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Vozes da Vez

VOZES DA VEZ é o programa da Novabrasil que celebra as novidades da cultura brasileira.É um talk-rádio-show que mistura entrevistas intimistas e divertidas com a música feita hoje no Brasil.O programa navega pela pluralidade e diversidade da cultura brasileira, com convidados semanais que transitam pela música e pelas artes em geral.No comando do microfone, a apresentadora, jornalista, radialista e curadora musical Fabiane Pereira.

Publisher-supplied feed metadata · PodParley refreshed Sep 19, 2026 · Source feed

  1. 163

    Anna Ratto : “Quanto mais você é verdadeiro consigo, mais você agrada aos outros.”

    A convidada da semana do Vozes da Vez vem construindo uma trajetória marcada pelos encontros. Anna ratto é cantora e compositora, e em 2026 celebra 20 anos de carreira. Para comemorar, ela resolveu olhar para a própria história, mas também mergulhar na obra de um dos nossos grandes criadores: Arnaldo Antunes. Entre repertórios revisitados, novas leituras e duas décadas de música, Anna segue fazendo aquilo que sempre fez bem: encontrando novas possibilidades dentro da canção brasileira.

  2. 162

    Uana: “Não tenho medo da minha grandeza.”

    Pernambuco sempre soube misturar tradição, invenção e futuro. E a minha convidada da semana parte de uma geração que continua fazendo essa mistura do seu próprio jeito. Uana é cantora e compositora, mistura o pop urbano com o brega, o funk e a música eletrônica. Ela vem construindo uma identidade muito particular na nova música brasileira. Hoje, a gente vai conhecer melhor a artista, as referências e os sonhos que existem por trás desse som.

  3. 161

    Alessandra Leão: “Quem me levou pro terreiro foi o tambor e minha arte nasce daí”

    Alessandra Leão é uma artista que fez da música território de memória, pesquisa, fé e invenção. Cantora, compositora, percussionista e produtora pernambucana, ela dedica sua trajetória na música, que já soma quase três décadas, às tradições populares e de terreiro do Brasil, sempre aproximando ancestralidade e futuro. Com uma obra potente, delicada e profundamente brasileira, ela chega ao Vozes da Vez para compartilhar sua história e falar sobre a importância do tambor na sua arte.

  4. 160

    Toquinho: “Musicalmente, sou camaleônico e talvez isso explique a longevidade da minha obra.”

    O Vozes da Vez celebra os 80 anos de um artista que transformou o violão em extensão do próprio coração: Toquinho. Compositor, cantor e instrumentista de uma elegância rara, Toquinho é dono de uma obra que atravessa gerações com beleza e delicadeza. Parceiro de gigantes como Vinicius de Moraes, Chico Buarque e Jorge Ben Jor, ele ajudou a escrever capítulos fundamentais da música brasileira. Ouvir Toquinho é ouvir de perto uma parte viva da nossa história e nessa conversa falamos sobre sua bela trajetória. Prepare o coração: o Vozes desta semana é inteiro dedicado a obra, ao legado e a vida deste grande artista!

  5. 159

    Rashid: “Atualmente, as canetas mais afiadas do rap nacional são das minas.”

    O convidado da semana do Vozes da Vez está no corre há quase duas décadas. Rashid transforma vivência em palavra, inquietação em rima e experiência individual em reflexão coletiva. Rapper, compositor, escritor e roteirista, ele construiu uma das trajetórias mais consistentes do hip-hop brasileiro sem abrir mão do compromisso com a cultura que o formou. Agora, o artista lança Cumulonimbus, um disco que olha para os ciclos da própria caminhada e para as transformações do rap contemporâneo. Um papo sobre a importância do tempo, das reverências e do sagrado.

  6. 158

    Pato Fu: “O rádio é o veículo oficial da música. Música tem que estar no rádio.”

    Poucas bandas brasileiras conseguiram construir uma identidade tão original quanto o Pato Fu. Misturando rock, pop, música eletrônica e experimentação com absoluta naturalidade, o grupo atravessou gerações sem perder a capacidade de surpreender. Muito dessa história passa pelo talento de Fernanda Kakai e de John Ulhoa. Esta semana eles estão no Vozes celebrando os 30 anos do disco "Gol de Quem?", um trabalho que ajudou a consolidar o Pato Fu como um dos nomes mais criativos da música brasileira, e falando sobre carreia, inteligência artificial, mercado da música, direito autoral e “otras cositas más”.

  7. 157

    Ellen Oléria: “Quem comanda o groove é a vida, não sou eu.”

    Ellen Oléria é dona de uma voz potente, acolhedora, cheia de personalidade e emoção, ela canta sorrindo. Cantora, compositora e uma intérprete capaz de atravessar gêneros com a mesma verdade, ela faz da música um espaço de encontro, afeto, resistência. Com 25 ano de carreira, ela construiu uma trajetória marcada pela liberdade artística, pela força de suas interpretações e pelo compromisso com a diversidade da nossa cultura. É sobre essa caminhada, os novos projetos e a música como instrumento de transformação que conversaremos na próxima hora.

