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Mundioka
by Mundioka
O podcast que fala sobre as raízes do que acontece no mundo. Os jornalistas Melina Saad e Marcelo Castilho entrevistam especialistas e personalidades para debaterem assuntos de proporção internacional sob várias perspectivas. De segunda a sexta, cada episódio apresenta um tema diferente desta Terra.
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#877 Eslovênia x OTAN: a organização rachou?
A possibilidade de a Eslovênia discutir sua permanência na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) abre um ponto sensível dentro da aliança, em um momento de alta tensão internacional. Mesmo sendo um país de menor peso militar, o simples questionamento carrega um impacto simbólico relevante, sobretudo para uma organização que depende da unidade política para sustentar sua estratégia de dissuasão. Falta coesão política dentro da OTAN? Como a decisão da Eslovênia pode influenciar outros países? Para debater o assunto, convidamos Roberta Melo, doutora e Mestre em Estudos Estratégicos da Defesa e da Segurança (PPGEST/UFF); Pedro Martins, doutorando em relações internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
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#876 Malvinas: aproximação dos EUA com Argentina é retaliação ao Reino Unido?
A disputa pelas Ilhas Malvinas, ou Falklands, para os britânicos, volta ao centro do debate global, agora com um ingrediente inesperado: sinais de desgaste na histórica aliança entre Londres e Washington. Se na guerra de 1982 os Estados Unidos foram o braço direito do Reino Unido contra a Argentina, o cenário atual desenha novas tensões. O estopim? Um vazamento de e-mails diplomáticos sugeriu uma possível reavaliação da postura norte-americana, sendo uma forma de pressionar aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), em particular os britânicos. Somada a isso, a aproximação dos EUA com o governo Milei pode potencializar a reivindicação argentina sobre o arquipélago? Para conversar sobre o assunto, recebemos Matheus de Oliveira, professor de relações internacionais da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e pesquisador do Grupo de Estudos de Defesa e Segurança Internacional (Gedes) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre os Estados Unidos (INCT-INEU); e Héctor Saint-Pierre, vice-coordenador executivo do Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais (IPPRI), da Universidade Estadual Paulista (Unesp), professor titular de segurança internacional da Unesp e líder do Gedes. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
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#875 Jogo duplo: como EUA se relacionam com Taiwan para atingir Pequim?
A relação entre Taiwan e China é uma das mais sensíveis da geopolítica e uma das menos compreendidas. A origem da divisão remonta à Revolução Chinesa, quando opositores se refugiaram em Taiwan após a vitória comunista na parte continental. Desde então, a ilha passou a operar com governo autônomo, adotando instituições e uma posição independentes, embora faça parte do território chinês. Na esfera internacional, embora os EUA tenham adotado oficialmente a política de Uma Só China, reconhecendo o governo de Pequim como o único legítimo, mantêm relações informais com Taipé, fornecendo apoio político e militar como forma de desestabilizar o gigante asiático. Como essa dicotomia interfere na relação sino-taiwanesa? Para comentar o assunto, recebemos Thais Lacerda, cientista social, mestre e doutora em ciências sociais na linha de relações internacionais, professora universitária na Associação Educacional Latino-Americana, pesquisadora no Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre os Estados Unidos (INCT-INEU) e cofundadora do Unity Global Institute (UGI); Rodrigo Abreu, doutorando em relações internacionais da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e mestre em estudos estratégicos pela Universidade Federal Fluminense (UFF); e Renato Peneluppi, advogado, mestre e doutor em administração chinesa pela Universidade de Ciência e Tecnologia de Huazhong, morador da China desde 2010. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
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#874 Dia da Vitória, 81 anos: memória, resistência e geopolítica
A Rússia celebra, em 9 de maio, o Dia da Vitória, marco da derrota da Alemanha nazista para o Exército Vermelho na Segunda Guerra Mundial. Mais do que uma efeméride, a data virou um dos pilares da identidade nacional russa. Sob o governo de Vladimir Putin, o evento ganhou ainda mais peso simbólico, com desfiles militares grandiosos e exibição de poder bélico, conectando o passado à política atual. Por que o Ocidente tenta apagar a atuação soviética durante a guerra? O quanto essa vitória dita a geopolítica atual? Para entender a importância do dia 9 de maio para a história mundial, convidamos Guilherme Conceição, doutorando do programa de pós-graduação em relações internacionais San Tiago Dantas e pesquisador do Centro de Investigação em Rússia, Eurásia e Espaço Pós-Soviético (CIRE); e o historiador Rodrigo Ianhez. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
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#873 Bolívia abre o jogo energético: como fica o tabuleiro regional?
A Bolívia acaba de dar um passo que pode redesenhar o mapa da energia na América Latina. Com o Decreto 5.598, o país autorizou empresas privadas a exportar e importar eletricidade, encerrando um ciclo da gestão estatal. A medida busca ampliar o acesso interno e fortalecer a integração energética regional, podendo impactar diretamente países vizinhos, como o Brasil, especialmente nas áreas de fronteira. A abertura para o setor privado pode acelerar a integração energética sul-americana ou gerar dependência de grandes empresas? Como o Brasil pode se beneficiar dessa medida, especialmente em regiões fronteiriças? Essa decisão indica uma mudança mais ampla no modelo econômico da Bolívia ou é uma resposta pontual à demanda por energia? Para entender o cenário, recebemos Gabriel Vergara, mestre em engenharia mecânica pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), pesquisador do grupo Cidades Educadoras, Inteligentes e Sustentáveis (CEIS), e professor e coordenador de pós-graduação lato sensu do Centro Universitário Internacional Uninter; e Victor Hugo Acarapi Castro, pesquisador especializado em economia política internacional, doutorando do programa de pós-graduação em economia política internacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
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#872 Rei em campo? O que está por trás da disposição diplomática de Charles III?
