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A Nossa Cultura — 345 episodes

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Title
1

Brahms e Mahler olham-nos com "alguma desconfiança"

2

Retratos "à francesa" pelo olhar de Manuel dos Santos

3

Do contorno ao verniz: os segredos do retrato a carvão

4

Bach e Vivaldi: o alemão sisudo e o italiano sorridente

5

Mozart e Schubert, duas vidas curtas para tanta música

6

Puccini e Verdi: dois italianos, dois bigodes e muita ópera

7

Vitorino de Almeida, um português entre os grandes mestres

8

Manuel descobriu o desenho depois da carreira na Força Aérea

9

No meio da azáfama da Feira há um espaço onde tudo abranda

10

Os Oliveira vendem farturas com fartura há 82 anos em Viseu

11

Traz as batatas "à racha" que compramos as enguias na Feira!

12

Cestas de vime. Como se fazem? "Com tempo e dedicação!"

13

"A Feira de São Mateus faz as pessoas reencontrar memórias"

14

“Salvar do esquecimento” deu força a Fabrizio Matos

15

Pode um livro sem palavras contar histórias?

16

No Museu do Caramulo, uma obra nasceu à vista de todos

17

"O Segredo" foi segredo até ao fim no Museu do Caramulo

18

Retratos de quem faz o Museu do Caramulo acontecer

19

A saturação cromática transformou "Portugal e Índia"

20

No Caramulo, os carros ganharam outra velocidade

21

Museu do Caramulo. O que nasce nos intervalos da arte?

22

Serra de Montemuro, pulmão verde e santuário natural

23

Rio Paiva. Águas limpas aprovadas pela lontra

24

Igreja da Ermida nasce da generosidade de Afonso Henriques

25

Um raro acordo de paz escrito em língua lusitana e latim

26

Que percursos fazer para visitar Montemuro e Paiva?

27

Pompons para embelezar as cabeças dos animais

28

Em Castro Daire, o junco protegia da chuva e do frio

29

Mestre Zé Maria, pioneiro nas figuras de barro negro

30

Em dia de festa, as vacas saem à rua com molhelhas coloridas

31

O único tamanqueiro do Vale do Paiva chegou ao Japão

32

Etapa a etapa, da sementeira à tecelagem do linho e da lã

33

No mundo de Óscar Borrás Ausias, há palmeiras na neve

34

Uma romaria no Paço das Escolas é uma história para contar

35

E se as minhas memórias estivessem pintadas num quadro?

36

Um corpo de cavalo com cabeça humana para contar a história

37

Pintar fora das linhas não é só para crianças

38

Do quadro para a pele. O calor das 3 da tarde no Alentejo

39

Tanto “detalhe e rigor” que a pintura parece "real"

40

Aos olhos da espanhola Amália, a Ribeira do Porto é rica

41

Um rancho folclórico a dançar no Palácio de Cristal no Porto

42

Amentação das Almas. Cantar para recordar quem já morreu

43

Rejeitado e mal-amado. O estilo Naïf demorou a ser aceite

44

Quem está a imaginar uma mulher a conduzir um barco?"

45

Ferreiria foi crucial para o Douro, mas a tia Joana também

46

Património imaterial do Douro contado e cantado pela mulher

47

O que é ser mulher? Saia da caixa e escreva no Post-It

48

As mulheres também se esforçaram, mas não comeram “bacalhau”

49

O pai das Pontes é “filho adotivo” de Resende

50

Os rostos da democracia numa sala em Resende

51

Cereja do Douro “é a melhor do mundo e arredores”

52

Mestre Joaquim, o último oleiro de barro negro em Resende

53

Da linhaça, ao tecido e a passagem pelo tear

54

Que trajes vestiam na Serra de Montemuro?

55

Ex-Votos. Em Resende, pintava-se para agradecer os milagres

56

A cura milagrosa das pernas de D. Afonso Henriques

57

Museu Municipal de Resende. De prisão a espaço cultural

58

Tondela tem futuro?

59

Cestaria, linho e funilaria. Tradições de Tondela em risco?

60

Barro Negro junta “passado e futuro” para sobreviver

61

A linha ferroviária do Dão que hoje é uma ecopista

62

Besteiros de Tondela combateram contra os romanos?

