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Boas histórias, contadas com profundidade: o RW+ carrega o propósito de abordar temas complexos e relevantes de forma sensível e apurada.RW+ é o núcleo de conteúdos especiais do Grupo Radioweb.

Publisher-supplied feed metadata · PodParley refreshed Jun 13, 2026 · Source feed

  1. 300

    O que a ciência já sabe sobre como viver melhor essa fase?

    Depois de entender o que acontece com o corpo e o cérebro, a investigação busca respostas para uma pergunta prática: o que a ciência já sabe sobre como viver melhor essa fase? Especialistas apresentam as evidências mais atuais sobre atividade física, alimentação, sono, saúde mental e tratamentos individualizados. Sem romantizar e nem patologizar o climatério, o episódio reúne informações que ajudam a compreender essa travessia biológica, emocional e social com mais conhecimento e autonomia.

  2. 299

    Por que a menopausa também mexe com o cérebro?

    A investigação avança para uma pergunta que a ciência começou a responder mais recentemente: por que o climatério também afeta o cérebro? Com base em pesquisas e entrevistas com especialistas, este episódio explora a relação entre hormônios, saúde mental, memória, concentração e emoções. Ao mesmo tempo, mostra como, durante décadas, a medicina concentrou seus estudos no sistema reprodutor feminino e deixou em segundo plano os impactos neurológicos dessa transição.

  3. 298

    Climatério: quando o corpo começa a dar os primeiros sinais

    A partir de uma experiência pessoal, a jornalista Fernanda Nardo investiga os primeiros sinais do climatério e descobre que sintomas como cansaço, irritabilidade, mudanças de humor e ondas de calor podem fazer parte de uma mesma transição hormonal. Ao longo da apuração, mulheres compartilham suas histórias e especialistas explicam as diferenças entre climatério e menopausa, ajudando a compreender uma fase da vida ainda cercada por desinformação e silêncio.

  4. 297

    Como os dados transformam a vigilância em saúde?

    No terceiro e último capítulo da série, a reportagem deixa o consultório e acompanha os sinais que podem surgir antes que o agravamento chegue aos serviços de saúde. Intitulado “Dos dados à antecipação”, o episódio investiga como imagens médicas, informações ambientais, registros epidemiológicos e inteligência artificial podem ampliar a capacidade de reconhecer riscos sem substituir a decisão humana. A reportagem mostra uma pesquisa em Porto Alegre que usa inteligência artificial para estimar o risco de desenvolvimento de câncer de mama a partir de mamografias e recupera a experiência do monitoramento de coronavírus no esgoto no Rio Grande do Sul, em que dados ambientais ajudavam a complementar a vigilância e a orientar gestores. O capítulo também acompanha modelos de previsão de dengue que cruzam temperatura, chuva, circulação de doenças e notificações anteriores para construir cenários sobre temporadas futuras. Com pesquisadores da Fiocruz, do CEVS e da Rede Saúde Planetária Brasil, a reportagem discute o potencial e os limites dessas ferramentas, especialmente diante de dados incompletos e territórios pouco monitorados. Ao retornar à sala de espera que abriu a série, o episódio conclui que antecipar não é adivinhar: a tecnologia pode identificar padrões e abrir tempo para agir, mas transformar previsão em cuidado continua dependendo da interpretação profissional, da organização dos serviços e da realidade de cada paciente.

