PODCAST · games
Pouco Pixel
by AD&D Studio
Aqui só tem jogo véio! Toda segunda-feira um papo esperto sobre videogames antigos, com opinião, sacação e groselha à vontade.
-
200
#165: Conexão Leste-Oeste
Japoneses fazendo jogos para agradar americanos. E nós, no meio do caminho. Ninguém entendendo nada. Falamos sobre jogos que ficam perdidos na tradução - metaforicamente, mas literalmente também - entre o Japão e o ocidente. Ninjas duelando com boxeadores em bares nova-iorquinos, samurais de metralhadora, colegiais que viram membros de gangues... nada faz sentido, mas tudo é fascinante. Michael Jackson era um ninja?
-
199
#164: Cemitério de franquias
Era pra ser um sucesso duradouro, mas foi só uma febre de verão. Falamos sobre as franquias que pareciam franquias mas nunca viraram franquias apesar de serem franquias. Quer dizer, sobre jogos que tinham tudo para terem continuações infinitas mas que morreram depois de um ou dois jogos. Por quê?
-
198
#163: A vida como ela é
Que salvar o mundo que nada! Falamos sobre os jogos cujo grande objetivo é... viver uma rotina bem comum: ficar em casa, cuidar do cachorro, plantar, ler o jornal e até fazer cocô. Por que a vida real parece tão atraente nos video games se essa é justamente a nossa experiência fora deles? Por que títulos como "The Sims" e "Harvest Moon" fizeram tanto sucesso? E "Shenmue"?
-
197
#162: Existe cultura gamer?
Tem cadeira gamer, gabinete gamer, teclado gamer, mouse gamer... e cultura gamer, tem? Conversamos sobre o "gamer", seja ele percebido ou real. Entre os jogadores, existe uma identidade comum que vá além dos jogos em si? Estilo de vida? Linguagem? Gosto por luzes coloridas? E... o que a extrema direita tem a ver com tudo isso?
-
196
#161: Coma minhas calças!
Ficou tão grande que ficou impossível de cancelar - e parar de lançar jogos. Falamos sobre "Os Simpsons", o desenho que está há 37 anos no ar e quase esse tempo todo estampando video games. Como acontece em títulos de franquias famosas, nenhum jogo dos Simpsons é verdadeiramente bom. Mas acompanhar a trajetória da família amarela de quatro dedos nos consoles (e nos fliperamas) é um exercício fascinante de historiografia de video games. Plataforma era a moda? Tem dos Simpsons, aos montes. Arcade é beat'em up? Joga dos Simpsons então! Mini game? Mini golf? Luta livre? Clone do "Crazy Taxi"? Do GTA"? No que você pensar... os Simpsons vão estar lá!
-
195
#160: O zen do sofrimento
O que era regra virou exceção cult. Tivemos um papo difícil sobre jogos... difíceis. Se antes video game era sinônimo de dificuldade, hoje ela está restrita a um gênero especial: o masocore. O que aconteceu de lá para cá? O que define o gênero? Os jogos de arrancar os cabelos do Nintendinho eram masocore? O que separa os jogos-paródia das séries "Souls" e "Hollow Knight"?
-
194
#159: Quer pagar quanto?
O que parecia ser a revolução dos video games se transformou em um pesadelo de negócios - e de relações públicas também. Debatemos o drástico aumento (no Brasil, de 100%) do Game Pass e nos perguntamos: jogo por assinatura dá pé? Para tentar responder, uma olhadinha nos números: como a indústria dos video games tem se sustentado historicamente? O que dá mais dinheiro, console ou jogo? E como os jogos se mantiveram relativamente baratos mesmo quando ficaram tão proibitivamente caros de se desenvolver?
-
193
#158: Isso pertence a um museu!
