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Roberto Gamito — 164 episodes
O meu ópio é o pão
Na fila das raspadinhas
As várias escolas de estacionamento
Entre a distância e o tacto
Desobediente apenas no estacionamento
A fome é o meu idioma e o vinho o meu terapeuta da fala
O novo lírico na comédia é um embusteiro
Fugir ao amor numa estrada de pregos
Teatrinho da Testosterona
Problematização do ciclismo
O guarda-chuva no século XXI
Ouvir a nossa voz
Bolos inspirados na Gata Borralheira
Simulacro de incêndio
Ensino o meu palato a conhecer o fogo
Em teoria, Leonardo Da Vinci, na prática, um puto de bibe
De gatas a falar latim para crisálidas
Mau tempo nas metáforas
Nenuco centrado na toalha da feira de velharias
Gravador resgatado
Politização das buzinas
Manobras políticas
O Ocidente é paranóico?
A Torre Eiffel é um monte de ferro?
Câmara anecoica
O cachorro quente chegou tarde à minha vida
Loja anacrónica
O cheiro mina a beleza
Toldo aberto às mijinhas
Reflexões sobre a beleza
Na taberna sou uma espécie de Mogli
Conspiração de Detalhes
Predador de Ranho e o Menino Meio-Gordo
Inventário de Moscas Mortas
Fantasias de banco de trás
Responder com dedinhos às perguntas dos adultos
Crónicas de um apagão - Feat. Jessica
Informal - feat. J.
Cenas de Cama e Papel de Parede
A velhice e os Cucos
As minhas bochechas são o espelho da alma
As letras miúdas são a bruxa malvada do consumo
Discurso mascarado de revolução
As escadas denunciam a idade do Homem
Só aprendi o que era vitamina D aos 18 anos
Barco engarrafado
A dança revela os peixes na água
O mundo real começa mais cedo para quem não tem privilégio
Descobrir a pólvora e desilusão
Empatia genérica, entusiasmo postiço
Descobri o que mais gosto nas mulheres
O sufoco das camisolas de lã passadas de geração em geração
Lembro-me de camisas cor-de-rosa
Tirania da vigilância
Rabo de Cavalo
A beleza é subjectiva?
Popularidade e números
O primeiro cigarro dos outros
Urina de cão nas flores amarelas
Recém-quarentão
Instruções para se viver uma vida
O Eu numa casa de espelhos infinita
Escrevo florestas
Olhar: relação entre artista e modelo nu
Baleia, Pirilampo e o homem enquanto destruidor do amor
O homem não está aí
O amor é a ficção suprema
Como Escrever de Miguel Esteves Cardoso, o pior livro que li na vida
Quando é que começaram a conhecer-se?
Contabilidade Mórbida
Não há banquete para celebrar o nosso destino
A presunção de inocência é uma chatice
As novelas turcas são uma cena?
Escudo De Aquiles
Comédia: concisão ou copiosidade?
Alzheimer e a memória prodigiosa
Baby Reindeer e gestos infinitesimais
Cristos em segunda mão
Caminhada e passeio turístico
Despachar o outono numa tarde
Caminhar sem agenda
Cetáceos encalhados na mesa do café
O homem torna-se adorno da máquina
Mobilamos o silêncio com tagarelice
Romper com a órbita do quotidiano
Falcão e Elefante e Comédia
Dores nas Costas
Pormo-nos nos sapatos do outro - a fragilidade desta expressão
Palavra e a Realidade
Giorgio Parisi e o Nobel da Física
Verdade e Sofrimento
O artista e o vampiro
Culto da repetição
Liberdade, Liberdade, Liberdade
A ideia é uma embarcação frágil
Escudo polido de Atena e o Horror
Letra profana e o Cancelamento
Somos Filhos do Urinol
Cansaço e o Começo
Ideia omnipresente
Corpo, Mente e o Riso
Trabalhos da memória
Meu querido aedo sem penas
Arquivos do Sangue
Um Ninguém e Cem Mil - prelúdio
A memória é um vulcão adormecido
Bailarico da hesitação
As palavras certas
Talento, paciência e medo
Patinamos em cima dos últimos grãos da ampulheta
A morte está dentro de nós
Assassinato educado
A paixão é um conto de fadas?
Sou aquele que espera
Ensaiando a vida entre o coração e a língua
O Eu não manda cá em casa
Ave negra cujo nome desconheço
Especialistas do nada
Casa em diminuendo
O Homem e o Lixo
Evangelho segundo Narciso
O que é um homem normal?
Marufle
Conversa enquanto esboço
Os dois corvos e a morte
A pedra que não foi afagada
A memória é a mãe de todas as musas
Balde com meia dúzia de peixes
A vida é uma dança
A vida não é grande espingarda
Crítica sem raiva
O outro é inacessível
Sair do amor pela porta das traseiras
O livro é a luz ao fundo do túnel
Não sei o que dizer
O que é preferível: silêncio ou falar demasiado?
Cerco, Jornada e Metamorfoses
Peixe-diabo
A luz está apagada
Somos a média daqueles que nos rodeiam
O espectro da palavra: do livro de culinária até à poesia
Dois monólogos ou um diálogo?
A nossa relação com a dor; o mundo almofadado
Morrer sem ar enquanto se sonha
A depressão e a ajuda fingida
O Homem e o espectáculo da guilhotina
O homem que chega depois
O culpado e o inocente
Carrasco ou vítima?
Dragão nascido das gotas
Aos poucos ficamos iguais ao inimigo
O poder insuspeito do olá
Coração empoeirado
Relação entre o Amor e a Morte
A vida é um poema sobre a morte
A ilusão do regresso
O Amor
Náufrago
Animal Social
Memória a reboque do perfume
Afrouxar o nó
Novos Vampiros — as redes sociais
Faquir andando sobre um chão de promessas quebradas
Comércio de fragilidades