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All Episodes

Blitz Posto Emissor — 332 episodes · page 1 of 4

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Title
1

Salvador Sobral: “Sou senhorio em Lisboa, inquilino em Barcelona. Tenho conflitos com os meus privilégios. É difícil ser socialista”

2

Gilberto Gil: “De Portugal guardo tudo. A beleza suave dos lugares, o modo enfaticamente delicado dos portugueses, de adultos a crianças”

3

Mário Barreiros: “Criei os meus calos na bateria no quarteto do Rão Kyao. Andava com pensos, com bolhas, com sangue”

4

Viviane: "Quando cheguei, em 82, Portugal era muito diferente. Na minha aldeia nem havia dentistas, quem arrancava os dentes era o barbeiro"

5

Jorge Palma (1950-2026): “Não tenho interesse nenhum em ir para o Panteão Nacional. Depois de morto estou a marimbar-me”

6

Áurea: “Sempre fui uma menina muito tímida. Cheguei à faculdade e a primeira aula foi de corpo e confiança. Coloquei-me no sítio certo”

7

Iolanda: “Estou a cantar o hino de mão dada com o Vitorino na Supertaça e começo a pensar: ‘e se for parar ao Extremamente Desagradável?’”

8

Margarida Campelo: “A minha mãe era a Leopoldina. E eu cantava: ‘Bem-vindos ao mundo encantado...’ Chegava à escola e dizia: ‘sabes quem canta isto? Sou eu!’”

9

Os mais ouvidos de 2026, com António Manuel Ribeiro: “Num dia de concerto, um músico disse-me: ‘Tó, tens de me emprestar uma guitarra porque vendi a minha esta noite.’ A heroína entrou nos UHF”

10

“Não sou menos artista por ser feliz. O lado negro da Milhanas ainda existe mas o caminho agora é outro”

11

Os mais ouvidos de 2026, com Bonga: “Fui pai de gémeos aos 80 anos, mas se foram planeados não foram por mim. A mãe não tinha filhos, foi uma grande alegria”

12

Os mais ouvidos de 2026, com Anjos: “A malta toda a olhar para mim: ‘o que é que o gajo dos Anjos está aqui a fazer?’ Quando dou por mim estou a beber cerveja com toda a gente”

13

João Carvalho (Vodafone Paredes de Coura): “Já fiz milhares de concertos mas nunca chorei como em Rod Stewart. Lembrei-me da minha avó”

14

“Os Rádio Macau vão acabar em 2027. Quisemos regressar para terminar em festa”

15

Luís Represas (1956-2026): “A confiança que temos no nosso próprio país e na nossa cultura é fundamental para nos posicionarmos”

16

Carlos Alberto Moniz: “Chega-se ao pé de mim um homem de barbas e diz: ‘ó jovem, tu é que és o açoriano?’ Começa aí a minha vida artística”

17

Toy: “Dei ao meu pai a possibilidade de rever o irmão que não via desde os 18 anos. Choradeira ao nível daqueles programas de TV”

18

Álvaro Covões: “Todos sabem que a Cultura é dominada pela esquerda. Se um dia ganha um partido à direita do Chega, tem o poder na mão”

19

“Francisco Soares? Não sei quem é. Gostava de o conhecer um dia. A minha família já me chamava Kiko antes de o Kiko is Hot nascer”

20

Maria Luiza Jobim: “Sim, eu sou uma ‘nepo baby’, uma super ‘nepo baby’, não há como negá-lo. Nada do que vem do meu apelido é um fardo”

21

Inês Meneses e Tozé Brito: “Conhecemo-nos no Festival da Canção. Eu estava numa ponta, o Tozé noutra, ao pé do Markl. Quando ouvimos o Salvador, arrepiámo-nos logo”

22

Luísa Sobral: “Faço 40 para o ano e sou bombardeada com vídeos de rugas. Deixem-me em paz! Não quero fazer botox”

23

Pedro Abrunhosa: “Para criar é preciso ter sido parido, ter medo da morte, saber o que é um orgasmo, ficar eufórico com um clube de futebol”

24

Fernando Ribeiro (Moonspell): “O Ricardo Araújo Pereira telefonou-me a dizer que queria uma versão heavy metal do Noddy. Eu não tinha filhos e fui ver o que era”

