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Podcast Canaltech

O Podcast Canaltech é um resumo das notícias de tecnologia, para começar o seu dia. De terça a sábado, a partir das 7h nos seus tocadores de podcasts.

Publisher-supplied feed metadata · PodParley refreshed Sep 18, 2026 · Source feed

  1. 730

    25 TB por dia: como o Rio transforma dados em serviços

    Uma viagem de ônibus, um atendimento em uma unidade de saúde ou o registro de presença de uma criança na escola. Ações comuns como essas geram dados que podem revelar muito sobre o funcionamento de uma cidade e as necessidades de seus moradores. No Rio de Janeiro, aproximadamente 25 terabytes de dados passam diariamente por uma infraestrutura que reúne informações de diferentes áreas da administração municipal. Mas como transformar todo esse volume em serviços públicos melhores? Esse é o tema do novo episódio do Podcast Canaltech, gravado durante o HackTown 2026, em Santa Rita do Sapucaí, no sul de Minas Gerais. O repórter João Mello conversou com Fernanda Scovino, chefe do Escritório de Dados da IplanRio. Ela atua no desenvolvimento de soluções de inteligência artificial para a Prefeitura do Rio e lidera a governança do Data Lake da cidade. O Data Lake funciona como uma infraestrutura integrada que conecta informações que antes ficavam separadas em diferentes secretarias. Entre elas estão dados de bilhetagem dos mais de 3 milhões de passageiros do transporte público, registros de frequência escolar e aproximadamente 150 mil atendimentos realizados diariamente nas unidades básicas de saúde. Quando essas informações começam a conversar, a prefeitura consegue ter uma visão mais ampla das necessidades da população. Um dos exemplos apresentados na entrevista é o programa Pequenas Cariocas, voltado ao acompanhamento de gestantes, puérperas e crianças de até seis anos. Ao reunir dados de saúde, educação e assistência social, o município pode identificar, por exemplo, uma mãe que não realizou exames importantes ou uma criança que precisa de acompanhamento mais próximo. A partir desse alerta, um agente de saúde pode entrar em contato ou ir até a residência da família. A inteligência artificial também começa a fazer parte desse trabalho. Uma das aplicações em desenvolvimento ajuda a analisar documentos e apontar possíveis inconsistências, facilitando etapas de validação e fiscalização realizadas pelos servidores. Mas Fernanda alerta que nem todo problema precisa ser resolvido com IA. Antes de adotar a tecnologia, é necessário entender o processo, organizar os dados e realizar testes em pequena escala. Se o sistema ainda apresentar respostas pouco confiáveis ou se o problema tiver muitas ambiguidades, a melhor decisão pode ser não usar inteligência artificial naquele momento. A conversa também mostra como os dados podem ajudar a prefeitura a escutar melhor os moradores. Por meio de um chatbot no WhatsApp, a população pode enviar mensagens e áudios para acessar serviços ou relatar dificuldades. Se várias pessoas disserem que não conseguem tomar uma vacina porque a unidade de saúde fecha antes de elas voltarem do trabalho, por exemplo, a prefeitura pode identificar o problema e avaliar alternativas, como ampliar o horário ou organizar um mutirão. Você também vai conferir: Criminosos precisam de só 10 segundos para clonar sua voz com IA, seu iPhone pode estar gastando bateria mesmo quando você não está usando os apps e Radares com IA aplicam mais de 2 mil multas em apenas um mês. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natalia Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  2. 729

    Algoritmos podem aumentar a desinformação nas eleições? Entenda os riscos

    Com a aproximação das eleições, a desinformação volta a ocupar o centro das atenções. Uma imagem fora de contexto, um vídeo manipulado ou uma informação falsa podem circular rapidamente pelas redes sociais e alcançar milhares de pessoas antes mesmo de serem desmentidos. Mas entender esse problema exige olhar além de quem cria ou compartilha uma informação falsa. As próprias plataformas têm um papel importante nessa dinâmica. Os algoritmos ajudam a determinar o que aparece na tela de cada usuário, quais publicações ganham mais visibilidade e quais assuntos permanecem circulando por mais tempo. Em um período eleitoral, esse funcionamento levanta dúvidas sobre o impacto das redes sociais na formação da opinião pública. Esse é o tema do novo episódio do Podcast Canaltech. A repórter Elisa Fontes conversou com Débora Salles, coordenadora-geral do NetLab, sobre os desafios para combater a desinformação nas redes sociais e o que muda quando essa discussão acontece em meio a uma eleição. A entrevista aborda como as plataformas influenciam a circulação de informações, o papel dos algoritmos na distribuição de conteúdo e as dificuldades para conter uma informação falsa depois que ela começa a ganhar alcance. A conversa também passa pela responsabilidade das big techs. Afinal, até onde uma plataforma pode ser considerada apenas o espaço onde determinado conteúdo foi publicado e a partir de que momento ela também precisa responder pela maneira como esse conteúdo é distribuído? Com novas tecnologias tornando cada vez mais fácil criar e manipular conteúdos, identificar o que é verdadeiro também se torna uma tarefa mais complicada para quem está do outro lado da tela. Em um cenário em que informação, tecnologia e política estão cada vez mais conectadas, saber como as redes sociais moldam aquilo que vemos pode ser tão importante quanto identificar uma notícia falsa. Como se proteger da desinformação? Qual é a responsabilidade das plataformas? E o que muda quando tudo isso acontece durante uma eleição? Você também vai conferir: Golpe usa app do Mercado Livre para roubar dados, data center que terá TikTok como cliente pode ser barrado no Ceará e Europa investe bilhões para desafiar Starlink de Elon Musk.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França, Marcelo Fischer e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  3. 728

    É hora de comprar ar-condicionado para enfrentar o El Niño?

    O El Niño voltou e pode atingir intensidade muito forte entre a primavera e o verão de 2026. Com a possibilidade de temperaturas acima da média em grande parte do Brasil, muita gente já começa a pensar em uma solução para enfrentar os dias e as noites de calor. Mas será que vale a pena comprar um ar-condicionado antes do verão? E como escolher um aparelho que seja adequado para o ambiente sem provocar um susto na conta de luz? Essas perguntas estão no novo episódio do Podcast Canaltech. A repórter Elisa Fontes conversou com Daniel Fraianeli, gerente de Produtos da TCL SEMP para a área de ar-condicionado comercial, e Álvaro Ruoso, gerente de Produtos da empresa para a área de ar-condicionado residencial. Os executivos explicam por que antecipar a compra pode facilitar a busca por preços, aparelhos e instaladores. No auge do calor, o aumento da procura pode elevar os valores e tornar mais difícil encontrar um profissional disponível para realizar a instalação. A conversa também mostra que escolher o aparelho mais barato nem sempre significa economizar. Um ar-condicionado com capacidade abaixo da necessária pode trabalhar por mais tempo e consumir mais energia. Por outro lado, um equipamento potente demais para o ambiente também pode prejudicar o conforto. Durante o episódio, os convidados explicam como calcular a capacidade adequada, por que observar a eficiência energética e quais cuidados tomar com a infraestrutura e a instalação. A inteligência artificial também entrou nessa discussão. Sensores e sistemas automatizados já permitem que alguns aparelhos ajustem o funcionamento de acordo com a temperatura, os hábitos dos usuários e até a localização do celular. Você também vai conferir: Claude identifica tentativas de uso da IA para criar armas biológicas, Polícia apreende 10 mil celulares roubados em São Paulo e Instagram explica por que não abandona o algoritmo do feed. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  4. 727

    Celulares, relógios e eSIM: os planos da Huawei para o Brasil

    A Huawei voltou a ampliar seu portfólio no Brasil, principalmente com relógios, fones de ouvido e outros dispositivos. Mas uma dúvida continua entre os fãs da marca: quando novos celulares serão lançados no país? Esse é um dos principais temas do novo episódio do Podcast Canaltech, gravado na Alemanha durante o lançamento global do Huawei Watch GT 7 Pro. O repórter Bruno Bertonzin conversou com Carlos Morales, diretor de relações públicas da Huawei Devices para as Américas. O executivo afirmou que trazer mais smartphones ao Brasil está nos planos da empresa, embora ainda não existam modelos ou datas de lançamento confirmados. Entre os aparelhos apresentados pela Huawei está a linha Nova 16S. Morales disse acreditar que o celular chegará ao mercado brasileiro, assim como outros produtos anunciados pela companhia, mas ressaltou que ainda não pode confirmar esses lançamentos. A entrevista também aborda um dos principais desafios enfrentados pela Huawei fora da China: a ausência dos serviços móveis do Google. Segundo o executivo, a empresa continua investindo na AppGallery, em parcerias com desenvolvedores locais e na integração entre hardware, software e outros dispositivos do seu ecossistema. Outros recursos aguardados pelos consumidores brasileiros também entraram na conversa. A Huawei trabalha para oferecer eSIM em seus relógios no país, mas ainda precisa superar desafios técnicos e logísticos antes do lançamento. Na área da saúde, Morales explicou como a empresa usa inteligência artificial para interpretar os dados coletados pelos dispositivos vestíveis. Ele também falou sobre criptografia, privacidade e a importância de não confundir os alertas apresentados pelos relógios com diagnósticos médicos. A conversa passa ainda pelos centros de pesquisa e desenvolvimento mantidos pela Huawei na Europa. Nesses espaços, a empresa realiza testes com atletas olímpicos e paralímpicos e pesquisa como movimentos, temperatura, diferentes tons de pele e até tatuagens podem interferir na precisão dos sensores. Quando novos celulares da Huawei chegarão ao Brasil? Como a empresa pretende contornar a ausência dos serviços do Google? E até onde podemos confiar nas informações de saúde apresentadas por um smartwatch? Você também vai conferir: Claude identifica tentativas de uso da IA para criar armas biológicas, Polícia apreende 10 mil celulares roubados em São Paulo e Instagram explica por que não abandona o algoritmo do feed. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  5. 726

    O iPhone Duo pode mudar o mercado de celulares dobráveis?

