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Você Sabe Tudo Sobre História?MR
by Marcos Roberto
Marcos Roberto é Paraense, Licenciado, Bacharelado em História (UFPA) , com Especialização em História Contemporânea (FIBRA). O canal Você sabe TUDO SOBRE HISTÓRIA? MR é voltado para o Ensino de História (Revisão ENEM, Vestibular, Dicas de Livros, filmes), com o intuito de facilitar a aprendizagem de maneira rápida e divertida!
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Os Quadros da Independência do Brasil
Os Quadros da Independência do Brasil são REAIS? Você já parou para fazer uma leitura visual do quadro do Pedro Américo? O que tem haver Napoleão no quadro do Pedro Américo? Essa vídeoaula tem como objetivo analisar quem foi D. Pedro I e qual a intenção de criar quadros grandiosos do nosso querido libertador e imperador D. Pedro I? Vamos descobrir a verdade na semana da Independência \o/ O nome original dessa tela é “Independência ou Morte” mas ficou conhecida como “O Grito do Ipiranga”. O artista Pedro Américo terminou de pintar o quadro em 1888 em Florença, na Itália (66 anos após a independência ser proclamada). Foi a Família Real que encomendou a obra, pois ela investia na construção do Museu do Ipiranga (atual Museu Paulista da USP). A ideia da obra era ressaltar o poder monárquico do recém-instaurado império. A obra representa a cena de Dom Pedro I proclamando a independência do Brasil. Na tela também aparecem à direita e à frente do grupo principal, em semicírculo, os cavaleiros da comitiva; à esquerda, e em oposição aos cavaleiros, está um longo carro de boi guiado por um homem do campo que olha a cena curiosamente. O artista se preocupava em estudar todos os detalhes de seus quadros, como roupas, armas e os tipos físicos das pessoas. Para a produção deste quadro, ele se dirigiu frequentemente ao bairro do Ipiranga para conhecer a luz, a topografia e outros aspectos do lugar. A imagem que consagrou o 7 de Setembro é verossímil, mas não relata com exatidão o ocorrido no Dia da Independência. Essa cena foi produzida pela imaginação do pintor. O próprio Pedro Américo reconheceu que seria impossível fazer uma relação entre a pintura e o episódio. Não apenas porque havia uma grande diferença de tempo, entre a tela pintada e a proclamação da Independência, mas também porque não seria possível reconstituir minuciosamente o acontecido, pois faltavam relatos. Essas diferenças são significativas. Primeiro, não era comum usar cavalos, mas sim mulas, para fazer o trajeto da Serra do Mar. Os uniformes também eram galantes demais para o tipo de viagem que D. Pedro I estava fazendo. Sua comitiva também nem era tão numerosa – no máximo levava 14 pessoas. A pintura histórica retrata o episódio de maneira grandiosa, e Pedro Américo criou toda uma situação na tela para ressaltar esse aspecto. D. Pedro I estava voltando a São Paulo quando recebeu documentos vindos de Portugal e, depois de os ler, declarou o Brasil independente. ***Redes Sociais*** ▶ Instagram: [email protected] #IndependênciaDoBrasil #DPedroI #PedroAmérico
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As Revoltas Emancipacionistas
Vamos analisar os motivos, reivindicações e as influências da Inconfidência Mineira e Conjuração Baiana. ***INSCREVA-SE NO MEU CANAL:*** https://youtu.be/4VIjPeOUCsU ***Redes Sociais*** ▶ Instagram: https://www.instagram.com/prof.marcos... ▶ Site: https://vocesabetudosobrehistoria.com... #InconfidênciaMineira #ConjuraçãoBaiana #Tiradentes
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A Mitologia Grega: resumo
A Mitologia Grega reúne um conjunto de lendas e mitos que foram criados pelos gregos na antiguidade. O objetivo principal era de explicar alguns fatos, como a origem da vida, a vida após a morte, ou até mesmo os fenômenos da natureza. Assim, a criação das narrativas fantásticas que englobam a mitologia grega foi a maneira encontrada pelos gregos para preservarem sua história. É importante ressaltar que a civilização grega estava baseada numa religião politeísta, ou seja, eles cultuavam diversos deuses. #MITOLOGIAGREGA #ZEUS #POLITEÍSMO
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Maus
Clássico contemporâneo dos quadrinhos, Maus é um relato comovente sobre Auschwitz e um acerto de contas do artista com o pai. Única história em quadrinhos a receber o Prêmio Pulitzer.
