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A Vida em Revolução — 62 episodes
E o Resto é Ciência. Águas termais e viagem ao centro (e à idade) da Terra
As Histórias da Bíblia. Caim e Abel: a luta de irmãos mais famosa da História
Adivinha Quem Vem Jantar. Conhecer a barriga do mundo
Melhor é Difícil. Sobrinho Simões: “Não gosto da palavra excelência. Prefiro a competência”
E o Resto é Ciência. A tragédia da Ilha das Flores (e os seus muitos mistérios)
As Histórias da Bíblia. Vem aí o Apocalipse?
Melhor é Difícil. José Avillez: "A maior emoção? Criar algo novo e muito bom”
E o Resto é Ciência. Como se mede a altura do Kilimanjaro? Não é assim tão fácil
As Histórias da Bíblia. A quem é que São Paulo escreveu tantas cartas?
Melhor é Difícil. “O que nos trouxe até aqui foi o talento português”
Estreia. "Os ficheiros do caso Carlos Castro". Episódio 1: Onde está o assassino do quarto 3416?
Os mais ouvidos de 2025. Sanches Osório, parte II: “Champalimaud não financiou o MDLP porque Spínola era burro”
Vasco Lourenço e o 25 de Novembro: “Eanes assume uma posição que não é dele. Irrita-me!”
Os mais ouvidos de 2025. Filho de Otelo, parte II: “O meu pai foi definhando e acabou a vida triste”
Os mais ouvidos de 2025. Marçal Grilo e os dias mais quentes da Revolução: “Houve muita maldade nos saneamentos”
Vasco Lourenço: “No 11 de março, primeiro fui atestar o carro. Depois fui ao PS e ao PCP”
Vasco Lourenço: “Bateram palmas ao Spínola porquê? Insultei-os: ‘Cambada de carneiros!’”
“Assumo a golpada contra os meus camaradas.” Vasco Lourenço e a conspiração para o 25 de Abril
Filho de Otelo, parte II: “O meu pai foi definhando e acabou a vida triste”
Sérgio Carvalho: “Estava farto que o meu pai fosse o Otelo”
“Pus ao meu gato o nome do Otelo: é simpático, mas não é de confiança.” Manuel Monge, parte II
Manuel Monge: “Vasco Lourenço diz que é o Papa, mas foi só um bispo. Quem fez o 25 de Abril foi o Otelo. Depois endoidou”
“1975 mostrou a bondade e a maldade; a crueldade e o amor.” Ângelo Correia, parte II
Ângelo Correia: “A sede do PPD eram uns quartinhos. O PS tinha um Palácio. Foi influência da maçonaria”
“O 25 de novembro é o momento chichi-cama da Revolução”. Ribeiro e Castro, parte II
José Ribeiro e Castro: “A perseguição do PCP e da extrema esquerda ao CDS começou logo no princípio”
“Recebi a ordem do 25 de novembro graças à santa incompetência dos revoltosos.” Vaz Afonso, parte II
General Vaz Afonso: “O PCP usou na Força Aérea uma arma terrível: o terror dos saneamentos”
João Alves da Costa. “As prostitutas ganhavam por dia o que eu ganhava num mês”
“Uma das facetas do 25 de novembro foi a caça às bruxas.” Coronel Manuel Lopes, parte II
Coronel Manuel Lopes: “Eu já desesperado e a criança com o dedo no gatilho”
“A vida era um festim”. O amor na revolução entre Julião Sarmento e Helena Vasconcelos
“No Copcon tínhamos o poder todo. Adorei aqueles tempos”. Luís Pinheiro de Almeida, parte II
Luís Pinheiro de Almeida: “Otelo tinha um coração magnífico e era amigo. Mas ingénuo”
“Balsemão tinha uma santa aliança no Expresso com o MRPP”. Maria João Avillez, parte II
Maria João Avillez: “Arranjei bigodes e cabeleiras para disfarçar o Grupo dos 9”
Sanches Osório, parte II: “Champalimaud não financiou o MDLP porque Spínola era burro”
Sanches Osório: “Os generais presos no 25 de Abril temeram ser fuzilados: ‘Chegou a nossa hora?’”
João Soares, parte II: “Quem derrotou o PCP nas ruas e nas urnas foi o PS. O resto é treta”.
João Soares: “O Zenha dizia-me: ‘Epá, tu tens é que ser preso’”
Artur Santos Silva e a ruptura com Sá Carneiro em 1974: “A saída do PPD foi um mau momento, uma coisa de muitos impulsos” — parte II
Santos Silva: “Sá Carneiro disse-me: ‘Artur, não fique cá. Eu vou-me embora para Inglaterra’”
Tozé Brito: “No quartel votámos contra sair à rua para travar o Jaime Neves. Ou morríamos todos ou dava guerra civil”
Pezarat Correia: “O Vasco Gonçalves estava extremamente perturbado na parte final do governo dele”
Pezarat Correia: “Estive com Spínola na Guiné e eu tinha ali um comandante. Depois, como Presidente, foi um desastre”
José Lamego e o MRPP: “Havia uma mentalidade persecutória e um ultrapuritanismo completamente disparatado”
Marcello Duarte Mathias: “Vi o 25 de abril com muita apreensão. Depois conseguiu-se aquele milagre do 25 de novembro”
Helena Roseta: “No cerco ao Parlamento o PCP tinha frango. Lembro-me de ir ao gabinete deles a cantar ‘Eles comem tudo’”
João Van Zeller: “Em Luanda, o fim criou uma inconsciência eufórica. As pessoas ficavam excitadas e faziam grandes disparates”
José Gameiro: “No meio da Revolução havia quase sexo ao vivo pelos cantos. Era a libertinagem completa”
Toni e o Benfica de 1974/75: “Não devia ter entrado em campo com cartazes a falar da unicidade sindical. Meti a pata na poça”
O que viam os taxistas em 1974/75: “Já no 25 de abril se levava uma pinga a mais no aeroporto”
As mudanças na Saúde em 1974 e os doentes mais reivindicativos: “O senhor é um fascista se não me atende já”
José Roquette e a detenção em 1975 no Banco Espírito Santo: “O meu motorista apontou-me a pistola”
“Na ponte aérea, as pessoas fugiam de Luanda apavoradas e desesperadas. Tinham perdido tudo”
“Os juízes ligados à esquerda impunham-se quase como tiranos, com prepotência, a assustar as testemunhas”
Joaquim Letria e as eleições de 1975: “Injeções, whisky e café. Foi como aguentei 30 horas seguidas no ar”
O PREC na Igreja. “Havia uma célula do PCP no seminário”
Ana Salazar e a moda em 1974: "As pessoas faziam fila para comprar calças de ganga. Esgotavam logo"
João Braga e as ações do MDLP em 1974/75: “Incendiávamos as sedes do PCP e aquilo ardia tudo”
Manuel S. Fonseca: "Foi muito rápida a perda do otimismo em Angola"
Zita Seabra: “Cunhal nunca aceitou que tinha perdido. Nunca”