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Podcast do Piveta
by Leonardo B. Piveta
Seja bem-vindo ao Podcast do Piveta, o seu guia para sobreviver no mundo dos investimentos. Este podcast é trazido a você por Leonardo B. Piveta. Mestre em Economia e comentarista econômico, Leonardo fala sobre tudo o que acontece no mercado financeiro, economia, renda variável e renda fixa usando linguagem simples e acessível.Se você gosta de dinheiro e investimentos, este podcast é para você!
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Papo de Economia #129 - Selic em 14%, mas a surpresa foi em outro lugar
O Ibovespa teve queda de 3,08% enquanto o dólar fechou cotado a R$ 5,08.FocusO Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, mostrou que a inflação esperada para 2026 caiu pela sexta semana seguida, saindo de 5,03% para 5,02%.Estados UnidosA inflação ao consumidor e ao produtor será os catalisadores de fluxo nesta semana. Os dados de emprego mostraram a destruição de 20 mil vagas de emprego, surpreendendo o mercado.
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Papo de Economia #126 - Inflação de 2026 dá trégua: Copom terá margem para cortar juros?
A inflação deu uma trégua, mas isso não significa que os juros vão despencar agora. O Boletim Focus reduziu a projeção do IPCA de 2026 de 5,16% para 5,15%, e eu vou te explicar em menos de 1 minuto o que isso muda nos teus investimentos. Primeiro, entenda: foi a terceira queda semanal seguida, então a direção melhorou. Depois, compare com a meta: o teto é 4,5%, e a projeção ainda está acima dele. Agora, olhe para a Selic: o mercado espera 14% no fim de 2026, contra os atuais 14,25%. Agora vem o segredo: o Copom não corta juros por causa de uma única revisão de 0,01 ponto; ele precisa enxergar inflação desacelerando de forma consistente, expectativas melhorando e economia perdendo força. Depois, acompanhe o dólar, o petróleo e os preços de serviços, porque eles podem atrasar novos cortes. Por último, não mude toda a carteira apostando numa queda rápida dos juros.
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Papo de Economia #125 - Inflação surpreende e reforça expectativa de corte da Selic
A inflação brasileira surpreendeu positivamente em junho, com o IPCA de apenas 0,16%, abaixo das expectativas. Com isso, a projeção para a inflação de 2026 recuou de 5,30% para 5,16%, aumentando as apostas de um novo corte na taxa Selic.No exterior, o petróleo Brent voltou a subir para US$ 79,15 diante da falta de um acordo entre Estados Unidos e Irã. Enquanto isso, investidores acompanham os dados de inflação e vendas no varejo nos EUA e o crescimento da economia chinesa.O cenário mais favorável para a inflação impulsionou os mercados brasileiros, levando o Ibovespa a subir 2,18% na semana, com forte alta na sexta-feira diante da perspectiva de juros menores.
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O que muda para o segundo semestre do ano para o mercado financeiro
O primeiro semestre de 2026 foi marcado por inflação elevada, cortes da Selic, guerra pressionando o preço do petróleo, dólar mais forte e o Ibovespa renovando máximas históricas antes de uma correção.Neste vídeo, Leonardo B. Piveta explica os principais acontecimentos da economia brasileira e do mercado financeiro, mostrando como esses fatores impactam empresários, investidores e famílias que desejam proteger e multiplicar patrimônio.Se você é empresário, investidor ou busca tomar decisões mais inteligentes com seu patrimônio, este podcast foi feito para você.
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Papo de Economia #124 - Inflação de 2026 acelera novamente
A divulgação do IPCA de junho será o principal destaque da semana, com a inflação acumulada em 12 meses podendo atingir 4,80%. Apesar de o Focus reduzir levemente a projeção para 2026, de 5,33% para 5,30%, o cenário fiscal continua preocupando os investidores.Nos Estados Unidos, o Payroll surpreendeu negativamente, com apenas 57 mil vagas criadas, enquanto o mercado aguarda a ata do Fed. No Brasil, dados da indústria e dos investimentos indicam perda de ritmo da economia, mesmo com o Ibovespa registrando alta de 0,45% e o petróleo Brent encerrando a semana em US$ 72,10.
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Papo de Economia #123 - Os dados que ditarão o ritmo do mercado
Após 15 semanas consecutivas de alta, a projeção de inflação para 2026 finalmente se estabilizou em 5,33%. Agora, o mercado volta as atenções para os dados de emprego, atividade econômica e inflação que podem definir o rumo dos juros nos próximos meses.Nos Estados Unidos, o destaque é o Payroll, enquanto Europa e China divulgam novos indicadores de inflação e atividade. No Brasil, o mercado acompanha os dados de emprego e da indústria. O petróleo Brent caiu para US$ 72,33, acumulando queda superior a 9% em junho.Neste episódio, analisamos por que, mesmo com a queda do petróleo e a recuperação de 2,95% do Ibovespa, as contas públicas continuam sendo a principal preocupação dos investidores e um fator de pressão sobre a inflação brasileira.
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Papo de Economia #122 - Selic cai, mas inflação tem 15ª alta seguida
O Banco Central reduziu a Selic para 14,25% ao ano mesmo com a inflação esperada para 2026 subindo para 5,33%, na 15ª semana consecutiva de alta. O mercado agora questiona os próximos passos da política monetária diante da persistência da inflação.Nos Estados Unidos, o Fed manteve os juros inalterados e reforçou o compromisso com o combate à inflação. Enquanto isso, o petróleo Brent recuou para US$ 79,21 após sinais de redução das tensões no Oriente Médio.Neste episódio, analisamos por que a queda da Selic aumentou as incertezas dos investidores
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Papo de Economia #121 - Selic em xeque: inflação sobe pela 14ª semana seguida
A decisão do COPOM ganha ainda mais importância após a projeção de inflação para 2026 subir para 5,30%, marcando a 14ª semana consecutiva de alta no Boletim Focus. O mercado debate se o Banco Central conseguirá continuar cortando os juros diante da piora das expectativas.No cenário internacional, a possibilidade de um acordo entre EUA e Irã reduziu a tensão nos mercados e ajudou a derrubar os juros futuros americanos. O petróleo Brent recuou para US$ 82,92, enquanto o Federal Reserve deve manter os juros inalterados.
