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Imparável Cast
by Imparável Cast
Toda semana uma nova entrevista com imparáveis que superaram suas dificuldades e se tornaram servidores públicos. Histórias incríveis para inspirar você a conquistar os seus sonhos!O apresentador Gabriel Granjeiro é CEO e sócio-fundador do GRAN, uma das maiores EdTechs do Brasil, com mais de 800.000 alunos ativos pagantes e um dos sites de educação mais visitados do país. É também reitor da Gran Faculdade.Acompanha de perto o universo dos concursos desde muito cedo e ingressou nele, profissionalmente, aos 14 anos.Desde 2016, escreve artigos semanais que já foram lidos por mais de 2 milhões de pessoas. Formou-se em Administração e Marketing pela New York University Stern School of Business e, em 2021, foi incluído na prestigiada lista da Forbes Under 30. Recentemente, foi reconhecido pela EY como um dos Empreendedores do Ano e pela MIT Technology Review como um dos jovens empreendedores mais inovadores da América Latina.
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Aos 35, recomeçou. Aos 44, nomeado auditor no TCE-RN | Guga Pessoas
Hoje eu converso com o aluno Gran Gustavo Pessoas, o Guga. Filho de pais que, mesmo com dificuldades financeiras, escolheram investir na formação dos filhos e cujo pai morreu sem ter uma casa própria, Guga tornou-se professor universitário, fez mestrado, ocupou cargos de gestão, casou-se e construiu uma família com a esposa e dois filhos.Aos 35 anos, decidiu voltar para a faculdade. Terminou Administração aos 39, justamente quando a instituição onde trabalhava enfrentava uma fase financeira difícil. Foi quando decidiu voltar aos concursos.Os primeiros dois anos foram de erros. Estudava errado, fazia provas sem preparação consistente e perdeu oportunidades. Até entender que precisava aprender a estudar. A partir daí, vieram as renúncias: trabalho, aulas, esposa, filhos e estudo madrugada adentro. A família precisou se adaptar àquela rotina.E então veio o TSE. Depois de quase um ano de preparação, Guga foi desclassificado porque entrou na sala com uma garrafa que ainda tinha rótulo. Chorou, teve uma crise de pânico e precisou decidir se continuaria. Continuou.Mudou o método, encontrou sua área, respondeu mais de 32 mil questões e acumulou mais de 1.600 horas de estudo e as aprovações começaram a chegar. Aos 44 anos, o resultado mais aguardado: 2º lugar geral para Auditor de Controle Externo do TCE-RN.Hoje, Guga vem ao Imparável contar o que aconteceu entre aquele recomeço aos 35 e a aprovação que mudou sua carreira.
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Nasceu prematura de 6 meses, enfrentou reprovações e conquistou sua vaga no INSS | Maria Eduarda
Hoje eu converso com a aluna Gran Maria Eduarda Almeida Silva. Ela nasceu prematura, aos seis meses de gestação, e desenvolveu retinopatia da prematuridade, uma deficiência visual que fez com que convivesse com limitações desde a infância. Depois do ensino médio, descobriu nos concursos públicos a possibilidade de conquistar estabilidade, independência financeira e uma carreira com mais acessibilidade. Formou-se em Fisioterapia em 2024 e, quando perguntavam o que faria depois da faculdade, respondia: “quero fazer concurso.”Ela já havia tentado Banco do Brasil, Caixa Econômica e TRT, sem aprovação. Até que surgiu o CNU2, com uma vaga para Fisioterapia. Aquela oportunidade parecia uma resposta às tantas vezes em que havia pedido a Deus por uma chance. Mas ela não se sentia preparada. Então, voltou aos estudos e passou a dedicar de sete a oito horas por dia à preparação, de segunda a sexta. No dia da prova, estava nervosa. Mas, no final, saiu feliz. Meses depois, veio a aprovação no CNU2 para Analista do Seguro Social, com formação em Fisioterapia, no INSS.Hoje, cerca de três meses depois da posse, Maria Eduarda deixou Petrolina, em Pernambuco, para morar em Umuarama, no Paraná. E encontrou no serviço público aquilo que buscava: acessibilidade, respeito e estabilidade.