  8. 156

    Tiê: “Sempre há tempo de celebrar a nossa própria história.”

    Dona de uma das vozes mais delicadas e marcantes da música brasileira, Tiê é cantora e compositora. Depois de quase uma década sem lançar um álbum de estúdio, a artista está de volta com "Esgotada", um disco que transforma o cansaço, a maternidade, os amores, as cobranças e as contradições da vida adulta em música. O trabalho inaugura um projeto dividido em dois atos, que ganhará continuidade com "Amorosa". É sobre esse novo momento da vida da Tiê que conversaremos pela próxima hora.

  9. 155

    Maria Beraldo: “Minha relação com o canto vem da experimentação e da invenção”

    Maria Beraldo nunca fez música para caber em rótulos. Ela é cantora, compositora, musicista e produtora. Uma geniazinha que vem construindo uma trajetória marcada pela liberdade artística, pela delicadeza e pela coragem de experimentar. Sua obra une sofisticação, emoção e pensamento, sempre convidando o ouvinte a escutar com mais atenção e sensibilidade. Ela traz na bagagem dois discos solos e muitos trabalhos interessantíssimos na música. Nesta conversa falamos sobre afeto, pertencimento, o poder das palavras e as muitas formas de existir no mundo. Maria faz da canção um espaço de encontro e por isso está no Vozes da Vez.

  10. 154

    Fernanda Abreu: “O ‘DA LATA’ é um disco de música eletrônica brasileira contemporânea”

    Fernanda Abreu ajudou a reinventar a música pop brasileira ao misturar funk carioca, soul, hip hop, samba e música eletrônica muito antes dessa combinação se tornar comum.Dona de uma carreira marcada pela ousadia, pela inovação e por uma identidade absolutamente única, a garota carioca swing sangue bom transformou a maneira de cantar o Rio de Janeiro e suas sonoridades. Ela está celebrar os 30 anos do disco “Da Lata”, um trabalho que se tornou um marco da música brasileira nos anos 90 e segue influenciando artistas até hoje.

  11. 153

    Marina Miglio (Lamparina): “A luta antimanicomial é minha, mas precisa ser coletiva.”

    Marina Miglio é vocalista da Lamparina, banda que mistura a tradição mineira de se fazer música com o que há de mais contemporâneo. A Lamparina construiu uma identidade própria, marcada pela diversidade sonora, pelas letras que dialogam com o nosso tempo e por uma energia contagiante no palco. Sem medo de experimentar, a banda representa uma geração de artistas que faz da mistura sua maior força e a Marina está no Vozes da Vez para apresentar a Lamparina e falar sobre o novo e delicioso disco “Delírio Coletivo”.

  12. 152

    Silva: “O músico tem que levar a música mais a sério do que nunca.”

    Silva tem uma trajetória marcada pela mistura sofisticada de MPB, pop, música eletrônica e referências brasileiras. Aos poucos, ele foi conquistando o Brasil com sua delicadeza e seus acertos musicais. Cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista, Silva é um dos artistas mais importantes de sua geração e tá no Vozes para falar de seus discos mais recentes e de muitas outras coisas. Numa conversa sincera e íntima, Silva se abre e fala sobre amor, mercado da música, críticas, afetos e desafetos. Pela próxima hora, você acompanha um papo delícia com esse artista que a gente adora e celebra sempre.

  13. 151

    Dado Villa Lobos: “A música está na minha vida desde sempre.”

    Dado Villa Lobos ajudou a escrever a história da música brasileira. Guitarrista, compositor e produtor musical, ele fez parte de uma das bandas mais importantes e influentes do país, a Legião Urbana, grupo que marcou gerações e deixou um legado que segue vivo na memória afetiva dos brasileiros. Mas a trajetória de Dado vai muito além da Legião. Ao longo das últimas décadas, ele construiu uma sólida carreira solo, produziu discos, criou trilhas, participou de inúmeros projetos e seguiu exercendo a inquietação artística que sempre foi uma de suas marcas. E é sobre isso que vamos conversar pela próxima hora.

  14. 150

    Zélia Duncan: “A coisa mais importante pra um artista é dizer alguma coisa.”

    Zélia Duncan é das grandes vozes da música brasileira. Dona de uma carreira que atravessa gerações, ela fez da canção um espaço de liberdade, poesia, reflexão e afeto. Ao longo de 45 anos de trajetória, construiu uma obra marcada pela coragem artística, pela elegância das escolhas e por uma inquietação criativa que nunca se acomodou. Para celebrar essas quatro décadas e meia de carreira, Zélia apresenta “Agudo Grave”, seu novo disco de inéditas que reafirma que a artista segue olhando para o presente e para o futuro, sem abrir mão da profundidade que sempre marcou sua obra.

