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Tá no preço?

"Tá no preço?” é um podcast diário que traduz a economia e os mercados sem ruído.Numa conversa entre a economista doutora Tatiana Pinheiro e a especialista em investimentos Ana Laura Magalhães, os cenários macro e microeconômicos se conectam às suas decisões. Afinal, o que já está no preço? Entenda o que acontece no Brasil e no mundo, e o que fazer com isso.Linkedin Tati Pinheiro: [https://www.linkedin.com/in/tatianapinheiro/] Linkedin Ana Laura Magalhães: [https://www.linkedin.com/in/ana-laura-magalh%C3%A3es-barata/]

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  1. 98

    Episódio #96: STF e eleições entram no radar antes da Super Quarta

    Neste episódio, discutimos os novos desdobramentos no STF e como as decisões e os acontecimentos em Brasília entraram no radar dos investidores, em um momento em que o cenário eleitoral brasileiro começa a ganhar cada vez mais espaço nas discussões sobre os ativos domésticos. O mercado também acompanha as novas pesquisas eleitorais e os possíveis impactos da maior incerteza política sobre dólar, Bolsa e juros.Tudo isso acontece na véspera da Super Quarta, que concentra as decisões de juros do Copom e do Federal Reserve. Falamos sobre as expectativas para as duas decisões, o cenário de inflação e atividade e como STF, eleições, juros e ambiente internacional se encontram na precificação dos mercados nesta semana.

  2. 97

    Episódio #95: Ibovespa sofre com pesquisa eleitoral e cenário internacional negativo

    Hoje falamos sobre as pesquisas eleitorais no Brasil e o impacto do cenário político nos mercados. Com a queda do Ibovespa, também olhamos para o VIX Brasil, que avançou e chegou à casa dos 30 pontos, sinalizando aumento da percepção de volatilidade e incerteza entre os investidores. Para completar o cenário, o petróleo Brent bateu no preço de US$ 110 por barril, adicionando pressão sobre inflação, juros e ativos de risco.No cenário internacional, falamos sobre a expectativa em torno dos juros nos Estados Unidos e a chegada da Super Quarta, que pode trazer novos movimentos para bolsas, dólar e juros. Também passamos pelo Relatório Focus, acompanhando como as expectativas do mercado para inflação, Selic, câmbio e crescimento continuam influenciando os preços dos ativos no Brasil.Link para o relatório de acompanhamento do Plano Político: https://planopolitico.com.br/modelos-eleitorais/presidencial/

  3. 96

    Episódio #94: STF, 11 de Setembro e inflação no Brasil

    O mercado acompanhou hoje a decisão do ministro André Mendonça de retirar o sigilo dos procedimentos relacionados ao caso Master, após pedido do presidente do STF, Edson Fachin. A medida envolve 14 procedimentos e a investigação principal, com exceção de trechos cujo sigilo ainda seja considerado necessário para não comprometer diligências. O tema ganha importância antes da sessão do plenário prevista para a próxima terça-feira, dia 15.E, no cenário doméstico, o IPCA de agosto veio em -0,32%, abaixo das expectativas, levando a inflação acumulada em 12 meses para 4,22%. O resultado reforça a perspectiva de continuidade do ciclo de cortes da Selic, mas a preocupaçao continua com a possível alta de taxa de juros nos EUA.

  4. 95

    Episódio #93: Brent a US$ 107 desafia o mercado, mas mesmo assim Brasil pode cortar juros

    No episódio #93, discutimos o contraste entre as políticas monetárias globais e o cenário brasileiro. Enquanto o Banco Central Europeu elevou os juros em 0,25 ponto percentual, para combater uma inflação pressionada principalmente pelo choque de energia, o mercado brasileiro trabalha com a possibilidade de mais um corte de 0,25 p.p. na Selic na próxima quarta-feira. Mesmo com uma eventual alta de juros nos Estados Unidos, existe espaço para o Brasil discutir uma flexibilização monetária — e, para entender isso, é fundamental olhar não apenas para o juro nominal, mas para o juro real, que considera a inflação e mostra o quanto a política monetária efetivamente está restritiva.Também analisamos a nova pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, que mostrou Lula com 43% no primeiro turno e Flávio Bolsonaro com 37,4%, além de um empate técnico entre os dois em um cenário de segundo turno. A leitura do mercado ajudou a impulsionar os ativos brasileiros, com o Ibovespa fechando em alta de 1,42% e o dólar em queda. E teve ainda um dado interessante de volatilidade: Ibovespa e VXBR subiram juntos, mostrando que a valorização da Bolsa não significa necessariamente um mercado mais tranquilo — os investidores podem estar comprando ações enquanto continuam precificando maior oscilação à frente.

  5. 94

    Episódio #92: Petróleo a US$ 100 e crise no STF: o que realmente mexeu com o mercado?

    No episódio #92, falamos sobre a nova pesquisa eleitoral que mostra uma disputa cada vez mais acirrada entre Lula e Flávio Bolsonaro. No segundo turno, Flávio aparece com 46% contra 45% de Lula, em empate técnico, reforçando a percepção de maior competitividade da eleição. O mercado reagiu a esse cenário: o dólar caiu e os juros futuros recuaram, refletindo a mudança nas expectativas dos investidores em relação ao cenário econômico e fiscal para 2027.Também discutimos o preço do petróleo, que voltou a se aproximar dos US$ 100 por barril em meio às tensões geopolíticas, e o novo Boletim Focus. O relatório trouxe uma melhora marginal na projeção de crescimento do PIB de 2026, para 1,93%, enquanto a expectativa para o IPCA caiu para 5%.