    A Apple finalmente entrou no mercado de celulares dobráveis. Depois de anos acompanhando a evolução desse segmento, a empresa apresentou o iPhone Duo e abriu uma nova fase na disputa com Samsung, Motorola, Xiaomi, Huawei e Google. Mas a espera valeu a pena? O primeiro dobrável da Apple realmente oferece algo diferente dos aparelhos que já estão no mercado? Essas perguntas estão no novo episódio do Podcast Canaltech. Marcelo Fischer conversa com Bruno Bertonzin, redator de produtos do Canaltech, sobre os principais lançamentos da Apple e as mudanças na estratégia da empresa. Além do iPhone Duo, a companhia apresentou os novos iPhone 18 Pro e 18 Pro Max. A geração traz câmera com abertura variável, novo processador e melhorias de eficiência energética, mas mantém a tradição de mudanças mais discretas entre um ano e outro. Outra novidade está no calendário. A Apple deixou o iPhone 18 convencional para o começo do próximo ano, quando o aparelho deve dividir espaço com uma nova versão de entrada. Na avaliação de Bruno, essa decisão pode ajudar a empresa a manter seus celulares em evidência no período em que concorrentes como Samsung e Xiaomi apresentam seus principais lançamentos. O grande assunto da conversa, porém, é o iPhone Duo. Bruno explica por que a Apple demorou tanto para lançar um dobrável e compara o aparelho com os modelos mais recentes da Samsung. Entre os destaques estão o suporte à Apple Pencil, as animações criadas para a transição entre as telas e recursos que aproveitam o celular parcialmente dobrado. Por outro lado, espessura, peso, design e preço ainda podem favorecer os concorrentes. A chegada da Apple também pode acelerar a evolução de todo o segmento. Com uma nova gigante na disputa, outras fabricantes ganham mais pressão para recuperar recursos, aprimorar seus aparelhos e tornar os celulares dobráveis mais atraentes. Você também vai conferir: Robôs da OpenAI criam rede para se comunicar sem autorização, WhatsApp ganha novo visual com efeito de vidro no iPhone e roubos de carros elétricos mais que dobram em São Paulo. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França, Marcelo Fischer e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natalia Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  6. 725

    Como levar inteligência artificial para a escola pública?

    Inteligência artificial, plataformas digitais e análise de dados já fazem parte das discussões sobre o futuro da educação. Mas como levar essas tecnologias para a escola pública sem ignorar desafios como acesso à internet, infraestrutura e falta de tempo dos professores? Esse é um dos temas do novo episódio do Podcast Canaltech, gravado durante o HackTown 2026, em Santa Rita do Sapucaí, em Minas Gerais. O repórter João Melo acompanhou o evento e conversou com Bianca Dantas Silva, gerente de inovação da Fundação 1Bi, organização que desenvolve tecnologias sociais gratuitas em parceria com professores de escolas públicas. Entre os projetos está o AprendiZAP, plataforma que reúne conteúdos pedagógicos, atividades, avaliações e formação continuada para educadores. A iniciativa também conta com Mari, uma assistente de inteligência artificial treinada com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e metodologias da plataforma. A proposta é usar a IA para apoiar tarefas reais do cotidiano dos professores, como adaptar materiais às necessidades dos estudantes ou preparar uma mensagem para os familiares. Mas inovação, nesse caso, não significa depender apenas da internet. A Fundação também trabalha com conteúdos que podem ser impressos, baixados ou usados offline para atender escolas com diferentes condições de infraestrutura. Na conversa, Bianca explica ainda como os dados podem ajudar a acompanhar a aprendizagem, quais cuidados são necessários no uso da inteligência artificial e por que a tecnologia precisa ser pensada como ferramenta de apoio ao professor. Você também vai conferir: Meta falha em barrar anúncios de abuso infantil criado por IA, Casio lança relógio “indestrutível” para condições extremas e filme revive a turbulenta demissão de Sam Altman da OpenAI.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Nathan Vieira e Jaqueline Sousa. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  7. 724

    Tecnologia pode ajudar a diminuir a desigualdade no mercado de trabalho?

    A presença feminina ainda é pequena em setores historicamente ocupados por homens e a Transpetro é um exemplo desse desafio. Hoje, as mulheres representam apenas 15% do quadro de funcionários da companhia, enquanto os homens são 85%. Para tentar mudar esse cenário, a empresa estabeleceu metas progressivas para ampliar a participação feminina em cargos de liderança até 2030. As ações incluem programas voltados ao desenvolvimento de lideranças femininas e mudanças nos processos internos de recrutamento e seleção. Em entrevista ao Podcast Canaltech durante o Summit Mulheres nas Profissões, Juliana Orta, gerente executiva de Recursos Humanos da Transpetro, explicou que o desafio começa antes mesmo da contratação. Por ser uma empresa estatal, a admissão de funcionários acontece por meio de processos seletivos públicos. Isso limita a possibilidade de a companhia escolher diretamente quem será contratado. A estratégia, segundo a executiva, é estimular mais mulheres a disputar essas vagas. Entre as iniciativas estão visitas a universidades e centros técnicos para apresentar oportunidades profissionais e incentivar candidatas a participarem dos processos seletivos. A companhia também mantém convênios para apoiar a formação de mulheres na engenharia. Outra mudança está prevista para um novo processo seletivo público da Transpetro, que contará com um mecanismo de paridade de gênero. A proposta é aumentar o equilíbrio entre homens e mulheres entre os profissionais selecionados. Dentro da companhia, a estratégia também passa pelas posições de liderança. A Transpetro possui metas definidas pelo conselho de administração e acompanhadas anualmente para aumentar a representatividade feminina até 2030. Tecnologia e inteligência artificial também começam a fazer parte dessa transformação. Embora a IA não seja utilizada na admissão por processo seletivo público, a Transpetro já recorre à tecnologia e à automação em etapas de processos internos para posições de liderança. Segundo Juliana, porém, o uso ainda acontece com cautela e acompanhado de avaliações humanas. Para a executiva, transformar um ambiente historicamente masculino exige principalmente consistência. Mudanças culturais levam tempo, e a expectativa é que a representatividade avance até que metas específicas de gênero deixem de ser necessárias. Você também vai conferir: ONU alerta para riscos de IAs poderosas demais, golpe do sósia usa semelhança facial para roubar identidades e GPT-6 Astra chega mais poderoso e com alerta de segurança Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Nathan Vieira e André Magalhães. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Souza e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  8. 723

    Como dados e IA estão transformando grandes projetos de construção

    Empresas acumularam enormes quantidades de dados nos últimos anos. Mas, quando o assunto é inteligência artificial, ter mais informação nem sempre significa conseguir resultados melhores. Para Sasha Crotty, executiva da Autodesk responsável pela estratégia de dados para arquitetura, engenharia e construção, um dos principais desafios agora é melhorar a qualidade das informações e torná-las acessíveis para diferentes profissionais e sistemas. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Crotty explica que dados organizados podem permitir que a IA encontre riscos que seriam difíceis de identificar manualmente. Em uma obra, por exemplo, a tecnologia pode analisar o atraso na entrega de um material, calcular o impacto nas etapas seguintes e ajudar a reorganizar o cronograma. E o Brasil pode estar em uma posição interessante nessa transformação. A partir das conversas que teve com empresas no país, Crotty avalia que o mercado brasileiro está entre os líderes em alguns aspectos relacionados à estruturação, organização e consistência dos dados. A evolução também levanta questões sobre privacidade, propriedade dos dados e o papel das pessoas nas decisões tomadas com ajuda da IA. Para Crotty, os seres humanos continuam responsáveis por definir os limites e objetivos da tecnologia. Ela compara a IA a uma colega de trabalho, mas ressalta que, às vezes, ela se parece mais com uma estagiária que ainda precisa aprender a ser profissional. No futuro, essa relação pode se tornar ainda mais próxima. Em vez de apenas receber comandos, agentes de IA poderão acompanhar projetos continuamente, apresentar alternativas e mostrar o impacto de uma decisão em fatores como custo e sustentabilidade. Você também vai conferir: Elon Musk prevê 1 bilhão de robôs no mundo até 2036, TikTok vai permitir áudios nos comentários dos vídeos e Senado aprova incentivo para atrair data centers de IA ao Brasil. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Renato Moura e Viviane França. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  9. 722

    O que faz uma região virar um polo de inovação?

    Durante muito tempo, falar de startups e tecnologia no Brasil significava olhar principalmente para os grandes centros econômicos. Mas esse mapa começa a ficar mais diverso, com novos ecossistemas de inovação ganhando espaço em diferentes regiões do país. Santa Catarina é um dos exemplos mais consolidados desse movimento. O estado levou cerca de quatro décadas para construir um ecossistema que hoje é referência nacional e tenta levar esse desenvolvimento para além de Florianópolis. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Fábio Wagner Pinto, secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação de Santa Catarina, explica que essa trajetória foi construída a partir da colaboração entre empresas, universidades, entidades e poder público. A estratégia agora passa também por aproveitar as características econômicas de cada região. No oeste catarinense, por exemplo, a força do agronegócio abre espaço para soluções voltadas ao setor. No norte, aparecem áreas como as indústrias metalmecânica e moveleira. Para Fábio, políticas públicas podem ajudar a desenvolver novos polos de inovação, desde que estejam conectadas às vocações locais. Outro desafio é aproximar a pesquisa acadêmica dos problemas enfrentados pelas empresas, aumentando as chances de transformar conhecimento em produtos e negócios. Quando o olhar se amplia para o restante do Brasil, outros sinais de descentralização começam a aparecer. Rodrigo Soares, presidente do Sebrae Nacional, afirma que a plataforma da entidade já reúne 26 mil startups. Segundo ele, o Nordeste passou da terceira para a segunda posição entre as regiões com maior número de startups dentro da atuação do Sebrae. No Norte, o executivo destaca 400 startups aceleradas pelo programa Inova Amazônia. Para Soares, esses movimentos mostram que empreendedores de diferentes partes do país começam a encontrar mais oportunidades para desenvolver seus negócios sem depender exclusivamente dos polos tradicionais. O cenário também acontece em um momento de amadurecimento do mercado brasileiro de startups. Depois de um período marcado por grandes rodadas de investimento e crescimento acelerado, empresas passaram a enfrentar um ambiente de capital mais seletivo e maior cobrança por sustentabilidade dos negócios. Para o presidente do Sebrae, um dos desafios é ajudar essas empresas a atravessar o chamado “vale da morte”, período em que uma startup ainda precisa provar seu modelo de negócio e conquistar condições para continuar crescendo. As duas entrevistas foram gravadas durante o Startup Summit 2026, em Florianópolis, evento que reuniu startups, investidores, grandes empresas e delegações internacionais. Você também vai conferir: Óculos da Meta vão impedir gravações escondidas, WhatsApp vai te lembrar daquela mensagem que você esqueceu de enviar e Empresas brasileiras avançam na IA, mas ainda têm dificuldade para medir o retorno. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Renato Moura, Marcelo Fischer e Bruno de Blasi. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  10. 721

    A nova geração de notebooks quer aposentar o carregador?

