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Interessa

O debate feminino que discute de temas diversos, como relacionamentos, família, saúde, trabalho e lifestyle, de forma moderna, dinâmica e descontraída.

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  1. 592

    Lipedema | Interessa Podcast

    O Interessa abriu a semana com um assunto que afeta cerca de 8,8 milhões de brasileiras: o lipedema. Para jogar luz sobre o tema, o programa recebeu o médico angiologista Dr. Bruno de Lima Naves.Recentemente associado a relatos de famosas como Paolla Oliveira e Yasmin Brunet, o lipedema é uma doença crônica caracterizada pelo acúmulo anormal de gordura nas pernas e braços. Muito além da questão estética, a condição causa dores reais, sensibilidade ao toque, inchaço e hematomas frequentes. Com informação séria e de qualidade, o Dr. Bruno nos ajudou a desmistificar vários alarmismos da internet e revelou a verdade sobre a doença, explicando como identificar os sinais corretos.

  2. 591

    Interessa | Sexo cria intimidade ou a intimidade leva ao sexo?

    Ai, ai, esses dois, ein? Quanta química! Quanta intimidade... Não é de surpreender que Sabrina Sato e Nicolas Prattes, praticamente recém-casados, estejam à espera do primeiro filho do casal! O que leva a gente a pensar... Sexo e intimidade costumam ser tratados como sinônimos, mas será que são realmente a mesma coisa? Enquanto algumas pessoas só conseguem se envolver sexualmente quando existe confiança e conexão emocional, outras acreditam que é justamente a experiência sexual que abre espaço para a vulnerabilidade, a troca e a construção de intimidade. Afinal, o sexo aproxima apenas os corpos ou também as emoções?Inspirado em reflexões do psicanalista Christian Dunker, o Interessa vai discutir como desejo, afeto, confiança e vínculo se relacionam. Vamos entender por que algumas pessoas saem emocionalmente envolvidas de relações casuais, enquanto outras conseguem separar sexo e sentimento sem grandes conflitos. Também vamos debater se é possível existir intimidade sem sexo e sexo sem intimidade - e quais são os impactos dessas diferentes formas de se relacionar.Este é o tema do dia no Interessa Podcast desta sexta com S de sexo!

  3. 590

    Contato zero: é o tempo que cura ou a distância? | Interessa Podcast

    Contato zero com o ex é maturidade ou crueldade?No Interessa desta quinta-feira, a apresentadora Renata Zacaroni e as jornalistas Thalita Martins e Lorena Martins abriram o jogo sobre uma das decisões mais difíceis pós-término. Para jogar luz sobre o assunto, a mesa recebeu nosso querido parceiro, o psicólogo Jaílton Souza.O debate gira em torno da cilada de tentar manter a amizade ou seguir o ex nas redes sociais “em nome da maturidade”. A ciência mostra que o amor romântico ativa áreas de recompensa e dependência no cérebro parecidas com o vício. Ou seja, quando a relação acaba, o corpo entra em abstinência. Ficar espiando stories, fotos ou mandando mensagens só prolonga o sofrimento e alimenta o vício.Um papo sobre individualidade em sentimentos, processos e como cada um lida com o luto pós término e o corte do contato de uma forma.

  4. 589

    Interessa recebe: Carol Borba - Como o meio do ano pode ser o seu verdadeiro começo fitness

    O Interessa desta terça-feira recebe uma das maiores referências em saúde e bem-estar do país: Carol Borba, a maior educadora física do YouTube no Brasil! Ela desembarcou em Belo Horizonte para celebrar os 10 anos da gigante mineira Queima Diária — empresa que já faturou mais de R$ 500 milhões — e se juntou à apresentadora Renata Zacaroni e às jornalistas Renatinha Nunes e Tatiana Lagôa para um papo cheio de energia.O episódio aproveitou a virada do semestre para trazer um choque de realidade. Enquanto muita gente usa as festas juninas como a “despedida do mundo fatness” e chuta o balde, a bancada mostra que o meio do ano é o momento perfeito para recalibrar a rota, deixando de lado as metas mirabolantes de janeiro para construir uma rotina saudável, pé no chão e realista. Carol defende que a consistência de apenas 15 minutos diários em casa vale muito mais do que promessas radicais que ninguém consegue manter.

  5. 588

    Interessa | Por que o excesso de telas está roubando nossa felicidade?

    O celular está na mesa durante as refeições, ao lado da cama antes de dormir, nas pausas do trabalho e até nos momentos de lazer. Nunca estivemos tão conectados e, paradoxalmente, tantas pessoas relatam sentimentos de ansiedade, solidão e infelicidade.É por isso mesmo que este é o tema do Interessa desta quinta-feira (25). O programa parte de um dado preocupante: o brasileiro passa, em média, 157 dias por ano olhando para telas (conforme levantamento produzido por Alexandra Olivares, conselheira de administração, docente e especialista em neurociência aplicada à tomada de decisões). Mais do que o tempo dedicado ao sono em muitos casos. A proposta é discutir os efeitos invisíveis da hiper estimulação digital sobre a saúde mental, os relacionamentos familiares e a forma como nos conectamos uns com os outros.O debate também olha para as crianças e adolescentes, que crescem em um ambiente marcado por estímulos constantes, notificações, vídeos curtos e consumo acelerado de informações. Como o cérebro em desenvolvimento processa essa avalanche de conteúdos? Onde termina a tecnologia como ferramenta e começa a dependência digital?Para aprofundar a discussão, o Interessa recebe o médico psiquiatra Dr. Bruno Brandão, que vai explicar os efeitos do excesso de telas sobre o cérebro, os sinais de alerta para o uso problemático da tecnologia e os caminhos possíveis para reconstruir uma relação mais saudável com o mundo digital. Você consegue ficar algumas horas longe do celular? As telas aproximam ou afastam as pessoas? O excesso de conexão está custando a nossa felicidade?

  6. 587

    Interessa | Lugar de mulher é onde ela quiser - inclusive, cornetando a Seleção!

    A Copa do Mundo costuma transformar o país. As ruas ganham novas cores, os bares lotam e milhões de pessoas se reúnem para acompanhar a Seleção Brasileira. Mas, em meio à festa, uma pergunta continua ecoando: por que tantas mulheres ainda precisam provar que entendem de futebol para serem levadas a sério?O Interessa aproveita o clima do Mundial e o confronto entre Brasil e Escócia para discutir os avanços e os desafios da presença feminina no universo do futebol. Apesar do crescimento do futebol feminino e de referências como Marta, muitas mulheres ainda enfrentam desconfiança, piadas e ataques simplesmente por expressarem opiniões sobre o esporte.Recentemente, a influenciadora Virginia Fonseca relatou ter sido alvo de xingamentos em um estádio após um gol de Vini Jr., episódio que reacendeu discussões sobre humilhação pública e violência direcionada às mulheres em ambientes esportivos. Nas redes sociais, comentaristas, jornalistas, torcedoras e influenciadoras frequentemente se tornam alvos de críticas que ultrapassam a análise esportiva e atingem questões de gênero.Por que um homem recebe automaticamente o benefício da dúvida quando fala de futebol, enquanto uma mulher muitas vezes precisa provar seus conhecimentos? Para participar dessa conversa, o programa recebe Dimara Oliveira, apresentadora, comentarista e repórter da editoria de Esportes de O TEMPO.

