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Nove Luas • Prosas sobre as entrelinhas da vida

A Mara é psicóloga clínica há décadas. O Galvão e o Júlio, curiosos sobre a vida. O trio terá conversas sobre assuntos que estão no nosso dia a dia, mas que às vezes a gente não dá a atenção devida.Seja bem vind@ ao Nove Luas, o podcast que conecta o dia a dia à vida toda.

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  1. 113

    A riqueza e o seu valor no compartilhar

    Você já parou para pensar que a riqueza só se torna abundância quando é compartilhada? Neste episódio do Nove Luas, refletimos sobre o que realmente significa ser rico — e como a riqueza, quando deixa de ser acúmulo e se transforma em circulação, ganha outro valor e outra presença no mundo.Falamos de riqueza como algo muito mais amplo que dinheiro ou bens materiais: algo que está no tempo, nas relações, nos saberes, no cuidado, e até nos pequenos instantes que a vida nos oferece, seja em meio aos prédios da Faria Lima ou em um banho de cachoeira. Discutimos como a humildade é a base da verdadeira riqueza e como, sem ela, o que acumulamos perde o sentido de abundância.Esse é um convite para repensar o fluxo da vida e perceber que, em qualquer lugar onde estamos, sempre há riquezas a serem compartilhadas. Dê o play e venha descobrir como o ato de compartilhar pode transformar a forma como vivemos e nos relacionamos com o que temos. Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  2. 112

    Como contamos nossas histórias?

    Você já parou para pensar que, muitas vezes, não é o que vivemos que marca, mas sim o jeito como contamos o que vivemos? Mais do que os fatos, é na narrativa que damos sentido às experiências — é ela que colore, tempera e transforma o comum em algo memorável.Neste episódio, refletimos sobre a importância de ter repertório para dar novos contornos às nossas histórias, exploramos como a narrativa pode ser um caminho de cura e falamos sobre o movimento de assumir o papel de protagonistas da própria vida.Cada história que contamos é uma escolha: o tom que damos, as pausas que fazemos, os detalhes que destacamos. E é nessa escolha que mora a chance de ressignificar o passado e criar novos horizontes para o futuro.Se você já se perguntou como transformar sua trajetória em algo mais vivo, significativo e libertador, esse episódio é para você.Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  3. 111

    Os sonhos não envelhecem

    Nesse papo do Nove Luas, a gente fala sobre sonhos como quem fala de vida: eles dão direção, nos movem e mantêm a alma desafiada, como lembrou a Mara. Também pensamos sobre quando um sonho é de verdade ou quando pode ser só ilusão — e como isso muda tudo no jeito que a gente caminha.Outro ponto que atravessou nossa conversa foi a ancestralidade: a importância de acolher o que recebemos de quem veio antes e a responsabilidade de levar adiante aquilo que também vai alimentar os que virão.Porque sonhar não tem prazo de validade. O tempo passa, mas o que pulsa dentro da gente continua vivo.E aí… qual é o sonho que ainda te guia?Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  4. 110

    Beleza no ordinário

    O extraordinário chama atenção, mas viver só nele cansa e até esvazia. O ordinário, ao contrário, pede calma, silêncio e até um certo recuo para ser visto de verdade — e muitas vezes, nas redes, aparece quase como um pedido de socorro.Neste episódio, falamos sobre a ancestralidade guardada nas coisas simples, nas memórias afetivas que costuram a linha ordinária da vida — uma linha que tantas vezes se rompe. Refletimos também sobre a diferença entre uma vida média e uma vida medíocre, e como é possível colocar excelência no comum.Entre Quintana, que nunca saiu de Porto Alegre, e Suassuna, que nunca deixou o Brasil, revisitamos a qualidade de vida encontrada no cotidiano. Afinal, o que faz do ordinário um lugar tão essencial e, ainda assim, tão desvalorizado?Coloque esse episódio no seu dia. Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  5. 109

    Transição. Nem antes, nem depois: o durante

    Mudança é certa. Já a transição… essa pede de nós presença, curiosidade e flexibilidade. Neste episódio, conversamos sobre como atravessar os períodos de passagem que a vida impõe, lembrando que não basta que algo mude por fora — é preciso atravessar por dentro.Falamos sobre a diferença entre mudança e transição, sobre a força que nasce da mobilidade interna e sobre a importância de se abrir ao desconhecido sem pressa de chegar ao destino. Afinal, a transição não é o antes nem o depois: é o durante, o lugar onde nos tornamos.E você, como tem atravessado as suas transições? Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  6. 108