    Durante muito tempo, escolher um notebook potente significava aceitar alguns compromissos: máquinas mais pesadas, baterias que duravam menos e desempenho reduzido quando o computador era desconectado da tomada. A ASUS quer mudar essa lógica com o Zenbook A16, novo notebook premium da marca que chega ao Brasil combinando uma tela de 16 polegadas com peso de apenas 1,2 kg. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Murilo Tunholli, da ASUS Brasil, explica que uma das principais apostas do modelo está no Snapdragon X2 Elite Extreme, da Qualcomm. O processador usa arquitetura ARM, que busca combinar desempenho com maior eficiência energética. Segundo o executivo, a proposta é fazer com que o notebook mantenha uma experiência semelhante mesmo quando está longe da tomada. A comparação feita durante a entrevista é com o celular. Ninguém espera que um smartphone fique mais potente quando é conectado ao carregador. A ideia é aproximar o comportamento do notebook dessa experiência. A bateria também ganha destaque. A ASUS estima até 21 horas de reprodução de vídeo offline. Em situações mais próximas do cotidiano, a empresa fala em até 18 horas de streaming e mais de 15 horas de navegação na internet. Outro desafio foi chegar a esses números sem transformar o A16 em um notebook pesado. A fabricante optou por uma bateria de 70 Wh e reorganizou componentes internos para preservar o peso de 1,2 kg. O desempenho gráfico também faz parte da estratégia. A GPU integrada Adreno é voltada principalmente para produtividade e aplicações de criação, mas a ASUS afirma que o avanço dos gráficos integrados começa a diminuir a necessidade de uma placa de vídeo dedicada em determinadas atividades. No Brasil, o Zenbook A16 chega inicialmente vendido exclusivamente pela loja online da ASUS por R$ 22.999. A empresa pretende acompanhar a recepção do produto antes de decidir sobre uma eventual expansão para outros canais. A estratégia já foi adotada com o Zenbook A14, que começou como produto importado e, após a aceitação no mercado brasileiro, passou a ter fabricação local e presença em mais varejistas. Durante a conversa, Murilo também explica como tecnologias apresentadas primeiro nos modelos premium podem chegar posteriormente a outros produtos do catálogo da ASUS. Você também vai conferir: Netflix supera auge da TV paga com plano que exibe anúncios, estudo revela quanto dura a bateria de um carro elétrico e 6G poderá funcionar como radar e detectar até quem está offline. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Danielle Cassita e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  11. 720

    Alexa com IA quer entender contexto e agir cada vez mais por você

    A Alexa chegou ao Brasil em 2019 conhecida principalmente como uma caixa de som inteligente capaz de tocar músicas, responder perguntas e executar comandos simples. Sete anos depois, a Amazon tenta levar a assistente para uma nova fase. Com a Alexa Plus, a proposta é transformar aquela lógica de comandos mais rígidos em uma conversa mais natural. A nova versão usa inteligência artificial generativa para entender melhor o contexto, manter o assunto entre uma pergunta e outra e personalizar respostas a partir das informações compartilhadas pelo usuário. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Talita Taliberti, country manager de Alexa no Brasil, explica que essa evolução exigiu uma reformulação da arquitetura por trás da assistente. Segundo a executiva, a Alexa Plus trabalha com mais de 70 modelos de linguagem diferentes. A escolha do modelo depende do tipo de tarefa realizada. Um pedido para criar uma história, por exemplo, exige uma abordagem diferente de um comando para acender uma lâmpada. Essa diferença também é importante para reduzir erros. Em tarefas criativas, uma resposta ruim pode ser corrigida pelo usuário. Já em uma casa conectada, a precisão se torna mais crítica: ao interpretar que uma sala está escura, a assistente precisa entender que deve acender as luzes e não executar outra ação por engano. A mudança também aponta para uma Alexa capaz de fazer mais coisas no mundo real. A Amazon já demonstrou, por exemplo, uma integração em desenvolvimento que permitirá pedir um Uber diretamente por voz. Essa transformação acontece enquanto a casa conectada ganha espaço no Brasil. De acordo com dados apresentados pela Amazon durante a entrevista, 2025 terminou com 29 milhões de dispositivos de casa conectada ativos e integrados à Alexa no país, crescimento de 32% em relação ao ano anterior. Talita também destaca o impacto da automação para pessoas com deficiência ou limitações físicas, já que comandos por voz podem proporcionar mais autonomia em tarefas cotidianas. Ao mesmo tempo, uma assistente que aprende preferências, guarda informações e está presente dentro de casa levanta uma questão inevitável: privacidade. A executiva explica quais controles estão disponíveis para o usuário, incluindo o bloqueio físico de microfone e câmera, além da possibilidade de administrar e apagar históricos de voz. Para o futuro, a Amazon enxerga uma Alexa cada vez mais proativa. Em vez de esperar sempre por um comando, a ideia é que a assistente consiga entender hábitos e antecipar algumas necessidades sem ultrapassar os limites definidos pelo próprio usuário. Você também vai conferir: OpenAI cria “botão de emergência” para desligar IAs fora de controle, PF consegue recuperar mensagens apagadas do WhatsApp e Novo retrovisor consegue identificar distrações do motorista. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França, André Magalhães e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Souza e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  12. 719

    Por que o Brasil não deveria depender das IAs das big techs

    Elas respondem perguntas, escrevem textos, ajudam a programar e estão começando a ser incorporadas a diferentes serviços. Mas existe uma questão que vai além do que aparece na tela: quem controla a tecnologia por trás dessas ferramentas? Hoje, os modelos mais avançados de inteligência artificial são desenvolvidos principalmente por grandes empresas estrangeiras. Para Felipe Iszlaji, sócio-fundador e CEO da Clarisse.ai, depender exclusivamente dessas tecnologias pode deixar países e empresas vulneráveis a mudanças de preço, restrições de acesso e decisões tomadas fora do Brasil. Em entrevista ao Podcast Canaltech, o executivo defende que a inteligência artificial generativa deve ser encarada cada vez mais como uma infraestrutura tecnológica, assim como aconteceu com outras tecnologias essenciais. Isso não significa, porém, que o Brasil precise gastar bilhões de dólares tentando construir do zero um concorrente para os modelos mais avançados do mundo. Segundo Iszlaji, uma alternativa é aproveitar modelos abertos e adaptá-los com dados brasileiros. A estratégia permitiria desenvolver sistemas menores, mais baratos e especializados em áreas importantes para empresas e para o setor público. A língua também entra nessa discussão. Embora os principais modelos disponíveis hoje consigam conversar em português, o executivo argumenta que ainda existem diferenças na forma como essas ferramentas compreendem e produzem conteúdo relacionado à cultura e à linguagem brasileira. Durante a conversa, ele cita construções comuns em textos gerados por IA que parecem naturais em inglês, mas pouco espontâneas em português. Para setores como mídia, editoras e produção de conteúdo, essa diferença pode ter impacto direto no trabalho. O episódio também discute os cuidados necessários no uso individual dessas ferramentas. Iszlaji alerta para o risco de tratar sistemas de inteligência artificial como se fossem pessoas e de recorrer a eles para todas as decisões do cotidiano. A recomendação é usar a tecnologia de maneira crítica, buscando aplicações que realmente economizem tempo ou gerem valor, sem terceirizar completamente o próprio raciocínio. Você também vai conferir: Xiaomi lança celular com bateria gigante por cerca de R$ 1.900, Magalu fecha parceria para vender produtos no Mercado Livre e Google lança aulão gratuito para ajudar estudantes no Enem. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  13. 718

    Seu celular já pode substituir uma câmera profissional?

    As câmeras se tornaram um dos principais campos de disputa entre as fabricantes de smartphones. Sensores maiores, lentes externas e recursos de inteligência artificial estão aproximando os celulares de equipamentos profissionais, mas até onde essa evolução pode chegar? Este episódio do Podcast Canaltech explica por que a indústria passou a investir tanto em fotografia e o que realmente define a qualidade de uma câmera de celular. Afinal, uma quantidade maior de megapixels não garante, sozinha, uma imagem melhor. O tamanho do sensor, a qualidade das lentes, a estabilização e o processamento da imagem também influenciam o resultado. O problema é que todos esses componentes precisam caber dentro de um aparelho compacto, que ainda deve reservar espaço para bateria, processador e outras peças. Na entrevista, André Varga, diretor de produtos da JOVI no Brasil, explica como avanços em áreas aparentemente distantes da fotografia, como a fabricação de baterias mais compactas, começaram a liberar espaço para sensores maiores dentro dos aparelhos. A conversa usa o JOVI X300 Ultra como exemplo dessa evolução. O smartphone conta com um kit fotográfico que permite acoplar lentes externas ao aparelho, com distâncias focais equivalentes a 200 e 400 milímetros. O executivo também fala sobre a relação entre fotografia óptica e inteligência artificial. Enquanto os recursos de software podem aprimorar automaticamente uma imagem, fotógrafos profissionais costumam buscar mais controle sobre o resultado, inclusive a possibilidade de registrar uma foto sem o tratamento feito pela IA. Outro ponto abordado é o preço. Hoje, as tecnologias mais avançadas ainda estão concentradas principalmente nos aparelhos premium. A tendência, porém, é que sensores maiores, estabilização óptica e câmeras de alta resolução cheguem gradualmente a modelos mais acessíveis. Você também vai conferir: Bug no Google Mensagens pode enviar conversas privadas para contatos errados, Instagram vai identificar perfis de influenciadores criados por IA e Oracle oferece curso gratuito de IA para negócios. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e André Magalhães. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  14. 717

    Startups atraem R$ 396 milhões em intenção de investimento no Startup Summit

    R$ 396 milhões em intenção de investimento. Esse foi o volume registrado nas rodadas de negócios do Startup Summit 2026, realizado em Florianópolis. Ao longo dos três dias de evento, mais de 160 fundos de investimento participaram de quase 2 mil reuniões com startups. A dinâmica coloca empreendedores frente a frente com diferentes investidores para apresentar seus negócios e discutir possíveis aportes. O valor não significa que R$ 396 milhões foram efetivamente investidos durante o evento. Nas rodadas, os investidores registram quanto estariam dispostos a investir nos negócios apresentados, e essas informações ajudam a formar o indicador de intenção de investimento. Mas dinheiro não foi o único assunto que movimentou o ecossistema. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Sabrina Rocha, organizadora do Startup Summit, contou que a inteligência artificial apareceu entre as principais preocupações de empreendedores e empresas nesta edição. A discussão já não passa apenas por adotar novas ferramentas. As empresas também estão tentando entender como preparar infraestrutura e equipes para o avanço da tecnologia e como a IA pode transformar seus próprios modelos de negócio. Startups brasileiras de olho no mundo A internacionalização também ganhou espaço. Segundo Sabrina, mais de 30 delegações participaram da Feira de Negócios, em iniciativas para aproximar empresas estrangeiras do mercado brasileiro e ajudar startups nacionais interessadas em expandir para outros países. O movimento aconteceu em uma edição que reuniu mais de 11 mil participantes. E o Startup Summit já olha para o próximo ano, quando chega à décima edição. Para 2027, porém, a estratégia não é simplesmente aumentar o tamanho do evento. A organização afirma que pretende priorizar a qualidade das conexões, dos parceiros e da experiência oferecida aos participantes. No novo episódio do Podcast Canaltech, Sabrina Rocha explica como são calculadas as intenções de investimento, fala sobre os assuntos que mais mobilizaram o ecossistema nesta edição e conta o que está sendo preparado para o futuro do Startup Summit. Você também vai conferir: Processo acusa xAI de usar conteúdo de abuso infantil para treinar o Grok,  Projeto prevê indenizações de até 500 mil reais em acidentes com elétricos e Rock in Rio estreia transmissão pela nova TV 3.0. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Danielle Cassita e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Lívia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  15. 716

    Da internet à IA: por que novas tecnologias ainda assustam?