  7. 586

    Interessa | Friend bombing

    Você já conheceu alguém que, em poucos dias, parecia seu melhor amigo? Mensagens frequentes, convites constantes, elogios em excesso, compartilhamento de segredos e uma sensação de intimidade que parece ter acelerado etapas importantes da construção de uma relação. Esse comportamento tem nome: friend bombing.O tema foi debatido no Interessa desta terça-feira (23).Inspirado no conceito de love bombing, comum nas discussões sobre relacionamentos amorosos, o friend bombing descreve amizades que começam com intensidade máxima logo nos primeiros contatos. A questão não está na vontade de criar vínculos, mas na velocidade com que a proximidade é construída e nas expectativas que podem surgir a partir disso.Com as redes sociais, esse fenômeno ganhou ainda mais força. Em poucos dias, é possível conhecer detalhes da vida de alguém, acompanhar sua rotina, trocar confidências e desenvolver uma sensação de intimidade que nem sempre corresponde ao tempo real da relação. Quando essa expectativa não é correspondida, a intensidade inicial pode dar lugar ao afastamento repentino, à frustração ou até ao ghosting.Mas será que toda intensidade é um problema? Existe uma velocidade saudável para construir uma amizade? Para aprofundar a discussão, o programa recebe a psicóloga Leni Oliveira Brumano, que vai explicar as características do friend bombing, os impactos emocionais desse comportamento e o papel das redes sociais na forma como construímos vínculos atualmente.

  8. 585

    Interessa | Existe uso seguro de anabolizantes? A banalização da 'bomba'

    O uso de anabolizantes deixou de ser um assunto restrito ao universo do fisiculturismo e passou a fazer parte da rotina de milhares de pessoas em busca de estética, emagrecimento ou ganho de massa muscular. Mas existe uso seguro dessas substâncias para fins estéticos? Quais são os riscos para o coração, o fígado, o equilíbrio hormonal e a saúde mental?  Essas são algumas das questões que estarão em debate no Interessa desta segunda-feira (22), às 14h, com transmissão ao vivo pelos canais O TEMPO e O TEMPO Livre no YouTube.  O programa usa como ponto de partida a repercussão do caso do fisiculturista Gabriel Ganley, que reacendeu discussões sobre os possíveis riscos associados ao uso de hormônios e anabolizantes. Embora tenham sido encontrados medicamentos e possíveis anabolizantes em seu apartamento, o laudo apontou uma condição cardíaca preexistente, a cardiomiopatia hipertrófica.Não há confirmação de que essas substâncias tenham sido a causa direta da morte. A partir desse contexto, o Interessa amplia o debate para um fenômeno cada vez mais presente na sociedade: a banalização do uso de hormônios potentes, muitas vezes tratados como suplementos ou soluções rápidas para alcançar determinados padrões estéticos.  Para ajudar a esclarecer dúvidas e trazer informações baseadas em evidências, o programa recebe o endocrinologista Dr. Flávio Cosso, especialista pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e pós-graduado em Nutrologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein.

  9. 584

    Interessa | Esfriou, né? E as temperaturas mais baixas aumentam a vontade de namorar?

    Casacos, cobertores e bebidas quentes ganham espaço na rotina, mas há quem diga que o frio também desperta mais vontade de namorar. Afinal, existe mesmo uma relação entre inverno, libido e desejo sexual?Esse é o tema do episódio do Interessa Podcast desta sexta-feira com s de SEXO! Nossas meninas vão discutir como o frio pode influenciar o comportamento emocional e sexual das pessoas. Questões sobre a influência do frio na libido de homens e mulheres, os possíveis impactos hormonais, além de temas relacionados à circulação sanguínea, sensibilidade corporal, lubrificação e desempenho sexual entram na pauta! Entre ciência e comportamento, o episódio vai esclarecer dúvidas, derrubar mitos e mostrar que, muitas vezes, a vontade de ficar juntinho pode ter explicações que vão além da temperatura registrada nos termômetros.

  10. 583

    Interessa | Ser vivo é presente? Peixinhos e pintinhos como lembrancinha de aniversário

    "Ah, mas é só um peixinho...". Só?Peixes Betta distribuídos como lembrancinhas de aniversário, pintinhos entregues em festas juninas e até filhotes de cães e gatos: desde quando se tornou adequado transformar um ser vivo em presente?Siga O TEMPO no Google e receba as principais notíciasNo Interessa desta quinta (18) a bancada feminina reflete, à partir das 14h ao vivo nos canais O Tempo e O Tempo Livre no Youtube, sobre os impactos da aquisição impulsiva de animais e os riscos envolvidos quando a responsabilidade por uma vida é transferida para alguém que não escolheu assumi-la. A pauta surgiu após o ator, Bruno Gagliasso, compartilhar que ganhou de presente de aniversário três cabras (beeem além). Embora a prática não seja proibida por lei, ela pode contribuir para situações de abandono, maus-tratos e até problemas ambientais. Peixes ornamentais exigem poucos cuidados? Qual o impacto ambiental causado pelo descarte inadequado de animais? Mais do que discutir uma tendência observada em algumas festas, o episódio pretende provocar uma reflexão sobre guarda responsável, respeito à vida animal e a importância de compreender que animais não são objetos, brindes ou lembranças, mas seres vivos que demandam cuidado, compromisso e responsabilidade.

  11. 582

    Interessa | Por que alguns homens só demonstram emoções durante o futebol?

    Por que tantos homens encontram dificuldade para falar sobre tristeza, ansiedade, medo ou solidão, mas conseguem chorar, abraçar amigos e demonstrar emoções intensas durante uma partida de futebol? A partir dessa reflexão, o Interessa Podcast promove um debate sobre masculinidade, amizade e educação emocional masculina.A conversa parte de uma contradição bastante presente na sociedade: enquanto muitos homens foram ensinados a reprimir emoções no dia a dia, o futebol costuma funcionar como um ambiente socialmente aceito para a manifestação de sentimentos. Seja na comemoração de uma vitória, na frustração de uma derrota ou no sentimento de pertencimento gerado pela torcida, o esporte abre espaço para demonstrações emocionais que muitas vezes não encontram lugar em outros contextos.Vem com a nossa bancada entender os impactos dos padrões tradicionais de masculinidade na forma como os homens constroem suas relações, cultivam amizades e lidam com as próprias emoções!

  12. 581

    Interessa | Representatividade feminina na liderança

    Mulheres são maioria no mercado de trabalho. Mas por que ainda são minoria nos cargos de liderança?Esse é o tema do Interessa desta terça-feira!Com a participação de Danielle Marques, especialista em tecnologia, inovação, fundadora do Hub Do Silêncio ao Silício e integrante da Forbes Under 30, a bancada discute os desafios que ainda limitam a presença feminina nos espaços de decisão e os impactos da diversidade de gênero nos resultados, na inovação e na cultura das organizações.As barreiras enfrentadas pelas mulheres ao longo da carreira, o papel das empresas na promoção da equidade e a importância de ampliar a presença feminina em posições de poder e influência também entram na pauta!

  13. 580

    Interessa | Comunicação e Liderança

    Liderar é saber falar ou saber ouvir?No Interessa desta segunda-feira, nossas meninas vão discutir como a comunicação influencia diretamente a liderança, o engajamento das equipes e a construção de relações de confiança dentro das empresas.Com a participação mais que especial de Luitha Miraglia, apresentadora do Shark Tank Brasil, comunicadora estratégica e curadora de insights do Leader Shift 2026, a bancada feminina vai abordar assuntos como escuta ativa, clareza na comunicação, resolução de conflitos e os desafios de liderar equipes cada vez mais diversas e conectadas.

  14. 579

    Interessa | Liderança que inspira sem romantizar

    Em um cenário corporativo cada vez mais pressionado por metas, inovação e velocidade de resposta, liderar vai muito além de motivar equipes.O episódio “Liderança que inspira sem romantizar”, transmitido ao vivo direto do Leader Shift, evento e movimento focado em liderança, gestão de pessoas e inovação, idealizado pela Sólides, propõe uma reflexão sobre os desafios reais enfrentados pelas lideranças em 2026, desmistificando a figura do líder-herói e trazendo para o centro da conversa temas como transparência, escuta ativa e responsabilidade na gestão de pessoas.  A proposta é mostrar que produtividade sustentável e saúde mental não são obstáculos para o crescimento dos negócios. Pelo contrário: empresas que conseguem equilibrar alta performance com cuidado genuíno às pessoas tendem a construir equipes mais engajadas, resilientes e preparadas para enfrentar momentos de pressão. O debate também abordará como identificar os primeiros sinais de esgotamento emocional e burnout antes que eles comprometam os resultados da organização.  