O rei Charles III assumiu um papel incomum ao se envolver de forma mais ativa na articulação diplomática entre o Reino Unido e os Estados Unidos. Tradicionalmente mais discreta, como foi a linha de Elizabeth II, a monarquia britânica agora parece estar se projetando mais nas relações diplomáticas ao redor do globo. O que significa esse movimento? O que o encontro entre o rei e o líder norte-americano revela? Para conversar sobre o tema, recebemos José Renato Ferraz, professor de relações internacionais na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM); e Marcus Figueiredo, professor de relações internacionais do IBMEC. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
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#871 Crise do petróleo à vista? Emirados Árabes Unidos se retiram de organizações globais do setor
A saída dos Emirados Árabes Unidos da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), da OPEP+ e da Organização de Países Árabes Exportadores de Petróleo (OAPEP) aumentou a tensão no mercado global. Como consequência da medida, o barril do Brent fechou em torno de US$ 112 (R$ 577,92 na cotação atual), o maior nível desde o início de abril e a sétima alta consecutiva. Nesse cenário, o Brasil fica em posição mais favorável devido ao avanço da matriz energética renovável e a medidas adotadas para reduzir os impactos das oscilações externas no setor de combustíveis. Qual é o impacto geopolítico dessa saída? Será que outros países podem ser influenciados? Para entender o cenário, convidamos João Victor Marques, professor e pesquisador da FGV Energia; e Pedro Costa Jr., cientista político, analista de relações internacionais e autor do livro "EUA x China: a luta pelo poder global". Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
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#870 BRICS na estante: o Sul Global também é cultural
O lançamento de "O povo brasileiro", de Darcy Ribeiro, na China, marca um novo avanço da diplomacia cultural entre países do Sul Global. Em paralelo, editoras brasileiras ampliam a presença de obras chinesas, iranianas e russas no mercado nacional, criando novas rotas de circulação de conhecimento fora do eixo tradicional dominado pelo Ocidente. O movimento ganha ainda mais peso dentro do BRICS, que passa a operar não só no campo econômico. Estamos diante do surgimento de uma nova geopolítica das ideias? Como o incentivo à produção fora do eixo ocidental pode auxiliar no avanço de ideias multilaterais? Para debater o assunto, convidamos Paulo Menechelli, cofundador da rede Observa China e autor do livro "Diplomacia cultural chinesa: instrumentos da estratégia de inserção internacional da China no século XXI"; e Luis Antonio Paulino, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), diretor do Instituto Confúcio na Unesp. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
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#869 O papel dos EUA no surgimento de grupos extremistas
Quinze anos após a morte de Osama bin Laden, o questionamento ainda permanece: qual foi, afinal, o papel dos Estados Unidos no surgimento das redes que deram origem à Al-Qaeda? Durante a Guerra Fria, Washington apoiou financeira e militarmente grupos islâmicos que atuavam no Afeganistão. Esse apoio não foi direcionado formalmente à Al-Qaeda, que ainda não existia, mas ajudou a criar redes de combatentes, financiamento e logística que mais tarde se organizaram em movimentos transnacionais. O apoio da Casa Branca a combatentes islâmicos no período ajudou a criar as bases do terrorismo moderno? Usar grupos armados contra adversários geopolíticos é um erro ou uma estratégia histórica dos EUA? Para debater o assunto, convidamos Paulo Diniz, professor e membro do canal Geo Smart News; e Natali Hoff, doutora em ciência política e professora do curso de relações internacionais do Centro Universitário Internacional Uninter. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
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#868 Leão na África: o que o papa quer no continente?
O papa Leão XIV realizou neste mês uma viagem estratégica de dez dias por quatro países africanos, em um momento em que o continente se torna palco central de disputas globais. Com temas como paz, migração, juventude e meio ambiente, a agenda vai além da religião; toca diretamente em áreas-chave do futuro político e econômico da região. A África é hoje uma das fronteiras de crescimento mais acelerado do catolicismo, o que amplia o peso do Vaticano como ator diplomático. A Santa Sé ainda exerce poder real nas decisões internacionais? A religião continua sendo uma ferramenta de influência geopolítica? Quem disputa, de fato, o futuro da África hoje: Estados, empresas ou instituições religiosas? Para comentar o assunto, recebemos Alexandre Iansen de Santana, diplomata brasileiro na Tunísia; e Mamadou Alpha Diallo, mestre em relações internacionais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
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#867 Quando falta gente, sobra 'boa vontade' política: o novo dilema da imigração na Espanha
A Espanha decidiu regularizar cerca de 500 mil imigrantes que já vivem e trabalham no país. Com uma população envelhecendo rapidamente e setores inteiros em escassez de mão de obra, o país está ajustando sua política migratória à realidade econômica. A imigração deixou de ser um debate ideológico e virou engrenagem essencial do crescimento? A regularização pode virar modelo para outros países europeus? O continente está preparado para tratar imigração como solução, e não problema? Para entender o assunto, conversamos com Adriano Cerqueira e Ricardo Caichiolo, professores de relações internacionais do Ibmec. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
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#866 Golfo do México na mira da Petrobras: como fica o novo mapa do petróleo?
A Petrobras colocou o golfo do México no topo de sua agenda de investimentos, enquanto a Venezuela permanece como uma opção complexa por causa de sanções e riscos operacionais — barreiras que limitam sua competitividade, apesar de suas enormes reservas. O movimento revela uma disputa crescente por liderança no setor de petróleo na América Latina? Quem vai comandar a próxima fronteira energética da região? Para comentar o tema, recebemos Marcelo Simas, professor de geopolítica das energias na Fundação Getulio Vargas (FGV), na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), ex-executivo da Petrobras e mentor de negócios em energia. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
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