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Os "50 anos em 5" de Juscelino Kubitschek
Progressista, desenvolvedor, sonhador e dinâmico - estamos falando de Juscelino Kubitschek ou JK. Um presidente que dinamizou a economia brasileira investindo como nenhum outro presidente até então nos setores da: energia, transporte e indústria que faziam parte do seu "plano de metas" que finalmente realizou um sonho antigo da nossa 1 Constituição do Período Republicano que era a construção de uma nova capital - Brasília. No final do ano de 1954, Juscelino e as lideranças do PSD decidiram lançar a candidatura dele à presidência do país. O suicídio de Getúlio Vargas havia causado transtornos na sucessão presidencial. O vice-presidente Café Filho assumiu o cargo e devido aos problemas de saúde precisou ser substituído. Primeiro foi sucedido pelo presidente da Câmara dos Deputados, Carlos Luz. No entanto, o ministro da Guerra, marechal Henrique Lott, destituiu-o, pois considerou Carlos Luz uma ameaça à sucessão presidencial de Juscelino. Desse modo, assumiu o cargo, Nereu Ramos, que tentou assegurar a Café Filho a restituição do cargo. Contudo, Lott inviabilizou o retorno de Café Filho. Nereu Ramos governou até a tomada de posse de Juscelino Kubitschek na presidência e João Goulart na vice-presidência da República, em 31 de janeiro de 1956. #PLANODEMETAS #JK #CONSTRUÇÃODEBRASÍLIA
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Neocolonialismo na África e Ásia - Parte 01
Foi nesse contexto que, a partir do século XIX, essas nações buscaram explorar regiões na África e Ásia. Gradativamente, os governos europeus intervieram politicamente nessas regiões com o interesse de atender a demanda de seus grandes conglomerados industriais. Distinto do colonialismo do século XVI, essa nova modalidade de exploração pretendia fazer das áreas dominadas grandes mercados de consumo de seus bens industrializados e, ao mesmo tempo, pólos de fornecimento de matéria-prima. Além disso, o grande crescimento da população europeia fez da dominação afro-asiática uma alternativa frente ao excedente populacional da Europa que, no século XIX, abrigava mais de 400 milhões de pessoas. Apesar de contarem com grandes espaços de dominação, o controle das regiões alvo da prática neocolonial impulsionou um forte acirramento político entre as potências europeias. Os monopólios comerciais almejados pelas grandes potências industriais fizeram do século XIX um período marcado por fortes tensões políticas. Em consequência à intensa disputa dos países europeus, o século XX abriu suas portas para o primeiro conflito mundial da era contemporânea. Somado aos interesses de ordem político-econômica, a prática imperialista também buscou suas bases de sustentação ideológica. A teoria do darwinismo social, de Hebert Spencer, pregava que a Europa representava o ápice do desenvolvimento das sociedades humanas. Em contrapartida, a África e a Ásia eram um grande reduto de civilizações “infantis” e “primitivas”. Influenciado por esse mesmo conceito, o escritor britânico Rudyard Kipling defendia que o repasse dos “desenvolvidos” conceitos da cultura europeia aos afro-asiáticos representava “o fardo do homem branco” no mundo. Com relação à África, podemos destacar a realização da Conferência de Berlim (1884 – 1885) na qual várias potências europeias reuniram-se com o objetivo de dividir os territórios coloniais no continente africano. Nessa região podemos destacar o marcante processo de dominação britânica, que garantiu monopólio sob o Canal de Suez, no Norte da África. Fazendo ligação entre os mares Mediterrâneo e Vermelho, essa grande construção foi de grande importância para as demandas econômicas do Império Britânico. Na região sul, os britânicos empreenderam a formação da União Sul-Africana graças às conquistas militares obtidas na Guerra dos Bôeres (1899 – 1902).Na Índia, a presença britânica também figurava como uma das maiores potências coloniais da região. Após a vitória na Guerra dos Sete Anos (1756 – 1763), a Inglaterra conseguiu formar um vasto império marcado por uma pesada imposição de sua estrutura político-administrativa. A opressão inglesa foi alvo de uma revolta nativa que se deflagrou na Guerra dos Sipaios, ocorrida entre 1735 e 1741. Para contornar a situação, a Coroa Inglesa transformou a colônia indiana em parte do Império Britânico. Resistindo historicamente ao processo de ocupação, desde o século XVI, o Japão conseguiu impedir por séculos a dominação de seus territórios. Somente na segunda metade do século XIX, que as tropas militares estadunidenses conseguiram forçar a abertura econômica japonesa. Com a entrada dos valores e conceitos da cultura ocidental no Japão, ocorreu uma reforma político-econômica que industrializou a economia e as instituições do país. Tal fato ficou conhecido como a Revolução Meiji. #Neocolonialismo #Imperialismo #DarwinismoSocial
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As Histórias em Quadrinhos na Segunda Guerra Mundial
Sete de dezembro de 1941 foi a data em que ocorreu o ataque japonês a Pearl Harbour, base militar norte-americana localizada no Havaí. Após esse ataque, os Estados Unidos entraram oficialmente na Segunda Guerra Mundial. Na vida real foi assim, mas nos quadrinhos norte-americanos, os super-heróis já estavam lutando contra as potências do Eixo (a aliança formada pela Alemanha nazista, a Itália fascista e o Japão) meses antes do ataque. O Capitão América O primeiro gibi do Capitão América, por exemplo, foi publicado em março de 1941. O Capitão América não foi o primeiro super-herói dos gibis norte-americanos (o Super-Homem já havia aparecido em 1938), mas ele foi um dos primeiros a trazer histórias mais engajadas na luta contra o nazismo e inspirou inúmeras imitações. Foi quando se tornaram comuns gibis que traziam capas com os heróis socando ou ridicularizando os ditadores do Eixo: Hitler e seus aliados, Mussolini, ditador italiano, Tojo, primeiro-ministro japonês na época do ataque a Pearl Harbor, e o então imperador japonês Hiroíto.O Caveira Vermelha, um supervilão nazista Criado pela dupla de desenhistas Jack Kirby e Joe Simon, o Capitão América tinha como seu principal inimigo o Caveira Vermelha, um