  15. 578

    Interessa | Reinvenção sem ruptura: como liderar a transformação digital e a inteligência artificial sem perder a essência do negócio

    A transformação digital deixou de ser uma opção para se tornar uma necessidade de sobrevivência no mercado. Mas, diante da velocidade das mudanças tecnológicas, surge um desafio cada vez mais presente nas organizações: como inovar sem abrir mão daquilo que já funciona?Com o tema "Reinvenção sem ruptura", o debate desta terça-feira propõe uma reflexão sobre como empresas e lideranças podem evoluir de forma estratégica, incorporando inteligência artificial e novas ferramentas sem perder sua essência.Transmitido ao vivo do Minascentro, o Interessa Podcast vai mostrar, diretamente do Leader Shift - um dos principais eventos e cúpulas de liderança, inovação e gestão de pessoas do Brasil, idealizado pela Sólides - que a verdadeira transformação digital não se resume à adoção de tecnologias de ponta, mas passa pela capacidade de adaptar processos, reduzir gargalos e preparar equipes para uma nova realidade.A proposta é discutir como a inovação pode fortalecer a cultura organizacional, e não substituí-la, tornando os negócios mais eficientes, competitivos e preparados para o futuro.Aproveita e já segue a gente nas redes sociais:nstagram - https://www.instagram.com/programainteressa TikTok - https://www.tiktok.com/@interessa.otempo

  16. 577

    Interessa | Liderança Contemporânea: como a inteligência comportamental e a cultura geram resultados nos negócios

    Em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico, a liderança contemporânea deixou para trás os modelos baseados apenas em hierarquia e controle.Hoje, empresas de sucesso investem na gestão do comportamento humano, no fortalecimento da cultura organizacional e no desenvolvimento de equipes engajadas para alcançar melhores resultados. É esse cenário que abre a semana especial de liderança do Interessa Podcast, mostrando como fatores antes considerados intangíveis, como bem-estar, motivação e valores, impactam diretamente a produtividade e a lucratividade das organizações.A conversa vai explorar quais são as competências mais valorizadas nos líderes de hoje, como os profissionais mineiros podem utilizar a inteligência comportamental para acelerar suas carreiras e de que forma é possível equilibrar metas, resultados e uma gestão mais humanizada e empática.Confira!

  17. 576

    Interessa | Quem são os fitsexuais e por que eles estão mudando as regras dos relacionamentos

    Uma nova tendência comportamental está transformando a vida afetiva: o universo dos "fitsexuais". A pauta surge a partir dessa tendência de como a relação entre estética, performance e relacionamentos ganhou novos contornos. Com a crescente valorização do corpo nas redes sociais e a exposição constante de treinos e dietas rígidas, a academia virou muito mais que um espaço de saúde. Para os chamados "fitsexuais", o estilo de vida fitness virou o filtro principal para escolher parceiros. Para essas pessoas, a atração e a conexão amorosa dependem diretamente de o outro compartilhar da mesma rotina focada em transformação física, marmitas e disciplina. Dá para você?

  18. 575

    Interessa | Almond Mom

    Você já ouviu falar em "Almond Mom"? O termo viralizou nas redes para descrever mães que vivem em função de dietas, calorias e da busca pela magreza e que, muitas vezes sem perceber, acabam transmitindo inseguranças e preocupações com o corpo para os filhos. Mas até que ponto comentários do dia a dia sobre peso, comida e aparência podem impactar a autoestima de uma criança ou adolescente?No Interessa, conversamos sobre como esses comportamentos podem perpetuar a gordofobia e até contribuir para o surgimento de transtornos alimentares. Para ajudar a entender os riscos e as consequências dessa dinâmica familiar, recebemos a psicóloga Ana Luísa Bolívar em um debate necessário e cheio de reflexões.

  19. 574

    "Meu Filho Cresceu e Não Precisa Mais de Mim": O Luto do Esquecimento | Interessa Podcast

    No Interessa de hoje, a bancada abriu espaço para um debate sensível e deloroso: o “luto do esquecimento” e a crise de identidade que atingem as mães quando os filhos deixam a infância e migram para a pré-adolescência e adolescência. Para nos ajudar a entender essa transição emocional tão complexa, recebemos a psicóloga clínica e perinatal Ana Paula Fernandes.A pauta trouxe um choque de realidade sobre o preço altíssimo que a autonomia dos filhos cobra da mulher.Ana Paula explicou que esse distanciamento, embora seja saudável e necessário para o desenvolvimento do jovem, exige da mulher um processo real de luto. São dez ou doze anos de cuidados intensivos e dedicação absoluta que mudam drasticamente de formato, deixando a pergunta: como redescobrir quem você é além da maternidade? O episódio foi um verdadeiro abraço e um chamado à reconstrução e à reinvenção pessoal, mostrando que esse momento, apesar de doloroso, é também a oportunidade de a mulher retomar as rédeas da sua própria individualidade, dos seus projetos e dos seus desejos.

  20. 573

    Mães coruja: a realidade de quem não dorme à noite | Interessa Podcast

    O Interessa desta segunda-feira abre a última semana do mês dedicado às mães mergulhando em um dos desafios mais viscerais, dolorosos e silenciados da maternidade: a privação crônica de sono. Inspirado na reportagem da jornalista Iêva Tatiana, de O TEMPO Betim, o programa jogou luz sobre a rotina exaustiva das mães que, por meses ou até anos, passam as noites em claro.Recebemos a própria Iêva Tatiana na nossa bancada para compartilhar os bastidores e os relatos dessa matéria tão necessária. Para aprofundar o debate sob o ponto de vista da saúde mental e do acolhimento, a mesa contou também com a presença de Jéssica Neves, psicóloga especialista em gestantes e puérperas. O episódio discutiu como a falta de descanso destrói a saúde emocional da mulher, a armadilha da culpa materna e a urgência de uma rede de apoio real, que não apenas segure o bebê, mas que permita que essa mãe finalmente durma.

  21. 572

    Investindo na poupança: bumbum na nuca é mais importante do que você imagina | Interessa Podcast

    No Interessa desta quinta-feira, tiramos o glúteo do lugar de “músculo da estética” para colocá-lo onde ele realmente pertence: no centro da nossa autonomia física. Discutimos como essa musculatura é a nossa verdadeira poupança para o futuro. Afinal, conseguir subir escadas sem sofrimento, levantar da cadeira sem impulso, manter o equilíbrio e proteger a lombar ao longo dos anos depende diretamente da força que construímos no bumbum hoje. Quanto mais forte a região, mais independência garantimos na velhice.Quando os glúteos enfraquecem, o corpo inteiro paga a conta tentando compensar: a lombar e os joelhos se sobrecarregam, a postura desaba e o equilíbrio piora. E o alerta vale para todas as idades, viu? Muitas dores crônicas em pessoas jovens já são reflexo direto da fraqueza no quadril e na região glútea. Para entender essa engenharia do corpo, recebemos o personal trainer Matheus Bomfim, especialista em treinamento feminino. Ele explicou por que os glúteos funcionam como o grande centro de sustentação do corpo, quais os sinais de enfraquecimento e deu a dica de ouro: precisa de academia ou dá para começar a fortalecer em casa? Quanto tempo de treino já faz diferença?

  22. 571

    A infância é um terreno que pisamos a vida toda: de Michael Jackson à nós | Interessa Podcast

    No Interessa desta quarta-feira, abrimos o debate para um assunto espinhoso, mas profundamente necessário, que parte da história do maior artista do mundo para discutir a nossa própria realidade: o impacto que uma infância vivida à base de medo, pressão e ausência de afeto deixa na vida adulta. Usamos a trajetória de Michael Jackson como ponto de partida. O Rei do Pop acumulou fama, dinheiro e reconhecimento global, mas passou a vida inteira tentando recuperar o que nunca viveu de forma plena.O debate traz esse cenário para os dias atuais e questiona: será que isso continua acontecendo em outros formatos? Hoje, vemos crianças crescendo sob uma pressão de performance brutal e precoce. A exposição constante nas redes sociais e a transformação de filhos em influenciadores antes mesmo de entenderem o que é privacidade acendem o alerta. Afinal, mesmo que exista amor e “boa intenção”, será que muitos pais não acabam reproduzindo a mesma lógica de cobrança, exploração e adultização que marcou o astro do pop?Para entender como essas experiências da infância reverberam na nossa estrutura emocional, recebemos a psicóloga Ana Luísa Bolívar. Com ela, analisamos quais marcas psicológicas costumam aparecer em adultos que “não puderam ser crianças”, como identificar os limites entre o incentivo e o excesso de cobrança, e quais os impactos reais da exposição precoce na mente dos pequenos.

