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RW+
by RW Cast
Boas histórias, contadas com profundidade: o RW+ carrega o propósito de abordar temas complexos e relevantes de forma sensível e apurada.RW+ é o núcleo de conteúdos especiais do Grupo Radioweb.
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A água que falta: a soja entre a seca e o crédito
No Rio Grande do Sul e nos principais estados que movimentam o agronegócio brasileiro, a água deixou de ser apenas uma condição para produzir. Em parte do campo, ela passou a representar planejamento, investimento e capacidade de adaptação. Em outra, segue dependendo da chuva. Em um estado que acumula eventos climáticos extremos nos últimos anos e convive com perdas recorrentes na produção agrícola, irrigar deixou de ser apenas uma escolha técnica para se tornar também uma questão econômica.A reportagem especial “A água que falta: a soja entre seca e crédito” acompanha produtores que vivem essa diferença na prática. De um lado, quem conseguiu acessar recursos e ampliar a estrutura para reduzir a dependência do clima. De outro, quem ainda enfrenta limites impostos pelo endividamento, pelas exigências de contratação ou pelo custo elevado dos sistemas de irrigação. Histórias diferentes que ajudam a explicar por que a mesma estiagem não produz os mesmos efeitos para todos.
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Mediação de conflitos agrários ajuda a evitar violência no campo
A mediação de conflitos agrários ajuda a evitar que disputas por terra terminem em violência. No campo, a terra representa moradia, sustento, memória e dignidade para famílias agricultoras e comunidades tradicionais. Quando a permanência no território é ameaçada, o conflito atinge também a renda, a alimentação, a saúde, a educação e a convivência comunitária. Em Pernambuco, a atuação mediada por instituições públicas busca reunir famílias, proprietários, movimentos sociais e órgãos do Estado para construir acordos, prevenir despejos violentos e garantir soluções mais humanas para quem vive e trabalha na terra.
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Vozes do Mar: oceano pede socorro diante da pressão humana
No episódio que encerra a série, Carlos Nobre amplia a discussão sobre o papel dos oceanos no equilíbrio climático do planeta. O cientista explica como oceanos, atmosfera e biodiversidade estão conectados e por que proteger esses ecossistemas é fundamental para enfrentar os desafios das mudanças climáticas.
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Vozes do Mar: baleias revelam sinais de alerta nos oceanos
O biólogo e pesquisador Salvatore Siciliano explica por que as baleias são importantes indicadores da saúde dos oceanos. O episódio aborda os impactos das atividades humanas, as mudanças ambientais e os desafios para a conservação da vida marinha.
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Vozes do Mar: o oceano está em crise e pede uma mudança de rumo
A presidente da Sea Shepherd Brasil, Nathalie Gil, explica como poluição, mudanças climáticas, pesca predatória e consumo excessivo afetam a vida marinha. Ela também fala sobre o retorno das baleias ao litoral brasileiro, os impactos da atividade humana nos oceanos e a necessidade de uma relação mais equilibrada entre sociedade e natureza.
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Vozes do Mar: fotógrafo relata encontro transformador com baleia
O fotógrafo de natureza e vida selvagem Rafael Mesquita compartilha encontros marcantes com baleias e explica como esses animais ajudam a despertar uma nova relação entre seres humanos, oceano e conservação ambiental.
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Vozes do Mar: baleias jubarte mudam rotina do litoral de SP
O segundo episódio de Vozes do Mar mostra como as baleias mudam a rotina daquela região, quando retornam à costa brasileira no inverno. Mais especificamente, no litoral norte de São Paulo, onde as baleias jubarte começaram a marcar presença. A espécie migratória percorre milhares de quilômetros todos os anos.
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Vozes do Mar: baleias retornam à costa brasileira no inverno
Nos últimos anos, o litoral norte de São Paulo passou a registrar um aumento expressivo no número de baleias — especialmente da espécie jubarte.