Resolvemos fazer a arqueologia do arqueólogo mais famoso do mundo: Indiana Jones! Falamos sobre cinema, é claro, mas falamos mais ainda sobre video game. E tem muito jogo para comentar: Indiana Jones é presente em arcades, computadores e consoles desde 1982, e nunca mais saiu de cena, nem mesmo durante o longo período em que novos filmes não eram mais produzidos. Como as novidades trazidas pela série foram refletidas nos jogos? O que significa "se sentir o Indiana Jones"? E o "Grande Círculo" é legal mesmo?
-
192
#157: Confira comigo no replay!
Carro e jogo de esporte, todo ano tem um modelo novo. Mas tem gente que prefere jogar as versões antigas. Pra sempre. Conversamos sobre as cenas cada vez maiores e mais numerosas de jogos de esporte retrô. Vão desde o atualizadíssimo Bomba Patch, que roda até no PlayStation 2, até a galera que prefere o Grand Prix, de 1991, a qualquer jogo novo licenciado da F1. Por que esse fenômeno acontece? O que os games antigos têm que os novos não têm? E, afinal, por que jogamos video game de esporte?
-
191
#156: O que está acontecendo com a atual geração de consoles?
Bobeou e estamos falando de jogo novo! Tentamos entender o que está fazendo da atual geração de consoles - representada por PlayStation 5 e pelo Xbox Series - tão vazia de grande lançamentos "Triple A". Das dezenas de jogos famosos de Xbox 360 e PlayStation 3, agora temos que esperar anos para ver, com alguma sorte, um título novo realmente chamativo. Por que produzir jogos ficou tão caro, complicado e demorado? O que mudou primeiro: a estratégia dos estúdios ou o comportamento do consumidor? A culpa é do Switch... ou da internet?
-
190
#155: Macaco de gravata
No esperado episódio #155, que marca o retorno do Pouco Pixel regular, finalmente conversamos sobre um tema que parecia tabu: Donkey Kong! O que aconteceu para o nosso querido Macaco de Gravata sumir por uma década e voltar quando o Super Nintendo já estava no final de seu ciclo? O que as diferenças entre os três jogos da série "Country", lançados um após o outro entre 1994 e 1996, revelam sobre como video games eram pensados e produzidos na época? Esses títulos, cheios de inovações técnicas e também de jogabilidade, sobreviveram bem ao tempo?
-
189
Pouco Pixel Apresenta: Debate de Bolso #2
O Debate de Bolso saiu de casa e virou podcast independente! Trouxemos o segundo episódio aqui para o feed do Pouco Pixel para você sentir o gostinho. Mas os próximos estarão lá no feed dele, então dá um pulo aqui e já segue o Debate de Bolso no seu aplicativo favorito! ;)
-
188
Pouco Pixel Apresenta: Debate de Bolso #1
O debate público passou, desde o século 19, por um gradual porém irreversível processo de especialização. O que era uma imensa discussão única se fragmentou em campos bastante específicos, em que poucos têm conhecimento suficiente para participar. É possível (e desejável) unir novamente esses campos? De que maneira? Qual é o papel do não-especialista? Com o quê ele consegue contribuir?
-
187
10 Anos #10: Pixel e metapixel
Para terminar a temporada comemorativa, uma retrospectiva do próprio podcast. Como foi que o Pouco Pixel surgiu? Qual era a proposta inicial e o que sobrou dela dez anos depois? Rememore os momentos marcantes dessa década: os joguinhos de papelzinho, os debates de bolso, os diversos tipos de tema... tudo aquilo que moldou a identidade do Pouco Pixel, junto com vocês!
-
186
10 Anos #9: Olha a jabuticaba!
O mundo pré-global dos anos 80 e 90 propiciou o surgimento de sucessos locais, muito locais. No Brasil, "Ninja Gaiden" não engraxava nem o sapato de "Shinobi", Mickey Mouse era o verdadeiro mascote da Sega, "F-Zero" estava muito atrás de "Top Gear" e bom mesmo era "Winning Eleven". O que explica esses fenômenos tão profundamente brasileiros?
