PODCAST · news
Refil
by Arthur Gubert
De segunda a sexta, sempre às 6h da manhã.Em menos de 20 minutos você fica cheio de assunto.
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100 anos de final de semana, e a psicologia por trás do comportamento de grupo.
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:📅 O Guardian publica hoje uma reportagem celebrando o aniversário de 100 anos do final de semana — e questionando se ainda existe. Em 1926, Henry Ford anunciou que os trabalhadores das suas fábricas passariam a trabalhar cinco dias de oito horas em vez de seis, sem corte no salário. "É hora de nos livrarmos da noção de que lazer para trabalhadores é tempo perdido ou privilégio de classe", escreveu Ford. Em 2026, o final de semana está sofrendo erosão por dois lados: a sexta-feira virou meia-expediente não oficial para trabalhadores remotos — o "skiveday Friday" —, e o fim de semana começa a transbordar para a segunda em quem trabalha em casa. A semana de quatro dias é realidade nos Países Baixos, com média de 32,1 horas semanais. O que Henry Ford construiu foi um presente coletivo. Cem anos depois, estamos silenciosamente devolvendo em parcelas (Guardian)🧠 O Psyche publica um ensaio desmontando uma das ideias mais antigas e mais incorretas da psicologia social: a teoria da turba. A "mentalidade de massa", proposta pelo francês Gustave Le Bon no século XIX, sugere que estar numa multidão reduz a autoconsciência e a capacidade de pensar — transformando pessoas racionais em animais primitivos. Pesquisas modernas mostram o oposto: o torcedor de futebol extasiado está se comportando de forma normativa para um fã daquele time, e suas emoções têm relação significativa com o contexto. Multidões não se tornam violentas aleatoriamente — tornam-se violentas sob condições específicas: ameaça percebida, colapso de comunicação confiável, sensação de que ação individual é irrelevante. A implicação política é séria: tratar multidões como irracionais justifica controle pela força em vez de diálogo. (Psyche)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 Inscreva-se no canal📱 Siga no Instagram📧 [email protected]
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Cadê a testosterona, e o eclipse de ontem que cegou quem não deveria olhar.
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:💉 O Atlantic publica um ensaio examinando as diferentes teorias sobre por que os níveis de testosterona em homens estão caindo há décadas — e quais têm evidência real. Os dados são inequívocos: um homem de 60 anos medido em 2004 tinha testosterona 17% menor do que um homem de 60 anos medido em 1987, segundo o Massachusetts Male Aging Study. Entre 1999 e 2016, os níveis médios caíram consistentemente em homens de 15 a 39 anos. As causas mais documentadas são obesidade crescente, sedentarismo, sono insuficiente, estresse crônico e exposição a disruptores endócrinos em plásticos, pesticidas e cosméticos. A parte mais interessante do ensaio é o que não tem evidência: a tese de que a queda é causada por "feminização cultural" — amplamente difundida por Tucker Carlson, RFK Jr. e criadores do manosphere — não tem suporte científico identificável. O problema é real. A causa política não é (Atlantic)🌑 Ontem, 12 de agosto de 2026, aconteceu o eclipse solar total mais significativo visível na Europa em décadas — cobrindo mais de 90% do sol sobre o Reino Unido, passando em totalidade pelo norte da Espanha, Islândia e Groenlândia. Milhões de britânicos olharam para o céu. As buscas online por "dor nos olhos" dispararam 800% nas horas seguintes. Médicos alertaram que os danos podem não ser aparentes imediatamente — na última vez que um eclipse atingiu o Reino Unido, nos anos 90, 70 pessoas desenvolveram retinoparia solar, 40% delas depois de olhar por menos de um minuto. Um usuário no X postou: "Eu fitei o eclipse. Meus olhos estão me matando." O Telegraph publicou o artigo às 10 da manhã. A humanidade recebeu avisos durante semanas. Não adiantou (Telegraph / GB News)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 Inscreva-se no canal📱 Siga no Instagram📧 [email protected]
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O que o McDonald's sabe sobre você, e vem aí o Ozempic para o cérebro.
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:🍔 O repórter Reece Rogers, da Wired, solicitou seus dados ao programa de fidelidade do McDonald's usando a Lei de Privacidade do Consumidor da Califórnia — e esperava receber uma planilha de pedidos passados. Recebeu um dossiê de 515 páginas com predições algorítmicas sobre seu comportamento futuro: quando visitaria o McDonald's, com que frequência, em qual localização, o que pediria e qual promoção teria mais chance de fazê-lo voltar. O programa MyMcDonald's Rewards tem 220 milhões de usuários ativos em 70 países. Antes de entrar no programa, um membro típico visitava o McDonald's 10,5 vezes por ano. Depois de entrar, passa a visitar 26 vezes. O CEO da empresa disse aos investidores: "quanto mais clientes entram no nosso ecossistema digital, mais precisas ficam nossas ferramentas de precificação e mais inteligentes ficam nossos modelos de IA." (Wired / Gizmodo)🧠 O Economist publica hoje um ensaio com a tese mais ousada da neurociência em anos: o cérebro está prestes a ter seu "momento Ozempic." O Ozempic foi desenvolvido para diabetes, acabou revolucionando o tratamento da obesidade — e agora estuda-se para Alzheimer, dependências e depressão. GLP-1s estão mudando circuitos de atenção, recompensa e motivação no cérebro de formas que os próprios pesquisadores não esperavam: scans de 13 mulheres jovens após meses de uso mostraram "mudanças extensas" na rede de saliência, que direciona a atenção — "não esperávamos ver esse efeito, e realmente não sabemos o que significa", disse um dos pesquisadores. O próximo passo é uma nova classe de drogas neurologicamente direcionadas — com o mesmo perfil de transformação inesperada que o Ozempic teve para o peso (Economist / Washington Post)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 Inscreva-se no canal📱 Siga no Instagram📧 [email protected]
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O hobbyamory substituindo os apps, e o debate político ao redor da Patrulha Canina.
