nem mesmo alguém reconhecido por sua posição ou ministério deve ser recebido sem avaliação. Toda autoridade verdadeira é delegada por Deus e deve permanecer submissa à Sua vontade. Quando um ensino contradiz as Escrituras, cabe ao discípulo rejeitá-lo, independentemente de quem o esteja apresentando. Essa prática de examinar todas as coisas não deve ser confundida com rebelião ou independência espiritual. Os bereanos receberam a mensagem com disposição e respeito, mas também com responsabilidade diante de Deus. O objetivo não era questionar autoridades por orgulho ou resistência, e sim confirmar se aquilo que ouviam estava de acordo com as Escrituras. Dessa forma, a submissão e o discernimento caminham juntos, preservando tanto a humildade quanto a fidelidade à verdade.Além disso, a maturidade espiritual protege o povo de Deus contra enganos, falsas doutrinas e ensinos que apelam para a carne ou prometem conhecimentos especiais sem fundamento bíblico. Deus concedeu ministérios à igreja para promover crescimento, firmeza e discernimento, de modo que os cristãos não sejam levados por todo vento de doutrina. A Palavra de Deus, iluminada pelo Espírito Santo, permanece como o critério seguro para distinguir a verdade do erro. A verdadeira nobreza espiritual se manifesta quando o coração permanece humilde diante de Deus e comprometido com a verdade. O discípulo maduro não aceita nem rejeita uma mensagem apenas por emoção, tradição ou influência humana, mas examina tudo à luz das Escrituras. Dessa forma, a igreja é preservada do engano, fortalecida na fé e capacitada a permanecer firme no evangelho de Cristo. *Perguntas para reflexão*1.⁠ ⁠Tenho examinado os ensinos que recebo à luz das Escrituras, como fizeram os bereanos?2.⁠ ⁠Minha confiança está fundamentada na Palavra de Deus ou na reputação das pessoas que ensinam?3.⁠ ⁠De que forma posso crescer em maturidade espiritual para discernir melhor a verdade e rejeitar o erro?

  4. 997

    Jan Gottfridsson - Autoridade Espiritual

    Ministrada em 20/06/2026 (Jovens)

  5. 996

    Passa-dia Mulheres 06/2026 - 2/2 - Todas as minhas fontes estão em ti (Sl 87:7b) - Clari Classi

    Nós caminhamos sustentadas pela fidelidade e pela misericórdia de Deus em todas as etapas da vida. Mesmo diante de lutas, enfermidades, fragilidades e situações que parecem impossíveis, o Senhor permanece presente, cuidando de nós e conduzindo nossos passos. O maior milagre que recebemos é a salvação em Cristo, que nos faz filhas de Deus e nos dá uma nova identidade. Por isso, somos chamadas a viver em gratidão, confiança e dependência Daquele que nunca nos abandona.Ao longo da caminhada, descobrimos que a oração não é apenas uma prática espiritual, mas uma forma de cooperarmos com os propósitos de Deus. Quando perseveramos em intercessão, nossa visão é ampliada e passamos a enxergar além das nossas necessidades imediatas. O Senhor nos convida a participar daquilo que está em Seu coração, ensinando-nos a buscar muito mais os interesses de Deus do que os nossos próprios interesses. Assim, aprendemos que vale a pena confiar no tempo de Deus e permanecer firmes naquilo que Ele coloca diante de nós.Uma fonte indispensável para essa caminhada é a solitude com Deus. Diferente da solidão, ela é o lugar onde nosso coração encontra plenitude na presença do Senhor. É nesse ambiente de intimidade que abrimos nossa vida diante Dele, recebemos direção, correção, consolo e encorajamento. Também é nesse lugar que a Palavra de Deus se torna alimento para o nosso espírito, sendo guardada em nosso coração para produzir transformação, discernimento e obediência. Quando reservamos tempo de qualidade para estar com Deus, somos fortalecidas para viver segundo a Sua vontade. (2Tm 2:15; Sl 119:11)Outra fonte essencial é reconhecer Jesus como a centralidade e a suficiência da nossa vida. Quando Cristo ocupa o lugar principal em nosso coração, encontramos contentamento tanto nos momentos de abundância quanto nas horas de dificuldade. Essa verdade nos ajuda a vencer a murmuração, a comparação, a inveja e a insatisfação, conduzindo-nos a uma vida de gratidão. A partir dessa centralidade, somos chamadas a agradar a Deus por meio de uma vida de santidade, humildade, pureza de coração, obediência e amor pelos Seus interesses. (Sl 23; 2Co 3:5; Hb 11:6; Cl 1:10)Somos convidadas a andar com Deus diariamente, vivendo alinhadas à Sua vontade e rejeitando aquilo que nos afasta da Sua presença. À medida que crescemos em intimidade com o Senhor, aprendemos a ouvir Sua voz com mais clareza e a refletir Sua luz em nossa caminhada. Que o nosso desejo seja viver de tal maneira que Deus encontre prazer em nós, vendo filhas que O amam, O buscam e permanecem fiéis até o fim. (Sl 87:7; Ef 5:8-10; 1Pe 1:17)