25

Bárbara Tinoco: “Há unicórnios como a Carolina Deslandes, que adora estar grávida, e depois eu, que odiei. Liguei-lhe a dizer ‘isto não é o que me vendeste’”

26

Teresinha Landeiro: “Vi metaleiros a chorar no meu concerto no Alive. Às tantas estou a cantar um fado super pesado e dramático e eles a abanar a cabeça”

27

Santos & Pecadores: “O Rui faz-nos uma falta enorme. Pensamos ‘será que somos ingratos?’, mas ele fazia muita força para que voltássemos”

28

Teresinha Landeiro: “Vi metaleiros a chorar no meu concerto no Alive. Às tantas estou a cantar um fado super pesado e dramático e eles a abanar a cabeça”

29

Especial Santos & Pecadores com Marisa Liz: “Conhecemo-nos no programa do Marco Paulo. Eu estava lá porque fazia parte dos Onda Choc”

30

Bonga: “A minha geração não levava desaforo para casa. Uma senhora é agredida na rua, há logo 10 homens e quem bateu vai sair dali torto”

31

Especial Santos & Pecadores com Delfins: “Fui ter com a malta à Baía de Cascais e ouço uma voz ao fundo. Pensei: 'Parece Bryan Adams!'”

32

Vizinhos: “Temos um grupo no WhatsApp com os Bandidos do Cante, os Descendentes, o Trigacheiro e o Buba. Chama-se ‘só se estraga uma casa’”

33

Especial Santos & Pecadores com Camané: “Quando o Camané canta, percebe-se a palavra portuguesa. Hoje muitos fadistas esquecem-se disso”

34

Mão (Paulo Pedro Gonçalves e DJ Vibe): “Nos Heróis do Mar deram-nos dinheiro para gravar um disco, comprar roupa, instrumentos. Hoje vais a uma editora e mandam-te pagar a capa”

35

Especial Santos & Pecadores com Tim: “Os Xutos perderam o Zé Pedro e nós perdemos o Rui Martins, ganhou logo sentido esta colaboração”

36

Edmundo Inácio: “A minha bisavó fazia Monchique-Portimão a pé com um carrinho para vender requeijões. Agora, a aldeia dela está vazia”

37

Especial Santos & Pecadores com Luís Trigacheiro: “Voltar só para dar concertos não chega. Queremos trazer algo mais, não só revivalismo”

38

Fernando Alvim: “Quero ser um facilitador mas esqueçam lá o Marques Mendes. O Júlio Isidro tem de ter sucessão e o novo Júlio posso ser eu”

39

Paulo de Carvalho e Agir: “Como ainda não temos maturidade de dizermos um ao outro ‘gosto de ti’, pode ser que com a música seja mais fácil”

40

António Zambujo: “Quando vou ao Alentejo não vejo um berço de fascistas, obviamente. Há um voto de protesto, um abre-olhos. Espero eu”

41

Midus: “Ninguém sabia que eu tinha sido vocalista de uma banda até que um jornalista ensinou a Mel C das Spice Girls a cantar o ‘Cristina’”

42

João Melo (A Fúria do Açúcar): “Passei grande parte da vida a tentar agradar, não me sentia integrado em nada. Experimentei substâncias, mas davam-me dor de cabeça”

43

António Manuel Ribeiro: “Um dia o Júlio Isidro diz: ‘Chega, temos de tirar os UHF do 1º lugar’. Fiquei muito chateado, mas nunca disse nada”

44

Carlos Mendes: “Eu estava em cuecas, à procura das calças, vejo um vulto passar e digo: ‘este gajo é o Paul McCartney de certeza absoluta’”

45

Ricardo Ribeiro: “Levanto-me às 6 da manhã para ir ao ginásio, cheio de frio. Hoje não tinha vontade nenhuma, mas fui. Aceito o sofrimento”

46

“A paciente entra na consulta e diz: ‘O doutor é dos Quatro e Meia? Não vim à cirurgia porque fui ver um concerto seu’”

47

Anjos: “O processo da Joana Marques está feito, está decidido. Pensámos em recorrer, mas não vale a pena. Concordamos? É outra história”

48

Mitó: “Nos anos 90, ser jovem e cantar fado era como ter 20 anos e cantar pimba”

49

Dino D’Santiago: “Como é que alguém pode dizer que eu não amo Portugal? Amo este país mais do que tudo”

50

Primitive Reason: “Cabiam 300 e de repente havia pessoas por cima de pessoas. Penduradas no candelabro, na porta da casa de banho...”