  15. 149

    Douglas Germano: “Um povo mobilizado muda tudo.”

    Douglas Germano é daqueles artistas que fazem do samba uma ferramenta de memória, reflexão e resistência. Dono de uma obra importantes dentro da música brasileira contemporânea, ele construiu uma trajetória marcada pela força poética, pelo olhar atento às questões sociais e por uma profunda conexão com a tradição do samba sem jamais abrir mão da invenção. Pela próxima hora, você vai ouvir uma conversa sobre criação, ancestralidade, política, afetos, o papel do samba nos dias de hoje e os caminhos da música brasileira. Um encontro com um artista que entende a canção como documento do seu tempo, mas também como possibilidade de futuro.

  16. 148

    Juliana Linhares: “Minha mãe me levou para o teatro quando eu era criança e acabou me dando uma vida inteira.”

    Juliana Linhares é a convidada do Vozes da Vez. Cantora, compositora, atriz, mulher nordestina de voz forte e presença daquelas que ocupam o espaço sem pedir licença.Uma artista extraordinária que transforma canção em corpo, discurso, delicadeza e também em enfrentamento.Em seu novo disco, “Até cansar o cansaço”, Juliana pega esse esgotamento que atravessa o nosso tempo e devolve em forma de arte, sonho e movimento.Um disco que fala sobre exaustão, mas sem abrir mão da beleza, da poesia e da capacidade de inventar futuros possíveis.Uma das artistas mais interessantes e potentes da nova geração, Juliana é daquelas que cantam com a alma inteira e nessa conversa ela abre todo seu coração.Aproveite essa grande artista.

  17. 147

    Tiago Iorc: “O popular é lindo e o que é de verdade é cool”

    O convidado do Vozes da Vez desta semana lançou um disco, há dez anos, que capturou o espírito de uma geração. Em 2015, Tiago Iorc ‘trocou likes’ e fez parte de um momento de transformação profunda nas relações entre artista, internet, intimidade e consumo cultural. Tiago nessa época apareceu como uma espécie de cronista afetivo de uma juventude hiperconectada, ansiosa por afeto, presença e pertencimento. O disco “Troco Likes” se tornou um fenômeno popular e ajudou a consolidar o artista como um nome importante da música contemporânea. Esta conversa celebra essa última década e fala sobre os bastidores de um dos discos mais emblemáticos dos anos 2010.

  18. 146

    Gabriel Leone: “Esse trabalho traz referencias de toda minha vida”

    O Vozes da Vez desta semana recebe um artista que pertence a uma geração que entende a arte sem fronteiras. Ele é um baita ator que nos encanta a cada trabalho, mas veio ao Vozes falar sobre seu disco de estreia, “Minhas Lágrimas”... Neste papo, Gabriel Leone se revela um músico mais autoral e profundamente conectado com a canção brasileira contemporânea.

  19. 145

    Letrux: “O DESEJO une meu novo trabalho e minha maternidade.”

    Letrux é uma artista super sagaz que transforma vulnerabilidade em linguagem, intensidade em estética e sentimento em palavra. Cantora, compositora, escritora e atriz carioca, ela é uma das vozes mais singulares da música brasileira contemporânea com uma obra marcada por lirismo, ironia, desejo e uma coragem rara de se expor — sem filtros, sem medo, sem concessões. Nesta conversa, ela fala sobre seu novo trabalho, o disco “Sad Sexy Silly Songs”, e a experiencia delirante da maternidade. Conversa boa à beça para ouvir e ouvir de novo.

  20. 144

    Núbia: “Sou uma mulher LGBTQIAPN+ fazendo reggae e isso é muito político”

    O Vozes da Vez desta semana recebe uma artista que carrega no som a força do reggae brasileiro e a beleza cultural do Maranhão. Cantora e compositora, Núbia é uma das vozes mais marcantes da nova geração do reggae nacional e uma representante poderosa da cena musical que há décadas transforma São Luís na chamada Jamaica Brasileira. Com uma musicalidade que mistura reggae roots, poesia e identidade nordestina, Núbia canta sobre amor, espiritualidade, resistência, negritude e pertencimento. Sua voz doce e potente conduz canções que convidam à reflexão e também ao balanço.

  21. 143

    Falcão: “O humor e a música aproximam as pessoas.”

    O cantor e compositor cearense Falcão é uma das figuras mais singulares da música popular brasileira. Dono de um estilo irreverente e inconfundível, ele construiu ao longo de décadas uma carreira que mistura humor, sátira e crítica social, transformando o brega em território de invenção artística. Com canções que brincam com o absurdo, o cotidiano e os costumes brasileiros, Falcão se tornou um personagem cult da cultura pop nacional. Agora, o artista volta à cena com um novo projeto, reafirmando sua capacidade de dialogar com o público e de reinventar, com inteligência e bom humor, a tradição da canção popular.