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:🧗 O New York Times publica hoje uma reportagem sobre o "hobbyamory" — o fenômeno de pessoas solteiras que, ao invés de investir tempo em apps de relacionamento, estão redirecionando energia, dinheiro e agenda para hobbies. Escalada, decoração de bolos, fotografia cianotípica, cerâmica, canto coral. A lógica é simples: depois de anos de swipe e frustração, muitas pessoas perceberam que hobbies oferecem o que os apps prometem e raramente entregam — encontros reais com pessoas que compartilham algo concreto. O calendário social fica cheio. As amizades se expandem. A vida se sente rica, com ou sem parceiro. O termo "hobbyamory" surgiu no Reddit e captura algo mais amplo: a decisão de parar de organizar a vida em torno da busca por um relacionamento e começar a organizá-la em torno do que você quer fazer (NYT)🐕 O Economist publica hoje uma análise sobre a controvérsia mais improvável da cultura americana — e a que mais diz sobre o momento atual. Patrulha Canina, o desenho animado de cães resgatadores criado em 2013, se tornou tema de debate político sério. O argumento progressista existe há anos: os heróis são todos figuras de autoridade — Chase é policial, Marshall é bombeiro, Zuma é salva-vidas — e o show normaliza uma visão acrítica e entusiasta de instituições para crianças de 3 anos. O Economist, no entanto, recusa a premissa simplista dos dois lados: o artigo argumenta que o debate ao redor da Patrulha Canina revela menos sobre o show e mais sobre como adultos projetam ansiedades políticas em conteúdo que crianças processam de formas completamente diferentes. O Dino Movie estreia na quinta-feira (Economist)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 Inscreva-se no canal📱 Siga no Instagram📧 [email protected]
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Cadê as cores, e os ultraprocessados digitais na infância.
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:🎨 O Atlantic publica um ensaio sobre um fenômeno estético que aconteceu tão devagar que a maioria das pessoas não percebeu: as cores sumiram. Carros brancos, pretos e cinzas representam hoje mais de 80% das vendas globais — em 1970, a maioria dos carros era colorida. Logos de marcas passaram por "blanding" — simplificação para tons neutros que funcionam em telas. Casas estão bege, cinza e branco. Produtos eletrônicos são pretos ou prata. O ensaio traça a genealogia do processo: design minimalista, algoritmos que otimizam para resale value e o medo corporativo de tomar partido numa estética. A conclusão: cor é expressão e tomada de posição. Numa cultura de consenso algorítmico, a ausência de cor é a escolha mais segura — e a mais deprimente (Atlantic)🤖 O Atlantic publica uma resenha do livro "Human Raised", da pediatra e pesquisadora Dana Suskind, que usa a analogia mais precisa que apareceu para descrever a IA na infância: comida ultraprocessada. Assim como a indústria alimentícia criou substitutos baratos e convenientes que parecem nutrição mas não são, empresas de IA estão criando substitutos de conexão humana para crianças — sistemas projetados para eliminar fricção, adaptados ao interesse de cada criança, disponíveis a qualquer hora. Quase metade das crianças de 7 a 11 anos já diz que "conversar com um companheiro digital parece falar com um amigo", segundo o State of Youth 2026 da plataforma Aura. O problema não é que a IA seja ruim: é que, como o processado, pode substituir o que é nutritivo antes que percebamos (Atlantic / Axios)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 Inscreva-se no canal📱 Siga no Instagram📧 [email protected]
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A primeira mãe conspiracionista, e ninguém está mal no feed do Instagram.
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E se Freud estava certo, e como entrar em estado de flow.
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A vantagem invisível dos prazos, e onde termina a terapia e começa o dano.
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Tem muito solteiro no mercado, e as pessoas que ghostam relacionamentos longos.
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Tela boa e tela ruim, e por que as crianças não conseguem largar o Roblox.
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Inventaram uma cor nova, e as empresas de IA que destroem livros físicos.
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A vida que você não percebe que está vivendo, e a grande ironia da IA.
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Você ainda depende dos seus pais, e a TV que finalmente mostra quem tá quebrado.
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Saudade de um mundo sem celular, e a Bíblia obrigatória nas escolas do Texas.