  23. 570

    Noivas de maio: mulheres ainda querem se casar?

    O Interessa abriu debate sobre um tema clássico, mas que ganha novos contornos a cada ano: neste tradicional "mês das noivas", afinal, as mulheres ainda querem se casar? Recebemos a psicóloga Leni Oliveira Brumano para discutir como o casamento deixou de ser um destino óbvio ou uma etapa obrigatória da vida adulta para ocupar o lugar da escolha consciente. Fatores como a independência financeira, o foco na carreira, o desejo de preservar a individualidade e a recusa à sobrecarga historicamente associada às mulheres no lar aparecem como motivos centrais para adiar ou descartar o matrimônio tradicional. O cenário ganha ainda mais relevância diante de dados de pesquisas recentes que apontam um comportamento curioso: hoje, são os homens que têm demonstrado mais desejo formal de casar do que as mulheres.O significado desse "sim" mudou, mas o mercado de casamentos mostra que o desejo de parceria e afeto duradouro não desapareceu. O formato apenas se transformou, trocando os megaeventos por celebrações mais intimistas e personalizadas, livres da antiga lógica de obrigação social. 

  24. 569

    Interessa | Comer junto: prioridade ou luxo?

    O ritual do churrasco em família fez Gisele Bündchen rever até a dieta. Mas por que sentar à mesa virou um hábito tão raro? Entre horários fragmentados e a companhia fixa das telas, o ato de comer virou "função" e deixou de ser encontro. O que a gente perde emocionalmente quando troca a troca de olhares pelo scroll do celular na hora da refeição?Comer junto interfere na saciedade, na digestão e, principalmente, na construção de vínculos. Existe um caminho de volta para o ritual da mesa dentro da rotina acelerada de 2026?O Interessa discute o tema com a psicóloga Thamires Barcellos e a nutri Silvia Hespanha.Ao vivo, às 14h, nos canais O TEMPO e O TEMPO Livre no YouTube e nos principais tocadores de podcast.Se faz parte da sua vida… INTERESS@! 

  25. 568

    Interessa | Estamos assistindo à morte do constrangimento social?

    O Interessa desta terça-feira recebeu a psicóloga clínica Marina Nicolau para um debate necessário sobre um comportamento cada vez mais comum: a “morte” do constrangimento social em espaços públicos. Discutimos como o uso do celular no volume máximo — com áudios, vídeos e ligações no viva-voz — tomou conta de ônibus, consultórios e padarias, transformando o espaço coletivo em uma extensão da vida privada. Marina explicou o que está por trás dessa perda de filtro: seria excesso de individualismo, busca por validação ou um afrouxamento real das regras de convivência?Um papo essencial para entender por que o incômodo do outro parece importar cada vez menos e como isso afeta nossa saúde mental e a harmonia na rotina.

  26. 567

    Interessa | Escapes de urina: comum, mas não normal

    Rir, tossir, espirrar, treinar… e perder urina. Embora muita gente trate a situação como algo “normal”, os escapes urinários não devem ser encarados dessa forma e, cada vez mais mulheres têm falado sobre isso.Recentemente, a atriz Paolla Oliveira revelou conviver com essa realidade aos 44 anos e ajudou a ampliar um debate que ainda costuma ser cercado de vergonha. Segundo dados de uma pesquisa encomendada pela Kimberly-Clark e realizada pela Qualibest, uma em cada quatro mulheres enfrenta episódios de perda urinária. Ainda assim, cerca de 80% delas não comentam o assunto nem mesmo com médicos.No lugar do tratamento, muitas acabam adaptando a própria rotina: evitam exercícios físicos, deixam de fazer esforço, sentem medo de tossir em público e recorrem ao uso frequente de protetores diários. Na maioria dos casos, os escapes estão ligados ao enfraquecimento do assoalho pélvico - musculatura responsável por sustentar órgãos como bexiga, útero, intestino e reto. O problema pode surgir em diferentes fases da vida e sofrer influência de fatores como gestação, parto, menopausa, envelhecimento, sedentarismo e até atividades de impacto.No programa Interessa desta segundona (11), a bancada feminina recebe a fisioterapeuta pélvica Flaviana Teixeira para esclarecer o que é considerado comum, quando os escapes exigem atenção e quais tratamentos existem atualmente. 

  27. 566

    Interessa | Maternidade Tardia

    Histórias de mulheres que engravidam depois dos 40, como a da atriz Natalie Portman, ajudam a ampliar o imaginário sobre a maternidade tardia. O que antes era exceção, hoje aparece com mais frequência e por diferentes razões: carreira, estabilidade financeira, saúde, ausência de parceria ou simplesmente porque o desejo de ser mãe não surgiu no “tempo esperado”.Mas, junto com as possibilidades, existem limites. A fertilidade feminina diminui com a idade e, após os 35, esse processo se acelera, exigindo mais planejamento, acompanhamento médico e, muitas vezes, intervenções. Por outro lado, a espera também pode trazer ganhos importantes: mais maturidade, decisões conscientes e um olhar mais preparado para a maternidade.No Interessa de hoje, o tema é tratado sob diferentes perspectivas - médica, emocional e vivencial. Com a psicóloga Laura Lanna, a conversa também passa por uma pergunta essencial: esse desejo é genuíno ou atravessado por pressão social? Entre o relógio biológico e o tempo de cada mulher, o desafio é encontrar equilíbrio entre informação, autonomia e realidade.  Participação extra: Dra. Rayana Campos, médica ginecologista e obstetra. 

  28. 565

    Interessa | Maternidade Atípica

    Nenhuma mãe é igual - assim como nenhum filho e nenhum maternar. A maternidade atípica rompe com a imagem idealizada de ser mãe. Mulheres que cuidam de filhos com condições como o Transtorno do Espectro Autista e a Síndrome de Down enfrentam, muitas vezes, o chamado “luto do filho imaginado” ao mesmo tempo em que mergulham em uma rotina intensa de cuidados, terapias e adaptações. É uma jornada marcada por amor, mas também por sobrecarga, custos elevados e enfrentamento diário ao capacitismo.No Brasil, onde milhões de pessoas vivem com deficiência, essa maternidade ainda é, em grande parte, solitária. A falta de suporte adequado na saúde e na educação, como diagnósticos tardios e ausência de mediadores escolares, agrava o cenário. Para muitas mães, conciliar trabalho e cuidado se torna um desafio constante, ampliando desigualdades que atravessam também questões de raça e classe social.No Interessa, a psicóloga e neuropsicóloga Alessandra Drumond Valle conduz a discussão sobre acolhimento, rede de apoio e políticas públicas. O programa propõe diferenciar maternidade de “maternagem”, o exercício real do cuidado, e reforça a importância de olhar também para quem cuida.

  29. 564

    Interessa | Maternidade cansada

    A ideia de que mãe dá conta de tudo e ainda sorrindo começa a ruir diante de uma realidade cada vez mais compartilhada: a exaustão. Conciliar filhos, trabalho, casa e demandas invisíveis tem levado muitas mulheres ao limite. E, no meio disso, ainda aparece a culpa por não conseguir fazer tudo como “deveria”. O resultado é uma maternidade sobrecarregada, onde o cansaço extremo vira rotina.Casos de esquecimentos, erros e falhas têm ganhado espaço nas conversas - e precisam ser olhados com cuidado. Existe uma diferença importante entre negligência e exaustão. Muitas dessas situações não nascem da falta de cuidado, mas do excesso: privação de sono, solidão, pressão social e acúmulo de funções. A psicologia já nomeia esse estado como burnout materno ou parental.No Interessa, a psiquiatra Dra. Adriana Gatti conduz a discussão sobre saúde mental materna e reforça um ponto essencial: mães não são super-heroínas. Falar sobre limites, rede de apoio e divisão real de responsabilidades é fundamental para tornar a maternidade mais possível e menos solitária.