    Hoje ou amanhã? O tempo certo de cada coisa

    Você já parou para pensar qual é o tempo certo para cada coisa?No novo episódio do Nove Luas, mergulhamos na diferença entre Chronos — o tempo do relógio — e Kairós — o tempo da oportunidade.Será que esperar demais nos faz perder chances? Ou agir rápido demais pode nos afastar do que realmente importaDescubra como entender o tempo pode diminuir a ansiedade, dar mais clareza às suas escolhas e mostrar por que o agora é o terreno fértil onde o amanhã começa a nascer.Aperte o play e descubra: o seu tempo é hoje… ou amanhãMara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  7. 107

    Qual é a minha benção?

    Tudo começou com uma trend que dominou as redes: “Qual é a minha bênção?”.Por que tanta gente quer ouvir isso de uma inteligência artificial? O que estamos realmente buscando? Proteção? Validação? Reconhecimento?No episódio desta semana do Nove Luas, mergulhamos no poder das palavras — capazes de abençoar ou amaldiçoar — e em como a busca por uma bênção atravessa gerações. Falamos de ancestralidade, de como carregamos a voz dos nossos pais e avós, e também de como sempre buscamos na “tecnologia do momento” um sinal de aprovação: já foi Walter Mercado, revista de horóscopo, correntes de e-mail… hoje é o Chat.No fim, conversamos se que a bênção que tanto procuramos fala muito mais sobre quem somos do que sobre quem a oferece.E você? Já parou para pensar qual é a sua bênção?Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  8. 106

    Quando bate a saudade, a gente faz o quê?

    O que é essa sensação que nos preenche quando lembramos de algo bom que passou? Neste episódio, mergulhamos na saudade — não como ausência, mas como presença viva do que nos fez bem.Será que a saudade pode ser um impulso para criar futuros mais saudáveis? E se ela não for tristeza, mas um tipo de afeto produzido pela nossa psique após um luto elaborado? Talvez ela seja quase o oposto de um trauma...Conversamos sobre como saudade e luto caminham juntos, e por que é importante saber diferenciar saudade de nostalgia. Uma nos liga ao que importa, a outra pode nos prender ao que já foi.E claro: será que a saudade é mesmo um privilégio da língua portuguesa?Vem com a gente nesse episódio que é quase um abraço em forma de conversa.Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  9. 105

    Paz no caos

    Tá difícil manter a calma? A gente entende. No episódio Paz no Caos, sentamos pra conversar sobre como encontrar sossego mesmo quando tudo parece bagunçado — por dentro e por fora. Sem papo de perfeição: é sobre atravessar o furacão com um pouco mais de consciência, e quem sabe, um pouco mais de paz.Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  10. 104

    Reconhecimento. Identidade, afeto e validação

    Reconhecer pode ser tão simples quanto se ver num espelho. Ou tão difícil quanto enxergar quem se é de verdade.Neste episódio, a conversa percorre as nuances do reconhecimento — de onde ele nasce, por onde se perde e como pode, às vezes, reencontrar a gente. — uma travessia entre identidade, afeto e validação.A conversa passa pela importância de voltar à origem, onde mora o conhecimento genuíno. De lá, seguimos para os espelhos que usamos para nos ver — e o quanto essas lentes podem distorcer nossa percepção de nós mesmos. A tal “síndrome da superficialidade” também entra em cena: o que nos torna legítimos e não apenas versões editadas daquilo que esperam da gente?Um café pode ajudar a entender. Literalmente. O exemplo do café especial — que nasce com nota máxima e vai perdendo pontos ao longo do processo — vira metáfora para pensar por que nos afastamos da nossa essência com o passar do tempo.E, no fim, fica a pergunta: será que tudo o que precisamos já está ao nosso alcance e só falta reconhecer?Dê o play. Às vezes, uma boa escuta vale como um bom espelho. ☕Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  11. 103

    I.A. & EU. Quem está programando quem?

