PODCAST · news
Renascença - Renascença Reportagem
by Renascença
O espaço de reportagem da Renascença. Segunda às 23h20
-
158
Leiria vive entre o medo do fogo e o rasto do inverno. "Andamos todos com o coração nas mãos"
Câmara de Leiria quer limpar os 780 quilómetros de caminhos florestais até ao final do mês. Com 10 mil hectares de floresta onde caiu madeira, proprietários dizem não conseguir aceder aos terrenos para proceder à limpeza obrigatória nesta altura do ano. Temor dos incêndios obriga autarquia a aumentar zona de proteção das casas. "É como se fosse uma muralha à volta das populações."
-
157
Nas "Vezeiras" do Gerês cada pastor guarda o gado à vez. "Nós, o lobo e os bichos selvagens. Temos sempre companhia"
Todos os anos, o gado das aldeias do Gerês sobe à serra para pastar. O pastoreio é comunitário. É feito pelas gentes da terra que dormem à vez na montanha. Daí ser conhecido por “Vezeira” . É assim até ao final do verão. A tradição tem a chancela de património cultural imaterial e cativa cada vez mais jovens.
-
156
“Precisava de ajuda rápido. Senão, ia matar-me". Três histórias de quem caiu no vício das apostas online
Carlos, Maria e Francisco são viciados no jogo online, em apostas desportivas, em “slot machines”. Perderam milhares de euros e destruíram as suas vidas e as dos familiares. O jogo quase lhes custou a própria existência. Hoje, e depois de terem estado duas vezes em recuperação numa clínica de tratamento de adições, afirmam que esta é “a pior droga do mundo”. E indignam-se com os anúncios online a casinos legais — e ilegais —, feitos por celebridades e influenciadores.
-
155
Burnout nos padres. "Cheguei a ter ataques de pânico no altar a celebrar missa"
Multiplicidade de tarefas exige sacerdotes multitasking. Entre missas, confissões, casamentos, batizados e funerais, às vezes fazem tudo no mesmo dia. Sem folgas, nem férias. Há quem tenha seis e mais paróquias a cargo e acumule com a gestão de centros sociais, dê aulas ou seja capelão em prisões e hospitais. Para chegar a tudo comprometem a saúde física e mental. Nesta reportagem ouvimos quem chegou ao limite da exaustão e quem receia adoecer, conselhos terapêuticos e propostas concretas para "não normalizar" o cansaço extremo como "consequência inevitável da vocação".
-
154
50 anos legislativas. A "batatada" no Parlamento
Nos 50 anos das primeiras legislativas livres, Gabriela Cabilhas do PSD e José Pedro Soares do PCP juntam-se no Parlamento para passar em revista as últimas cinco décadas do país político. Da educação (ou falta dela) nos debates parlamentares até à revisão constitucional e às memórias de Sá Carneiro, tentam unir o passado e o futuro da democracia. Eis um improvável encontro de gerações, com direito a provocações mútuas.
-
153
Quando a luz falha, eles continuam ligados. Como se vive fora da rede elétrica?
Quando o país fica às escuras, há casas onde nada muda. É como se vivessem num apagão constante — não por acaso, mas por escolha. Em diferentes pontos de Portugal, há quem tenha construído a sua própria rotina sem depender da rede elétrica.
-
152
Presidências Abertas: a "pedrada no charco" que "foi levantar a tampa de alguns problemas"
Da criação de Mário Soares à promessa de Seguro. 40 anos depois, o recém-eleito Presidente dá continuidade ao modelo que deu “voz às populações” e desloca-se em Presidência Aberta à zona centro do país. Recuamos até 92, ano em que Soares se mudou para Viana do Castelo durante mais de uma semana, para perceber se este é um estilo de Presidência que continua a fazer sentido.
-
151
Quando a solidariedade dá a volta. IPSS desesperam por apoios das tempestades
Na zona centro ou em Alcácer, há IPSS com prejuízos acima dos 300 mil euros. Dois meses depois das tempestades, a guerra veio trazer ainda mais urgência aos apoios: "Vamos ter mais custos com combustíveis". Dedicadas a idosos ou a doentes com paralisia cerebral, três histórias de instituições criadas para ajudar os outros e que agora só sobrevivem graças à solidariedade da sociedade civil.
