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All Episodes

Podcast do Desassossego — 395 episodes · page 1 of 4

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Title
1

541. «Ideias metafísicas do Livro do Desassossego»

2

540-b. Do Prefácio às FICÇÕES DO INTERLÚDIO | Nestes desdobramentos de personalidade

3

540-a. Do Prefácio às FICÇÕES DO INTERLÚDIO | Umas figuras insiro em contos

4

539. L. do D. (nota)

5

538. Nota para as edições próprias

6

537. A Adolfo Casais Monteiro, em 13 de Janeiro de 1935

7

536. A João Gaspar Simões, em 28 de Julho de 1932

8

535. A Armando Cortes-Rodrigues, em 19 de Novembro de 1914

9

534. A Armando Cortes-Rodrigues, em 4 de Outubro de 1914

10

533. A Armando Cortes-Rodrigues, em 2 de Setembro de 1914

11

532. A João de Lebre e Lima, em 3 de Maio de 1914

12

531. A Coroada de Rosas

13

529. ... como uma criança que pára de correr

14

528. Súbdito incoerente de todas as sensações

15

527. Um outro tédio, mais morno

16

526. Sensações nascem analisadas

17

525. Há uma técnica do sonho

18

524. A SOCIEDADE EM QUE EU VIVO

19

523. AMORES COM A CHINESA DE UMA CHÁVENA DE PORCELANA

20

522. AMORES CRUÉIS

21

521. Mais "pensamentos" | Dia de Natal

22

520. (cópia duma carta para Pretória) | Eu tenho passado bem de saúde

23

519. O homem magro sorriu desleixadamente

24

518. Luís II — end of 2 | ... e baixada a ponte levadiça

25

517. Trazei vós o pálio de ouro e morte

26

516. E para ti, ó Morte

27

515. As misérias de um homem que sente o tédio

28

514. ... este livro suave

29

513. O meu conhecimento com Vicente Guedes

30

512-b. VIA LÁCTEA | Em mim o que há de primordial

31

512-a. VIA LÁCTEA | ... com meneios de frase

32

511-d. VIAGEM NUNCA FEITA | Não desembarcar não tem cais

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511-c. VIAGEM NUNCA FEITA | — Naufrágios? Não, nunca tive nenhum

34

511-b. VIAGEM NUNCA FEITA | E assim escondo-me

35

511-a. VIAGEM NUNCA FEITA | Foi por um crepúsculo de vago outono

36

510-b. UMA CARTA | Eu não saberia

37

510-a. UMA CARTA | Há um vago número

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509. SINFONIA DA NOITE INQUIETA

39

508. SENTIMENTO APOCALÍPTICO

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507-d. PERISTILO | Farei do sonhar-te o ser poeta

41

507-c. PERISTILO | Tu não existes, eu bem sei

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507-b. PERISTILO | Correm rios, rios eternos

43

507-a. PERISTILO | Às horas em que a paisagem

44

506. PASTORAL DE PEDRO

45

505. O SENSACIONISTA

46

504. O RIO DA POSSE

47

503. O MAJOR

48

502-b. O AMANTE VISUAL | Nem em torno dessas figuras

49

502-a. O AMANTE VISUAL | Anteros

50

501-g. NOSSA SENHORA DO SILÊNCIO | E se acaso falo com alguém

51

501-f. NOSSA SENHORA DO SILÊNCIO | Tu não és mulher

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501-e. NOSSA SENHORA DO SILÊNCIO | Tu és do sexo das formas sonhadas

53

501-d. NOSSA SENHORA DO SILÊNCIO | Esplendor do nada, nome do abismo

54

501-c. NOSSA SENHORA DO SILÊNCIO | Rezo a ti o meu amor

55

501-b. NOSSA SENHORA DO SILÊNCIO | A minha vida é tão triste

56

501-a. NOSSA SENHORA DO SILÊNCIO | Às vezes quando, abatido e humilde

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500. NA FLORESTA DO ALHEAMENTO

58

499. MILÍMETROS

59

498. MÁXIMAS

60

497-b. MARCHA FÚNEBRE PARA O REI LUÍS SEGUNDO DA BAVIERA | Senhor Rei do Desapego

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497-a. MARCHA FÚNEBRE PARA O REI LUÍS SEGUNDO DA BAVIERA | Hoje, mais demorada do que nunca

62

496. MARCHA FÚNEBRE [Que faz cada um]

63

495. MANEIRA DE BEM SONHAR NOS METAFÍSICOS

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494-c. MANEIRA DE BEM SONHAR | Com este sonhar tanto

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494-b. MANEIRA DE BEM SONHAR | Adia tudo

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494-a. MANEIRA DE BEM SONHAR | Cuidarás primeiro

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493. LENDA IMPERIAL

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492-b. LAGOA DA POSSE | Nada se penetra, nem átomos, nem almas

69

492-a. LAGOA DA POSSE

70

491. EXAME DE CONSCIÊNCIA

71

490. EDUCAÇÃO SENTIMENTAL

72

489. DIÁRIO LÚCIDO

73

488. DIÁRIO AO ACASO

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487. DECLARAÇÃO DE DIFERENÇA

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486-c. CONSELHOS ÀS MALCASADAS | Minhas queridas discípulas

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486-b. CONSELHOS ÀS MALCASADAS | Proponho-me ensinar-lhes

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486-a. CONSELHOS ÀS MALCASADAS | Livrai-vos sobretudo de cultivar

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485. CENOTÁFIO

79

484. CASCATA

80

483. CARTA

81

482. A DIVINA INVEJA

82

481. Entrei no barbeiro no modo do costume

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480. Alastra ante meus olhos saudosos

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479. Em baixo, afastando-se do alto

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478. (lunar scene)

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477. ...e os lírios nas margens de rios remotos

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476. Parecerá a muitos que este meu diário

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475. "De que é que você se está a rir?"

89

474. UM DIA

90

473. Em qualquer espírito

91

472. Atingir, no estado místico

92

471. Desde que possamos considerar este mundo

93

470. Falar é ter demasiada consideração pelos outros

94

469. O próprio escrever perdeu a doçura para mim

95

468. Quando vivemos constantemente no abstracto

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467. Ouviu-me ler os meus versos

97

466. O homem não deve poder ver a sua própria cara

98

465. Quando o estio entra entristeço

99

464. Quem tenha lido as páginas deste livro

100

463. Sossego enfim