51

Carlos Alberto Vidal: “Já sou avô de verdade. Além dos milhares de netos do Avô Cantigas, tenho o Estêvão e a Aurora”

52

Os mais ouvidos de 2025, com Marco Rodrigues: “Em Moscovo as pessoas andam com a cabeça para baixo, ninguém olha ninguém. Mas vi pessoas a chorar no meu concerto”

53

Os mais ouvidos de 2025, com Mickael Carreira: “Estava a voltar de um concerto, parei e comprei um ramo de flores. Porque ela merece: a Laura é uma mulher incrível e uma mãe do caraças”

54

Os mais ouvidos de 2025, com Rosinha: “Num concerto no Algarve disse: ‘esse senhor de camisa às riscas pode repetir o que disse aos seus colegas?’ Sou boa a ler lábios”

55

Pedro Abrunhosa: “Conduzir um Uber não é propriamente ser empreendedor, é ser explorador de si próprio. O patrão nem sequer tem cara”

56

Roberta Medina: “Em Portugal é uma maluquice: ir a um concerto de 2 horas é mais caro do que ver 20 artistas num dia. É para discutir?”

57

NAPA: “Não fomos gozados pelo sotaque porque normalmente imitam o dos Açores. Só o Herman é que consegue fazer um bom sotaque da Madeira”

58

Sara Correia: “Eu não escolhi nascer no sítio onde nasci, nem de pais separados. Mas há uma decisão para a vida: queremos ser mais ou não?”

59

Tiago Bettencourt: “Ainda anteontem me perguntaram pelos Toranja. E eu digo: ‘ten million dollars’. Se me pagarem bem, acho que sim”

60

Manuel João Vieira: “Uma vez disseram-me: ‘vim do Algarve com o meu filho para vê-lo e nem um palavrão.’ Pedi desculpa e cantei a ‘Marilu’”

61

Trovante: “Os editores de Trovante foram connosco ouvir o disco ao estúdio e disseram: ‘É lamentável, não há um único êxito.’ Estava lá o ‘125 Azul’”

62

Tim Bernardes: “Tinha uns 9 anos quando os meus pais me chamaram e me disseram: isto é o Napster, baixámos umas músicas para você”

63

Raquel Tavares: “Saí do Café Luso, tinha aí 18 anos, vinha de xaile com brincos e ouço dois rapazes atrás de mim: ‘Essa não, que é fadista’”

64

Delfins: “Desci a bancada de Alvalade vestido de golfinho e com um ‘very light’ aceso. Fiquei com a manga do fato toda queimada”

65

General D: “Não adianta ter um negro ou negra no PS, no PSD, no PCP. Todos os partidos agora querem um negrinho ali. Para nós, nada muda”

66

Samuel Úria: “O que me torna singular está nos meus defeitos, porque não sou virtuoso em nada do que faço”

67

Tim: “O Reininho, quando ouviu a 'Contentores', pensou que estávamos malucos: 'no fim, estão a cantar 'um porco de pé'?'”

68

Marco Rodrigues: “A minha primeira grande experiência televisiva foi no Big Show SIC. Cheguei à escola e parecia que tinha ganhado um Óscar”

69

Manel Cruz: “Vejo a arte como uma profissão: quantas horas trabalhas, que impostos pagas, se é preciso uma oficina... Não me sinto mais que um trolha”

70

Os mais ouvidos de 2025, com Toy: “Fizeram um boneco meu no Contra-Informação, o Macacóy. O meu pai pediu para acabarem com aquela porcaria porque eu não era um animal”

71

Os mais ouvidos de 2025, com Bárbara Bandeira: “Deixei os estudos assim que pude. Não é bom exemplo, mas tive péssimas experiências na escola”

72

Os mais ouvidos de 2025, com Tony Carreira: “Chamem-me maluco, mas levo muito a sério o que o Elon Musk disse: daqui a 5 anos há mais robôs a trabalhar do que pessoas”

73

Os mais ouvidos de 2025, com Luísa Sobral: “Quando mandei a ‘Amar pelos Dois’ ao Salvador, ele disse-me: ‘eu canto isto na boa, mas nunca vamos ganhar’”

