Podcast Do Arquiteto podcast artwork

PODCAST · arts

Podcast Do Arquiteto

Arquitetura, Design, Tecnologia e Criatividade.

Publisher-supplied feed metadata · PodParley refreshed Apr 14, 2026 · Source feed

  1. 154

    Neoclássico

    Siga @designfischer no Instagram!

  2. 153
  3. 152

    Os problemas de Dubai

    Siga @designfischer no Instagram

  4. 151

    Patinetes Elétricos: Parte 2

    Siga @designfischer no instagram, acesse www.designfischer.com e se inscreva no Design Fischer, no Youtube.

  5. 150

    Patinetes Elétricos

    Siga @designfischer no instagram e acesse www.designfischer.com

  6. 149

    Podcast do Arquiteto mudou de nome

    Bem-vindo à segunda temporada do podcast, que agora conta com um novo nome: @designfischer! Não se esqueça de seguir no instagram, no youtube e de acessar www.designfischer.com

  7. 148

    146 - Reflexão sobre a fiação aérea

    Siga @fischerafael no Instagram

  8. 147

    145 - Manhattanhenge

    Siga o @fischerafael no Instagram

  9. 146

    144 - Arquitetura Anti Terrorista

    Siga o @fischerafael no instagram

  10. 145
  11. 144
  12. 143
  13. 142
  14. 141

    139 - Precisamos falar sobre os patinetes elétricos

    Siga o @fischerafael e compartilhe o podcast do arquiteto

  15. 140

    138 - Um dos maiores problemas dos clientes de arquitetos e urbanistas

    Compartilhe os episódios do podcast. Siga o @fischerafael no Instagram.

  16. 139
  17. 138
  18. 137

    135 - Como será a arquitetura e urbanismo na era dos carros autônomos?

    Várias empresas têm desenvolvido carros autônomos. Elon Musk afirmou que em 2020 já haverão taxis autônomos. A uber e a google também têm testado carros autônomos. No futuro, dirigir vai se tornar um hobbie. A parte esmagadora dos trajetos será feita por veículos autônomos. Quem for dono de carro passará a contar com um ativo. As pessoas poderão aproveitar melhor seu tempo durante os deslocamentos. Acidentes diminuíram vertiginosamente. As cidades irão poder ter uma cara totalmente diferente. Cruzamentos serão todos automatizados. Carros não precisarão ficar estacionados nas ruas. Circulação será controlada em rede, acabando com congestionamentos. Não haverá necessidade de tanto espaço para carros. Espaços de vias e estacionamento ficarão obsoletos. Mesmo as edificações poderão não precisar de estacionamento, já que carros poderão circular 100% do tempo. Espaços poderão ser devolvidos aos cidadãos. Surgiram novas áreas de pedestres em regiões impensáveis. As cidades poderão ser pensadas de maneira diferente. Como será a arquitetura e urbanismo desse futuro? Será que esse futuro realmente vai se consolidar?

  19. 136
  20. 135
  21. 134
  22. 133

    132 - Como dimensionar os espaços em um projeto?

    Compartilhe o @podcastdoarquiteto

  23. 132

    132 - Como é viver em um lugar onde se pode fazer tudo de bicicleta

    Compartilhe o podcast do arquiteto com seus colegas e amigos!

  24. 131

    131 - Originalidade e cópia na arquitetura e urbanismo

    Compartilhe os episódios do podcast do arquiteto!

  25. 130

    130 - Concursos de Projeto de Arquitetura

    Compartilhe o podcast do arquiteto!

  26. 129

    129 - Os passos iniciais de um projeto de arquitetura

    Compartilhe o podcast com seus amigos!

  27. 128

    128 - Nem todo mundo sabe o mesmo que você sobre o seu projeto

    Compartilhe os episódios do podcast do arquiteto!

  28. 127
  29. 126

    126 - Projeto de Arquitetura: por que você precisa justificar suas escolhas projetuais

    1 justificativa é pouco. 2 é ok. Mas um bom projeto tem ao menos 3 explicações para cada uma de suas partes.

