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PODCAST · arts

O POETA

by Luis Roxo

O MUNDO PRECISA DE POESIA Support this podcast: https://anchor.fm/luis-f-a-roxo/support

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Episodes

  1. O Silêncio das Árvores - LUIS ROXO - QUATRO

    O Silêncio das Árvores - LUIS ROXO - QUATRO

  2. O silêncio das árvores - AVULSAS IMPRESSÕES por Ângelo Rodrigues

    AVULSAS IMPRESSÕES por Ângelo Rodrigues Sardoal, 29 de agosto de 2023 «No seu corpo plácido, descobrimos nossa alma infinita, E aprendemos a cuidar das árvores, nossa antiga inspiração.» Luís Roxo «Para lá do Tempo. Para lá do Espaço. Para lá do Amor. A fusão das Almas é a construção infinita do...

  3. O Siêncio das árvores - Prefácio -Inaldo Tenório DE Moura Cavalcanti

    Inaldo Tenório DE Moura Cavalcanti Recife – Brasil UMA FLORESTA DE ARTE Recheado de música, prosa e poesia, O Silêncio das Árvores é um canto que encanta com suas metáforas e imagens de rara beleza na poesia dos caminhos, entre árvores, movimentos, que tornam tudo uma arte com harmonia, melodia,...

  4. O Silêncio das Árvores - Luis Roxo - FERNANDO ANTÔNIO FONSECA

    JÁ Á VENDA O SILÊNCIO DAS ÁRVORES LIVRO E SINFONIA EM SETE MOVIMENTOS DE: LUÍS ROXO EDITORA UICLAP LIVRO FÍSICO https://loja.uiclap.com/titulo/ua39014/ FERNANDO ANTÔNIO FONSECA Belo Horizonte – Brasil O poeta e multiartista Luís Roxo, nesta sua mais recente obra - “O Silêncio Das Árvores”- se…

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  5. O SIlêncio das Ávores - LUIS ROXO - TRÊS

    O SIlêncio das Ávores - LUIS ROXO - TRÊS

  6. O Silêncio das árvores - Luis Roxo - DOIS

    O SILÊNCIO DAS ÁRVORES - LUIS ROXO https://www.youtube.com/watch?v=JBPIFJsA0CU

  7. O silêncio das Árvores - Luis Roxo - DOIS

    O silêncio das Árvores - Luis Roxo - DOIS

  8. O Silêncio das árvores- Luis Roxo UM

    O Silêncio das árvores- Luis Roxo UM

  9. Fernando Pessoa

    Todas as cartas de amor são Ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem Ridículas. Também escrevi em meu tempo cartas de amor, Como as outras, Ridículas. As cartas de amor, se há amor, Têm de ser Ridículas. Mas, afinal, Só as criaturas que nunca escreveram Cartas de amor É que são…

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  10. José Gomes Ferreira

    CHOVE! Chove... Mas isso que importa!, se estou aqui abrigado nesta porta a ouvir a chuva que cai do céu uma melodia de silêncio que ninguém mais ouve senão eu? Chove... Mas é do destino de quem ama ouvir um violino até na lama. José Gomes Ferreira

  11. O teu abraço - Luis Roxo

    O teu abraço - Luis Roxo - poema

  12. Viagem - Luis Roxo

    Viagem - poema Luis Roxo

  13. Tic-tac - Francisco Motaco - roxo

    Tic-tac - Francisco Motaco - roxo - poema

  14. João Villaret

    João Villaret na Revista "Não Faças Ondas" (EP 45 RPM, Parlophone/Valentim de Carvalho, 1956) Fernando Pessoa por João Villaret (LP 33 RPM, Parlophone/Valentim de Carvalho, 1957) João Villaret no São Luis (LP 33 RPM, Parlophone/Valentim de Carvalho, 1961) Poesia de Cabo Verde (EP 45 RPM,...