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Vício em telas e saúde mental: uma conversa com adolescentes
Dados divulgados no último mês de março pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelaram que cerca de um terço dos estudantes de 13 a 17 anos, de escolas públicas e privadas do Brasil, relatam sentir tristeza quase o tempo todo. O levantamento também verificou insatisfação com a própria imagem, ansiedade e irritabilidade como sensações frequentes. Para entender melhor esse cenário, a reportagem da Agência Radioweb visitou a Escola Bilíngue Pueri Domus, na cidade de São Paulo, onde três alunos do Ensino Médio relataram como tem sido lidar com o uso excessivo de redes sociais e seus impactos para a saúde mental.
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Moradores reaprendem a viver após décadas em manicômios
Durante anos, milhares de pessoas viveram dentro de hospitais psiquiátricos sem poder escolher quase nada sobre a própria vida. No último episódio da série ‘Além dos Muros: a luta antimanicomial no Brasil’, conhecemos histórias de quem reaprendeu a morar, conviver e existir fora dos manicômios. Das residências terapêuticas aos desafios que ainda cercam a saúde mental no Brasil, a série chega ao fim refletindo sobre autonomia, pertencimento e a importância de garantir cuidado sem exclusão. ‘Além dos Muros’ é uma produção do RW+. Produção e reportagem: Fernanda Nardo e Rafaella Martinez. Edição de áudio: Mário Melo.
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Cuidado em liberdade transforma saúde mental no país
O fechamento dos manicômios não encerrou a disputa sobre como a sociedade lida com o sofrimento psíquico. No terceiro episódio da série ‘Além dos Muros: a luta antimanicomial no Brasil’, acompanhamos os caminhos construídos pela reforma psiquiátrica brasileira: da humanização no atendimento aos serviços comunitários de saúde mental. Entre avanços, retrocessos e feridas que continuam abertas, a luta antimanicomial segue fazendo a mesma pergunta: é possível cuidar sem excluir? ‘Além dos Muros’ é uma produção do RW+. Produção e reportagem: Fernanda Nardo e Rafaella Martinez. Edição de áudio: Mário Melo.
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Abandono e resistência: como uma cidade reinventou o cuidado
Em 1989, Santos decidiu atravessar os muros da Casa de Saúde Anchieta. O que aconteceu depois disso ajudou a transformar a forma como o Brasil enxergava a saúde mental. No segundo episódio da série ‘Além dos Muros: a luta antimanicomial no Brasil', contamos como a intervenção no hospital psiquiátrico contribuiu com a construção de novas políticas públicas de cuidado em liberdade e discutimos a dívida histórica deixada por décadas de isolamento, violência e abandono.‘Além dos Muros’ é uma produção do RW+. Produção e reportagem: Fernanda Nardo e Rafaella Martinez. Edição de áudio: Mário Melo.
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Separar para tratar: a lógica que a luta antimanicomial derrubou
Por muito tempo, o Brasil tratou a loucura com isolamento. Atrás dos muros dos manicômios, milhares de pessoas desapareceram da convivência social. Muitas delas sem diagnóstico ou tratamento. No primeiro episódio da série ‘Além dos Muros: a luta antimanicomial no Brasil’, revisitamos a lógica que sustentou esses espaços e os primeiros movimentos que começaram a questionar essa forma de cuidado no Brasil. ‘Além dos Muros’ é uma produção do RW+. Produção e reportagem: Fernanda Nardo e Rafaella Martinez. Edição de áudio: Mário Melo.
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Entre o etarismo e a esperança: o papel da EJA na vida de idosos
A Educação de Jovens e Adultos (EJA) deve ser vista como um caminho de transformação social, especialmente para pessoas que foram privadas do acesso à educação ao longo da vida. A partir de relatos de estudantes idosos, como Isabel Vieira, Marlene Maria da Conceição e Genival Moura, a reportagem especial evidencia desafios como o analfabetismo, a evasão escolar e as desigualdades sociais e raciais, ao mesmo tempo em que destaca a escola enquanto espaço de recomeço, autoestima e conquista de direitos.
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Charruas: o povo que se fez fantasma para sobreviver
Comunidade fundamental na construção da cultura gaúcha do Brasil, Uruguai e Argentina, os Charruas buscam a retomada do protagonismo e de territórios após séculos de perseguições e massacres. Dados como extintos, a nação Charrua encontro nas sombras e no silêncio ao longo dos anos a maneira para sobreviver.