  6. 995

    Passa-dia Mulheres 06/2026 - 1/2 - Satisfação em Cristo / A Satisfação de Deus - Madalena Miranda

    00:00 - Parte 1: Satisfação em Cristo 18:03 - Parte 2: A Satisfação de DeusDesde a queda do homem, carregamos uma sede profunda que não pode ser satisfeita pelas coisas deste mundo. Nosso coração procura descanso em diferentes fontes, mas permanece inquieto enquanto não encontra aquilo para o qual foi criado. Por isso, Jesus se apresenta como a água viva que sacia completamente a sede interior (João 4:13-14). Assim como aconteceu junto ao poço de Samaria, Ele continua revelando que nenhuma realização, posse ou relacionamento é capaz de preencher o vazio que somente Sua presença pode suprir. Somente nEle existe uma fonte que jorra para a vida eterna e produz verdadeira satisfação.Mesmo depois de encontrarmos o Senhor, permanecemos desafiados a não buscar contentamento em outras fontes. Muitas de nossas inquietações, carências, ansiedades e descontentamentos revelam a dificuldade de descansar plenamente na suficiência de Cristo. Entretanto, Deus determinou que tudo aquilo de que necessitamos fosse encontrado em Seu Filho. Por isso está escrito que Deus suprirá cada uma de nossas necessidades em Cristo Jesus (Filipenses 4:19). O Senhor é o nosso Pastor, e nada nos falta quando aprendemos a confiar plenamente nEle (Salmo 23:1). Quando essa realidade se torna viva em nosso coração, nasce um contentamento que não depende das circunstâncias, mas da comunhão com Deus.Também somos lembrados de que todas as nossas fontes estão no Senhor (Salmo 87:7) e de que nEle vivemos, nos movemos e existimos (Atos 17:28). Por isso, o contentamento não está ligado ao quanto possuímos, mas à consciência de que tudo vem das mãos de Deus. Tendo sustento e com que nos vestir, já temos motivos para gratidão e contentamento (1 Timóteo 6:6-8). Nossa alma encontra descanso quando deixa de medir a felicidade pelo que ainda falta e aprende a desfrutar da provisão e do cuidado do Senhor.Ao longo das Escrituras, percebemos que existe um anseio no coração de Deus. O Senhor não procura apenas pessoas que recebam Suas bênçãos, mas homens e mulheres que correspondam à Sua vontade. Muitos experimentaram Sua provisão, Sua presença e Seus milagres, mas não agradaram ao Seu coração, como aconteceu com grande parte do povo que saiu do Egito (1 Coríntios 10:1-11). Em contraste, Enoque agradou a Deus e andou com Ele (Hebreus 11:5-6). O olhar do Senhor continua voltado para o aflito e abatido de espírito, que treme diante da Sua palavra (Isaías 66:1-2). Deus busca corações que se alegrem naquilo que alegra o Seu coração.Em Jesus Cristo encontramos a perfeita resposta a esse desejo de Deus. Toda a Sua vida foi marcada pela disposição de agradar ao Pai. Seu alimento era fazer a vontade de Deus, e Seu prazer consistia em cumprir aquilo que estava no coração do Pai. Por isso, quando o Espírito repousou sobre Ele, ouviu-se a voz do céu dizendo: “Tu és o meu Filho amado; em ti me comprazo” (Lucas 3:22). Como diz o salmista: “Agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu” (Salmo 40:8), palavras que apontam para a perfeita entrega de Cristo ao propósito do Pai (Hebreus 10:5-10). Em Cristo, Deus encontrou plena satisfação, e é nessa mesma vontade que o Senhor continua formando Cristo na vida de Seus filhos.Quanto mais Cristo ocupa o centro da nossa vida, mais a nossa alma encontra descanso e mais aprendemos a corresponder aos anseios de Deus. A verdadeira satisfação não está apenas em receber do Senhor aquilo de que necessitamos, mas em viver para Sua glória e para o Seu agrado. Quando essa realidade governa o nosso coração, até mesmo as perdas, as dificuldades e as respostas negativas podem ser recebidas com confiança, porque a nossa alegria já não está nas circunstâncias, mas na comunhão com Cristo. Nele há plena suficiência, e nEle encontramos nosso propósito, nosso descanso e nossa verdadeira satisfação.

