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Filoteia - Introdução À Alma Devota — 120 episodes · page 1 of 2
Parte V - capítulo 18: 3 avisos importantes para terminar essa Introdução
Parte V - capítulo 17: Resposta a 2 objeções possíveis contra essa Introdução
Parte V - capítulo 16: Sentimentos que se devem conservar depois deste exercício
Parte V - capítulo 15:Afetos gerais sobre as considerações precedentes, para concluir esse exercício
Parte V - capítulo 14: Quinta consideração - o amor eterno de Deus por nós
Parte V - capítulo 13: Quarta consideração - o amor de Jesus Cristo por nós
Parte V - capítulo 12: Terceira consideração - o exemplo dos santos
Parte V - capítulo 11: Segunda consideração - a excelência das virtudes
Parte V - capítulo 10: Primeira consideração - a excelência de nossa alma
Parte V - capítulo 9: Considerações próprias para renovar os bons propósitos
Parte V - capítulo 8: Afetos que se devem seguir a esse exame
Parte V - capítulo 7: Exame sobre as paixões
Parte V - capítulo 6: Exame do estado da alma para com o próximo
Parte V - capítulo 5: Exame do estado da alma para consigo mesma
Parte V - capítulo 4: Exame do estado da alma para com Deus
Parte V - capítulo 3: Exame da alma sobre seu adiantamento na vida devota
Parte V - capítulo 2: Consideração da bondade de Deus em nos chamar seus filhos
Parte V - capítulo 1: Necessidade de renovar todos os anos os bons propósitos
Parte IV - capítulo 15: Frisante exemplo para o esclarecimento da matéria
Parte IV - capítulo 14: As securas e esterilidades espirituais
Parte IV - capítulo 13: As consolações espirituais e sensíveis, e como devemos nos portar nelas
Parte IV - capítulo 12: A tristeza
Parte IV - capítulo 11: A inquietação
Parte IV - capítulo 10: Modo de fortificar o coração contra as tentações
Parte IV - capítulo 9: Meios contra as pequenas tentações
Parte IV - capítulo 8: É preciso resistir às pequenas tentações
Parte IV - capítulo 7: Meios contra as grandes tentações
Parte IV - capítulo 6: Como a tentação e a deleitação podem ser pecados
Parte IV - capítulo 5: Consolação para uma alma que se acha tentada.
Parte IV - capítulo 4: Dois belos exemplos sobre esse assunto
Parte IV - capítulo 3: Natureza das tentações; a diferença entre o sentir e o consentir
Parte IV - capítulo 2: É preciso dotar-nos de coragem.
Parte IV - capítulo 1: Não se deve fazer caso do que dizem os mundanos
Parte III - capítulo 41: Uma palavra sobre a virgindade
Parte III - capítulo 40: Avisos para as viúvas
Parte III - capítulo 39: Da honestidade do leito conjugal
Parte III - capítulo 38: Aviso aos casados
Parte III - capítulo 37: Os desejos
Parte III - capítulo 36: Devemos ter um espírito justo e razoável
Parte III - capítulo 35: A fidelidade devida a Deus tanto nas coisas pequenas como nas grandes
Parte III - capítulo 34: Quando se pode jogar ou dançar
Parte III - capítulo 33: Os bailes e outros divertimentos permitidos, mas perigosos
Parte III - capítulo 32: Os jogos proibidos
Parte III - capítulo 31: Os divertimentos, em primeiro lugar os honestos e lícitos
Parte III - capítulo 30: Alguns outros avisos acerca do falar
Parte III - capítulo 29: A maledicência
Parte III - capítulo 28: Os julgamentos temerários
Parte III- capítulo 27: Honestidade das palavras e o respeito que se deve ao próximo
Parte III - capítulo 26: As conversas e, em primeiro lugar, como se há de falar com Deus
Parte III - capítulo 25: A decência dos vestidos.
Parte III - capítulo 24: A sociedade e a solidão
Parte III - capítulo 23: Exercicio de mortificação exterior
Parte III - capítulo 22: Outros avisos sobre as amizades
Parte III - capítulo 21: Avisos e remédios contra as más amizades
Parte III - capítulo 20: Diferença das amizades vãs e verdadeiras
Parte III - capítulo 19: As amizades verdadeiras
Parte III - capítulo 18: As mais perigosas amizades
Parte III - capítulo 17: A amizade em geral e suas espécies más
Parte III - capítulo 16: As riquezas do espírito no estado de pobreza
Parte III - capítulo 15: Modo de praticar a pobreza real, permanecendo na posse das riquezas
Parte III - capítulo 14: O espírito da pobreza unido à posse das riquezas
Parte III - capítulo 13: Conselhos para conservar a castidade.
Parte III - capítulo 12: Necessidade da castidade
Parte III - capítulo 11: A obediência
Parte III - capítulo 10: Deve-se tratar dos negócios com muito cuidado, mas sem inquietação
Parte III - capítulo 9: A mansidão para conosco
Parte III - capítulo 8: A mansidão no trato com o próximo e os remédios contra a cólera.
Parte III - capítulo 7: Modo de conservar a reputação juntamente com espírito de humildade
Parte III- capítulo 6: A humildade nos faz amar a nossa própria abjeção.
Parte III - capítulo 5: A humildade interior é a mais perfeita.
Parte III - capítulo 4: A humildade das ações exteriores.
Parte III - capítulo 3: A paciência
Parte III - capítulo 2: Continuação das reflexões necessárias na escolha das virtudes
Parte III - capítulo 1: A escolha das virtudes
Parte II - capítulo 21: Como se deve comungar.
Parte II - capítulo 20: A comunhão frequente
Parte II- capítulo 19: A Santa Confissão
Parte II - capítulo 18: Como se devem receber as inspirações.
Parte II - capítulo 17: Como se deve ouvir e ler a palavra de Deus
Parte II - capítulo 16: Devemos honrar e invocar os santos.
Parte II - capítulo 15: Outros exercícios públicos e comuns de devoção.
Parte II - capítulo 14: A Santa Missa e como se deve ouvi-la.
Parte II - Capítulo 13: As aspirações ou orações jaculatórias e os bons pensamentos.
Parte II- capítulo 12: Do recolhimento.
Parte II - capítulo 11: A oração da noite e o exame de consciência.
Parte II- capítulo 10: A oração da manhã.
Parte II- capítulo 9: A aridez espiritual na meditação
Parte II - capítulo 8: Avisos utilíssimos acerca da meditação.
Parte II - capítulo 7: A conclusão e o ramalhete espiritual.
Parte II - capítulo 6: Terceira parte da meditação - os afetos e resoluções.
Parte II - capítulo 5: Segunda parte da meditação - as considerações
Parte II - capítulo 4: Terceiro ponto da preparação - propor-se um mistério
Parte II - capítulo 3: Segundo ponto da preparação - a invocação
Parte II - capítulo 2: Breve método de meditação. Pôr-se na presença de Deus
Parte II - capítulo 1: Necessidade da oração.
Parte I - capítulo 24: Necessidade de purificar a alma mesmo das imperfeições naturais.
Parte I - capítulo 23: Necessidade de purificar a alma das coisas inúteis e perigosas.
Parte I - capítulo 22: Necessidade de purificar a alma de todos os afetos ao pecado venial.
Parte I - capítulo 21: Conclusão de tudo o que fica dito sobre o primeiro grau de pureza da alma.
Parte I - capítulo 20: Protestação da alma a Deus para confirmar-se numa resolução inabalável...