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Quanto vale a voz? Inteligência Artificial e o futuro da dublagem
Entre a memória afetiva de gerações e a lógica de mercado que transforma arte em produto, a dublagem brasileira enfrenta um dos momentos mais decisivos de sua história. A reportagem especial investiga como o avanço da inteligência artificial reposiciona a voz — antes expressão artística — como ativo negociável, capaz de ser reproduzido, manipulado e escalado sem a presença do intérprete. A partir de relatos de dubladores consagrados, especialistas em tecnologia, direito e comunicação, além de representantes do setor, a produção revela um cenário de tensão entre inovação e preservação. De um lado, a promessa de redução de custos e ganho de escala. Do outro, o risco de substituição de profissionais, fragilidade contratual e perda de identidade cultural. Com base em dados de mercado, movimentações políticas no Congresso Nacional e exemplos concretos do uso de IA em plataformas de streaming, a reportagem expõe como a ausência de regulamentação amplia incertezas e abre espaço para práticas que desafiam direitos autorais e de personalidade.Produzida pelo RW+, o Núcleo de Conteúdos Especiais do Grupo Radioweb, a obra percorre desde a estrutura econômica da dublagem no Brasil até os bastidores de decisões que impactam diretamente o futuro da profissão. Ao confrontar vozes humanas e artificiais, o especial levanta uma pergunta central: o que está em jogo quando a voz pode ser replicada sem o corpo que a produz e quanto vale a nossa voz? Mais do que um debate tecnológico, trata-se de uma disputa por controle, reconhecimento e permanência. Porque, no fim, a tecnologia pode até reproduzir o som, mas ainda não explica o que uma voz é capaz de causar.
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Música, machismo e naturalização da violência de gênero
A reportagem faz uma análise de músicas brasileiras e os possíveis impactos na formação das pessoas. Para isso, foram entrevistadas uma pesquisadora e duas psicólogas.
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Jornalistas protegem sociedade contra fake news em tempos de IAs
Ser jornalista em tempos de notícias falsas exige ainda mais ética e cuidado dos profissionais. A reportagem traz depoimentos de ouvintes, jornalistas e especialistas em Comunicação para avaliar o impacto das fake news para a democracia. O viés eleitoral, torna a situação ainda mais importante no Brasil em 2026.
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282
População transexual luta para ingressar no mercado de trabalho
No Brasil apenas 25% da população transexual está inserida no mercado formal de trabalho, situação que leva essa população à profissões de risco e sem reconhecimento. Nessa reportagem especial é apresentado um panorama do cenário brasileiro e sobre as medidas que vem sendo tomadas para inserção de transexuais no mercado de trabalho.
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Expansão de TikTok e ChatGPT ameaçam direito à água no Brasil
Expansão de TikTok e ChatGPT ameaçam direito à água no Brasil.
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Violência vicária: quando pais usam filhos como arma contra a mãe
Especial produzido pelo repórter Felipe Medeiros sobre violência vicária homens que usam os filhos, familiares, animais de estimação para violentar mulheres. Traz depoimento de mulher que sofreu na pele os abusos do ex-companheiro e lembra caso recente de homem que matou os próprios filhos em Goiás. Os efeitos psicológicos deste tipo de violência são devastadores.
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Transporte público: marco legal sinaliza revolução no setor
O setor de transporte público coletivo brasileiro enfrenta desafios diários para manter a roda girando, como queda no número de usuários, necessidade de investimentos e falta de um marco legal, ainda em discussão no congresso.
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278
SP: transportadores integram maior programa ambiental do Brasil
Empresários de São Paulo demonstram preocupação em reduzir custos e aumentar a eficiência operacional contribuindo para o meio ambiente. Ouça neste conteúdo especial como isso é possível.
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Violência política de gênero ameaça democracia no Brasil
A violência política de gênero consiste na violação dos direitos políticos das mulheres e vai além da agressão física. Inclui violências simbólicas, como interromper uma fala, cortar o microfone, fazer piadas ou excluir mulheres de comissões. As ofensas contra elas na política são frequentemente sexistas e difamatórias, chegando a ameaças que aterrorizam e atingem até seus familiares. A reportagem relembra episódios que marcaram negativamente a história recente da política brasileira.