  30. 563

    Interessa | Sexo e menopausa: nem tudo está perdido - e ainda existe (e como!) libido nessa fase

    Durante muito tempo, a menopausa foi tratada quase como um encerramento, especialmente, quando o assunto é sexo. Como se o desejo simplesmente desaparecesse e a vida sexual virasse página virada. Mas será que é assim mesmo?O corpo muda, sim. Oscilações hormonais, novas respostas aos estímulos e até desconfortos podem surgir. Mas transformar isso em sentença definitiva é reduzir demais uma experiência que é muito mais complexa e cheia de possibilidades. A própria Fernanda Lima falou abertamente sobre o período em que perdeu a libido no início da menopausa. O que pouca gente considerou é que, depois, ela também contou sobre a retomada do desejo, os ajustes na rotina e a redescoberta do prazer. E quantas mulheres vivem isso em silêncio? Quantas acham que o desconforto é “normal” e que não há o que fazer? Informação faz toda a diferença. Entender o corpo, adaptar o ritmo, incluir novos estímulos, mais diálogo, tudo isso pode transformar a experiência. Para falar sobre esse tema sem tabu e com profundidade, o Interessa recebe a Andréa Rufino, ginecologista e sexóloga. Na apresentação, Renata Zacaroni, ao lado das jornalistas Flaviane Paixão e Jana Fonseca compondo a bancada.

  31. 562

    Interessa | ‘Péssimo marido, ótimo pai’ - e tem jeito?

    “Como marido, um desastre… mas como pai, maravilhoso.” A frase é repetida com uma naturalidade que chega a enganar. Parece inofensiva, quase um elogio possível dentro de um cenário imperfeito. Mas, quando a gente olha mais de perto, essa divisão começa a perder o sentido. Dá mesmo pra separar essas duas versões de um homem dentro da mesma casa?  O ambiente é um só. E, principalmente, há crianças ali observando tudo. Em um espaço onde existe desrespeito constante, silenciamento, controle ou humilhação, não dá pra acreditar que isso não transborde. A forma como um homem trata a mãe dos seus filhos também educa. Pensa bem: esse mesmo homem pode, sim, ser carinhoso com os filhos, brincar, perguntar da escola, estar presente. Mas o que sustenta esse “bom pai”? Porque a criança não aprende só com o afeto direto que recebe; ela aprende, sobretudo, com o que presencia. E quando ninguém nomeia o desrespeito, quando ninguém chama de violência aquilo que ela vê e que é, o que se constrói é uma referência distorcida do que é amor, cuidado e relação.  Talvez essa ideia de “pai bom” e “marido ruim” funcione mais como um alívio do que como uma verdade. Uma forma de suavizar uma realidade desconfortável.Por isso o Interessa desta quinta (21), provoca! É possível ser um bom pai enquanto se desrespeita a mãe dos filhos? Demonstrações pontuais de carinho compensam um cenário de tensão?  

  32. 561

    Interessa | “No Brasil não há homem para mim” - está faltando homem?

    Lá nos anos 90, Xuxa Meneghel soltou uma frase que atravessou gerações: “no Brasil não tem homem pra mim”. Décadas depois, o tema continua atual, mas será que essa sensação faz sentido? Dados da PNAD Contínua do IBGE mostram que, no Brasil, existem cerca de 95 homens para cada 100 mulheres. Em Minas Gerais, o cenário muda conforme a idade: há mais homens entre os jovens, equilíbrio na faixa dos 30 e, a partir dos 40, as mulheres passam a ser maioria.A explicação passa, em parte, pela expectativa de vida - homens vivem menos, e isso impacta o recorte ao longo dos anos. Mas o ponto mais interessante não está só nos números, e sim na narrativa que se construiu a partir deles. A ideia de que “falta homem” ganhou força, alimentando frases como “o mercado tá salgado” ou “quem casou, casou”. E, sem perceber, muita gente começa a ajustar expectativas, aceitar menos e valorizar o mínimo.O resultado? Homens comuns sendo colocados em um lugar de escassez e mulheres incríveis questionando se estão exigindo demais. No Interessa de hoje, a psicóloga e sexóloga Andréa Aguiar propõe um olhar mais crítico: será que essa falta é real ou construída? 

  33. 560

    Interessa | Dia da Educação: como os jovens de hoje estão (estão?) aprendendo

    Teve uma época em que aprender dava trabalho e isso não é saudosismo gratuito. Era tabuada de presente, dicionário novo no início do ano, pesquisa na Barsa, tarefa anotada na agenda e corrida contra o apagador do professor. Tudo exigia leitura, escrita, interpretação e, principalmente, esforço. Não tinha foto do quadro, nem resposta pronta. Tinha processo.Agora, em 2026, o cenário mudou completamente. A informação cabe na palma da mão e muitas vezes já chega resumida, explicada e até “pensada”. A inteligência artificial entrou de vez na rotina de estudos e, sim, facilita (e muito). Mas junto com essa praticidade, surge uma questão incômoda: quando a resposta vem pronta, o que acontece com o caminho até ela? Porque aprender nunca foi só acertar, sempre foi sobre tentar, errar, insistir e, só depois, entender.A tecnologia é uma aliada poderosa e sem volta. Pode, inclusive, ajudar quem aprende de formas diferentes, adaptando linguagem e ritmo. Mas sem critério, vira atalho e atalho demais compromete autonomia, pensamento crítico e repertório. Hoje, a IA já aparece como “copiloto” em sala de aula, apoiando professores e personalizando o ensino. A questão não é usar ou não usar, é como usar sem abrir mão do essencial: formar pessoas que saibam pensar por conta própria.O que você pensa desse assunto? Nossas meninas receberam Daniel Machado, empreendedor e ativista com mais de 20 anos de experiência, que já esteve à frente da rede Coleguium (1º lugar no ENEM), fundou a Imaginie, que já impactou milhões de alunos, e hoje lidera o grupo Rebels, focado em tecnologia educacional.

  34. 559

    Interessa | Últimas palavras: por acaso o homem sofre mais com uma gripe do que uma mulher?

    “Reúna a família, pois vou pronunciar minhas últimas palavras.” A cena é conhecida e, vamos combinar, rende risadas. Enquanto muitas mulheres seguem a rotina mesmo doentes, existe a ideia de que homens “sentem mais” quando ficam gripados. Mas será que isso é verdade?A chamada “gripe masculina” é real? Ou é uma construção cultural?Em um momento em que casos de doenças respiratórias aumentam no país, inclusive com decreto de situação de emergência em Belo Horizonte, nossa bancada feminina fala sobre a gripe 'sem gênero', sobretudo, sobre prevenção. Vacinação em dia, atenção aos sintomas e cuidado coletivo fazem toda a diferença. E aí vale a pergunta que sempre rende na bancada: na sua casa, quem vira “paciente terminal” com um espirro?

  35. 558

    Interessa | Caso Maria Alice e Maria Flor: o que, de fato, uma criança precisa aprender na primeira infância?