  15. Clarice Lispector - Luis Roxo

    Clarice Lispector, nascida Chaya Pinkhasivna Lispector, foi uma escritora e jornalista brasileira nascida na Ucrânia. Autora de romances, contos, e ensaios, é considerada uma das escritoras brasileiras mais importantes do século XX.

  16. Fernando Pessoa - Luis Roxo

    Fernando António Nogueira Pessoa foi um poeta, filósofo, dramaturgo, ensaísta, tradutor, publicitário, astrólogo, inventor, empresário, correspondente comercial, crítico literário e comentarista político português. Fernando Pessoa é o mais universal poeta português.

  17. Leva-me

    The Luis Triangle Project - Leva-me - Luís Roxo Adágio das águasLeva-me amor; leva-me da minha sepultura a ver as flores.Leva-me amor; leva-me só por hoje, e apaga o meu nome da minha lápide ancestral.Leva-me amor; leva-me embrulhado em folhas verdes de nenúfares para ver lá fora os as águas...

  18. Mário Quintana

    Mário de Miranda Quintana foi um poeta, tradutor e jornalista brasileiro. Mário Quintana fez as primeiras letras em sua cidade natal, e em 1919 mudando-se para Porto Alegre onde estudou no Colégio Militar, publicando ali suas primeiras produções literárias. Trabalhou para a Editora Globo e depois...

  19. Simon & Garfunkel

    Hello darkness, my old friend I've come to talk with you again Because a vision softly creeping Left its seeds while I was sleeping And the vision that was planted in my brain Still remains Within the sound of silenceIn restless dreams I walked alone Narrow streets of cobblestone 'Neath the halo…

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  20. Fim de Abril - Luis Roxo

    Sou fim de Abril sem rosto num espelho partido, sou fim de Abril que sangra ferido, sou fim de Abril em calendário gasto vencido, sou fim de Abril em corpo morto esquecido. Sou fim de Abril de chama apagada, sou fim de Abril em estrada gasta na madrugada, sou fim de Abril na encruzilhada, sou fim...

  21. E foi em Maio

    E foi em Maio que te escrevi jardins nas mãos. E foi em Maio, que te escrevi borboletas nas costas; e foi em Maio, que te escrevi casas sem janelas para voares pelo mundo; e foi em Maio, que te escrevi a minha solidão; e foi em Maio, que te escrevi o mar nos pés e o som de oboés em búzios; e foi…

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  22. Se você me esquecer Eu quero que você...

    Se você me esquecer Eu quero que você saiba uma coisa Você sabe como é isso Se eu olhar para para a lua cristalina No ramo vermelho do outono chegando Se eu tocar perto do fogo A cinza impalpável ou o corpo enrugado do ramo Tudo me leva a você Como se tudo oque existe Aromas, luzes, metais Fossem...

  23. Seja Poesia - Cais de farrapos

    Cais de farrapos. Velho quadro da manhã. Paisagem do adeus que nunca findará. Breve névoa neste cais de farrapos, escondendo a podridão inquieta. Cais de ferrugem e gaivotas soltando guinchos angustiantes. Recordo-me dos dias tristes, na minha memória rasgada pelo tempo. Palmo a palmo, o sol…

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  24. Seja Poesia

    O SILÊNCIO DOS PÁSSAROS Nas alvoradas serenas, quando o horizonte se pinta de tons dourados, os pássaros alçam voo em danças silenciosas. Suas asas recortam o céu, mas o que ecoa é o sussurro da brisa, o murmúrio das folhas. O silêncio dos pássaros fala à alma, revela segredos ancestrais que as...

  25. E foi em Maio - UM

    E foi em Maio que te escrevi um poema nos lábios. E foi em Maio, que te escrevi folhas verdes de árvores antigas nos teus olhos que sangravam lágrimas de pétalas; e foi em Maio, que te escrevi um diário de palavras em silêncio; e foi em Maio, que te escrevi barcos navegando nos teus seios em…

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  26. José Gomes Ferreira - roxo

    Ficção O Mundo Desabitado (1960) O Mundo dos Outros - histórias e vagabundagens (1950) Os segredos de Lisboa (1962) O Irreal Quotidiano - histórias e invenções (1971) Gaveta de Nuvens - tarefas e tentames literários (1975) O sabor das Trevas - Romance-alegoria (1976) Coleccionador de Absurdos...