  5. 296

    Faculdades preparam médicos para os impactos do clima

    Entre o que a faculdade ensina e o que o serviço de saúde exige existe uma passagem decisiva. No segundo capítulo de uma série de três reportagens especiais sobre mudanças climáticas, saúde e formação médica, a reportagem acompanha o caminho entre graduação, residência e atendimento para entender como a saúde planetária pode deixar de ser apenas uma diretriz e se transformar em prática clínica. Intitulado “Da formação à prática”, o episódio parte da experiência de uma médica residente em terapia intensiva pediátrica e mostra que reconhecer a influência do calor, da fumaça, das enchentes e das condições do território depende também das perguntas que o profissional aprendeu a fazer. A reportagem investiga como as novas Diretrizes Curriculares Nacionais chegam às escolas médicas, apresenta dados internacionais sobre o alcance ainda desigual do ensino de clima e saúde e mostra a experiência da UFRGS, onde o tema ganhou dimensão concreta durante as enchentes de 2024. Além disso, também ouve representantes da educação médica e do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul sobre a distância entre o currículo, a residência e o cotidiano do atendimento. Ao mostrar que a emergência climática não espera a próxima turma se formar, o episódio amplia a discussão para a organização dos serviços e pergunta como equipes, fluxos, estoques e formas de comunicação podem ser preparados antes que o agravamento chegue ao hospital.

  6. 295

    Crise climática já muda o perfil de doenças no Brasil

    Antes mesmo de o paciente entrar no consultório, o clima já pode ter atravessado a sala de espera. No primeiro capítulo de uma série de três reportagens especiais sobre mudanças climáticas, saúde e formação médica, a reportagem investiga como calor extremo, fumaça, enchentes, poluição e alterações na circulação de doenças aparecem no corpo sem necessariamente serem reconhecidos pelo nome. Intitulado “Quando o clima vira diagnóstico: do território ao sintoma”, o episódio mostra que tontura, desidratação, falta de ar, agravamento de doenças crônicas e infecções podem contar uma história que começou longe da unidade de saúde, seja na casa abafada, no bairro sem árvores, no trabalho sob o sol, na água contaminada ou no ar respirado durante semanas. A partir dos relatos de médicas que atuam no atendimento, de uma pneumologista, de um representante da educação médica e de uma estudante de Medicina, a reportagem acompanha o caminho entre o ambiente e o raciocínio clínico. O capítulo também apresenta as novas Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Medicina, que passaram a incluir mudanças climáticas, sustentabilidade e saúde ambiental na formação dos futuros profissionais. Ao mostrar que o diagnóstico começa no corpo, mas não termina nele, a reportagem pergunta se a nova geração de médicos está aprendendo a enxergar, além do sintoma, o território onde cada paciente vive.

  7. 294

    Inteligência artificial amplia risco de desinformação na eleição

    O uso da inteligência artificial pode ampliar a circulação de informações falsas durante as eleições de 2026. Áudios, vídeos e imagens manipulados podem confundir os eleitores, prejudicar candidaturas e influenciar o voto. Embora a tecnologia seja permitida na propaganda eleitoral, seu uso deve ser informado, e a criação de deepfakes para distorcer a realidade é proibida. Por isso, é importante verificar a fonte, evitar o compartilhamento de conteúdos suspeitos e denunciar possíveis casos de desinformação.

  8. 293

    Juros altos e preços baixos apertam o agro em MT

    Apesar do crescimento da safra de soja e milho, o lucro dos produtores rurais registrou queda nos últimos anos. O aumento do custo de produção preocupa e acende um alerta diante do crescimento do endividamento e, consequentemente, de recuperações judiciais no campo, principalmente em Mato Grosso.

  9. 292

    Quando o jogo vem até nós: a aposta política das bets

    Depois de cinco anos funcionando sem regulação, o mercado de bets explodiu no país junto com o crescimento do vício em apostas esportivas. Agora, o governo tenta atualizar as restrições e combater o vício enquanto encontra um mercado já consolidado e com milhões de apostadores em todo país.

  10. 291

    Quando o vício bate à porta: as bets nos lares brasileiros

    As apostas on-line têm impactado a vida de milhões de brasileiros, transformando o entretenimento em um problema de saúde pública. Por meio de relatos de pessoas afetadas pela ludopatia e de familiares, o 3º episódio da série de reportagens especiais evidencia as consequências do vício, como endividamento, isolamento, conflitos familiares e até casos de suicídio, além de destacar o aumento da procura por tratamento no SUS e o papel de grupos de apoio na recuperação de jogadores compulsivos.