    Neste episódio, abrimos espaço para uma conversa sobre os desafios individuais e coletivos que a Inteligência Artificial nos apresenta.Falamos sobre a beleza de suas facilidades, mas também sobre o risco de deixar que ela pense por nós. Afinal, quem está programando quem? O algoritmo interno, aquele que pulsa em nosso corpo e história, ainda resiste ao fluxo do algoritmo digital?Das perdas cognitivas aos ganhos de conhecimento quase infinitos. A IA deu a uma sociedade desorientada o poder de salvar o Mundo ou destruí-lo em um prompt. A gente vai saber desarmar essa bomba?E o que fazer com o tempo livre que essa nova era promete? Será que, de fato, vamos usá-lo a nosso favor?Vem com a gente nessa prosa entre sentidos e futuros possíveis.Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  12. 102

    Sofrência. Quando o triste vira trend

    Dados de uma pesquisa recente revelou que quase metade das narrativas de amor nas redes carregam afetos negativos.Tá todo mundo falando de amor. Mas por trás dos memes, das playlists de fossa e dos posts debochados… será que tem sofrimento de verdade?Será que o que a gente posta, na real, é o que a gente sente?A Mara diz que “o sofrimento gera angústia; a dor, ansiedade”. Esse sofrimento verdadeiro, que gera angústia e exige tempo e espaço íntimo pra ser atravessado não tem sido trocado pela sofrência performada - que circula na ordem do espetáculo, do drama e numa estética da dor em drops rápidos, editados e compartilháveis?E se a gente não sofre mais, a gente sofre de quê? Dá o play e vem com a gente — porque às vezes, rir da dor é só mais uma forma de pedir colo.Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  13. 101

    A força dos encontros | Segunda Parte

    “Algum dia, em qualquer parte, em qualquer lugar, indefectivelmente, encontrarás a ti mesmo... e essa, só essa, pode ser a mais feliz ou a mais amarga de tuas horas.” — Pablo NerudaA partir dessa frase, seguimos nossa travessia pela força dos encontros. Mas, desta vez, sem idealizações. Nesta segunda parte da conversa, Mara, Galvão e Júlio desromantizam o conceito de encontro, questionam suas camadas e colocam em pauta algo que muitas vezes esquecemos: nem todo encontro é bonito, nem todo encontro é consciente.Falamos sobre os múltiplos encontros que ocorrem ao mesmo tempo — o psicológico, o histórico, o cultural, o subjetivo. E também sobre a impossibilidade de haver encontro quando estamos mergulhados em fantasias: quando projetamos mais do que de fato vemos.Foi encontro o que houve entre John Lennon e seu assassino? Encontros podem ser disfuncionais? E o que acontece quando o encontro é, na verdade, um espelho para aquilo que evitamos ver em nós?Mais do que respostas, esse episódio propõe deslocamentos. Porque, no fundo, encontrar o outro talvez seja só o pretexto para, um dia, encontrar a si mesmo.Vem com a gente!Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  14. 100

    A força dos encontros

    Neste episódio mergulhamos na delicadeza e na potência dos encontros humanos. Mais do que simples interações, o encontro verdadeiro não se limita ao tempo ou ao espaço, mas na singularidade de cada presença.A partir do ensaio "Juntos e Separados", de Virginia Woolf, costuramos uma conversa sobre a arte de vincular-se, a diferença entre estar junto e estar com, e a coragem de aprofundar a convivência em tempos de tanta pressa.Entre afetos, silêncios e reconhecimentos, refletimos sobre o que realmente nos aproxima.Dá o play, que esse encontro também é contigo.Vem com a gente!Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  15. 99

    Pular etapas

    "Entre perder força e perder coisas, perca coisas."No episódio desta semana, mergulhamos nas muitas camadas do desejo — pessoal e coletivo — de acelerar os processos. Será que estamos mesmo com pressa ou apenas ansiosos demais para lidar com o tempo que as coisas levam?Falamos sobre a tendência de pular etapas como algo que vai além do comportamento individual: é também processo sistêmico que nos exigem produtividade, desempenho e resultados rápidos. O que isso impacta na nossa saúde emocional, na qualidade dos vínculos e até na nossa percepção de interesse e força de vontade?Vem com a gente!Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  16. 98

    Cair na real. A melhor queda que existe?