  30. 125

    125 -Se é fácil de modelar, é fácil de construir

    Siga o @podcastdoarquiteto no Instagram.

  31. 124

    124 - O que torna um ambiente confortável?

    Conheça mais sobre as componentes do conforto.

  32. 123

    123 - 3 dicas para você montar um currículo em arquitetura

    Objetividade Apresentar informações principais Ir direto ao ponto Deixar de fora informações irrelevantes Legibilidade Informação estruturada de forma lógica Uso adequado de recursos visuais Textos curtos, precisos e concisos Diagramação Cv visualmente agradável Paleta de cores e tipos que combinem entre si Cv criativo, mas considerando todos os pontos anteriores

  33. 122

    122 - Arquitetos precisam realmente falar inglês?

    Bons motivos: Ler, assistir e escutar conteúdos sobre arquitetura. Se virar em viagens. Poder fazer intercâmbio ou trabalhar fora. A realidade Consumir conteúdos em inglês não exige fluência na língua. Um nível relativamente iniciante vai te ajudar a se virar. Inglês fundamental de fato para quem quer ir para fora. Dicas Ouvir podcasts Consumir conteúdos de forma geral Usar o duolingo - e se possível, achar alguém para praticar.

  34. 121

    121 - Os robôs vão acabar com os arquitetos?

    Argumentos que dizem que está ameaçada: Há maneiras de transformar o processo de projeto em uma lista de etapas Algoritmos de machine e deep learning podem ser criativos Desenho pode ser automatizado Argumentos que dizem que não está ameaçada: Computadores não conseguem ter empatia como um ser humano Os resultados de criações de algoritmos jamais se comparão aos de um ser humano O arquiteto vai poder focar em pensar espaços Opinião: Arquitetos continuarão tendo seu valor se forem bons Arquitetos precisarão aprender a linguagem das máquinas Arquitetos poderão propor soluções realmente criativas e inovadoras mais facilmente

  35. 120

    120 - Entorno e Arquitetura: como tirar partido da malha urbana na hora de projetar?

    A malha urbana local, ou seja, as ruas próximas do terreno do projeto, também podem influenciar e ajudar a definir o projeto. Como projetar considerando a malha urbana? Uma alternativa é dispor os volumes do projeto exatamente no alinhamento predial mínimo permitido para as ruas adjacentes ao projeto, ajudando a definir bem o espaço urbano. Compreender a malha urbana e suas vias pode ser fundamental para se descobrir o melhor lugar para estabelecer acessos, e as áreas mais nobres para se posicionar a edificação. Pode-se também observar vias que convergem ou chegam no terreno, utilizando-as como eixos onde serão definidos elementos do projeto. Exemplos O edifício Via 57, do Bjarke Ingels, tira partido da malha urbana local de Manhattan a partir do momento em que ocupa todo o perímetro disponível no terreno (circundado por 3 ruas); Já o A Espiral, também do Bjarke, estabelece uma continuação de um parque local (o High Line) dentro do edifício. Ao implantar uma escola em um terreno muito amplo, pode-se optar por posicioná-la mais próxima das vias principais ou de onde há mais unidades habitacionais.

  36. 119

    119 - Entorno e Arquitetura: tirando partido da orientação

    A orientação do edifício (e de suas fachadas, respectivamente) em relação ao norte e ao sul podem ser fundamentais na hora de definir o partido arquitetônico adotado. Como projetar considerando a orientação? No hemisfério sul, a fachada norte é a que receberá mais sol durante o ano (no hemisfério norte essa lógica se inverte). Logo, se você pretende evitar o sol, opta-se por evitar ou proteger essa orientação. Se a ideia é aproveitar esse sol (como acontece em uma cidade mais fria, por exemplo), pode-se expor esta orientação ao norte. Além disso, a orientação também ajuda a definir os tipos de aberturas e suas respectivas proteções solares. Fachadas ao leste ou ao oeste, por exemplo, podem necessitar de brises verticais para proteção. Exemplos Em uma cidade fria no hemisfério sul, pode-se criar uma fachada mais extensa voltada para o norte, aproveitando a insolação. Desta forma, durante o inverno, os espaços ali localizados vão receber radiação direta. Em cidades quentes, pode-se valorizar a fachada sul, evitando exposição excessiva ao norte, leste e, principalmente, o oeste. O palácio capanema, no Rio, possui as fachadas mais extensas expostas para noroeste e sudeste. A noroeste conta com proteção de brises horizontais enquanto que a sudeste está totalmente desimpedida, visto que a cidade é bastante quente.