  11. 290

    O jogo por trás do jogo: como as apostas mudaram o futebol

    O futebol era paixão. Hoje... para muita gente... ele também virou aposta. Não é mais apenas sobre quem vai vencer. É sobre quanto dinheiro pode entrar... ou desaparecer... em poucos segundos. Uma bola na trave. Um cartão amarelo. Um escanteio. Um pênalti. Lances que antes provocavam apenas emoção... agora carregam o peso de vidas inteiras.

  12. 289

    Quando o jogo vem até nós: o Brasil na era das bets

    Depois de sair dos salões, das esquinas e dos antigos cassinos, a aposta encontrou no celular o caminho mais curto até o bolso dos brasileiros. No primeiro capítulo de uma série de quatro reportagens especiais sobre as bets no Brasil, a reportagem investiga como os jogos online deixaram de ser apenas um mercado de apostas para se transformar em um fenômeno que atravessa o futebol, a publicidade, a saúde das famílias e o debate político. A partir da história de Vitória Macedo, que começou com depósitos pequenos e acabou perdendo mais de oito mil reais, a Radioweb mostra como a promessa de dinheiro rápido se mistura à facilidade do Pix, à presença constante dos aplicativos e à sensação de controle que muitos apostadores acreditam ter. Intitulado “Quando o jogo vem até nós: o Brasil na era das bets”, o episódio mostra que a aposta já não depende de deslocamento, mesa ou ficha. Ela chega por notificação, anúncio, camisa de clube e transmissão esportiva. E, quando o problema aparece em forma de endividamento, ansiedade, segredo e pedido de bloqueio, o país ainda tenta correr atrás de um mercado que cresceu mais rápido do que a capacidade de medir suas consequências.

  13. 288

    Por uma internet segura e saudável: o ECA Digital e o autocuidado

    Enquanto nos últimos seis meses Austrália e Reino Unido tomaram medidas drásticas para combater o vício de adolescentes nas telas, com a proibição de que menores de 16 anos tenham contas de redes sociais, o Brasil decidiu por um caminho do meio. Sem proibir o acesso, desde março de 2026 o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital) colocou as big techs na parede. Neste quarto e último episódio da série "Tempo de Tela", vamos conhecer as novas regras da lei brasileira, que já pressionam as plataformas para prevenir que menores de idade se viciem nas tecnologias ou acessem conteúdos inadequados, violentos, discriminatórios e mesmo criminosos.

  14. 287

    Pais na era digital: adolescentes querem limites e orientação

    O falecido fundador da Apple, Steve Jobs, não deixava as filhas menores de idade brincarem com o Ipad que ele mesmo criou. Na hora do jantar, nada de aparelhos para que pudessem conversar sobre livros e temas históricos. Enquanto quem sabe como funciona limita, pais de adolescentes viciados em telas não sabem mais o que tentar. Neste terceiro episódio da série "Tempo de Tela", chamamos os adultos para entender melhor essa dependência que não é somente dos mais novos.

  15. 286

    Por trás do algoritmo: como o vício dos adolescentes é manipulado

    Depois de ouvirmos o que acontece com o cérebro dos adolescentes viciados nas plataformas digitais, nesse segundo episódio da série "Tempo de Tela", vamos entender quem está manipulando esse vício e com o quê devemos nos preocupar.

  16. 285

    Sem tédio nem paz: como o cérebro adolescente vicia no digital

    Nesse primeiro episódio da série "Tempo de Tela", queremos entender o que acontece com o cérebro de meninos e meninas adolescentes que já nasceram com as telas atraindo toda a atenção. Com a ajuda de psicólogos especializados no assunto e com o relato do que sentem os próprios adolescentes, buscamos entender como o vício em plataformas digitais como redes sociais e jogos de videogame é desenvolvido nessa faixa etária e por que as consequências podem impedir o desenvolvimento de habilidades essenciais e durar por toda a vida.