    O time do coração do Júlio caiu para a 3º divisão do campeonato italiano. A partir desta queda, surgiu o tema do episódio. Em que medida cair é bom? Quem define o que é real? Cair na real, na verdade, não é cair numa grandeza de possibilidade que você até então não enxergava, apequenando-se cada vez mais?Vem com a gente!Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  17. 97

    Confiança em tempos de incertezas

    Confiar é mais do que um gesto impulsivo — é um exercício contínuo, que exige coragem mesmo quando tudo ao redor parece instável.Em tempos de desconfiança, apostar na confiança é quase um ato de resistência. Mas será que confiar é o mesmo que criar expectativas?Neste episódio, a gente mergulha na delicada arte de confiar: nos outros, no mundo, e em nós mesmos.Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  18. 96

    Intenções. Pra onde apontam as tuas?

    “Intenção é sinônimo da nossa verdade” disse o Galvão. O episódio poderia parar ali, mas decidimos continuar a conversa sobre o poder sutil — mas decisivo — da intenção.Aquilo que te move, ainda que em silêncio, aponta para onde você está indo (ou não). E se a intenção vem da tua verdade, ela carrega também a tua responsabilidade com o que se planta no presente e se colhe no futuro.Onde você tem colocado sua intenção ultimamente?Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  19. 95

    Oração. O poder da prece

    Você sabe do poder da prece sob o olhar da neurociência? Foi a partir deste ponto que o Galvão - sim, o Galvão, propôs o tema. Depois falamos de intenção, escuta, ousadia, conquista, cura, relação com o divino e outros pontos importantes que cabem em uma oração.Fecha os olhos e vem com a gente!Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  20. 94

    Inspiração. Você é suas próprias fontes

    Você é suas próprias fontes de inspiração. Esta frase é a salvação ou o inferno pra muitas pessoas. O que você tem inspirado, botado pra dentro, ultimamente? Você tem reconhecido o seu próprio valor e tido disposição para escutar a si com respeito e coragem para devolver ao mundo o que produz?Inspira e vem com a gente!Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  21. 93

    A arte de abrir mão

    “Mas é preciso escolher. Porque o tempo foge. Não há tempo para tudo. Não poderei escutar todas as músicas que desejo, não poderei ler todos os livros que desejo, não poderei abraçar todas as pessoas que desejo. É necessário aprender A ARTE DE ABRIR MÃO - a fim de nos dedicarmos àquilo que é essencial” Rubem Alves.Quem somos nós pra escrever um descritivo pro episódio melhor que este.Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  22. 92

    Sê Valente! Quando a vida pede mais do que coragem

    A coragem faz parte do nosso dia a dia - não é qualquer coisa estar neste mundo de hoje. Mas vez por outra o mundo nos pede mais.A valentia está ligada às grandes transições, à uma bravura, a um destemor, à uma defesa de valores e convicções que nos coloca em posição de peleja, mas com predicados que não nos deixam cair na vala da guerra. O amor, por exemplo, é um deles.Quer saber mais? Vem ouviu este episódio.Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  23. 91

    A seta e o alvo. A importância de ir direto ao ponto

    “Foco é força e a distração destrói”, disse a Mara no episódio. Por que a gente se enche de rodeios para fazer, ou dizer, algo que precisa ser feito, ou dito, agora?! Como ser direto sem ser rude? Quais características são importantes para se saber quando chegou a hora?!Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  24. 90

    E se der errado? A ansiedade e o medo de não dar conta

    Segundo a OMS, o Brasil lidera os índices globais de transtorno de ansiedade. Somos uma geração que deu errado e não estamos sabendo lidar com isso? As gerações que virão estão mais preparadas que a nossa? Como a relação com o tempo e o com espaço tem moldado nossa percepção de um mundo mais acelerado e, por consequência, mais ansioso.Poe na velocidade 1x e vem!Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  25. 89

    Seus heróis morreram de quê?

    Tuas referências te curam ou adoecem? Ter referências e ser referência é um peso que muitas vezes o ser humano não suporta. Nessa relação entre uma admiração saudável e a idealização, nossos heróis muitas vezes sucumbem.Mas sucumbir faz do herói menos herói? Ou faz dele apenas mais humano?Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  26. 88

    Descendo ao porão. O que ele tem a nos dizer?