  37. 118

    118 - Entorno e arquitetura: como explorar as visuais?

    Muitas vezes lidamos com projetos localizados em lugares bonitos, interessantes e, até mesmo, paradisíacos. Por que não tirar partido dessa condição? Por que? Explorar as visuais em um projeto pode ajudar a valorizar o edifício. Já reparou que apartamentos com vista para o mar são mais caros? Também é possível causar sensações legais nos usuários. Quem não gostaria de acordar e dar de cara com uma vista paradisíaca? Visuais são excelentes maneiras de integrar o espaço externo ao interno. Como projetar levando em consideração as visuais? O primeiro passo é identificar qual é o ponto de interesse do qual se pretende tirar partido (praia, mar, montanha, um edifício, um parque…). O segundo passo é decidir qual (ou quais) ambiente do projeto vai ter visual para esse ponto de interesse. O terceiro passo é articular os volumes do projeto para que tal decisão se consolide. Também é interessante decidir qual vai o tipo de abertura que vai existir para criar essa conexão (uma janela? Uma porta de correr? Um rasgo?) O museu da imagem e do som do Rio de Janeiro Foi projetado por Diller Scofidio + Renfro, está localizado em Copacabana, ainda não tendo sido inaugurado. As circulações do edifício foram colocadas na fachada voltada para a praia, criando um percurso entre os pavimentos que explora as visuais do mar. Em um museu, as circulações são os espaços que mais podem receber luz natural, por isso a opção em posicionar elas e não as salas de exposição para ter visuais do mar.

  38. 117

    117 - Como montar pranchas sem saber photoshop, illustrator, indesign ou corel?

    Tem dificuldades na hora de montar pranchas? Quer uma alternativa a softwares complexos? Fique ligado nesse episódio.

  39. 116
  40. 115

    115 - Existem duas vidas em um edifício: a imaginada pelo arquiteto e a que acontece de fato

    Filosofada sobre a frase dita pelo Rem Koolhaas que evidencia a desconexão entre projeto e realidade na arquitetura

  41. 114

    114 - Entorno e Arquitetura: como projetar levando em conta as edificações próximas?

    Por que? Melhora a qualidade do espaço público próximo, que passa a ter uma certa ordem compositiva. Valoriza o próprio projeto - e a vizinhança - graças a melhora do espaço público imediato. Integra melhor o projeto no contexto urbano. Como projetar levando em consideração as edificações próximas? Pode-se respeitar os gabaritos de altura de edifícios próximos, ou; Fazer referências aos níveis dos edifícios próximos, ou. Fazer referências às aberturas dos edifícios próximos. Um exemplo de edifício que foi projetado levando-se em consideração edifícios do entorno: New Museum, do SANAA, localiza-se em Manhattan. Os arquitetos identificaram as alturas e volumetria dos blocos e edifícios próximos. Em seguida, utilizaram estas mesmas alturas e volumetrias para definir os volumes empilhados que formaram o edifício do museu.

  42. 113

    113 - 3 lições de arquitetura de Bjarke Ingels

    Sustentabilidade não pode ser uma espécie de sacrifício moral, dilema político ou uma causa filantrópica. Ela tem que ser um desafio de projeto. Sustentabilidade ambiental é obrigação. Sustentabilidade pode ser divertida. Sustentabilidade deve ser incorporada desde as etapas iniciais do projeto. Eu não preciso ter as melhores ideias. Meu trabalho é garantir que a melhor ideia vença. Para se ter boas ideias, é preciso ter muitas ideias. Não devemos nos apaixonar por ideias. Ideias devem ser fortemente criticadas. Eu acredito que arquitetura, assim como qualquer outra coisa na vida, é evolucionária. Ideias evoluem, não surgem do nada. Momento eureka não existe. A primeira ideia dificilmente é boa. O cruzamento de ideias pode gerar superideias.