  27. O silêncio dos pássaros - roxo

    O SILÊNCIO DOS PÁSSAROS Nas alvoradas serenas, quando o horizonte se pinta de tons dourados, os pássaros alçam voo em danças silenciosas. Suas asas recortam o céu, mas o que ecoa é o sussurro da brisa, o murmúrio das folhas. O silêncio dos pássaros fala à alma, revela segredos ancestrais que as...

  28. O primeiro movimento do amor

    Nas dobras sutis do tempo, encontramos o monólogo da solidão, um fiel companheiro nos dias calmos e nos momentos de reflexão profunda. É como um nevoeiro que se estende pelos campos da mente, envolvendo lembranças e anseios. Nos dias solitários, a introspecção floresce como uma flor delicada,...

  29. José Gomes Ferreira - roxo

    Poesia Lírios do Monte (1918) Longe (1921) Marchas, Danças e Canções (colaboração) (1946) Poesia I (1948) Homenagem Poética a Gomes L Poesia III (1962) Poesia IV (1970) Poesia V (1973) Poeta Militante I, II e III (1978) Viver sempre também cansa!

  30. Luis Roxo Biografia

    Luís Roxo, nasceu em Coimbra, Portugal. Desde muito cedo se revelou ter um talento para a escrita, pintura e música. Considera que a arte é a sua forma de estar e respirar, evocando que todos somos pequenas partículas com alma, que pertence ao corpo do Criador, por isso busca a trilogia da alma e...

  31. Adágio das Estrelas

    Guardo-te em mim como um segredo precioso, um tesouro escondido nos recantos mais íntimos da minha alma. Cada memória partilhada é como uma pérola lapidada, brilhando com a luz suave do passado. Os sorrisos que trocamos ecoam como risos silenciosos no coração, criando um retrato vívido de…

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  32. Existo?

    Nas alvoradas serenas, quando o horizonte se pinta de tons dourados, os pássaros alçam voo em danças silenciosas. Suas asas recortam o céu, mas o que ecoa é o sussurro da brisa, o murmúrio das folhas. O silêncio dos pássaros fala à alma, revela segredos ancestrais que as palavras não podem tocar....

  33. Em Silêncio

    Oh!... E se me pintares nas mãos perfuradas o arco-íris. Oh!... E se me esculpires no meu corpo rasgado outra pele. Oh!... E se me escreveres nas costas ensanguentadas asas. Oh!... E se me cerzires de novo o meu coração cortado.

  34. Deixa-me te Amar

    E foi em Maio que te escrevi um poema nos lábios. E foi em Maio, que te escrevi folhas verdes de árvores antigas nos teus olhos que sangravam lágrimas de pétalas; e foi em Maio, que te escrevi um diário de palavras em silêncio; e foi em Maio, que te escrevi barcos navegando nos teus seios em…

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  35. Cais de farrapos

    Cais de farrapos. Velho quadro da manhã. Paisagem do adeus que nunca findará. Breve névoa neste cais de farrapos, escondendo a podridão inquieta. Cais de ferrugem e gaivotas soltando guinchos angustiantes. Recordo-me dos dias tristes, na minha memória rasgada pelo tempo. Palmo a palmo, o sol…

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  36. Movimento do Amor

    Sou fim de Abril sem rosto num espelho partido, sou fim de Abril que sangra ferido, sou fim de Abril em calendário gasto vencido, sou fim de Abril em corpo morto esquecido. Sou fim de Abril de chama apagada, sou fim de Abril em estrada gasta na madrugada, sou fim de Abril na encruzilhada, sou fim...