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Ele acordava às 4h para estudar. Hoje, está entre os primeiros da Polícia Legislativa | Lukas Leite
Lukas Silva Leite cresceu na periferia de Brasília, em uma família simples. Na infância, chegou a morar em um barraco de fundo, e houve períodos em que a família precisou contar com cestas básicas e programas de distribuição de alimentos.Mesmo com pouco, os pais sempre acreditaram que o estudo poderia mudar aquela realidade. Foi o pai de Lukas quem, com muito esforço, pagou um curso de informática para o filho. Aos 15 anos, ele começou a trabalhar como professor de informática, ganhando cerca de 230 reais por mês. Para economizar no transporte e ajudar em casa, caminhava seis quilômetros por dia.Depois, trabalhou como técnico de suporte de TI e chegou à Justiça Federal. Foi ali, convivendo com servidores e magistrados, que começou a enxergar o serviço público como uma possibilidade concreta de mudar de vida. Mas o caminho até as aprovações não foi linear. Vieram reprovações, inclusive na PMDF, que acabaria se tornando um dos maiores pontos de virada da sua trajetória. Depois vieram aprovações na PMMG, PMSC onde ficou por 4 anos, PPGO, e a PPDF - aprovação que permitiu seu retorno a Brasília e, finalmente, a realização de um sonho que carregava desde o ensino médio: cursar Direito.E, em 2026, mesmo trabalhando e estudando Direito, Lukas acordava às quatro da manhã para se preparar para um novo desafio: o concurso para Policial Legislativo Federal. Na prova discursiva, conquistou o primeiro lugar e saltou da 140ª para a 19ª colocação na lista de cotas, seguindo para as fases finais.Em todos os certames, Lukas se preparou com os materiais do Gran. E é sobre tudo o que aconteceu antes desse resultado que vamos conversar agora.
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Largou o futebol, virou PF e será policial legislativo com mais R$ 20 mil de salário |Mateus Alberto
Mateus Alberto sempre quis ser jogador de futebol. Estudava só o suficiente para passar de ano e continuar treinando, até que, aos 18 anos, foi fazer uma peneira para a Série B do Campeonato Candango. Lá, viu um jogador com mais de 30 anos ainda buscando uma oportunidade, acompanhado pelo pai. Seu pai também estava ali. Na volta, Mateus decidiu: ia abandonar o futebol e começar a estudar.Só que ele não sabia estudar, e sua base era péssima. Na faculdade, uma colega chegou a perguntar: “É sério que você quer estudar para concurso?” Ele não conseguia escrever corretamente nem “último dia útil”. Ao longo da preparação, como aluno do Gran, fez três cursos de Português com o professor Claiton Natal e, anos depois, mais um para a Polícia Legislativa. Chegou a manter um post-it no escritório para não esquecer contas básicas de matemática e que “um” e “uns” são artigos indefinidos.Durante quase três anos de preparação para a Polícia Federal, sofreu um acidente de carro, cuidou da avó durante uma profunda depressão, lesionou a coluna e estudou por meses em meio a dores tão fortes que precisava parar e ficar em posição fetal dentro do carro. Na pandemia, sua mãe foi parar na UTI. Ainda assim, continuou.Aos 21 anos, foi aprovado para agente da Polícia Federal e escrivão da PCDF, sempre tendo o Gran como parceiro na preparação. Anos depois, já na PF, enfrentou nove meses de preparação para a Polícia Legislativa, também com o Gran, enquanto cuidava de um filho de seis meses, passava por uma cirurgia de apendicite, vivia a descoberta de uma nova gravidez, fazia viagens entre estados e conciliava tudo com uma rotina intensa de trabalho. Até que veio a recompensa: a aprovação para a Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados.
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20 reais no bolso e um sonho que o levou ao MPU e a futuro auditor-fiscal | Sidney Reges
Sidney Reges Ferreira, tem 35 anos, filho de pais analfabetos, cresceu em Trombas, Goiás, em uma casa feita de barro, sem água, sem luz, sem portas ou janelas. O chão era de terra, a cama era de palha de bananeira e, em alguns momentos, faltou até comida. Ainda criança, começou a trabalhar para ajudar a família, capinando, plantando milharais, fazendo cercas e carregando todo tipo de material pesado.Até que decidiu ir para Brasília aos 17 anos. Chegou com duas peças de roupa, vinte reais no bolso, uma rapadura e um punhado de amendoim. Em sua trajetória, chegou a dormir no chão, na rua, debaixo de chuva, ao lado de ratos e baratas. Trabalhando como empacotador, um dia perguntou por que trabalhava tanto e ganhava tão pouco, enquanto o gerente ganhava mais. A resposta: “Porque ele estudou.” Sidney decidiu que também estudaria. Sem dinheiro para comprar livros, procurava material no lixo pelas ruas de Brasília.E foi assim que começou a construir uma nova história. Fez cursos profissionalizantes, aprendeu informática desenhando um teclado numa folha de papel, entrou na faculdade e, durante essa caminhada, chegou a fazer uma prova depois de sofrer um grave acidente de moto. Mesmo ferido e sangrando, pediu aos policiais que o levassem até a faculdade porque não podia perder a prova. Foi também nessa fase que conheceu uma professora que se tornaria sua maior incentivadora nos estudos e, mais tarde, sua esposa.Juntos, começaram a estudar para concursos enquanto moravam em uma casa com parte da estrutura coberta por lona. Foram cerca de 100 concursos prestados e 15 aprovações, até a chegada ao Ministério Público Federal e à nomeação, em novembro de 2023. Hoje, Sidney tem casa, dois carros, lote quitado e aguarda a nomeação para auditor-fiscal de atividades urbanas do DF, sem precisar se preocupar se amanhã vai ter como colocar comida na mesa.