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Papo de economia #120 - Inflação dos alimentos coloca juros e mercados em alerta
A inflação volta ao centro das atenções no Brasil e nos Estados Unidos. Após a alta da energia, os alimentos passam a pressionar os índices de preços, enquanto a projeção do Focus para 2026 sobe para 5,11%, na 13ª semana consecutiva de alta.Nos mercados, um Payroll mais forte nos EUA aumentou as apostas de juros elevados por mais tempo. No Brasil, o IPCA de maio deve avançar 0,51%, o Ibovespa acumula oito semanas seguidas de queda e as expectativas apontam para, no máximo, mais um corte de 0,25% na Selic.Neste episódio, analisamos como inflação, juros e o cenário internacional podem afetar a economia brasileira e os investimentos nos próximos meses.
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Papo de Economia #119 - A inflação continua piorando no Brasil
O Boletim Focus elevou a projeção para 2026 para 5,09%, registrando a 12ª semana consecutiva de alta nas expectativas. Enquanto isso, o petróleo Brent recuou para US$ 94,11 após avanços nas negociações entre EUA e Irã.Nos Estados Unidos, o mercado acompanha os dados de emprego e a força da economia, que ajudaram o S&P 500 a acumular a nona semana seguida de valorização, impulsionado também pelo setor de tecnologia.No Brasil, o Ibovespa caiu pela sétima semana consecutiva, refletindo a migração de capital para mercados ligados à tecnologia. Ao mesmo tempo, a atividade econômica segue resiliente, mas a pressão inflacionária levou o governo a atuar para evitar novos aumentos nos combustíveis.
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Papo de Economia #118 - Maior inflação em 10 anos
O IPCA-15 de maio registrou a maior inflação para o mês em uma década, enquanto a projeção para 2026 subiu para 5,04% no Boletim Focus, na 11ª alta seguida.Nos Estados Unidos, o mercado acompanha o deflator PCE para entender se a inflação elevada será temporária ou mais duradoura. O petróleo Brent fechou a semana em US$ 97,30.No Brasil, o PIB deve crescer 1,8% e o desemprego pode cair para 5,9%, mas os juros seguem pressionados pelo avanço da inflação.Enquanto o S&P500 sobe pela oitava semana seguida, a bolsa brasileira sofre com a saída do investidor estrangeiro.
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Papo de Economia #117 - Dólar nas mínimas frente aos dados de inflação de abril
O dólar fechou em R$ 4,89, acumulando queda de 10% em 2026, enquanto o mercado segue revisando a inflação para cima. O Focus elevou a projeção para 4,91% em 2026.Nos EUA, a inflação continua pressionada pelos combustíveis, com o petróleo Brent em US$ 103,66. Mesmo com a guerra no Irã, o S&P500 renovou máximas históricas após dados fortes de emprego e resultados corporativos.No Brasil, o IPCA de abril deve subir 0,63%, reforçando a deterioração inflacionária. Ainda assim, o dólar segue forte para baixo, mesmo com a saída recente do investidor estrangeiro da bolsa brasileira.
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Papo de economia #116 - Dólar nas mínimas frente aos dados de inflação de abril
A inflação segue pressionando os mercados globais, com o petróleo Brent ainda elevado em US$ 103,66. Nos Estados Unidos, os dados de inflação ao consumidor e produtor devem continuar refletindo o impacto da alta dos combustíveis, enquanto as vendas no varejo podem desacelerar diante das incertezas geopolíticas.No Brasil, a expectativa para o IPCA de abril é de alta de 0,63%, enquanto a projeção de inflação para 2026 subiu para 4,91%. Mesmo assim, o dólar segue próximo das mínimas do ano, acumulando queda de 10% em 2026 e fechando a semana em R$ 4,89.O mercado americano continua resiliente, com o S&P 500 renovando máximas históricas após dados fortes de emprego e resultados corporativos positivos. Já o Ibovespa caiu 1,71%, pressionado principalmente pela saída de capital estrangeiro nos últimos dias.
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Papo de economia #115 - Petróleo acima de US$ 100 pressiona inflação global
O petróleo Brent segue acima de US$ 100 e fechou a semana em US$ 113,58, mantendo elevada a preocupação com inflação ao redor do mundo. O choque nos preços de energia continua pressionando principalmente Europa e Ásia, enquanto os mercados acompanham os desdobramentos no Oriente Médio.Nos Estados Unidos, o foco está no Payroll, com expectativa de criação de 73 mil vagas, além da continuidade da expansão no setor de serviços. Mesmo sem avanços concretos no cenário geopolítico, as bolsas americanas seguem sustentadas em níveis elevados.No Brasil, o COPOM reduziu a Selic em 0,25%, levando a taxa para 14,50% ao ano. Ainda assim, as projeções de inflação para 2026 voltaram a subir, alcançando 4,89% no Boletim Focus. O setor industrial segue fraco, com o PMI caminhando para o 11º mês consecutivo em contração.O Ibovespa caiu 1,80% na semana, enquanto o dólar fechou em R$ 4,96, ainda próximo das mínimas do ano. O mercado também acompanha a temporada de resultados corporativos e o avanço das discussões eleitorais no Brasil.