  17. 284

    A água que falta: a soja entre a seca e o crédito

    No Rio Grande do Sul e nos principais estados que movimentam o agronegócio brasileiro, a água deixou de ser apenas uma condição para produzir. Em parte do campo, ela passou a representar planejamento, investimento e capacidade de adaptação. Em outra, segue dependendo da chuva. Em um estado que acumula eventos climáticos extremos nos últimos anos e convive com perdas recorrentes na produção agrícola, irrigar deixou de ser apenas uma escolha técnica para se tornar também uma questão econômica.A reportagem especial “A água que falta: a soja entre seca e crédito” acompanha produtores que vivem essa diferença na prática. De um lado, quem conseguiu acessar recursos e ampliar a estrutura para reduzir a dependência do clima. De outro, quem ainda enfrenta limites impostos pelo endividamento, pelas exigências de contratação ou pelo custo elevado dos sistemas de irrigação. Histórias diferentes que ajudam a explicar por que a mesma estiagem não produz os mesmos efeitos para todos.

  18. 283

    Mediação de conflitos agrários ajuda a evitar violência no campo

    A mediação de conflitos agrários ajuda a evitar que disputas por terra terminem em violência. No campo, a terra representa moradia, sustento, memória e dignidade para famílias agricultoras e comunidades tradicionais. Quando a permanência no território é ameaçada, o conflito atinge também a renda, a alimentação, a saúde, a educação e a convivência comunitária. Em Pernambuco, a atuação mediada por instituições públicas busca reunir famílias, proprietários, movimentos sociais e órgãos do Estado para construir acordos, prevenir despejos violentos e garantir soluções mais humanas para quem vive e trabalha na terra.

  19. 282

    Vozes do Mar: oceano pede socorro diante da pressão humana

    No episódio que encerra a série, Carlos Nobre amplia a discussão sobre o papel dos oceanos no equilíbrio climático do planeta. O cientista explica como oceanos, atmosfera e biodiversidade estão conectados e por que proteger esses ecossistemas é fundamental para enfrentar os desafios das mudanças climáticas.

  20. 281

    Vozes do Mar: baleias revelam sinais de alerta nos oceanos

    O biólogo e pesquisador Salvatore Siciliano explica por que as baleias são importantes indicadores da saúde dos oceanos. O episódio aborda os impactos das atividades humanas, as mudanças ambientais e os desafios para a conservação da vida marinha.

  21. 280

    Vozes do Mar: o oceano está em crise e pede uma mudança de rumo

    A presidente da Sea Shepherd Brasil, Nathalie Gil, explica como poluição, mudanças climáticas, pesca predatória e consumo excessivo afetam a vida marinha. Ela também fala sobre o retorno das baleias ao litoral brasileiro, os impactos da atividade humana nos oceanos e a necessidade de uma relação mais equilibrada entre sociedade e natureza.

  22. 279

    Vozes do Mar: fotógrafo relata encontro transformador com baleia

    O fotógrafo de natureza e vida selvagem Rafael Mesquita compartilha encontros marcantes com baleias e explica como esses animais ajudam a despertar uma nova relação entre seres humanos, oceano e conservação ambiental. 

  23. 278

    Vozes do Mar: baleias jubarte mudam rotina do litoral de SP

    O segundo episódio de Vozes do Mar mostra como as baleias mudam a rotina daquela região, quando retornam à costa brasileira no inverno. Mais especificamente, no litoral norte de São Paulo, onde as baleias jubarte começaram a marcar presença. A espécie migratória percorre milhares de quilômetros todos os anos.

  24. 277

    Vozes do Mar: baleias retornam à costa brasileira no inverno

    Nos últimos anos, o litoral norte de São Paulo passou a registrar um aumento expressivo no número de baleias — especialmente da espécie jubarte.

  25. 276

    Vício em telas e saúde mental: uma conversa com adolescentes

    Dados divulgados no último mês de março pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelaram que cerca de um terço dos estudantes de 13 a 17 anos, de escolas públicas e privadas do Brasil, relatam sentir tristeza quase o tempo todo. O levantamento também verificou insatisfação com a própria imagem, ansiedade e irritabilidade como sensações frequentes. Para entender melhor esse cenário, a reportagem da Agência Radioweb visitou a Escola Bilíngue Pueri Domus, na cidade de São Paulo, onde três alunos do Ensino Médio relataram como tem sido lidar com o uso excessivo de redes sociais e seus impactos para a saúde mental.