  6. 93

    Episódio #91: Pesquisa eleitoral mostra fortalecimento de Falvio Bolsonaro e mercado reage positivamente em bolsa, dólar e juros.

    No episódio #91, falamos sobre a nova pesquisa eleitoral que mostra uma disputa cada vez mais acirrada entre Lula e Flávio Bolsonaro. No segundo turno, Flávio aparece com 46% contra 45% de Lula, em empate técnico, reforçando a percepção de maior competitividade da eleição. O mercado reagiu a esse cenário: o dólar caiu e os juros futuros recuaram, refletindo a mudança nas expectativas dos investidores em relação ao cenário econômico e fiscal para 2027.Também discutimos o preço do petróleo, que voltou a se aproximar dos US$ 100 por barril em meio às tensões geopolíticas, e o novo Boletim Focus. O relatório trouxe uma melhora marginal na projeção de crescimento do PIB de 2026, para 1,93%, enquanto a expectativa para o IPCA caiu para 5%.

  7. 92

    Episódio #90: Payroll surpreende, eleição esquenta e o mercado muda de preço

    No episódio de hoje, falamos sobre o payroll dos Estados Unidos, que veio muito acima do esperado e reacendeu a discussão sobre o mercado de trabalho americano, inflação e os próximos passos do Federal Reserve. Também comentamos a pesquisa Datafolha divulgada em 3 de setembro, com novos sinais sobre a corrida eleitoral de 2026 e os possíveis impactos do cenário político sobre os mercados.No Brasil, olhamos para o que os títulos públicos estão sinalizando neste momento: taxas dos prefixados ainda bastante elevadas, enquanto os títulos atrelados ao IPCA aparecem com taxas reais mais baixas. O que essa diferença entre as curvas está dizendo sobre as expectativas do mercado para juros, inflação e o cenário econômico à frente?

  8. 91

    Episódio #89: Trustee e Banvox em liquidação, juros no radar e capital estrangeiro de volta à Bolsa

    No episódio de hoje, falamos sobre a decisão do Banco Central de liquidar a TrustC e a Banvox, além dos impactos para investidores e do que esse movimento sinaliza sobre o sistema financeiro. Também discutimos a possibilidade de uma nova alta de juros na próxima reunião, enquanto o dólar encerrou o dia em torno de R$ 5,10. No cenário político, comentamos os diferentes perfis eleitorais e como eles podem influenciar as expectativas dos mercados.Também analisamos o fechamento de agosto, marcado pela retirada de recursos de investidores estrangeiros da Bolsa brasileira, e os sinais de retomada desse fluxo no início de setembro. E, para fechar, deixamos o payroll dos Estados Unidos, que será divulgado amanhã, como o grande destaque do mercado, um dado importante para calibrar as expectativas sobre os próximos passos do Fed.

  9. 90

    Episódio #88: Moraes, Vorcaro e o empate entre Lula e Bolsonaro

    No episódio de hoje, comentamos o resultado do PIB brasileiro, que cresceu 0,5% no segundo trimestre, mostrando que a economia continua avançando, ainda que em ritmo mais moderado. O resultado ajuda a entender o momento da atividade econômica e os desafios que estão no radar do mercado para os próximos meses.Também falamos sobre o cenário fiscal brasileiro, o desafio de equalizar as contas públicas e a apresentação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 pelo governo. O equilíbrio entre receitas e despesas e a capacidade do governo de cumprir as metas fiscais seguem como pontos centrais para as expectativas de juros, inflação e confiança dos investidores

  10. 89

    Episódio #87: Renan Santos suspenso, corrida eleitoral e a pressão por juros mais altos nos EUA

    No episódio de hoje, começamos pelo mercado brasileiro, com o Ibovespa chegando aos 177 mil pontos, enquanto o Boletim Focus trouxe novas revisões nas expectativas para inflação e atividade econômica. Também entramos no cenário eleitoral e na decisão do ministro Dias Toffoli, do TSE, que determinou a suspensão da propaganda digital da campanha de Renan Santos, além de impedir sua participação em debates e o recebimento de recursos do Fundo Eleitoral. A decisão está relacionada à omissão de perfis de redes sociais no registro da candidatura.No exterior, o destaque ficou para Kevin Warsh e sua fala em Jackson Hole. O tom mais duro em relação à inflação fez o mercado aumentar a percepção de que o Fed pode voltar a subir os juros, caso a inflação não caminhe de forma consistente para a meta de 2%. As apostas em uma alta já em setembro aumentaram após o discurso, embora ainda exista divergência entre os grandes bancos sobre o próximo passo do Fed.

  11. 88

    Episódio #86: Petróleo em foco, superávit fiscal em julho e olhos em Jackson Hole

    No episódio de hoje, falamos sobre o petróleo e a decisão da Justiça Federal de suspender a cobrança do imposto de exportação de 12% sobre o petróleo cru. Também comentamos os novos dados da PNAD Contínua, que mostraram a taxa de desemprego em 5,3% no trimestre encerrado em julho, menor nível da série histórica para esse período, com a população ocupada chegando a um recorde de 103,3 milhões de pessoas.No cenário fiscal, o Governo Central registrou superávit primário de R$ 10,8 bilhões em julho, resultado bem melhor que o déficit de R$ 59,1 bilhões registrado no mesmo mês de 2025 e o melhor resultado para julho desde 2022. Apesar disso, no acumulado de janeiro a julho ainda há déficit de R$ 81,3 bilhões, então o resultado mensal positivo não significa que o desafio fiscal esteja resolvido. No exterior, comentamos a repercussão do forte resultado da Nvidia, além das expectativas para Jackson Hole, especialmente em torno das sinalizações de Kevin Warsh sobre os próximos passos do Fed.