    A rotina escolar das filhas de Virgínia Fonseca e Zé Felipe trouxe à tona uma discussão importante... Pais de três crianças, Maria Alice, prestes a completar 5 anos, Maria Flor, de 3, e o pequeno José Leonardo, de um ano e meio, o casal virou assunto após a escola das meninas ser notificada pelo Conselho Tutelar por faltas consideradas excessivas. E aí surge a pergunta: o que, de fato, está em jogo quando falamos de escola na primeira infância?  Pela legislação brasileira, a partir dos 4 anos, a matrícula na pré-escola deixa de ser opcional e passa a ser obrigatória. Mas, mais do que cumprir uma regra, é preciso entender o porquê dessa exigência. Na primeira infância, a escola não é sobre conteúdo, prova ou desempenho. É sobre brincar, conviver, experimentar o mundo.  Quando uma criança falta, ela não “perde matéria” como acontece mais tarde. Nem o ano. Mas perde vivência. O dia a dia com outras crianças, as trocas, os conflitos, as descobertas. Tudo isso faz parte de um tipo de aprendizado que não cabe no caderno. E aí surge um ponto importante: será que experiências fora da escola conseguem substituir isso ou apenas complementar?  A partir de que momento a escola deixa de ser escolha e passa a ser essencial? O que uma criança realmente precisa aprender nos primeiros anos de vida? E qual é o papel dos adultos dentro e fora da sala de aula nesse processo?  Para aprofundar esse debate, o Interessa recebe nesta quarta (22) a psicóloga clínica Ana Luísa Bolívar, que vai ajudar a entender os limites entre autonomia familiar, obrigação legal e, principalmente, as necessidades reais das crianças nessa fase tão decisiva da vida.  

  36. 557

    Interessa | Cuidados com os cabelos: o que a beleza dos fios conta sobre a gente

    Acredite. Entre os temas de saúde mais buscados recentemente, um assunto aparentemente simples ganhou destaque: cabelo. Afinal, quem nunca se pegou procurando dicas milagrosas para deixar os fios mais bonitos, fortes ou menos quebradiços? Mas o que começa como uma busca estética pode revelar algo bem mais profundo.Brilho, queda, ressecamento… por trás desses sinais, existe um recado. O cabelo não é só moldura do rosto, ele pode funcionar como um verdadeiro termômetro da nossa rotina e do nosso estado emocional. Estresse, alimentação desregulada, noites mal dormidas e até questões hormonais aparecem ali, silenciosamente, fio a fio. Como muita gente costuma dizer: o cabelo entrega.No meio disso tudo, a gente também se perde em uma avalanche de “verdades absolutas”. Lavar todo dia faz mal? Cortar acelera o crescimento? Produto caro resolve tudo? A queda, especialmente, é um capítulo à parte. Assusta, mexe com a autoestima e, em muitos casos, vira um ciclo de ansiedade. Quanto mais a gente se desespera, mais parece que o problema aumenta. Por isso, no Interessa desta segunda (20), nossas meninas falam de cuidados com os fios que vão muito além de shampoo e condicionador. Envolve alimentação, hábitos, saúde emocional e até a forma como lidamos com a nossa própria imagem. Para entender melhor tudo isso, a bancada recebe o médico especialista em transplante capilar, Dr. Raphael Garcia, que vai ajudar a separar mitos de verdades e orientar sobre como cuidar do cabelo de forma mais consciente e individualizada.

  37. 556

    Biohacking do Sexo - você tomaria remédio para melhorar sua performance na cama?

    Transar bem virou meta de produtividade? O perigo do Biohacking no sexo. 💊🔞O “Sextou” no Interessa hoje é com S de sexo, mas também de reflexão. Recebemos a farmacêutica e especialista em sexualidade humana, Luana de Castro, para falar sobre uma tendência polêmica: o Biohacking do Sexo.A lógica de “hackear” o corpo saiu da academia e chegou na cama. A promessa agora não é tratar uma disfunção, mas “turbinar” o que já funciona. Mais tempo, mais intensidade, mais resultado... Mas a que custo? Até o prazer virou refém da alta performance e da medicalização?No papo de hoje, discutimos como essa medicalização excessiva ignora o que de fato faz bem, transformando o sexo em técnica e eliminando a espontaneidade. Afinal, estar com alguém que “não falha nunca” pode acabar gerando mais tensão do que prazer real.Refletimos sobre como os métodos naturais, o diálogo e a terapia ainda são caminhos muito mais saudáveis e duradouros do que o uso indiscriminado de atalhos químicos. Quando tudo vira desempenho, corremos o risco de perder a conexão humana que torna a experiência verdadeiramente única.▶️ O episódio completo sobre Biohacking e Sexualidade com Luana de Castro já está no YouTube de O TEMPO e nos apps de podcast!

  38. 555

    Interessa | Filhos adultos e dependência financeira: quando o apoio vira ‘obrigação’

    Amar também é permitir que o filho adulto construa o próprio caminho, inclusive, no campo financeiro. Essa é a premissa central deste programa, que trata de um fenômeno cada vez mais discutido: a dependência financeira prolongada de filhos adultos em relação aos pais.  O recorte considera especificamente filhos que já atingiram a maioridade e, em tese, teriam condições de se sustentar, mas seguem recorrendo ao apoio financeiro familiar. É importante diferenciar situações pontuais, em que a ajuda é natural e até necessária, de casos em que esse suporte se torna contínuo e acaba comprometendo o desenvolvimento da autonomia. Nesses contextos, a dependência pode ser resultado tanto de dificuldades reais quanto de comodismo.  Os brasileiros estão ficando mais tempo na casa dos pais. O número de pessoas entre 25 e 34 anos que não saiu de casa – a chamada geração canguru - aumentou 137% entre 2012 e 2022. Isso é o que aponta uma pesquisa da Kantar IBOPE Media. Ao contrário do que se pode imaginar, esse tipo de exploração raramente ocorre de forma explícita ou agressiva. Em muitos casos, ela se manifesta de maneira sutil, por meio de vínculos afetivos e pedidos recorrentes que apelam ao emocional dos pais, criando uma dinâmica difícil de romper.  Casos conhecidos ajudam a ilustrar diferentes facetas dessa questão. O cantor Fiuk, de 35 anos, filho do cantor Fábio Júnior, de 72, lançou neste mês a canção "Meu pai e minha mãe" - e em trechos da letra aborda a dependência financeira , mesmo já sendo um adulto com carreira consolidada. "Mãe, eu quero voltar a ser menino. Meu pai e minha mãe, tô precisando de dinheiro. Meu pai e minha mãe, eu já vendi meu corpo inteiro", "Pai eu quero ir lá fora brincar" - mas o Fiuk completou 35 anos e é cantor, ator, compositor e piloto de drift...  Já o ator Stênio Garcia, de 94 anos também vive algo analogicamente parecido com relação às filhas Cássia e Gaya Piovesan. Ele move uma ação judicial (iniciada em outubro de 2025) contra ambas alegando abandono material e apropriação indevida de um apartamento em Ipanema, Rio de Janeiro. O artista busca reaver o imóvel de usufruto vitalício, relatando vulnerabilidade financeira, enquanto o caso tramita sob segredo de justiça.  Ajudar é sempre amor?  Vamos refletir?  

  39. 554

    Interessa | Anitta X Álvaro: quem você vira perto do seu amigo?

    Em alguns grupos, tem aquela pessoa que é a energia que organiza tudo, né? Aquela que chega e naturalmente puxa assunto, conduz o clima, ocupa espaço. E, quase sempre, existe o outro lado: alguém que se cala mais, mede cada palavra, se ajusta. A própria Anitta já expôs uma dinâmica assim ao falar do amigo Alvaro - que, perto dela, disse que fala menos… por medo. E aí a gente precisa parar um segundo: isso é admiração ou tem algo mais aí?  Porque uma coisa é respeitar, admirar, até se inspirar. Outra, bem diferente, é quando a presença do outro vira um filtro constante. Quando você não relaxa, não se solta, não se reconhece.Dá pra chamar de amizade um lugar onde você precisa se podar o tempo todo? Onde existe receio de desagradar, de não ser suficiente, de não corresponder?  Em quais ambientes você é mais você? E em quais você se limita - além do necessário? Isso diz mais sobre o outro… ou sobre como você se enxerga ali? E mais - será que, sem perceber, você também ocupa o lugar de quem intimida, mesmo sem intenção?  