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:📱 O Atlantic publica no Radio Atlantic uma conversa sobre uma das formas mais curiosas de nostalgia do nosso tempo: a saudade de uma era sem smartphones — mesmo para quem nunca viveu essa era. Ian Bogost, escritor do Atlantic que estuda cultura digital, explora o que significa sentir falta de algo que você não experienciou diretamente. A nostalgia de "antes dos celulares" que muitos jovens expressam hoje não é memória — é imaginação. É a construção de um mundo alternativo baseado em fragmentos: filmes dos anos 90, relatos de pais, estética analógica no TikTok. O artigo pergunta o que exatamente as pessoas estão desejando quando dizem que queriam ter vivido sem smartphones — e a resposta é mais sobre o presente do que sobre o passado. A saudade é de atenção, presença e tédio produtivo que a geração atual nunca teve (Atlantic)✝️ Em 26 de junho, o Conselho Estadual de Educação do Texas aprovou por 9 a 5 votos uma lista de leituras obrigatórias para escolas públicas que inclui doze textos bíblicos — entre eles Adão e Eva, as Bem-aventuranças e a Parábola do Filho Pródigo — para crianças do 1º ao 12º ano. O Atlantic analisa o que isso significa. Texas é o estado com o maior número de alunos de escola pública nos EUA — 5,5 milhões de crianças, cerca de 10% do total nacional — e suas decisões curriculares frequentemente definem o mercado editorial escolar do país inteiro. O argumento dos defensores: a Bíblia é um texto literário e histórico essencial para entender a civilização ocidental. O argumento dos críticos: a lista tem doze textos cristãos e zero de outras tradições, em um estado onde 26% dos adultos se declaram sem religião (Atlantic / CNN / Texas Tribune)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 Inscreva-se no canal📱 Siga no Instagram📧 [email protected]
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Quando começa a meia-idade, e por que a Geração Z desistiu do trabalho.
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:🎂 O Atlantic publica um ensaio sobre uma pergunta que ninguém consegue responder com precisão: quando começa a meia-idade? A definição varia conforme quem pergunta. Pesquisas com americanos apontam que as pessoas acham que começa por volta dos 35 anos e termina aos 60. Mas pesquisadores de desenvolvimento humano preferem ancorá-la em marcos funcionais — quando filhos saem de casa, quando pais envelhecem e precisam de cuidado, quando o corpo começa a cobrar anos de decisões ruins. O dado mais revelador é que "meia-idade" é uma construção cultural relativamente recente: até meados do século XX, pouquíssimas pessoas viviam o suficiente para experimentá-la. A pesquisa da felicidade mostra que a meia-idade é o fundo da curva em U — o período de menor bem-estar declarado — e que a maioria das pessoas não percebe que está atravessando o vale até sair dele (Atlantic)💼 O New York Times publica hoje um artigo de opinião com a frase que resume tudo: "A Geração Z não perdeu a ambição. Ela simplesmente não acredita mais que o trabalho duro vai ser recompensado." A colunista entrevistou jovens em três estados americanos e encontrou um padrão consistente: eles viram os millennials se matar de trabalhar, terem seus salários estagnados, suas dívidas explodirem e suas instituições colapsarem. A conclusão racional foi: o contrato social do trabalho não funciona mais. Três em cada quatro querem ser empreendedores. Mais da metade preferiria ser influencer. Nenhum dos entrevistados nomeou uma empresa dos sonhos. Uma professora de 39 anos resume o que vê nos alunos: "É como se a ambição simplesmente não existisse mais." A NYU professor Suzy Welch diz que a diferença não é esforço — é esperança: "Nós tínhamos esperança. Eles não têm." (NYT / Fortune)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 Inscreva-se no canal📱 Siga no Instagram📧 [email protected]
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Como consumir notícias sem afundar, e os pedidos de comida que não chegam.
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:📰 O Psyche publica um ensaio sobre uma das tensões mais genuínas de quem consome notícias hoje: a culpa de olhar para o lado quando o mundo está em chamas, e o esgotamento de não conseguir olhar para o lado. O argumento central é que "testemunhar intencionalmente" é diferente de ignorar ou de se afogar. Pesquisas citadas no texto mostram que 40% das pessoas já estão evitando o noticiário regularmente — não por falta de interesse, mas por sobrecarga. Em 2026, o sistema nervoso de uma pessoa é solicitado a absorver uma guerra, um choque financeiro, um desastre climático e um crime violento — tudo antes do almoço. A proposta do Psyche: criar limites deliberados — quando e quanto — sem abandonar o engajamento. Testemunhar tragédias com intenção é diferente de consumi-las por impulso (Psyche)🛍️ O O Globo cobre o fenômeno que viralizou na Coreia do Sul em junho e chegou ao Brasil: os "dopamine sites" — apps e sites gratuitos onde você pode navegar, montar um carrinho, finalizar um "pedido" e acompanhar a "entrega" de algo que nunca vai chegar. Os sites têm produtos inexistentes, avaliações falsas e promoções fabricadas — e deixam o usuário acompanhar o "entregador" em tempo real, sem que nada seja comprado ou enviado. O objetivo é replicar o ciclo dopaminérgico da compra — a antecipação, o clique no "finalizar pedido", a ansiedade da entrega — sem gasto real. Especialistas apontam que o fenômeno revela algo mais sério do que parece: não é desejo de produto, é dependência do ritual (O Globo / Dexerto)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 Inscreva-se no canal📱 Siga no Instagram📧 [email protected]
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O problema dos mercados de previsão, e a odisseia de assistir A Odisseia.