supervilão nazista. No entanto, na aparência, o Capitão América era muito mais parecido com o ideal de "raça pura" dos nazistas do que o Caveira Vermelha: era alto, forte, tinha olhos azuis e, por debaixo da máscara, o seus cabelos eram loiros, ou seja, o padrão de beleza nórdica que Hitler tanto admirava. Na vida real, os nazistas jamais teriam como símbolo um soldado que usasse uma máscara em forma de caveira, até porque em suas peças de propaganda, os nazistas gostavam de retratar a si mesmos como belos e simpáticos, enquanto que os judeus eram retratados com aparência monstruosa. Quando foram lançados os primeiros gibis mostrando o Capitão América e outros super-heróis lutando contra o Eixo, uma boa parte da população norte-americana ainda defendia a ideia de que os Estados Unidos deveriam ficar afastados do conflito. Isso apesar do fato de que antes mesmo do ataque a Pearl Harbour, o governo norte-americano já apoiava indiretamente a Inglaterra, que estava em guerra com a Alemanha desde 1939.Roteiristas e desenhistas judeus Por que os criadores desses gibis tomaram partido e assumiram sua simpatia por um dos lados num momento em que muitos de seus compatriotas preferiam manter a neutralidade? Em primeiro lugar, porque os nazistas davam ótimos vilões para as histórias. Afinal, o que seria dos gibis de super-heróis sem os vilões? Em segundo, mas não menos importante, estava o fato de que boa parte dos criadores desses gibis tinha razões pessoais para fazer propaganda contra o nazismo: boa parte deles eram judeus, que eram as principais vítimas do ódio dos nazistas. Discriminação racial Para fugir da discriminação que os judeus também enfrentavam nos Estados Unidos, alguns desses criadores mudaram seus nomes ou adotaram pseudônimos que escondiam sua origem judaica, dentre eles, Bob Kane, cujo nome verdadeiro era Robert Kahn, e Jack Kirby, cujo nome verdadeiro era Jacob Kurtzberg. Duas boas dicas de leitura que retratam tanto a indústria dos gibis quanto a vida da comunidade judaica nos Estados Unidos daquela época são "No coração da tempestade", autobiografia em quadrinhos de Will Eisner, que chegou a ser publicada no Brasil pela Abril Jovem, e "As aventuras de Kavalier e Klay", romance do escritor norte-americano Michael Chabon, publica #HISTÓRIASEMQUADRINHOS #SUPERHEROIS #SEGUNDAGUERRA
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A Propaganda Na Segunda Guerra Mundial
Durante os anos da II Guerra Mundial a melhor criatividade foi utilizada em benefício da propaganda e do recrutamento de jovens para as forças militares. Conheça aqui os melhores cartazes americanos e saiba como os aliados viam o mundo no início dos anos 40. Existem imagens mais institucionais que mostram jovens militares a olhar o horizonte com uma arma na mão, mas também imagens mais irreverentes, como aquela que mostra Hitler de boxers com a legenda "Apanhe-o desprevenido". De entre as mensagens veiculadas, destacam-se aquelas que incitavam à compra de vales de guerra (war bonds), que ajudavam ao financiamento das armas e ao sustento dos soldados. Há também diversos cartazes dirigidos ao público feminino, mensagens de contenção e de cuidados a ter com conversas em público. A propaganda era diversificada e, como em qualquer estratégica de marketing, eram usadas várias formas para apelar à população, incluindo o humor. Quando se estuda o Nazismo e o processo de instituição do Terceiro Reich por Adolf Hitler, uma das características mais evidentes é a retórica antissemita, isto é, o conjunto de discursos elaborados contra a população judaica europeia. Entretanto, é necessário ressaltar que a esses discursos estavam associados outros, que se referiam propriamente ao “sequestro” da consciência da própria população alemã, que foi progressivamente “inflamada” pela linguagem do nazismo, ou, como dizem alguns autores, a linguagem do Terceiro Reich. A função da propaganda e o uso dos meios de comunicação de massa foram cruciais nesse processo. Antes de tudo, é necessário compreender que não apenas o nazismo, mas também o Fascismo e as demais variações políticas totalitárias do início do século XX só foram possíveis em face da formação da sociedade de massas, advinda do processo de industrialização da Europa, completado no século XIX. Meios de comunicação como o rádio tornaram-se muito populares nesse contexto e sua utilização para transmissão de discursos políticos de líderes como Hitler foi peça chave para a cooptação das massas que viam em tal líder uma figura “redentora”, “messiânica”. O pesquisador Luiz Sérgio Krausz assinalou que: “A gradativa entrega ao fanatismo que se observa na Alemanha dos anos 1933-1945 revela-se como o triunfo de uma retórica e de uma língua cujo objetivo é conduzir à criação de hordas e não de um corpo de consciências individuais. (KRAUSZ, Luis Sérgio. Consciência e inconsciência do nazismo. Pandaemonium ger., São Paulo. n. 15, 2010. p 194.) No caso específico da propaganda nazista, a máquina de fabricação de discursos políticos que enalteciam os feitos do Terceiro Reich, a figura do Füher e a figura da raça ariana e, ao mesmo tempo, demonizavam os judeus, os poloneses, os comunistas, os cristãos, ciganos, deficientes físicos, etc., era habilmente controlada por Joseph Goebbels (1897-1945), ministro da propaganda de Hitler. Goebbels ficou conhecido pela frase “uma mentira dita cem vezes torna-se verdade”, que sintetiza a proposta de implicação psicológica da propaganda nazista. A elaboração da máquina de propaganda nazista contava com a instrumentalização de intelectuais e pessoas ligadas às artes (arquitetos, escultores, pintores, músicos, cineastas etc.).Um dos exemplos mais notórios foi o da cineasta Leni Riefenstahl (1902-2003), que produziu o famoso documentário O Triunfo da Vontade, em 1934. Nesse filme, Riefenstal buscou retratar a formação da sociedade disciplinada e militarizada criada pelo III Reich. Dessa forma, além da gravação dos discursos de Hitler e seus ministros proferidos para centenas de milhares de pessoas em praça pública, em O Triunfo da Vontade, pode-se observar ainda soldados em treinamento exibindo os corpos atléticos que, segundo a linguagem visual do nazismo, encarnavam a essência da raça ariana.