  12. 87

    Episódio #85: IPCA-15 anima expectativas por corte de juros no Brasil

    O IPCA-15 veio abaixo do esperado e reforçou as expectativas de que o Banco Central possa iniciar um ciclo de corte de juros no Brasil. O dado ajudou a melhorar o humor dos investidores e impulsionou a bolsa brasileira nesta quarta-feira, em um movimento de maior apetite por ativos de risco diante da perspectiva de uma política monetária menos restritiva.No exterior, o cenário foi mais cauteloso. O PCE nos Estados Unidos trouxe sinais menos confortáveis em relação à inflação, pressionando as bolsas americanas. Falamos também sobre a Nvidia, que mesmo entregando receita acima das expectativas, viu suas ações recuarem, um exemplo de como, nos mercados, um resultado positivo nem sempre é suficiente quando as expectativas já estão muito elevadas.

  13. 86

    Episódio #84: Braskem sai do Ibovespa, mas índice fecha em alta

    No episódio de hoje, analisamos os principais movimentos do mercado brasileiro e dois casos que chamaram atenção: a Braskem, que deixa o Ibovespa após o pedido de recuperação extrajudicial, e a Oi, que teve sua falência decretada pela Justiça. A partir desses acontecimentos, discutimos o que eles representam para as empresas, para os investidores e para o ambiente de negócios no Brasil, além do comportamento da bolsa e de um câmbio mais apreciado.Também ampliamos a análise para o cenário macroeconômico e para a proximidade das eleições, que tende a colocar a volatilidade cada vez mais no radar dos investidores. Falamos sobre o que o mercado já começa a precificar, os riscos que podem ganhar relevância nos próximos meses e como os cenários político, econômico e corporativo se conectam neste momento.

  14. 85

    Episódio #83: Eleições 2026, o que está em jogo para os preços dos ativos

    No episódio de hoje, começamos pelo Relatório Focus e pelas principais expectativas do mercado para a economia brasileira. Em seguida, discutimos o alerta do Morgan Stanley de que a Bolsa brasileira pode perder até 35% de valor em dólar caso o próximo governo não apresente rapidamente uma política fiscal considerada crível após as eleições. Para entender a dimensão desse risco, fizemos um paralelo com 2015, quando a combinação de deterioração fiscal, crise política e forte desvalorização do real levou a uma queda muito mais expressiva da Bolsa quando medida em dólares.Também falamos sobre o cenário eleitoral e os impactos que uma eventual mudança na percepção do mercado pode trazer para os ativos brasileiros. Para fechar, analisamos as pesquisas de intenção de voto Datafolha e BTG/Nexus sobre um eventual segundo turno, olhando para a diferença nas intenções de voto entre os candidatos e para o distanciamento observado entre primeiro e segundo colocados, mais um elemento importante para acompanhar a corrida eleitoral e suas possíveis repercussões sobre os mercados.

  15. 84

    Episódio #82: Petróleo perto de US$ 100, mega IPO da Anthropic e eleições no Brasil

    O petróleo voltou ao centro das atenções, se aproximando dos US$ 100 por barril e trazendo impactos importantes para inflação, mercados e empresas como a Petrobras. Também falamos sobre a Anthropic, dona do Claude, que se prepara para um possível IPO histórico, com investidores projetando uma avaliação que pode chegar a US$ 2 trilhões.No Brasil, o episódio também foi dedicado às novas pesquisas eleitorais e às mudanças no cenário para a disputa presidencial de 2026. Com a corrida eleitoral ganhando força, discutimos o que os levantamentos mais recentes mostram e como o mercado pode reagir às diferentes possibilidades para o próximo governo.

  16. 83

    Episódio #81: Tesouro americano amplia recompra de títulos e favorece mercados

    O Tesouro dos Estados Unidos anunciou que vai mais que dobrar o tamanho das operações de recompra de títulos de longo prazo, de US$ 2 bilhões para pelo menos US$ 4 bilhões por operação. A medida busca aumentar a liquidez do mercado de Treasuries justamente em um momento de forte pressão sobre os títulos de 10 a 30 anos, cujos rendimentos chegaram a níveis elevados.No episódio de hoje, explicamos como funciona essa recompra e por que a decisão ajudou a aliviar os juros longos americanos, com impactos positivos sobre bolsas, dólar e outros mercados globais. Também discutimos o que esse movimento sinaliza sobre a preocupação do governo americano com o custo de financiamento da dívida e as condições do mercado de Treasuries.