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As crianças que sabem ler mas não querem, e a assinatura premium do Truth Social.
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:📖 A Wired publica uma reportagem sobre o paradoxo mais curioso da educação americana atual: o Mississipi — historicamente o estado com os piores índices de leitura do país — subiu de 49º para 7º lugar no ranking nacional de alfabetização no 4º ano em uma década, graças à Literacy-Based Promotion Act de 2013, que proibiu a promoção de alunos do 3º ano que não soubessem ler. O problema que surgiu depois é mais difícil: crianças que aprenderam a decodificar palavras — tecnicamente sabem ler — mas que não querem. A compreensão e o prazer de leitura não seguiram automaticamente a habilidade mecânica. O estado agora enfrenta o desafio de alfabetizar crianças mais velhas e criar leitores de fato, não apenas decodificadores. A grande lição do Mississipi, segundo pesquisadores: saber ler e querer ler são habilidades completamente diferentes (Wired)📊 A Trump Media & Technology Group anunciou na semana passada o Truth API — um feed de dados em tempo real com acesso licenciado aos posts das contas mais influentes do Truth Social, disponível para clientes institucionais a partir de 1º de agosto. O produto é claramente direcionado a firmas de trading algorítmico: o CEO interino da empresa disse sem rodeios que "mercados já se movem com posts do Truth Social." A Fortune analisa o que isso significa: pela primeira vez, quem tiver dinheiro para pagar a assinatura vai receber os tuítes do presidente milissegundos antes do público geral. A empresa reportou prejuízo líquido de US$405,9 milhões só no primeiro trimestre de 2026 — e a preocupação central de especialistas em governança é que comunicações presidenciais sejam tratadas como ativo privado monetizável (Fortune / CNBC)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 Inscreva-se no canal📱 Siga no Instagram📧 [email protected]
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O segredo de Iten, e a Geração Z que afinal de contas gosta de beber sim.
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Por que algumas pessoas viram leitoras, e atenção é coisa de rico.
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Arthur e Potter sobre inveja, gênios, Argentina e Grécia
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Observar pássaros virou legal, e Ferris Bueller era influencer antes da hora.
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A Geração Z e o pecado, e o que o VAR ensina sobre quem manda na tecnologia.
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:✝️ O Dazed publica hoje um ensaio sobre um fenômeno linguístico e cultural que chegou ao mainstream pelo Love Island: a Geração Z está obcecada com os sete pecados capitais. Gluttony, lust, greed, sloth — palavras que antes eram restritas ao #ChristianTok — agora aparecem em vídeos de comida ("perdoai minha gula"), comentários de futebol ("isso é a cobiça que falam na Bíblia") e debates sobre comportamento amoroso no Love Island, que gerou 2,3 bilhões de minutos assistidos em duas semanas e é o programa número 1 nos EUA. A 8ª temporada usa "lustful" repetidamente para descrever participantes. O Dazed argumenta que a obsessão com o pecado não é inocente: é um novo idioma para policiamento moral que, mesmo quando usado de brincadeira, reflete o avanço de uma retórica conservadora sobre o que é aceitável. Como o pastor progressista Paul Drees resume: "pecado" passou a funcionar como ferramenta de controle social disfarçada de estética (Dazed)🟡 O New Yorker publica um ensaio usando o VAR — o sistema de revisão de vídeo do futebol — como metáfora para o problema mais profundo do nosso relacionamento com a tecnologia. A Copa de 2026 tem sido marcada pelo VAR como vilão: o gol que teria eliminado a Alemanha foi anulado por toque de mão milimétrico após revisão de 4 minutos. A Folarin Balogun foi expulso por vermelho direto após intervenção do VAR. A Bélgica se classificou graças a um pênalti que o VAR não conseguiu decidir por 7 minutos. O argumento do ensaio: o VAR foi desenhado para corrigir erros humanos — mas quando o VAR erra, não existe mecanismo de contestação. A tecnologia substituiu o árbitro e ficou acima de qualquer accountability. É exatamente o mesmo padrão dos algoritmos que decidem crédito, custódia e liberdade condicional — opacos, sem recurso, presumidamente objetivos. A questão não é se a tecnologia erra. É quem responde quando ela erra (New Yorker)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 Inscreva-se no canal📱 Siga no Instagram📧 [email protected]
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A massinha de adulto da Play-Doh, e a geração que quer ser eletricista.
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O filme mais antigo do mundo, e quem tem fé sente menos dor.
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Seus pais podem virar IA, e a Meta tá usando suas fotos do Instagram agora.
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A gente tá falando cada vez menos, e a era da leitura chegou ao fim.