-
150
“Há a sensação de estar sempre a falhar”. Mulheres que passaram décadas a culpar-se antes de saberem que tinham PHDA
Pensamento acelerado, culpa constante, exaustão crónica. Em muitas mulheres, a Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA) é vivida durante anos como falha pessoal. Crescem a ouvir que são desorganizadas, intensas ou distraídas e aprendem a compensar em silêncio, até que algo cede — no trabalho, na maternidade ou no próprio corpo. Qual o custo de anos sem diagnóstico, num sistema pensado sobretudo a partir da experiência de rapazes?
-
149
D. Rosa só quer regressar a casa, mas a Alcácer do Sal ainda não chegaram apoios
Reportagem de Ana Catarina André
-
148
Estudar, trabalhar e viver a fé. Como funciona o novo centro de jovens na Basílica da Estrela?
Reportagem de João Maldonado
-
147
Entre-os-Rios, 25 anos depois. A ferida que não morre
Poderá acontecer uma nova tragédia como a queda da Ponte Hintze Ribeiro? Quem participou nas operações de busca das 59 vítimas acredita que há lições por tirar. Em Castelo de Paiva, as marcas da perda e do trauma estão presentes, mas há também a esperança de aprender a "conviver" com a ferida "sem fim" que a tragédia deixou.
-
146
Acompanhamento psicológico às populações de Leiria dá um passo de cada vez
Como apoiar quem se tenta recompor do atropelamento por um comboio de tempestades? Para todas as idades e condições socioeconómicas, recorrendo a técnicas de respiração ou ao jogo das cores, equipas de psicólogos sublinham que é necessário, antes de mais, não desvalorizar o sofrimento. "Primeiro temos de validar a dor e a perda desta gente, porque isto é real." Sem este acompanhamento, alertam, há o risco de "stress pós-traumático".
-
145
“Vale mais ganhar 800 euros aqui do que 2.000 em Lisboa”. Penedono pede empregos para não perder mais jovens
Não há ensino secundário, mas há “casas para viver” em Penedono. Os 2.800 habitantes têm o salário médio mais baixo do país, e a sensação de que os políticos, quando aparecem, vão “só para perguntar o voto”. À saída dos jovens juntaram-se as chamas de 2025, que queimaram o “ouro” da terra. “Se nada for feito, vai ser muito complicado”.
-
144
Um passe de esperança. Luísa tem uma filha com paralisia e estica 720€ de salário
Todos os dias às cinco da manhã, Luísa enfrenta o frio e entra num autocarro a abarrotar para uma viagem de mais de uma hora até ao trabalho. Quando chega a casa, a filha Ró exige-lhe atenção máxima. O relato hora-a-hora na vida de quem não ganha para as despesas, mas vai encontrando maneira de resistir: “Se não fosse a fé, já tinha morrido.”
-
143
“Não consigo dormir, com medo.” Cáritas de Braga regista aumento de pedidos para apoio às rendas
Pelo terceiro Natal, a instituição lança uma campanha de apadrinhamento de famílias, numa altura em que vê cada vez mais famílias a bater-lhe à porta para apoio para habitação. Por detrás de cada beneficiário há uma história de sobrevivência. Como a de Sílvia, que tem medo de ficar sem teto, e a de Andreia, que tem dificuldade em encontrar emprego por ser mãe sozinha.
-
142
Jovens cuidadores em Portugal. Uma realidade sem nome, sem números e cheia de “feridas abertas”
Leonor cresceu a preparar comprimidos, a ajudar a mãe a levantar-se e a dar-lhe banho quando já não tinha forças. Iara passou a cuidar da casa e a fazer massagens à mãe para aliviar as dores da fibromialgia. Sílvia dividia os dias entre a escola, os treinos e a avó com cancro. Hoje são jovens adultas, mas o Estado continua sem saber quantos menores são cuidadores — uma “inversão de papéis” que deixa marcas profundas, alertam psicólogas.
-
141
Há 89 anos, Porto de Mós perdeu 36 crianças em instantes. "Tenho dias em que me dá a ideia de que ainda lá estou"
A 8 de dezembro de 1936, o piso de uma escola de Porto de Mós ruiu durante uma cerimónia religiosa. Morreram 44 pessoas, 36 crianças e oito adultos, sendo que 20 menores ficaram órfãos. Quase 90 anos depois, a tragédia ainda vive na memória coletiva e no testemunho raro de Clementina, uma das sobreviventes.
-
140
“As crianças não têm preconceitos, mas são ensinadas a ter.” O dia a dia numa escola com 46 nacionalidades
No liceu mais antigo de Lisboa, onde as paredes guardam memórias de séculos, ouvem-se hoje vozes vindas de dezenas de geografias. Com 40% de alunos estrangeiros, os corredores enchem-se de diversidade, mas não são imunes ao contexto social. “Alguns miúdos sentem-se excluídos, ouvem insultos e muitas vezes não sabem onde falar sobre isso”, alertam os mediadores culturais.