    A inteligência artificial está mudando a forma como trabalhamos — e trazendo dúvidas que não são exatamente novas. Para Janete Vaz, presidente do Conselho do Grupo Sabin, o momento atual lembra a chegada da internet às empresas. Na época, também havia medo de perder empregos e de não conseguir acompanhar a transformação. Hoje, segundo ela, a história começa a se repetir com a IA. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Janete defende que a tecnologia seja usada para liberar tempo e melhorar a qualidade do trabalho, mas sem colocar as ferramentas no centro das organizações. Dados e automação podem ficar com as máquinas. Já escuta, acolhimento, integração e liderança continuam dependendo das pessoas. A conversa também passa pela presença das mulheres na tecnologia e nos espaços de decisão, diversidade e os desafios para preparar empresas e profissionais para essa nova fase. A entrevista foi gravada durante o Summit Mulheres nas Profissões, em São Paulo. Você também vai conferir: Usar o celular na rua na Itália pode gerar multa; Novas medidas de segurança da Meta chegam ao Brasil?; Lançamentos da Netflix de setembro. Este podcast foi roteirizado por Fernanda Santos e apresentado por Marcelo Fischer, e contou com reportagens de João Melo, André Magalhães e Jaqueline Sousa. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Lívia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  16. 715

    Duas telas no notebook: o novo Zenbook Duo e os planos da ASUS para o futuro

    E se o seu notebook já viesse com duas telas? Essa é a proposta do novo Zenbook Duo, da ASUS, que chega ao Brasil com duas telas OLED de 14 polegadas e um teclado físico removível. na prática, o usuário pode transformar o equipamento em uma espécie de estação de trabalho portátil, com duas telas disponíveis no mesmo computador. Marcelo Fischer esteve no lançamento do produto e conversou com Manuel Castro, Diretor Comercial da ASUS, sobre a tecnologia por trás do Zenbook Duo, as escolhas de design e os desafios de colocar duas telas, um processador de alto desempenho e uma bateria de 99 wh em um notebook que ainda precisa ser transportável. A conversa também passa pelo futuro dos notebooks, pelo crescimento da inteligência artificial e pelo impacto da demanda por chips, memória e SSDs nos preços dos computadores. Você também vai conferir: Galaxy S26 FE já tem data para chegar ao Brasil; Powerbank gigante da BYD pode carregar carros em tempo recorde; Novos radares com IA chegam a mais uma rodovia de SP. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer e contou com reportagens de João Melo e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  17. 714

    Diversidade virou questão de sobrevivência para as empresas?

    Ter pessoas diferentes dentro de uma empresa não é apenas uma questão de diversidade. Para Gisele Stefano, superintendente da TV Band, essa mistura também pode ser determinante para entender o mercado e manter um negócio relevante. Em entrevista ao Podcast Canaltech, a executiva defendeu que as empresas precisam refletir internamente a diversidade que encontram entre seus próprios consumidores, reunindo mulheres, homens, jovens e profissionais mais experientes nos espaços de decisão. Gisele resume essa ideia de uma maneira simples: é preciso ter “o cabelo branco e o cabelo preto na mesma mesa”. Para ela, diferentes perspectivas ajudam as empresas a enxergar melhor o mercado e se tornam uma questão de sobrevivência para os negócios. Primeira mulher a ocupar a superintendência da TV Band nos 89 anos do Grupo Bandeirantes, Gisele também falou sobre liderança feminina, desenvolvimento profissional e o papel da educação na própria trajetória. A entrevista foi gravada durante o Summit Mulheres nas Profissões, em São Paulo. Você também vai conferir: Nova IA do WhatsApp vai avisar usuários sobre golpes; Samsung derruba Apple do trono e vira maior marca de celulares do mundo; Samsung lança Notebooks Galaxy Book 6 no Brasil. Este podcast foi roteirizado por Fernanda Santos e apresentado por Marcelo Fischer, e contou com reportagens de Nathan Vieira, Raphael Giannotti e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  18. 713

    Seus dados estão protegidos na era da inteligência artificial?

    Fotos, currículos, documentos, publicações em redes sociais e até informações de clientes podem acabar sendo processados por ferramentas de inteligência artificial. Mas o fato de um dado estar disponível na internet significa que ele pode ser usado livremente? A resposta é não. No novo episódio do Podcast Canaltech, Carlos Lima, sócio do Failla Lima Riva Advogados, explica como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) se aplica ao avanço da inteligência artificial e quais limites continuam valendo para empresas e plataformas. Segundo o especialista, a LGPD “envelheceu bem” justamente porque foi construída a partir de princípios que permitem sua aplicação mesmo diante de novas tecnologias. Isso significa que informações pessoais continuam protegidas mesmo quando estão publicamente acessíveis na internet. Você também vai conferir: Bill Gates lista profissões em risco e alerta para jovens; Vaza celular da Xioami que vai desafiar a Samsung; Rockstar quebra o silêncio sobre os vazamentos de GTA 6. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer e contou com reportagens de João Melo, Diego Corumba e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui.  É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  19. 712

    TikTok e a segurança de menores: é possível proteger crianças online?

    O TikTok foi multado em R$ 153,7 milhões pela Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) por falhas na proteção de dados de crianças e adolescentes. Mas como uma rede social pode identificar usuários menores de idade e restringir recursos sem, ao mesmo tempo, ampliar a coleta de dados pessoais? Neste episódio, Marcelo Fischer conversa com Luiz Claudio, CEO e fundador da LC SEC, sobre verificação de idade, reconhecimento facial, controles de segurança, privacidade por padrão e auditorias. O especialista explica como diferentes mecanismos podem ser combinados para reduzir riscos e por que proteger crianças e adolescentes na internet é uma responsabilidade compartilhada entre plataformas e famílias. Você também vai conferir: Microsoft paga usuários para indicar o Edge; Galaxy S27 Ultra pode ter tela autorregenerativa; Amazon e Twitch são processadas por treinamento de IA. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer e contou com reportagens de André Magalhães, João Melo e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  20. 711

    Tecnologia não basta: os desafios para o futuro da medicina

    A inteligência artificial já está mudando a medicina, da formação dos profissionais à pesquisa e ao atendimento. Mas, para Margareth Dalcolmo, preparar a saúde para o futuro exige muito mais do que dominar novas ferramentas. Em entrevista ao Podcast Canaltech, a médica, pesquisadora, professora e escritora defende que os profissionais sejam treinados nas melhores tecnologias, mas também nas “melhores humanidades”. Essa necessidade ganha ainda mais peso diante de outra transformação: o envelhecimento do Brasil. Dalcolmo lembra que o país já tem mais de 6 milhões de pessoas com mais de 80 anos e afirma que, em cerca de uma década, teremos mais pessoas com 60 anos ou mais do que menores de 15 anos. Para ela, formar médicos para essa nova realidade significa discutir não apenas inteligência artificial e novas tecnologias, mas também cuidado, envelhecimento e até como garantir dignidade na finitude da vida. Mulheres na ciência A conversa também passa pela presença feminina na ciência e em posições de liderança. Dalcolmo defende igualdade de oportunidades e resume sua visão em uma frase: “Mulher não é cota, mulher tem mérito.” Ela também recupera uma metáfora apresentada pela ministra Cármen Lúcia no Summit Mulheres nas Profissões: as mulheres já se livraram do espartilho físico, mas ainda precisam romper um “espartilho virtual” que pode fazê-las duvidar da própria capacidade. A entrevista foi gravada no Studio Summit, durante o Summit Mulheres nas Profissões, em São Paulo. Você também vai conferir: BYD promete recarregar carros elétricos em apenas cinco minutos, prime Video vai dobrar produções originais na América Latina e app aprende seus hábitos e ajuda a lembrar o que falta em casa. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Danielle Cassita, Marcelo Fischer e Viviane França.  A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  21. 710

    Se a tecnologia prevê problemas, por que as obras ainda atrasam?

    Obras que atrasam, ficam mais caras do que o previsto ou precisam passar por mudanças durante a execução ainda fazem parte da realidade. Ao mesmo tempo, empresas de arquitetura, engenharia e construção já contam com modelos digitais, simulações e inteligência artificial capazes de identificar problemas antes que eles cheguem ao canteiro. Então por que essa conta ainda não fecha? Essa é uma das discussões do novo episódio do Podcast Canaltech, gravado durante o Design & Make Summit 2026, evento da Autodesk realizado em São Paulo. Em entrevista ao Canaltech, Sylvio Mode, diretor-presidente da Autodesk Brasil, explica que o principal desafio já não está apenas na existência da tecnologia, mas no nível de adoção dessas ferramentas pelas empresas. Segundo o executivo, processos tradicionais na construção podem levar a perdas superiores a 30%. Com sistemas digitais integrados, ele afirma que esse desperdício pode cair para menos de 5%. A inteligência artificial acrescenta uma nova camada a esse processo ao permitir analisar diferentes possibilidades de um projeto antes mesmo da construção. Na prática, a IA pode ajudar a comparar alternativas de projeto considerando eficiência energética, exposição à luz solar, custos e até a necessidade de terraplanagem. Mas, para Mode, ainda existe uma diferença grande entre as empresas mais digitalizadas e o restante do setor. Outro desafio é a formação profissional. Segundo o executivo, muitos trabalhadores ainda chegam ao mercado sem preparo para lidar com essas novas ferramentas, o que aumenta a necessidade de capacitação dentro das próprias empresas. A conversa também passa pelo impacto ambiental da construção e pelos limites da IA. Para Mode, a supervisão humana continua indispensável: a tecnologia pode ampliar as possibilidades de análise, mas não substitui a responsabilidade de quem toma a decisão. Você também vai conferir: WhatsApp prepara IA para transformar fotos horizontais em verticais, vazamento na Latam expõe dados pessoais e informações de clientes eTikTok tem recursos para aumentar a privacidade da sua conta. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França, André Magalhães e Bruno de Blasi. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui.  É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  22. 709

