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Os Dias que Correm — 150 episodes
Nota final sobre os improváveis ofícios
Um titanic a pedais
Um belo dia de sol, há cem anos, em Cartago
Uma nação que ainda não existe
Tipo partindo as frases
Há boas cerejas hoje, senhor Manuel?
Está no dicionário
A Lagoa
Instrumental
Humilde escritor tenta
Deve chamar-se tristeza
Cem anos
As vinte e duas oitavas
Talvez um rouxinol
As lagartixas de Ibiza
Com um fio de água
Cálice
Uma cena de cera
Não podes, sequer, estridular?
Um exercício
Onde desagua uma biblioteca?
O Estado Novo em 101 objectos
Espelhos na primeira página
Oficina de cana rachada
Roteiro dos Afectos Maternos
O carvalho de Lousada
Um Rubens leve de roupa
A voz que escuta
Tirem o futuro da boca
Um hino à construção e à geometria
Um letreiro na estrada
Estavam todos na fila quando
Sobre o divertimento na campanha
Aquele verde
Uma nesga de mundo lá fora
O plano fixo
Sapatos e caminhos
A Sopa
55 recipientes de plástico
O demorado livro de urgência
Nos 150 anos de Machado
O meio de uma nação
Que guardará, para memória futura?
Numa data subsequente
As mãos sobrepostas
Quantos pássaros viste?
Alegoria de campanha
Tangerina montenegrina
Patas de galinha no asfalto
Prioridades e temas ausentes
As perguntas
No fugaz fulgor de um fósforo
Trump no chuveiro
Sai um Quevedo para a Sala Oval
Las rapazas dão à vela
Chapéu de pescador e óculos para a fotografia
António foi e viu
Catador de recicláveis
Rua do Bom Amor
Aprendimentos
Tarde de domingo
Estou no caderno 38
Quanto é meio segundo?
A última banda a Ocidente
Corações virtuais
Rosas amarelas
Notas breves sobre o futebol a andar
O latim das capoeiras
Palavras policiadas
Qual é o músculo mais importante?
Um café com Calisto Elói
Confiabilidade
As pessoas sensíveis
Coisas espantosas
Como é que este azul se faz noite?
Quando o vento sopra nas tituleiras
"Arrumar a rua"
"Assobiando à vontade"
Máscara sobre máscara
Violino e bombo
"Terminal 1"
"Um dia haverá chuva de jasmim"
"Uma flor de narciso para Jorge Paiva"
"Tenda de campanha"
O obelisco
"Alto Hospicio, Atacama"
"Leitões com asas"
"Tentação, um passo adiante de ponderação"
"A sarda ardente"
"Com o suor da própria voz"
"O Livro de Jonas em ilusão de óptica"
"Palavras"
"Espera por mim"
"As vastas águas"
"À espera do comboio voador"
"A valsa das bicicletas"
"Ruas que falam"
"O que sempre nos distinguirá"
"Sombreros há muitos"
"A marmota que rosna"
"Na onda mais alta da tempestade"
"Na praia da Ponta dos Corvos"
"Qualquer coisa"
"Não deixemos murchar a flor do cardo"
"Gualdripemos"
"Autonomia, automação"
"Olha a mala"
"Um dedo alevantado"
"Ainda não sabemos a resposta, Amanda Gorman"
"Abandono vigiado"
Não deixes de tocar, Badalamenti
"No meio da estrada"
"O novo fojo do lobo"
"Um lugar difícil em Portugal"
"Venha a abaladiça, Carolino"
"Ofícios cantantes"
"Está-se melhor na relojoaria Gomes"
"Os olhos azuis de Dinis"
"Os grandes poderes"
"De Palvarinho a Taberna Seca, a sede da memória"
"Em defesa da Mata Nacional do Urso"
"A tristeza lusitana"
"Em certas manhãs, desrezo."
"Bolero, sim. Bulero, não"
Um ovo de Natal
Jogo da Memória
Rostos, luzes, sombras
"Conforme a vida que se tem"
Prendas de Natal
Olha o Germano, num muro da Cordoaria
"Rua do Cidadão, Priscos"
Proteínas conexinas
Pastel, serpentina, malassada
"Um livro para ler logo, quer dizer já"
Aldeias, moradores, vizinhos
Tantos ponderando
"Armadilhas de gaiola"
"Gatos sonham com pardais"
Os alegres busólogos
"Jorge Barros, romeiro do olhar comovido"
Seis Dedos
Papagaio cinzento em cinco linhas
Em louvor de Simão Vieira
O macacão cor de laranja
Uma via verde de humanidade
No navio do carvão
Os dias circunspectos
O ponto 17
Na nave espacial
"Ervas altas"