  43. 112

    112 - 3 dicas para pranchas de projeto mais bonitas

    Grids Pranchas sem um lógica de organização podem ser bastante confusas. Grids são retículos que dividem as pranchas e ajudam a estruturar e definir espaços para as informações. Informações são lidas com mais clareza e o aspecto visual fica mais agradável. Padrão visual Variação excessiva de tipos de fontes, de imagem ou mesmo de linguagem nos desenhos prejudicam as pranchas. Estabelecer um padrão e garantir que ele seja constante melhoram a qualidade das pranchas. Pode-se reduzir a variedade de fontes, criar render do mesmo estilo e usar desenhos feitos com as mesmas penas e configurações gráficas. Planejamento “terminar” um projeto para finalmente representá-lo numa prancha pode ser a receita para o fracasso. Muitos desenhos ou informações podem ficar de fora, e é difícil organizá-las nas pranchas. Quando se planeja no início as pranchas, evita-se trabalho desnecessário e aumenta-se a qualidade do resultado final.

  44. 111

    111 - 5 curiosidades sobre a planta livre

    Foi proposta por Le Corbusier O arquiteto franco-suiço estabeleceu os 5 pontos da nova arquitetura, sendo a planta livre um dos mais importantes deles. É possível graças a dissociação entre estrutura, divisórias e vedações As paredes costumavam possuir função estrutural. Com a planta livre, isso deixou de acontecer, o que flexibilizou as possibilidades de arranjos das mesmas. Pode se dar das mais variadas formas Um edifício com estrutura de vigas e pilares pode resultar numa planta livre assim como uma estrutura treliçada também. Tem a flexibilidade como uma consequência Graças a independência da estrutura, vedações e divisórias podem ser dipostas livremente, inclusive podendo ser demolidas e reconstruídas ao longo do ciclo de vida da edificação. Influencia em outros pontos da nova arquitetura Fachada livre e janela em fita são outros pontos da nova arquitetura de Le Corbusier que somente foram possíveis graças a dissociação entre estrutura e paredes da fachada, preconizada pela ideia de planta livre.

  45. 110

    110 - A espiral, como Bjarke Ingels transformou o High Line em um Sky Line.

    The Spiral Chamado por Tishman Speyer, Bjarke Ingels foi desafiado a fazer um edifício corporativo na beira do rio Hudson, em Nova Iorque. Nova Iorque é uma cidade com regulamentações específicas para edifícios altos, numa tentativa de evitar a criação de ruas escuras, sem iluminação e com excessiva ventilação natural. Neste contexto, é comum que os prédios da cidade tenham um formato de zigurate, onde os pavimentos superiores vão se afastando gradativamente do alinhamento predial. O terreno onde o edifício de Bjarke Seria Construído tinha uma outra condicionante: se localizava justamente do lado do High Line, um dos parques urbanos mais icônicos do paisagismo contemporâneo. Conectando o High Line em direção ao céu Bjarke teve que fazer os recuos em relação ao alinhamento predial conforme o edifício ficava mais alto. Logo, durante o processo de projeto, os arquitetos tiveram a sacada de conectar o high line aos recuos, que envolveriam o prédio em uma espiral. Como resultado, chegaram a um edifício que se integra com o parque urbano, respeita a legislação local e ainda oferece jardins externos para todos os seus pavimentos. Escritórios conectados e com uma (bela) vista O The Spiral mede aproximadamente 300 metros de altura, com pavimentos destinados a ambientes de trabalhos de planta livre e bastante flexíveis. Todos estes pavimentos se conectam ao exterior graças à presença da espiral, além de serem conectados continuamente entre si também por conta da presença da mesma. O edifício possui um núcleo central de circulação que também é responsável por parte da estrutura. Trata-se de um daqueles projetos que só faz sentido no terreno, local e contexto para o qual foi projetado.