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Arthur e Potter sobre criatividade e relações humanas
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:Arthur e Potter falam sobre uma das coisas mais belas da humanidade: a crição. E sobre como as relações ajudam ou atrapalham esse processo.Artigo citado no episódio:O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 Inscreva-se no canal📱 Siga no Instagram📧 [email protected]
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O crescimento do suicídio adolescente, e as apostas em incêndios florestais.
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:📉 A psicóloga Jean Twenge, pesquisadora da After Babel, publicou esta semana uma análise com os dados mais recentes de suicídio adolescente em nível global — e o padrão é consistente e preocupante. As taxas de suicídio entre adolescentes, especialmente meninas, cresceram em países da Europa, no Japão e na Coreia do Sul a partir do início dos anos 2010, coincidindo com a expansão massiva do uso de redes sociais nessas populações. No Brasil, uma pesquisa publicada no PubMed encontrou aumento de 120% nas taxas de suicídio entre adolescentes de 10 a 19 anos entre 2000 e 2022, com salto especialmente expressivo entre meninas de 10 a 14 anos após 2011. O debate sobre causalidade continua: pesquisadores contestam a ligação direta com redes sociais. O que nenhum lado contesta é o padrão nos números (After Babel / Twenge / PubMed)🔥 Uma plataforma chamada Wyldfyre lançou semana passada o que se autodenomina o primeiro mercado de previsão dedicado exclusivamente a incêndios florestais — com o slogan "Você não pode prever o fogo, mas pode negociar com ele." A plataforma, cujo dono permanece anônimo, oferece apostas em tempo real sobre quais condados e cidades da Califórnia serão atingidos por incêndios, usando dados de satélite da NASA e informações de socorristas. O Forest Service americano disse não ter interesse em dados de mercados de previsão e que qualquer sistema que trate incêndios florestais como evento de especulação "não é compatível com nossa missão." A principal preocupação de especialistas é arson: ao contrário de furacões ou enchentes, incêndios podem ser causados por uma única pessoa em minutos — e uma aposta ativa cria incentivo financeiro direto para isso. O Wyldfyre tirou o site do ar logo após a publicação da reportagem (Wired / High Country News)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 Inscreva-se no canal📱 Siga no Instagram📧 [email protected]
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Quem você pensa que é, e os filmes que pais da Geração Z mostram aos filhos.
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:🤔 O Psyche publica um ensaio filosófico sobre uma das perguntas mais fundamentais da existência: quem você pensa que é? A resposta, segundo o texto, tem sempre dois andares. O primeiro é a identidade metafísica — o que os outros determinam que você é com base em categorias sociais. Sexo, raça, profissão, nacionalidade. Quem você é nesse sentido não foi escolhido por você: foi atribuído por como os outros te identificam. Sartre insistia no oposto — "a existência precede a essência", primeiro você existe, só depois se define. As filósofas feministas discordam: "nenhum de nós tem liberdade para se tornar qualquer tipo de pessoa que queira." Os dois estão certos porque estão respondendo perguntas diferentes. O segundo andar é a identidade existencial — quem você realmente é, no fundo, em termos de valores e afetos. Esse self é descoberto como uma escultura é esculpida: criando (Psyche)🎬 O Parents.com publica uma reportagem sobre como a nostalgia Disney está mudando à medida que pais da Geração Z chegam à parentalidade. Ao contrário dos millennials, que cresceram com os clássicos animados do "Renascimento Disney" dos anos 90, a Geração Z cresceu com o Disney Channel — Hannah Montana, High School Musical, Camp Rock, Wizards of Waverly Place. O que esses pais mostram aos filhos não é A Bela Adormecida ou O Rei Leão — é Lizzie McGuire e Lemonade Mouth. O fenômeno revela algo sobre como a nostalgia funciona: cada geração transmite os filhos o que emocionalmente a formou, não o que é considerado canônico. E para a Geração Z, o canônico é o Disney Channel das telas quadradas dos anos 2000 (Parents)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 Inscreva-se no canal📱 Siga no Instagram📧 [email protected]
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Ter filha muda o homem, e o noivado ilegal no topo do Empire State Building.
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:👧 O Le Figaro publica uma análise sobre o "efeito filha" — o fenômeno científico mais bem documentado sobre como parentalidade muda homens. A pesquisa é consistente há décadas: pais cuja primeira filha é uma menina tendem a desenvolver visões de gênero mais progressistas do que pais cujo primeiro filho é menino. O efeito é chamado de "Mighty Girl Effect" — e foi medido em votação política, políticas salariais de empresas, e atitudes frente à divisão de trabalho doméstico. O mecanismo é simples: ao acompanhar de perto os desafios que uma filha enfrenta — na escola, no mercado de trabalho, nos relacionamentos — o pai passa a ver o mundo pelo ângulo dela. O efeito é mais forte quando a filha entra no ensino médio. E segundo pesquisadores de Oxford, ter filha torna homens estatisticamente mais inclinados a votar à esquerda — ter filho faz o oposto (Le Figaro / Oxford Economic Papers)🏙️ Ontem ao meio-dia, dois influencers russos escalaram ilegalmente até o topo da antena do Empire State Building — 1.454 pés acima do chão — desdobraram uma faixa pela paz e comemoraram com um pedido de casamento. Angela Nikolau, 33, e Ivan Beerkus, 32, são conhecidos por documentar escaladas em edifícios proibidos ao redor do mundo — o casal foi tema de um documentário da Netflix em 2024 chamado "Skywalkers: A Love Story." Entraram pelo 103º andar por uma escotilha de manutenção de caixa d'água. Publicaram tudo ao vivo nas redes sociais enquanto estavam no topo. Dois policiais de unidade de elite subiram quatro escadas para resgatá-los. Os dois foram presos e respondem por oito crimes, incluindo arrombamento, imprudência culposa e invasão. Já estão livres. A foto do anel foi postada antes do arraignment (CNN / ABC News)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 Inscreva-se no canal📱 Siga no Instagram📧 [email protected]
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A magia dos álbuns de figurinha, e por que crianças preferem YouTube à TV.