-
185
10 Anos #8: O cartucho nasceu na rua!
Anos 80 e 90. Um mundo menos global, sem internet, num país periférico, ainda fechado numa desajeitada reserva de mercado. E mesmo assim os video games chegavam a nós, crianças brasileiras. Mas... quais video games e quais jogos chegavam? De que jeito? Quem fazia essas escolhas? Como é essa muito alternativa história dos video games que foi se formando totalmente ao acaso, entre camelôs e amigos pirateiros?
-
184
10 Anos #7: É tudo verdade
Muitas histórias dos video games são tão absurdas e mal-costuradas que até parecem mentira. Para provar essa tese, bolamos um novo joguinho de papelzinho: se eu descrever um game da maneira mais absurda possível, você conseguiria identificar mesmo assim? Nessa brincadeira surreal, vale tudo - só não vale mentir.
-
183
10 Anos #6: Fascículo Fantasia
Já pensou? Se o Pouco Pixel pudesse lançar uma coleção de banca de jornal, em fascículos, sobre a história dos video games, com os próprios jogos como encartes... como ela seria? Fizemos esse exercício de imaginação e bolamos duas coleções que são pura fantasia, mas que dão muita água na boca!
-
182
10 Anos #5: Eu vi num jogo
Temos pouco acesso direto ao mundo e descobrimos quase tudo sobre ele via cultura, através de intermediadores privilegiados como os livros, os filmes, a escola, a imprensa, a família... e os video games! O que você aprendeu sobre o mundo e sobre a vida nos joguinhos que pareciam tão despretensiosos?
-
181
10 Anos #4: A teoria do monojogo
O mitólogo Joseph Campbell observou que os mitos fundadores de diversas sociedades obedecem a uma lógica sempre igual, naquilo que ele chamou de monomito. Similarmente, seriam os jogos de video game todos feitos de um mesmo molde? Testamos essa hipótese e criamos, em tempo real, um arcabouço teórico novo: o monojogo. Será que o monojogo existe mesmo? Jogamos sempre a mesma coisa, será?
-
180
10 Anos #3: Cara a Cara Subjetivo
Pronto para uma partida de Cara a Cara... Subjetivo? Você conseguiria identificar um jogo só a partir de informações básicas sobre ele? E se as informações disponíveis fossem todas subjetivas, imprecisas, impressionísticas... você conseguiria identificar mesmo assim?
-
179
10 Anos #2: Isso non ecziste!
Se em jogos há personagens fictícios em cidades fictícias repletas de lugares e objetos fictícios... também há espaço para video games fictícios! Vamos falar de jogos que só existem dentro de outros jogos. O mundo deles é pura imaginação mas, em muitos casos, podemos jogá-los mesmo assim! Por que o universo paralelo de UFO 50 é tão fascinante? O que significam os mini micro nano jogos do Wario? E que tal uma partidinha de Blixto?
-
178
10 Anos #1: O Estado da União
Dez anos depois, o que mudou no cenário retrogamer? O que significava o movimento de recuperação e revalorização dos video games antigos em 2015... e o que significa tudo isso agora? Os avanços da tecnologia tornaram a vida do retrogamer mais fácil, certamente. Mas a que custo? Qual foi o impacto da entrada de milhares, milhões de pessoas no hobby? Vivemos em um mundo melhor ou pior que o de 2015?
-
177
Fora do Jogo: Video game e cartinhas!
Depois da gente falar a temporada inteirinha, agora é a hora da gente... ouvir! Chegou o episódio de cartinhas (cartinhas? cartinhas!), o momento em que você, ouvinte, conta pra gente o que você achou da série, dá pitacos, faz perguntas, fala o que você quiser! Afinal, tudo isso aqui é feito pra vocês! Mas antes... um rápido apanhado final: 12 episódios depois, a que conclusões chegamos? O que a relação dos video games com a sociedade revela, tanto sobre video games, como sobre a sociedade?
-
176
Fora do Jogo #12: Video game e gênero
Video game é coisa de menino? Quem disse? Video games herdaram toda uma cultura de exclusão que remete ao século 19: jogos de tabuleiro e esportes eram vistos como atividades masculinas. Quando o Nintendinho foi lançado, acabou parando na seção de brinquedos para meninos. Com o tempo, o gap de gênero só ficaria mais e mais aprofundado. Como mulheres são representadas nos jogos e na mídia especializada? Algo mudou de lá pra cá? O que foi o gamergate? Como combater a misoginia do ambiente gamer?