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Papo de Economia #114 - Expectativa de mais um corte na Selic
O petróleo Brent segue elevado, fechando a semana em US$ 108,23, enquanto o impasse no Oriente Médio continua pressionando as expectativas de inflação global. Mesmo assim, a bolsa americana permanece próxima das máximas históricas.Nos Estados Unidos, o principal foco é a reunião do Federal Reserve, que deve manter os juros inalterados. O mercado também acompanha a divulgação do deflator PCE, indicador importante de inflação para o Fed.Na Europa, os investidores monitoram a inflação da Zona do Euro, enquanto China e Japão divulgam dados de atividade e política monetária. O Banco do Japão deve manter os juros estáveis.No Brasil, o mercado espera novo corte de 0,25% na Selic, levando a taxa para 14,50% ao ano, mesmo com as projeções de inflação para 2026 subindo para 4,86%. O Ibovespa caiu 2,55% na semana, com o dólar fechando em R$ 4,98. A temporada de resultados também ganha destaque com a divulgação do balanço da Vale.
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Papo de Economia #113 - Inflação mostrará os impactos dos combustíveis
A inflação global ganha força com o impacto dos combustíveis. O petróleo Brent fechou em US$ 109,03, pressionando os preços ao redor do mundo. Nos Estados Unidos, a inflação de março pode subir cerca de 1%, refletindo diretamente o choque no petróleo.Na China, os preços ao produtor devem sair de mais de 3 anos de deflação, impulsionados pelo custo de energia. No Brasil, o IPCA de março é esperado em 0,75%, enquanto as projeções para 2026 já sobem para 4,36% no Focus e até 4,7% segundo o BTG.Mesmo com esse cenário inflacionário, o mercado reagiu positivamente a rumores de trégua no Oriente Médio. O Ibovespa subiu 2,91% na semana, com o dólar em R$ 5,16.O fluxo estrangeiro segue forte em 2026, já sendo o dobro do registrado no mesmo período do ano anterior. Agora, os investidores monitoram os dados de inflação para entender os próximos passos dos juros e o impacto no crescimento global.
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Papo de Economia #112 - A Inflação deve ser mais alta em 2026
A inflação no Brasil para 2026 segue em trajetória de alta, com revisões constantes impulsionadas principalmente pela disparada do petróleo no cenário global. O aumento do Brent reforça a pressão inflacionária e eleva as expectativas para o IPCA.Nos Estados Unidos, dados como o payroll e as vendas no varejo indicam uma economia ainda resiliente, enquanto na Europa a inflação acelera com impacto direto dos combustíveis. Já a China apresenta sinais de desaceleração na atividade industrial, adicionando incerteza ao crescimento global.No Brasil, o mercado de trabalho continua forte, mas o ambiente de aversão ao risco pressiona as curvas de juros, com taxas prefixadas voltando a níveis elevados. Mesmo assim, a bolsa brasileira mantém desempenho superior ao mercado americano no ano, destacando um movimento de rotação global de capital.
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Papo de Economia #111 - Forte oscilação no mercado marca a semana
A semana foi marcada por forte volatilidade nos mercados financeiros, impulsionada pela guerra no Irã e pela alta do petróleo, fatores que aumentaram a aversão ao risco global. Bolsas em queda, juros futuros em alta e dólar pressionado refletem o cenário de incerteza.Nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve a taxa de juros, enquanto investidores acompanham os impactos do conflito no Oriente Médio sobre a inflação. Na Europa, o Banco Central Europeu segue monitorando o avanço dos preços dos combustíveis, e no Japão há expectativa de maior pressão inflacionária.No Brasil, a inflação projetada continua subindo, com o IPCA-15 no radar e dados de emprego sendo acompanhados de perto. O avanço do preço do diesel já impacta a economia e amplia as incertezas políticas, reforçando um ambiente desafiador para investidores.
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Papo de Economia #110 - Decisão de juros nos EUA e Brasil ante o aumento do petróleo
A alta do petróleo, impulsionada pela guerra no Irã e pelo fechamento do Estreito de Ormuz, passou a influenciar diretamente as decisões de juros ao redor do mundo. O barril do Brent acumula forte valorização, pressionando a inflação global e aumentando a incerteza sobre os próximos passos dos bancos centrais.Nos Estados Unidos, o mercado espera manutenção dos juros pelo Fed, enquanto avalia se o choque no petróleo será temporário ou persistente. Na Europa, o Banco Central Europeu também deve manter as taxas, mas já considera cenários alternativos para inflação. Na Ásia, a atividade industrial chinesa surpreende positivamente, enquanto o Japão segue com política monetária estável.No Brasil, o cenário se torna mais delicado. Apesar da expectativa de um corte de 0,25% na Selic, o aumento nos preços dos combustíveis, já refletido no reajuste do diesel, eleva as preocupações com a inflação e pode mudar o tom do Banco Central.Com isso, a autoridade monetária enfrenta um dilema: estimular a economia com juros mais baixos ou conter a inflação diante do choque de custos. Esse novo contexto pode levar à manutenção de juros elevados por mais tempo, dependendo da evolução do cenário externo.
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Papo de Economia #109 - Guerra no Irã mexe com o preço do petróleo e pode mexer com seu bolso
A escalada da guerra no Irã elevou fortemente o preço do petróleo, impactando os mercados globais e trazendo risco direto ao bolso do consumidor. O barril do Brent chegou a ultrapassar 100 dólares, mas recuou após sinais de possível trégua, aumentando a volatilidade. No Brasil, esse movimento pressiona combustíveis, inflação e pode afetar o ritmo de queda da Selic. Ao mesmo tempo, o cenário global segue atento a dados de inflação nos Estados Unidos, atividade na Europa e salários no Japão, enquanto o mercado local já sente reflexos com queda da bolsa, alta do dólar e expectativa de aceleração do IPCA.