  22. 142

    Emicida: “Esse novo disco sou eu montando meus caquinhos.”

    No Vozes da Vez desta semana, o encontro é com Emicida, um artista que ajuda a perpetuar a potência do rap, essa linguagem poderosa de pensamento, sensibilidade e reinvenção. Na nossa conversa, ele fala sobre o novo disco em que homenageia os Racionais (“Mesmas Cores e Mesmos Valores”), um trabalho que nasce de um momento profundo de reflexão pessoal e artística. Emicida diz que esse álbum é uma tentativa de reorganizar sentimentos, ideias e experiências em forma de música. Falamos sobre humanidade, sobre não deixar que as estruturas aprisionem a vida no trauma e sobre a importância de seguir em movimento. “A coisa mais importante é se manter no fluxo”, ele diz em determinado momento da entrevista. Emicida é um artista profundamente conectado com a vida, que faz da música um espaço de reconstrução, consciência e liberdade.

  23. 141

    Roberta Sá: “Estou satisfeita com minha trajetória e isso me faz feliz”

    O Vozes da Vez desta semana recebe uma intérprete de sensibilidade rara, capaz de dialogar com a tradição do samba e da canção brasileira ao mesmo tempo em que abre espaço para novos compositores e novas sonoridades: Roberta Sá. A cantora e compositora está rodando os palcos do país celebrando duas décadas de uma carreira elegante e consistente. Desde que surgiu na cena, ela vem revelando ao público repertórios cuidadosos, parcerias inspiradas e discos que valorizam a riqueza da nossa música. Pela próxima hora, você vai conhecer um pouco mais de perto esta artista que canta o Brasil com afeto, inteligência e profundo respeito pela história da música popular.

  24. 140

    Falcão: “O humor e a música aproximam as pessoas.”

    O cantor e compositor cearense Falcão é uma das figuras mais singulares da música popular brasileira. Dono de um estilo irreverente e inconfundível, ele construiu ao longo de décadas uma carreira que mistura humor, sátira e crítica social, transformando o brega em território de invenção artística. Com canções que brincam com o absurdo, o cotidiano e os costumes brasileiros, Falcão se tornou um personagem cult da cultura pop nacional. Agora, o artista volta à cena com um novo projeto, reafirmando sua capacidade de dialogar com o público e de reinventar, com inteligência e bom humor, a tradição da canção popular.

  25. 139

    Lucas Santtana: “Toda língua é política. Língua é identidade, cultura e precisamos nos relacionar melhor com a nossa.”

    O cantor, compositor e produtor baiano Lucas Santtana é, sem dúvidas, um dos artistas mais inventivos da música brasileira contemporânea. Ao longo de décadas, ele construiu uma obra marcada pelo encontro entre tradição e experimentação: sua música atravessa a canção brasileira, o reggae, a eletrônica, a cultura afro-atlântica e a herança tropicalista, criando paisagens sonoras que dialogam com o Brasil e com o mundo. Agora ele apresenta Brasiliano, um trabalho ambicioso que celebra também seus 25 anos de carreira. Nesta conversa, que mistura histórias musicais e uma amizade longeva entre a Fabi e o Lucas, você vai ouvi-los investigar a história da língua falada no Brasil como se fosse uma viagem musical através do tempo.

  26. 138

    Teresa Cristina: “A revolução dos anos 80 foi feita pelo samba.”

    A cantora e compositora Teresa Cristina é uma das grandes vozes do samba contemporâneo. É uma artista que construiu sua trajetória reverenciando a tradição e, ao mesmo tempo, renovando o gênero com sensibilidade e inteligência musical. No Vozes da Vez, ela fala sobre a revolução que o samba fez nos anos 80, fala de Paulinho da Viola, Zeca Pagodinho e dos grandes bambas além de compartilhar uma reflexão bonita sobre sua caminhada: “sei ouvir meus ancestrais”. Porque, como ela mesma diz, “nós somos a melhor versão daqueles que vieram antes”. Um episódio sobre herança, escuta e a força viva do samba.

  27. 137

    Guilherme Arantes: “Sou hoje o que sonhei ser aos 15 anos”

    O Vozes da Vez vai prestar uma merecida homenagem a um artista que escreve trilhas sonoras para a vida da gente. Guilherme Arantes é dono de uma obra que atravessa gerações e, aos 72 anos, está celebrando cinco décadas na música e lançando disco novo. Autor de canções que moram na memória afetiva do Brasil, daquelas que a gente sabe de cor, Guilherme construiu uma trajetória rara ao misturar uma música sofisticada e extremamente popular. Desde os anos 70, Guilherme vem provando que elegância musical e emoção andam juntas. Que honra!!