-
139
A ferida que custa a sarar. Úlceras de pressão são uma “epidemia escondida”
Em Portugal, milhares de doentes vivem com úlceras de pressão — uma condição silenciosa, dolorosa e cara, que continua escondida nos lares e hospitais. Acompanhada diariamente pela filha e por enfermeiros ao domicílio, Esperança sente na pele a falta de apoio e as consequências dos tratamentos tardios.
-
138
Estas casas não são para velhos
Há cada vez mais idosos a viverem em quartos arrendados. Para uns, é uma realidade desde sempre, noutros a vida virou-se do avesso com a inflação. O dinheiro falta para quase tudo - e, em certos meses, até têm de escolher entre a renda da casa, o supermercado ou a farmácia. Eis o retrato de um país que só dá sinais de continuar a envelhecer.
-
137
Trabalhar sem salário na Base das Lajes
Funcionários portugueses da Base das Lajes vivem sem salário há mais de um mês. Governo Regional critica passividade de Lisboa.
-
136
Tiveram "muita sorte". O AVC fez Joana abrandar. Fernando quer acabar com os "maus vícios"
Ela tem 43, ele tem 63. Os dois sofreram um Acidente Vascular Cerebral há quatro meses. A paragem forçada e inesperada obrigou Joana e Fernando a olhar para a vida de uma maneira completamente diferente. O problema atinge cada vez mais pessoas em idade ativa e continua a ser a principal causa de morte e de incapacidade em Portugal. Estima-se que haja 25 mil novos casos de AVC todos os anos. Um em cada três doentes não sobrevive. E quem fica para contar a história, nem sempre encontra respostas de reabilitação à medida das necessidades. Amanhã assinala-se o Dia Mundial do AVC.
-
135
Franciscanos abrem quartos para arrendar a professores em Lisboa
Estão disponíveis no Seminário da Luz. Preços são abaixo do nível de mercado e estão também disponíveis para estudantes de Doutoramento. "Não podemos ficar instalados comodamente nos nossos Conventos", afirma Frei Daniel Teixeira - o guardião da casa.
-
134
“Há cada vez mais nomes estrangeiros”. Imigrantes são quase um quarto dos funerais solitários em Lisboa
Nos cemitérios de Lisboa, caixões que nunca se abrem descem à terra acompanhados apenas por voluntários. No espaço de um ano, 171 pessoas foram sepultadas sem familiares ou amigos na capital — e cerca de uma em cada quatro tinha nome estrangeiro. Mas a solidão não se escreve apenas nas campas: todos os anos, a PSP encontra perto de 250 pessoas mortas sozinhas em casa, e em 2025 a tendência é já de ligeiro aumento.
-
133
"O alvo aqui está parado, mas na rua pode não estar”. Como funciona a formação de tiro dos polícias?
Aprendem a privilegiar os membros inferiores e sabem que qualquer erro pode ser fatal. Na Escola Prática de Polícia, ensina-se a importância da “postura, posição corporal e controlo da respiração" antes de disparar. Sindicato considera formação atual curta e pouco adaptada às exigências do terreno.
-
132
"Aqui temos carinho, amor e dão-nos qualidade de vida": um dia nos Cuidados Paliativos do Santa Maria
Equipa Intra-hospitalar de Cuidados Paliativos de Santa Maria foi das primeiras a ser criada, em 2007. Dezoito anos depois mantém alguns dos elementos fundadores, mas o aumento da procura exige mais profissionais e mais equipas. A Renascença ouviu médicos, enfermeiros, auxiliares, doentes e famílias, sem esquecer o assistente religioso, que faz parte da equipa. Testemunhos na primeira pessoa sobre a importância de um serviço diferenciado, sobre o qual ainda há tabus e carece de investimento.
-
131
“Quando sentimos dor, temos de continuar”. Caminhos de Santiago batem recordes e podem vir a ser Património da UNESCO
São mais de 240 quilómetros, ou mais de 315 mil passos, entre o Porto e Santiago de Compostela, na Galiza. Da Sé até à Catedral, mais de 75 mil peregrinos já fizeram, este ano, o Caminho Português Central. O número dos que cumprem os itinerários jacobeus deve voltar a subir em 2025. Portugal está “a trabalhar para conseguir começar a poder fazer a candidatura” dos percursos nacionais a Património Imaterial da UNESCO.