-
175
Fora do Jogo #11: Video game e política
Tudo é política; video game também. Não demorou muito para que jogos fossem incorporados ao discurso dos agentes políticos da sociedade: legisladores, juízes, educadores, religiosos, jornalistas, eleitores. Nos primeiros anos, video games eram fontes inesgotáveis de pânico moral para políticos loucos por atenção; depois, gamers viraram os queridinhos dos extremistas. O que mudou de lá pra cá? O que há de político no ato de jogar?
-
174
Fora do Jogo #10: Video game e sexo
Por essa você não esperava: sexo e video games são conectados desde os primeiros arcades dos anos 1970. Por essa você esperava: não existe manifestação cultural humana em que não haja sexo. A evolução do público dos video games - de adultos em bares para crianças em lares - transformou a sexualidade em jogos em tabu. Com o tabu, vieram também a perversão e o fetiche. O que as representações sexuais dos jogos revelam sobre nossa sociedade?
-
173
Fora do Jogo #9: Video game e violência
Violência e video games são termos associados. Não somente pelas controvérsias que frequentemente surgem desde os anos 90. Mas pela própria temática: a maioria absoluta dos jogos dependem de mecânicas que envolvem a eliminação de inimigos. Qual a diferença entre violência cartunizada e violência explícita? Qual é o ponto em que violência em jogos deixa de ser formal e torna-se gratuita? O que a sociedade considera intolerável? E qual o real efeito que jogos de guerra, marciais ou violentos causam?
-
172
Fora do Jogo #8: Video game e comunicação
A gente não percebe, mas a maior parte do contato que temos com o mundo dos video games é intermediado de alguma maneira. Seja através da publicidade que fabricantes e estúdios fazem de consoles e jogos, seja através da crítica e do noticiário. Comunicação é, portanto, parte fundamental da relação do video game com a sociedade, refletindo e moldando as visões do público sobre os jogos. E que visões são essas?
-
171
Fora do Jogo #7: Video game e tecnologia
Até o advento dos smartphones, video games eram os aparelhos de tecnologia mais sofisticada que as pessoas costumavam ter em suas casas. O papo hoje é sobre a simbiose muito estreita entre jogos e tecnologia: o quanto o avanço de um possibilita o avanço do outro, o quanto o sucesso de um financia o outro, o quanto a ampla penetração de um forma o público do outro. Em outras palavras: video games são, usam e criam tecnologia.
-
170
Fora do Jogo #6: Video game e música
Pegamos o hábito dos parques de diversões, da televisão e mesmo do cinema mudo. Não tem jeito - video games e música estão casados para sempre. Mas esse costume, que começou bastante cedo, tem várias razões de ser. Música sinaliza perigos, comemora vitórias, indica movimentos, reitera ações. Música marca o ritmo da nossa jogatina e faz a gente entrar em mundos inesquecíveis. Vamos tentar entender como a magia da música de video game acontece - e por quê.
-
169
Fora do Jogo #5: Video game e psicologia
Video games são um tipo de entretenimento muito diferente - único, até. E é exatamente por isso que eles lidam com as nossas cabeças de um jeito novo. O papo hoje não é sobre sobre a influência dos video games na ciência da psicologia; é sobre a influência dos video games no nosso comportamento. O que as recompensas instantâneas e o excesso sensorial dos video games podem causar? Por outro lado, o que os video games nos ensinam de bom? Eles merecem as acusações que frequentemente recebem de pais, educadores, políticos, religiosos?
-
168
Fora do Jogo #4: Video game e negócios
Tem gente jogando, tem dinheiro circulando. Se desde o começo video games foram máquinas de fazer fortunas, hoje o patamar é ainda mais elevado: video games passaram a ser parte fundamental de qualquer estratégia de entretenimento. Quais as diferentes maneiras de jogos gerarem receita? O que mudou dos anos 1970 para agora? O que é maior: video games ou cinema?