63

Monumentos escondidos e monumentos destruídos em Tondela

64

História de Tondela. "Há 5 mil anos viviam cá humanos"

65

A máscara que chega a todo o mundo (e já) a pensar no futuro

66

O entrudo e os segredos. Quem precisa de orelhas de burro?

67

Como se faz a máscara de Lazarim?

68

Máscara de Lazarim, com chifres ou não, é “tradição viva”

69

A morte e o diabo precisam de máscara?

70

Entrudo de Lazarim quer ser património material de Portugal

71

Máscara de Lazarim. Tradição “clandestina” no Estado Novo

72

Enólogo por um dia, para "sentir o momento" do vinho

73

Quer vinho com outro sabor? Visite um barrel top walk

74

Da uva à cortiça: Uma adega "implementada" na natureza

75

Vinho e cogumelos? Taboadella de portas abertas

76

"Os romanos iam adorar" o vinha que se faz na Taboadella

77

ACERT critica “relações geladas” na Queima do Judas

78

Fósforos descobertos, acidentalmente, na busca do ouro

79

Uma tablete de cocaína (para dores de dentes) em Viseu

80

O monóculo de Spínola e os binóculos do rei D. Carlos

81

Uma das primeiras bandeiras da República portuguesa

82

Máquina do tempo. Visita guiada a casa senhorial de Viseu

83

Museu Etnográfico com 300 mil peças que começou num barracão

84

O cariz solidário para unir a vila de Santar

85

A tradição do Vinho em Santar

86

Santar Vila Jardim. 5 Jardins e um projeto

87

Uma fonte dentro de uma cozinha do século XVII

88

A capela de S. Francisco de Assis em Santar

89

A capa de batismo do 1º Marquês de S. Iria

90

Casa de Santar e Magalhães. A história através de jardins

91

Desde a fundação do reino até agora. A História de Santar

92

“Sopro Luminar” com direito a festa de encerramento

93

A arte da revelação de José Manuel Rodrigues

94

A experiência “mística” de Albano Silva Pereira

95

Marianne Müller e o dia-a-dia em S.Petesburg

96

O quotidiano académico aos olhos de André Cepeda

97

O uso do corpo feminino por Julião Sarmento

98

A Ambiguidade entre a Vida e a Morte na fotografia

99

As paisagens urbanas de Paulo Catrica.

100

Exposição Sopro Luminar. A luz como elemento na fotografia

101

A história da Loiça Preta de Molelos

102

Termas Romanas. De escola a Museu

103

A importância da Rainha D. Amélia em S.Pedro do Sul

104

A Capela de S. Martinho e a piscina exterior

105

Termas de S. Pedro do Sul. Medicinais ou Sociais?

106

Como se comemoram os 50 anos do ACERT?

107

Divindades aquáticas e Ninfas em S. Pedro do Sul.

108

O aspeto divino das Termas de S. Pedro do Sul.

109

O estilo Romântico e Gótico em S. Pedro do Sul.

110

Termas Romanas. Um tesouro revelado no Século XXI

111

As Termas Milenares de São Pedro do Sul

112

Ínsua. Aqui nasceu uma camélia única no mundo

113

Dom Quixote de La Mangualde ou de La Mancha?

114

Os mais ouvidos de 2025. Casa do Passal, a menina dos olhos dos cabanenses

115

Salão dos Trajes. Vestir a casa de gala

116

O Palácio dos Condes de Anadia recebe com deuses gregos

117

Sabia que Mangualde nasce à volta de um palácio?

118

Tesouro da Sé. Naufrágios e liberdade que não se mede

119

Os mais ouvidos de 2025. Os carros de Salazar e a fuga da prisão de Caxias

120

Os mais ouvidos de 2025. Salazar "mandou cortar os próprios dedos"

121

Tesouro da Sé. Bidon e cruz: marcas da perseguição

122

Um crucifixo de marfim e rostos dos perseguidos

123

Coro e sem-abrigo: diálogo entre fé e fragilidade

124

Imagens de Maria e o grito das mães migrantes

125

Da escadaria renascentista ao apelo por tolerância

126

Casa da Ínsua. Daqui partiu quem desenhou o Brasil

127

A influência da Casa da Ínsua na política de Salazar

128

Casa da Ínsua. Aqui nasceu a eletricidade em Viseu

129

Um Ducretet que trabalha quando o sol “lhe dá corda”

130

Capela da Ínsua. Da arte sacra aos bancos aquecidos

131

Ínsua. O chão das 14 madeiras e o relógio amaldiçoado

132

De Penalva ao Brasil: o legado da Família Albuquerque.

