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by Dr. Daniel Coriolano
Daniel Coriolano possui graduação em medicina pela Faculdade de Medicina de Juazeiro do Norte (2011), residência médica em Medicina de Família e Comunidade pela Universidade Federal do Ceará – UFC (2013-2015) e participou do programa lato sensu de pós-graduação em Medicina do Esporte pela Universidade Católica de Petrópolis (2011-2013). O médico também é coach formado e diretor executivo da Núcleo M.D., empresa de eventos de desenvolvimento profissional e pessoal na área da saúde.
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Quem tem “pano branco” pode fazer natação?
Quem tem “pano branco” pode fazer natação? Veja: http://danielcoriolano.com.br/quem-tem-pano-branco-pode-fazer-natacao Quem tem “pano branco” pode fazer natação? Uma dúvida frequente entre os pacientes que buscam atendimento médico antes de iniciarem a natação é se podem frequentar as piscinas de uso coletivo caso tenham o chamado “pano branco”. Bem… antes de responder se pode ou não, é bom que você entenda que o “pano branco” é uma infecção fúngica da camada superficial da pele. O nome técnico é Pitiríase versicolor [PV] (ou também tínea versicolor, dermatomicose furfurácea e tínea flava) e é causado por um fungo chamado Malassezia furfur. Aspecto da Pitiríase Versicolor (PV) Aspecto da Pitiríase Versicolor (PV) Se você encontrar alguém com essas manchas brancas na pele, descamativas e que podem causar coceira (muitas vezes discreta), não precisa ficar com medo. A PV não é contagiosa e nada tem a ver com hábitos de higiene! Praticamente todos nós já temos este fungo na nossa pele, apenas alguns manifestam a doença e outros não. Diga-se de passagem… As lesões da PV não são sempre brancas. Algumas pessoas apresentam lesões avermelhadas ou até mesmo marrom-escuro. Depois de saber que a PV não é uma doença contagiosa, pode-se afirmar que não há problemas para que as pessoas que tenham o “pano branco”, sejam impedidas de frequentarem piscinas de uso coletivo. Mesmo assim é importante que fiquem atentas aos fatores que podem facilitar a ocorrência ou sua manutenção. São eles: Fatores internos (endógenos): Suor excessivo; Dermatite seborreica; Síndrome de Cushing; Desnutrição; Tratamento com imunossupressor; Presdisposição genética/histórico familiar. Fatores externos (exógenos): Calor; Umidade; Uso de roupas que ocluem totalmente a pele. Na maioria das vezes o médico não precisa de exames complementares para chegar ao diagnóstico, entretanto para lesões mais discretas, a lâmpada de Wood é uma ferramenta interessante para ser utilizada. Outra opção que ajuda nos casos difíceis é o exame micológico direto do raspado da parte da pele com PV. É muito importante que haja sempre avaliação médica, pois doenças como pitiriase alba, hanseniase, psoríades, dermatite seborreica, vitilígo, etc, podem confundir o diagnóstico quando feita por um profissional que não é da área médica. Lembre-se que mesmo após o tratamento, a pele pode continuar com uma coloração diferente, entretanto voltará a cor normal com o passar das semanas e exposição da pele ao sol.
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O médico moderno | Crônica Médica
Leia o texto completo: http://danielcoriolano.com.br/o-medico-moderno ((( Parabéns se você conseguir ler o texto até o final… garanto que terá uma visão diferente durante sua próxima consulta ou mesmo lembrará do seu último atendimento.)))
