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Rainhas do Grito — 245 episodes · page 2 of 3
Rainhas do Grito 02 – Psicopata Americano
Falando no Diabo 129 – Rosemary, bebê diabo e suas múltiplas versões
Rainhas do Grito 01 – A Primeira Profecia
Falando no Diabo 128 – Rabid: Enraivecidas na Fúria do Remake
Falando no Diabo 127 – Assassinato e satanismo: o Diabo é o motivo ou só o bode expiatório?
Falando no Diabo 126 – Não há motivos para acreditar em alienígenas bonzinhos
Falando no Diabo 125 – Filme que desgraça a mente é uma coisa que relaxa a gente
Falando no Diabo 124 – Pai é quem cria (pra gostar de filme de terror)
Falando no Diabo 123 – Entrevista com o Vampiro: adaptações (não tão) fiéis e acertos
Falando no Diabo 122 – Os perigos da internet
Falando no Diabo 121 – Lenda Urbana e a falha em segurar a própria proposta
Falando no Diabo 120 – Mad Max: deserto, gasolina, motores V8 e uma distopia muito atual
Falando no Diabo 119 – 70 anos de Godzilla: uma reflexão sobre as mensagens do lagartão
Falando no Diabo 118 – Realidades Paralelas, Física e Fantasia
Falando no Diabo 117 – Vinte anos de Freddy vs. Jason, reboots fracassados e franquias enterradas
Falando no Diabo 116 – O horror nu metal da Dark Castle
Falando no Diabo 115 – As fascinantes e incômodas perturbações da mente de Yorgos Lanthimos
Falando no Diabo 114 – Slasher hoje, slasher ontem, slasher sempre – Parte 3
Falando no Diabo 113 – Slasher hoje, slasher ontem, slasher sempre – Parte 2
Falando no Diabo 112 – Slasher hoje, slasher ontem, slasher sempre – Parte 1
Falando no Diabo 111 – Expectativas 2024
Falando no Diabo 110 – (pequena) ReTERRORspectiva 2023
Falando no Diabo 109 – A desesperança argentina no cinema de Demián Rugna
Falando no Diabo 108 – Drácula: autópsia de um vampiro no cinema
Falando no Diabo 107 – Animatrônicos assassinos, crianças e pizzarias
Falando no Diabo 106 – O canibalismo no terror e suas metáforas de desejos de transformação
Falando no Diabo 105 – Espíritos: golpistas pouco confiáveis que te colocam pra trabalhar
Falando no Diabo 104 – Seitas no terror: do fim do mundo à ressurreição
Falando no Diabo 103 – Novo Extremo Francês: uma porta de entrada para drogas mais pesadas
Falando no Diabo 102 – Mulheres selvagens, culto e medo do futuro na segunda temporada de Yellowjackets
Falando no Diabo 101 – Poltergeist e os medos da classe média estadunidense
Falando no Diabo 100 – Filmes que nos fizeram gostar de terror
Falando no Diabo 99 – Gatos no horror: fofinhos e mortais
Falando no Diabo 98 – Cinema de terror experimental: um leque de possibilidades interpretativas
Falando no Diabo 97 – Mãe só tem uma – mas o terror tem várias
Falando no Diabo 96 – Evil Dead e sua capacidade de ser alucinante e surpreendente
Falando no Diabo 95 – Brandon Cronenberg, ricos entediados e closes de perfurações na pele
Falando no Diabo 94 – The Last of Us e o poder das relações humanas em histórias apocalípticas
Falando no Diabo 93 – Pânico: as maravilhas e armadilhas de uma franquia
Falando no Diabo 92 – A redescoberta do Gótico Brasileiro do século XIX
Falando no Diabo 91 – Um mergulho nos pesadelos de Junji Ito
Falando no Diabo 90 – Expectativas 2023
Falando no Diabo 89 – Reterrorspectiva 2022: o ano do terror
Falando no Diabo 88 – Filmes natalinos para danados e bonzinhos
Falando no Diabo 87 – Shudder: um amor não correspondido
Falando no Diabo 86 – Filmes que amamos (e que (quase) ninguém conhece)
Falando no Diabo 85 – Nova trilogia Halloween: homenagem, inovação e opiniões divididas
Falando no Diabo 84 – O terror social (e espacial) de Jordan Peele
Falando no Diabo 83 – Terror só para baixinhos: Volume Único
Falando no Diabo 82 – David Cronenberg: filmografia selecionada do pai do body horror
Falando no Diabo 81 – Chucky: o objetivo agora é outro – Parte 2
Falando no Diabo 80 – Chucky e as várias faces de um brinquedo que tem sempre o mesmo objetivo – Parte 1
Falando no Diabo 79 – A ficção científica como forma de contar terrores e dramas em 2022
Falando no Diabo 78 – O cinema sinistro e estranho de Scott Derrickson
Falando no Diabo 77 – Guia definitivo de acampamentos de férias pra você nunca pisar
Falando no Diabo 76 – Franquias esquecidas que amamos
Falando no Diabo 75 – As fascinantes tragédias épicas de Robert Eggers
Falando no Diabo 74 – O cinema caótico das irmãs Soska
Falando no Diabo 73 – Quando o filmes de super-heróis colidem com o universo de horror
Falando no Diabo 72 – Entre X e Leatherface, por que amar um e odiar o outro?