  7. 994

    Eduardo Arakaki - Qual o propósito da vida?

    Ministrada em 13/06/2026 (Jovens)

  8. 993

    José Gustavo Miranda - Um discípulo crê, confia e descansa

    O discipulado é uma obra de Deus que transforma o ser humano à imagem de Cristo. Desde o princípio, o propósito de Deus foi conduzir o homem a uma caminhada de comunhão, aprendizado e crescimento em Sua presença (Gn 1–2). Esse processo não se limita ao conhecimento de ensinamentos, mas envolve conhecer o próprio Senhor de maneira profunda, permitindo que Sua vida seja formada no interior de cada discípulo (Mt 11.29). Assim, Deus conduz Seus filhos em uma jornada de transformação que produz semelhança com Cristo e restaura o propósito para o qual foram criados.Ao longo da história, Deus continuou chamando homens e mulheres para essa caminhada, formando-os por meio da fé, da confiança e da obediência. Embora o pecado tenha provocado afastamento e desordem (Gn 3), Deus nunca abandonou Seu plano. Em Jesus, a perfeita imagem de Deus foi revelada aos homens (Cl 1.15; Hb 1.3), trazendo novamente clareza ao propósito divino. Por Sua vida, morte e ressurreição, Cristo reconciliou todas as coisas com Deus (Cl 1.19-20) e abriu o caminho para que o processo de transformação fosse retomado de forma plena.Depois da ascensão de Jesus, o Espírito Santo passou a habitar nos discípulos, conduzindo-os à verdade e moldando neles o caráter de Cristo (Jo 16.13; Gl 4.19). O discipulado não é um método, um programa ou uma atividade isolada, mas uma caminhada diária em que Deus trabalha no interior de cada pessoa. Ao mesmo tempo, os irmãos cooperam uns com os outros, compartilhando aquilo que recebem do Senhor e participando da edificação mútua do corpo de Cristo (Ef 4.13-16).Nesse processo, Jesus destaca a importância de aprender dEle, que é manso e humilde de coração (Mt 11.29). A verdadeira mansidão e humildade não são resultados de esforço exterior, mas da disposição de confiar em Deus e submeter-se à Sua vontade. À medida que o discípulo aprende a depender do Senhor, sua vida passa a refletir o caráter de Cristo também em seus relacionamentos e atitudes. Essa transformação acontece pela ação contínua do Espírito Santo, que opera de dentro para fora.O ambiente onde essa obra floresce é o descanso na presença de Deus. Esse descanso não é ausência de atividades ou dificuldades, mas uma postura interior de fé, confiança e entrega. Quando a alma encontra satisfação em Deus, ela deixa de ser dominada pela ansiedade, pela necessidade de controlar tudo e pela manipulação das circunstâncias. O contentamento nasce da certeza de que Deus provê tudo o que é necessário (Fp 4.11-13) e conduz cada situação segundo Sua sabedoria. Assim, o discípulo aprende a esperar no Senhor e a caminhar em paz, independentemente das circunstâncias (Mt 6.25-34).O alvo do discipulado é formar Cristo em cada filho de Deus. Por isso, a presença do Senhor é o bem mais precioso que o discípulo possui. Quem aprende a viver confiando em Deus encontra descanso para a alma e permanece firme mesmo em meio às lutas. A transformação acontece à medida que se permanece na presença do Senhor, permitindo que o Espírito Santo conduza cada passo da caminhada até que a vida reflita cada vez mais o caráter de Jesus. Como Moisés declarou, é a presença de Deus que distingue o Seu povo e lhe concede verdadeiro descanso (Êx 33.13-16).Perguntas para reflexão1. De que maneira o descanso em Deus tem influenciado minhas decisões, preocupações e expectativas diárias?2. Existem áreas da minha vida em que ainda procuro controlar situações em vez de confiar na direção do Senhor?3. Como posso cooperar melhor com a obra do Espírito Santo na formação de Cristo em mim e na vida dos meus irmãos?