    OPPO aposta em IA, câmeras e até moda para conquistar a geração Z

    Celulares que tentam preservar tons de pele mais naturais, fones capazes de traduzir conversas em tempo real e acessórios que também querem fazer parte do look. Essas são algumas das apostas da OPPO para conquistar o público mais jovem no Brasil. No novo episódio do Podcast Canaltech, o repórter João Melo conversa com Raphael Carvalho, gerente de treinamentos da OPPO, sobre os celulares Reno 16 e Reno 16F, o fone Enco Clip 2 e o Bubble. Nos smartphones, a marca aposta em design e recursos voltados à fotografia e à criação de conteúdo. Segundo Carvalho, um dos objetivos é reproduzir cores e tons de pele de maneira mais natural, evitando que o processamento das imagens descaracterize quem está sendo fotografado. Fone que traduz conversas em tempo real O Enco Clip 2, por sua vez, foi desenvolvido a partir de testes em mais de 3.500 orelhas, segundo a empresa. Além da proposta de conforto, o fone oferece tradução em tempo real em 24 idiomas e pode receber pequenos acessórios decorativos. Tecnologia também quer virar acessório de moda Já o Bubble funciona como uma espécie de segunda tela do celular. Ele permite que a pessoa que está sendo fotografada veja o enquadramento da câmera traseira em tempo real e faça o próprio clique a distância. O acessório também pode ser preso a roupas, bolsas e outros itens. Na entrevista, Carvalho explica como funcionam as novidades e por que a OPPO aposta na mistura de tecnologia, criação de conteúdo e personalização para se aproximar da geração Z. Você também vai conferir: Colômbia cancela projeto de internet conectado ao Brasil, Celta pode voltar ao Brasil em versão elétrica e novo chip promete mais desempenho gastando menos bateria.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Renato Moura e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  23. 708

    IA física: como os robôs estão aprendendo a agir no mundo real

    A inteligência artificial que muita gente conhece hoje escreve textos, cria imagens, responde perguntas e ajuda em tarefas no computador. Mas uma nova etapa dessa tecnologia começa a ganhar espaço: a IA física, que leva essa capacidade para máquinas capazes de perceber e agir no mundo real. E isso já começa a mudar a maneira como os robôs trabalham. Durante uma visita à operação da ABB Robotics em Sorocaba, Fernanda Santos conversou com Adrian Covi, Gerente da Linha de Negócios Industries na ABB Robotics América do Sul, para entender até onde essa evolução já chegou e o que muda quando um robô deixa de apenas repetir movimentos programados. Um dos exemplos apresentados por Covi é o de robôs usados na separação de produtos em centros de distribuição. Com inteligência artificial, machine learning e sistemas de visão, essas máquinas podem tentar manipular até itens que nunca viram antes e aprender com as próprias tentativas. Também está mudando a maneira de ensinar uma máquina. Recursos de programação simplificada já permitem configurar determinadas tarefas sem exigir conhecimentos aprofundados de código. Em alguns robôs colaborativos, o próprio operador pode movimentar fisicamente o braço da máquina para mostrar o caminho que ela deverá repetir. Outra parte desse processo pode acontecer antes mesmo de a máquina chegar ao chão de fábrica. Segundo Covi, ferramentas de simulação permitem criar ambientes virtuais para testar e validar operações e, com novas tecnologias, buscar uma reprodução de até 99% do ambiente real. A evolução também levanta questões que vão muito além da tecnologia. Quanto de autonomia é seguro entregar a uma máquina que age no mundo físico? Por que pequenas e médias empresas ainda encontram barreiras para adotar robôs? E o que acontece com os trabalhadores quando determinadas tarefas passam a ser automatizadas? Na entrevista, Covi explica que segurança e ergonomia estão entre os motivos que levam empresas a buscar automação e afirma que a robótica começa a se tornar acessível também a operações menores, embora ainda exista a percepção de que esse tipo de tecnologia pertence apenas às grandes indústrias. Você também vai conferir: Golpe da falsa central usa medo para roubar dinheiro das vítimas, projeto pode baratear revisões e dar mais liberdade ao motorista e Analista de sistemas é a profissão de TI com mais empregos CLT no país.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e Paulo Amaral. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  24. 707

    Quais habilidades humanas ganham força na era da IA?

    A inteligência artificial está mudando a forma como trabalhamos, acessamos informações e tomamos decisões. Mas, em um cenário cada vez mais tecnológico, algumas das habilidades mais importantes para quem quer liderar continuam sendo essencialmente humanas. Para Michelle Hacke, do Grupo Mulheres do Brasil, uma delas é a capacidade de observar o cenário antes de simplesmente chegar com uma resposta pronta. Em ambientes cada vez mais complexos, saber fazer perguntas, ouvir perspectivas diferentes e enxergar o que está acontecendo ao redor pode fazer diferença na tomada de decisão. A discussão ganha uma dimensão especial quando falamos da presença feminina nos espaços de liderança. Michelle defende que aumentar essa participação não deve ser tratado apenas como uma questão de diversidade: ter diferentes perspectivas nos lugares em que decisões são tomadas também influencia a capacidade das organizações de encontrar novas respostas e inovar. E, mesmo com a inteligência artificial assumindo um papel cada vez maior na análise de informações, existe uma parte que continua nas mãos das pessoas: decidir o que fazer com esses dados. Por isso, habilidades como visão sistêmica, curiosidade, construção de confiança e coragem aparecem como pontos importantes para as lideranças desse novo cenário. Neste episódio do Podcast Canaltech, gravado durante o Summit Mulheres nas Profissões, conversamos com Michele Hacke, do Grupo Mulheres do Brasil, sobre liderança feminina, tecnologia e as habilidades que podem fazer diferença em um mercado de trabalho em transformação. Você também vai conferir: Celular do futuro pode ter chip vivo, feito à base de bactérias; TikTok prepara transferência de dinheiro pelas DMs; TV com parabólica vai ganhar recursos da TV 3.0 no Brasil. Este podcast foi roteirizado por Fernanda Santos e apresentado por Marcelo Fischer, e contou com reportagens de Nathan Vieira e André Magalhães. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  25. 706

    Como uma brasileira descobriu uma estrela que explodiu em outra galáxia

    Olhar para o céu e descobrir uma estrela que explodiu em outra galáxia parece cena de filme. Mas foi exatamente o que aconteceu com a astrofísica brasileira Duília de Mello. Em 1997, ela estava em um observatório no Chile estudando galáxias quando percebeu algo diferente nas imagens: havia uma estrela que não deveria estar ali. Duília chegou a pensar que estava observando o lugar errado, mas decidiu investigar aquela espécie de “estrela intrusa”. A explicação estava a mais de 50 milhões de anos-luz de distância. O ponto que aparecia nas observações era uma estrela que havia explodido em outra galáxia, uma supernova. No novo episódio do Podcast Canaltech, Duília conta como essa descoberta aconteceu e explica de maneira simples o trabalho de uma astrofísica extragaláctica, área dedicada ao estudo de outras galáxias. A conversa também passa pelos desafios de construir uma carreira em uma área historicamente dominada por homens. Duília lembra que, durante uma viagem ao Chile, entrou no refeitório de um observatório com cerca de cem pessoas e se surpreendeu ao encontrar apenas homens. Ao longo da carreira, também precisou lidar com preconceito, microagressões e situações de mansplaining. E tem até espaço para uma curiosidade que ela carrega literalmente na mão: um anel feito com um fragmento de meteorito que caiu na Argentina. Duília explica como a ciência consegue identificar que uma pedra veio do espaço analisando, entre outros fatores, a proporção de seus elementos químicos. Você também vai conferir: Apple pode levar câmeras e inteligência artificial aos AirPods, julgamento pode mudar recursos populares do Instagram e celular à prova d’água traz de volta a bateria removível.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira e André Magalhães. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  26. 705

    Até onde a tecnologia consegue prever desastres naturais?

    Terremotos, tornados, ciclones, enchentes e outros fenômenos naturais podem acontecer de forma devastadora. Mas, se não é possível impedir que eles ocorram, a tecnologia pode ajudar a reduzir seus impactos. Hoje, sismógrafos, satélites, estações meteorológicas e diferentes sistemas de monitoramento trabalham juntos para identificar riscos e acompanhar mudanças na atmosfera e na superfície da Terra. Esses dados permitem emitir alertas com antecedência e ajudam autoridades e populações a se preparar para situações extremas. A inteligência artificial também começa a ganhar espaço nesse processo. Segundo o professor Francisco de Assis Mendonça, do Programa de Pós-graduação em Geografia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), a tecnologia tem ajudado principalmente a acelerar a análise de grandes volumes de informações, correlacionar diferentes variáveis e transformar dados técnicos em informações que possam chegar mais rapidamente à população. Mas prever é apenas parte do desafio. Um alerta só consegue salvar vidas quando chega às pessoas de maneira clara e quando elas sabem o que fazer depois de recebê-lo. Na entrevista, Mendonça explica que o Brasil ainda passa por uma mudança de cultura: sair de uma lógica focada em remediar os danos depois de uma tragédia para investir cada vez mais em prevenção e preparação. Também é necessário melhorar a comunicação e criar infraestrutura para que as pessoas saibam onde buscar proteção em uma emergência. No novo episódio do Podcast Canaltech, a gente explica até onde a tecnologia já consegue antecipar fenômenos naturais, qual é o papel dos satélites e da inteligência artificial nesse monitoramento e o que ainda precisa evoluir para que previsões cada vez mais precisas realmente ajudem a salvar vidas. Você também vai conferir: Starlink prepara novo roteador com Wi-Fi 7, Samsung vai deixar dez celulares Galaxy sem atualizações e OpenAI dissolve equipe que avaliava riscos graves da IA.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, Bruno Bertonzin e Marcelo Fischer.  A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Lívia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  27. 704

    Por que a corrida da IA está aumentando a disputa por chips?