Falando no Diabo 71 – O futuro profético e sombrio do cyberpunk já está entre nós?
Falando no Diabo 70 – A desumanização e o horror na luta pela sobrevivência
Falando no Diabo 69 – A trajetória tímida e revoltante dos filmes de terror no Oscar
Falando no Diabo 68 – Produção seriada de horror no Brasil
Falando no Diabo 67 – Todo Mundo em Pânico carrega o legado de filmes de terror?
Falando no Diabo 66 – Expectativas 2022
Falando no Diabo 65 – ReTERRORspectiva do ano em que abriram a porteira
Falando no Diabo 64 – A oitava edição do Festival Boca do Inferno
Falando no Diabo 63 – Como diabos permitimos seis filmes na franquia Resident Evil?
Falando no Diabo 62 – Cagesploitation: Maluco é brabo
Falando no Diabo 61 – Halloween e as várias feições de um embate de quatro décadas
Falando no Diabo 60 – Seria necessário um conselho tutelar exclusivo para crianças de filmes de terror?
Falando no Diabo 59 – Quando a lenda de Candyman se torna um legado para nossos tempos
Falando no Diabo 58 – James Wan: um gênio do terror, uma máquina de fazer dinheiro ou ambos?
Falando no Diabo 57 – Hammer: Ascensão e queda (e ascensão de novo) de um império
Falando no Diabo 56 – Imaginar crossovers é fácil, difícil é fazer funcionar
Falando no Diabo 55 – No terror, tamanho não é documento… mesmo!
Falando no Diabo 54 – A década do horror no cinema brasileiro
Falando no Diabo 53 – Troca de Diretores
Falando no Diabo 52 – Pula fogueira e cuidado pro folk horror não te queimar
Falando no Diabo 51 – Manual de como ser um otaku fã de animes de terror para iniciantes
Falando no Diabo 50 – Nunsploitation: a subversão das freiras no cinema de horror
Falando no Diabo 49 – Animais: não, humano, você não está no topo da cadeia alimentar
Falando no Diabo 48 – Eli Roth em como fazer amigos e influenciar pessoas
Falando no Diabo 47 – Colheita Maldita não é agro, não é pop
Falando no Diabo 46 – Como o cinema de terror sul-coreano conquistou um holofote global
Falando no Diabo 45 – Subgêneros: o que são? Como vivem? Como se reproduzem?
Falando no Diabo 44 – Dessa vez falamos mesmo! Diabo e satanismo no cinema de horror
Falando no Diabo 43: Quadrinhos de horror – um apanhado de história, censura e independência
Falando no Diabo 42 – Não que seja uma boa ideia criar expectativas para 2021, mas vamos lá…
Falando no Diabo 41 – ReTERRORspectiva de um ano que queremos esquecer
Falando no Diabo 40 – Na guerra dos streamings, só quem perde é seu cartão de crédito
Falando no Diabo 39 – O horror para adolescentes e as marcas de cada geração no gênero
Falando no Diabo 38 – A arte do horror como expressão para crítica social
Falando no Diabo 37 – O fascínio e o medo pelas bruxas nos filmes de terror
Falando no Diabo 36 – Hellraiser e a dor de assistir seus filmes com o único prazer de eles acabarem
Falando no Diabo 35 – Por que o body horror é tão nojento quanto fascinante?
Falando no Diabo 34 – Filmes tão ruins que não amamos nem odiar
Falando no Diabo 33 – Lovecraft: vida, obra e o legado do horror cósmico
Falando no Diabo 32 – Confinado com o diabo: a claustrofobia nos filmes de terror