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A Fase do Terror Na Revolução Francesa
O período do Terror (1792-1794) durante a Revolução Francesa, foi marcado pela perseguição religiosa e política, guerras civis, e execuções na guilhotina. Naquele momento, a França estava sendo liderada pelos jacobinos, considerados os mais radicais entre os revolucionários e, por isso, este período também é conhecido como "Terror Jacobino". #RevoluçãoFrancesa #FaseDoTerror #LuísXVI
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Guerra do Paraguai: Dica de livro (Historiador Francisco Doratioto)
O livro Maldita Guerra de Francisco Doratioto tem com o eixo central a narrativa sequencial das batalhas da Guerra do Paraguai, precedida de uma avisada exposição sobre suas motivações imediata se mesmo de remotas origens coloniais. Assim descrito pode parecer que nada de novo nos reserva esse livro com 485 páginas de texto corrido. No entanto, ele é surpreendente e inovador, pelo menos dentro da bibliografia sobre o tema. ***INSCREVA-SE NO MEU CANAL:*** https://www.youtube.com/channel/UCb6V... ***Redes Sociais*** ▶ Instagram: prof.marcosroberto #FranciscoDoratioto #MalditaGuerra #DPedroII
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A República no Pará
Conheça os motivos para o fim do Império de D.Pedro II e a importância do Monumento criado em Belém do Pará na Praça da República e descubra como temos uma grande influência francesa. Vídeo aula gravada direto da Praça da República no dia 15 de novembro em 2019. ***INSCREVA-SE NO MEU CANAL:*** https://youtu.be/4VIjPeOUCsU ***Redes Sociais*** ▶ Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?...▶ Twitter: https://twitter.com/MarcosEnem17▶ Instagram: https://www.instagram.com/vocesabetud... ▶ Site: https://vocesabetudosobrehistoria.com... #ProclamaçãoDaRepública #PraçaDaRepública #Pará
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O Tatuador de Auschwitz: Dica de Livro
Um amor que os cruéis muros de Auschwitz não foram capazes de impedir Sinopse de O tatuador de Auschwitz: Nesse romance histórico, um testemunho da coragem daqueles que ousaram enfrentar o sistema da Alemanha nazista, o leitor será conduzido pelos horrores vividos dentro dos campos de concentração nazistas e verá que o amor não pode ser limitado por muros e cercas. Lale Sokolov e Gita Fuhrmannova, dois judeus eslovacos, se conheceram em um dos mais terríveis lugares que a humanidade já viu: o campo de concentração e extermínio de Auschwitz, durante a Segunda Guerra Mundial. No campo, Lale foi incumbido de tatuar os números de série dos prisioneiros que chegavam trazidos pelos nazistas – literalmente marcando na pele das vítimas o que se tornaria um grande símbolo do Holocausto. Ainda que fosse acusado de compactuar com os carcereiros, Lale, no entanto, aproveitava sua posição privilegiada para ajudar outros prisioneiros, trocando joias e dinheiro por comida para mantê-los vivos e designando funções administrativas para poupar seus companheiros do trabalho braçal do campo. Nesse ambiente, feito para destruir tudo o que tocasse, Lale e Gita viveram um amor proibido, permitindo-se viver mesmo sabendo que a morte era iminente. ***INSCREVA-SE NO MEU CANAL:*** https://youtu.be/4VIjPeOUCsU ***Redes Sociais*** ▶ Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?... ▶ Twitter: https://twitter.com/MarcosEnem17▶ Instagram: https://www.instagram.com/vocesabetud... ▶ Site: https://vocesabetudosobrehistoria.com... #Tatuador #DicaDeLivro #Nazismo
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O Fim da Política do Café com Leite
A política do café com leite foi um grande acordo nacional, político e econômico que regulou a lógica de poder durante quase toda a Primeira República, também conhecida como República Velha (1889-1930). O acordo que envolvia as oligarquias estaduais e o governo federal funcionava para manter o controle e o poder nas mãos das elites, grandes proprietários de terras do Brasil. Na política do café com leite os políticos paulistas e mineiros alternavam-se na cadeira de Presidente da República, por isso o nome do acordo. As economias paulista e mineira eram o café e o leite respectivamente, mantinha-se assim a ordem política e econômica favoráveis à esses Estados mas principalmente aos oligarcas locais. Outro acordo garantia o funcionamento eficaz da política do café com leite. Mantendo suas autonomias locais os Governadores de Províncias (Estados) mantinham seu apoio ao presidente da República, em troca o Presidente não interferiria no poder provinciano do Governador. A lógica dos dois acordos eram complementares para a manutenção da ordem política e econômica nacional onde apenas as elites agrárias alcançavam o poder político que continuaria girando a favor da manutenção dessas elites políticas no poder. Oficialmente a política café com leite só tem seu inicio após o período da República da Espada quando dois presidentes militares comandaram as decisões políticas do Brasil. Com o Governo de Campos Sales (1898) considera-se o principio da alternância paulista-mineira na Presidência. Seu antecessor Prudente de Morais (o primeiro presidente civil do Brasil) deixa uma grande crise política e econômica para o paulista Campos Sales que enfrentará a tarefa de estabilizar as relações do Governo Federal com as elites políticas e econômicas das províncias. Depois de 6 mandatos de presidentes paulistas sucedidos por 3 presidentes mineiros, durando mais de 30 anos esse grande acordo é findado em 1930. Porém mesmo durante o período de vigor do acordo o mesmo passou por momentos de grande tensão, com a cisão momentânea e a entrada de presidentes que não eram do eixo central Minas-São Paulo. Aconteceu essa cisão com a eleição de Hermes da Fonseca (Gaúcho) e Epitácio Pessoa (Paraibano). Em 1909 a candidatura de Hermes da Fonseca é lançada por Pinheiro Machado, grande liderança política do Rio Grande do Sul diante de divergências entre as lideranças mineiras. Já em 1919 a entrada de Epitácio Pessoa é resposta ao afastamento de Delfim Moreira devido a crise econômica e política desdobrada no Brasil em circunstanciais da Primeira Guerra Mundial (1914 – 1918). As disputas e crises políticas se agravariam demonstrando o interesse de Províncias menores em participar da lógica de poder até então restrita aos paulistas e mineiros. Do agravamento dessas disputas nasce o movimento revolucionário de 1930 que liderado pela oligarquia do Rio Grande do Sul derruba a República Velha. Em uma ação de rompimento com o acordo, Minas Gerais retira seu apoio ao candidato Julio Prestes indicado pelo então Presidente Washington Luís, ambos paulistas. As oligarquias mineiras passam a apoiar o candidato da oposição Getúlio Vargas, um gaúcho. Julio Prestes, no entanto sai vitorioso do pleito, mas não chega a tomar posse. Getúlio Vargas não convencido com os resultados marcha para o Rio de Janeiro e toma posse da presidência dando início a um governo provisório. #CaféComLeite #PolíticaDosGovernadores #RepúblicaVelha