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:📒 O New Yorker publica um ensaio sobre o que o álbum de figurinhas da Copa revela sobre a natureza humana — e o título já é o argumento: "A alegre inutilidade dos álbuns de figurinha da Copa." Porque é exatamente isso. Não tem prêmio, não tem utilidade prática, não tem retorno sobre o investimento. São 980 figurinhas distintas para colecionar — 310 a mais do que em 2022, o maior álbum da história da Panini — e completá-lo custa em média centenas de dólares. O lote de 2026 está superando em três a cinco vezes o ritmo de vendas de 2022 nos EUA — lojas em Nova York relatam estoques esgotados em menos de uma semana. A tradição existe desde 1970, este será o penúltimo álbum da Panini antes de a Fanatics assumir em 2031. O ensaio argumenta que a "inutilidade" não é um bug — é o ponto. Num mundo de gamificação, algoritmos e otimização, fazer algo sem propósito utilitário é o ato mais humano possível (New Yorker / NPR)📱 O Parents.com publica uma reportagem que documenta uma virada histórica: em 2026, pelo primeiro ano, mais crianças americanas assistem YouTube do que TV linear. 88% dos pais de crianças de 2 a 5 anos dizem que seus filhos preferem YouTube à TV tradicional. 80% das crianças de 10 a 12 anos assistem YouTube regularmente. Os especialistas ouvidos pelo artigo explicam por que a TV nunca teve como competir: o YouTube oferece o que a televisão nunca conseguiu — ganchos em segundos, controle total sobre o que assistir, novidade constante e a sensação de que o criador está falando diretamente com você. Criadores de YouTube olham direto para a câmera, compartilham a própria vida e respondem comentários — criando vínculos parasociais que uma série roteirizada raramente consegue. A TV pede que a criança assista. O YouTube faz a criança sentir que tem um amigo (Parents / Precisify)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 Inscreva-se no canal📱 Siga no Instagram📧 [email protected]
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Arthur e Potter discutem se o melhor do passado seria tão bom assim no presente e outras coisas
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Os europeus e o ar-condicionado, e a proibição que não funcionou na Austrália.
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Os três tipos de usuários de IA, e o que diabos é o Instagram Plus.
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Como a Copa explica o mundo, e o Instagram que baniu quem monetiza os filhos.
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Os arrependimentos financeiros dos idosos, e sua IA é de esquerda ou de direita.
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A nova música de Mozart descoberta em Paris, e por que idosos são mais felizes.
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Beijos, streamings e a arte de não torcer
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Ser pai em 2026, e o relógio da superinteligência que está correndo.
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Livro do Stephen King e o que dá trabalho é melhor
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O telefone fixo virou cool, e Toy Story 5 estreia amanhã nos cinemas.
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:📞 O Dazed publica uma reportagem sobre um objeto que virou símbolo de status inesperado: o telefone fixo com fio. Impulsionada pelo esgotamento digital e pela nostalgia, uma nova geração está reconectando aparelhos com fio à tomada na esperança de reviver a arte da conversa sem interrupção. Uma usuária comprou um telefone rosa Pepto-Bismol com cabo espiral de 15 palmos, o conectou via Bluetooth ao celular, chega em casa, silencia o smartphone e o guarda numa gaveta — e só recebe chamadas pelo fixo. "Deitar na cama, receptor no ouvido, brincando com o cabo enrolado, me sinto adolescente de novo." 53% dos americanos sentem nostalgia do telefone fixo — inclusive 59% da Geração Z que admite que não saberia usar um telefone rotativo se alguém pusesse um na sua frente. O fixo com fio virou o equivalente analógico do disco de vinil (Dazed)🤠 Toy Story 5 estreia amanhã nos cinemas com a premissa mais atual possível: Toy meets Tech. Woody, Buzz e a turma enfrentam Lilypad — uma tablet com voz de Greta Lee que chega à casa de Bonnie com suas próprias "ideias disruptivas" sobre o que é melhor para a criança. O elenco inclui Tom Hanks, Tim Allen, Joan Cusack, Conan O'Brien como um brinquedo chamado Smarty Pants, Craig Robinson como um hipopótamo GPS, Ernie Hudson como Combat Carl e Bad Bunny numa participação especial como Pizza com Óculos de Sol. Dirigido por Andrew Stanton, o mesmo de Procurando Nemo e Wall-E. A franquia que foi sobre abandono está agora sobre obsolescência tecnológica — e isso é mais atual do que nunca (Parents / Disney)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 Inscreva-se no canal📱 Siga no Instagram📧 [email protected]
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Por que os ingressos da Copa são tão caros, e os países mais odiados do torneio.