  40. 553

    Interessa | A importância do cuidado com a saúde dos meninos

    A frase é conhecida e repetida quase como verdade absoluta. Mas será que “homem não gosta de ir ao médico” ou será que, em algum momento da vida, ele acabou não entendendo tão bem a importância desse cuidado? Antes de qualquer generalização, um adendo: muitos meninos crescem, sim, com acompanhamento médico regular, levados pelos pais, com tudo certinho. O ponto é outro: é entender por que, ao longo da vida, parte deles se afasta desse zelo e passa a negligenciar a própria saúde.Quando a gente olha com mais atenção, percebe que existe uma construção cultural silenciosa. Desde cedo, muitos meninos aprendem que sentir dor é fraqueza, que falar do corpo é constrangedor, que pedir ajuda não combina com a ideia de “ser homem”. Enquanto isso, meninas costumam ser mais incentivadas ao autocuidado e ao acompanhamento médico. O resultado: adultos que, muitas vezes, só procuram ajuda quando o problema já está avançado, como se ignorar sinais fosse uma prova de resistência.No Interessa desta segunda-feira (13) o papo é justamente ampliar esse olhar. Porque saúde masculina não começa só lá na frente, com exames específicos, ela começa na infância, na forma como esse cuidado é construído dentro de casa, na escola, nas conversas (ou na falta delas). Criar um ambiente onde o menino possa falar sobre o próprio corpo sem vergonha pode mudar completamente essa relação no futuro. E isso passa, inclusive, por informação básica: observar o desenvolvimento, entender sinais do corpo, cuidar da higiene, acompanhar o crescimento.Siga O TEMPO no Google e receba as principais notíciasPra aprofundar essa conversa, a bancada feminina recebe Luís Fernando Andrade de Carvalho, que traz orientações importantes e levanta questões que todo mundo deveria se fazer: o que, de fato, precisa ser observado na saúde dos meninos? A partir de quando o acompanhamento deve ser regular e com qual especialista? Até que ponto inseguranças com o corpo têm relação com a falta de diálogo na infância? E como equilibrar cuidado e privacidade sem transformar atenção em invasão?

  41. 552

    Interessa | Sexo entre amigos: é possível ‘aliviar as tensões’ sem prejuízo à amizade ou é tragédia anunciada?

    A ideia parece perfeita: amizade, intimidade, zero cobrança e ainda aquele “plus” que muita gente finge que não quer, mas quer. Quem nunca pensou que viver algo como no filme Amizade Colorida, com química, leveza e sem complicação, seria a solução ideal? Na teoria, é moderno, prático e emocionalmente resolvido. Na prática… nem sempre.Quando a gente tira isso da tela e leva pra vida real, as coisas costumam ganhar outras camadas. Porque onde já existe conexão, confiança e convivência, o envolvimento pode ir além do combinado. Expectativas silenciosas, ciúmes inesperados, frustrações… e, muitas vezes, o que era leve começa a pesar. A pergunta deixa de ser “vale a pena?” e vira “dá pra sair disso sem perder a amizade?” Existe maturidade emocional suficiente pra lidar com os desdobramentos? Ou, no fundo, a gente entra achando que está tudo sob controle… até não estar mais?

  42. 551

    Obsessão pelo 'Looksmaxxing': entenda como a busca pela beleza masculina adoece jovens na internet

    Jovens, disciplinados, focados na aparência e obcecados por status. O perfil pode até parecer saudável à primeira vista, mas nem sempre é. Inspirados por personagens como Patrick Bateman, de Psicopata Americano, uma geração tem ressignificado o autocuidado nas redes sociais.O problema? O que era pra ser equilíbrio virou obsessão.  O chamado “looksmaxxing” ganhou força no TikTok e em fóruns online, propondo a “maximização” da aparência masculina. Só que, dentro de comunidades ligadas à chamada machosfera, esse conceito ultrapassa qualquer limite saudável. A aparência passa a ser tratada como moeda social, com homens classificados em rankings de beleza, de “betas” a “Chads”, numa lógica que mistura insegurança, comparação constante e uma busca quase inalcançável por perfeição.  De dietas extremas a métodos agressivos e até autolesivos para “corrigir” traços físicos. O que se vende como evolução pessoal, muitas vezes esconde transtornos de imagem, baixa autoestima e uma pressão silenciosa por validação. No fim das contas, a pergunta que fica é incômoda: até que ponto cuidar da aparência é saudável… e quando isso começa a custar a própria saúde?  

  43. 550

    Acesso sem permissão ao celular do parceiro pode dar até 4 anos de prisão

    Uma prática comum, quase banal, mas que pode custar caro: até quatro anos de prisão. Segundo uma pesquisa da Avast (2023), 61% dos brasileiros já acessaram o celular do parceiro, e 41% fizeram isso sem autorização. O que muita gente trata como “curiosidade” ou até “instinto” pode ser enquadrado como crime de invasão de dispositivo informático, previsto no Artigo 154-A do Código Penal. E é justamente aí que nasce o desconforto: quando o afeto vira justificativa para violar a privacidade?Os dados mostram mais do que comportamento. Revelam uma cultura de vigilância dentro das relações. Fotos, mensagens, redes sociais… o acesso vai muito além de um “olhar rápido”. E mesmo sabendo que não têm esse direito, 69% dos entrevistados reconhecem que a prática é indevida, mas ainda assim acontece. Entre suspeitas, inseguranças e comparações constantes, surge uma pergunta inevitável: até que ponto o ciúme é sentimento… e quando ele vira controle?O recorte de gênero também chama atenção: entre os que admitem acessar sem permissão, a maioria são mulheres. Isso aponta para uma discussão mais profunda, não necessariamente sobre quem controla mais, mas sobre como a insegurança tem se manifestado nas relações. Ah! Detalhe importante... não estamos falando só de casais. A lei vale para qualquer relação, entre amigos, familiares, pais e filhos. Quando a invasão se torna hábito, o crime passa a ser relativizado. E aí vem a provocação que incomoda: se é tão comum, por que ainda é tão difícil respeitar a privacidade de quem está mais próximo?

  44. 549

    Dia Mundial da Atividade Física - Não é sobre fazer tudo; é sobre fazer alguma coisa!

    Segunda-feira, 06 de abril, Dia Mundial da Atividade Física. E talvez o maior equívoco que a gente comete seja acreditar que só vale se for intenso, perfeito ou digno de post. No meio de metas irreais e rotinas corridas, muita gente trava antes mesmo de começar. Mas a verdade é bem menos complicada e até mais libertadora: não é sobre performance, é sobre constância. Não é sobre virar atleta, é sobre parar de deixar o corpo em segundo plano.A ciência já entendeu algo que a gente insiste em ignorar: movimento não precisa vir com rótulo de “treino oficial” pra fazer diferença. Subir escadas, andar mais rápido, carregar sacolas, se mexer ao longo do dia… tudo isso conta. Estudos recentes mostram que poucos minutos diários de esforço moderado já ajudam a reduzir riscos de doenças cardíacas. Minutos. Será que o problema é mesmo falta de tempo… ou a forma como a gente enxerga o movimento?Hoje o Interessa bate um papo com o educador físico, palestrante e criador do método Supercore Brasil, especializado em treinamento funcional integrado utilizando apenas o peso do corpo, Kenji Takahashi. 

  45. 548

    Sedentarismo Cognitivo - O que acontece com o nosso cérebro quando tudo a nossa volta exige cada vez menos esforço mental

    O mercado de bem-estar nunca esteve tão aquecido: movimenta trilhões de dólares e foca excessivamente na performance do corpo. Monitoramos passos, calorias e sono, mas o que estamos fazendo com a nossa mente? Enquanto o corpo está em evidência, o cérebro parece entrar em um estado de acomodação perigoso.Ganha força um conceito que ajuda a explicar esse cenário: o sedentarismo cognitivo. Ele se manifesta nos hábitos mais cotidianos e está presente na rotina de todos.Delegamos caminhos ao GPS, memórias à agenda do celular e dúvidas simples ao Google. A atenção se fragmenta em vídeos curtos e, cada vez mais, tarefas mentais complexas são entregues à inteligência artificial. A mente continua ativa, mas cada vez menos exigida. Ela não está ficando preguiçosa sozinha; nós estamos deixando que ela atrofie.Os dados reforçam esse alerta. Brasileiros passam mais de 9 horas por dia conectados, transformando o que seria tempo de descanso em um bombardeio de estímulos sem pausa. O ganho de praticidade é evidente, mas qual é o preço da nossa autonomia intelectual? É possível manter o raciocínio crítico em um mundo de respostas prontas e pensamento padronizado?Nesta live do Interessa, nossas meninas analisaram o paradoxo: nunca houve tanto acesso à informação, mas nunca fizemos tão pouco esforço para processá-la com profundidade.O cérebro ainda está sendo exercitado ou estamos terceirizando nossa capacidade de pensar?