    Há de tudo no porão. Da relíquia ao estorvo. Nele, é sempre a hora de se perguntar “o quê isso faz aqui?” A gente costuma pensar o porão sempre como o nosso lado mais sombrio, mas será que não é nele que encontramos nossas maiores relíquiasDesça com a gente ao porão.Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  27. 87

    O Super e o superficial nas relações. O que Caetano nos ensina

    “Eu vou fundo na existência / e para nossa convivência / você também tem que saber se inventar”. A letra de Caetano na música “Diamante Verdadeiro” é a espinha dorsal na conversa da semana. Superficialidade mantem relações? Ou é apenas mergulhando fundo, primeiro em si, e depois no outro, que se dá profundidade à simbiose?Puxa o ar e mergulha nessa prosa.Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smgJúlio César: @juliocsousa

  28. 86

    Pro bebê não 'chorá' • Quando o adulto infantilizado mora ao lado

    Mais dia ou menos dia você vai se deparar com ele: o adulto birrento. Quando não é você.Por que a gente, em tal momento, já adulto, dá aquele show, e age como uma criança? E como lidar quando ‘a criança’ barbada é seu chefe, seu namorado, alguém do dia a dia?Pausa o Carnaval e vem ouvir este episódio, senão a gente chora. 😭Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao_rgbJúlio César: @juliocsousa

  29. 85

    É preciso dar um jeito, meu amigo.

    Quando o "dar um jeitinho" não cabe maisTem hora que trava tudo. Ou tudo está prestes a travar. E aí, de tanto ‘dar um jeitinho’, o jeitinho não cabe mais. Este é um episódio sobre crise, resiliência, mudança e amizade.Bóra dar um jeito na vida?Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao_rgbJúlio César: @juliocsousa

  30. 84

    Interior. A gente dá o que tem dentro

    A Mara, o Galvão e o Júlio moram no interior e sabem bem como são estabelecidas as relações longe das capitais. Este episódio usa destas histórias para falar das entrelinhas da vida: o que você dá em suas relações é o que vem de mais de dentro. É o seu interior que estabelece a saúde e a abertura das tuas relações.Como está o seu interior? Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao_rgbJúlio César: @juliocsousa

  31. 83

    O novo e o permanente. Algo sempre permanece?

    Quando você vai, o que é que fica?O que tem permanecido de você nas pessoas? Ou melhor, nesse mundo tão (des)conectado, tão cheio de informações e tão sedento pelo novo, alguma coisa permanece?Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao_rgbJúlio César: @juliocsousa

  32. 82

    Maior abandonado. Mentiras sinceras me interessam?

    Agora todo sábado você tem um encontro com a gente para conversar sobre assuntos que estão no nosso dia a dia, mas que a gente muitas vezes não dá a devida importância. “Maior abandonado” é o primeiro episódio da terceira temporada, sugerido pela Mara, inspirada na música do Cazuza. O nome já diz tudo, somos uma geração com ferramentas para uma vida mental e socialmente saudáveis, mas que estamos largados, jogados às traças. Como isso é possível? Aliás, como saímos dessa?  Mara Guimarães: @maraguimaraespsi Marcos Galvão: @galvao_rgb Júlio César: @juliocsousa

  33. 81

    Pendências. Quando chega a hora de acertar as contas

    Uma hora a conta chega. E nesses momentos, como costumamos agir? Seja nas pendências com você mesmo, seja nas pendências com outros, como este momento mexe com nossas atitudes e decisões. Pendurar as demandas é uma boa estratégia? Todas as tuas pendências são realmente tuas? No trigésimo sexto, e último episódio da segunda temporada, a gente se abre pro acerto de contas. Vem. Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao_rgbJúlio César: @juliocsousa

  34. 80

    Privacidade

    Qual o limite que você dá ao outro? E você respeita o limite que o outro dá a você? Em um mundo de superexposição, onde você concorda sem ler os termos, dá pra ter privacidade?  No trigésimo quinto episódio da segunda temporada a gente se abre para falar de privacidade. Vem. Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao_rgbJúlio César: @juliocsousa

  35. 79

    Véus (Quando cai o véu)

    Quando cai o véu, o que aparece? O desvendar do rosto por um véu, tecido tão fino, diz muito sobre a gente e em como agimos no mundo. O que o véu tem a nos dizer sobre o medo? E sobre esquecimento de coisas passadas? A gente consegue viver sem véus? No trigésimo quarto episódio da segunda temporada a gente te convida a desvendar sobre o assunto véu. Vem. Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao_rgbJúlio César: @juliocsousa