  26. 275

    Moradores reaprendem a viver após décadas em manicômios

    Durante anos, milhares de pessoas viveram dentro de hospitais psiquiátricos sem poder escolher quase nada sobre a própria vida. No último episódio da série ‘Além dos Muros: a luta antimanicomial no Brasil’, conhecemos histórias de quem reaprendeu a morar, conviver e existir fora dos manicômios. Das residências terapêuticas aos desafios que ainda cercam a saúde mental no Brasil, a série chega ao fim refletindo sobre autonomia, pertencimento e a importância de garantir cuidado sem exclusão. ‘Além dos Muros’ é uma produção do RW+. Produção e reportagem: Fernanda Nardo e Rafaella Martinez. Edição de áudio: Mário Melo.

  27. 274

    Cuidado em liberdade transforma saúde mental no país

    O fechamento dos manicômios não encerrou a disputa sobre como a sociedade lida com o sofrimento psíquico. No terceiro episódio da série ‘Além dos Muros: a luta antimanicomial no Brasil’, acompanhamos os caminhos construídos pela reforma psiquiátrica brasileira: da humanização no atendimento aos serviços comunitários de saúde mental. Entre avanços, retrocessos e feridas que continuam abertas, a luta antimanicomial segue fazendo a mesma pergunta: é possível cuidar sem excluir? ‘Além dos Muros’ é uma produção do RW+. Produção e reportagem: Fernanda Nardo e Rafaella Martinez. Edição de áudio: Mário Melo. 

  28. 273

    Abandono e resistência: como uma cidade reinventou o cuidado

    Em 1989, Santos decidiu atravessar os muros da Casa de Saúde Anchieta. O que aconteceu depois disso ajudou a transformar a forma como o Brasil enxergava a saúde mental. No segundo episódio da série ‘Além dos Muros: a luta antimanicomial no Brasil', contamos como a intervenção no hospital psiquiátrico contribuiu com a construção de novas políticas públicas de cuidado em liberdade e discutimos a dívida histórica deixada por décadas de isolamento, violência e abandono.‘Além dos Muros’ é uma produção do RW+. Produção e reportagem: Fernanda Nardo e Rafaella Martinez. Edição de áudio: Mário Melo.

  29. 272

    Separar para tratar: a lógica que a luta antimanicomial derrubou

    Por muito tempo, o Brasil tratou a loucura com isolamento. Atrás dos muros dos manicômios, milhares de pessoas desapareceram da convivência social. Muitas delas sem diagnóstico ou tratamento. No primeiro episódio da série ‘Além dos Muros: a luta antimanicomial no Brasil’, revisitamos a lógica que sustentou esses espaços e os primeiros movimentos que começaram a questionar essa forma de cuidado no Brasil. ‘Além dos Muros’ é uma produção do RW+. Produção e reportagem: Fernanda Nardo e Rafaella Martinez. Edição de áudio: Mário Melo. 

  30. 271

    Entre o etarismo e a esperança: o papel da EJA na vida de idosos

    A Educação de Jovens e Adultos (EJA) deve ser vista como um caminho de transformação social, especialmente para pessoas que foram privadas do acesso à educação ao longo da vida. A partir de relatos de estudantes idosos, como Isabel Vieira, Marlene Maria da Conceição e Genival Moura, a reportagem especial evidencia desafios como o analfabetismo, a evasão escolar e as desigualdades sociais e raciais, ao mesmo tempo em que destaca a escola enquanto espaço de recomeço, autoestima e conquista de direitos.

  31. 270

    Charruas: o povo que se fez fantasma para sobreviver

    Comunidade fundamental na construção da cultura gaúcha do Brasil, Uruguai e Argentina, os Charruas buscam a retomada do protagonismo e de territórios após séculos de perseguições e massacres. Dados como extintos, a nação Charrua encontro nas sombras e no silêncio ao longo dos anos a maneira para sobreviver.