  9. 992

    Telmo Weber - O tabernáculo e Cristo

    A caminhada do povo de Deus pelo deserto revela como o cuidado e a presença de Deus se manifestam de forma concreta em meio às maiores dificuldades. Durante quarenta anos de peregrinação de um lugar para o outro, a fidelidade de Deus garantiu que nada faltasse, sustentando a todos com alimento diário e preservando até mesmo as suas roupas e calçados em meio à terra seca (Êx 16:35; Dt 29:5). No centro desse acampamento, foi erguido o tabernáculo, um lugar sagrado montado com dedicação que servia como uma representação visível de que o Senhor habitava no meio do seu povo.Nesse espaço de adoração, cada detalhe e objeto carregava um significado profundo que apontava diretamente para uma realidade futura. No pátio inicial, o altar de sacrifícios e a bacia de bronze mostravam a necessidade de purificação e perdão para que as pessoas pudessem se aproximar de Deus (Êx 40:6-7). Ao avançar para o interior do santuário, encontravam-se o candelabro de ouro, que trazia luz ao ambiente, e o altar de incenso, que representava as orações e a adoração subindo aos céus (Êx 40:24-27). O grande destaque, porém, estava na mesa dos pães da proposição, onde doze pães permaneciam expostos continuamente (Êx 25:30). O número desses pães correspondia exatamente ao total das tribos de Israel, demonstrando que todo o povo estava constantemente guardado diante dos olhos do Senhor.Toda essa antiga estrutura, repleta de símbolos e rituais conduzidos pelos sacerdotes, serviu como uma preparação para a vinda de Jesus. Na antiga aliança, o sumo sacerdote carregava os nomes das tribos gravados em pedras preciosas junto ao seu peito ao entrar no lugar mais sagrado para interceder pelo povo (Êx 28:29). Com o sacrifício de Jesus na cruz, o véu que separava as pessoas de Deus foi rasgado definitivamente, transformando a antiga adoração em uma realidade viva e espiritual (Mt 27:51). Jesus assumiu o lugar de definitivo sumo sacerdote, e hoje Ele carrega cada um de nós em seu coração, intercedendo constantemente por nossas vidas diante do Pai.Assim, a Palavra de Deus ensina que as antigas sombras e figuras do passado encontraram o seu cumprimento perfeito na pessoa de Jesus e na formação de sua igreja (Ef 1:9-10). Os doze pães da proposição, que antes ficavam guardados no templo, hoje ganham um novo sentido quando a comunidade se reúne para celebrar a ceia. Ao compartilhar o pão e o vinho, relembramos o sacrifício de amor que nos uniu como família e recebemos o alimento espiritual necessário para a nossa jornada. Essa comunhão nos fortalece não apenas para desfrutar da presença do Pai, mas também para levar essa mensagem de esperança e acolhimento àqueles que ainda estão perdidos e famintos de amor.Perguntas para reflexão1.⁠ ⁠Você já percebeu o cuidado diário e o sustento de Deus em sua vida, mesmo quando enfrentava momentos de deserto e dificuldades?2.⁠ ⁠Se comparar com a forma como você vivia antes, o que mudou em sua rotina quando soube que Jesus intercede por você e carrega você junto a ele todos os dias?3.⁠ ⁠O quanto participar da ceia do Senhor e da comunhão do Corpo de Cristo tem motivado você a compartilhar o "pão da vida" com as pessoas ao seu redor?