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:💸 O Atlantic publica um artigo que questiona a premissa central da crise dos ingressos da Copa: os preços são altos porque são injustos — ou são altos porque é assim que mercados funcionam? A Copa de 2026 adotou precificação dinâmica pela primeira vez na história do torneio, com preços flutuando em tempo real baseados em demanda. Os ingressos mais baratos para a final custam atualmente sete vezes mais do que os mais baratos da final de 2022. Assistir ao jogo dos EUA contra o Paraguai em Los Angeles, o ingresso mais barato disponível era US$1.940. Em Miami, a média do ingresso mais barato para jogos da fase de grupos chegou a US$960. O próprio Trump disse que não pagaria US$1.000. O argumento do Atlantic: o verdadeiro problema não é o preço — é que a FIFA captura 15% de cada transação no mercado de revenda que ela própria controla (Atlantic)🌍 O Economist publica uma análise sobre um fenômeno típico de cada Copa: os países que os torcedores mais torcem contra. A lista de 2026 é política antes de ser esportiva. Israel chegou classificado e enfrenta pedidos de boicote de delegações de vários países muçulmanos, com torcedores de países árabes e africanos publicamente declarando que torcem contra quem jogar contra Israel. Os Estados Unidos, como anfitriões no momento mais tenso das relações internacionais americanas em décadas, acumulam rivais declarados em toda a América Latina e no mundo árabe. E a Rússia, banida da Copa, continua sendo a grande ausente que todo mundo continua mencionando. Futebol nunca foi só futebol — em 2026, menos ainda (Economist)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 Inscreva-se no canal📱 Siga no Instagram📧 [email protected]
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O banimento de redes sociais para adolescentes, e seu eu digital vulnerável.
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:📵 O Primeiro-Ministro britânico Keir Starmer anunciou hoje que o Reino Unido vai banir menores de 16 anos de redes sociais — incluindo TikTok, Instagram, Snapchat, YouTube, Facebook e X — seguindo o modelo da Austrália. Plataformas que não cumprirem enfrentam multas de dezenas de milhões de dólares. 90% dos pais que responderam à consulta pública apoiam a medida. Mas o Dazed ouviu cinco especialistas — e o consenso é muito menos claro. Um professor da Universidade de Bath foi direto: "Este banimento é baseado em preocupação, não em evidência. A evidência disponível sugere que redes sociais têm um efeito minúsculo nos adolescentes, uma vez que se considera os outros fatores que moldam o desenvolvimento." Na Austrália, um em cada cinco adolescentes abaixo de 16 anos continuava usando redes sociais dois meses após o banimento. A intenção é boa. A execução é outra conversa (Dazed / NPR)🔓 O NY Mag publica um ensaio sobre um experimento mental que deixa qualquer pessoa desconfortável: e se tudo que você já fez online — cada busca, cada mensagem deletada, cada perfil antigo, cada foto que você achou que tinha desaparecido — fosse revelado de uma vez? Breaches de dados chegaram ao número recorde de 3.322 incidentes só em 2025 — aumento de 79% em cinco anos. O maior envolveu 16 bilhões de credenciais vazadas de Google, Apple e Facebook. Em março, a Aura — empresa que vende proteção contra roubo de identidade — teve 900 mil registros roubados por um ataque de phishing de voz. A ironia perfeita. O artigo conclui que a pergunta não é se seus dados vão vazar — é quando, e o que fazer quando vazar (NY Mag)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 Inscreva-se no canal📱 Siga no Instagram📧 [email protected]
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Os problemas do skincare infantil, e os pais zumbi depois que os filhos dormem.