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276
Violência que se repete: um ciclo que o País não consegue quebrar
Entre histórias que sobrevivem e estatísticas que se repetem, a violência contra a mulher no Brasil segue revelando um padrão que o país ainda não conseguiu interromper. A reportagem especial “Violência que se repete: um ciclo que o País não consegue quebrar” parte do relato de Maria Eduarda, sobrevivente de uma tentativa de feminicídio, para investigar por que, mesmo com leis mais duras, aumento de medidas protetivas e ampliação da rede institucional, os números continuam altos.Com base em dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do Ministério da Justiça, do Observatório da Violência contra a Mulher no Rio Grande do Sul e do Mapa Nacional da Violência de Gênero do Senado, a produção confronta estatísticas nacionais e estaduais, analisa gargalos no funcionamento das Delegacias Especializadas, aponta falhas na execução de medidas protetivas e discute os limites de um modelo centrado na reação, e não na prevenção.Ao ouvir pesquisadoras, representantes orgãos públicos, judiciário, e profissionais da psicologia, a reportagem expõe a distância entre a legislação e a realidade enfrentada pelas vítimas, especialmente mulheres negras, jovens e em situação de vulnerabilidade social. Também apresenta iniciativas como grupos reflexivos de gênero e políticas integradas de acolhimento, que mostram caminhos possíveis quando a atuação vai além da punição.Produzida pelo RW+, o Núcleo de Conteúdos Especiais do Grupo Radioweb, e com locução convidada de Ângela Couto, dubladora, a reportagem questiona por que, diante de dados públicos e conhecidos, o ciclo ainda se repete. O Brasil reage. Mas prevenir exige mais do que endurecer penas. Exige política pública contínua, investimento estrutural e mudança cultural. Enquanto isso não acontece, os números seguem contando histórias que não deveriam terminar assim
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275
O silêncio dos invisíveis: esquecidos da enchente seguem sem casa no Rio Grande do Sul
Quase dois anos após a maior tragédia climática da história do Rio Grande do Sul, milhares de famílias ainda vivem os efeitos da enchente de maio de 2024. Enquanto parte dos atingidos já recebeu moradia definitiva por meio do Compra Assistida e de empreendimentos do Minha Casa, Minha Vida – Reconstrução, outros seguem presos à burocracia, à falta de informação e à morosidade estrutural do poder público. A reportagem especial percorre histórias como a de Yaritza, que ainda aguarda definição sobre o direito à casa própria, e a de Marlise, que conseguiu recomeçar fora da área de risco. A partir desses contrastes, o conteúdo investiga os números oficiais do Governo Federal, do Estado e dos municípios, confronta ritmos diferentes de reconstrução e expõe gargalos que vão da escassez de imóveis à lentidão na aprovação de projetos. Com locução convidada de Mauro Ramos, a produção do RW+, o Núcleo de Conteúdos Especiais do Grupo Radioweb, revela como, entre contratos assinados e obras em andamento, ainda há famílias classificadas como “sem ação” e dependentes de busca ativa para não ficarem para trás. A reconstrução avança, mas não alcança todos no mesmo tempo. E é nesse intervalo que surgem os invisíveis. Resumo (Novo): Quase dois anos após a maior tragédia climática da história do Rio Grande do Sul, milhares de famílias ainda vivem os efeitos da enchente de maio de 2024. Enquanto parte dos atingidos já recebeu moradia definitiva por meio do Compra Assistida e de empreendimentos do Minha Casa, Minha Vida – Reconstrução, outros seguem presos à burocracia, à falta de informação e à morosidade estrutural do poder público. A reportagem especial percorre histórias como a de Yaritza, que ainda aguarda definição sobre o direito à casa própria, e a de Marlise, que conseguiu recomeçar fora da área de risco. A partir desses contrastes, o conteúdo investiga os números oficiais do Governo Federal, do Estado e dos municípios, confronta ritmos diferentes de reconstrução e expõe gargalos que vão da escassez de imóveis à lentidão na aprovação de projetos. Com locução convidada de Mauro Ramos, a produção do RW+, o Núcleo de Conteúdos Especiais do Grupo Radioweb, intitulada como "O silêncio dos invisíveis", revela como, entre contratos assinados e obras em andamento, ainda há famílias classificadas como “sem ação” e dependentes de busca ativa para não ficarem para trás. A reconstrução avança, mas não alcança todos no mesmo tempo. E é nesse intervalo que surgem os invisíveis.