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Aos 15 passou a sustentar a família, hoje está entre os aprovados para delegado | Jean Claudyo
À primeira vista, o meu convidado Jean Claudyo Araújo Gomes parece ter pouco mais de 20 anos. Mas, aos 31, ele já viveu desafios que muita gente não enfrenta em uma vida inteira.Quando tinha apenas 15 anos, viu a vida mudar completamente depois que o pai sofreu um infarto e ficou impossibilitado de trabalhar. Para ajudar a sustentar a família, começou a trabalhar em uma fábrica de calçados. Nos fins de semana, vendia artigos religiosos pelas ruas de Canindé, no Ceará, para complementar a renda.Mas, entre o trabalho pesado e as dificuldades financeiras, existia um sonho que ninguém conseguia tirar dele: estudar.Os anos passaram. Jean conquistou uma vaga na Polícia Militar do Ceará, mas sabia que aquele não era seu destino final. Enquanto trabalhava, percorria cerca de 200 quilômetros por dia para concluir a faculdade de Direito. Acordava às quatro da manhã para estudar, cumpria sua jornada de trabalho e voltava aos livros até a noite.No caminho, enfrentou o cansaço, a ansiedade, a autocobrança e, mais tarde, o diagnóstico definitivo de autismo, que mudou a forma como enxergava a si mesmo e sua preparação.Hoje, após quatro anos de preparação intensa como aluno Gran, Jean Claudyo está entre os primeiros colocados no concurso para Delegado da Polícia Civil do Piauí.
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305
Trabalhando como Uber e estudando no carro entre corridas, ele foi aprovado no BB | Fábio Marques
Tem gente que estuda para concurso em casa, em uma biblioteca ou em uma sala de estudos. O nosso convidado de hoje estudava dentro do carro.Enquanto o aluno Gran Fabio Marques dirigia pelas ruas do Distrito Federal como motorista de aplicativo, ele transformou o carro em uma verdadeira sala de aula. As videoaulas do Gran ocupavam o lugar das músicas. As revisões aconteciam entre uma corrida e outra, pelo celular. E o despertador tocava todos os dias às 4h30 da manhã para garantir algumas horas de estudo antes mesmo de começar a trabalhar.Mas talvez a decisão mais difícil dessa caminhada tenha acontecido quando o edital foi publicado. Fábio abriu mão de um mês de trabalho para estudar exclusivamente. Durante esse período, sua esposa assumiu sozinha todas as despesas da casa, apostando que aquele sonho valia o risco.Filho de um eletricista e de uma costureira, Fábio também passou pelo Exército e enfrentou o desemprego durante a pandemia. Foi justamente nesse período que decidiu apostar de vez no sonho da aprovação.O resultado dessa persistência veio em 2023, com a aprovação no concurso do Banco do Brasil. Em abril de 2024, tomou posse como escriturário. Pouco tempo depois, conquistou sua primeira promoção e se tornou gerente de relacionamento.Hoje, você vai conhecer a história de alguém que provou que, quando existe um sonho grande, qualquer lugar pode se transformar em uma sala de aula.
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Mãe, enfermeira e aprovada em 6 concursos, estudando entre plantões | Thabita Kelly S. de Brito
Aos 33 anos, mãe de uma menina de cinco, Thabita Kelly passou anos vivendo uma rotina que pouca gente conseguiria sustentar. Filha de uma cozinheira, criada tendo a mãe como sua grande referência, ela aprendeu desde cedo que a única forma de mudar a própria história seria pelo estudo.Vieram os plantões, as madrugadas de estudo e os livros abertos sempre que a filha estava na escola ou dormia. Foram anos de tentativas, aprovações no cadastro de reserva e a sensação de estar sempre muito perto, mas nunca no lugar que sonhava.Até que 2025 mudou tudo.Na PCDF, conquistou o primeiro lugar na prova objetiva para o cargo de enfermeira. Depois da prova discursiva, garantiu o segundo lugar, dentro das vagas. No mesmo ano, também foi aprovada entre os primeiros colocados na EBSERH, conquistou o 28º lugar no MPU e, no CNU 2, alcançou o primeiro lugar na prova objetiva para enfermeira do Hospital das Forças Armadas, terminando a classificação final em sétimo lugar.Mas a maior conquista da Thabita foi muito além das aprovações. Depois de anos na iniciativa privada, trabalhando muito e com pouca qualidade de vida, ela encontrou no serviço público a estabilidade que sempre buscou e a possibilidade de viver com mais dignidade, sem deixar de fazer aquilo que ama: cuidar de pessoas.E é com muito orgulho que dizemos que a Thabita estudou por meio dos materiais do Gran.