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Papo de Economia #108 - Petróleo e Ouro disparam com ataque americano ao Irã
O ataque americano ao Irã dominou os mercados nesta semana: petróleo Brent disparou 9,9% e ouro subiu 5,57%. O que esse choque geopolítico muda na estrutura do seu patrimônio — não na economia, no seu capital.Neste episódio: impacto da tensão no Oriente Médio nas commodities, leitura do IPCA-15 acima do esperado, expectativas do Focus (Selic a 12% no final de 2026 e inflação em 3,91%), dados de emprego nos EUA, PIB do Brasil no 4T25.
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Papo de Economia #107 - Dólar nas mínimas e expectativas de corte na Selic
No episódio de hoje do Papo de Economia, analisamos a queda do dólar às mínimas recentes, a alta do Ibovespa e as novas expectativas para cortes na Selic, além dos principais indicadores que movimentam os mercados globais e brasileiros. Comentamos os dados do Boletim Focus do Banco Central do Brasil, que apontam inflação de 3,91% para 2026, o desempenho resiliente da economia dos Estados Unidos, a decisão da Suprema Corte que derrubou tarifas impostas por Donald Trump e os sinais do FOMC sobre juros americanos. Também abordamos a inflação em Tóquio no Japão, a política de crédito da China, o comportamento do petróleo Brent diante das tensões entre Estados Unidos e Irã, além do impacto do IPCA-15, mercado de trabalho aquecido e fluxo estrangeiro sustentando a bolsa brasileira.
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Papo de Economia #106 - Inflação de janeiro no Brasil e Estados Unidos
Leonardo B. Piveta comenta os dados mais recentes de inflação no Brasil e nos Estados Unidos e os impactos imediatos nos mercados. O Ibovespa avançou enquanto o dólar encerrou a semana em R$ 5,22, refletindo a entrada de capital estrangeiro e as expectativas para juros e atividade econômica. O Boletim Focus do Banco Central do Brasil projeta inflação de 3,97% para 2026, enquanto nos Estados Unidos os investidores aguardam os dados de inflação ao consumidor e ao produtor após o adiamento do Payroll devido ao shutdown do governo. No cenário internacional, destaque para o PIB do Reino Unido, a atividade industrial da China e a proximidade do Ano Novo Lunar. No Brasil, a prévia do IPCA de janeiro, os sinais de desaceleração no varejo e serviços e as mudanças na diretoria do Banco Central pressionaram os juros futuros, enquanto o fluxo estrangeiro segue sustentando a valorização dos ativos.
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Papo de Economia #105 - Selic deve cair em 2026 e ações seguem nas máximas
Leonardo B. Piveta analisa as expectativas de queda da Selic em 2026 e a continuidade da forte alta das ações brasileiras, com o Ibovespa renovando máximas impulsionado pelo fluxo estrangeiro. O dólar recuou para a faixa de R$ 5,26, enquanto o Boletim Focus do Banco Central do Brasil projeta inflação de 3,99% para 2026, reforçando a perspectiva de início do ciclo de cortes de juros nos próximos meses. Nos Estados Unidos, o FOMC manteve os juros e o mercado acompanha os dados de emprego e a possível indicação de Kevin Warsh por Donald Trump para a presidência do Federal Reserve. No Banco Central Europeu, a expectativa é de manutenção das taxas, enquanto China e Japão têm agenda econômica mais tranquila. No Brasil, a Selic foi mantida em 15%, mas investidores já antecipam cortes a partir de março, cenário que, somado à entrada de capital estrangeiro, sustenta a valorização expressiva da bolsa brasileira e a queda recente do dólar.
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Papo de Economia #103 - FGC libera crédito do Banco Master e Ibovespa começa o ano em alta
O primeiro mês do ano começa com Ibovespa em alta de 0,88% e dólar a R$ 5,37, puxado pelo desempenho das empresas de commodities em meio às expectativas eleitorais no Brasil.📉 Boletim Focus: inflação esperada para 2026 recua para 4,02%, indicando perspectiva de menor pressão inflacionária ao longo do ano. 🇺🇸 Estados Unidos:O deflator PCE, principal termômetro da inflação ao consumidor, será divulgado esta semana.A expectativa gira em torno do nome que o presidente Donald Trump indicará para comandar o Federal Reserve, o banco central dos EUA.🌍 Ásia e Europa:A China cresceu 5% em 2025, mas o setor imobiliário continua encolhendo – queda de quase 18% no ano.Na Zona do Euro, os dados de atividade permanecem resilientes e a inflação parece sob controle, dentro da meta do BCE.🛢️ Commodities:Petróleo Brent fechou a US$ 63,64Ouro acumula alta de mais de 8% no ano diante da escalada de tensão entre EUA e Irã.🇧🇷 Brasil:A arrecadação federal em 2025 deve atingir quase R$ 3 trilhões, impulsionada pelos sucessivos aumentos de impostos promovidos pelo governo.O FGC (Fundo Garantidor de Créditos) inicia nesta semana a liberação dos pagamentos aos investidores do Banco Master, encerrando uma das maiores tensões do mercado de renda fixa no último trimestre.
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Papo de Economia #102 - Breve Retrospectiva do mercado financeiro em 2025
No último episódio do ano, Leonardo B. Piveta faz um panorama dos principais acontecimentos que movimentaram os mercados em 2025.Japão surpreende com alta dos juros para 0,75%, após anos em patamar zerado.Apesar das incertezas políticas — como o anúncio de Flávio Bolsonaro como candidato à presidência em 2026, que gerou forte reação no mercado —, o Ibovespa encerra 2025 com desempenho robusto, puxado por bancos, empresas de serviços básicos e ações da Vale (que sobem quase 50% no ano).🔒 O ouro brilhou como ativo de proteção em meio a um cenário global mais tenso, consolidando-se como o grande vencedor do ano com alta de mais de 65%.