  10. 991
  11. 990

    Oração pela igreja perseguida

    Intercessão pela igreja perseguidaA dedicação à oração pela Igreja perseguida é um chamado para reconhecermos que não existem divisões no corpo de Deus, pois todos somos uma única família. Quando alguns irmãos sofrem em condições extremas, essa realidade não deve ser vista como algo distante, mas como um sofrimento que atinge o próprio corpo do qual fazemos parte. A Palavra de Deus ensina que, por fé, devemos discernir nossa unidade em um só Espírito e um só batismo, intercedendo por nossos irmãos diante das situações difíceis que enfrentam (1Pe 5:8-9; Hb 13:3).O inimigo utiliza diversas estratégias para tentar roubar a fé dos cristãos, seja por meio da dor, da perseguição severa, ou até mesmo pelo conforto excessivo que nos leva ao esfriamento e até ao esquecimento do nosso chamado. A Palavra de Deus ensina que, diante disso, o chamado é para estarmos alertas, vigiando e permanecendo firmes, sabendo que muitos ao redor do mundo enfrentam as mesmas lutas. O Deus de toda graça, que nos chamou para a Sua glória eterna, é quem restaura, fortalece e firma os Seus filhos sobre um alicerce inabalável após o tempo de sofrimento (1Pe 5:10; 2Co 4:8-9).A oração como corpo de Cristo tem um poder tremendo para abrir portas e quebrar cadeias, conforme vemos na experiência de nossos primeiros irmãos que se reuniam constantemente para clamar (At 12:5-17). Quando o povo de Deus se une e se coloca nas brechas dos muros, oportunidades são geradas, enfermos são fortalecidos e o testemunho de fé permanece radiante, mesmo em meio à dor. Essa chamado à intercessão deve nos animar, lembrando-nos de que estamos juntos na caminhada, contribuindo e pregando o evangelho até que o Senhor venha (Mt 28:18-20).Que em nossas casas e grupos mantenhamos aceso esse espírito de intercessão, inclusive estendendo a oração pelo povo do nosso país, em especial pelas crianças nas escolas, pedindo que sejam guardadas em meio a um mundo que as incentiva viverem longe dos princípios de Deus. Que o amor sacrificial e devocional, exemplo máximo visto no sacrifício de Jesus, continue movendo nossos corações para amar, servir e obedecer ao Senhor até o fim (Mt 5:10).Perguntas para reflexão1.⁠ ⁠De que maneira podemos, em nosso dia a dia, nos sentir mais conectados como um só corpo, evitando a mentalidade de que o sofrimento de um irmão distante não nos diz respeito?2.⁠ ⁠Como podemos vigiar para que o conforto ou as distrações do mundo não roubem nossa fé e nossa disposição de interceder pelos que estão na linha de frente da perseguição?3.⁠ ⁠Quais passos práticos podemos tomar para tornar nossos encontros nas casas um ambiente de intercessão contínua por nossos irmãos e pela próxima geração?

  12. 989

    Samir Machado - O Pai reconciliador

    Ministrada em 30/05/2026

  13. 988

    Vitor Severo - O amor entre os irmãos

    O amor fraternal e o cuidado mútuo entre os irmãos fundamentam-se em uma decisão consciente e diária, estabelecida como um mandamento claro desde o princípio. Longe de ser apenas um sentimento superficial ou passageiro, esse amor exige ações práticas e uma vida inteiramente guiada pelo Espírito de Deus. A Palavra de Deus ensina que a vontade do Senhor, tanto na lei quanto na graça, permanece imutável: que haja uma entrega sincera uns pelos outros. Embora o padrão antigo orientasse amar o próximo como a si mesmo (Lv 19:17 e Gl 5:14), um novo referencial foi estabelecido pelo próprio Cristo em Jo 13:34, elevando a medida do relacionamento para um amor sacrificial, puro e integral, derramado diretamente nos corações por meio do Espírito Santo, conforme Rm 5:5.A expressão visível dessa afeição genuína manifesta-se prioritariamente por meio da honra e da hospitalidade, conforme descrito em Rm 12:10 e 13. O acolhimento mútuo requer a disposição voluntária de abrir mão do conforto pessoal, dos recursos financeiros e até da privacidade do lar para abrigar e servir os santos, agindo como cooperadores da verdade, um princípio destacado em 3Jo 1:8. A verdadeira prontidão em receber os irmãos com alegria e manter as casas abertas reflete o exemplo deixado nas Escrituras sobre a importância do bom testemunho nos relacionamentos cotidianos, convertendo o ambiente familiar em um espaço de serviço desinteressado e comunhão profunda.Outra evidência indispensável da maturidade desses vínculos consiste na prática assídua de perdoar e pedir perdão, baseada em Cl 3:13. O corpo de Cristo necessita revestir-se continuamente do amor, que atua como o elo perfeito e impede que o orgulho, a vergonha ou a indiferença endureçam o coração. Nenhuma queixa ou ofensa deve ser acumulada ou ocultada, pois reter ressentimentos sufoca a liberdade espiritual. Assim, a restauração por meio do perdão mútuo precisa ocorrer com frequência, refletindo de maneira exata a misericórdia com que o Senhor acolheu e perdoou cada indivíduo.O aperfeiçoamento desse amor fraternal exige que haja uma quebra absoluta de qualquer postura de isolamento ou desinteresse pelo bem-estar alheio. Como apontam os textos de 1Jo 3:11-16 e 1Jo 4:7-8, 12, a permanência em Deus e o conhecimento real de sua pessoa tornam-se patentes quando a preocupação individual é substituída pelo zelo genuíno pelas necessidades, dores e lutas espirituais dos outros. Rejeitando completamente a mentalidade negligente de Caim em 1Jo 3:12 — que recusava a responsabilidade de cuidar de seu irmão —, os membros da comunidade devem crescer e transbordar nesse amor, assim como exortado em 1Te 3:12 e 1Te 4:9.Para que esse crescimento ocorra, é necessário combater os pecados que ferem os relacionamentos. O primeiro deles é a maledicência, condenada em 1Pe 2:1, que deve ser substituída pelo falar bem e abençoar, conforme Lc 6:28. A seriedade desse assunto é descrita em 1Co 6:9-11, que coloca os maldizentes na mesma categoria daqueles que não herdarão o reino de Deus. O segundo pecado é a fofoca, que afasta os amigos e traz dissensão, como advertem os textos de Sl 34:13, Pv 16:28 e Pv 17:9, exigindo o compromisso de cobrir a ofensa e moderar os lábios (Pv 10:19). O terceiro pecado envolve o ódio, a mentira e a contenda entre irmãos, abordados em 1Jo 4:20 e Ef 4:25, lembrando que o Senhor abomina aquele que semeia contendas, conforme Pv 6:16.Por fim, o texto de Rm 14:1 ensina que o amor sacrificial é o único capaz de unir irmãos que pensam de maneira diferente sobre dias, alimentos ou outras convicções pessoais, exortando a igreja a deixar de julgar uns aos outros para não colocar tropeços no caminho do irmão. Desse modo, ao viverem o novo mandamento de Jo 13:34-35, o amor se torna a marca mais evidente dos discípulos de Jesus perante o mundo.Verifique mais em: www.igrejaemportoalegre.com.br

