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Paulo U. Rodrigues — 232 episodes · page 1 of 3
Romanos 1.18-23
Romanos 1.16-17
Romanos 1.1-7
Atos dos apóstolos 13.4-12: A frutificação da obra testemunhal.
Estudo no livro “Pecados Intocáveis”
Êxodo 17.8-16: A ação intercessora do Mediador como causa da benção divina.
Atos 13.1-3: Os princípio norteadores da agência missionária da igreja.
Êxodo 15.19-16.36: A introdução à promulgação da Lei: o princípio legal da misericórdia provedora.
Atos 11.19-30: A imitação de Cristo como parte da missão testemunhal.
Atos 11.1-18: A reação de exultação da igreja com a salvação dos homens.
Êxodo 14.15-31: o desfecho da ação redentora: Ato 2 - a batalha final e a vitória de YHWH.
Atos 10.1-48: a salvação dos gentios como demonstrativo da imparcialidade da mensagem evangélica.
Êxodo 13.17-22: A contemplação do cuidado paternal do SENHOR.
Atos 9.19-30: As evidências da transformação salvadora.
Atos 9.1-19: O poder transformador do evangelho.
Êxodo 12.1-28: A declaração da soberania do SENHOR na redenção: A Páscoa; o provimento da redenção.
Atos 8.26-40: A exemplificação do progresso e avanço do evangelho (PT2).
Atos 8.5-25: A exemplificação do progresso e avanço do evangelho (PT1).
Êxodo 11.1-10: A declaração da soberania do SENHOR na redenção: a morte como arauto do Rei.
Atos 8.1-4: A perseguição como fator de progressão e avanço do testemunho do evangelho.
Êxodo 10.21-29: A declaração da soberania na redenção: a 9• praga - YHWH, o Deus adorado.
Êxodo 10.1-20: A declaração da soberania divina na redenção: a 8• praga - YHWH, o Deus das crianças.
Êxodo 9.13-35: A declaração da soberania divina na redenção: a sétima praga: YHWH, o Deus da palavra
Êxodo 9.8-12: A declaração da soberania do SENHOR na redenção: a quita praga - YHWH, o justo juíz.
Atos 7.44-53: O modelo do testemunho cristão: a apresentação de Cristo - Cristo, o Justo enviado.
Êxodo 9.1-7: A declaração dasoberania do SENHOR na redenção: a quinta praga - YHWH, Deus o Protetor.
Atos 7.17-43: O modelo do testemunho cristão: a apresentação de Cristo- Cristo, o chefe e libertador
Aros 7.1-16: O modelo do testemunho cristão: a apresentação de Cristo: Cristo, o descendente.
Êxodo 8.20-32: A declaração da soberania divina na redenção: quarta praga: YHWH, o Deus Redentor.
Atos 6.8-15: O modelo cristão de martírio.
Êxodo 8.16-19: A declaração da soberania divina na redenção - a terceira praga: YHWH, o Deus verdad.
Êxodo 8.1-15: A soberania divina na Redenção da igreja: a segunda praga - YHWH, o Deus longânimo.
Atos 6.1-7: A ratificação da centralidade da oração e da palavra no cumprimento da missão da igreja.
Êxodo 7.14-25: A soberania divina na Redenção do seu povo: primeira praga - YHWH, o senhor da vida.
Atos 5.12-42: A confirmação da obra testemunhal da igreja.
Atos 4.36-5.11: A exemplificação do princípio comunitário operado pelo Espírito Santi na igreja.
Êxodo 6.14-27: A restauração/ratificação genealógica do povo de Deus.
Atos 4.23-31: A reação resoluta da igreja frente à perseguição: oração e anúncio.
Êxodo 5.22-6.13: A formalização do juramento redentivo.
Êxodo 5.1-21: A demonstração do caráter opositivo/opressor imposto contra o povo de Deus.
Atos 4.1-22: A proclamação do testemunho evangélico frente a oposição.
Atos 3.1-26: A exemplificação da ação testemunhal/concessiva da igreja sob o poder do Espírito.
Êxodo 3.10-22: A formalização do chamado do Ente Libertador e a publicação dos plano redentivo.
Atos 2.37-41: O efeito do testemunho do Espírito através da igreja: o chamado ao arrependimento.
Êxodo 2.23-3.9: A apresentação redentiva do Deus de Israel.
Atos 2.14-36: o fundamento messiânico-cristológico da promessa da descida do Espírito Santo.
Êxodo 2.11-22: A ratificação da identidade do ente libertador mediante sua preparação vocacional.
Atos 2.1-13: A descida do Espírito Santo como ação reversiva ao efeito do pecado na união da igreja.
Êxodo 1.15-2.10: A apresentação do Salvador como molde narrativo-referencial da redenção da igreja.