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Papo de Economia #101 - Payroll abaixo do esperado e inflação nos EUA
Nesta edição do Papo de Economia, Leonardo B. Piveta comenta os principais eventos que marcaram a semana de 15 de dezembro de 2025 no mercado financeiro.🔺 O Ibovespa subiu 2,16% e o dólar encerrou cotado a R$ 5,42, refletindo o alívio global com o payroll mais fraco nos Estados Unidos e a manutenção da taxa Selic no Brasil.Destaques do episódio:🇺🇸 Estados UnidosO payroll de novembro veio abaixo do esperado, reforçando o discurso de Jerome Powell sobre a importância dos dados de emprego.Os juros foram cortados conforme previsto, mas o tom do Fed indica que novos cortes só virão com sinais claros de desaceleração.🇧🇷 BrasilO COPOM manteve a Selic em 15%, mas o comunicado veio com um tom mais duro, esfriando as apostas de corte já em janeiro.Dados de atividade econômica mostram estagnação no segundo semestre, mas o Ibovespa segue em alta, impulsionado pela confiança do investidor.🌍 Europa e ÁsiaO Banco Central Europeu deve manter os juros em 2%.O Banco do Japão também decide sobre política monetária nesta semana.🛢️ CommoditiesO petróleo Brent caiu para US$ 61,17.O destaque é o ouro, que acumula alta de quase 65% em 2025.📊 Focus e inflaçãoO Boletim Focus trouxe a quinta revisão baixista seguida da inflação, com o IPCA de 2025 agora projetado em 4,36%.
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Papo de Economia #100 - Flávio Bolsonaro candidato e decisão sobre a Selic
O episódio 100 do Papo de Economia marca uma semana agitada no mercado financeiro, onde política e juros dividem os holofotes.A grande notícia foi a confirmação de Flávio Bolsonaro comocandidato à presidência nas eleições de 2026, com apoio direto do ex-presidente Jair Bolsonaro. A reação do mercado foi clara: Ibovespa caiu 1,07%, com forte aversão ao risco. O dólar subiu e fechou em R$ 5,45.Além do cenário político, esta semana traz decisões cruciaispara os investidores:Selic em pauta: o Copom decide a nova taxa de juros noBrasil;Boletim Focus: projeções de inflação para 2025 caem para4,40%;Estados Unidos: reunião do FOMC deve confirmar novo corte na taxa de juros americana;Zona do Euro e China: produção industrial e dados deinflação seguem no radar global;Commodities: petróleo Brent fechou cotado a US$ 63,75.
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Papo de Economia #99 - PIB do 3T25 no Brasil e Ibovespa imparável
O Ibovespa renovou sua máxima histórica com alta de 2,78%, enquanto o dólar encerrou a semana a R$ 5,34. O otimismo global com o possível corte de juros nos EUA impulsionou os mercados, e o índice brasileiro teve seu melhor mês desde agosto de 2024.No Brasil, o PIB do 3º trimestre deve confirmar a desaceleração da economia, com expectativa de crescimento de 1,61% em relação ao ano anterior. A taxa de desemprego também recuou, com queda da força de trabalho. Enquanto isso, empresas seguem antecipando o pagamento de dividendos para evitar os impactos da nova tributação.No exterior, destaque para o deflator PCE nos EUA e para o pior desempenho de atividade na China desde 2023. O barril de petróleo Brent fechou a US$ 62,05.No Focus, projeções de inflação para 2025 seguem em queda, agora em 4,43%.
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Papo de Economia #98 - Pressão nos juros e efeitos da liquidação do Banco Master
O Ibovespa recuou 1,88% enquanto o dólar voltou a subir, fechando a semana a R$ 5,40.Nos EUA, o Payroll de setembro veio mais forte que o esperado, reduzindo as apostas de cortes na taxa de juros. A ata do FOMC confirmou a divisão entre os dirigentes, aumentando a incerteza. Mesmo com bons resultados da Nvidia, o S&P500 teve queda na semana.No Brasil, a inflação segue em queda — o Focus reduziu a projeção para 2025 a 4,45%. Já o mercado de trabalho continua firme e os dados do Caged e da PNAD devem reforçar esse cenário. O BC divulga também os dados de crédito do mês de outubro.Enquanto isso, a liquidação do Banco Master gerou movimentação no setor financeiro. Investidores e correntistas devem recorrer ao FGC para recuperação.Na Europa, o turismo e os investimentos em IA sustentam a economia, apesar das dificuldades na indústria. E o petróleo Brent caiu para US$ 62,05.No radar, segue a preocupação fiscal no Brasil: o governo continua buscando formas de aumentar a arrecadação para equilibrar o orçamento de 2026.
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Papo de Economia #97 - Ações nas máximas e Liquidação do Banco Master
O Ibovespa renovou recordes, subindo 2,39% na semana, enquanto o dólar caiu para R$ 5,30. A retomada das divulgações nos EUA após o fim do shutdown traz de volta dados cruciais para o mercado, começando pelo Payroll.No Brasil, o IPCA de outubro surpreendeu positivamente com alta de apenas 0,09%. As vendas no varejo também vieram fracas, reforçando o efeito da política monetária. A combinação de inflação sob controle e desaceleração econômica reforça a expectativa de corte na Selic em breve.Enquanto isso, o Focus do Banco Central ajustou para baixo a projeção de inflação de 2025: agora em 4,46%. Já no cenário internacional, o Japão apresenta retração no PIB e o Reino Unido desacelera na inflação.Em destaque, o Ibovespa já acumula alta de 33% em 2025 e encerra 15 pregões consecutivos no azul.A liquidação do Banco Master, decretada pelo Banco Central, marca o fim de meses de incerteza sobre o futuro da instituição.Com a liquidação do Banco Master, o FGC entra em ação. Ele garante até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ e por instituição, cobrindo os investidores e correntistas em caso de prejuízo.