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303
Terminou ensino médio por supletivo e tornou-se servidora federal aos 44 anos | Caroline Oliveira
Há histórias que nos lembram que, para algumas pessoas, estudar nunca foi uma obrigação. Foi um privilégio.A convidada de hoje nasceu no interior de Minas Gerais e foi criada pelos avós, dois trabalhadores rurais sem escolaridade. A avó dizia que queria levá-la à escola para que aprendesse, pelo menos, a escrever o próprio nome. O avô era alcoólatra, e as mudanças constantes faziam com que a escola fosse interrompida muitas vezes. Na época da colheita, estudar dava lugar ao trabalho. Quando conseguia ir às aulas, ela chegava sem café da manhã e sem material escolar, mas com um sonho: ter um jogo de canetinhas.Aos 13 anos, deixou a casa dos avós. Começou a trabalhar muito cedo como empregada doméstica e em restaurante. Aos 14 anos, ainda cursava a antiga 6ª série. Terminou os estudos por meio do supletivo e, durante muito tempo, acreditou que a faculdade não era um sonho possível.Mas ela decidiu mudar a própria história. Fez o Enem, ingressou no Instituto Federal de Brasília, tornou-se mãe, conciliou família e estudos, enfrentou inúmeras reprovações em concursos e, quando muitos teriam desistido, continuou.Hoje é servidora pública, Analista Técnica do Executivo Federal, aprovada em cinco cargos no CNU.A história da aluna Gran Caroline de Almeida de Oliveira mostra que a falta de oportunidades pode atrasar um sonho, mas não é capaz de impedir quem decide continuar caminhando.
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302
Ele foi aprovado em 12 concursos. Hoje, escolhe qual cargo assumir | Weslley Lindbergh
O meu convidado desta semana é o aluno do Gran, Weslley Lindbergh Rocha de Araújo. Natural de Teresina, no Piauí, ele cresceu em uma família simples, onde estudo e trabalho sempre foram prioridade.Filho de um servidor público com deficiência visual, Weslley cresceu tendo dentro de casa o principal exemplo da sua vida. Seu pai superou limitações e construiu sua trajetória no trabalho por meio dos concursos públicos. Esse exemplo marcou profundamente sua visão de futuro.Antes da aprovação, porém, veio uma rotina de muito trabalho. Ainda jovem, começou como aprendiz e depois atuou como auxiliar de almoxarifado. Descarregava caminhões, organizava estoque e lidava com trabalho físico pesado todos os dias.Mesmo assim, seguiu estudando. Entrou na faculdade de Ciências Contábeis e passou a viver uma rotina intensa. Saía cedo de casa, trabalhava durante o dia e só retornava à noite, muitas vezes perto da meia-noite. Era uma rotina de cansaço constante e poucas pausas.Quando decidiu estudar para concursos, não tinha orientação nem método definido. Estudava à noite e nos fins de semana, sempre após um dia inteiro de trabalho. As reprovações começaram a aparecer. Em 2022, após a eliminação na CGU e um problema de saúde no estômago, precisou interromper os estudos por um período.Quando voltou, retomou com mais maturidade e constância. Aos poucos, as aprovações começaram a acontecer até chegar a cargos de alto nível, como Auditor Interno da ALESP e Consultor Legislativo na Câmara Municipal de São Paulo. Também obteve o 6º lugar para Auditor de Controle na Controladoria-Geral do Estado de São Paulo.Hoje, Weslley acumula 12 aprovações em concursos públicos. Como Consultor Legislativo, olha para a própria trajetória com clareza e sabe que a mudança de vida que conquistou não foi fruto da facilidade, mas da permanência. A estabilidade, as conquistas e a realização de sonhos vieram como consequência de anos de constância.
