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O Tal Podcast — 124 episodes
Marco Mendonça: “O humor é uma porta de entrada para um lugar de empatia, escuta, compreensão. Ou mesmo que não seja compreensão, de respeito”
Raquel Lima: “Tendo um filho, é importante ele sentir que estou bem. Não dá para reproduzir a mãe estressada. Quero muito estar bem e feliz à volta dele”
Ângelo Delgado: “A nacionalidade não vale por si só. Tens que ir provando que tens os mesmos hábitos. É aí que está a validação. Não é o bilhete de identidade”
Cirila Bossuet: “O meu trabalho é emprestar o meu corpo. Tudo que eu tenho, eu dou”
Rita Évora dos Santos: “Uma coisa que as mulheres têm é empatia. A minha mentora, que me trouxe às finanças sistémicas, diz: cada mulher que encontro traz-me notícias de mim”
Marco Aurélio Mendes: “As lideranças estratégicas cada vez mais serão entregues a mulheres. Isto é uma revolução que África irá viver nos próximos anos”
Aoaní: “O sonho americano é um pesadelo. Vivia em estado de alerta 24 sobre 24 horas. Estou a falar principalmente da questão racial”
Didi: “Nos meus quase oito anos de Portugal, tive chances de viajar pelo interior e entender que podemos ser muito parecidos diante das nossas diferenças do que imaginava”
Episódio Especial ao Vivo: “Quando temos filhos estamos condenados a ter esperança. Tenho esperança em que se este planeta prevalecer ainda teremos pessoas que possam fazer a diferença”
Cláudio Gonçalves: “Pessoas de sucesso nos bairros sociais há muitas, que conseguiram vencer e sair. Só que é necessário que voltem atrás e digam: vou ensinar, empoderar os outros para conseguirem também”
Kai Fernandes: “O contraste entre o meu corpo feminino, de mulher biológica, com esta expressão da masculinidade define-me muito bem”
Amina Bawa: “Falo, brincando e com muita humildade, que nós brasileiros viemos do futuro. Tudo o que Portugal vai passar [politicamente], a gente já viu”
Ana Josefa Cardoso: “Na escola, não aprendemos só a ler, a escrever e a contar, porque o professor não ensina só o que sabe, também ensina o que é”
ROD: “O futuro é queer. Queer é esse confronto, esse contraste, essa luta sem fim, essa tentativa de desencaixar de expectativas, de ter 50 anos, mas parecer ter 20”
Carlos Lopes: “É um orgulho tremendo ter amigos há quase 50 anos. Há um núcleo muito forte de partilha, amor, irmandade”
Ao vivo no PodFest: Lei da Paridade, Consulta Aberta e O Tal Podcast
Margarida Valença: “Vivemos num mundo que valoriza as grandes figuras, os grandes eventos. A História é feita das pequenas estórias do dia-a-dia, e das pessoas que são completamente invisíveis no espaço público”
Silvania de Barros: “Trabalhar o silêncio e a solitude é ótimo. Mas no início fiquei a pensar: será que me estou a esconder de algo? Somos ensinados a estar sempre com pessoas”
Ismael Santos: “Com o fim da minha relação, dei por mim como se tivesse falhado como homem. Porque tinha uma responsabilidade, filha, companheira, casa. Tínhamos planos”
Cleo Diára: “Digo a mim mesma: tu és uma reparação histórica. Porque havia momentos em que os nossos não podiam entrar pela porta da frente, quanto mais sentar à mesa”
Miguel de Barros: “A combinação entre a falta de consciência histórica, o vedetismo e a mercantilização das relações está a produzir seres egoístas”
Rita Cruz: “Ser uma boa pessoa é uma relíquia, ter em atenção o outro. Nós estamos num sítio de muito umbigo, fechados. Temos de procurar mais o outro”
Carlos Andrade: “Preciso de fazer coisas em crioulo. Sinto que tenho uma responsabilidade com Cabo Verde, porque não há muitas pessoas a fazer conteúdos em crioulo”
Mariana Gil (Parte 2): “Não represento ninguém. Apresento-me, e isso pode servir de representatividade, que são coisas diferentes”
Maria Gil (Parte 1): “É muito cansativo educar os nossos filhos para uma militância permanente. Educá-los sobre um estado constante de vigilância é de uma violência enorme”
José Baessa de Pina: “Não há trabalho precário. Há trabalhos mal pagos que tornam a pessoa precária”
Telma Tvon: “A minha avó já era coach de desenvolvimento pessoal. Essa história de ‘tu é suficiente, magnífica, fantástica’ ela dizia-me a mim, aos meus primos e à minha irmã”
Bruno Furtado: “Colocam em causa a legitimidade do meu documento porque nasci em Santa Maria [no hospital] e sou cabo-verdiano. É como se fosse um gajo falsificado, como se não existisse”
Pedro Hossi: “As nossas cabeças são lugares violentíssimos e horríveis. Nós somos os nossos piores inimigos, somos extremamente duros connosco”
REWIND - Paula Almeida
Ana Paula Costa: “Migrar é também renascer de alguma forma, é ir-se reconstruindo. Tive o privilégio de construir boas relações interpessoais”
REWIND - Ana Marta Faial
Ana Paula Tavares: “Comecei a seduzir pela palavra. Era eu que fazia as redações dos colegas. Era uma forma de exercer poder”
REWIND - Jonathan Ferr
Miguel Cardoso: “Se pusermos de lado o compromisso com o antirracismo, o que antes eram fantasmas e agora são pessoas, vai ganhar mais força”
REWIND - Maria Gorjão Henriques
Ana Markl: “A menopausa traz uma grande libertação. Não estava a contar, mas devo dizer que é um conhecimento sobre mim que me faz sentir mais jovem”
REWIND - Juninho Loes
Inocência Mata: “Tem de haver políticas linguísticas em África que promovam as línguas, mas não apenas como línguas folclóricas. Temos de transformá-las em línguas úteis, para se discutir, falar, conversar”
REWIND: Mirza Lauchand
Israel Campos: “Termos a possibilidade de chegar a certos lugares também é consequência direta dos nossos privilégios”
REWIND: Kwenda Lima
Vânia Andrade: “Ser vegana trouxe-me muitas coisas. É um descanso. Sinto que o meu corpo está menos propício a ficar doente”
REWIND: Elisabete Moreira de Sá
Saliu Djau: “Tendo nascido e crescido na Guiné, vivi muito a cultura comunitária, de entreajuda e ligação com outras pessoas”
REWIND: Lura
Carla Adão: “A maternidade traz-nos grandes inseguranças. Se calhar, até as sinto mais agora do que quando os meus filhos eram pequenos, porque eles estão crescidos, quase emancipados, e eu questiono: ‘Será que fiz tudo certo?’”