    A inteligência artificial está avançando rapidamente, mas existe uma infraestrutura física por trás de cada resposta de um chatbot, recomendação de um aplicativo ou sistema que usa IA. E justamente essa infraestrutura enfrenta um período de forte pressão. Um estudo da ISG aponta que a escassez de componentes de alto desempenho, como GPUs, CPUs e SSDs, pode continuar até 2027 ou 2028. A demanda cresceu rapidamente com a popularização da inteligência artificial, enquanto ampliar a capacidade mundial de fabricação de chips pode levar anos. Esse cenário já está mudando a forma como as empresas acessam poder computacional. Grandes provedoras de nuvem conseguem garantir fornecimento por meio de contratos e compromissos de compra, enquanto outras empresas enfrentam filas, preços elevados e acabam recorrendo à nuvem pública em vez de montar uma infraestrutura própria. No Brasil, porém, existe uma combinação que pode abrir oportunidades. O país recebeu bilhões de dólares em investimentos em data centers e conta com ampla oferta de energia de fontes renováveis. Segundo Pedro L. Bicudo Maschio, autor do estudo ISG Provider Lens sobre o mercado brasileiro, um dos principais obstáculos hoje está no custo para importar o hardware necessário. No novo episódio do Podcast Canaltech, conversamos com Pedro L. Bicudo Maschio, pesquisador e autor do estudo ISG Provider Lens sobre o mercado brasileiro de nuvem híbrida e serviços de data center para entender por que existe uma disputa por chips, como isso está fortalecendo o mercado de nuvem e o que pode mudar com o Redata. Na avaliação do pesquisador, a redução dos custos de hardware pode ajudar o Brasil a se tornar um centro regional de infraestrutura de nuvem e inteligência artificial. A conversa também mostra por que esse assunto não interessa apenas às empresas de tecnologia. A infraestrutura de IA já está por trás de aplicativos, serviços digitais e sistemas usados diariamente e pode influenciar o custo e a disponibilidade de novas soluções. Você também vai conferir: EUA liberam empresas privadas para atacar criminosos pela internet, celular gamer aposta em visual de “nave espacial” e Samsung prepara headphone premium para rivalizar com Apple e JBL.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e Bruno Bertonzin.  A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Souza e a arte da capa é de Eric Mockaitis. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  28. 703

    Fones open-ear são o futuro? JBL explica aposta na nova tecnologia

    Os fones de ouvido open-ear estão ganhando espaço no mercado com uma proposta diferente: permitir que o usuário ouça música sem se desconectar completamente do que acontece ao redor. No novo episódio do Podcast Canaltech, o repórter Renato Moura conversa com Rodrigo Knist, presidente da Harman Brasil e responsável pela América do Sul, sobre a nova geração de fones da JBL e a aposta da empresa nesse formato. Segundo o executivo, os modelos open-ear vieram para ficar e devem ganhar espaço em diferentes momentos do dia a dia. A conversa também passa pela inteligência artificial. Rodrigo explica que a tecnologia já é usada pelos engenheiros da empresa para acelerar o desenvolvimento de produtos e também aparece no software responsável pelo processamento de sinal dos novos fones. Outro ponto é o desafio do cancelamento de ruído. Enquanto os modelos tradicionais conseguem isolar o usuário do ambiente, os open-ear têm justamente a proposta contrária. E, segundo Rodrigo, a JBL ainda não chegou a uma solução eficiente de cancelamento de ruído para essa categoria. O episódio ainda aborda conforto, design, uso durante atividades físicas e o comportamento do consumidor brasileiro, que, segundo o executivo, tem papel importante na estratégia global da marca. Você também vai conferir: Falta de chips pode adiar o iPhone 18 para 2027, caixa inteligente promete acabar com comida fria no delivery e ChatGPT ganha voz mais natural e conversa em tempo real.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, Bruno Bertonzin e Viviane França.  A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Livia Strazza e a arte da capa é de Eric Mockaitis. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  29. 702

    Discord sem lives: o que muda após decisão da ANPD?

    A suspensão das transmissões ao vivo do Discord no Brasil colocou novamente em debate a responsabilidade das plataformas digitais pela segurança de crianças e adolescentes. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados, a ANPD, determinou a suspensão do Go Live e de funcionalidades equivalentes após o caso envolvendo a morte de uma adolescente de 13 anos. A plataforma continua funcionando, mas a decisão levanta uma questão importante: como impedir situações graves em ambientes digitais sem monitorar tudo o que os usuários fazem? A suspensão das transmissões ao vivo do Discord no Brasil colocou novamente em debate a responsabilidade das plataformas digitais pela segurança de crianças e adolescentes. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados, a ANPD, determinou a suspensão do Go Live e de funcionalidades equivalentes após o caso envolvendo a morte de uma adolescente de 13 anos. A plataforma continua funcionando, mas a decisão levanta uma questão importante: como impedir situações graves em ambientes digitais sem monitorar tudo o que os usuários fazem? Esse é o tema do Podcast Canaltech desta sexta-feira. Fernanda Santos conversa com Luiz Claudio, CEO e fundador da LC SEC, especialista em cibersegurança, para entender onde os mecanismos de proteção podem falhar e quais tecnologias já permitem identificar comportamentos de risco mesmo quando a plataforma não consegue acessar diretamente o conteúdo de uma transmissão. Durante a entrevista, Luiz explica como inteligência artificial, análise comportamental e moderação humana podem atuar em conjunto. Segundo ele, simplesmente oferecer ferramentas de denúncia não é suficiente: é preciso que os mecanismos consigam identificar situações de risco e agir com rapidez. A conversa também aborda um dos maiores dilemas desse debate: segurança e privacidade podem entrar em conflito? O especialista explica que não existe uma solução única e que as plataformas precisam criar diferentes camadas de proteção de acordo com o risco apresentado por cada situação. Outro ponto discutido é o impacto da decisão para o restante do mercado. Para Luiz, o caso pode aumentar a pressão sobre outras plataformas que oferecem transmissões ao vivo e estimular uma maior troca de informações entre empresas sobre comportamentos de risco. O episódio ainda traz orientações para pais e responsáveis sobre o uso de redes sociais e plataformas por crianças e adolescentes e discute por que a responsabilidade pela segurança precisa ser compartilhada entre famílias e empresas de tecnologia. Você também vai conferir: Rival do BYD Dolphin chega ao Brasil custando três vezes mais que na China, mais de 400 operadoras clandestinas estão na mira da Anatel e TIM oferece nova chance de conseguir ingressos para o Rock in Rio. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Paulo Amaral, Renato Moura e Nathan Vieira.  A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui.  É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.

  30. 701

    Copa do Mundo Feminina 2027: o que esperar dentro e fora de campo

    A Copa do Mundo Feminina 2027, que será realizada no Brasil, deve contar com o mesmo padrão tecnológico adotado no Mundial masculino. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Gal Barradas, diretora executiva de Negócios e Marketing da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027, explicou que a tecnologia estará presente não apenas naquilo que o torcedor vê durante os jogos, mas também nos bastidores e na experiência do público. Entre os exemplos estão recursos para facilitar a compra e transferência de ingressos, o FIFA ID e a integração da jornada dos torcedores. A conversa também passa pelo crescimento do futebol feminino, pelas oportunidades de trabalho criadas pelo esporte e pelo interesse de empresas e patrocinadores nesse mercado. A entrevista foi gravada no Studio Summit, parceria entre o Canaltech e o Grupo Mulheres do Brasil durante o Summit Mulheres nas Profissões. Você também vai conferir: Apple pode lançar seis novos iPhones ainda em 2026, SUS vai levar dados de saúde para uma nuvem nacional e Manus se separa da Meta e vai apagar dados de usuários.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, Bruno de Blasi e Viviane França.   A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui.  É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  31. 700

    IA no trabalho: quais habilidades vão diferenciar você no futuro?

    A inteligência artificial já está mudando o mercado de trabalho. Mas, à medida que essas ferramentas se tornam acessíveis a mais pessoas, surge uma nova questão: o que vai diferenciar um profissional? Para Renato Winnig, Head de Comunicação Integrada e Ecossistema de Marca da Vivo, acompanhar a evolução da IA será essencial, mas não suficiente. Habilidades como escuta, criatividade, relacionamento e capacidade de adaptação tendem a ganhar ainda mais importância em um mundo cada vez mais conectado e acelerado. Em conversa com o Podcast Canaltech, Renato também fala sobre excesso de informação, nossa relação com o celular e a importância de encontrar um equilíbrio entre tecnologia e habilidades humanas. A entrevista foi gravada no Studio Summit, uma parceria entre o Canaltech e o Grupo Mulheres do Brasil durante o Summit Mulheres nas Profissões, em São Paulo. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  32. 699

    Anúncios no ChatGPT podem mudar a publicidade como conhecemos

    A chegada de anúncios ao ChatGPT abre uma nova frente para o mercado de publicidade digital e pode mudar não apenas onde as marcas anunciam, mas a forma como elas tentam entender o consumidor. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Bruno Belardo, VP regional de Growth para a América Latina da Adlook, explica que a principal mudança está na quantidade de contexto disponível durante uma conversa com uma inteligência artificial. Até agora, boa parte da publicidade digital tentou descobrir quem é o usuário a partir de informações como interesses, comportamento e histórico de navegação. Com a IA generativa, a lógica pode mudar: mais importante do que saber quem é a pessoa será entender o que ela quer naquele momento. Uma pessoa pode gostar de carros há anos, por exemplo, mas estar procurando especificamente um financiamento, um seguro ou uma revisão. Para Belardo, compreender essa intenção pode permitir anúncios muito mais relevantes. Isso também traz um desafio importante: confiança. Se o usuário não conseguir distinguir uma resposta da inteligência artificial de um conteúdo patrocinado, a própria credibilidade da plataforma pode ser colocada em risco. Por isso, a expectativa é de que publicidade e respostas continuem claramente separadas. Durante a conversa, Belardo também discute se anunciar dentro de ferramentas de IA pode custar mais, como equilibrar monetização e experiência do usuário e por que os anúncios podem se tornar menos numerosos, mas muito mais contextualizados. E a transformação pode ir ainda além. Na visão do executivo, em alguns anos talvez nem estejamos mais discutindo “anúncios no ChatGPT”. Com o avanço dos agentes de IA, sistemas poderão conversar diretamente com agentes de bancos, companhias aéreas, supermercados e outras empresas para buscar produtos, comparar alternativas e até ajudar a realizar compras. Nesse cenário, as marcas deixam de disputar apenas a atenção das pessoas e passam a disputar também a recomendação dos agentes de inteligência artificial. Você também vai conferir: Apple tenta evitar novos aumentos no preço do iPhone, Disney+ ganha IA para ajudar você a escolher o que assistir e criadores brasileiros podem deixar de ganhar dinheiro no X. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, Viviane França e André Magalhães.  A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui.  É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  33. 698

    Free Flow e IA: entenda como a tecnologia está mudando as estradas

    As estradas brasileiras estão ficando cada vez mais conectadas. A expansão do Free Flow, sistema de pedágio sem cancela, é uma das mudanças mais visíveis, mas está longe de ser a única. Por trás dos novos pórticos existe uma infraestrutura que combina conectividade, identificação por radiofrequência, leitura de placas e softwares capazes de processar as informações dos veículos. E mesmo quando a conexão cai, os dados podem ficar armazenados no próprio equipamento para serem transmitidos depois. A inteligência artificial também começa a ganhar espaço nas rodovias. Novos sistemas de visão computacional conseguem analisar imagens com rapidez e identificar situações como motoristas usando o celular ou sem o cinto de segurança. Mas colocar toda essa tecnologia para funcionar traz desafios. Além da cobertura de internet nas estradas, a expansão do Free Flow exige adaptação dos motoristas a uma nova forma de pagamento. Para quem não utiliza uma tag, por exemplo, é preciso lembrar de consultar e quitar a cobrança posteriormente. No novo episódio do Podcast Canaltech, Elisa Fontes conversa com Daniel Fuchs, VP de Inovação da Arqia e especialista em IoT, conectividade e transformação digital, sobre a infraestrutura por trás dessas mudanças e os desafios para tornar as rodovias brasileiras mais conectadas. A conversa também olha para o que vem pela frente. Com mais conectividade, as estradas poderão ampliar o rastreamento de cargas, monitorar condições como temperatura e peso de caminhões e criar infraestrutura para uma futura adoção de veículos autônomos. Você também vai conferir: Meta lucrou com anúncios de exploração infantil gerados por IA, tecnologia do Spotify quer transformar as compras online e Photoshop e outras ferramentas da Adobe chegam ao ChatGPT.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e André Magalhães. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  34. 697