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20 concursos, 24 mil questões, autismo, filho na UTI… Hoje é Auditor do TCE | Henrique Penna
O meu convidado de hoje é formado em direito. Trabalhava de 10 a 11 horas por dia e recebia cerca de R$ 1.900 por mês. Foi justamente quando se casou e começou a construir uma família que a realidade bateu mais forte: boletos, aluguel, supermercado e a sensação de que, por mais que trabalhasse, nunca conseguiria oferecer a segurança que sonhava para a esposa.Foi nesse momento que o aluno Gran Henrique Penna enxergou no concurso público uma oportunidade de mudar de vida. Mas a caminhada estava longe de ser simples. Sentar para estudar era um sofrimento diário. Concentrar-se por poucas horas parecia impossível, até que, já durante a preparação, veio um diagnóstico que mudou sua própria história: autismo nível 1. Com o tratamento adequado, ele passou a adaptar sua rotina e encontrou um método que transformou os estudos em uma espécie de jogo: cada meta cumprida, cada bloco de questões resolvidas, cada página de lei seca lida representava uma pequena vitória. A primeira grande recompensa veio com a aprovação na Cemig, que trouxe estabilidade para a família e um plano de saúde que, pouco tempo depois, faria toda a diferença. Em 2024, seu filho Thomás nasceu prematuro e precisou ficar internado na UTI Neonatal. Entre a angústia, o trabalho e a rotina dentro de casa, Henrique continuou estudando. Muitas vezes, colocava o filho para dormir enquanto assistia às aulas em áudio.Foram quatro anos de preparação, vinte concursos prestados e vinte e quatro mil questões resolvidas até conquistar mais um sonho: a aprovação no Tribunal de Contas de Minas Gerais como auditor de controle externo.
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Reprovado na escola, acumulou dívidas e financiamentos e hoje é analista do Senado | Lucas Damasceno
Como passar em concurso público: a história real de um reprovado na escola e endividado que virou analista do Senado Federal aos 29 anos.Lucas Rodrigues Damasceno não era o aluno que as pessoas apostariam que chegaria ao Senado Federal.Na escola, foi reprovado. No ensino médio, acumulou dependências. Anos depois, fez o Enem e obteve uma nota que ele mesmo considera baixa.Filho de pais humildes, que não concluíram o ensino fundamental, cresceu ajudando a cuidar dos irmãos enquanto os pais trabalhavam.Em uma época em que trabalhava em um armarinho, ouviu de uma cliente que, se não conseguisse acertar o pedido de um cliente, dificilmente passaria no Enem. Ela estava errada.Ele não só passou no Enem como concluiu a graduação e entrou no mundo dos concursos públicos.A trajetória até a aprovação também esteve longe de ser fácil. Para continuar estudando, precisou fazer empréstimos, assumir gastos que comprometeram sua vida financeira e seguir em frente sem qualquer garantia de que o esforço daria resultado.O primeiro grande ponto de virada veio com a aprovação na Defensoria Pública do Distrito Federal. Mas Lucas não parou por aí. Em vez de se acomodar, seguiu avançando, buscando novos degraus dentro do serviço público.Vieram novas conquistas ao longo do caminho, como a atuação como gestor de políticas públicas e a aprovação como auditor de controle interno no Distrito Federal, uma das carreiras mais disputadas da área.E quando imaginava que havia chegado ao seu destino, uma nova mudança redefiniu sua trajetória: a posse no Senado Federal.E é com muito orgulho que dizemos que o Lucas trilhou esse caminho estudando com o Gran desde 2021 por meio da Assinatura Social.
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Recomeçou aos 40, conciliou comércio, família e estudo e foi aprovado como Auditor | Erik Maeda
Aprovado em concurso público aos 40 anos: a trajetória de Erik Maeda até a aprovação como Auditor da Controladoria Geral do Estado de São Paulo.Aos 40, Erik Maeda carregava uma dúvida que tirava seu sono. Depois de mais de duas décadas trabalhando no comércio da família, ele começou a se perguntar se aquela seria a sua vida para sempre. Filho de imigrantes japoneses, nascido em São Paulo, Erik passou pelo Jornalismo, estudou História na USP e se formou em Direito pela PUC-SP. Mas nunca exerceu a advocacia.Com o passar dos anos, uma pergunta começou a incomodá-lo: seria possível recomeçar profissionalmente depois dos 40? Entre as responsabilidades da empresa da família e a rotina de estudos, ele decidiu apostar nos concursos públicos. Os primeiros resultados, porém, foram duros.Em 2023, no concurso de Auditor Fiscal da Receita Federal, não alcançou a nota mínima para ter a prova corrigida. Pouco depois, no ISS São Paulo, ficou longe das primeiras colocações. Mas desistir nunca foi uma opção. Mesmo cansado e diante das incertezas de uma mudança tão grande, ele continuou estudando.Até que a virada aconteceu. Em 2025, conquistou a 11ª colocação na Controladoria Geral do Município de São Paulo. Meses depois, veio a confirmação de que todo o esforço havia valido a pena: 10º lugar na Controladoria Geral do Estado de São Paulo e a tão sonhada nomeação.Aquele homem que acreditava que passaria a vida inteira no comércio da família estava prestes a começar uma nova carreira. Vamos conhecer os detalhes da história do aluno Gran Erik Maeda.