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Papo de Economia #96 - Ibovespa segue nas máximas e o imposto sobre dividendos
O Ibovespa renovou sua máxima histórica com alta de 3,02%, enquanto o dólar recuou para R$ 5,33. No Brasil, o destaque ficou para a manutenção da taxa Selic em 15% e a aprovação da nova tributação sobre dividendos no Congresso.Nos EUA, o impasse que mantém o governo paralisado já é o mais longo da história, comprometendo a divulgação de dados oficiais. Na Europa, o Banco da Inglaterra manteve os juros, e na China as exportações caíram 25,2% em meio a sinais de deflação.Enquanto isso, os CEOs de grandes bancos como Goldman Sachs e Morgan Stanley alertam para uma possível correção nas bolsas globais, especialmente no setor de tecnologia
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Papo de Economia #95 - Ibovespa nas máximas e reunião do COPOM
A semana foi marcada pela decisão histórica do Federal Reserve de cortar os juros em 25 pontos-base. Mesmo com cautela nas falas de Powell, o mercado reagiu bem: S&P 500 em alta e Ibovespa renovando sua máxima histórica, com alta de 2,30%. No Brasil, os dados de emprego surpreenderam positivamente, enquanto o Copom deve manter a Selic em 15%. No exterior, o encontro entre Trump e Xi Jinping trouxe alívio ao mercado, e o desempenho da Vale se destacou, com ações subindo mais de 13% em outubro.
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Papo de Economia #94 – Decisão sobre os juros nos EUA e resultado da Vale
A semana foi marcada pela expectativa de corte de juros nos Estados Unidos, inflação controlada e otimismo global. O Ibovespa renovou máxima histórica, subindo 1,93%, enquanto o dólar fechou a R$ 5,39. No Brasil, os dados de mercado de trabalho e o déficit das contas públicas chamam atenção. No exterior, além da decisão do Fed, destaque para o forte salto do petróleo e o resultado da Vale. Também repercutimos o encontro entre Trump e Lula, e a vitória legislativa do partido de Milei na Argentina.
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Papo de Economia #93 - Redução do Preço da Gasolina e Dados econômicos
O Ibovespa subiu 1,93% na semana, impulsionado pelo cenário externo mais positivo e pela redução das tensões comerciais entre Estados Unidos e China. O dólar fechou cotado a R$ 5,41.O Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, trouxe nova revisão para baixo na expectativa de inflação para 2025, agora em 4,70%.Nos Estados Unidos, a divulgação do CPI de setembro, adiada pela paralisação do governo, é aguardada com atenção. Por lá, os bons resultados corporativos sustentaram a alta do S&P 500.Na China, o PIB do terceiro trimestre veio acima das expectativas, mostrando uma economia mais resiliente. Já no Reino Unido e Japão, os mercados aguardam dados de inflação. A Zona do Euro deve divulgar indicadores de atividade econômica.No Brasil, o IPCA-15 de outubro deve mostrar desaceleração da inflação. Por outro lado, o IBC-Br veio abaixo do esperado, indicando arrefecimento da atividade econômica.Entre as commodities, o petróleo Brent recuou para US$ 61,29, enquanto o ouro permanece como destaque, acumulando alta de 63% no ano.
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Papo de Economia #92 - Tensões comerciais retornam e bolsas caem
Nesta edição, o mercado global sente o impacto do retorno das ameaças tarifárias dos Estados Unidos sobre a China, reacendendo o temor de uma nova guerra comercial. O Ibovespa caiu 2,44%, o dólar subiu para R$ 5,52 e o risco fiscal interno pressiona os juros longos no Brasil.Nos EUA, a paralisação do governo continua e mantém a agenda econômica esvaziada. Já no Brasil, o IPCA de setembro subiu 0,48%, com sinais de desaceleração em alguns grupos. O Congresso discute mudanças na tributação sobre aplicações financeiras, e o STF volta a analisar a desoneração da folha de pagamento.🔎 Destaques do episódio:Queda forte nas bolsas globaisAlta no dólar e pressão sobre juros longosReações às tarifas EUA-ChinaInflação no Brasil e dados de varejo/serviçosArrecadação federal passa de R$ 3 trilhões em 2025Expectativas de nova proposta fiscal de HaddadEntenda os efeitos das tensões geopolíticas, dos impostos e da inflação nos investimentos. Um episódio essencial para quem acompanha os mercados financeiros e o cenário macroeconômico brasileiro.
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Papo de Economia #91 - Inflação de setembro e paralisação nos EUA
No episódio desta semana, analisamos os principais impactos da paralisação do governo dos Estados Unidos, que adiou dados cruciais como o Payroll e aumentou a tensão entre investidores e o Federal Reserve. A falta de informações oficiais deixa o mercado no escuro e reforça a cautela global.No Brasil, o IPCA de setembro deve subir 0,51%, com inflação de serviços ainda pressionada. Além disso, o risco fiscal voltou ao centro das atenções após a aprovação de medidas que aumentam gastos e reduzem arrecadação.No Focus, o mercado revisou novamente para baixo a expectativa de inflação em 2025, agora projetando IPCA de 4,80%.Falamos ainda sobre:A alta de 49% no ouro em 2025Queda no Ibovespa e valorização do dólar
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Papo de Economia #90 - Ciclo de corte de juros no EUA
Ibovespa na máxima, dólar nas mínimas enquanto Lula diz que está ocupado demais para negociar tarifas com Donald Trump, presidente dos EUA.Taxa Selic se mantém em 15% ao ano, mas Boletim Focus sinaliza juros em 12,25% em 2026.