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Na Senzala Uma Flor - Dica de Livro
O autor visa discutir a respeito da família escrava à luz da cultura africana, argumentando que tradições centro-africanas fundamentaram identidades e solidariedades que marcaram a luta de classes no Sudeste escravista. A obra é uma investigação, com métodos e conclusões, que pretende esclarecer ao leitor os sentidos culturais da família escrava em terras brasileiras. Livro Na Senzala, uma Flor Robert W. Slenes ⚠️INSCREVA-SE NO MEU CANAL⚠️ #Escravidão #HistóriaDoBrasil #DicaDeLivro
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A revolta dos cabanos
Uma das mais trágicas revoltas da História do Brasil ocorreu na Amazônia entre 1835 e 1840. Negros, caboclos e índios participaram ativamente do movimento que ficou conhecido como Cabanagem. Os rebeldes chegaram ao poder e nele permaneceram durante um ano e meio, em Belém do Pará. Foram três os presidentes cabanos: Félix Malcher, Francisco Vinagre e Eduardo Angelim. A partir de Belém a Cabanagem se alastrou pela Amazônia até as fronteiras com o Peru, Colômbia e Venezuela. A minissérie A Revolta dos Cabanos retrata os principais eventos deste conflito que provocou a morte de 40 mil pessoas. Fonte: TV Escola
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A Primeira Guerra Mundial
A Primeira Guerra Mundial foi um conflito armado que ocorreu entre 1914 e 1918 com as principais potências da Europa. O seu caráter mundial estava relacionado ao fato de os conflitos envolverem todas as grandes potências do mundo capitalista ocidental. Vários foram os fatores de eclosão da Primeira Guerra Mundial. Desde a década de 1870, um sentimento de nacionalismo estava se acirrando entre as principais potências europeias. A derrota da França para a Prússia, na Guerra Franco-Prussiana de 1870-1871, estimulou o revanchismo francês. Mas havia ainda outros conflitos decorrentes do nacionalismo. Na região dos Balcãs, por exemplo, vários grupos de distintas nacionalidades estavam sob o poder político de Impérios, como o Austro-Húngaro e o Turco-Otomano, criando hostilidades e projetando-se uniões nacionais, como a dos eslavos em torno da Sérvia. A disputa por territórios coloniais na África e na Ásia pelas potências europeias estava relacionada à necessidade de manter territórios ricos em matérias-primas necessárias à grande indústria europeia. A Alemanha e os EUA começavam a desbancar a Inglaterra como única potência industrial do mundo. Para garantir as fontes de matérias-primas e os mercados consumidores dos produtos industriais houve uma corrida armamentista, que fortaleceu os exércitos e estimulou a produção de novos armamentos. Politicamente houve uma série de alianças entre os países europeus nesse quadro de ameaças. Formaram-se a Tríplice Entente, entre Inglaterra, França e Rússia; e a Tríplice Aliança, composta pela Alemanha, Império Austro-Húngaro e Itália, aproximando-se posteriormente do Império Turco-Otomano. A relação entre essas potências estava em seu ponto máximo de tensão quando em 28 de junho de 1914 o arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do trono austro-húngaro, foi assassinado por um membro de uma organização sérvia em Sarajevo. Após o assassinato, o Império Austro-Húngaro declarou guerra à Sérvia. Frente a isso, a Rússia se colocou ao lado da Sérvia, em virtude do fato de sérvios e russos serem eslavos e também porque a Rússia tinha interesses na região dos Balcãs. A partir daí o sistema de alianças entrou em funcionamento, com o envolvimento direto no conflito da Alemanha, França e Inglaterra. Tinha início a Primeira Guerra Mundial. A Primeira Guerra pode ser dividida em duas fases: uma guerra de movimento, entre 1914 e 1915; e uma guerra de posição, ou guerra de trincheiras, entre 1915 e 1918. A guerra de movimento foi o momento em que principalmente as tropas alemãs conseguiram se deslocar com mais intensidade, resultando em várias vitórias sobre os países da Entente, principalmente a França e a Rússia. A guerra de trincheiras ficou conhecida por esse nome pelo fato de as tropas não conseguirem avançar sobre o território inimigo, mantendo-se mais fixas em suas trincheiras, mesmo com a utilização de aviões e armas químicas. Tal situação causou inúmeras mortes entre os exércitos. Nessa fase da guerra entraram outros países de ambos os lados em conflito. Do lado da Entente, participaram Japão, Itália, Romênia e Grécia. Do lado das Potências Centrais (Alemanha e Áustria-Hungria) houve o apoio do Império Turco-Otomano e da Bulgária. A partir desse momento, as tropas alemãs foram sucessivamente derrotadas. Em novembro de 1918, o kaiser alemão renunciou ao trono e foi assinado um armistício. Com a saída da Alemanha da Primeira Guerra, iniciaram-se as negociações para a assinatura de um tratado de paz. O Tratado de Versalhes considerou a Alemanha culpada pela guerra, o que acarretou uma série de duras sanções e indenizações pelas quais o país deveria se responsabilizar. As sanções criaram inúmeras dificuldades sociais e econômicas aos alemães, que seriam utilizadas como argumento para o início da Segunda Guerra Mundial. Outras consequências da Primeira Guerra Mundial oram a desintegração dos Impérios Austro-Húngaro e Turco-Otomano, além da formação da Liga das Nações.