-
130
Abraços, sorrisos e acolhimento. Fátima proporciona férias para pessoas com deficiência e cuidadores
Reportagem de Henrique Cunha
-
129
A dor também mora ao lado. As outras vítimas da violência doméstica
Maria e Francisco viram as mães serem espancadas pelos pais, Caetana foi agredida anos a fio pelo irmão. Os três foram vítimas de violência doméstica, desde bem cedo. Isso arrastou-os para um poço fundo - de solidão, más notas na escola, medo de andar na rua. Hoje, lutam contra o trauma e tentam uma vida em liberdade.
-
128
Autismo “não é um tabu”. A lição de Dinis, o mini-biólogo
Com 12 anos e milhares de seguidores, Dinis partilhou o seu diagnóstico de autismo nas redes sociais para ensinar e combater estigmas sobre o espectro. O número de casos tem vindo a aumentar a cada ano. Trata-se de sobrediagnóstico ou de uma maior consciencialização para os sinais?
-
127
Ouça aqui a Reportagem Renascença de Liliana Carona, "Onde estão as pessoas?". Foto: Liliana Carona/RR
Não há números estatísticos sobre as aldeias com zero habitantes. Mas o fenómeno de ‘desruralização’ verifica-se em centenas de lugares por todo o país e é uma realidade que não sendo novidade, se tem vindo a agravar. Restam as emoções que continuam a fazer com que aldeias como o Fontão, no concelho de Seia, recebam diariamente visitas. De quem? E porquê? E onde é que estão as pessoas?
-
126
“Paliativos não são a arte de dar a mãozinha, são ciência.” Metade dos pacientes referenciados morre antes de chegar lá
A vontade da maioria dos doentes é morrer em casa, mas Portugal é um dos países onde isso menos acontece. Faltam apoios aos familiares e a rede de cuidados paliativos continua a não dar resposta. Reportagem numa IPSS de Braga onde chegam pacientes "de Trás-os-Montes e da zona centro do país”.
-
125
Força liderada por Portugal é "seguro de vida" para todos os cenários, incluindo a Ucrânia
Pela primeira vez, Portugal lidera uma força multinacional que estará pronta para qualquer terreno, "da paz à guerra total", já a partir de julho. Conta com 1.500 militares para atuar em situações de crise, manutenção de paz ou estabilização e pode mesmo vir a pisar solo ucraniano. Reportagem com a brigada mecanizada do Exército que ultima os treinos em Santa Margarida.
-
124
Enerhodar: ocupação e fuga da cidade mais nuclear da Ucrânia
Três anos depois da guerra, subsistem 10 mil habitantes na cidade satélite da central nuclear de Zaporizhzhia, a maior da Europa. Atualmente ocupada pelos russos, estes são alguns dos relatos de moradores deslocados de Enerhodar, onde se situa a central ucraniana disputada por Kiev e Moscovo.
-
123
Os miúdos não estão OK. Reportagem de Ana Kotowicz
Rita, Filipe e Gustavo não se conhecem, mas têm em comum terem sido vítimas de violência na escola. Os números oficiais dizem-nos que a delinquência juvenil está a crescer, enquanto pais e escolas trocam culpas sobre o assunto. Crescer numa família estável, ou até frequentar uma escola privilegiada, já não protege ninguém de se tornar agressor, vítima ou testemunha. A violência sem filtro está nos telemóveis, a companhia que mais preenche o dia dos adolescentes. Demasiadas vezes sem censura.
-
122
Gabi não se pode mover, mas sonha ir à Argentina. Reportagem na única casa com cuidados paliativos para crianças
A Casa do Kastelo é a única instituição no país com atendimento pediátrico especializado para doenças incuráveis. Acolhe, atualmente, 15 crianças, que chegam de todo o país. Em Portugal, só uma em cada 10 crianças tem acesso a cuidados paliativos.
-
121
Almaraz no centro da encruzilhada nuclear
Espanha possui cinco centrais nucleares (uma sexta, a de Garoña, foi entretanto desativada) que são responsáveis pela produção de 20% da eletricidade consumida no país, que o governo de Madrid quer encerrar a partir de 2027 e até 2035. Em Almaraz, onde existe uma central nuclear refrigerada pelas águas do Rio Tejo, empresários, autarcas e populações locais contestam o encerramento, alegando perda de postos de trabalho e aumento do despovoamento.