  17. 82

    Episódio #80: Recuperação Judicial de Casas Bahia reacende preocupação com o varejo

    O episódio de hoje foi marcado pelo pedido de recuperação judicial da Casas Bahia, que expõe as dificuldades enfrentadas pelo varejo brasileiro em um ambiente de juros elevados, crédito mais caro e maior inadimplência. A companhia, que acumula prejuízos e anunciou o fechamento de quase 300 lojas, busca reorganizar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas. O caso acende um alerta para o setor e mostra como o custo do dinheiro pode pressionar empresas altamente dependentes de crédito e capital de giro.Também comentamos o IBC-BR, considerado uma prévia da atividade econômica brasileira, que recuou 0,6% em junho, sinalizando uma perda de ritmo da economia. O indicador reforça a discussão sobre os efeitos de uma política monetária ainda restritiva sobre consumo, crédito e atividade, justamente em um momento em que o mercado acompanha de perto os sinais de desaceleração.Link para o artigo da Tati: https://www.linkedin.com/posts/tatianapinheiro_comparativo-programas-econ%C3%B4micos-dos-candidatos-ugcPost-7495484274779987968-pYMc/?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAAAkwRdgBCeWqcmpRnfDyVmeihDa4_hrjoBY

  18. 81

    Episódio #79: R$ 288 bi em NTN-Bs vencem hoje

    Hoje falamos sobre o dólar, que fechou perto de R$ 5,20, nível que também aparece na projeção do mercado para o fim de 2026 no Relatório Focus. Também comentamos o vencimento de cerca de R$ 288 bilhões em NTN-Bs, um movimento relevante para o mercado de renda fixa e para os investidores que precisam decidir onde reinvestir esses recursos.No exterior, o destaque foi a ata do Federal Reserve e os sinais para os próximos passos da política monetária americana. Em meio às expectativas para os juros nos EUA e às incertezas no Brasil, esses fatores seguem influenciando o câmbio e os demais mercados.Link para reportagem da Folha: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/08/programas-de-lula-e-flavio-fazem-promessas-sem-dizer-como-vao-bancar-gastos.shtml

  19. 80

    Episódio #78 - Dólar chega a R$5,21 com início de corrida eleitoral

    O dólar chegou a R$ 5,21 nesta sexta-feira, em um movimento que refletiu a maior atenção dos investidores ao cenário político brasileiro com a aproximação das eleições. A corrida eleitoral começa a entrar no radar dos mercados, trazendo de volta discussões sobre possíveis cenários para a política econômica, as contas públicas e os rumos do país.No episódio de hoje, também comentamos como o ambiente político pode influenciar o câmbio e os ativos brasileiros, além dos principais fatores que vêm movimentando o mercado. Em um cenário de maior incerteza, entender os impactos das eleições sobre os investimentos se torna cada vez mais importante.

  20. 79

    Episódio #77 — Inflação nos EUA vem em linha com o esperado

    No episódio de hoje, falamos sobre a divulgação do CPI de julho nos Estados Unidos. A inflação avançou 0,1% no mês e ficou em 3,4% no acumulado de 12 meses, exatamente em linha com as expectativas, enquanto o núcleo subiu 0,2% no mês e desacelerou para 2,5% em 12 meses.Também comentamos a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do Brasil, indicador importante para acompanhar o ritmo da atividade econômica e o desempenho do setor de serviços.

  21. 78

    Episódio #76; Ibovespa cai 2,5%, entenda o que aconteceu hoje

    No episódio de hoje, analisamos a queda de 2,5% do ibovespa, e os principais fatores que movimentaram os mercados. Entre os destaques, está a divulgação da ata do Banco Central, que trouxe novos detalhes sobre a decisão de juros da última semana, além do IPCA de julho, que veio dentro das expectativas do mercado. Também comentamos o novo fechamento do estreito de Ormuz e seus possíveis impactos sobre os preços de petróleo e inflação global. Para fechar, falamos sobre a nova pesquisa eleitoral CNT/MDA, divulgada hoje, e o que os números sinalizam pro cenário político e econômico brasileiro.

  22. 77

    Episódio #75: Uma semana importante para política monetária

    A semana promete ser importante para a política monetária no Brasil e no exterior. Por aqui, teremos a divulgação da ata da última reunião do Banco Central e do IPCA de julho, além do Relatório Focus, que trouxe novas projeções para a economia. No cenário internacional, os mercados acompanham a divulgação do CPI dos Estados Unidos e seguem atentos à ata do Fed, que também pode trazer sinais sobre os próximos passos dos juros americanos.Também discutimos os efeitos da recente redução da Selic para 14% ao ano e como um ciclo de queda dos juros pode impactar diferentes classes de investimentos. Entre os destaques, estão os fundos imobiliários, que podem se beneficiar de um ambiente de juros mais baixos, especialmente diante da relação entre renda fixa, custo de capital e valorização dos ativos.

  23. 76

    Episódio #74: Copom corta Selic para 14% ao ano

    o episódio 74 do Tá no Preço?, comentamos a decisão do Copom de reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, levando os juros básicos da economia para 14% ao ano. Explicamos os fatores que levaram o Banco Central a iniciar esse ciclo de flexibilização monetária, os sinais observados na inflação e na atividade econômica, além dos possíveis impactos da decisão para renda fixa, bolsa e crédito.Também analisamos as pesquisas eleitorais mais recentes e como o cenário político começa a ganhar espaço nas expectativas dos investidores. Discutimos de que forma os resultados das sondagens podem influenciar a percepção de risco, a precificação dos ativos e o comportamento do mercado à medida que o calendário eleitoral avança.

  24. 75

    Episódio #73: Techs surpreendem, mas foco do mercado é o iene

    Neste episódio, comentamos a atuação conjunta de Japão e Estados Unidos no mercado cambial para conter a desvalorização do iene, um movimento pouco frequente que chamou a atenção dos investidores e trouxe impactos para o dólar, o DXY e os mercados internacionais. Também analisamos a temporada de resultados das grandes empresas de tecnologia, que continuou ditando o ritmo das bolsas globais.No cenário brasileiro, repercutimos a queda da produção industrial, reforçando os sinais de desaceleração da atividade econômica, e discutimos o resultado do IPO da SpaceX, um dos eventos corporativos mais aguardados do ano e que voltou a colocar o setor espacial no radar dos investidores.