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Papo de Economia #89 - Investidores esperam corte de juros nos EUA
O otimismo veio com a inflação ao produtor (PPI) abaixo do esperado nos EUA, abrindo espaço para o Fed iniciar o corte de juros ainda nesta semana.No Brasil, o IPCA de agosto caiu 0,11%, mas o COPOM deve manter a Selic em 15%. O Focus trouxe queda nas projeções da Selic para 2026, agora em 12,38%.Na Europa, o BCE manteve os juros, e na China, a indústria cresceu 5,2%, mas o consumo e o investimento decepcionaram. O Banco do Japão também se reúne esta semana.Decisões de política monetária no Brasil, EUA e Japão dominam a atenção do mercado global.
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Papo de Economia #88 - Ibovespa em nova máxima e dados de inflação
O Ibovespa subiu 0,86% e renovou máxima histórica. O dólar fechou a R$ 5,41.Nos EUA, o Payroll veio muito fraco, reforçando a expectativa de corte de juros. No Brasil, o IPCA de agosto deve cair 0,16%.Na China, a deflação persiste. E a Receita Federal passa a monitorar movimentações acima de R$ 2 mil e rendimentos com aluguel.
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Papo de Economia #87 - PIB do Brasil desacelera e Payroll nos EUA
O Ibovespa renovou máxima histórica com alta de 2,5%, embalado por expectativas eleitorais e cenário internacional mais favorável. Nos EUA, o Payroll reforçou a possibilidade de corte de juros pelo Fed, enquanto no Brasil os dados do PIB do 2º trimestre podem confirmar a desaceleração da economiaNeste episódio, Leonardo B. Piveta comenta:A queda da inflação esperada no Focus;A leitura do deflator PCE nos EUA e seus impactos;As expectativas para o Payroll e a política monetária americana;A desaceleração da atividade econômica no Brasil;A influência do cenário político e fiscal no mercado local
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Papo de Economia #86 - Possibilidade de corte de juros nos EUA fazem bolsas subirem
As falas do presidente do Fed, Jerome Powell, durante o simpósio de Jackson Hole, animaram os mercados. A expectativa de cortes na taxa de juros nos EUA impulsionou bolsas pelo mundo, incluindo o Ibovespa, que encerrou a semana em alta.Neste episódio, Leonardo B. Piveta analisa:O impacto das sinalizações do Fed sobre juros;O desempenho do Ibovespa;A prévia da inflação no Brasil (IPCA-15) ;As tensões políticas envolvendo o Banco do Brasil e a Lei Magnitsky.
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Papo de Economia #85 - Puxado por bancos, Ibovespa afunda com decisão de Dino
O Ibovespa recuou com força após a decisão do ministro Flávio Dino, do STF, que impactou diretamente ações do setor bancário. O episódio analisa os desdobramentos que influenciaram o mercado, além de trazer as últimas atualizações do cenário econômico global. Você vai ouvir: Os motivos da forte queda do Ibovespa; Como a decisão do STF afeta os bancos e investidores; Atualizações do cenário internacional com foco nos EUA
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Papo de Economia #84 - Inflação de julho anima as bolsa de valores
No episódio #84 do Papo de Economia, Leonardo B. Piveta comenta os impactos da inflação de julho no Brasil e nos Estados Unidos, que trouxe alívio aos mercados e ajudou o Ibovespa a subir 2,62% na semana. O dólar fechou cotado a R$ 5,43.O Boletim Focus revelou nova queda da expectativa de inflação para 2025, pela 11ª semana consecutiva. Já o IPCA de julho subiu apenas 0,26%, reforçando a visão de que o Banco Central pode manter os juros no patamar atual e, futuramente, iniciar cortes.Nos Estados Unidos, a atenção se volta para os dados do CPI,PPI e vendas no varejo, que podem reforçar a expectativa de corte de juros pelo Fed já em setembro.Na Europa e na Ásia, os dados de PIB do 2T25 no Reino Unidoe Japão serão destaque, além dos dados de crédito na China. Nesta semana, os investidores também acompanham osresultados do Banco do Brasil (BBAS3) e os desdobramentos da ata do COPOM, que confirmou visão otimista com o avanço do processo desinflacionário. Acesso minhas redes: https://linktr.ee/leopbpiveta
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Papo de Economia #83 - Mercado de trabalho americano surpreende e juros devem cair
No episódio #83 do Papo de Economia, Leonardo B. Piveta analisa os impactos da surpreendente desaceleração no mercado de trabalho dos EUA, que aumentou as apostas para um corte de juros já em setembro pelo Federal Reserve.O Payroll de julho registrou a criação de apenas 73 mil vagas, metade do esperado, o que pressionou o S&P500 e reforçou o movimento de revisão nas projeções econômicas. O FOMC manteve os juros inalterados, e o PIB americano subiu 3% no 2º trimestre, com destaque negativo para a demanda privada.No Brasil, o COPOM também manteve a Selic em 15% ao ano, e os números do Caged devem mostrar geração líquida de 160 mil empregos. Apesar da inclusão de 700 exceções nas tarifas dos EUA sobre o Brasil, não há sinal de negociação diplomática no horizonte.O Ibovespa caiu 0,81% e o dólar fechou a R$ 5,54. Destaque ainda para a expectativa em torno dos resultados do 2T25 de Petrobrás e Itaú.
