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Podcast MUGRE NAS ONDAS
by kalimera
Somos as de abaixo, somos as ninguém, somos as esquecidas. Somos muitas. Somos mui diferentes. Mas há umha luta que nos une, a luta feminista. Praticamos um feminismo alternativo, autônomo e combativo contra as violências que nos atravessam por sermos mulheres. A nossa vontade é dar conta da interseccionalidade da nossa luta, ampliando o sujeito do feminismo.Mugre nasce um 20 de Fevereiro num momento de grande repressom na Galiza, diante disto vimos a necessidade de visiviliçar como nos afecta de jeito específico a repressom as mulheres. Foi-se criando assim, um espaço de sororidade onde socializar os nossos medos e inseguranças.A partir de ir tecendo a confiança entre todas fomos ampliando o nosso campo de luta, explorando novas formas de combater a opressom e as agressons que recebemos as mulheres. Neste contexto xurde MUGHRE NAS ONDAS, umha iniciativa para dar-lhe voz às silenciadas, às que somos marginadas por um sistema heteronormativo e patriarcal.MUGRE SOMOS TODAS!
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XVII programa
Pois ben, mulheres lésbicas, feminismo, loita, liberdade, heteropatriarcado, emancipación... moitos ingredientes sen ter moi clara a receita para aplicar....todas estas cousas rebulíanos polas cacholas das pensadoras mugrientas, e cavilamos moito e viramos o guión e cuestionámonos cousas e volvimos pensar......Ata que saíu o bolo do forno!!!! Isto é, o menú lesbopensante!!!!
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XVII programa mugriento
Pois ben, mulheres lésbicas, feminismo, loita, liberdade, heteropatriarcado, emancipación... moitos ingredientes sen ter moi clara a receita para aplicar....todas estas cousas rebulíanos polas cacholas das pensadoras mugrientas, e cavilamos moito e viramos o guión e cuestionámonos cousas e volvimos pensar......ata que saiu do forno... o menú lesbopensante! Velaí o link prometido: http://difusionfeminista.blogspot.com.es/p/articulos-para-descargar.html
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XVI Programa Mugre nas Ondas
Que la poesía haga daño. Que meta la mano hasta arrancarte el estómago. Que la poesía no sea hermosa ni nos haga acudir a teatros, a salas de actos pulidas y con sillas en fila. Que la poesía provoque el vómito, la fiebre, que no nos deje dormir en mitad de la noche. Que no venga después de ella el amor, la calma o una cena, que venga el hueco, la vigilia, el laberinto, el vagabundeo sin origen ni final. Que no haya final después de ella, que agarre los ojos y los vacíe para poder ver más allá de ellos. Que ensucie el agua, la boca, la sangre, que bese la derrota, que rasque la costra de la herida para que sangre. Que duela, que duela hasta quebrar la hipocresía, la apariencia, que queme, que no sea ni un canto, ni un suspiro, que tenga la fuerza rabiosa de la vida. No cantos sino gritos. No son palabras sino gritos lo que pongo ahora en tu mano Princesa Inca. Aquí está o programa de xaneiro, o número XVI, non é pouco! Neste programa queremos compartir con vós diversas reflexións en torno á saúde mental e ás mulleres, desmontar mitos e estigmas. Boa escoita!
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XV Programa de Mugre nas Ondas
No programa de Novembro abordamos o tema do ecofeminismo. Saltámonos as nosas propias reglas e elaboramos un formato diferente de programa. Para non perder!
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4
Xiv mugre nas ondas
Unha cincelada ao amor romántico! Movementos de ocupación rural, etc...
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3
XIII Mugre nas Ondas
Décimo terceiro programa de Mugre nas Ondas na radio libre de Compostela, a Kalimera. Programa de feminnismos
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2
XI Mugre NAS Ondas
Feminismos comunitários, mulherazas gaiteiras, vacinas e revoltas várias... Deleitáde-vos! ;)
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XII Mugre nas Ondas
O 12 programa de Mugre é umha mulherenagem a nós cíclicas, nós curandeiras, nós vermelhas e aldeanas... Disfrutem!
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Somos as de abaixo, somos as ninguém, somos as esquecidas. Somos muitas. Somos mui diferentes. Mas há umha luta que nos une, a luta feminista. Praticamos um feminismo alternativo, autônomo e combativo contra as violências que nos atravessam por sermos mulheres. A nossa vontade é dar conta da interseccionalidade da nossa luta, ampliando o sujeito do feminismo.Mugre nasce um 20 de Fevereiro num momento de grande repressom na Galiza, diante disto vimos a necessidade de visiviliçar como nos afecta de jeito específico a repressom as mulheres. Foi-se criando assim, um espaço de sororidade onde socializar os nossos medos e inseguranças.A partir de ir tecendo a confiança entre todas fomos ampliando o nosso campo de luta, explorando novas formas de combater a opressom e as agressons que recebemos as mulheres. Neste contexto xurde MUGHRE NAS ONDAS, umha iniciativa para dar-lhe voz às silenciadas, às que somos marginadas por um sistema heteronormativo e patriarcal.MUGRE SOMOS TODAS!
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