-
120
Cinco anos depois da Covid, há marcas que perduram na saúde mental, no ensino e no mundo do trabalho
Paula ainda não fez o luto do sogro, cinco anos depois de a Covid-19 ter sido declarada como pandemia. Raquel, Simão e Carla despediram-se para mudar de vida.No ensino, há aprendizagens que se perderam, mas não há estudos para saber se foram recuperadas. "Só daqui por 20 anos é que as pessoas vão falar mais facilmente disto", acredita o psicólogo Rui Devesa Ramos.
-
119
"Quando voltar não faz sentido". Filhos da Ucrânia, refugiados em Portugal
Pensam todos os dias na família e nos amigos que lá deixaram, mas regressar a uma Ucrânia destruída seria como andar para trás. Têm mensagens para deixar a Putin, Zelensky e Trump. A Portugal, só apontam pontos positivos. Bem-vindos ao mundo reconstruído de Petrusya, Anna, Tatyana e Ilya.
-
118
Há estafetas a circular com a identidade de outros. Como funciona o aluguer ilegal de contas?
Há quem alugue a conta à semana, em troca de dinheiro, sobretudo a quem não tem documentação para trabalhar nas plataformas. A Renascença esteve meses infiltrada em vários grupos para perceber como se fazem estes negócios. Especialista fala em crime de “burla informática”. Autoridades não revelam número de infrações e plataformas limitam-se a assegurar que a "segurança" é uma "prioridade".
-
117
Gabi não se pode mover, mas sonha ir à Argentina. Reportagem na única casa com cuidados paliativos para crianças
A Casa do Kastelo é a única instituição no país com atendimento pediátrico especializado para doenças incuráveis. Acolhe, atualmente, 15 crianças, que chegam de todo o país. Em Portugal, só uma em cada 10 crianças tem acesso a cuidados paliativos.
-
116
"Voltar? Jamais. Amo Viseu!" Vieram do Brasil e criaram as suas empresas em menos de um ano
Sem ajudas do Estado, mulheres brasileiras chegam a Viseu e em menos de um ano tornam-se empresárias na área da estética. Para trás ficam licenciaturas, mestrados e um país onde dizem reinar a insegurança. Dados oficiais do Alto Comissariado para as Migrações indicam que 65% dos novos negócios em Portugal foram criados por cidadãos brasileiros — sobretudo mulheres.
-
115
"Se ontem não morri, hoje morro de certeza." Reportagem nas Canárias, onde começam a faltar lugares para enterrar migrantes
Chegam impregnados de combustível, desidratados, em hipotermia. De janeiro a outubro, alcançaram as ilhas Canárias mais de 32.800 migrantes. Quase 40% entraram pela pequena ilha de El Hierro. As autoridades locais exigem mais solidariedade do governo espanhol e da União Europeia, sobretudo no acolhimento dos menores não acompanhados.
-
114
Violência doméstica – Onde estamos a falhar?
“A violência doméstica é uma violência de género, estrutural e enraizada”, denuncia investigadora. Vítima faz apelo: "não retirem a queixa, nunca desistam". Os números estabilizaram em Portugal, mas continuam em alta. Desde o início deste ano, houve 17 homicídios por violência doméstica: 15 mulheres, uma criança e um homem. Onde estamos a falhar? Ouça a reportagem de Liliana Carona
-
113
Guerra na Ucrânia. Fé na linha da frente
Celebrações sob bombardeamento, prisões em tempo de guerra, solidariedade com quem mais sofre. Ao longo da linha da frente, os católicos ucranianos, de rito romano ou grego, estão envolvidos na guerra desde os primeiros dias. Estas são histórias recolhidas em zonas mais e menos tensas da Ucrânia, onde a fé move-se nas entranhas do conflito com os russos.
-
112
-
111
-
110
Uma escola 100% digital em Cinfães
A Escola Básica General Serpa Pinto, de Cinfães, iniciou o 2º período com a certeza de que é uma escola pública 100% digital. Os tradicionais quadros a giz foram substituídos por smartboards de última geração e computadores all in one. Um investimento financiado por fundos comunitários que rondou os 200 mil euros.
-
109
"Músicos Especiais". Da CerciOeiras para a vida
Têm sonhos e já foram a Berlim. Os “músicos especiais” da CerciOeiras não deixam ninguém indiferente. “Muitas vezes pensa-se no que a pessoa não é capaz de fazer; este projeto mostra do que as pessoas são capazes”, diz a terapeuta Ana Isabel Dias.
We're indexing this podcast's transcripts for the first time — this can take a minute or two. We'll show results as soon as they're ready.
No matches for "" in this podcast's transcripts.
Loading reviews...
Loading similar podcasts...