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Fez a prova do CNU recém-operada, com muitas dores, e ficou em 3º lugar | Ruana Soares
CNU CONCURSO PÚBLICO FEDERAL: Ruana Soares fez a prova recém-operada, com dores após cirurgia, e conquistou o 3º lugar na ENAP.Quando Ruana Soares fez a prova do segundo CNU, ainda se recuperava de uma cirurgia para retirada da vesícula. Poucos dias antes, havia sido internada com uma infecção grave. Fez a prova com dores, usando uma cinta para conseguir permanecer sentada. E completou cada questão.Mas essa história começou muito antes. Criada pela família materna, em uma infância simples, Ruana aprendeu cedo que a educação seria seu caminho. Escolheu o Magistério, casou-se aos 19 anos e tornou-se mãe da Sofia.Em 2014, conquistou sua primeira aprovação como professora em Casimiro de Abreu. No ano seguinte, iniciou a graduação em Pedagogia. Em 2020, foi aprovada para os cargos de professora e supervisora de ensino em Rio das Ostras. Mas, nem todas as conquistas tiveram final feliz. Houve reprovações pelo caminho e uma aprovação na Transpetro que não resultou em convocação. Mesmo assim, ela continuou.Foram cinco anos conciliando trabalho, maternidade e estudos para concursos. Como professora da rede pública, estudava antes do trabalho, à noite, nos fins de semana e até nos intervalos do almoço. Foi nesse período que se tornou aluna do Gran.Em 2025, veio a recompensa: a aprovação em 3º lugar para Técnico em Assuntos Educacionais da ENAP. Agora, Ruana se prepara para uma nova mudança. No dia 24 de junho, toma posse e deixa o Rio de Janeiro rumo a Brasília ao lado da família.
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Trabalhava como personal trainer todo o dia e foi aprovado em 4 concursos policiais | Marcos Mendes
O aluno Gran, Marcos Vinicios Mendes, cresceu em Teresina, no Piauí, em uma família simples de quatro filhos. Aprendeu desde cedo que o estudo poderia mudar a realidade da família.Aos 17 anos, ainda no ensino médio, tornou-se pai. Precisou trabalhar durante o dia e estudar à noite, mas não parou. Concluiu os estudos e entrou na faculdade de Educação Física pelo ProUni. Formado em 2014, atuou como personal trainer.Foi treinando alunos para testes físicos de concursos que surgiu a ideia de tentar também. Foram os próprios alunos que começaram a questionar por que ele não tentava. No início, tentou sem método e sem direção. Depois conheceu o Gran e tudo mudou. Sua forma de estudar passou a ter rotina e consistência.Em 2023, foi aprovado no Corpo de Bombeiros do Piauí, mas sofreu um acidente 28 dias antes do TAF e foi eliminado. Em 2024, ficou em segundo lugar no TRF1. Em 2025, passou na fase escrita da Polícia Federal, mas caiu novamente no teste físico.Duas vezes aprovado. Duas vezes eliminado no mesmo ponto. O homem que preparava outras pessoas para passar nos testes físicos estava sendo reprovado exatamente ali. Ele pensou em desistir. Quase desistiu. Mas seguiu.Em 2026, veio a virada: aprovação na PC-PI, em ampla concorrência e nas cotas. Hoje, Marcos acumula aprovações na PC-PI, TRF5 e PC-CE, e aguarda nomeação no TRF1 para atuar como policial judicial.Quando recebeu a notícia, abraçou a esposa e foi contar à família. Ver o próprio nome na lista de aprovados, ele diz, não tem preço.
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Tomou posse aos 47 e, 3 dias antes de a mãe partir, contou: “Me tornei policial” | Rangel Taveira
O aluno Gran Rangel Taveira tinha 11 anos quando perdeu o pai, o provedor da casa. A mãe precisou sair para trabalhar, e ele cresceu cedo: ainda aos 11 começou a trabalhar sem abandonar a escola.Vieram os ônibus lotados, a marmita na mochila, dias que começavam às cinco da manhã e terminavam perto da meia-noite. Mesmo assim, entrou na faculdade de Contabilidade e aprendeu cedo que nada viria fácil.Foi porteiro, frentista, professor, motorista de aplicativo. Mas existia um sonho antigo: inspirado pelo pai, ex-combatente da Guerrilha do Araguaia, nunca abandonou a vontade de seguir carreira na segurança pública. Então decidiu entrar no mundo dos concursos. O concurso virou esperança de estabilidade e mudança de vida.E estudava como dava. Assistia às aulas no celular, revisava PDFs, resolvia questões e seguia uma regra simples: sobrou tempo, ele estudava. Só que o caminho foi duro. Vieram reprovações, desemprego, dificuldades financeiras, críticas e dúvidas. Pessoas desacreditaram, o casamento acabou e, depois de tantas tentativas, até ele começou a se perguntar se realmente era capaz.Mesmo assim, continuou. Vendeu carro, moto e uma pequena chácara. Quando surgiu a chance da Polícia Penal do Acre, já não tinha praticamente mais nada. O último bem foi vendido para custear a ida ao curso de formação. Chegou ao Acre sem dinheiro, contando com ajuda para sobreviver.E foi ali que recebeu a notícia mais dura: a mãe havia sido diagnosticada com três tumores cerebrais. Cerca de três meses depois, conseguiu vê-la. Chegou em um domingo. Na quarta-feira, ela morreu. Mas, antes disso, conseguiu dizer a ela que tinha conseguido. Tinha se tornado policial.