    Samsung aposta em nova fase dos dobráveis no Brasil

    Os celulares dobráveis já passaram da fase de causar espanto, mas será que estão perto de se tornar tão comuns quanto os smartphones tradicionais? A Samsung acredita que esse mercado ainda tem bastante espaço para crescer. Segundo Renato Citrini, gerente sênior de Produto da Samsung, as vendas de dobráveis da marca cresceram 150% no Brasil entre 2024 e 2026. A empresa também afirma responder por oito de cada dez aparelhos dobráveis vendidos no país. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Citrini explica o que mudou desde a chegada do primeiro Galaxy Fold, em 2019, e por que fatores como espessura, resistência e durabilidade foram importantes para aumentar a aceitação desse tipo de aparelho. A nova geração também mostra uma tentativa de alcançar públicos diferentes. Enquanto o Flip aposta na portabilidade e no design, o Fold Ultra mira quem busca produtividade. Já o Fold ocupa um espaço intermediário, com foco maior no consumo de vídeos, jogos, livros e outros conteúdos. A conversa também passa por um dos principais receios de quem pensa em comprar um dobrável: a durabilidade. Citrini fala sobre os testes de abertura e fechamento dos aparelhos, as mudanças na dobradiça e o uso de novos materiais para reduzir a marca da dobra na tela. Outro destaque é a chegada das baterias de silício-carbono aos dobráveis da Samsung. A tecnologia permite armazenar mais energia em um espaço menor e, segundo o executivo, pode chegar a outros modelos da fabricante no futuro. Você também vai conferir: Google Maps ganha IA para pedir comida, carros voadores vão ganhar seu próprio controle de tráfego e WhatsApp prepara papéis de parede animados.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de André Magalhães, Bruno de Blasi e Viviane França. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  35. 696

    A corrida por 50% de mulheres na liderança até 2030

    A inteligência artificial está transformando profissões, mudando a forma como as empresas trabalham e exigindo novas habilidades dos profissionais. Ao mesmo tempo, cresce a discussão sobre como ampliar a presença de mulheres em cargos de liderança e construir ambientes mais diversos e preparados para o futuro. Durante o Summit Mulheres nas Profissões, o Canaltech montou um estúdio para entrevistar alguns dos principais nomes do evento. Neste episódio, conversamos com Alexandra Segatim, CEO do Grupo Mulheres do Brasil, e Giovani Cardoso, CEO e fundador do Grupo MK, responsável pelas marcas Mondial e Aiwa. Ao longo da conversa, eles falam sobre como a inteligência artificial está transformando o mercado de trabalho, quais competências serão cada vez mais importantes nos próximos anos e por que empresas e profissionais precisam estar preparados para um cenário de mudanças constantes. O episódio também aborda os desafios para ampliar a presença feminina em cargos de liderança. Giovani compartilha a experiência da companhia, que hoje conta com 51% de mulheres no quadro de colaboradores e cerca de 30% dos cargos de alta liderança ocupados por mulheres. A expectativa é alcançar 50% de mulheres na liderança até 2030 — ou até antes, mantendo o ritmo atual. Além disso, Alexandra explica como surgiu o Summit Mulheres nas Profissões e destaca a importância de reunir empresas, estudantes, instituições e especialistas para discutir qualificação, diversidade e oportunidades para construir um mercado de trabalho mais preparado para o futuro. Você também vai conferir: Samsung vai ajudar a Starlink a virar operadora, Midea lança ar-condicionado sem vento e Meta entra na disputa das IAs para programação. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui.  É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  36. 695

    O futuro dos pagamentos: por que comprar está ficando invisíve

    Você já percebeu que comprar pela internet está ficando cada vez mais rápido? Em muitos casos, basta um clique para concluir uma compra. Mas o que acontece nos bastidores até que o pagamento seja aprovado? No novo episódio do Podcast Canaltech, conversamos com Renato Migliacci, vice-presidente de Vendas da Adyen Brasil, sobre como a tecnologia está transformando os pagamentos digitais e mudando a experiência de compra. Durante a entrevista, ele explica por que o momento do pagamento deixou de ser apenas a etapa final da compra para se tornar uma ferramenta estratégica para empresas, fala sobre o papel da inteligência artificial na redução de fraudes e dos chamados "falsos positivos", quando compras legítimas são recusadas por engano e mostra como tecnologias como tokenização e pagamentos invisíveis prometem deixar a jornada do consumidor cada vez mais simples. O episódio também aborda o futuro do varejo, a importância de reduzir atritos durante o checkout e como essas mudanças impactam consumidores e empresas. Você também vai conferir: "iPhone da Xiaomi" terá chip mais poderoso da Qualcomm., Windows 11 ganha app que reconhece pessoas e comprar um Xbox agora pesa mais no bolso. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, André Magalhães e Gabriel Cavalheiro. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui.  É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  37. 694

    Agentes de IA prometem transformar a forma como compramos online

    Os agentes de inteligência artificial se tornaram um dos assuntos mais comentados do mercado de tecnologia. Depois da popularização da IA generativa e dos chatbots, uma nova geração de soluções promete executar tarefas de forma autônoma, coordenar diferentes processos e transformar a operação das empresas. Mas, afinal, o que muda na prática? E por que o varejo aparece entre os setores que mais investem nessa tecnologia? No novo episódio do Podcast Canaltech, conversamos com um porta-voz da Wake para entender o que realmente são os agentes de IA, como eles se diferenciam dos chatbots tradicionais e por que essa tecnologia pode mudar tanto a experiência de compra quanto os bastidores do comércio eletrônico. Ao longo da conversa, o executivo explica como diferentes agentes especializados podem trabalhar juntos para automatizar tarefas como auditoria de fretes, enriquecimento de catálogos de produtos e otimização de processos. O episódio também aborda os desafios dessa nova fase da inteligência artificial, como segurança, privacidade dos dados, limites da autonomia e os cuidados para evitar que a tecnologia seja usada apenas por modismo. Você também vai conferir: Estudo explica sucesso dos carros elétricos, novo desperdício das empresas esctá na nuvem e IA pode criar suas ideias para Reels. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Danielle Cassita e Viviane França.   A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Livia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  38. 693

    Quem realmente decide sua próxima compra?

    Comprar pela internet nunca foi tão simples. Ao mesmo tempo, a jornada até a decisão ficou muito mais complexa. Hoje, uma compra pode começar em um vídeo no TikTok, passar por um marketplace, terminar no aplicativo da marca e, em breve, até ser feita por um agente de inteligência artificial. Neste episódio do Podcast Canaltech, conversamos com Fábio Barboza, CEO e cofundador da Kobe, sobre os resultados do estudo que analisou o comportamento de milhares de consumidores brasileiros para entender como as pessoas pesquisam, escolhem e compram produtos em 2026. Durante a conversa, ele explica por que os marketplaces ganharam tanto espaço, qual é o novo papel dos aplicativos próprios, como a inteligência artificial já está transformando a experiência de compra e por que o futuro do varejo será cada vez mais personalizado. O episódio também aborda os desafios das empresas para conquistar consumidores mais exigentes, o crescimento do social commerce e o equilíbrio entre personalização e privacidade. Você também vai conferir: Android vai proteger seus arquivos importantes, nova câmera da Xiaomi usa IA para cuidar da casa e Galaxy S26 FE tem design vazado. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Nathan Vieira e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui.  É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  39. 692

    Como Pix, biometria e carteiras digitais vão mudar suas compras

    O jeito de pagar mudou completamente nos últimos anos. O Pix virou parte da rotina dos brasileiros, as carteiras digitais ganharam espaço e novas formas de crédito, como o Buy Now, Pay Later (BNPL), começam a ganhar força. Mas essa transformação está longe de acabar. No novo episódio do Podcast Canaltech, Fernanda Santos conversa com Pedro Albuquerque, cofundador e diretor de Novos Negócios da RPE (Retail Payment Ecosystem), empresa especializada em tecnologia para meios de pagamento. Durante a entrevista, o executivo explica como o Pix por aproximação e o Pix Parcelado podem acelerar ainda mais a digitalização das compras, por que a biometria tende a substituir etapas do processo de pagamento e como os cartões de marca própria continuam sendo estratégicos para o varejo. O bate-papo também aborda segurança digital, inclusão financeira e as principais tendências internacionais que podem chegar ao Brasil, como a consolidação dos chamados super apps, capazes de reunir serviços financeiros, compras e benefícios em um único ambiente. Se você quer entender como será a experiência de compra nos próximos anos, este episódio mostra por que o Brasil já é uma das maiores referências mundiais em inovação nos meios de pagamento. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  40. 691

    Como a IA está transformando os notebooks corporativos

    A inteligência artificial já faz parte da rotina de muitas empresas. Mas, além de automatizar tarefas e acelerar processos, ela também está mudando o próprio computador usado no trabalho. Nesta edição do Podcast Canaltech, conversamos com Murilo Tunholi, técnico de PR da ASUS Brasil, para entender como a fabricante enxerga essa transformação e por que acredita que os notebooks corporativos caminham para uma nova geração. Durante a entrevista, Murilo explica a estratégia da ASUS para crescer no mercado brasileiro de PCs corporativos, detalha as diferenças entre as linhas ExpertBook e mostra como recursos como inteligência artificial local, múltiplas camadas de segurança e garantia com atendimento no local podem fazer diferença para empresas de todos os portes. A conversa também esclarece um ponto importante: nem todo notebook com IA funciona da mesma forma. O executivo explica quais modelos realmente processam inteligência artificial localmente, por que isso é importante para proteger dados sensíveis e como essa tecnologia deve ajudar profissionais no dia a dia sem substituir o trabalho humano. Você também vai conferir: Hackers agora usam até o ChatGPT em golpeS, Samsung prepara nova concorrente da AirTag e Erro em teste faz IA invadir sistemas.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, João Melo e Viviane França. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natalia Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  41. 690

    BYD explica os desafios e o futuro dos carros elétricos no Brasil

    Os carros elétricos deixaram de ser uma promessa distante e estão ganhando espaço nas ruas brasileiras. Mas será que o país está preparado para essa transformação? No novo episódio do Podcast Canaltech, Fernanda Santos conversa com Pablo Toledo, diretor de Branding e Comunicação da BYD Brasil, sobre o cenário da mobilidade elétrica, os desafios da infraestrutura de recarga, a evolução dos veículos híbridos e elétricos e o papel da tecnologia nessa mudança. Durante a conversa, o executivo também explica como a empresa pretende ampliar sua atuação no país, comenta os planos para a fábrica de Camaçari, fala sobre sustentabilidade, reciclagem de baterias e mostra como inteligência artificial e conectividade devem transformar a experiência dentro dos carros nos próximos anos. Você também vai conferir: Pix vai funcionar sem abrir o app do banco, Gemini agora edita documentos para você e nova tecnologia promete rastrear deepfakes  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Bruno de Blasi, João Melo e Viviane França. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui.  É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  42. 689

    Você confiaria em um hacker para proteger sua empresa?