  14. 987

    Marcus André Marchi - Aos pés de Jesus

    Ministrada em 23/05/2026 (Jovens)

  15. 986

    Filipe Merker - Redescobrindo o amor do Pai

    Redescobrindo o amor do PaiA experiência de se afastar da casa dos pais revela como nossas escolhas podem ser frágeis quando buscamos apenas independência e prazeres passageiros. Muitas vezes, a insatisfação com a rotina e a falsa impressão de que a liberdade está longe da presença do pai levam a decisões erradas, como exigir a parte da herança antes da hora (Lc 15:12). Esse movimento de partida e o desperdício de tudo com uma vida sem limites resultam, mais cedo ou mais tarde, em um vazio enorme e em falta de tudo (Lc 15:13-14). O isolamento e a humilhação que surgem no caminho servem como um espelho da miséria que o orgulho e a autossuficiência produzem no coração humano.O ponto de virada acontece quando a dor e a necessidade fazem a mente despertar para a lembrança do acolhimento e da fartura que existiam no lar original (Lc 15:17). Esse processo de "cair em si" não é apenas um sentimento de culpa, mas gera uma vontade real de voltar e de pedir desculpas sinceramente diante de Deus e daqueles que foram magoados (Lc 15:18). A verdadeira mudança começa quando o orgulho é quebrado e a pessoa reconhece que perdeu o direito de exigir qualquer privilégio, aceitando ocupar o lugar mais simples, desde que possa estar perto novamente daquele que ama.A resposta a esse retorno mostra que o amor de Deus toma a iniciativa, recupera a pessoa e chega antes de qualquer esforço humano para se explicar. Antes mesmo que o pedido de desculpas seja totalmente dito, o abraço e o beijo acolhedor apagam a distância e a vergonha do passado (Lc 15:20). Essa restauração é completa; ela devolve a dignidade perdida, trazendo de volta o sentimento de valor e de pertencimento à família (Lc 15:22). A festa que se espalha mostra a alegria enorme que existe quando quem estava morto volta a viver, provando que a graça não fica medindo o tamanho do erro, mas comemora o resgate.Por outro lado, a recusa em participar dessa alegria mostra o perigo de se viver na casa do pai com a mentalidade de um escravo, focado apenas em obrigações e em merecer recompensas (Lc 15:25-29). A chateação diante da bondade demonstrada com o irmão que voltou revela que não se entendeu o verdadeiro sentido do amor de Deus, que não se baseia em desempenho, mas em relacionamento (Lc 15:31-32). Assim, a Palavra de Deus ensina que a verdadeira herança não são os bens materiais ou as coisas que fazemos, mas a convivência diária com o Pai, cujo amor sem condições convida tanto quem se perdeu no mundo quanto quem se perdeu dentro de suas próprias cobranças a redescobrir a alegria de ser filho.Perguntas para reflexão1.⁠ ⁠Em quais momentos de nossa vida corremos o risco de buscar independência longe da presença e dos conselhos de Deus?2.⁠ ⁠Como a atitude de "cair em si" e admitir nossos erros nos ajuda a receber o recomeço e o perdão que Deus oferece?3.⁠ ⁠De que maneira podemos nos policiar para não agir com cobrança e ressentimento com os outros, achando que somos melhores ou que merecemos mais?