  28. 136

    Criolo: “Quem mantém a música brasileira de pé?”

    O Vozes da Vez recebe um artista que transformou o rap em poesia, reflexão e ponte com a música brasileira. Criolo está completando 50 anos e vive um momento especial da carreira: acaba de lançar um disco ao lado dos músicos Dino D'Santiago e Amaro Freitas. Nesta conversa, ele fala sobre o tempo, o curso da vida, a força fundadora do rap em sua trajetória e também sobre a importância de cuidar e manter viva a música brasileira. E, como bom ouvinte do mundo, lembra uma verdade bonita: o rádio, esse companheiro de tantas gerações, jamais será superado.

  29. 135

    Marina Lima: “Eu tô viva, vivíssima e ainda quero ficar nesse plano por muitos anos. ”

    Abrindo a temporada 2026 do Vozes da Vez, uma artista que ajudou a escrever a história do pop brasileiro com liberdade, inteligência e coragem. Marina Lima é essa mulher que sempre esteve à frente do seu tempo, sem abrir mão da emoção, do risco e da verdade. Agora ela chega aos 70 anos de vida com uma trajetória artística monumental, marcada por canções que atravessaram gerações, redefiniram o lugar da mulher na música e ampliaram o entendimento do que é música popular brasileira. Ela cantou o amor, o desejo, a inquietação, o feminino, a cidade, sempre com personalidade própria, sempre com voz autoral. Ao longo da carreira, Marina construiu um repertório que é patrimônio nacional. E como se isso não bastasse, marina chega a este momento lançando um novo disco. Um trabalho que reafirma sua inquietação criativa. Esta conversa é sobre música, tempo, escolhas, reinvenção e liberdade.

  30. 134

    Supla: “Nunca fui desgovernado, sempre fui focado.”

    Encerrando a temporada 2025 do Vozes da Vez, um artista que atravessa gerações sem jamais perder a própria essência. Supla é desses fenômenos raros da música brasileira: múltiplo, imprevisível, absolutamente autêntico. Desde os anos 80, quando surgiu embalado pelo punk, pelo rock e por uma vontade quase indomável de criar seu próprio caminho, ele nunca se deixou enquadrar. Seguiu sempre do seu jeito — sem medo do exagero, sem medo da ternura, sem medo de ser exatamente quem é. Filho de duas figuras públicas muito conhecidas, Supla poderia ter escolhido muitos caminhos. Mas escolheu o do palco, o da canção, o da arte que pulsa. E é nessa trilha que ele construiu uma carreira de mais de quatro décadas, unindo rebeldia e romantismo, humor e crítica, atitude e vulnerabilidade — uma combinação que só ele sabe equilibrar. Com vocês, Supla — o único, o inconfundível, o absolutamente autêntico.

  31. 133

    Getúlio Abelha: “O forró e o humor são formas de expandir o meu discurso

    Ele é um dos artistas mais inventivos, corajosos e deliciosamente irreverentes da nova música nordestina: Getúlio Abelha. Cantor, compositor e performer, ele reinventa o forró e o brega com uma assinatura muito própria, uma mistura vibrante de humor, crítica, afeto e teatralidade. Sua música tem cor, ritmo, alegria...mas também tem profundidade. Ele fala da vida real com poesia, fala do corpo com liberdade e fala da nossa cultura com um orgulho que contagia. O mais bonito em Getúlio é que ele cria mundos. Mundos onde a gente pode ser exagerado, sensível, forte, frágil — tudo ao mesmo tempo. Mundos onde o Nordeste é potência estética, é vanguarda, é brilho, é futuro.

  32. 132

    Céu: “Minha música nasce da cultura preta”

    Ela é uma das artistas que redefiniu a música brasileira do século XXI. Céu é cantora, compositora, alquimista de timbres e atmosferas e está celebrando 20 anos do seu disco de estreia, aquele álbum homônimo que chegou em 2005 e mudou completamente a paisagem sonora do que convencionou-se chamar de Nova MPB. Foi ali que ela apresentou ao mundo sua mistura tão própria de samba, dub, soul, beats eletrônicos e poesia urbana. Foi ali que ‘Lenda’, ‘Malemolência’, ‘Ave Cruz’ e tantas outras faixas mostraram que uma nova estética estava nascendo. O disco atravessou fronteiras, ganhou o mundo e abriu caminho para uma carreira de oito álbuns, infinitas parcerias e um público fiel que cresce a cada ano. Duas décadas depois, Céu revisita essa obra em uma turnê comemorativa, mas também revisita a si mesma.