  32. 269

    Quanto vale a voz? Inteligência Artificial e o futuro da dublagem

    Entre a memória afetiva de gerações e a lógica de mercado que transforma arte em produto, a dublagem brasileira enfrenta um dos momentos mais decisivos de sua história. A reportagem especial investiga como o avanço da inteligência artificial reposiciona a voz — antes expressão artística — como ativo negociável, capaz de ser reproduzido, manipulado e escalado sem a presença do intérprete. A partir de relatos de dubladores consagrados, especialistas em tecnologia, direito e comunicação, além de representantes do setor, a produção revela um cenário de tensão entre inovação e preservação. De um lado, a promessa de redução de custos e ganho de escala. Do outro, o risco de substituição de profissionais, fragilidade contratual e perda de identidade cultural. Com base em dados de mercado, movimentações políticas no Congresso Nacional e exemplos concretos do uso de IA em plataformas de streaming, a reportagem expõe como a ausência de regulamentação amplia incertezas e abre espaço para práticas que desafiam direitos autorais e de personalidade.Produzida pelo RW+, o Núcleo de Conteúdos Especiais do Grupo Radioweb, a obra percorre desde a estrutura econômica da dublagem no Brasil até os bastidores de decisões que impactam diretamente o futuro da profissão. Ao confrontar vozes humanas e artificiais, o especial levanta uma pergunta central: o que está em jogo quando a voz pode ser replicada sem o corpo que a produz e quanto vale a nossa voz? Mais do que um debate tecnológico, trata-se de uma disputa por controle, reconhecimento e permanência. Porque, no fim, a tecnologia pode até reproduzir o som, mas ainda não explica o que uma voz é capaz de causar.

  33. 268

    Música, machismo e naturalização da violência de gênero

    A reportagem faz uma análise de músicas brasileiras e os possíveis impactos na formação das pessoas. Para isso, foram entrevistadas uma pesquisadora e duas psicólogas.

  34. 267

    Jornalistas protegem sociedade contra fake news em tempos de IAs

    Ser jornalista em tempos de notícias falsas exige ainda mais ética e cuidado dos profissionais. A reportagem traz depoimentos de ouvintes, jornalistas e especialistas em Comunicação para avaliar o impacto das fake news para a democracia. O viés eleitoral, torna a situação ainda mais importante no Brasil em 2026.

  35. 266

    População transexual luta para ingressar no mercado de trabalho

    No Brasil apenas 25% da população transexual está inserida no mercado formal de trabalho, situação que leva essa população à profissões de risco e sem reconhecimento. Nessa reportagem especial é apresentado um panorama do cenário brasileiro e sobre as medidas que vem sendo tomadas para inserção de transexuais no mercado de trabalho.

  36. 265

    Expansão de TikTok e ChatGPT ameaçam direito à água no Brasil

    Expansão de TikTok e ChatGPT ameaçam direito à água no Brasil.

  37. 264

    Violência vicária: quando pais usam filhos como arma contra a mãe

    Especial produzido pelo repórter Felipe Medeiros sobre violência vicária homens que usam os filhos, familiares, animais de estimação para violentar mulheres. Traz depoimento de mulher que sofreu na pele os abusos do ex-companheiro e lembra caso  recente de homem que matou os próprios filhos em Goiás. Os efeitos psicológicos deste tipo de violência são devastadores. 

  38. 263

    Transporte público: marco legal sinaliza revolução no setor

    O setor de transporte público coletivo brasileiro enfrenta desafios diários para manter a roda girando, como queda no número de usuários, necessidade de investimentos e falta de um marco legal, ainda em discussão no congresso.

  39. 262

    SP: transportadores integram maior programa ambiental do Brasil

    Empresários de São Paulo demonstram preocupação em reduzir custos e aumentar a eficiência operacional contribuindo para o meio ambiente. Ouça neste conteúdo especial como isso é possível.

  40. 261

    Violência política de gênero ameaça democracia no Brasil

    A violência política de gênero consiste na violação dos direitos políticos das mulheres e vai além da agressão física. Inclui violências simbólicas, como interromper uma fala, cortar o microfone, fazer piadas ou excluir mulheres de comissões. As ofensas contra elas na política são frequentemente sexistas e difamatórias, chegando a ameaças que aterrorizam e atingem até seus familiares. A reportagem relembra episódios que marcaram negativamente a história recente da política brasileira. 