  25. 74

    Episódio #72: Economistas reduzem projeção para a Selic em 2026

    O episódio de hoje é dedicado às novas projeções do Relatório Focus, que mostraram uma revisão para baixo na expectativa da taxa Selic para 2026. Explicamos o que motivou essa mudança nas estimativas dos economistas e como as expectativas de inflação, atividade econômica e política monetária influenciam essas projeções.Também discutimos por que o Relatório Focus é acompanhado de perto pelo mercado e pelo Banco Central, além dos possíveis impactos de uma Selic menor sobre o crédito, os investimentos e o desempenho da economia nos próximos anos.Link para o post da Tati: https://www.linkedin.com/posts/tatianapinheiro_economia-macroeconomia-mercadofinanceiro-ugcPost-7490139226592776192-WsEG/?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAAAkwRdgBCeWqcmpRnfDyVmeihDa4_hrjoBY

  26. 73

    Episódio #71: Rombo de R$55 bi nas contas públicas em julho

    No episódio de hoje, comentamos o resultado das contas públicas em junho, que registraram um déficit primário de R$ 55 bilhões. Explicamos o que esse número representa, os fatores que contribuíram para o resultado e por que o acompanhamento da trajetória fiscal continua sendo um dos principais pontos de atenção para investidores e para a economia brasileira.Também falamos sobre o recorde de novos investidores no Tesouro Direto, refletindo o crescente interesse dos brasileiros pela renda fixa, e analisamos o bom desempenho das ações ligadas às commodities ao longo do mês, impulsionadas pela valorização de matérias-primas e pelo cenário externo mais favorável.

  27. 72

    Episódio #71: Déficit primário de julho chega a R$ 55 bilhões

    No episódio de hoje, comentamos o resultado das contas públicas em junho, que registraram um déficit primário de R$ 55 bilhões.Explicamos o que esse número representa, os fatores que contribuíram para o resultado e por que o acompanhamento da trajetória fiscal continua sendo um dos principais pontos de atenção para investidores e para a economia brasileira.Também falamos sobre o recorde de novos investidores no Tesouro Direto, refletindo o crescente interesse dos brasileiros pela renda fixa, e analisamos o bom desempenho das ações ligadas às commodities ao longo do mês, impulsionadas pela valorização de matérias-primas e pelo cenário externo mais favorável.

  28. 71

    Episódio #70: Fed mantém juros nos EUA em 3,75%

    O Federal Reserve manteve a taxa básica de juros dos Estados Unidos em 3,75%, como era amplamente esperado pelo mercado. O destaque da decisão ficou para o dissenso entre os membros do comitê, algo incomum, com dois dirigentes defendendo um corte imediato de juros, evidenciando diferentes leituras sobre o momento da economia americana.No episódio, analisamos o que motivou essa divisão dentro do Fed, o tom adotado por Jerome Powell na coletiva e como o banco central sinalizou cautela em relação aos próximos passos da política monetária. Também discutimos o que essa comunicação pode significar para os mercados e para as expectativas de cortes de juros nos próximos meses.

  29. 70

    Episódio #69: Resultado de IPCA-15 muda o humor do mercado

    No episódio de hoje, analisamos o resultado do IPCA-15, divulgado nesta terça-feira, e o que ele pode indicar para os próximos passos da política monetária e para as expectativas do mercado em relação aos juros. Também comentamos o aumento do fluxo de capital estrangeiro para a renda fixa brasileira, movimento que reforça o interesse de investidores pelo diferencial de juros do país.Além disso, falamos sobre o crescimento dos gastos dos brasileiros com turismo internacional, mesmo com o dólar em patamares elevados, e repercutimos os novos atritos diplomáticos entre Brasil e Argentina, discutindo os possíveis impactos para a relação entre os dois países e para o ambiente econômico.

  30. 69

    Episódio #68: Trégua no conflito do golfo pérsico traz alívio aos mercados

    Neste episódio, comentamos como a trégua no conflito no Golfo Pérsico reduziu as tensões geopolíticas e trouxe alívio aos mercados, além de analisar as novas projeções do Relatório Focus para a economia brasileira. Também explicamos as mudanças anunciadas pela B3 para as BDRs e o que elas podem representar para os investidores.Além disso, discutimos a expectativa para a decisão de política monetária do Federal Reserve, na quarta-feira, e como as convenções partidárias nos Estados Unidos começam a ganhar importância para o cenário político e econômico do país.

  31. 68

    Episódio #67: Tarifas adicionais de Trump de 12,5% mexem com a bolsa e com o dólar

    Os mercados brasileiros fecharam em queda após o anúncio de novas tarifas de 12,5% impostas por Donald Trump, aumentando a aversão ao risco e pressionando ativos de países emergentes. O Ibovespa recuou, enquanto o dólar voltou a ganhar força diante das incertezas sobre o comércio global e os impactos na economia mundial.No cenário doméstico, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, participou da Expert XP e reforçou o compromisso da autoridade monetária com o controle da inflação. Ele destacou que as expectativas inflacionárias seguem desancoradas e afirmou que o BC continuará atuando para garantir a convergência da inflação à meta, sinalizando cautela quanto ao início de um ciclo de cortes de juros. A fala foi acompanhada de perto pelo mercado por trazer indicações sobre os próximos passos da política monetária.