  16. 985

    Luís Carlos Silveira - A redenção de Judá

    Ministrada em 16/05/2026 (Jovens)

  17. 984

    Eduardo Arakaki Jr. - Encontro de Homens

    *Primeira parte*00:00:00 - Amor e Graça*Segunda parte*01:19:29 - Fé e Cruz

  18. 983

    Luís Carlos Silveira - A redenção de Judá

    A trajetória de Judá demonstra como a vida pode ser transformada quando o egoísmo é substituído por uma postura de responsabilidade e sacrifício. Inicialmente, suas escolhas foram marcadas por um distanciamento dos valores de sua casa, resultando em decisões que priorizavam o prazer pessoal e a independência em relação aos propósitos de sua família (Gn 38:1-2). Esse caminho de isolamento trouxe consequências dolorosas, revelando que a busca por satisfação fora da vontade de Deus conduz apenas à perda e ao sofrimento profundo (Gn 38:7-10).O processo de restauração começou com um confronto direto com a verdade, levando ao reconhecimento de suas próprias injustiças. Em vez de persistir no erro ou buscar justificativas, houve a aceitação da culpa, o que permitiu uma mudança de direção no caráter (Gn 38:26). Essa transformação interna é essencial para que o indivíduo deixe de ser um causador de problemas e passe a ser um agente de reconciliação e cuidado, demonstrando que Deus trabalha na reconstrução daqueles que se arrependem.A maturidade de Judá tornou-se evidente quando ele se dispôs a ocupar o lugar de um inocente para poupar a dor de seu pai (Gn 44:30-31). Esse gesto de intercessão e entrega pessoal revela a essência de um coração redimido: a disposição de sofrer o dano para que outros sejam preservados. Ao se oferecer como escravo no lugar de seu irmão, ele abandonou a antiga indiferença que o fizera vender um irmão no passado, provando que a graça de Deus é capaz de gerar um amor sacrificial onde antes havia apenas rivalidade (Gn 44:33-34).A conclusão dessa jornada mostra que a redenção de Deus não apenas restaura o indivíduo, mas também o posiciona como um líder e um portador de esperança para as gerações futuras. Através da mudança de Judá, a unidade da família foi preservada e um novo legado de fidelidade foi estabelecido (Gn 49:8-10). Assim, a Palavra de Deus ensina que, independentemente dos erros cometidos, o retorno para os caminhos de Deus permite que a vida seja usada para cumprir planos maiores, fundamentados na honra e no cuidado mútuo.Perguntas para reflexão:1.⁠ ⁠Em quais áreas da vida temos priorizado nossos próprios interesses em vez de zelar pelo bem-estar de nossa família e comunidade?2.⁠ ⁠Como podemos exercer a honestidade de admitir nossos erros para permitir que o processo de restauração de Deus comece em nós?3.⁠ ⁠O que significa, na prática, estar disposto a "sofrer o dano" para proteger e abençoar aqueles que estão ao nosso redor?

  19. 982

    Filipe Merker - Redescobrindo o amor do Pai

    Ministrada em 09/05/2025 (Jovens)