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Nos Tempos do Imperador - TÁ TUDO ERRADO!
A Novela Nos Tempos do Imperador conta a história de D. Pedro II e sua vida amorosa turbulenta, mas mostrando o cotidiano da escravidão, o jogo político dos coronéis e tudo isso com tom bem leve e humorado, com pouca base histórica. Deixando a ficção e a licença poética falar mais alto. É nessa problemática que faço minha critica. ***INSCREVA-SE NO MEU CANAL:*** https://www.youtube.com/channel/UCb6V... ***Redes Sociais*** ▶ Instagram: [email protected]
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Tiradentes Esquartejado
Segundo a historiadora de Arte, Maraliz Christo, a tela de Pedro Américo foi rejeitada pela crítica em sua primeira aparição pública, no Rio de Janeiro, em 1893. O quadro, longe de mostrar um herói em ação, o retrata morto, aos pedaços, fugindo dos cânones republicanos de sugerir uma visão de futuro, do herói vivo ou revivido nos ideais do novo regime que se implantava. A imagem assustadora de Tiradentes esquartejado foi adquirida pela prefeitura de Juiz de Fora por intermédio de um vereador que coordenava o Museu Mariano Procópio. Lá permaneceu esquecida por cinquenta anos quando, em 1943, foi reproduzida no livro biográfico de Pedro Américo, escrito por Cardoso de Oliveira. A tela de Pedro Américo traz, contudo, alguns símbolos que reforçam a representação mítica de Tiradentes. Além da aparência de Cristo, o crucifixo ao lado da cabeça reforça a semelhança do herói martirizado com Jesus supliciado. A cabeça decepada e o corpo esquartejado sobre o cadafalso, como sobre um altar, destacam a violência do sistema colonial e também evocam a traição de que Tiradentes fora vítima. Traído por Joaquim Silvério dos Reis, o novo Judas, e também pelos companheiros que se acovardaram e deixaram cair sobre ele toda a culpa. Culpa que ele assumiu de boa vontade – fatos que calavam profundamente no sentimento popular, marcado pela religiosidade cristã. A pintura de Pedro Américo deu continuidade à mitificação e heroicização de Tiradentes. Em 1949, Portinari pintou “Os despojos de Tiradentes no caminho novo das Minas” mantendo a aproximação com a simbologia religiosa. O painel mostra os pedaços do corpo pendendo de postes e mulheres ajoelhadas que lembram a cena do Calvário. A força do mito atravessou décadas e marcou outras datas contemporâneas: a inauguração de Brasília, a nova capital da República, em 1960 e o anúncio da morte de Tancredo Neves, o primeiro presidente civil eleito depois do regime militar. A notícia do óbito presidencial, em 21 de abril de 1985, associou Tiradentes ao presidente que prometia a instauração da liberdade e a democracia. Três dias depois, comentava Eliakim Araújo no programa Globo Repórter (24/04/1985): “Esta noite, quando a histórica São João del Rei enterrou o seu presidente, reuniu num só destino dois filhos ilustres de seu chão: Tancredo de Almeida Neves e Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. Patrono cívico da nação brasileira”. O mito alimentava outro mito. Mas isso já é outra história. https://ensinarhistoriajoelza.com.br/... - Blog: Ensinar História - Joelza Ester Domingueshttps://www.youtube.com/hashtag/21deabril
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Círio 2020 Domingo
O Círio 2020 foi histórico e bastante diferente, mas não deixou de ser emocionante o domingo de Círio. Fiz o percurso do Círio a pé registrando vários momentos de fé, devoção e amor por Nossa Senhora de Nazaré e o vídeo termina quando Nossa Senhora chega de helicóptero na Basílica de Nazaré. NÃO ESQUEÇA DE CURTI, ASSINAR E COMPARTILHAR MEU CANAL. ***INSCREVA-SE NO MEU CANAL:*** https://youtu.be/4VIjPeOUCsU #Círio2020 #CírioHistórico #BelémDoPará
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BATMAN: A SÉRIE ANIMADA - UMA REVOLUÇÃO DOS HERÓIS NA TV - Dica de Livro
Sofisticada visualmente e tematicamente, Batman: A Série Animada, exibida de 1992 a 1995, transformou as adaptações dos super-heróis das histórias em quadrinhos para a televisão. Agradaria aos antigos fãs do personagem, bem como adultos e crianças. Muito de seu êxito está nas influências de seus realizadores: o investimento em diferentes movimentos de câmera, a fotografia, o design ágil dos personagens e as referências cinematográficas, principalmente ao expressionismo alemão, herança direta dos dois filmes dirigidos pouco tempo antes por Tim Burton, e o noir. Batman: A Série Animada – Uma Revolução dos Heróis na TV é uma análise feita pelo jornalista e crítico de cinema André Azenha, que passa pela história do Batman até os anos 1990, apresenta os contextos e principais características do expressionismo alemão, os filmes noir, passa pela obra de Tim Burton e chega à análise do seriado. “Este livro é a minha dissertação de mestrado, mas adaptado, com o intuito de servir de pesquisa para acadêmicos, estudantes, mas também agradar aos fãs do Batman, de histórias em quadrinhos, de heróis em geral e quem deseja conhecer mais sobre o personagem e esse programa televisivo que marcou gerações”, ressalta André. “Para compreender o impacto da série, o autor foi em busca das inspirações dos próprios criadores de Batman: os sombrios filmes expressionistas alemães dos anos 1920 e seus legítimos herdeiros hollywoodianos - os filmes noir. Com ampla pesquisa visual, André Azenha demonstra, em suas análises, como a série animada foi capaz de reconhecer e, ao mesmo tempo, reinventar as referências originais do Homem-Morcego. Um livro obrigatório para os fãs brasileiros de Batman”, escreve a Professor Doutora Laura Loguercio Cánepa no texto de orelha do livro.