  41. 260

    Violência que se repete: um ciclo que o País não consegue quebrar

    Entre histórias que sobrevivem e estatísticas que se repetem, a violência contra a mulher no Brasil segue revelando um padrão que o país ainda não conseguiu interromper. A reportagem especial “Violência que se repete: um ciclo que o País não consegue quebrar” parte do relato de Maria Eduarda, sobrevivente de uma tentativa de feminicídio, para investigar por que, mesmo com leis mais duras, aumento de medidas protetivas e ampliação da rede institucional, os números continuam altos.Com base em dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do Ministério da Justiça, do Observatório da Violência contra a Mulher no Rio Grande do Sul e do Mapa Nacional da Violência de Gênero do Senado, a produção confronta estatísticas nacionais e estaduais, analisa gargalos no funcionamento das Delegacias Especializadas, aponta falhas na execução de medidas protetivas e discute os limites de um modelo centrado na reação, e não na prevenção.Ao ouvir pesquisadoras, representantes orgãos públicos, judiciário, e profissionais da psicologia, a reportagem expõe a distância entre a legislação e a realidade enfrentada pelas vítimas, especialmente mulheres negras, jovens e em situação de vulnerabilidade social. Também apresenta iniciativas como grupos reflexivos de gênero e políticas integradas de acolhimento, que mostram caminhos possíveis quando a atuação vai além da punição.Produzida pelo RW+, o Núcleo de Conteúdos Especiais do Grupo Radioweb, e com locução convidada de Ângela Couto, dubladora, a reportagem questiona por que, diante de dados públicos e conhecidos, o ciclo ainda se repete. O Brasil reage. Mas prevenir exige mais do que endurecer penas. Exige política pública contínua, investimento estrutural e mudança cultural. Enquanto isso não acontece, os números seguem contando histórias que não deveriam terminar assim

  42. 259

    O silêncio dos invisíveis: esquecidos da enchente seguem sem casa no Rio Grande do Sul

    Quase dois anos após a maior tragédia climática da história do Rio Grande do Sul, milhares de famílias ainda vivem os efeitos da enchente de maio de 2024. Enquanto parte dos atingidos já recebeu moradia definitiva por meio do Compra Assistida e de empreendimentos do Minha Casa, Minha Vida – Reconstrução, outros seguem presos à burocracia, à falta de informação e à morosidade estrutural do poder público. A reportagem especial percorre histórias como a de Yaritza, que ainda aguarda definição sobre o direito à casa própria, e a de Marlise, que conseguiu recomeçar fora da área de risco. A partir desses contrastes, o conteúdo investiga os números oficiais do Governo Federal, do Estado e dos municípios, confronta ritmos diferentes de reconstrução e expõe gargalos que vão da escassez de imóveis à lentidão na aprovação de projetos. Com locução convidada de Mauro Ramos, a produção do RW+, o Núcleo de Conteúdos Especiais do Grupo Radioweb, revela como, entre contratos assinados e obras em andamento, ainda há famílias classificadas como “sem ação” e dependentes de busca ativa para não ficarem para trás. A reconstrução avança, mas não alcança todos no mesmo tempo. E é nesse intervalo que surgem os invisíveis. Resumo (Novo): Quase dois anos após a maior tragédia climática da história do Rio Grande do Sul, milhares de famílias ainda vivem os efeitos da enchente de maio de 2024. Enquanto parte dos atingidos já recebeu moradia definitiva por meio do Compra Assistida e de empreendimentos do Minha Casa, Minha Vida – Reconstrução, outros seguem presos à burocracia, à falta de informação e à morosidade estrutural do poder público. A reportagem especial percorre histórias como a de Yaritza, que ainda aguarda definição sobre o direito à casa própria, e a de Marlise, que conseguiu recomeçar fora da área de risco. A partir desses contrastes, o conteúdo investiga os números oficiais do Governo Federal, do Estado e dos municípios, confronta ritmos diferentes de reconstrução e expõe gargalos que vão da escassez de imóveis à lentidão na aprovação de projetos. Com locução convidada de Mauro Ramos, a produção do RW+, o Núcleo de Conteúdos Especiais do Grupo Radioweb, intitulada como "O silêncio dos invisíveis", revela como, entre contratos assinados e obras em andamento, ainda há famílias classificadas como “sem ação” e dependentes de busca ativa para não ficarem para trás. A reconstrução avança, mas não alcança todos no mesmo tempo. E é nesse intervalo que surgem os invisíveis.