Atos 1.12-26: A prontidão da igreja sob o cuidado divino em relação ao cumprimento de seu testemunho
Êxodo 1.1-14: A oposição opressiva como instrumento divino do cumprimento pactual da redenção.
Atos 1.1-11: A confiança na promessa do Pai como base imperativa da ação testemunhal da igreja.
1Coríntios 12.1-11: A concessão dos dons como demonstrativo da presença do Espírito na igreja.
1Coríntios 11.17-34: A comunhão reflexo da união com Cristo como fator ordenador do culto público.
1Coríntios 10.23-11.1: A glória de Deus como critério de julgamento e exercício da liberdade cristã.
Mateus 25.1-13: A prudência e confiança no aguardo do retorno de Cristo.
1Coríntios 10.1-22: Uma exortação contra a idolatria sob a ótica da união com Cristo.
Mateus 24.45-51: Uma exortação ao serviço como modo de espera pelo retorno de Cristo.
1Coríntios 9.13-27: a auto-entrega como meio de obtenção da verdadeira recompensa.
Mateus 24.36-44: A vigilância como marca distintiva dos discípulos de Cristo.
1Coríntios 9.1-12: A validade dos direitos pastorais como referencial para o uso dos direitos gerais
1Coríntios 8.1-13: O amor como critério para o usufruto da liberdade cristã.
Mateus 24.29-35: O retorno do Rei: uma exortação à vigilância.
Mateus 24.15-28: A apresentação da intensificação do conflito que antecede o retorno do Rei.
Mateus 24.1-14: A divulgação dos sinais antecedentes à volta de Cristo à Redenção da igreja.
1Coríntios 7.25-40: Considerações finais quanto ao casamento: o celibato/solteirice e o serviço ao Senhor Jesus.
Mateus 23.13-39: A publicação do julgamento dos adversários do Reino dos céus.
1Coríntios 7.10-29: A noção do divórcio como uma contrariedade à vontade do Senhor quanto ao casamento, embora possível para libertação do justo.
Mateus 22.23-33: A exposição da trama dos ímpios contra o Reino dos céus - Pr 2.
1Coríntios 5.1-13: Exortação à purificação da Igreja.
Mateus 21.18-46: A esterilidade da hipocrisia e seu uso na expansão da obra salvadora.
1Coríntios 4.14-21: Uma admoestação pastoral contra o pecado.
Mateus 21.12-17: A falsidade e superficialidade religiosa como forma de oposição ao Messias.
1Coríntios 4.6-13: A irônica presença da soberba na igreja de Cristo.
Mateus 21.1-11:a contemplação Cristo como o rei como fonte da esperança salvadora do povo de Deus.
Mateus 20.29-34: A reafirmação e de Cristo como rei-messiânico e servo sofredor.
1Coríntios 4.1-5: O exemplo de fidelidade a Cristo como diretriz do serviço à igreja.
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1Coríntios 3.10-23: O caráter das obras e sua recompensa na edificação da igreja.
1Coríntios 3.1-9: O partidarismo como evidência de imaturidade espiritual.
Mateus 20.17-28: O sacrifício de Cristo como exemplo para o serviço mútuo.
Mateus 20.1-16: A dinâmica galardoadora do Reino dos céus.
1Coríntios 2.1-16: O recebimento da pregação do Evangelho como demonstração da obra salvadora.
Mateus 19.16-30: O amor às riquezas como forma de rebelião contra o Reino dos céus.
1Coríntios 1.18-31: A humilhação da sabedoria humana pelo poder do Evangelho como base da comunhão.
Mateus 19.3-15: A demonstração da rebelião como prova da incapacidade de ingresso ao Reino.
1Coríntios 1.10-17: Exortação à unidade.
1Co 1.4-9: A convicção da ação salvífica como fonte de confiança para o aperfeiçoamento igreja.
1Coríntios 1.1-3: A santificação como base para a unidade da igreja.
Mateus 18.15-19.2: O exercício do perdão como parte da responsabilidade cristã na comunhão no Reino.
Mateus 18.10-14: O valor dos agentes do Reino como diretriz da responsabilidade mútua.
Mateus 18.6-9: A responsabilidade da fé através do testemunho genuíno do Evangelho.
Gênesis 50: A sabedoria providencial divina na revelação do plano redentivo.
Mateus 18.1-5: A exortação divina quanto a natureza servil do Reino.
Gênesis 49: A continuidade da benção pactual como penhor do cumprimento da promessa redentiva (pt2).
Mateus 17.24-27: A responsabilidade da fé como instrumento de testemunho do Reino.
Mateus 17.14-23: A realidade da fé como consolo para a caminhada cristã.
Gênesis 48: A continuidade da benção pactual como penhor do cumprimento da promessa redentiva.
Mateus 17.1-13: a transfiguração messiânica como demonstrativo da realidade final do Reino dos céus.
Gênesis 47.13-31: A publicação da glória é soberania de Deus como cocblusaoda saga redentiva.