133

Portas automáticas? A ínsua tem uma desde 1780

134

Casa da Ínsua. A jóia de Penalva com mais de 500 anos

135

O que têm em comum o Shofar e o sino da igreja?

136

O "Amor d'Água Fresca" nasceu em Carregal do Sal?

137

Shabbat e sábado afinal não são a mesma coisa?

138

Afinal, a água benta não está só à porta das igrejas

139

Da fuga à opressão, nasceram obras de arte e um museu

140

Livros ao contrário? Não, estão escritos em hebraico

141

Orca de Fiais da Telha, o dólmen que nasceu com a democracia.

142

Fumeiro e judeus. Uma relação improvável, mas necessária

143

As "Emoções Bucólicas" de Joana David e a carreta funerária

144

Pode um xaile ser espaço de silêncio e reflexão?

145

A agricultura em Carregal do Sal: o antes e o depois

146

Os Távoras já não tinham espaço para tantas memórias

147

Grupo de João Brandão, o terror das Beiras

148

O linho e o vinho, as "artes que aproximam gentes locais"

149

"Se pudessem, o que gostariam de guardar num museu?"

150

"O vinho tem uma importância primordial em Carregal do Sal"

151

Dólmen da Lapa de Meruje, o orgulho de Vouzela

152

O solar brasonado de Manuel Soares de Albergaria

153

O baú de memórias de Vouzela que já foi tribunal.

154

Cristo-Rei de braços abertos para a Casa do Passal.

155

Uma vila com poucas oliveiras, sem sinal de frades.

156

A carreira do Expresso dos Montes Hermínios

157

Aristides de Sousa Mendes salvou um macaco?

158

Mudam-se os tempos, mas o presente continua igual

159

O sistema de pesagem inimigo dos trapaceiros

160

O grande castigo para o cônsul desobediente

161

Um, dois, três - um ofício de cada vez

162

A nova indústria da emissão de documentos

163

Da linhaça, ao linho e à Capucha de Burel

164

A casa do Passal e "das memórias felizes"

165

Circular n.º 14? Aristides manda desobedecer

166

O irmão diplomata e o irmão que salvou o mundo

167

"Quem trabuca, não manduca"

168

"O profano e o sagrado coabitam na agricultura"

169

"Pelos caminhos de Portugal"...até Santiago

170

Alif e Alif. Não são irmãs, mas podiam ser

171

"O Espaço Liminal é uma janela para o tempo"

172

No feltro infinito, cabe uma civilização inteira

173

O veado romano (sagrado) de Oliveira de Frades

174

As festas e a orquestra familiar do Sr. Cônsul

175

Um museu a céu aberto com participação popular

176

Aristides de Sousa Mendes é o Schindler português?

177

A lã também pode ser poeta e guia espiritual

178

Aristides, o Dia da Consciência e os Vingadores

179

O bloco central e a Capela Sistina do Megalitismo

180

"Bem-vindos ao Museu de Oliveira de Frades"

181

O dia em que a lã da Noruega foi conhecer Viseu

182

Casa do Passal, a menina dos olhos dos cabanenses

183

ACERT. Que "Músicas do Mundo" pode ouvir no verão?

184

Silêncio que se vai cruzar a meta

185

Quem hoje conduz, outrora não saberia travar?

186

Os carros modernos são assim tão... modernos?

187

Quando é que se deixou de andar a pé?

188

Quem não é para trabalhar... não é para beber

189

Fio a fio e nó a nó, dá vida o tear ao linho

190

Onde todos comem, nem todos trabalham

191

Mudam-se os tempos, mudam-se as profissões?

192

A grande festa da matança do porco

193

Era uma vez a Casa da Lavoura de Várzea de Calde

194

A burra do Museu da Misericórdia de Viseu

195

Quanto dinheiro cabe... na Sé de Viseu?