  36. 78

    Sonhos

    Existe relação dos sonhos de olhos fechados com os sonhos de olhos abertos? Com essa pergunta a gente iniciou a prosa desta semana. O sonho é vazio se não houver a realização dele? Qual a diferença do sonho e do anseio? E quando o sonho que a gente realiza não é o nosso? No trigésimo terceiro episódio da segunda temporada a gente te convida a sonhar conosco. Vem. Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao_rgbJúlio César: @juliocsousa

  37. 77

    Rejeição

    Rejeição tá no TOP-5 de piores sentimentos, vai. A sensação de abandono, a percepção de que as pessoas não têm interesse naquilo que você tem a oferecer dói lá no fundo da alma. A gente tá preparado de alguma forma pra lidar com isso? Existe um caminho pra curar o baque dessa ferida emocional? No trigésimo segundo episódio da segunda temporada a gente te convida para se juntar à nossa conversa sobre “rejeição”. Vem. Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao_rgbJúlio César: @juliocsousa

  38. 76

    Polarização

    Talvez a gente esteja meio atrasado no assunto, mas falar sobre ‘polarização’, agora, ainda é fundamental pros nossos dias.  Como que a polarização é percebida nos dias de hoje e quais são as camadas mais profundas desse evento que tem causado rupturas tão consideráveis na sociedade e no planeta? Porque tensionar a corda está tão natural Companheiros, no trigésimo primeiro episódio da segunda temporada a gente fala sobre “polarização”, tá ok?. Vem. Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao_rgbJúlio César: @juliocsousa

  39. 75

    Temperos para uma vida sem sal

    Pra um tanto de gente a vida tá sem sal. Ou destemperada. Nesse dia a dia que nos consome tanto, o que temos consumido? Existe receita pra uma vida mais saudável e gostosa? No trigésimo episódio da segunda temporada a gente cozinha uma prosa bem gostosa sobre “temperos pra vida”. Vem. Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao_rgbJúlio César: @juliocsousa

  40. 74

    Pressão

    Uns até gostam, outros tem pavor. A pressão no trabalho, no relacionamento, nos convívios, a interna, todos os tipos, insinuam um movimento a ser feito. Mas qual o preço ela cobra? Qual o limite em que a pressão deixa de ser um motivo de movimento para ser motivo de travamento. Existe vida sem pressão? A pressão que damos a nós mesmos é tão nociva quanto a que nos é dada? No vigésimo nono episódio da segunda temporada a gente conversa sobre a pressão que adora nos colocar contra a parede. Vem. Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao_rgbJúlio César: @juliocsousa

  41. 73

    Preconceito

    Reconhecer os nossos preconceitos talvez seja um dos maiores desafios enquanto humanidade. Porque a justificativa pra dizer que não é preconceituoso já parte de um julgamento que exclui. Qual a nossa tarefa então em um mundo que segrega tanto há tanto tempo? Como desenvolver a arte de não ter preconceito em um cenário estruturado no jogo de poder?  No vigésimo oitavo episódio da segunda temporada conversando sobre o preconceito e suas camadas. Vem. Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao_rgbJúlio César: @juliocsousa

  42. 72

    Traumas

    Quando vê tá lá impresso num canto inacessível da mente a ação que pode ter impacto na sua vida por tempo indeterminado. Um lastro que você vai carregar sem saber e que pode ter o peso do mundo em sua vida. O trauma é uma ruptura. O que a experiência traumática nos ensina e como devemos lidar com ele e com os ambientes que o revela?  O trauma que a gente fala popularmente (“você me traumatizou”) é o mesmo trauma tratado na clínica? No vigésimo sétimo episódio da segunda temporada a gente sobre traumas. Vem. Mara Guimarães: @maraguimaraespsi Marcos Galvão: @galvao_rgb Júlio César: @juliocsousa

  43. 71

    Consideração

    Que falta de consideração. Já ouviu isso? Quais os seus critérios para considerar alguém ou alguma coisa Considerar tudo, é considerar nada? O que você considera hoje na sua vida? E o que está de fora? As coisas que estão do lado de fora você realmente quer que fique do lado de fora? No vigésimo sexto episódio da segunda temporada a gente fala sobre consideração. Vem. Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao_rgbJúlio César: @juliocsousa