74

Os mais ouvidos de 2025, com Rui Reininho: “Fui para Inglaterra apanhar fruta, mas estava a chover e acabei numa fábrica a separar pedras de feijões”

75

Ana Markl: “Com o divórcio dos meus pais era esperado que perdesse a fé no amor. Mas só não acredito no casamento”

76

Ivandro: “Basta um jantarzinho angolano e o meu sotaque fica mais solto, mas cresci aqui e sou mais português”

77

Mickael Carreira: “Com a dieta da ‘Men’s Health’, estou a fruta e gelatinas, mas depois de um concerto pedi bifanas e feijoada. Comi tudo”

78

MXGPU: “No TikTok, a ‘trend’ da Gen Z agora é gozar com os cotas na pista de dança. Mas o mundo precisa das pessoas esquisitas”

79

Diogo Clemente: “Os meus avós viveram no maior bairro de lata de Portugal. A minha avó perdeu um filho e é a pessoa mais forte que conheço”

80

Rosinha: “Vejo a luz de casa acesa às 3 da manhã e dou com a minha mãe a fazer crochê. Um dia depois gravei ‘Ela Faz Bicos e Outras Coisas’”

81

Ricardo Ribeiro: “O cigano é livre em termos de cabeça e de peito. Um velhote cigano, o Ti Martelo, foi o homem mais honrado que conheci”

82

“Nos concertos de Taylor Swift tivemos serviços secretos internacionais, câmaras ocultas, cães a farejar, supervisão americana e portuguesa”: Diogo Marques (diretor da Last Tour e Meo Kalorama)

83

Piruka: “Houve uma altura em que me achava o Ronaldo: de repente tenho um BMW, amanhã um Mercedes, depois um Porsche”

84

Aldina Duarte: “A minha mãe era criada, costureira e cozinheira e eu estava com ela. Não podes chorar numa casa onde não passas da cozinha”

85

A Garota Não: “Para ir à praia em Tróia, uma família paga quase 50 euros. Está quase tão mau como ir ao cinema em Portugal”

86

Bispo: “Estavam 230 pessoas a assistir que pagaram 3 euros e uma imperial… Peço mãos no ar e sinto-me no filme ‘8 Mile’”

87

Toy: “Fizeram um boneco meu no Contra-Informação, o Macacóy. O meu pai pediu para acabarem com aquela porcaria porque eu não era um animal”

88

Rodrigo Leão: “O Pedro Ayres tinha 70 concertos por ano com Heróis do Mar e eu 40 de Sétima Legião. No início de Madredeus fazíamos 4”

89

Luísa Sobral: “Eu acredito em Deus, não acredito é na Igreja”

90

Calema: “Em Angola, havia uma travessa com bichos. Dissemos: ‘vamos experimentar, está temperado’. Eram lagartas, mas já comemos morcego...”

91

Ana Bacalhau: “Estamos a odiar-nos uns aos outros e ‘se não estás comigo, estás contra mim’. Historicamente, isso só leva a traulitada”

92

Blaya: “É estranho quando chego a Ferreira do Alentejo e me chamam Blaya. Chamem-me Karla, por favor! Eu cresci aqui”

93

Bárbara Bandeira: “Recebi a chamada sobre Coldplay às 3 da manhã, só berrava. Depois tive pessoas que não são público meu a falar sobre mim”

94

Capicua: “Os Rolling Stones são uma banda de homens de 80 e tal anos. Se fossem velhotas, toda a gente ia ridicularizar”

95

Tony Carreira: “Tenho um azulejo na parede da cozinha que diz: ‘eu não pedi para ser português, tive sorte’”

96

Rui Reininho, 70 anos: “Só tenho angústia pelo sofrimento físico. Acho que somos pó de estrelas, mas enquanto puder estar aqui vou usufruir”

97

“Convidar outros cantores para Amália Hoje? A Sónia Tavares não deixava, matava-nos”

98

Mizzy Miles: “Cresci a ouvir Metallica e Lamb of God, além do pagode, samba e bossa nova, que é o que mais gosto a seguir ao hip-hop”

99

Márcia: “Menosprezamos e infantilizamos os velhos, mas tenho uma notícia para nós: vamos todos lá chegar”

100

Ágata: “Fernanda de Sousa é um nome que eu não aceito na minha vida. Soou-me ao ouvido: ‘o teu nome é Ágata’”