196

A banda sonora da viagem até ao céu

197

A sala mais cara do Museu da Misericórdia

198

Uma nova página na história dos sinos

199

Os sinais que se escondem no badalar dos sinos

200

O outro lado da Cruz

201

Silêncio que se vai ouvir a estrela da Sé

202

Passo a passo pela Paixão de Cristo

203

O Museu que não nasceu para o ser

204

O "mergulho" da Serra do Caramulo

205

Afinal, também o Museu sai à rua?

206

Um segredo e a peça que pode fugir do Caramulo

207

Pinturas, louças e... rochas. Porquê?

208

O que se esconde no Caramulo em "meia-luz"?

209

As diferentes fases da pintura de José Mouga

210

As diferentes fases da pintura de José Mouga

211

Quem foi o pintor José Mouga?

212

O fascínio de Almeida Moreira por cerâmica

213

Peças de Almeida Moreira que estão por descobrir

214

Qual é a fauna e flora de Viseu?

215

Como desenhar borboletas e formigas?

216

Conhecer melhor os "bichos" ajuda a não ter medo?

217

Os brinquedos clássicos também "passam de moda"?

218

Como eram os comboios de brincar há 100 anos?

219

Qual a história por trás dos carrinhos Matchbox?

220

Uma coleção de cartazes publicitários no Caramulo

221

Como eram os brinquedos portugueses há 50 anos?

222

Um “exército” de soldados de chumbo no Caramulo

223

Quadros "irmãos" que só se encontraram mais tarde

224

Como se pintavam mãos no séc. XVI?

225

Um quadro doado por Salazar no Caramulo

226

O que distingue uma peça da Oficina de Malines?

227

Arte Sacra não pertence só às Igrejas?

228

Tapetes que contam histórias no Museu do Caramulo

229

Para que serve um "askos"?

230

Como é que "bijuteria" egípcia está no Caramulo?

231

A coleção de Fittipaldi também tem "carros civis"

232

Os carros "campeões" de Fittipaldi no Caramulo

233

Como é que carros de F1 foram parar ao Caramulo?

234

Como é que cozer folhas se transforma em arte?

235

Gyotaku não é sushi, mas tem peixe à mistura

236

Antotipia e Suminagashi é tão difícil como parece?

237

Como é que a arte plástica chega à Quinta da Cruz?

238

Como chegou o primeiro Picasso a Portugal?

239

Natureza Morta. "A meditação de Picasso"

240

Uma casa de maquete feita de minerais

241

Salazar "mandou cortar os próprios dedos"

242

Como uma caixa de fósforos influenciou a política?

243

Relógios, anéis e próteses. Onde está o quartzo?

244

De que cor são as balas de Bonnie and Clyde?

245

“Quartzo é simples de identificar”

246

A Menina dos Cravos. “Quase um presságio”

247

“Gelo do Pólo Norte é um mineral”

248

Como se “curam” as esculturas no museu Grão Vasco?

249

Piedade, a "guardiã" do Museu Grão Vasco

250

"Obras de arte disponíveis na palma da mão"

251

"Encontrámos" a Descida da Cruz de Stradanus

252

Uma caixa de fósforos e a Emancipação da Mulher

253

Uma "viagem" pela Companhia Portuguesa de Fósforos

254

Retábulo. Como se restaura um Tesouro Nacional?

255

O que é a conservação preventiva de obras de arte?

256

O amor de uma viseense e um escultor espanhol

257

“Encontrar quartzos? Basta ir à praia”

258

Medalha ou fotografia? Obra de João da Silva

259

“O inventário é o motor escondido dos museus”

260

"O mundo de fantasia e de sonho" de Dalí

261

Uma carta ao surrealismo de Joan Miró

262

Museu do Quartzo. Uma reportagem numa cratera

263

João da Silva e “as encomendas do Estado”

264

A Medalha “do progresso e da iluminação”

265

No Caramulo, a Bengala é "símbolo de status".