-
167
Fora do Jogo #3: Video game e arte
Arte reflete tudo o que o ser humano vê, faz, sente. Com video games não poderia ser diferente. Desde que surgiram, os jogos passaram a influenciar a arte, progressivamente e das mais diversas maneiras. Mais que isso: video game também quis ser ele mesmo arte, desde bastante cedo. Como se dá essa interação? O que são jogos artísticos? E arte, o que é?
-
166
Fora do Jogo #2: Video game e educação
O papo é sobre educação. Se jogos sempre foram associados ao público infantil, nada mais natural que video games acabassem sendo vistos como ferramentas pedagógicas. Mas será que isso faz mesmo sentido? O que pode ser atingido e o que não deveria ser feito com video games em termos educacionais? Afinal... o que jogos realmente ensinam?
-
165
Fora do Jogo #1: Video game e a cultura pop
Começamos no habitat natural dos video games: a cultura pop. Nascidos como mera curiosidade tecnológica, em pouquíssimos anos os video games se tornaram elementos fundamentais da indústria cultural. Saíram dos video games personagens e nomes famosos, mas também - e principalmente - novos modos de se contar histórias e de se imaginar o mundo.
-
164
Chronopedia: Cartinhas
Antes as cartinhas terminavam nossos episódios. Agora, elas terminam a temporada! Depois da jornada incrível que foi a temporada Chronopedia, nada mais justo lermos - e ouvirmos - os comentários e as perguntas de vocês! Muito, muito obrigado pelo prestígio mais uma vez... e nos vemos novamente muito em breve!
-
163
Chronopedia #12: AAA
Último episódio! Anos 2010 e o mercado de video games está cada vez mais orientado para jogos de produção muito complexa, de orçamentos hollywoodianos: é a era dos títulos AAA, os famosos Triple A. Consoles como o Xbox One e o PlayStation 4 disputam o público com hardware muito parecido e virtualmente os mesmos jogos. A luta se dá nos cada vez mais raros títulos exclusivos. No final das contas, quem volta a brilhar é a Nintendo, com uma proposta completamente diferente: jogos com um quê de casuais mas que rodam tanto na TV como na palma da mão. O Nintendo Switch fecha a década - e a temporada deste podcast, mas não a história dos video games. O que será que o futuro nos reserva?
-
162
Chronopedia #11: Mainstream
No penúltimo episódio desta série, os video games alcançam outro patamar. De um nicho, embora cada vez maior, finalmente tornam-se mainstream, em pé de igualdade com cinema, música, TV - não somente em participação de mercado, mas também em influência cultural. Numa época em que todo mundo joga, seja com o controle de movimentos do Wii ou do Kinect, seja no celular para algo rapidinho entre atividades, video game passa a estar no centro da conversa.
-
161
Chronopedia #10: Big 3
No décimo episódio, o mercado de video games se renova com a promissora entrada de um competidor: a Microsoft. Com Sony e Nintendo, a Microsoft vai formar o trio que domina a cena até hoje. Além de Xbox e PlayStation 2, qual o outro console que definiu essa era? Para responder, precisaremos contar toda a história dos video games portáteis - no novo milênio, eles ficariam mais poderosos que nunca!
-
160
Chronopedia #9: Online
No nono episódio, entramos nos anos 2000! O papo agora é sobre a revolução da internet, aquele momento em que jogar online começou, aos poucos, a se transformar de algo interessante em um componente essencial. A internet surge nos computadores, mas um console pioneiro a abraçou ainda antes do milênio virar: o Dreamcast, o sensacional canto do cisne da Sega, que pavimentou o caminho das gerações posteriores.
-
159
Chronopedia #8: Muitos bits
No oitavo episódio, a geração que efetuou uma transição definitiva na história dos video games: a geração 3D/CD, simbolizada por um console que fracassou, um console que poderia ter sido mais e um console que teve a maior dominância de todos os tempos. Quais os papéis de Sega Saturn, Nintendo 64 e PlayStation nessa fase crucial dos video games?