  33. 131

    Lenine: “O que eu faço é para o coletivo”

    Hoje temos a alegria de compartilhar um momento especial porque não é todo dia que a gente apresenta ao Brasil o novo trabalho de um artista que a gente admira há anos. Lenine está de volta com um disco inteiramente inédito — o primeiro álbum autoral com repertório 100% novo em dez anos. Há algo de especial nesse retorno porque a gente sabe o peso simbólico desses últimos dez anos. Tanta coisa aconteceu, né?O Vozes da Vez desta semana é um faixa a faixa radiofônico... Coisa inédita por aqui. Pra você que está me ouvindo agora, se acomode, respire fundo e abra o coração. Porque o que chega aqui hoje não é só um novo disco… é uma nova travessia. É Lenine oferecendo ao mundo, mais uma vez, a imensidão que cabe na música que ele faz.

  34. 130

    Luedji Luna: “O Grammy Latino é meu merecimento e esse disco reivindica minha humanidade.”

    O Vozes da Vez abre espaço para uma artista que carrega no corpo, na voz e na palavra a força de muitas histórias. Uma mulher que canta o mar, o amor, a dor, o desejo, a ancestralidade — e transforma tudo isso em música que atravessa a gente por dentro. É uma alegria enorme receber Luedji Luna, uma das vozes mais potentes e inventivas da música brasileira contemporânea. Luedji acaba de viver um dos momentos mais lindos da sua trajetória: foi premiada no Grammy Latino 2025, um reconhecimento internacional que confirma o que o Brasil já sabia — ela é uma das grandes compositoras do seu tempo. Para além do troféu, esse prêmio celebra sua coragem artística, sua profundidade emocional e sua capacidade de traduzir, com doçura os caminhos de uma mulher negra que ousa amar, sonhar, existir. 

  35. 129

    Projeto Hermeto: “O Hermeto Pascoal e sua obra sempre apontaram o futuro.”

    O Vozes da Vez desta semana celebra a genialidade de Hermeto Pascoal, o “bruxo do som”, em um projeto conduzido por Tiago Gomes e Lucas Silveira — uma dupla que transforma reverência em invenção. Com mais de 10 mil composições, três Grammys Latinos e uma trajetória que ecoa pelos maiores palcos do mundo, Hermeto é um dos nomes mais grandiosos da música brasileira. O novo projeto, contemplado pelo Edital Natura Musical, presta uma homenagem à sua obra e ao seu espírito criador, com a gravação da icônica “Sinfonia em Quadrinhos” — uma das peças mais inventivas do mestre — em parceria com a Orquestra Jovem Tom Jobim. Sob o olhar atento de Tiago e Lucas, o universo de Hermeto Pascoal ganha novas camadas, reafirmando que sua música é, antes de tudo, vida em estado de criação.

  36. 128

    Michel Alcoforado: “Me senti violentado do começo ao fim da minha pesquisa antropológica.”

    Ele tem uma rara habilidade de olhar para o Brasil com profundidade — e ainda traduzir esse país complexo com bom humor, clareza e delicadeza.Michel Alcoforado é antropólogo, pesquisador de comportamento, doutor em Antropologia Social e um dos pensadores mais atentos às transformações do cotidiano brasileiro. Ele já passou pela academia, pela consultoria, pelo rádio, pelas plataformas digitais — sempre trazendo uma escuta sensível para aquilo que a gente vive, deseja, consome e sonha. Com seu livro mais recente, o já best seller, “Coisa de Rico”, Michel mergulha no mundo das elites brasileiras para revelar um fenômeno muito curioso: por aqui, quase ninguém se diz rico. Nesta conversa franca, Michel fala sobretudo sobre as desigualdades sociais do nosso país.

  37. 127

    Adriana Calcanhotto: “Sinto mais responsabilidade em apresentar um projeto para crianças.”

    O Vozes desta semana é dedicado a uma artista que parece feita de música, poesia e imaginação. Uma mulher que transforma o dia a dia em melodia e que, com sua voz delicada e firme, construiu uma das trajetórias mais bonitas da nossa canção: Adriana Calcanhotto. Uma artista rara que habita muitos mundos: o da canção sofisticada, o da poesia que se canta, o da palavra que se reinventa e o das músicas como brincadeiras de crianças, como nos ensina a Partimpim. Aliás, Partimpim é mais do que discos: é um convite para todos nós reaprendermos a brincar, a ouvir e a imaginar. Calcanhotto é a prova irrefutável de que a música brasileira continua sendo um território de encantamento.

  38. 126

    Fitti: “Meu tempo é outro e meu trabalho representa isso.”

    O Vozes da Vez abre espaço para um artista que representa a novíssima geração da música brasileira com sensibilidade, coragem e identidade. Diretamente de Recife, ele vem construindo uma trajetória que une talento, inquietude e experimentação. Cantor, compositor, produtor e ator, Fitti é um artista de múltiplas camadas que está embarcando no lançamento de “Transespacial”, seu primeiro disco solo.  

  39. 125

    Hélio Flanders: “Eu adoro sumir de mim.”