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Conciliando família, trabalho e estudos, ficou em 1º para Oficial de Justiça | Davi Galeão
A trajetória de Rangel Taveira rumo à aprovação na Polícia Penal do Acre reúne concurso público, aprovação em concurso, rotina de estudos, motivação para concursos, carreira na segurança pública, superação e persistência.O aluno Gran Rangel Taveira tinha 11 anos quando perdeu o pai, o provedor da casa. A mãe precisou sair para trabalhar, e ele cresceu cedo: ainda aos 11 começou a trabalhar sem abandonar a escola. Vieram os ônibus lotados, a marmita na mochila, dias que começavam às cinco da manhã e terminavam perto da meia-noite. Mesmo assim, entrou na faculdade de Contabilidade e aprendeu cedo que nada viria fácil.Foi porteiro, frentista, professor, motorista de aplicativo. Mas existia um sonho antigo: inspirado pelo pai, ex-combatente da Guerrilha do Araguaia, nunca abandonou a vontade de seguir carreira na segurança pública. Então decidiu entrar no mundo dos concursos. O concurso virou esperança de estabilidade e mudança de vida.E estudava como dava. Assistia às aulas no celular, revisava PDFs, resolvia questões e seguia uma regra simples: sobrou tempo, ele estudava. Só que o caminho foi duro. Vieram reprovações, desemprego, dificuldades financeiras, críticas e dúvidas. Pessoas desacreditaram, o casamento acabou e, depois de tantas tentativas, até ele começou a se perguntar se realmente era capaz.Mesmo assim, continuou. Vendeu carro, moto e uma pequena chácara. Quando surgiu a chance da Polícia Penal do Acre, já não tinha praticamente mais nada. O último bem foi vendido para custear a ida ao curso de formação. Chegou ao Acre sem dinheiro, contando com ajuda para sobreviver.E foi ali que recebeu a notícia mais dura: a mãe havia sido diagnosticada com três tumores cerebrais. Cerca de três meses depois, conseguiu vê-la. Chegou em um domingo. Na quarta-feira, ela morreu. Mas, antes disso, conseguiu dizer a ela que tinha conseguido. Tinha se tornado policial.
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Costurou por 10 anos, criou 3 filhas, recomeçou aos 40 e foi 1° lugar aos 43 | Elisiane Souza
A minha convidada de hoje é uma mulher que não desistiu quando a vida pediu isso dela em várias fases diferentes.Filha de mãe sola, a aluna Gran Elisiane Souza nasceu em Fortaleza e cresceu ao lado da mãe, da avó e de três irmãos, numa casa simples cedida por uma parente. Ainda criança, começou a trabalhar para ajudar a família a ter o que muitas vezes não podia comprar.Casou-se aos 17 anos e teve a primeira filha aos 18. Precisou interromper os estudos ainda no ensino fundamental. Enfrentou uma depressão pós-parto que transformou aqueles anos nos mais difíceis da sua vida. Quando finalmente conseguiu voltar para a escola e chegou ao segundo ano do ensino médio, engravidou da segunda filha, quando engravidou da terceira filha decidiu não parar. Ia para a aula com a menina no colo quando não tinha com quem deixá-la.Conciliando o trabalho como costureira, as tarefas como dona de casa e cuidando de três filhas, ela decidiu recomeçar mais uma vez. Aos 40, conquistou uma bolsa do ProUni e iniciou a graduação em Ciências Contábeis. A filha mais nova tinha apenas 1 ano de idade.Sem dinheiro, com o nome negativado e sem condições de investir nos estudos, pagou a primeira assinatura do Gran com o único valor que tinha na conta. Estudava ouvindo aulas pelo celular enquanto varria a casa. Em um único dia, respondeu 450 questões.No início da preparação para concursos, enfrentou anemia, deficiência de vitaminas e um cansaço extremo que fazia o corpo pedir para parar o tempo inteiro. Buscou ajuda e seguiu estudando.Em 2025, apenas cinco meses depois de começar a estudar para concursos, abriu o resultado e leu: aprovada em primeiro lugar na Conab, com 59 de 60 pontos na discursiva, além de outras três aprovações. Aos 43 anos, veio a sua maior vitória: seu nome estava no Diário Oficial da União.