-
158
Chronopedia #7: CD-ROM
No sétimo episódio, voltamos ao PC, palco de três revoluções fundamentais na história dos video games: o CD-ROM, os gráficos 3D e a distribuição online de software. Como foi que essas inovações se combinaram para modificar os jogos para sempre? Por que elas aconteceram nos computadores e não nos consoles? O que jovens cabeludos do Texas têm a ver com tudo isso?
-
157
Chronopedia #6: 16 bit
No sexto episódio, entramos na década de 1990! O assunto, como não poderia deixar de ser, é a evolução natural da bem-sucedida geração de Nintendinho e Master System: os video games de 16 bit! Como foi que a Sega conquistou o mercado americano com o Mega Dr... digo, com o Sega Genesis? Quais a armas que a Nintendo usou para contra-atacar, na mais famosa "guerra dos consoles" da história? E o que o senado dos Estados Unidos tem a ver com tudo isso?
-
156
Chronopedia #5: 8 bit
Neste quinto episódio, finalmente fechamos a década de 1980, falando do que você queria: video game! Como foi que a Nintendo, uma fabricante de fliperamas, conseguiu recuperar o mercado doméstico destruído pelo crash de 1983? O que o Nintendinho fez para dominar completamente as vendas e o imaginário da sua geração? E... o que o Master System e a Sega não conseguiram fazer?
-
155
Chronopedia #4: PC
No quarto episódio, mais computadores. Porém, não computadores quaisquer! A gente vai falar dos microcomputadores que definiram um dos padrões de tecnologia mais duradouros e bem-sucedidos da história: o IBM-PC. Como foi que um projeto apressado acabou criando uma arquitetura? Como os erros estratégicos da IBM fizeram com que ela perdesse completamente o controle da sua própria criação? E o que mais importa pra nós: como uma máquina criada para criar planilhas e processar textos se transformaria em sinônimo de jogatina?
-
154
Chronopedia #3: Arcades
Neste terceiro episódio, saímos dos lares e falamos sobre video game que se joga na rua: o arcade! Sim, foi fora de casa que o video game se consolidou nos anos 1980. Por que os fliperamas recebiam sempre os melhores e mais avançados jogos? Como foi que as empresas japoneses se estabeleceram de maneira definitiva? Tem moeda suficiente no mundo para tanto jogador de "Donkey Kong" e "Pac-Man"?
-
153
Chronopedia #2: Computadores
Neste segundo episódio, não falamos de video games, e sim de computadores... computadores que eram muito mais usados como video games do que como computadores. Confuso? Calma, podemos explicar! Senta aí, pega a pochete, separa o walkman, que hoje é dia de voltar aos anos 80 e revisitar o Commodore 64, o ZX Spectrum, o MSX, o Apple II, e todos esses pioneiros essenciais para a história dos video games!
-
152
Chronopedia #1: Origens
No primeiro episódio da série Chronopedia, vamos falar do comecinho da história dos video games: desde as primeiras tentativas de jogos eletrônicos até as duas primeiras gerações de consoles, ainda nos anos 70. Os Pongs, o Fairchild Channel F, os dois Odysseys, o Atari 2600, o Intellivision... sim, a gente se divertia muito com aqueles quadradinhos desejeitados na tela!
-
151
Chronopedia Preview #4: Anos 2010
Este episódio é um tiragosto da próxima temporada do Pouco Pixel: Chronopedia! Escolhemos dois jogos que simbolizam os anos 2010 e conversamos sobre eles.
No matches for "" in this podcast's transcripts.
No topics indexed yet for this podcast.
Loading reviews...
ABOUT THIS SHOW
Aqui só tem jogo véio! Toda segunda-feira um papo esperto sobre videogames antigos, com opinião, sacação e groselha à vontade.
HOSTED BY
AD&D Studio
CATEGORIES
Loading similar podcasts...