“O estudo que Azenha realizou em Batman: A Série Animada – Uma Revolução dos Heróis na TV é um daqueles trabalhos em que o pesquisador ou fã dos quadrinhos se pergunta: por que eu não pensei nisso? Nessa obra, ele nos convida a viajarmos no tempo para uma experiência de descoberta do Cavaleiro de Gotham e das revistas em quadrinhos, além das inovações de Batman A Série Animada, com influências do expressionismo alemão e do film noir”, ressalta o Professor e Mestre em Comunicação Celso Ronald, autor do texto da quarta capa.O autor André Azenha, crítico de cinema, jornalista, produtor cultural, curador e pesquisador. Mestre em Audiovisual pela Universidade Anhembi Morumbi. Editor dos sites www.historiasdocinema.com e www.cinezencultural.com.br e do canal Histórias do Cinema no Youtube. Autor do livro Histórias: Batman e Superman no Cinema (2016). Ao lado da esposa, Paula, dirige o Santos Film Fest – Festival Internacional de Cinema de Santos. Comenta sobre filmes para jornais, rádios e TVs. Ministra cursos e palestras sobre cinema e jornalismo cultural. Organizador da PalafitaCon, CulturalMente Santista, exposições sobre clássicos e artistas brasileiros e estrangeiros da sétima arte e da cultura geek. Defensor de iniciativas de democratização de acesso à cultura, realizou mais de 200 sessões de filmes seguidas de bate-papos em áreas vulneráveis de sua cidade natal, Santos.#Batman #SérieAnimada #DicaDeLivro
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Acesso à Informação: LIVE
Acesso à Informação: LIVE O Canal Você Sabe TUDO SOBRE HISTÓRIA?MR foi convidado pelo Professor Alan Martins do Canal 1.000 Contextos a participar de LIVE no Instagram (04/04/2020) sobre o seguinte tema - Acesso à Informação. E como isso poderia ser utilizado pela história em uma elaboração de uma redação. Nesse vídeo você acompanhará um pequeno trecho desse LIVE. Mas fique atento aos próximos eventos. #Live #AcessoÀInformação #Enem
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Fatos Históricos em Jogos
2 jogos baesados em fatos históricos: O Sabotador e Assassins Creed Unity. * O Sabotador jogo de 2009 para Ps3, Xbox 360 e PC tem como contexto histórico a 2 Guerra Mundial na qual a França foi ocupada pela Alemanha Nazista. * Assassins Creed Unity tem como trama a Revolução Francesa, mostrando fatos como a Queda da Bastilha e encontros com Maximiliam Robespiere e Napoleão Bonaparte. ***INSCREVA-SE NO MEU CANAL:*** https://youtu.be/4VIjPeOUCsU ***INSCREVA-SE NO MEU CANAL:*** https://youtu.be/4VIjPeOUCsU #DicaDeJogos #História #Playstation
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Teatro da Paz e Mitologia Grega
Você sabia que há muitas citações, simbologias sobre a Grécia antiga no teatro da paz? PREPARA-SE para: Curiosidades sobre o Teatro da Paz/Parte 01. Nessa vídeo aula veremos como 4 das 9 filhas de Zeus está presente na frente do Teatro da Paz localizado em Belém do Pará, na Praça da República na avenida presidente Vargas. ***INSCREVA-SE NO MEU CANAL:*** https://youtu.be/4VIjPeOUCsU #TeatroDaPaz #Musas #ProclamaçãoDaRepública
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Discurso Sobre a Servidão Voluntária ( Étienne De La Boétie) - Dica de Livro
Poucos anos antes de morrer, aos 32 anos, Étienne de La Boétie (1530-1563) deixou em testamento seus escritos a Montaigne, o qual, mais tarde, destacou os méritos nos Ensaios e em várias cartas, apontando aquele autor como um importante homem de seu século. O prestígio de La Boétie vem desta obra, "Discurso da Servidão Voluntária", em que afirma que é possível resistir à opressão sem recorrer à violência - a tirania se destrói sozinha quando os indivíduos se recusam a consentir com sua própria escravidão. Como a autoridade constrói seu poder principalmente com a obediência consentida dos oprimidos, uma estratégia de resistência sem violência é possível, organizando coletivamente a recusa de obedecer ou colaborar. Foi com essa ideia que se construíram inúmeras lutas de desobediência civil no século XX, e a mesma ideia levou, entre outros motivos, à queda pacífica de muitas ditaduras. ***INSCREVA-SE NO MEU CANAL:*** https://www.youtube.com/channel/UCb6V... ▶ Instagram: prof.marcosroberto #DicaDeLivro #ÉtienneDeLaBoétie #História
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Jojo Rabbit - Dica de Filme