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O quilombola que entrou na faculdade aos 35 e, aos 47, foi aprovado auditor-fiscal | José Maria
De metalúrgico em uma fábrica insalubre a aprovado aos 47 anos para Auditor Fiscal: a história real do quilombola que venceu pelo estudo e transformou a própria vida por meio dos concursos públicos.Filho de agricultor e pescador, o aluno Gran José Maria nasceu na comunidade quilombola de Umarizal, no interior do Pará. Ainda jovem, seu pai tomou uma decisão que mudaria tudo: deixou a roça para trás para que o filho pudesse estudar.Mas a vida não facilitou.Quando terminou o ensino médio, José Maria foi empurrado para uma fábrica de silício metálico, onde passou 15 anos trabalhando sob calor extremo, poeira e risco constante. Até que, durante a crise de 2008, veio o choque: foi demitido e percebeu que não tinha estabilidade nem futuro.José Maria tinha um sonho: ser bancário. Então, aos 35 anos, decidiu recomeçar. Entrou na faculdade e começou a estudar para concursos, mesmo sem nunca ter tido um computador. Construiu uma rotina que poucos sustentariam. Acordava às 4 da manhã, trabalhava o dia inteiro e ainda dava aula à noite.Na reta final para a SEFA Pará, enfrentou o maior teste. Seu filho de 3 anos adoeceu, ele passou noites no hospital, o corpo entrou em colapso e a desistência bateu forte. Mas ele não parou.Aos 47 anos, abriu o resultado e leu: aprovado para Auditor Fiscal da SEFA Pará. Ele chorou sozinho.Foi o choro de 15 anos de metalúrgico, 9 anos de bancário, 7 anos de professor e de uma vida inteira de quilombola que venceu.
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Desempregado, doente e morando de favor, acumulou aprovações na PRF, PF e PCDF | Raphael Medeiros
Filho de uma diarista e de um cobrador de ônibus, Raphael Medeiros estudou em escola pública, convivendo com a escassez. A situação ficou ainda mais difícil quando sua família perdeu o apartamento para o banco e precisou morar de favor.Foi nesse cenário que ele decidiu mudar a própria história. Após um estágio no Ministério Público, enxergou nos concursos públicos a oportunidade de conquistar a estabilidade que sua família nunca teve. Começou por concursos menores, conquistou uma vaga temporária no IBGE e, durante três anos, conciliou o trabalho com corridas de aplicativo para complementar a renda.Quando decidiu voltar a estudar, a vida lhe impôs seu desafio mais duro. Rafael adoeceu gravemente. Ficou internado por 15 dias em um hospital público, passou por mais de mil exames e recebeu o diagnóstico de tuberculose ganglionar, uma doença rara. Mesmo em meio à investigação, recusou-se a interromper seu sonho. Chegou a sair do hospital com laudo médico, usando máscara, para realizar a prova da Polícia Penal de Goiás, isso antes mesmo da pandemia.Em 2020, já desempregado, transformou a adversidade em combustível. Intensificou os estudos com foco total e, em 2021, alcançou um feito extraordinário: foi aprovado em quatro grandes concursos policiais, estudando exclusivamente pelos materiais do Gran: PRF, Polícia Federal para agente e escrivão, e PCDF.Entre tantas conquistas, escolheu a carreira que mais se identificava, a Polícia Rodoviária Federal, onde hoje atua com muito orgulho.
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ABOUT THIS SHOW
Toda semana uma nova entrevista com imparáveis que superaram suas dificuldades e se tornaram servidores públicos. Histórias incríveis para inspirar você a conquistar os seus sonhos!O apresentador Gabriel Granjeiro é CEO e sócio-fundador do GRAN, uma das maiores EdTechs do Brasil, com mais de 800.000 alunos ativos pagantes e um dos sites de educação mais visitados do país. É também reitor da Gran Faculdade.Acompanha de perto o universo dos concursos desde muito cedo e ingressou nele, profissionalmente, aos 14 anos.Desde 2016, escreve artigos semanais que já foram lidos por mais de 2 milhões de pessoas. Formou-se em Administração e Marketing pela New York University Stern School of Business e, em 2021, foi incluído na prestigiada lista da Forbes Under 30. Recentemente, foi reconhecido pela EY como um dos Empreendedores do Ano e pela MIT Technology Review como um dos jovens empreendedores mais inovadores da América Latina.
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