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:🧴 A BBC publica uma reportagem sobre os problemas do skincare infantil — o fenômeno das "Sephora kids", crianças de 8 a 12 anos com rotinas de 12 etapas copiadas do TikTok. O problema não é cosmético: dermatologistas alertam que muitos produtos virais contêm ingredientes anti-aging como retinol, ácidos exfoliantes e fragrâncias desenvolvidos para tratar rugas e manchas em pele adulta — e que em pele jovem causam irritação, reações alérgicas e danos à barreira cutânea que podem ser permanentes. Uma paciente de 11 anos desenvolveu uma erupção severa ao redor dos olhos por usar retinol. "Vai levar pelo menos um mês para resolver", disse a dermatologista. "Por tentar usar um produto anti-envelhecimento que ela não precisa." A Califórnia está legislando para exigir identificação na compra de produtos com ativos potentes para menores de 18 anos (BBC)📱 O Parents.com publica uma reportagem sobre o que psicólogos estão chamando de "revenge bedtime procrastination" — a vingança silenciosa do tempo livre. O fenômeno é específico de pais: depois que os filhos finalmente dormem, em vez de dormir também, ficam no celular por horas, rolando feed em modo zumbi. 9 em cada 10 americanos usam o celular dentro de uma hora antes de dormir. Para pais, o mecanismo tem uma lógica própria: o dia inteiro é gerenciado em função de outras pessoas — necessidades das crianças, demandas do trabalho, logística da casa. O celular à noite é o único espaço que sobra de autonomia, de tempo que não pertence a ninguém. O problema é que esse "tempo próprio" cobra um preço no sono que acumula ao longo da semana (Parents)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 Inscreva-se no canal📱 Siga no Instagram📧 [email protected]
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Refil Extra com Arthur e Potter
🟢 Faça parte do grupo de WhatsApp 🟢https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtNo REFIL EXTRA um convidado faz parte da conversa. No episódio de hoje, Luciano Potter. Aproveite.📺 Inscreva-se no canal📱 https://instagram/refilpodcast📧 [email protected]
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Um crime transforma a criança em adulto, e os gurus de IA no Instagram.
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:⚖️ O Atlantic publica um artigo sobre uma das práticas mais antigas e mais contestadas do sistema penal americano: julgar crianças como adultos. Os EUA são o único país do mundo onde menores de idade podem ser condenados a prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional. A tese do texto é direta: todos os 50 estados têm pelo menos um mecanismo que permite transferir jovens para o sistema de justiça criminal adulto, e décadas de pesquisa mostram que essa transferência é contraproducente — aumenta a probabilidade de reincidência, prejudica saúde mental e desenvolvimento, e não reduz o crime juvenil. O cérebro adolescente é literalmente diferente do adulto. Um crime grave não muda isso. Tratar uma criança como adulto não a transforma num adulto — só a expõe a um ambiente que a torna mais perigosa (Atlantic) TI INSIDE🧘 O Dazed publica hoje uma reportagem sobre um novo fenômeno nas redes: o guru de IA espiritual. O caso mais notório é Yang Mun — um "monge budista" com mais de um milhão de seguidores no Instagram que dispensa conselhos sobre vida, propósito e serenidade. Não é um monge de verdade. É uma persona de IA criada por um empreendedor chamado Shalev H, que revelou no X que construir o guru digital rendeu meio milhão de dólares em seis meses. Um estudo de 2023 descobriu que apenas pensar em Deus tornava as pessoas mais propensas a aceitar recomendações de IA — o viés de automação faz com que as pessoas frequentemente confiem mais em IAs do que em criadores humanos. O mesmo público que desconfia de tudo nas redes sociais entrega sua espiritualidade para um modelo de linguagem com foto de monge (Dazed) Digby's HullabalooDigby's HullabalooO REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 Inscreva-se no canal📱 Siga no Instagram📧 [email protected]
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A droga favorita da Geração Z é cafeína, e a Suíça vota para limitar o povo.
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:☕ O Dazed investiga por que a cafeína se tornou a droga de escolha da Geração Z — a geração que popularizou a sobriedade cool e o movimento "sober curious." A lógica é simples: quando você para de beber álcool, precisa de outro ritual social e outra fonte de buzz. Harley Young, 28, foi sóbria em 2023 depois que percebeu que a ansiedade pós-ressaca estava destruindo sua saúde mental. "Quando larguei a bebida, definitivamente passei a depender muito mais de cafeína para ter um pouco de energia. Troquei a cerveja na mão pelo café na mão." O resultado são "coffee clubbing" events, bebidas energéticas de nicho com matcha e guaraná, sachês de cafeína para colocar sob a língua — e uma indústria de US$200 bilhões que encontrou na Geração Z seu consumidor mais entusiasta e mais inventivo. 73% dos americanos acima de 21 anos disseram que prefeririam abrir mão do álcool à noite do que da cafeína de manhã. (Dazed)🇨🇭 No próximo domingo, 14 de junho, a Suíça vai às urnas para votar algo que nenhum país democrático jamais fez: um referendo para limitar legalmente a população nacional. A proposta do Partido do Povo Suíço estabelece um teto de 10 milhões de habitantes até 2050. A população atual é de 9,1 milhões. Se a população atingir 9,5 milhões antes disso, o governo seria obrigado a tomar medidas para limitá-la — incluindo restrições a asilo, reunificação familiar e renegociação de acordos internacionais. Para passar, a proposta precisa de maioria tanto no voto popular nacional quanto em mais da metade dos cantões. Quase três quartos dos novos médicos na Suíça foram formados fora do país — o que resume o dilema econômico de fechar a fronteira demográfica. As pesquisas mostram empate técnico (New Yorker / Bloomberg)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 Inscreva-se no canal📱 Siga no Instagram📧 [email protected]
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As raízes da bondade, e os filmes de ET do Spielberg antes de Disclosure Day.
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O que games fazem com os meninos, e o improvável sucesso da Coreia do Norte.
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De segunda a sexta, sempre às 6h da manhã.Em menos de 20 minutos você fica cheio de assunto.
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Arthur Gubert
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