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274
Tributação: o peso dos impostos na vida dos brasileiros
A reportagem aborda a relação entre o sistema tributário brasileiro, a reforma tributária e os impactos diretos sobre a justiça social, explicando como a estrutura tributária no país, historicamente, penaliza as camadas de menor renda ao concentrar a arrecadação em impostos sobre o consumo, tornando o sistema regressivo e aprofundando desigualdades sociais.
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Rádio: humanidade e resiliência em um mundo de distrações
Parceiro diário de milhares de pessoas, o rádio tem capacidade ímpar de humanidade e faz companhia sem desviar o ouvinte de suas atividades cotidianas. Para além disso, se adapta a múltiplas plataformas sem perder sua essência. Essa percepção é compartilhada pelos professores de comunicação, Luiz Artur Ferraretto, do Núcleo de Estudos de Rádio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e Deivison Campos, coordenador do curso de jornalismo da PUC do Rio Grande do Sul.A reportagem de Allan Barbosa faz uma homenagem e também uma análise para esse 13 de fevereiro, Dia Mundial do Rádio.
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272
Além do samba: horta de Zeca Pagodinho apoia famílias em Xerém
Idealizada pelo cantor e compositor Zeca Pagodinho, uma horta urbana localizada em Xerém, no Rio de Janeiro, beneficia famílias em situação de vulnerabilidade social. Xerém já enfrentou situações de calamidade climática e a horta desempenha o papel socioambiental de minimizar riscos de inundações e catástrofes na região. O espaço promove ainda conscientização sobre sustentabilidade e agricultura urbana. Dessa forma, além de produzir alimentos saudáveis, o aprendizado fortalece vínculos sociais e o trabalho comunitário.
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271
O que David Bowie deixou para a história da música?
David Bowie usava figurinos bem diferentes do convencional, com liberdade estética e inovou usando maquiagem nos clipes e shows. Isso passava uma mensagem de que as pessoas podiam ser como quisessem. Não havia limites.
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270
Despertar da Consciência Negra: a educação é a chave do futuro
Fechando a série, o episódio destaca a educação como eixo estruturante para enfrentar o racismo. A partir de experiências reais de docentes que aplicam as Leis 10.639/03 e 11.645/08, o programa mostra como a prática pedagógica pode transformar trajetórias, ampliar repertórios e fortalecer vínculos identitários.
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Despertar da Consciência Negra: a música une passado e presente
Nesse segundo episódio, a música aparece como território de afirmação e identidade. Com depoimentos de artistas como os cantores Canibal e Isaar, o episódio evidencia como o ritmo, a voz e a história dos artistas negros dialogam com a luta por representatividade.
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Despertar da Consciência Negra: a literatura reencontra o passado
Neste episódio, a série mergulha na força da literatura como caminho para o despertar da consciência negra. A partir de depoimentos de leitores e especialistas, a narrativa destaca como livros, personagens e autores negros ajudam a reconstruir referências, fortalecer autoestima e enfrentar o racismo estrutural.
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CE é um dos estados com mais assassinatos de LGBTI+
O Brasil registrou 122 mortes de pessoas LGBTQIAPN+ no ano passado, sendo 11 delas no Ceará. O estado ocupa o terceiro lugar no País com registros desse tipo de crime, segundo mapeamento da Associação Nacional de Travestis e Transexuais.
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Construir sem poluir: o futuro das obras já começou
Um novo jeito de construir está ganhando espaço no Brasil. Casas, escolas e prédios estão sendo erguidos com tecnologia limpa, feita a partir de madeira de florestas plantadas. As obras com madeira engenheirada geram pouco entulho, reduzem emissões e ficam prontas em menos tempo. A construção sustentável mostra que o futuro das cidades pode nascer dentro das florestas.