  44. 70

    Falta

    Por quê sobra tanta falta atualmente? A gente sabe diferenciar 'falta' de 'saudade’? Conversamos sobre como a ausência pode ser um catalisador para buscar novas oportunidades e romper com zonas de conforto. Não tá na hora de repensar o significado da “falta” em nossas vidas? No vigésimo quinto episódio da segunda temporada a gente conversa sobre “Falta”. Vem! Mara Guimarães: @maraguimaraespsi Marcos Galvão: @galvao_rgb Júlio César: @juliocsousa

  45. 69

    Oculto. O que a gente diz, sem dizer

    O oculto é uma energia potencial. Que pode ser boa, que pode ser ruim. E a intenção é ferramenta vital para que o oculto exerça sua força na interação. Dito isto: se há intenção no oculto, como desvendá-la? É nessa interação que mora o desenvolvimento? Se existe energia apontada em minha direção (boa e ruim) a todo momento, como lidar com isso? No vigésimo quarto episódio da segunda temporada a gente tenta desvendar o oculto e o que a gente diz, sem dizer uma palavra. Vem! Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao_rgbJúlio César: @juliocsousa

  46. 68

    Felicidade • EPISÓDIO 100

    Este episódio é muito especial. São cem episódios conversando sobre as entrelinhas da vida aqui no Nove Luas.  Então, no CENTÉSIMO episódio, o tema não podia ser outro: felicidade! Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao_rgbJúlio César: @juliocsousa

  47. 67

    Luz & Sombra

    Amor e ódio, alegria e tristeza, admiração ou inveja, tudo isso faz parte do ‘kit ser-humano’ e está dentro de nós. Ponto. A essa dualidade costumamos nomear luz & sombra. Na luz, as coisas boas. Na escuridão, nossas coisas ruins.  No bate-papo da semana a gente reflete sobre o quão ruim é mesmo a sombra, e se a luz precisa existir sozinha, sem sobras. (Se é que nós, humanos, conseguimos isso). Aceitar nossas sombras é o segredo para um caminho de luz? No vigésimo segundo episódio da segunda temporada a gente tenta clarear um pouco mais o tema luz & sombras. Vem! Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao_rgbJúlio César: @juliocsousa

  48. 66

    Ousadia

    A ousadia é um dos componentes fundamentais da coragem. É nesse contexto que a gente conversa sobre o quanto a ousadia nos move para lugares que queremos. Ou não, porque a ousadia não garante necessariamente o sucesso da ação. Ou só de não ficar estagnado já é um sucesso em si?! A gente perde a ousadia conforme 'adultece'?! Como nossa criança interior pode nos ajudar a reestabelecer a ousadia que perdemos com o tempo? No vigésimo primeiro episódio da segunda temporada a gente fala sobre a ousadia. Só vai! Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao_rgbJúlio César: @juliocsousa

  49. 65

    Angústia

    Aquela sensação ruim de que algo não vai bem e que precisa ser mudado não é bom de sentir, mas é um sinal que pode ser o start pra mudanças importantes.  Abraçar a angústia pode ser um desafio. Dá mesmo pra tirar boas lições dela? No vigésimo episódio da segunda temporada a gente fala sobre a angústia nossa de cada dia. Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao_rgbJúlio César: @juliocsousa

  50. 64

    Pânico!

    É o fim! Tudo está prestes a desmoronar e você está no meio da sala. Sozinho. Sem saída.  Preocupação e medo são alertas importantes do nosso corpo em momentos extremos. Mas e quando isso vira rotina? Por que isso acontece com a gente mesmo quando não é o fim. Quando nada está a desmoronar, você não está sozinho e ainda tem vários caminhos a escolher? No décimo novo episódio da segunda temporada a gente fala sobre o Pânico. Vem com a gente.  Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao_rgbJúlio César: @juliocsousa

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A Mara é psicóloga clínica há décadas. O Galvão e o Júlio, curiosos sobre a vida. O trio terá conversas sobre assuntos que estão no nosso dia a dia, mas que às vezes a gente não dá a atenção devida.Seja bem vind@ ao Nove Luas, o podcast que conecta o dia a dia à vida toda.

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Júlio César de Sousa

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