266

A "Inquietação" que "vai mexer" com o Grão Vasco

267

Bengalas? "São armas, cantis e porta-moedas"

268

“Fósforos, as pequenas maravilhas”

269

Augusto Santos, o atormentado e incompreendido

270

Pergaminhos do séc. XV e a Feira de S. Mateus

271

Reparar cacos com cola de farinha e agrafes

272

Um doutoramento para preservar obras de arte

273

“A Catarina”: Uma relíquia de combate aos fogos

274

O pescador e a varina a caminho da faina

275

Os ratinhos da Beira que iam até ao Alentejo

276

O Rolls-Royce da Rainha Isabel II

277

Entre no ateliê de Columbano Bordalo Pinheiro

278

O primeiro acidente entre dois carros em Portugal

279

Soenga: um dos métodos mais antigos de cozer barro

280

Uma das peças mais antiga do Grão Vasco

281

A bicicleta que “saltava” de paraquedas na II G.M

282

Vime, material de cestos que volta a estar na moda

283

No meio de ladrões, Cristo separa o bem do mal

284

Alba, o carro de corrida português

285

Três reis magos diferentes

286

Quando dragões chineses encontram deuses gregos

287

Os carros de Salazar e a fuga da prisão de Caxias

288

O maior vencedor de sempre na História

289

“Cuspir no chão era um hábito bem português”

290

Última ceia invulgar: mesa em L e discípulos de pé

291

"Casa sim, casa não, existia um tear"

292

O nascimento de Jesus em baixo-relevo e em vulto

293

Carros para miúdos que andam como os dos graúdos

294

São Pedro, a obra prima de Vasco Fernandes

295

Dentro do motor de um Bentley com cem anos

296

Arte e demência de mãos dadas no Museu Grão Vasco

297

Quando Ayrton Senna era apenas "A. da Silva"

298

Loiça portuguesa: De D. Carlos I até ao séc. XXI

299

"Querem tirar da Sé a obra do Grande Vasco"

300

Comprar um "Carocha" com uma caderneta de selos

301

“As flores dos namorados”

302

Um alerta de 600 anos sobre intolerância religiosa

303

Tudo começou com um Ford T quase em sucata

304

Sons únicos que nos levam até final do séc. XVIII

305

Paixão sobre rodas: Carros e motas de Villas-Boas

306

Museu Grão Vasco: Um imponente maciço granítico

307

“Memórias da Ribeira”

308

Um museu de arte conhecido pelos seus automóveis

309

A origem dos azulejos do Rossio de Viseu

310

Os retratos da família Keil Amaral

311

A glorieta idealizada por Almeida Moreira

312

As esculturas de Leonor Bettencourt

313

Como transformar barro em pratas?

314

Podem cartas de Tarot virar arte?

315

Antigamente palitar era uma arte

316

Como se vendiam farturas no início do século XX?

317

Um galo em cerâmica com o rosto de Eça de Queiroz

318

A arquitetura e os cartoons de Pitum

319

Um galo em cerâmica com o rosto de Eça de Queiroz

320

O Renascimento em Viseu

321

Qual a origem dos azulejos do metro de Lisboa?

322

As origens do modernismo em Portugal

323

O colecionismo dos filhos de Alfredo Keil

324

António Ramalho e a fluidez das cores claras

325

A Serrana. A ópera recordista de Alfredo Keil

326

A Rainha que tornou Viseu em cidade

327

Bordalo Pinheiro e o quadro dos Passos Perdidos

328

Qual a origem do hino nacional?

329

O início do naturalismo em Portugal

330

Para que serviria a Cava de Viriato?

331

As ilustrações de Maria Keil

332

“Vissaium”. A origem romana do nome Viseu

333

Maria Keil e os retratos de “Pitum”

334

Cristo ao detalhe em em marfim indo-português

335

O impacto dos Keil Amaral na publicidade

336

Qual a ligação de Viriato a Viseu?

337

A Sala da Lareira de Almeida Moreira

338

A história de Viseu na Rua Direita

339

“Depois do Duelo”. O tardo-romântico Alfredo Keil

340

As pinturas naturalistas de Alfredo Keil

341

“Hóspedes e amigos, sede bem vindos”

342

Keil Amaral. A família de artistas em Viseu

343

A beleza escondida no teto de uma capela de Viseu

344

A vida de Santo António pintada em azulejo

345

Quem foi Almeida Moreira?