  32. 67

    Episódio #66: Bolsa brasileira atinge R$ 4,86 trilhões, mas segue abaixo de US$ 1 trilhão

    A Bolsa brasileira alcançou R$ 4,86 trilhões em valor de mercado, o segundo maior patamar da história em reais, mas continua abaixo de US$ 1 trilhão em dólares desde 2019. Essa informação reflete o quanto estamos cada vez menores numa perspectiva internacional, e a importância de diversificar os portfólios globalmente. Também falamos sobre o início das novas tarifas dos EUA e a alta da bolsa mesmo diante desse cenário, o que pode parecer curioso, mas faz sentido, e comentamos sobre os resultados de algumas das big techs. Além disso, as expectativas para a definição dos candidatos a vice-presidente nas eleições de 2026 continuam!

  33. 66

    Episódio #65: Estreito de Bab El-Mandeb também é fechado pelo Irã

    A escalada das tensões no Oriente Médio ganhou um novo capítulo com o fechamento do Estreito de Bab El-Mandeb pelo Irã, um dos corredores marítimos mais estratégicos do mundo. A região conecta o Mar Vermelho ao Golfo de Áden e é fundamental para o transporte de petróleo, gás e mercadorias entre a Ásia, Oriente Médio e Europa.Com a interrupção da passagem, aumenta o risco de atrasos nas cadeias globais de suprimentos e de alta nos custos de frete marítimo. O mercado reagiu elevando os preços do petróleo, já que uma parcela relevante da oferta mundial pode enfrentar dificuldades logísticas.No Brasil, a alta do petróleo tende a beneficiar empresas exportadoras como a Petrobras, cujas ações avançaram diante da expectativa de receitas maiores com um barril mais caro. Por outro lado, um petróleo mais elevado pode pressionar os preços dos combustíveis, do transporte e de diversos produtos, aumentando os riscos de inflação nos próximos meses.

  34. 65

    Episódio #64: BRB busca acordo com o FGC enquanto operação com a Quadra Capital é encerrada

    Neste episódio, analisamos a expectativa do BRB de concluir um acordo que pode viabilizar um empréstimo de aproximadamente R$ 6,6 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O banco aguarda a operação para publicar seu balanço de 2025 sem um rombo patrimonial que, poderia resultar em uma intervenção do Banco Central. Também explicamos por que a negociação envolvendo a venda de uma carteira de crédito para a Quadra Capital foi encerrada e como esses dois assuntos estão conectados. Além disso, comentamos as novas projeções do Relatório Focus e o resultado do IBC-Br como indicador da atividade econômica, além das expecttivas em torno das covnenções partidárias já que as eleições presidenciais do Brasil se aproximam.

  35. 64

    Episódio #63: Trump faz discurso à nação, mas decepciona quem esperava grandes anúncios

    O tão aguardado discurso nacional de Donald Trump acabou trazendo menos novidades do que muitos investidores esperavam. Apesar da expectativa em torno de possíveis anúncios capazes de alterar o rumo da economia ou da política externa, o pronunciamento teve impacto limitado sobre os mercados, que seguiram atentos aos próximos desdobramentos.No episódio, também explicamos o que são as midterms, as eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, por que elas são tão importantes para a agenda de um presidente e como podem influenciar a economia, os mercados e a capacidade de aprovação de novas medidas.Além disso, falamos sobre a Kalshi, plataforma de mercado preditivo que permite negociar contratos baseados na probabilidade de acontecimentos futuros, como decisões do Federal Reserve, inflação, eleições e diversos outros eventos econômicos e políticos, mostrando como esse tipo de mercado pode complementar a leitura dos investidores sobre expectativas futuras.

  36. 63

    Episódio #62: Tarifa de 25% dos EUA ao Brasil aumenta tensão comercia

    Os Estados Unidos confirmaram a aplicação de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, elevando a tensão comercial entre os dois países e aumentando a preocupação com os impactos para as exportações, a indústria e o câmbio. A medida reforça um cenário de maior protecionismo e adiciona um novo fator de incerteza para os mercados.Também comentamos a queda do ouro, que perdeu força após uma melhora no apetite por risco e fortalecimento do dólar, além do recuo do Bitcoin, pressionado pelo movimento de realização de lucros e pela cautela dos investidores diante do cenário macroeconômico.Por fim, falamos da SpaceX, que voltou aos holofotes com novos avanços em seu programa espacial, reforçando o ritmo acelerado de desenvolvimento da Starship e seu impacto sobre o setor aeroespacial e de tecnologia.

  37. 62

    Episódio #61: PEC aprovada no Senado aumenta risco fiscal às vésperas das eleições

    O Senado aprovou uma nova PEC que acende um alerta sobre a trajetória das contas públicas brasileiras, em um momento delicado de proximidade das eleições e de aumento das preocupações fiscais. Também comentamos os resultados da pesquisa Genial/Quaest divulgada hoje e como o cenário eleitoral começa a influenciar as expectativas dos investidores.No cenário internacional, as tensões no Golfo Pérsico voltaram ao radar dos mercados, com o Irã ameaçando ampliar as restrições ao transporte marítimo e afetar também o Estreito de Bab el-Mandeb, uma das principais rotas globais de comércio entre o Mar Vermelho e o Oceano Índico. O risco de novas interrupções no fluxo de petróleo, gás e mercadorias aumenta as preocupações com inflação global e preços de energia.Além disso, analisamos o resultado do PPI (índice de preços ao produtor) dos Estados Unidos, que trouxe novos sinais sobre a trajetória da inflação americana e as próximas decisões do Federal Reserve sobre juros.