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Corpo e sexualidade atravessados pelo câncer de mama
O câncer de mama transforma o corpo, a imagem, o desejo. Mas não apaga a vida. Nesta reportagem especial, mulheres que atravessaram a doença contam como reinventaram a intimidade e a sexualidade.
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264
Dia do Rádio: vozes que levam o mundo para o Brasil
Conheça o trabalho dos correspondentes internacionais de rádio que estão em outros países e levam a notícia para o Brasil.
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Novas ideias ajudam na reinvenção de negócios no RS
A construção de um negócio, desde a sua concepção, estruturação até os lucros que todos esperam ao começar empreender, levam um tempo...uma jornada nada fácil. Para quem ainda passa por situações alheias ao seu controle, as dificuldades impostas são ainda maiores. Empresários gaúchos de pequeno, médio e grande porte vivenciaram um período em 2024 que pode ser considerado o da maior catástrofe já vista no Rio Grande do Sul e uma das maiores do Brasil. A enchente de maio levou vidas, casas, empreendimentos e sonhos. A reconstrução, palavra-chave na retomada, dura até hoje, pouco mais de um ano depois da tragédia. Mas de onde tirar forças para se levantar e recomeçar um negócio? Novas ideias, mentorias e acompanhamentos estratégicos podem ajudar nessa caminhada.
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262
Por que democratizar a cirurgia bariátrica é essencial no Brasil?
Apesar de 1 em cada 3 brasileiros ser obeso, menos de 1% da população com indicação para cirurgia bariátrica consegue realizar a intervenção. Democratizar o acesso ao procedimento pode trazer mais qualidade de vida a milhões de brasileiros.
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261
Enchente deixa rastros no mercado imobiliário do RS
A enchente de maio de 2024 que atingiu o Rio Grande do Sul deixou diversas marcas nas vidas dos gaúchos. Do lado mental, são traumas difíceis de serem superados. No aspecto econômico, as consequências também são grandes. São perdas inestimáveis e reconstruções atrás de reconstruções, isso porque o Estado já havia enfrentado, pelo menos, outras duas enchentes em um intervalo de seis meses. Muitas casas foram levadas pela água, bairros ficaram submersos ou até desapareceram. Passado isso, como saber se onde você mora ou gostaria de morar é seguro? Como o mercado imobiliário tem lidado com essas mudanças? Quais os impactos que o setor teve e como está se comportando?
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260
Cafeicultores mineiros reforçam compromisso com trabalho digno
Entre 1996 e 2023 foram encontradas 3.700 pessoas em condições análogas à escravidão em lavouras de café no Brasil. Apesar do quadro preocupante, cafeicultores mineiros fazem questão de mostrar o outro lado: o compromisso de produtores rurais com a CLT e condições dignas de trabalho para seus funcionários.
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259
Desigualdade social: a violência antes e depois do crime
A matéria propõe uma abordagem humanizada e reflexiva sobre a violência no Brasil, explorando as raízes estruturais que antecedem os episódios de criminalidade e os impactos duradouros que permanecem na família e na sociedade.
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258
Boate Kiss: por que a tragédia deve ser lembrada?
A longa elaboração de um luto coletivo passa pelo silenciamento, pelo tempo e pela luta. Por que esses elementos são tão importantes? E por quais razões familiares de vítimas e sobreviventes preferem não silenciar sobre a tragédia da boate Kiss, apesar da dor? O episódio traz relatos de sobreviventes e familiares e mostra como as pessoas diretamente impactadas pelo incêndio lutam por justiça e pela memória das vítimas de 27 de janeiro de 2013.
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257
Boate Kiss: leis para evitar que tragédias se repitam
Em dezembro de 2013, a Lei Kiss foi criada com o objetivo de dar clareza e segurança à fiscalização e à prevenção e proteção contra incêndios no Rio Grande do Sul. 12 anos depois, a lei já sofreu diversas alterações. O que mudou na lei e na atuação do Corpo de Bombeiros para evitar que tragédias se repitam?