  43. 258

    Tributação: o peso dos impostos na vida dos brasileiros

    A reportagem aborda a relação entre o sistema tributário brasileiro, a reforma tributária e os impactos diretos sobre a justiça social, explicando como a estrutura tributária no país, historicamente, penaliza as camadas de menor renda ao concentrar a arrecadação em impostos sobre o consumo, tornando o sistema regressivo e aprofundando desigualdades sociais.

  44. 257

    Rádio: humanidade e resiliência em um mundo de distrações

    Parceiro diário de milhares de pessoas, o rádio tem capacidade ímpar de humanidade e faz companhia sem desviar o ouvinte de suas atividades cotidianas. Para além disso, se adapta a múltiplas plataformas sem perder sua essência. Essa percepção é compartilhada pelos professores de comunicação, Luiz Artur Ferraretto, do Núcleo de Estudos de Rádio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e Deivison Campos, coordenador do curso de jornalismo da PUC do Rio Grande do Sul.A reportagem de Allan Barbosa faz uma homenagem e também uma análise para esse 13 de fevereiro, Dia Mundial do Rádio.

  45. 256

    Além do samba: horta de Zeca Pagodinho apoia famílias em Xerém

    Idealizada pelo cantor e compositor Zeca Pagodinho, uma horta urbana localizada em Xerém, no Rio de Janeiro, beneficia famílias em situação de vulnerabilidade social. Xerém já enfrentou situações de calamidade climática e a horta desempenha o papel socioambiental de minimizar riscos de inundações e catástrofes na região. O espaço promove ainda conscientização sobre sustentabilidade e agricultura urbana. Dessa forma, além de produzir alimentos saudáveis, o aprendizado fortalece vínculos sociais e o trabalho comunitário.

  46. 255

    O que David Bowie deixou para a história da música?

    David Bowie usava figurinos bem diferentes do convencional, com liberdade estética e inovou usando maquiagem nos clipes e shows. Isso passava uma mensagem de que as pessoas podiam ser como quisessem. Não havia limites.

  47. 254

    Despertar da Consciência Negra: a educação é a chave do futuro

    Fechando a série, o episódio destaca a educação como eixo estruturante para enfrentar o racismo. A partir de experiências reais de docentes que aplicam as Leis 10.639/03 e 11.645/08, o programa mostra como a prática pedagógica pode transformar trajetórias, ampliar repertórios e fortalecer vínculos identitários. 

  48. 253

    Despertar da Consciência Negra: a música une passado e presente

    Nesse segundo episódio, a música aparece como território de afirmação e identidade. Com depoimentos de artistas como os cantores Canibal e Isaar, o episódio evidencia como o ritmo, a voz e a história dos artistas negros dialogam com a luta por representatividade. 

  49. 252

    Despertar da Consciência Negra: a literatura reencontra o passado

    Neste episódio, a série mergulha na força da literatura como caminho para o despertar da consciência negra. A partir de depoimentos de leitores e especialistas, a narrativa destaca como livros, personagens e autores negros ajudam a reconstruir referências, fortalecer autoestima e enfrentar o racismo estrutural. 

  50. 251

    CE é um dos estados com mais assassinatos de LGBTI+

    O Brasil registrou 122 mortes de pessoas LGBTQIAPN+ no ano passado, sendo 11 delas no Ceará. O estado ocupa o terceiro lugar no País com registros desse tipo de crime, segundo mapeamento da Associação Nacional de Travestis e Transexuais. 

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