    Empresas como Google, Microsoft e Meta já pagam milhões de dólares para quem encontra falhas de segurança em seus sistemas. Mas e se esses especialistas forem justamente hackers? Esse é o tema do novo episódio do Podcast Canaltech. Nesta edição, Fernanda Santos conversa com Rudinei Carapinheiro, chefe de Estratégias da IPV7, empresa que recentemente anunciou a aquisição da HuntersPay, uma das principais plataformas brasileiras de Bug Bounty. Durante a entrevista, o executivo explica como funciona esse modelo de segurança ofensiva, quem são os chamados hackers éticos e por que eles podem se tornar grandes aliados das empresas na prevenção de ataques cibernéticos. O episódio também aborda os desafios da cibersegurança no Brasil, a importância da cultura de prevenção, os critérios para selecionar pesquisadores de segurança. Você também vai conferir: Meta quer que você use menos o ChatGPT, conversa no Claude pode estar pública sem você perceber e Balsa leva internet ao fundo dos rios da Amazônia.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Viviane França e Renato Moura. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  43. 688

    Como funciona o impedimento semiautomático do Brasileirão

    O Campeonato Brasileiro entrou em uma nova fase com a estreia do impedimento semiautomático. A tecnologia promete tornar as decisões mais rápidas, precisas e transparentes, reduzindo o tempo de análise do VAR e aumentando a confiança em lances decisivos. Mas como esse sistema funciona na prática? Como as câmeras conseguem identificar o momento exato em que a bola sai do pé do jogador? E qual é o papel da inteligência artificial em todo esse processo? No novo episódio do Podcast Canaltech, conversamos com Guilherme Buso, Head da Genius Sports na América Latina, empresa responsável pela implementação da tecnologia no Brasileirão. Ele explica como o sistema cria uma réplica digital da partida, como acontece a integração com o VAR e quais são as diferenças em relação à tecnologia utilizada na Copa do Mundo. Você também vai conferir: Google Tradutor prepara novidade para quem viaja ao exterior, Honor revela quando lança seu celular robô e Amazon revela plano para desafiar a Starlink.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de André Magalhães, João Melo e Nathan Vieira. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui.  É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  44. 687

    Vale a pena ter robô-aspirador? Veja dicas de escolha e novidades do setor

    Varrer a casa e passar pano estão no topo da lista das tarefas domésticas que os brasileiros menos gostam de fazer. Não à toa, os robôs-aspiradores deixaram de ser itens de luxo ou nichados e ganharam espaço definitivo na rotina dos lares no Brasil. Para entender o que mudou nesse mercado, o Podcast Canaltech recebe Rafael Garcia, Gerente de Marketing de Produto da Midea Carrier. No episódio de hoje, ele conversa com a repórter Elisa Fontes sobre as evoluções tecnológicas que revolucionaram a categoria — como o mapeamento por laser, estações de autolimpeza que duram até 40 dias e a integração com ecossistemas de Smart Home. Além de explicar o papel da inteligência artificial na navegação, Garcia dá dicas práticas para quem quer comprar o primeiro aparelho, abordando potência de sucção (medida em Pascal), ruído e adaptação a diferentes tipos de pisos e casas com pets. Cupom exclusivo para ouvintes: Quem acompanhar o episódio garante 10% de desconto em compras no site da Midea utilizando o cupom CANALTECH no checkout. Você também vai conferir: Apple lança beta do iOS 27 com foco em desempenho e IA, nova gasolina pode exigir mais atenção dos motoristas e TCL estreia nova geração de TVs Mini LED no Brasil. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de André Lourentti, Paulo Amaral e Nathan Vieira. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  45. 686

    Qualcomm aposta no Snapdragon X2 para liderar PCs com IA no Brasil

    O futuro dos computadores é ARM e tem Inteligência Artificial no centro. No mais novo episódio do Podcast do Canaltech, o repórter Diego Corumba conversa com Santiago Cardona, Head da Compute Business da Qualcomm para a América Latina. Durante o papo, Cardona revelou os bastidores da rápida expansão da linha Copilot+ PC no Brasil, a chegada iminente da 2ª geração dos chips com o Snapdragon X2, trazendo incríveis 80 TOPS de capacidade para IA e explicou como a arquitetura ARM consegue entregar o dobro de desempenho de processadores tradicionais fora da tomada. Além disso, o executivo rebateu os mitos sobre a compatibilidade de softwares em ARM, destacou a chegada de jogos como Fortnite e a loja do Xbox nativos, e deu detalhes sobre a tecnologia de segurança Snapdragon Guardian. Você também vai conferir: Galaxy AI pode chegar a 800 milhões de dispositivos até 2026 e Sony lança câmera profissional com gravação em até 5K. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França, Nathan Vieira e Renato Moura. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Livia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  46. 685

    IA atacando sozinha? O que realmente aconteceu na OpenAI

    Uma inteligência artificial pode agir sozinha e realizar um ataque cibernético? Essa foi a dúvida que tomou conta das redes sociais depois que um teste envolvendo um agente da OpenAI ganhou repercussão no mundo todo. Mas, afinal, o que realmente aconteceu? As manchetes exageraram? Estamos diante de uma nova fase da inteligência artificial? No novo episódio do Podcast Canaltech, conversamos com Leonardo Cardoso, diretor de Relações Institucionais da TI Safe, para entender os bastidores desse caso e explicar por que ele chamou a atenção de especialistas em cibersegurança. Durante a conversa, o especialista explica como funcionam agentes de IA, por que esse episódio levantou discussões sobre segurança e ética, quais riscos empresas precisam considerar e como essa evolução pode impactar também a vida de quem usa a internet todos os dias. Você também vai conferir: Expansão de data centers acende alerta no Ceará, União Europeia multa Google em mais de R$ 5 bilhões e Starlink pode lançar antena que funciona sem tomada.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Raphael Giannotti, Marcelo Fischer e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui.  É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  47. 684

    Galaxy Z Fold 8: Samsung aposta em novo formato para dobráveis

    A Samsung apresentou sua nova geração de celulares dobráveis durante o Galaxy Unpacked e trouxe mudanças importantes para a linha Galaxy Z. Além das atualizações esperadas no Galaxy Z Flip 8 e no Galaxy Z Fold 8 Ultra, a empresa surpreendeu ao lançar um novo Galaxy Z Fold 8 com um formato diferente, pensado para ampliar o público dos smartphones dobráveis. Mas essa nova estratégia faz sentido? O novo formato pode mudar a forma como usamos esse tipo de aparelho? E quais foram as principais evoluções em tela, bateria, design e recursos? Neste episódio do Podcast Canaltech, Marcelo Fischer conversa com Leo Müller, editor de Produtos do Canaltech, que analisa os principais anúncios do evento, explica as diferenças entre os novos dobráveis da Samsung, comenta a adoção das baterias de silício-carbono e fala sobre outra novidade que chamou atenção: o Galaxy Watch Ultra 2, que traz recursos avançados para mergulho disponíveis por assinatura. Você também vai conferir: uber Moto pode voltar a operar em São Paulo, PlayStation pode acabar com os jogos em disco e mexer com um mercado bilionário e Claude agora aprende tarefas só de ver você trabalhando. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de André Mgaalhães, Diego Corumba e Viviane França.  A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui.  É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  48. 683

    Anthropic: o acordo de US$ 1,5 bilhão que virou marco para a IA

    A Anthropic fechou um acordo histórico de US$ 1,5 bilhão para encerrar um processo sobre o uso de livros pirateados no treinamento de sua inteligência artificial. Mas será que isso significa que as empresas de IA terão que pagar para usar conteúdos protegidos por direitos autorais? E onde está o limite entre aprender com uma obra e violar o copyright? Neste episódio, Marcelo Fischer conversa com Daniel Failla, especialista em Direito Digital e sócio do Failla Lima Riva Advogados, para entender os impactos desse caso, o conceito de fair use, os reflexos para o Brasil e como essa disputa pode mudar a relação entre inteligência artificial, autores, artistas e veículos de imprensa. Você também vai conferir: TIM aceita proposta de R$ 80 bilhões e será vendida; Alemão viaja 80 mil km em carro elétrico; “IA rebelde” da OpenAI aprende sozinha a trapacear. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer, e contou com reportagens de Nathan Vieira, Paulo Amaral e Viviane França. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui: https://app.premioibest.com/votacao/podcast/337278519See omnystudio.com/listener for privacy information.

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    Os novos golpes nas bets e como eles podem atingir você

    Fraudes em plataformas de apostas mais do que dobraram no Brasil em apenas um ano, mesmo após a regulamentação do setor. O país já ocupa a terceira posição entre os mercados de maior risco na América Latina, impulsionado por golpes que usam inteligência artificial, deepfakes e documentos falsificados. Neste episódio do Podcast Canaltech, Marcelo Fischer conversa com Kris Galloway, Evangelista de Produtos de iGaming da Sumsub, para entender por que essas fraudes cresceram tanto, como elas funcionam na prática e quais cuidados os usuários devem tomar para proteger seus dados e seu dinheiro. Você também vai conferir: YouTube tem aumento surreal de anúncios; “Nokia Lumia” pode voltar ao mercado de celulares; GTA 6 tem a maior pré-venda já registrada. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer, e contou com reportagens de Viviane França, Bruno Bertonzin e Diego Corumba. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  50. 681

    Aprender sem perceber: o fenômeno da aprendizagem por rolagem

    O feed pode ser muito mais do que entretenimento. Um estudo do Reglab identificou um fenômeno chamado aprendizagem por rolagem, que acontece quando as pessoas aprendem algo novo de forma espontânea enquanto navegam pelas redes sociais. No novo episódio do Podcast Canaltech, conversamos com Pedro Henrique Ramos, diretor-executivo do Reglab, e Isabela Afonso, pesquisadora da instituição, sobre como plataformas como o TikTok estão sendo usadas por professores para complementar o ensino, aproximar alunos do conteúdo e despertar a curiosidade para aprender. Durante a conversa, os convidados explicam como surgiu o conceito de aprendizagem por rolagem, os desafios enfrentados pelos educadores que produzem conteúdo para as redes sociais, os impactos desse novo comportamento na educação e o que pais, professores e alunos podem fazer para aproveitar essas plataformas de forma mais consciente. Se você já aprendeu alguma coisa enquanto rolava o feed, este episódio vai ajudar a entender por que isso acontece e o que essa mudança pode significar para o futuro da educação. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernada Santos. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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