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256
Boate Kiss: a busca por responsabilização em vias internacionais
Avança na Comissão Interamericana de Direitos Humanos a denúncia que pode responsabilizar o Estado brasileiro pela tragédia da boate Kiss. Em 2024, a CIDH considerou admissível a denúncia movida pela Associação de Familiares de Vítimas e Sobreviventes de Santa Maria (AVTSM) que busca responsabilizar a Prefeitura de Santa Maria, o Ministério Público do Rio Grande do Sul e o Corpo de Bombeiros pela falta de fiscalização e problemas na emissão dos licenciamentos da boate.
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255
Boate Kiss: o incêndio, a investigação e a sensação de impunidade
Da noite para o dia, o incêndio da boate Kiss transformou a história de Santa Maria e comoveu o país e o mundo. A reportagem de Eduardo Covalesky relembra os primeiros momentos após o incêndio, a investigação policial nas semanas seguintes, a busca por responsabilizações e a lembrança diária de familiares de vítimas e sobreviventes sobre a dor que acometeu uma comunidade inteira pela tragédia que vitimou 242 pessoas, a maioria jovens, em uma casa noturna superlotada em janeiro de 2013. Esse episódio usa efeitos sonoros e elementos da série sobre a Kiss do Globoplay.
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254
Radioweb 24 anos: por que amamos fazer rádio?
Neste mês em que celebramos 24 anos de Radioweb, a gerente de conteúdo Mariana de Freitas conta uma história diferente. Não é sobre a Radioweb especificamente, mas sobre as pessoas que fazem o rádio pulsar todos os dias. Você vai ouvir o repórter Hiury Wdson, que descobriu aos 11 anos, ouvindo o comercial do mercadinho do tio, que queria viver para contar histórias. Vai conhecer a jornalista Priscila Mendes, nossa “louca do rádio” em Belo Horizonte, que invadia estúdios para descobrir como tudo funcionava. Tem também a Rita Faustino, mineira que trocou equipamentos de rádio por histórias de bastidores e hoje cuida das nossas parceiras afiliadas.E não para por aí. O Marcelo Bonora, nosso editor de áudio, lembra como começou no tempo do analógico. E o Rafael Silva, que realizou o sonho duplo de trabalhar com rádio e com a Radioweb, conta como é estar no centro das notícias em Brasília.Esse especial é mais do que um programa: é um convite para você sentir o que nós sentimos todos os dias — o amor pelo rádio.
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253
A medicina como negócio, o impacto na formação e as fake news
A medicina tem enfrentado diferentes desafios. Pandemia, crise climática, fake news e disseminação de faculdades com formação deficitária são alguns exemplos. Diante de uma conjuntura que não é favorável, as provações e julgamentos crescem. Assuntos até então pouco questionados, passaram a ser foco de discussão, até mesmo, em mesa de bar, como as informações falsas sobre vacinas. Jovens em universidades transformaram as salas de aula e ambientes de residência em reality shows nas redes sociais. As faculdades, até pouco tempo referenciadas por grandes instituições, agora sofrem com a concorrência de locais de ensino com menor infraestrutura e know-how. São sobre esses desafios e como a medicina pode se defender e agir que que você ouve nesse conteúdo.
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Desatenção e hiperatividade: como é a vida de pessoas com TDAH?
Especial traz depoimentos de pessoas diagnosticadas com TDHA para contar sobre como é viver nesta condição, diagnósticos e tratamentos que melhoram a qualidade de vida dos portadores do transtorno.
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251
Gerir carreira e maternidade impõe desafios para cientistas
No dia 8 de julho, celebramos o Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador Científico. A data é um convite à reflexão sobre a produção de conhecimento no país — e, principalmente, sobre quem está por trás das descobertas que impactam vidas e transformam realidades.Neste especial produzido pela RW+, a repórter Joyce Santos apresenta relatos emocionantes, como o da engenheira de software Ana Souza, que viu sua vida e seu doutorado se transformarem com o nascimento prematuro do filho. Ou da professora Fernanda Staniscuaski, da UFRGS, integrante do grupo Parent in Science, que luta para que a parentalidade seja considerada nos currículos e na avaliação de desempenho de cientistas.A reportagem também apresenta as conquistas legislativas recentes, como as Leis 13.536, 14.925 e 15.124, que garantem prazos estendidos, licenças e vedam discriminações em processos seletivos de bolsas e pesquisa por motivo de gestação ou adoção.
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