  46. 109

    109 - Menos é mais (?)

    Origem A frase costuma ser associada com Mies van der Rohe. Na realidade, sua origem data de 1855, muitos anos antes de Mies. Robert Browning escreveu a frase em um poema, e a ideia que queria passar era próxima da de Mies. Menos é mais Mies é um dos precursores do minimalismo. A ideia era que menos elementos significariam um design melhor, mais sofisticado e bonito. A frase vai de encontro com outra famosa: simplicidade é último grau de sofisticação, de Buckminster Fuller. Quando menos é mais? De maneira geral, quanto menos elementos um projeto tem, mais legível ele é. Menos elementos significam menos variáveis compositivas e mais facilidade de acertar o projeto esteticamente. Um projeto simples também pode significar que o mesmo objeto é tão polivalente e bem pensado que pode resolver várias condicionantes de um projeto.

  47. 108

    108 - Estação Antártica Comandante Ferraz

    Contexto Projetada para o continente Antártico, a estação científica se localiza na península de Keller, a mais de 3000 km de distância do Brasil. Em 2012, um incêndio destruiu a então estação de pesquisa brasileira no continente. Em seguida, um concurso foi realizado para a escolha da nova estação brasileira, tendo sido ganho em 2013 pelo escritório curitibano Estúdio 41. Além do frio intenso, a estação também teria que contemplar ventos de até 200 km/h, muitas restrições ambientais e uma condição de relevo que se eleva em relação ao mar. Solução A opção dos arquitetos foi por criar duas barras, dispostas paralelas entre si e em relação ao corpo de água, seguindo o sentido das curvas de nível. Assim, a estação se adequaria mais facilmente ao terreno. Como as barras se encontram em níveis diferentes, ambas possuem visuais desimpedidas para o mar. O formato das barras é aerodinâmico, permitindo o curso dos ventos, além de estarem elevadas em relação ao solo, para não serem submersas pelo acúmulo de neve durante o inverno. Especificidades A estação foi pensada modularmente, tendo-se como base o tamanho de containers, uma vez que ela acabou sendo fabricada fora da Antártica (na China, para ser preciso) e foi montada em solo Antártico. A barra mais próxima da água comporta os laboratórios, espaços de operação, manutenção e a garagem. Já a barra mais recuada comporta os camarotes, espaço de serviço e para estar e jantar. Conectando ambas, há um bloco transversal de função social, reuniões, auditório, estar e biblioteca. As aberturas são estreitas e pequenas em função do frio. Os blocos são compartimentados para evitar a propagação de incêndio. A estação está quase finalizada, com previsão de inauguração em 2020.

  48. 107

    107 - Pirâmide do Louvre, I. M. Pei

    Contexto O projeto - Concebido por I.M. Pei, trata-se de uma ampliação do museu do Louvre, em Paris, de 1989. O Louvre - talvez o museu mais famoso do mundo, se localiza no centro da cidade, ocupando palácios históricos. Falta de espaço - na época, o museu sofria com espaços apertados de exposições. Problemas de fluxo - outro problema era com relação aos acessos e os fluxos das alas do edifício. Solução Hall de acesso - I.M.Pei propôs um hall de acesso central em forma de pirâmide. Acesso centralizado - os fluxos ficariam mais ordenados, as galerias conectadas pelo subsolo e salas de exposição seriam ampliadas. Mais do que uma pirâmide - na realidade são 4 pirâmides - a maior que serve para o acesso e outras menores que auxiliam na iluminação. Especificidades Longe de ser Gizah - a maior pirâmide conta com 20 metros de altura e base quadrada com 35 metros de comprimento. Escolha pela pirâmide - as pirâmides são feitas de aço, recobertas por vidro. O arquiteto ressaltava a solidez proporcionada pela forma. Novo vs antigo - uma forma sólida e ao mesmo tempo leve, por conta do vidro, causa um contraste elegante em relação ao complexo existente, definindo bem os diferentes períodos em que as partes do edifício foram construídas.