  37. O jardim das nossas plavras

    No jardim das nossas palavras, as emoções florescem como pétalas coloridas sob o sol suave da comunicação. Cada frase é uma semente lançada à terra fértil dos nossos corações, cultivando um terreno onde a compreensão cresce como uma planta delicada, fortalecendo suas raízes a cada conversa. As...

  38. Guardo-te em mim

    Guardo-te em mim como um segredo precioso, um tesouro escondido nos recantos mais íntimos da minha alma. Cada memória partilhada é como uma pérola lapidada, brilhando com a luz suave do passado. Os sorrisos que trocamos ecoam como risos silenciosos no coração, criando um retrato vívido de…

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  39. Deixa-me te Amar

    1 Na vastidão do universo, onde as estrelas dançam e as galáxias se entrelaçam, ergue-se a imensidão do sentimento. Deixa-me te amar como as ondas abraçam a praia, com uma entrega profunda e ininterrupta. Permita-me ser o poema que os ventos sussurram suavemente, a melodia que ressoa nos recantos...

  40. Solidão e outros dias DOIS

    Nas dobras sutis do tempo, encontramos o monólogo da solidão, um fiel companheiro nos dias calmos e nos momentos de reflexão profunda. É como um nevoeiro que se estende pelos campos da mente, envolvendo lembranças e anseios. Nos dias solitários, a introspecção floresce como uma flor delicada,...

  41. Solidão e outros dias UM

    Existe uma só verdade? Existe uma só realidade? Existe uma só morte? Existe uma só vida? Existe uma só verdade? Existe uma só mentira? Existe um só universo? Na verdade nós existimos? O que será real e irreal? Onde fica a noite? Onde fica o dia? As sombras das trevas e começa a luz? Existe o…

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  42. O Silêncio dos Pássaros DOIS

    Nas alvoradas serenas, quando o horizonte se pinta de tons dourados, os pássaros alçam voo em danças silenciosas. Suas asas recortam o céu, mas o que ecoa é o sussurro da brisa, o murmúrio das folhas. O silêncio dos pássaros fala à alma, revela segredos ancestrais que as palavras não podem tocar....

  43. O Silêncio dos Pássaros UM

    Nas alvoradas serenas, quando o horizonte se pinta de tons dourados, os pássaros alçam voo em danças silenciosas. Suas asas recortam o céu, mas o que ecoa é o sussurro da brisa, o murmúrio das folhas. O silêncio dos pássaros fala à alma, revela segredos ancestrais que as palavras não podem tocar....

  44. O POETA 21

    O POETA o mundo precisa de poesia 21 O TEU ABRAÇO Poema do Poeta: Luís Roxo (Portugal) Declamador: Luís Rôxo Podcasts by Luis Rôxo 2021

  45. O POETA 20

    O POETA o mundo precisa de poesia 20 Poema do Poeta: Luís Roxo (Portugal). VIAGEM Declamador: Luís Rôxo Podcasts by Luis Rôxo 2021

  46. O POETA 19

    O POETA o mundo precisa de poesia 19 Poema do Poeta: Francisco Motaco (Portugal). Tic-Tac Declamador: Luís Rôxo Podcasts by Luis Rôxo 2021

  47. O POETA 18

    O POETA o mundo precisa de poesia 18 Poema do Poeta: José Gomes Ferreira (Portugal). D. Quixote Declamador: Luís Rôxo Podcasts by Luis Rôxo 2021

  48. O POETA 17

    O POETA o mundo precisa de poesia 16 Poema do Poeta: Fernando Pessoa (Portugal). O TEJO Declamador: Luís Rôxo Podcasts by Luis Rôxo 2021

  49. O POETA 16

    O POETA o mundo precisa de poesia 16 Poema do Poeta: Fernando Pessoa (Portugal). O Mostrengo Declamador: João Villaret Podcasts by Luis Rôxo 2021

  50. O POETA 15

    O POETA o mundo precisa de poesia 15 Poema do Poeta: Fernando Pessoa (Portugal). Sou um guardador Declamador: Luis Rôxo Podcasts by Luis Rôxo 2021

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