  38. 61

    Episódio #60 - CPI dos Estados Unidos vem abaixo do consenso de mercado e puxa dólar pra baixo

    A divulgação do índice de inflação (CPI) nos Estados Unidos surpreendeu os investidores ao registrar uma deflação maior que a esperada, impulsionada pela queda recente nos preços dos combustíveis. No entanto, o otimismo foi rapidamente ofuscado pelo recrudescimento das tensões no Oriente Médio: um novo bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã e a subsequente retaliação do governo norte-americano fizeram os preços do petróleo dispararem, reacendendo alertas globais sobre pressões inflacionárias futuras e volatilidade nos mercados.No cenário doméstico, o impacto da crise geopolítica levou o governo brasileiro a intervir preventivamente, aumentando a mistura de etanol na gasolina de 30% para 32% na tentativa de blindar o consumidor da alta internacional do petróleo. Paralelamente, o mercado local opera sob tensão com a iminência de um anúncio de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros pelos Estados Unidos, medida que já mobiliza lideranças empresariais e ameaça impactar setores-chave das exportações e do Ibovespa.

  39. 60

    Episodio #59: Trump quer se tornar 'guardião' do Estreito de Ormuz e cobrar 20% do valor da carga por isso

    Donald Trump voltou a movimentar os mercados ao defender que os Estados Unidos assumam o papel de "guardião" do Estreito de Ormuz, sugerindo a cobrança de uma taxa de 20% sobre o valor das cargas que passam pela região. A proposta reacende discussões sobre o impacto geopolítico no comércio global, especialmente no transporte de petróleo, e os possíveis reflexos sobre inflação e preços da energia.Também comentamos a divulgação do Relatório Focus, que trouxe novas projeções para juros, servindo como termômetro das expectativas do mercado para os próximos meses e influenciando as perspectivas para a política monetária brasileira.

  40. 59

    Episódio #58: IPCA de junho vem a 0,16% e surpreende o mercado positivamente

    O IPCA de junho subiu 0,16%, abaixo das expectativas do mercado, reforçando a percepção de desaceleração da inflação. O resultado veio principalmente pela menor pressão de alimentos e de alguns preços administrados, ajudando a melhorar as projeções para a inflação que, como consequencia, corroboram para uma expectativa de redução de juros na próxima reunião do COPOM em agosto. Com juros menores, ativos de risco como ações tendem a ser favorecidos, e por isso a bolsa fechou de forma favorecida hoje.

  41. 58

    Episódio #57: Armínio Fraga é convidado para força-tarefa do Fed em meio à volta das tensões no Oriente Médio

    Armínio Fraga foi convidado pelo ex-diretor do Federal Reserve, Kevin Warsh, para integrar uma força-tarefa voltada à comunicação da autarquia global. Hoje também comentamos sobre a volta da aversão ao risco nos mercados após o fim do cessar-fogo envolvendo Estados Unidos e Irã, incluindo novas restrições no Estreito de Ormuz que voltaram hoje com uma menor circulaão de gás e petróleo. Esse assunto eleva as preocupações com a oferta global de petróleo e seus possíveis impactos sobre a inflação e os mercados financeiros.

  42. 57

    Episódio #56: Fim do cessar-fogo provisório entre EUA e Irã impacta o mercado

    O fim do cessar-fogo provisório entre Estados Unidos e Irã reacendeu as tensões no Oriente Médio e trouxe de volta a volatilidade aos mercados, com impacto sobre o petróleo e claro, as expectativas para a inflação global.Além dos fatores geopolíticos, também comentamos como os eventos climáticos podem pressionar os preços. As novas projeções para um possível retorno do El Niño reforçam os riscos para a inflação dos alimentos. Por fim, encerramos o episódio falando da retomada do mercado de capitais brasileiro, com novos IPOs previstos para 2027 e 2028 segundo relatórios de grandes bancos, e a expectativa para um ambiente mais favorável para empresas voltarem à Bolsa.

  43. 56

    Episódio #55: Queda estrutural do preço do petróleo faz governo federal repensar subsídios em combustíveis

    A perspectiva de um petróleo mais barato por um período prolongado leva o governo federal a reavaliar a política de subsídios aos combustíveis, reacendendo o debate sobre os impactos fiscais e os reflexos para a inflação e a política econômica.Também comentamos o desempenho dos fundos de renda fixa no primeiro semestre de 2026. Apesar do ambiente de juros elevados, uma parcela relevante dos fundos ficou abaixo do CDI, reforçando a importância de analisar custos, estratégia de gestão e carteira antes de investir.O link do perfl da Luciana Seabra é: https://www.instagram.com/seabraluciana?igsh=MWtuc3ppN2NwOWFwcQ==

  44. 55

    Episódio #54: Queda do petróleo reduz projeção de inflação para 2026

    Comentamos como a queda recente do preço do petróleo WTI e Brent contribuiu para a redução da projeção de inflação para 2026 no Relatório Focus divulgado nesta segunda-feira. As perspectivas melhoraram para a economia brasileira e reforçaram as expectativas para a trajetória de redução de juros nos próximos anos.Também comentamos sobre a viagem de empresários brasileiros a Washington para negociar com autoridades americanas a tentativa de aplicarem a nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, proposta pelo governo Trump.