    Hélio Flanders é cantor, compositor, instrumentista e integrante fundador da banda Vanguart, uma das mais importantes da cena independente contemporânea. Desde que a banda surgiu, no início dos anos 2000, Hélio vem desenhando uma discografia que é puro afeto, atravessada por folk, rock, MPB e uma emoção que nunca se repete. Sua voz — doce e melancólica — tem o poder de transformar silêncios em canções, e suas letras revelam o olhar de um cronista apaixonado pela vida, mesmo quando fala das dores e das distâncias. Além da carreira com a banda, Hélio também se aventura em projetos solos que ampliam ainda mais seu universo artístico.

  40. 124

    Sérgio Britto: “Não seria músico se não pudesse compor”

    Sérgio Britto é cantor, compositor, instrumentista e integrante fundador de uma das bandas mais importantes da nossa história: os Titãs. Sérgio, ao longo das últimas décadas, construiu também uma carreira solo admirável, marcada por elegância, inquietação artística e uma profunda conexão com a canção brasileira. Compositor de sucessos que atravessam gerações e intérprete de uma sensibilidade rara, o músico segue se reinventando nos palcos do rock, em projetos autorais que dialogam com a MPB, a bossa nova e o pop contemporâneo. Um artista que prova, a cada novo trabalho, que a música é um território infinito para quem tem curiosidade, talento e coragem de experimentar. Fora tudo isso, ele ainda é um cara massa. Vale a audição.

  41. 123

    Fred Coelho: “Todas as épocas têm Cultura e Contracultura.”

    Fred Coelho é pesquisador, professor e escritor. Ele acaba de lançar pela Editora Cobogó o livro “Infraturas: Cultura e Contracultura no Brasil” que reúne 15 ensaios que conduzem o leitor pela história da arte, da música e da literatura brasileira desde o modernismo. Nesta conversa, Fred e Fabiane falam também sobre os grandes nomes da música brasileira (Chico, Gil e Caetano) e como eles se tornaram fundamentais no debate público através de suas atuações para além da música. O aspecto estrutural que fez da nossa música um instrumento de educação social também é abordado. Quer entender como a música brasileira ganhou o status que tem mundo afora? Ouça essa conversa.

  42. 122

    Fernanda Takai: “Precisamos ser uma audiência não passiva.”

    Fernanda Takai é cantora, compositora e foi uma das curadoras do edital Natura Musical 2026/2027. Fernanda conquistou o Brasil com sua voz doce, sua delicadeza e sua elegância. Nesta conversa, ela fala exclusivamente da sua experiencia como curadora deste edital que é um dos mais importantes do segmento musical. Takai se destaca há décadas à frente da banda Pato Fu, uma das mais inventivas da cena musical. Ao longo dos anos, ela construiu uma sólida carreira solo que reafirma sua versatilidade e sua sensibilidade. Este ano, a artista ampliou ainda mais seu papel na música ao ajudar a escolher e impulsionar novos talentos e projetos que representam a diversidade e a força da nossa cultura. Mais do que intérprete, ela é uma defensora da música como espaço de encontro, memória e futuro.

  43. 121

    Josyara: “As oportunidades para um artista hoje em dia estão muito atreladas aos números e isso é triste.”

    Josyara é cantora, compositora e instrumentista. Dona de uma voz marcante e de um violão cheio de personalidade, ela mistura em sua obra referências da tradição nordestina com a delicadeza da canção contemporânea. Com discos elogiados como Mansa Fúria, ÀdeusdarÁ e o mais recente, Avia, Josy tem se firmado como uma das vozes mais originais de sua geração, defendendo letras de identidade, afeto e pertencimento, sempre com força poética e autenticidade.

  44. 120

    Leoni: “Agradar ao algoritmo é despolitizante”

    Leoni é cantor, compositor e uma das vozes mais marcantes do pop brasileiro desde os anos 80. Iniciou sua trajetória no Kid Abelha, fundou os Heróis da Resistência e, em carreira solo, construiu uma obra autoral sólida, com músicas que se tornaram clássicos como Garotos II, Só Pro Meu Prazer e parcerias com nomes como Cazuza e Herbert Vianna. Leoni é um cronista afetivo do cotidiano, capaz de transformar sentimentos em canções que atravessam gerações. Nesta longa conversa, ele fala sobre sucesso, relembra momentos inesquecíveis de sua trajetória, critica a imposição do mercado em relação a produção de conteúdo para agradar os algoritmos e ainda nos comove com sua sinceridade visceral.

  45. 119

    BNegão: “O que eu faço e o que eu promovo é o som do sul global.”