  46. 547

    Dia Nacional da Saúde e da Nutrição: a alimentação como aliada no tratamento da menopausa

    Celebrado em 31 de março, o Dia da Saúde e da Nutrição reforça a importância de escolhas alimentares conscientes para a prevenção de doenças e promoção do bem-estar. Especialmente para as mulheres na menopausa.Essa fase, marcada pelo fim do ciclo reprodutivo feminino, provoca uma série de mudanças no organismo que vão muito além dos hormônios, impactando o sono, o humor, o metabolismo e a saúde óssea e cardiovascular. Estudos apontam que a alimentação pode ser uma aliada importante no manejo desses sintomas.Com a redução dos níveis de estrogênio, há maior propensão ao ganho de peso, à perda de massa óssea e a alterações no colesterol. Além disso, cresce a atenção para o papel do intestino nesse processo. A chamada disbiose, que é o desequilíbrio da microbiota intestinal, pode intensificar inflamações, impactar a absorção de nutrientes e até influenciar o metabolismo hormonal, agravando sintomas da menopausa.Nesse cenário, uma alimentação rica em fibras, alimentos naturais e probióticos pode contribuir para o reequilíbrio intestinal e, consequentemente, para uma melhor resposta do organismo nessa fase.

  47. 546

    Pielonefrite: a infecção urinária que atinge os rins

    Sintomas comuns como dor pélvica, ardência ao urinar e sensação de bexiga cheia muitas vezes são normalizados, especialmente por quem convive com algumas condições. Mas quando surgem sinais diferentes, como calafrios, náuseas, dor nas costas e até sangue na urina, é preciso acender o alerta. Foi assim que um quadro inicialmente confundido com uma infecção urinária simples evoluiu para o diagnóstico de pielonefrite, uma infecção que ultrapassa a bexiga e atinge os rins.  Apesar de muitas vezes começar como uma cistite, a pielonefrite pode evoluir de forma silenciosa e nem sempre apresenta os sintomas clássicos, como febre alta ou dor intensa. Existem diferentes tipos da doença, com graus variados de gravidade, e nem todo organismo reage da mesma forma. Isso torna o diagnóstico mais desafiador e reforça a importância de investigar sinais persistentes ou atípicos, mesmo quando exames iniciais não apontam alterações.  Mulheres estão mais suscetíveis a infecções urinárias por questões anatômicas, mas outros fatores também podem aumentar o risco, como histórico recorrente, presença de cálculos renais, alterações no trato urinário e condições inflamatórias pélvicas. Diante disso, fica a pergunta: como identificar quando uma infecção deixa de ser simples? Sintomas leves podem esconder quadros mais graves? E hábitos como segurar o xixi ou beber pouca água realmente influenciam nesse processo?

  48. 545

    Aumento da licença-paternidade: pais mais presentes ou só mais dias em casa?

    Durante décadas, o pai brasileiro teve oficialmente apenas cinco dias para participar da chegada de um filho. Agora, um projeto aprovado pelo Senado prevê a ampliação gradual da licença-paternidade para até 20 dias até 2029. A mudança reacende uma discussão importante: será que mais tempo em casa significa, de fato, mais participação na criação dos filhos? Ou estamos apenas ampliando um prazo sem mexer na cultura que define quem cuida e quem “ajuda”?Historicamente, a licença curta ajudou a reforçar a ideia de que o cuidado é responsabilidade feminina. Enquanto muitos homens retornavam rapidamente ao trabalho, mulheres assumiam sozinhas a adaptação à nova rotina com o bebê. Isso contribuiu para um ciclo que ainda se repete: homens que não aprendem a cuidar porque não são estimulados e mulheres sobrecarregadas que, muitas vezes, também enfrentam dificuldade em dividir esse espaço, seja por falta de confiança ou pelo hábito de centralizar as funções. Mas será que 20 dias são suficientes para mudar esse cenário?A discussão vai além do tempo e passa por comportamento, educação emocional e divisão real de responsabilidades. Para aprofundar esse debate e entender os impactos dessa mudança, Eliene Lima, psicóloga especialista em parentalidade e maternidade participa do Interessa e vai ajudar a analisar se estamos diante de uma transformação real ou apenas simbólica na construção da paternidade no Brasil.

  49. 544

    É lésbica porque se decepcionou com homem!

    Nos últimos meses, a atriz Heloísa Périssé voltou aos holofotes não por um novo papel, mas pela vida amorosa. Após anos em relacionamentos com homens, ela assumiu um namoro com a diretora Leticia Prisco, e o assunto rapidamente ganhou as redes sociais. Junto com a curiosidade, veio também uma velha frase, muitas vezes dita em tom de brincadeira: “do jeito que as coisas estão, na próxima decepção com homem eu caso é com uma mulher.” Mas será que essa ideia faz mesmo sentido?Casos como os de Ludmilla, Kristen Stewart, Fernanda Souza, Fernanda Gentil, Amber Heard e Maitê Proença frequentemente reacendem esse debate. Existe uma percepção comum de que relações entre mulheres seriam mais fáceis ou mais sensíveis, o que pode ser uma visão simplista e até perigosa. Relações entre mulheres também envolvem complexidade, conflitos e construção emocional. Mais do que isso: não são um “plano B” para frustrações com homens, mas sim conexões legítimas, baseadas em desejo, afeto e identificação.O tema levanta uma questão importante: a orientação sexual pode mudar por causa de uma decepção amorosa ou o que acontece é uma abertura para desejos que antes estavam reprimidos? Para aprofundar essa conversa e discutir os limites entre mito e realidade, o podcast conta com a presença de Gabriela Maia Paixão, psicóloga e psicanalista, que traz reflexões sobre sexualidade, construção do desejo e os desafios de romper com padrões sociais.

  50. 543

    “Eu me demito!”: entenda o revenge quitting, a ‘demissão por vingança’

    Teve uma época em que pedir demissão era um verdadeiro drama: mãos suando, coração acelerado e aquele frio na barriga antes de encarar o chefe. Hoje, a frase “eu me demito” parece sair com muito mais naturalidade. Não é por acaso. Com o desemprego em baixa e mais oportunidades no radar, cresce o número de profissionais dispostos a buscar novos caminhos. Esse cenário dá mais segurança para recomeçar e faz muita gente repensar se vale a pena permanecer onde está.  Mas não é só sobre oportunidades. Um novo termo tem ganhado força: “revenge quitting”, ou demissão por vingança. Nesse caso, sair do emprego não é apenas uma decisão racional, é também um recado. Profissionais deixam seus cargos como forma de protesto contra ambientes tóxicos, falta de reconhecimento ou excesso de pressão. Dados mostram que os trabalhadores se sentem estagnados e consideram o ambiente de trabalho prejudicial à saúde mental. Ou seja, não é só sobre crescer… é também sobre sobreviver emocionalmente.  O fenômeno revela uma mudança importante: estabilidade já não é mais suficiente. Hoje, trabalho precisa, no mínimo, não custar a saúde mental. Mas onde está a linha entre estratégia e impulso? Pedir demissão pode ser um ato de autonomia ou uma reação emocional. Para entender melhor esse cenário e seus impactos, o programa recebe Ricardo Castanheira, especialista em cultura organizacional, liderança e engajamento, que vai ajudar a refletir sobre limites, decisões e o que as empresas ainda precisam aprender sobre retenção de talentos.  

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