  49. 106

    106 - Arquitetura e geografia

    Desenho? Matemática? Muitas pessoas acreditam que uma das habilidades mais importantes para um futuro arquiteto é saber desenhar. Há também quem diga que dominar matemática é fundamental, afinal, há uma certa carga horária com cálculos na faculdade. Mas existe uma área de conhecimento muito útil ao arquiteto e que não é tão falada. A geografia. Orientação Saber onde está o norte é algo fundemental em qualquer projeto. Desta forma, é possível saber qual será o percurso do sol em relação ao terreno. Fachadas podem ser posicionadas de maneira estratégica, assim como aberturas e proteções. Topografia A topografia tem tudo a ver com geografia. Saber ler curvas de nível, modelar o terreno, ou entender de declives e aclives é fundamental. Pode-se planejar a implantação mais econômica ou a drenagem mais adequada ao projeto. Contexto Entender o contexto geográfico do projeto é essencial, ainda mais quando se trabalha com grandes escalas. Em um plano urbanístico, por exemplo, o arquiteto será forçado a entender a relação física entre a cidade e suas vizinhas - e com a região. Mesmo em um projeto pequeno, é importante compreender vias principais, fluxos, entorno e vizinhança.

  50. 105

    105 - 5 temas relevantes de TFG em 2019

    Habitação emergencial O país tem sido assolado por tragédias que destroem moradias de populações inteiras. Soluções de habitação emergencial, portáteis e desmontáveis são uma alternativa. Habitação de interesse social adequada aos usuários O Brasil ainda tem um imenso déficit habitacional, com muitas pessoas vivendo em péssimas condições. Habitações sociais personalizáveis e adaptáveis às várias configurações de família são uma alternativa. Escolas modulares Demandas por espaços educacionais variam bastante em quantidade e localidade. Uma alternativa seria a utilização de sistemas modulares, que pudessem ser construídos e adaptados em função destas variações. Praças públicas De forma geral, a imensa maioria das cidades brasileiras não possuem espaços públicos de convivência, cívico e lazer de boa qualidade. Identificar praças de baixa qualidade ou locais com potencial pode resultar em pertinentes soluções paisagísticas. Soluções de mobilidade Cidades brasileiras dependem muito do transporte feito por carros, o que gera uma série de problemas. A proposição de ciclovias, faixas exclusivas e projetos de infraestrutura ligada à mobilidade pode ser um tema interessante a ser abordado.

Type above to search every episode's transcript for a word or phrase. Matches are scoped to this podcast.

Searching…

We're indexing this podcast's transcripts for the first time — this can take a minute or two. We'll show results as soon as they're ready.

No matches for "" in this podcast's transcripts.

Showing of matches

No topics indexed yet for this podcast.

Loading reviews...

ABOUT THIS SHOW

Arquitetura, Design, Tecnologia e Criatividade.

HOSTED BY

Rafael Fischer

CATEGORIES

Frequently Asked Questions

How many episodes does Podcast Do Arquiteto have?

Podcast Do Arquiteto currently has 50 episodes available on PodParley. New episodes are automatically indexed when they're published to the podcast feed.

What is Podcast Do Arquiteto about?

Arquitetura, Design, Tecnologia e Criatividade.

How often does Podcast Do Arquiteto release new episodes?

Podcast Do Arquiteto has 50 episodes. Check the episode list to see recent publication dates and frequency.

Where can I listen to Podcast Do Arquiteto?

You can listen to Podcast Do Arquiteto on PodParley by clicking any episode. We provide an embedded audio player for direct listening, and you can also subscribe via your preferred podcast app using the RSS feed.

Who hosts Podcast Do Arquiteto?

Podcast Do Arquiteto is created and hosted by Rafael Fischer.
URL copied to clipboard!