  20. 981

    João Nelson Otto - O intransferível serviço dos santos

    O INTRANSFERÍVEL SERVIÇO DOS SANTOSConforme lemos em Efésios 4.11-12, qual é o serviço que os santos precisam desempenhar? É de pregar o evangelho e fazer discípulos. Podemos resumir isso em uma frase do Senhor Jesus: “buscar e salvar o perdido”.Este serviço dos santos é intransferível, pois vemos o Pai, o Filho e a igreja de Atos dos Apóstolos buscarem o perdido. Agora cabe a nós fazer a nossa parte.Há quem se desculpe, dizendo não saber evangelizar ou não ter tempo, carga ministerial, dom, ou afirmando que é uma tarefa reservada para pastores e evangelistas, mas sabemos que esta é a missão de todos os filhos de Deus.O Pai não transferiu sua busca do perdido. Ele sempre toma a iniciativa de salvar o homem. Assim como Deus buscou Adão, também mandou seu Filho para nos buscar e salvar (Jo 3.16 e 2 Co 5.19). Que maravilhoso saber que a obra de Cristo já estava garantida na eternidade, pois ele é o “…Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap 13.8). Sua morte não foi acidental; foi divinamente planejada. Cristo não transferiu sua busca do perdido.Jesus tinha uma agenda permanente e intransferível. Ele mesmo disse que veio para “buscar e salvar o perdido” (Lc 19.10). Assim como o Pai, ele também toma a iniciativa de buscar o perdido. Devemos nos perguntar: qual é a nossa agenda? Podemos fazer muitas coisas, mas enquanto as fazemos, devemos buscar o perdido. Jesus também buscou o perdido com seus discípulos, ampliando seu evangelismo e enviando os Doze, e, depois, outros Setenta, de dois a dois, em companheirismo, que o precediam nas aldeias e cidades para onde ele iria. Imagine que impacto causaram naquelas localidades! A Igreja de Atos dos Apóstolos não transferiu sua busca do perdido.Após ressuscitar, o Senhor Jesus reafirmou a promessa do batismo no Espírito Santo e a ordem de sermos suas testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda a Judeia e Samaria, e até os confins da terra (At 1.8). Mas os irmãos se acomodaram em Jerusalém e não obedeceram à ordem. Então, o Senhor “apertou o botão da perseguição”, e assim os irmãos foram dispersos e passaram a pregar na Judeia e Samaria e avançaram rumo aos confins da terra. Assim, em Atos 8.1 vemos o início do cumprimento de Atos 1.8. Nós também não devemos transferir nossa busca do perdido.Um dia alguém me levou para Cristo. Hoje, eu devo levar alguém para Cristo. Em Mt 28.18-20, temos a Grande Comissão de buscar o perdido. “A grande comissão deve ser a grande missão da minha vida”. Nela, temos autoridade delegada pelo Senhor para buscarmos o perdido; temos uma ordem definida de fazê-lo discípulo de Jesus e uma promessa animadora da presença do Senhor cooperando conosco e confirmando a palavra com sinais e prodígios (Mc 16.17-20). A obra do Senhor é o trabalho mais nobre e prazeroso. Os projetos terrenos são temporais, mas o projeto do Senhor é eterno, e a nossa maior esperança é estarmos para sempre com o Senhor, com todos os anjos e todos os remidos. Então, irmãos, vamos seguir o exemplo do Pai, do Filho e dos nossos primeiros irmãos, assumindo e não transferindo nossa responsabilidade de buscar e salvar o perdido!Perguntas para reflexão1.⁠ ⁠Minha agenda tem refletido o coração de Jesus em buscar aqueles que ainda precisam encontrar a Deus?2.⁠ ⁠Quais oportunidades Deus já colocou diante de mim para testemunhar de Cristo, e como tenho respondido a elas?3.⁠ ⁠De que forma posso caminhar com outros irmãos para servir juntos no propósito de alcançar vidas para Deus?

  21. 980

    Vitor Severo - O amor entre os irmãos

    Ministrada em 02/05/2026 (Jovens)

  22. 979
  23. 978

    Filipe Merker - Romanos 7 - Mortos para a lei e vivos para Deus

    Palavra compartilhada na reunião do dia 13 de agosto de 2023.

  24. 977

    Luis Carlos Silveira - O logos e o rhema de Deus

    Palavra compartilhada na reunião do dia 25 de junho de 2023.

  25. 976

    José Gustavo Miranda - Ceia

    José Gustavo Miranda - Ceia

  26. 975

    Moacir Adornes - A glória do santuário

    Moacir Adornes - A glória do santuário

  27. 974

    Erasmo Ungaretti - Consagração

    Erasmo Ungaretti - Consagração

  28. 973

    João Nelson Otto - Sede servos uns dos outros

    João Nelson Otto - Sede servos uns dos outros

  29. 972

    Erasmo Ungaretti - Jesus, justo servo de Deus

    Erasmo Ungaretti - Jesus, justo servo de Deus

  30. 971

    Fredrich Gottfridsson - Quem é Jesus pra mim

    Fredrich Gottfridsson - Quem é Jesus pra mim

  31. 970

    Telmo Weber - O Desafio das Gerações

    Telmo Weber - O Desafio das Gerações

  32. 969

    Moacir Adornes - O sagrado encargo de anunciar o evangelho

    Moacir Adornes - O sagrado encargo de anunciar o evangelho

  33. 968

    Jan Gottfridsson - Presença, Poder, Propósito

    Jan Gottfridsson - Presença, Poder, Propósito

  34. 967

    Moysés Moraes - 1Co 13.13 - Fé Esperança e amor

    Moysés Moraes - 1Co 13.13 - Fé Esperança e amor

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