ações Estreou em 23 de jul. de 2021 8 0 Compartilhar Salvar Você sabe TUDO SOBRE HISTÓRIA? MR 3,74 mil inscritos Conhecido por filmes marcados pela mistura entre comédia caótica e drama, o diretor Taika Waititi causou grande curiosidade ao anunciar que seu próximo projeto após Thor: Ragnarok seria Jojo Rabbit, uma sátira à Alemanha nazista focada em um garoto que tem o próprio Adolf Hitler como amigo imaginário. Reunindo um elenco composto por estreantes como Roman Griffin Davis, o intérprete de Jojo, grandes nomes como Sam Rockwell, e até o próprio Waititi no papel do ditador, a produção teve boa repercussão em festivais de cinema como o de Toronto, em que venceu na principal categoria do evento. No Oscar 2020 não foi diferente. O longa recebeu seis indicações, incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Atriz Coadjuvante para Scarlett Johansson. É interessante ver como essa narrativa, que parte de uma sátira extremamente bem-humorada, vai para algo muito mais sombrio, mesmo que as piadas continuem existindo. Taika Waititi as mantém pois elas fazem parte desse mundo que ele criou, mas elas param de perder o efeito e o sentido, já que o público acompanha a mudança de perspectiva de seu personagem. As piadas funcionam apenas enquanto a guerra ocorre longe do universo de “Jojo Rabbit”, apenas quando é algo externo a esse mundo utópico criado pelo governo nazista. Aos poucos, porém, o Hitler imaginário que acompanha o protagonista deixa de ser engraçado e passa a ser visto por nós como o que de fato é e sempre foi: um reflexo da lavagem cerebral feita pelo nazismo. “Jojo Rabbit” consegue, portanto, ser um filme que, além de comentar de forma inventiva sobre um fenômeno do passado – vale lembrar que boa parte os alemães sequer sabiam o que o governo nazista fazia com os judeus no começo do período hitlerista –, consegue também acenar para os perigos da normatização do extremismo do neofascismo no mundo atual. *Trailer do Filme* https://youtu.be/-IBaMJ15Fm0 ***INSCREVA-SE NO MEU CANAL:*** https://www.youtube.com/channel/UCb6V... ▶ Instagram: prof.marcosroberto #JojoRabbit #TaikaWaititi #DicaDeFilme
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A Crise dos Videogames de 1983
O Crash dos Games de 83 trouxe muitos mitos, lendas e um grande vilão: E.T., o jogo do Atari 2600 inspirado no filme de Steven Spielberg que é considerado por muitos o pior jogo de todos os tempos. Mas o que é mito e o que é verdade nestas histórias? Será que E.T. é tão ruim assim? O Nintendo 8-Bits realmente salvou a indústria dos games? Descubra nessa vídeo aula. *LINK DO DOCUMENTÁRIO: Documentário Atari Game Over - A lenda dos cartuchos enterrados. https://www.youtube.com/watch?v=wgyt8B78a2k ***INSCREVA-SE NO MEU CANAL:*** https://youtu.be/4VIjPeOUCsU ***Redes Sociais*** ▶ Instagram: prof.marcosroberto #CriseDosVideoGames1983 #Atari #ET
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A Guerra dos Consoles de 16 bits: Sega e Nintendo
Conheça a origem histórica da SEGA e da Nintendo - e com muitas curiosidades! Descobrindo o inicio de suas rivalidades e como as suas disputas para conquistar os mercados: japonês, americano e até o brasileiro, influenciaram uma geração de pessoas que viram no inicio dos anos 90 a Guerra da Geração de 16 bits entre Mega Drive e Super Nintendo. E quem ganhou? Descubra assistindo esse vídeo que é a minha grande homenagem histórica a essas duas potências do entretenimento que marcou e ainda marca minha vida. ***INSCREVA-SE NO MEU CANAL:*** https://youtu.be/4VIjPeOUCsU ***Redes Sociais*** ▶ Instagram: prof.marcosroberto #SegaVsNintendo #GuerraDosConsoles #SonicVsMario
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NETFLIX: Guerras do Brasil
Guerras do Brasil A NETFLIX criou um série sobre: As Guerra do Brasil. Nessa vídeo dica indico quadro episódios: As Guerras da Conquista, As Guerras de Palmares, A Guerra do Paraguai e a Revolução de 30. ***INSCREVA-SE NO MEU CANAL:*** https://youtu.be/4VIjPeOUCsU
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A História da Humanidade Contada pelos Vírus - Dica de Livro
Malária, sífilis, tuberculose, ebola, gripe, aids, sarampo e outros males que atacam a humanidade revelam muito mais da nossa história do que imaginamos. Os passos do homem ao longo das épocas, pelos continentes, o início da utilização de vestimentas, a convivência com diversos animais, o encontro com outros seres humanos: tudo isso pode ser desvendado agora com o estudo microscópico de vírus, bactérias e parasitas que cruzaram - e cruzam - o nosso caminho. Esses pequenos seres têm sido protagonistas centrais e narradores, não meros coadjuvantes, do processo histórico. Por meio do dna dos microrganismos, podemos saber quando e como as epidemias atuais se iniciaram e de que forma elas condicionaram a existência humana, dizimando populações, estimulando conflitos, infectando combatentes, promovendo êxodos, propiciando miscigenação, fortalecendo ou enfraquecendo povos. Este livro, escrito por um brilhante médico infectologista brasileiro, em estilo agradável e de fácil leitura, traz a genética definitivamente para a área das ciências do homem. #DicaDeLivro #Vírus #História
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ABOUT THIS SHOW
Marcos Roberto é Paraense, Licenciado, Bacharelado em História (UFPA) , com Especialização em História Contemporânea (FIBRA). O canal Você sabe TUDO SOBRE HISTÓRIA? MR é voltado para o Ensino de História (Revisão ENEM, Vestibular, Dicas de Livros, filmes), com o intuito de facilitar a aprendizagem de maneira rápida e divertida!
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Marcos Roberto
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