REWIND: Victor Hugo Mendes
Blessing Lumueno: “O grande marco é José Mourinho. Os treinadores desenvolveram-se muito a partir daí. O problema é que depois a própria máquina começa a asfixiá-los”
REWIND: Henda Vieira Lopes
Verónica Pereira: “A verdade liberta, não me causa medo. Se não a contar, não tenho paz”
REWIND: Ana Sofia Martins
Milton Gulli: “O papel dos artistas é muito importante, porque a arte tem de questionar, criticar, apontar o dedo”
REWIND: Isabél Zuaa
Iris de Brito: “Fiz a audição para o filme Evita com um dos bailarinos principais do Michael Jackson. Fiquei, saltei, estava toda contente”
REWIND: Dino D' Santiago
Saint Caboclo: “A música não é suposto ser elitista, mas para todos. As pistas de dança foram criadas de uma certa forma de rebelião”
Jimmy P: “Fui-me tornando mais sensível, e tinha vergonha disso. Com a idade, percebi que não é uma coisa má, acho que é um superpoder”
Monica Lafayette: “Quando assinei contrato com a Nike, como Fashion Icon, mudei o jogo. Foi por causa do Cristiano Ronaldo que existiu esta campanha”
Mayra Andrade: “O que é significa ser africana no mundo? A primeira palavra que me vem é orgulho”
Episódio Especial ao Vivo: “Precisamos voltar a esta cena super futurista que é estarmos juntos uns com os outros”
Joana Gorjão Henriques: “Todos os dias faço uma desaprendizagem dos meus preconceitos”
Fernando Cabral: “Tenho sangue revolucionário fortíssimo. Acho que por isso me apaixonei pelo reggae”
Nara Couto: “Até hoje eu estou me recuperando da pandemia, das perdas”
Solange Salvaterra Pinto: “Desistir é uma palavra que não está no meu dicionário”
Francisco Borges: “Não tenho telemóvel. Costumo ler 10 livros por semana"
André Biveti: “Sempre senti que era um produto do Estado Social português”
Luísa Semedo: “Nunca tive problemas em aceitar cargos de responsabilidade. Quando era miúda pensei ser Presidenta da República”
Carlos Dias: “A nossa maior força é o que sentimos. Na realidade não é aquilo em que acreditamos”
Aua Baldé: “Quando me sento na Assembleia Geral das Nações Unidas, estou lá eu, o meu afro e ainda ponho o turbante. É essencial celebrar-se a diversidade”
Eva Cruzeiro: “Só não perdoa quem tem uma expectativa quase desumanizada do outro. Eu estou sempre à espera que as pessoas errem”
Gutto: “Black Company aparece nos livros da escola, faz parte da História”
Vem aí uma nova temporada d'o Tal Podcast. Desta vez na companhia do Expresso
A quarta temporada
Victor Hugo Mendes
Cátia Semedo Ramos
Paula Almeida
Sofia Medina Andrade
Maria Gorjão Henriques
Solange Hilário
Jonathan Ferr
Mónica Soares
Juninho Loes
Ana Marta Faial
REWIND - Don Kikas
REWIND - Gino Esteves
REWIND - Lúcia Correia e Abdel Camará
REWIND - Paulo Pascoal
REWIND - Gisela Casimiro
REWIND - Pedro Barbosa
REWIND - Luana Cunha Ferreira
Ana Sofia Martins
Don Kikas
Elisabete Moreira de Sá
Pedro Barbosa
Lura
Salvador Pereira
Carla Santos
Fábio de Pina
Solange Dias
Gino Esteves
Bárbara Wahnon
Abdel Camará e Lúcia Correia
Como se faz um podcast?
A segunda temporada
Carlos Pereira
Isabél Zuaa
José Semedo Fernandes
Cláudia Oliveira
Mirza Lauchand
Gisela Casimiro
David J. Amado
Luana Cunha Ferreira
Uma temporada
Paulo Pascoal
Kady
Flávio Gonçalves
Dino D'Santiago
Kathy Moeda
Henda Vieira Lopes
Kwenda Lima
Lara Mesquita
Uma abertura
Trailer