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Papo de Economia #82 - Decisões de juros, PIB dos EUA e tarifas em vigor: semana decisiva
No episódio #82 do Papo de Economia, Leonardo B. Piveta analisa uma semana decisiva para o mercado financeiro global, marcada por decisões de juros no Brasil, EUA e Japão, além da entrada em vigor das tarifas de 50% sobre as importações brasileiras pelos Estados Unidos.O Ibovespa fechou praticamente estável (+0,11%), enquanto o dólar encerrou a R$ 5,56. No Brasil, o Boletim Focus trouxe nova revisão baixista da inflação esperada para 2025, agora em 5,09%, nona semana consecutiva de queda.Nos Estados Unidos, os olhos se voltam para a reunião do Federal Reserve, o Payroll de julho e a divulgação do PIB americano, que devem dar pistas sobre os rumos da economia global.Na Europa e na Ásia, os acordos comerciais entre EUA e União Europeia/Japão e a expectativa pela decisão do Banco Central do Japão movimentam os mercados.Por aqui, o COPOM deve manter a taxa Selic em 15% ao ano, enquanto dados do Caged e o clima de incerteza sobre as tarifas seguem no radar dos investidores.
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Papo de Economia #81 - Crise diplomática com EUA afunda o Ibovespa
No episódio #81 do Papo de Economia, Leonardo B. Piveta comenta os impactos das tensões políticas internas e externas sobre o mercado de ações brasileiro. O Ibovespa caiu 2,06%, pressionado pela operação da Polícia Federal envolvendo Jair Bolsonaro, a reinstauração do decreto do IOF e as incertezas nas relações diplomáticas com os Estados Unidos.Do lado econômico, o Boletim Focus apontou nova revisão baixista da inflação esperada para 2025, agora em 5,10%. Já o dólar seguiu pressionado e fechou a semana a R$ 5,58.Nos EUA, o destaque foi a inflação ao consumidor (CPI) de junho, que mostrou leve aceleração. Apesar disso, o mercado americano segue otimista com a temporada de resultados do 2T25.No Brasil, atenção para o IPCA-15 de julho e a divulgação da arrecadação federal de junho, estimada em R$ 235,3 bilhões – com alta real de 7% em 12 meses.Destaques do episódio:Queda do Ibovespa e instabilidade política no Brasil;Riscos fiscais e IOF voltam ao centro da discussão;Tensão entre Brasil e EUA pressiona mercado financeiro;Resultados do 2T25 movimentam a bolsa brasileira.https://linktr.ee/leopbpiveta
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Papo de Economia #80 - EUA impõem tarifas ao Brasil: Ibovespa desaba
No episódio #80 do Papo de Economia, Leonardo B. Piveta analisa os efeitos das tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos ao Brasil, que provocaram a pior queda semanal do Ibovespa desde 2022. O índice caiu 3,59% enquanto o dólar subiu para R$ 5,56.As ações brasileiras reagiram negativamente à decisão americana, motivada por atritos diplomáticos e comerciais. O Banco BTG Pactual estima que a medida pode causar uma retração de até 0,3% no PIB brasileiro.Na agenda macroeconômica:O IPCA de junho subiu 0,24% e acumula 5,35% em 12 meses.O Boletim Focus revisou novamente para baixo a inflação esperada de 2025, agora em 5,17%.Nos Estados Unidos, o mercado acompanha a divulgação do CPI, PPI e vendas no varejo de junho.Na Europa, destaque para a produção industrial da Alemanha e, na China, o PIB do segundo trimestre.Destaques do episódio:Ibovespa -3,59%, dólar a R$ 5,56;Inflação acumulada no Brasil em 12 meses: 5,35%;Petróleo Brent cotado a US$ 70,46;Previsão de queda no PIB do Brasil com novas tarifas;Risco fiscal e diplomático em alta no mercado brasileiro.
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Papo de Economia #79 - Ibovespa em máxima histórica e inflação controlada?
No episódio #79 do Papo de Economia, Leonardo B. Piveta comenta os principais movimentos da semana nos mercados financeiros, com destaque para a máxima histórica do Ibovespa, o IPCA de junho e os efeitos de um Payroll forte nos Estados Unidos.Enquanto a inflação no Brasil segue desacelerando, o apetite global por risco impulsionou o mercado acionário local. A expectativa para o IPCA, aliada aos dados fracos de emprego no país, reforça a percepção de uma economia mais branda e com juros mais estáveis.Nos EUA, a criação de 147 mil empregos em junho superou as estimativas e alimenta debates no Federal Reserve sobre o momento ideal para cortar os juros.Destaques do episódio:Ibovespa +3,21% na semana, em nova máxima históricaDólar a R$ 5,45Boletim Focus com nova queda na inflação projetada (5,18%)IPCA de junho previsto em 0,21%Petróleo Brent a US$ 67,76Atenção para dados de comércio e serviços no Brasil
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Papo de Economia #78 - IOF derrubado e corte de juros nos EUA à vista?
O episódio #78 do Papo de Economia traz os destaques da semana no mercado financeiro, com atenção total à derrubada do decreto do IOF, a expectativa para o Payroll nos EUA, e os reflexos no Ibovespa, dólar e commodities.No Brasil, o mercado acompanha o avanço do risco fiscal e os dados do mercado de trabalho. Já nos Estados Unidos, a inflação medida pelo PCE mostrou desaceleração, alimentando apostas de corte de juros por parte do Federal Reserve.Na China, o PMI deve mostrar melhora no setor manufatureiro, enquanto o Banco do Japão pode se preparar para subir juros.Destaques do episódio:Ibovespa estável em -0,18%Dólar fechando a R$ 5,49Petróleo Brent caiu 12,2% na semanaDéficit público no Brasil pode chegar a R$ 42,7 bilhõesIOF revogado e tensão entre Congresso e Governo
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Seja bem-vindo ao Podcast do Piveta, o seu guia para sobreviver no mundo dos investimentos. Este podcast é trazido a você por Leonardo B. Piveta. Mestre em Economia e comentarista econômico, Leonardo fala sobre tudo o que acontece no mercado financeiro, economia, renda variável e renda fixa usando linguagem simples e acessível.Se você gosta de dinheiro e investimentos, este podcast é para você!
HOSTED BY
Leonardo B. Piveta
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