    O convidado do Vozes da Vez desta semana é daqueles artistas que a gente apresenta com um sorriso no rosto. Seu currículo fala por si: cantor, compositor, rapper, integrante fundador do Planet Hemp e criador de pontes entre rap, dub, reggae, funk, rock e afrobeat. Formado no calor da cena carioca, BNegão conversou com a jornalista Fabiane Pereira sobre sua trajetória e sobre o lançamento do seu disco solo “Metamorfoses, Riddims e Afins”, um trabalho que confirma sua vocação para juntar pista de dança e pensamento crítico, tradição afro-diaspórica e texturas eletrônicas.

  46. 118

    Tássia Reis: “Música é obra de arte”

    Tássia Reis é cantora, compositora e instrumentista e no Vozes da Vez desta semana, ela reflete sobre seu álbum mais recente “Topo da Minha Cabeça” — o quinto da sua carreira. Desde os EPs iniciais e o aclamado Próspera (2019), Tássia segue se reinventando, agora propondo um trabalho poderoso, plural e profundamente pessoal. Em Topo da Minha Cabeça, ela promove um reencontro consigo mesma através de uma jornada sonora que costura gêneros como soul, samba, rap, drill, funk, R&B e jazz, tudo sob um olhar afrofuturista que exalta ancestralidade e inovação. Nesta conversa, Tássia compartilhou ainda os elementos afetivos que permeiam sua obra — desde referências atemporais como Erykah Badu até o entrelaçamento de sua escrita com a ancestralidade negra. Ela falou também sobre o processo de autoconhecimento e cuidado consigo mesma que embasa o projeto — um respiro artístico e um convite à escuta mais consciente.

  47. 117

    Ana Paula Araújo: “A violência doméstica está muito mais perto do que pensamos.”

    Ana Paula Araújo é jornalista e apresentadora do telejornal “Bom Dia Brasil”. Ela é autora do livro ‘Abuso: a cultura do estupro no Brasil’ e também do recém-lançado ‘Agressão - a escalada da violência doméstica no Brasil’. E é sobre este último livro que esta conversa se debruça. Ana fala sobre a importância da lei Maria da Penha, explica por que o silêncio é conivente com o aumento da violência contra as mulheres, comenta casos midiáticos de feminício e detalha como a violência doméstica atinge mulheres de todas as classes sociais, raças e regiões no Brasil. Uma conversa dura mas urgente.

  48. 116

    Roberta Martinelli: “A Letrux é muito da música e sempre foi ‘da música’.”

    Roberta Martinelli é radialista, apresentadora e pesquisadora musical. Ela acaba de lançar o livro “Letrux: Em noite de climão” pela coleção “O Livro do Disco”, da Editora Cobogó. No livro, Roberta mergulha no álbum que foi ponto de virada na trajetória da artista carioca e se tornou tão referencial na cena alternativa nacional que, em apenas oito anos, o disco já se tornou tema de livro. Nesta conversa que traz a participação de Letícia Novaes – ou Letrux, como preferir -, Roberta conta seus processos de escrita e tudo mais que descobriu ao escrever o livro. Uma conversa bonita, elegante e sincera.

  49. 115

    Cícero: “Esse (novo) disco foi um chamamento da vida”

    Cícero é cantor e compositor carioca. Nesta conversa bonita e sincera, o artista fala sobre os lutos que viveu nos últimos cinco anos. Fragmentado. Assim ficou Cícero no pós pandemia. “Passei minha vida registrando tudo em álbuns”. E em “Uma onda em pedaços” há muitos registros da vida do músico de 39 anos. “Comecei a cantar porque escrevia, mas agora me sinto confortável nas duas coisas”. Um papo sobre finais e recomeços, sobre sonoridades, processos, amizade e sua própria discografia.

  50. 114

    Joyce Moreno: “Precisei voltar a falar sobre o feminino porque o momento pediu”

    Joyce Moreno é cantora, compositora e pioneira. A artista está na cena musical desde 1967, mas foi nos anos 70 que ganhou o Brasil com suas composições. Uma das primeiras mulheres da MPB a cantar o que compunha, Joyce Moreno está no Vozes da Vez para falar um pouco de sua trajetória e de seu novo disco, o lindissimo “O Mar É Mulher”. Partindo da descoberta de que mar é palavra feminina em outros idiomas a artista construiu um álbum inteiro. Aos 77 anos, Joyce continua surfando nas águas da mpb e desliza macio na onda feminina e feminista erguida por ela mesma cinquenta anos atrás. Nesta conversa, ela fala sobre música instrumental, João Gilberto, João Donato e da força da nossa música. (“A letra na música popular brasileira acessa um patamar altíssimo”)

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VOZES DA VEZ é o programa da Novabrasil que celebra as novidades da cultura brasileira.É um talk-rádio-show que mistura entrevistas intimistas e divertidas com a música feita hoje no Brasil.O programa navega pela pluralidade e diversidade da cultura brasileira, com convidados semanais que transitam pela música e pelas artes em geral.No comando do microfone, a apresentadora, jornalista, radialista e curadora musical Fabiane Pereira.

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