  45. 54

    Episódio #53: Freio na indústria reforça aposta em corte de juros no Brasil

    A queda da produção industrial brasileira reacendeu no mercado a expectativa de início do ciclo de cortes da Selic já em agosto, na próxima reunião em meio a sinais de desaceleração da atividade e inflação mais controlada. No episódio, também comentamos sobre o ajuste nas contas de energia da Grande São Paulo envolvendo a Enel, e sobre o apetite do capital estrangeiro que respondeu por mais de metade das operações de fusões e aquisições no país, um sinal de que, apesar dos desafios, o Brasil segue no radar global.

  46. 53

    Episódio #52: Payroll enfraquecido nos EUA deixa emergentes atraentes

    O mercado voltou a olhar com mais atenção para os países emergentes depois de um payroll mais fraco nos Estados Unidos, reforçando a percepção de desaceleração da economia americana e reduzindo as expectativas de alta de juros ainda este ano pelo Federal Reserve. Esse movimento tende a favorecer fluxos para mercados como o Brasil, especialmente em um cenário de valuations descontados e juros ainda elevados.Nesse episódio, comentamos também sobre relatórios recentes da BlackRock e do Goldman Sachs, que reforçaram recomendações para renda fixa e ações de emergentes, respectivamente. Qual deles você prefereria seguir? Ah, e também falamos que, apesar da recuperação da bolsa, o Ibovespa ficou abaixo do CDI no primeiro semestre de 2026, o que reacende o debate sobre risco, retorno e o custo de oportunidade no mercado brasileiro.

  47. 52

    Episódio #51: Só dois investimentos bateram o CDI no primeiro semestre de 2026

    No primeiro semestre de 2026, apenas dois investimentos de renda fixa conseguiram superar o CDI, mostrando como o ambiente de juros elevados e curva pressionada tem tornado o retorno acima do básico , também complicado. Nesse episódio, explicamos quais foram esses ativos, por que eles conseguiram entregar mais que os outros, e o que isso revela sobre o momento da renda fixa no Brasil.Também comentamos o resultado fiscal do governo, que segue no radar dos investidores por seu impacto direto nos juros e no câmbio, a recomendação do Goldman Sachs para compra de ações brasileiras reforçando uma visão mais construtiva para a bolsa e os dados da AtlasIntel sobre o cenário eleitoral no Brasil, que começam a mexer com as expectativas para 2026 e influenciar a precificação dos ativos.

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    Episódio #50: Bitcoin tem o pior semestre e perde mais de 30% de valor em 6 meses

    No episódio de hoje comentamos sobre a queda do Bitcoin no semestre e o que esse movimento diz sobre o apetite global por risco. No Brasil, analisamos o déficit primário e seus impactos na percepção de risco fiscal, além das atualizações do Boletim Focus e do Relatório de Política Monetária do Banco Central, que ajudam a calibrar as expectativas para inflação, juros e crescimento até o final do ano e em diante.Por fim, falamos sobre a decisão da Suprema Corte dos EUA de manter Lisa Cook no Federal Reserve, em um caso que reforçou a independência do banco central americano diante da tentativa de Donald Trump de destituí-la de seu corte por discordar de sua perspectiva de corte de juros no FED, confira!

  49. 50

    Episódio #49: Relatório de Política Monetária do Banco Central reforça cautela com os juros

    O Banco Central divulgou seu novo Relatório de Política Monetária, trazendo uma leitura mais detalhada sobre inflação, atividade econômica e os desafios para a condução da Selic. No episódio, comentamos os principais sinais do documento e o que ele indica para os próximos meses.Também analisamos os dados de desemprego divulgados pelo IBGE, que seguem mostrando força no mercado de trabalho, e a queda no preço do barril de petróleo, movimento que ajuda a aliviar parte das pressões inflacionárias e mexe com o humor dos mercados.

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    Episódio #48: Dólar a R$5,20 com expectativa de alta de juros nos EUA

    O dólar voltou a ganhar força e chegou a R$ 5,20 porque o mercado voltou a precificar a possibilidade de juros mais altos por mais tempo nos Estados Unidos, o que fortalece a moeda americana e pressiona ativos de risco no mundo todo. Também comentamos como esse cenário impacta diretamente o investidor brasileiro: um dólar mais forte reduz o apetite por emergentes e limita o espaço para cortes de juros por aqui. Ao mesmo tempo, o petróleo perdeu força nos últimos dias, ajudando a aliviar parte da pressão inflacionária global e mudando a dinâmica de alguns setores da bolsa. Também falamos sobre os títulos públicos no Brasil, que seguem oferecendo taxas elevadas mesmo com uma queda de prêmio no dia de hoje. E, para quem ouviu até ficar sabendo sobre o Clube do Livro, segue link para acessar:http://bit.ly/4xFFd99 cupom 3ENCONTROS

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"Tá no preço?” é um podcast diário que traduz a economia e os mercados sem ruído.Numa conversa entre a economista doutora Tatiana Pinheiro e a especialista em investimentos Ana Laura Magalhães, os cenários macro e microeconômicos se conectam às suas decisões. Afinal, o que já está no preço? Entenda o que acontece no Brasil e no mundo, e o que fazer com isso.Linkedin Tati Pinheiro: [https://www.linkedin.com/in/tatianapinheiro/] Linkedin Ana Laura Magalhães: [https://www.linkedin.com/in/ana-laura-magalh%C3%A3es-barata/]

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