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A ânsia por um diagnóstico | Crônica Médica
A ânsia por um diagnóstico é recorrente na vida de um médico e mais ainda na vida de uma pessoa que apresenta sintomas. Veja completo: http://danielcoriolano.com.br/a-ansia-por-um-diagnostico-cronica-medica
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IMUNIDADE E EXERCICIOS
IMUNIDADE E EXERCÍCIOS FÍSICOS por Daniel Coriolano (MÉDICO CRM/CE 13090) www.drdanielcoriolano.blogspot.com Exercícios físicos aumentam sua imunidade, diminuem a gravidade de infecções, sobretudo naqueles de maior risco como idosos. Entretanto o treinamento intenso diminui a imunidade! Isto explica a elevada susceptibilidade dos atletas de alto rendimento às infecções, especialmente as infeções causadas pó vírus. Por isso inclua o descanso na sua rotina de treinos e não exagere. A linha entre o melhor rendimento no esporte e as lesões e prejuízo a saúde é tênue. Fique atento aos sinais do seu corpo. Procure um médico para tirar eventuais dúvidas. Acompanhe o autor nas redes sociais: www.facebook.com/EsporteMed www.instagram.com/danielcoriolano www.twitter.com/danielcoriolano
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ASMA E EXERCÍCIO
ASMA E EXERCÍCIO por Dr. Daniel Coriolano Médico CRM/CE 13090 A asma pode aparecer durante a atividade esportiva; chamamos de Asma Induzida pelo Exercício (AIE). Muitas vezes durante atividades mais intensas ocorre a "falta de ar" que pode ser confundida com o baixo condicionamento aeróbico e afastar pessoas deste tão importante hábito de vida que é a prática esportiva. Se você tem asma e deseja praticar exercícios, procure um médico para receber orientações sobre as opções terapêuticas disponíveis tanto para as crises quanto para o controle. Lembre-se; a asma bem controlada não impede a prática de esportes. O nadador olímpico Fernando Scherer, o “Xuxa, começou a nadar aos 14 anos por orientação médica para controle da asma. Deborah Elizabeth Meyer, ex-nadadora dos Estados Unidos, apesar de sofrer de asma, bateu 20 recordes mundiais durante sua carreira. Estudos apontam que realmente o grupo que pratica natação apresenta-se com menor reatividade brônquica, ou seja, menos crises e melhor controle da asma, desde que a natação seja praticada em uma piscina bem gerenciada do ponto de vista do controle biológico com o cloro, pois este agente químico também pode induzir o episódio de asma quando utilizado de maneira exagerada e sem planejamento pela equipe de cuida do cloração da piscina nos clubes.
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OBESIDADE E SUAS NUANCES
OBESIDADE E SUAS NUANCES por Daniel Coriolano (MÉDICO CRM/CE 13090) www.drdanielcoriolano.blogspot.com A obesidade é definida de forma prática pelo acúmulo excessivo de gordura nos diversos compartimentos corporais. Este acúmulo ocorre na vigência do maior consumo de componentes energéticos da alimentação sem que haja gasto compatível para contrabalancear. Portanto fica caracterizado um desequilibro entre o consumo e o dispêndio de energia. Esse desequilíbrio pode ocorrer nos dois ou em um dos lados da balança; redução do gasto energético diário e/ou aumento do consumo de energia (alimentação). Fatores genéticos, ambientais, emocionais e de estilo de vida associam-se na origem da obesidade, sendo assim esta condição clínica é dita de etiologia complexa e multifatorial. É possível e provável que o desejo de alimentar-se e praticar exercícios físicos sejam motivados por genes específicos. A classificação de que as pessoas com obesidade ou sobrepeso “são preguiçosas" ou “não tem amor próprio" é injusta e preconceituosa. A obesidade é descrita em dezenas de desordens genéticas como polimorfismos ou mutações. Com este olhar o médico aborda as alterações de peso. O manejo clínico das pessoas com obesidade inclui redução da ingestão de calorias, exercícios físicos, uso de medicações além da orientação sobre importância do acompanhamento com terapia comportamental. Procure seu médico de confiança e tire suas dúvidas.
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Daniel Coriolano possui graduação em medicina pela Faculdade de Medicina de Juazeiro do Norte (2011), residência médica em Medicina de Família e Comunidade pela Universidade Federal do Ceará – UFC (2013-2015) e participou do programa lato sensu de pós-graduação em Medicina do Esporte pela Universidade Católica de Petrópolis (2011-2013). O médico também é coach formado e diretor executivo da Núcleo M.D., empresa de eventos de desenvolvimento profissional e pessoal na área da saúde.
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Dr. Daniel Coriolano
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